Divisão Celular:
Mitose e Meiose
“
as células originam-se d e o u t r a s c é l u l a s preexistentes
”Virchow, 1858, médico alemão.
Divisão Celular
- Base da continuidade e perpetuação das células e organismos ao longo do tempo.
- Ocorre em todos os organismos vivos, dos unicelulares aos multicelulares.
Divisão Celular
Eduard Strasburger, 1880: Primeiras figuras de células em divisão (célula ciliada de flor de Tradescantia)
Divisão Celular
Seqüência ordenada de eventos: crescimento celular, duplicação DNA e organelas e divisão da célula.
Ciclo Celular
Crescimento e desenvolvimento dos organismos: MITOSE
-Muitas rodadas de divisão celular produz um novo organismo a partir de uma célula ovo (zigoto).
-Crescimento do organismo.
Divisão Celular
Reprodução dos
organismos multicelulares:
MEIOSE
Divisão Celular
Divisão Celular
Reprodução dos
organismos multicelulares:
MEIOSE – produção de células
germinativas
Bactérias
Reprodução dos organismos unicelulares
Cada divisão celular produz um novo organismo.
Divisão Celular
Duplicação do DNA
Monitoramento e crescimento celular
Monitoramento e crescimento celular
Divisão Celular
Intérfase:
G1, S e G2
Divisão
- Divisão celular durante toda a vida: reposição de células mortas.
- Diferentes taxas de divisão celular entre as células.
Divisão Celular
M M M
S S S
Células embrionárias (blastômeros) menores a cada divisão celular:
Fases G1 e G2 drasticamente diminuídas.
Divisão Celular
Divisão Celular: Mitose
Compactação dos cromossomos
Prófase: transição entre G2 e mitose
Compactação dos cromossomos
Prófase
Arcabouço
Compactação dos cromossomos
Prófase
Condensina: principal componente estrutural do cromossomo
mitótico. Responsável pela condensação do cromossomo.
Condensinas Condensina
Compactação dos cromossomos
Prófase
Fosforilação da condensina
Ciclina B-Cdk1
Condensinas pertencem às Proteinas SMC (Structural Maintenance of Chromosomes)
Proteínas reguladoras
Compactação dos cromossomos
Prófase
Fosforilação da condensina
Ciclina B-Cdk1
Proteínas reguladoras
Proteína do arcabouço do cromossomo
Condensina
Proteína do arcabouço do cromossomo
DNA Condensina
DNA
Condensina
Compactação dos cromossomos
Prófase
Condensina
Distribuição da subunidade SMC2 da
condensinaem cromossomos metafásicos de galinha
DNA
Compactação dos cromossomos
Prófase
Topoisomerase II
Sua atividade enzimática permite desemaranhar e separar moléculas de DNA
Cromossomos plumosos
Topoisomerase II DNA
Topoisomerase II: a fitted mechanism for the chromatin landscape
Joaquim Roca, Nucleic Acids Research, 2009, Vol. 37, No. 3
Fragmentação do Golgi e RE
Prófase
Formação do fuso de divisão
Prófase
Início da formação do fuso de divisão
1
Microtúbulos
Microtúbulos: classe de filamentos grossos do
citoesqueleto
1 3 2
Microtúbulos
centrossomo
Início da formação do fuso de divisão
Polimerização dos microtúbulos
Início da formação do fuso de divisão
Rompimento do envoltório nuclear
Fibras do fuso ligam-se aos cromossomos
Prometáfase
Ciclina B-Cdk1
Rompimento do envoltório nuclear
Fosforilação das laminas nucleares
Complexos Ciclina B-
Cdk1 e seu papel na
prometáfase
Fosforilação das laminas nucleares
Fragmentação do envelope nuclear Degradação das ciclina B-Cdk1
Inativação de Cdk1
Defosforilação das lâminas e
remontagem do envelope
Ciclina B-Cdk1
Rompimento do envoltório nuclear
-Fosforilação da condensina – supertorsão dos filamentos de cromatina;
-Fosforilação de proteínas associadas ao RE e Golgi, interrompendo o tráfego vesicular.
-Fosforilação das laminas;
-Fosforilação das nucleoporinas;
-Fosforilação de proteína integrais da membrana nuclear interna que funcionam como âncoras das fibras de cromatina;
-Fosforilação de proteínas associadas aos microtúbulos;
Complexos Ciclina B-Cdk1 e seu papel na prometáfase
Prometáfase
Formação do fuso de divisão
Microtúbulos astrais ou livres
Microtúbulos do cinetocoro
Microtúbulos polares centrossomo cromátide cinetocoro
Cinesinas
- Três classes de microtúbulos:
1- polares 2- cinetócoro 3- astrais ou livres
Prometáfase
Estrutura do cromossomo
telômero
centrômero
cromátide Braço “p”
“petit”
Braço “q”
“subseqüente a p”
Coesinas
Fibras do fuso ligam-se ao cinetocoro do cromossomo
Prometáfase
Cinetocoro
Fibras do fuso Heterocromatina Ultra-estrutura do centrômero
Centrômero
DNA Proteínas do cinetocoro
Fibras do fuso ligam-se ao cinetocoro do cromossomo
CENP – Proteínas centroméricas
Ultra-estrutura do centrômero humano
heterocromatina centromérica
DNA alfóide CENP-B + heterocromatina
centromérica
Cinetocoro microtúbulos
Placa externa CENP-E Placa interna
DNA alfóide CENP-A + CENP-C
Cinetocoro
Estrutura do cinetocoro
Fibras do fuso ligam-se aos cromossomos
Coroa fibrosa
Microtúbulo Dineína
Placa interna
Placa externa Cinetocoro
Placa externa
Coroa fibrosa Microtúbulo
CENP-E (cinesina)
-Cromossomos alinhados no equador da célula
-orientação bipolar dos cromossomos
Metáfase
21
Metáfase
-Dinâmica dos microtúbulos -Oscilações cromossômicas
Cromossomo mantido no equador celular devido à dinâmica dos microtúbulos
Spindle assembly checkpoint signaling requires tension be- tween sister kinetochores (Nicklas and Ward, 1994; Biggins and Murray, 2001; Stern and Murray, 2001; Zhouet al., 2002;
Biggins and Walczak, 2003; Clevelandet al., 2003), and low tension could act to destabilize attachment of MTs to kinet- ochores (Nicklaset al., 2001; Biggins and Walczak, 2003;
Dewaret al., 2004).
Thus, a model where the kinetochore senses both spindle position to regulate kMT plus-end catastrophe frequency and tension generated via chromatin stretch to regulate kMT plus-end rescue frequency has the overall effect of limiting the range of tensions experienced at the kinetochore com- pared with a model with position-dependent switching fre- quencies only. Limiting the range of tensions to intermediate levels (Figure 6A, 2) may help the spindle avoid MT detach- ment by reducing high forces on the kinetochore and allow the checkpoint to be turned off by limiting low tension. The net result is that both high and low tension on kinetochores are unfavorable, resulting in a congressed state of approxi- mately uniform separation distance between sister kineto- chores.
In contrast to Cdc6p-depleted spindles, in which kineto- chore localization near the poles suggests that lack of tension results in net depolymerization of kMTs, loss of tension and kMT attachment inndc10kinetochore mutants does not result in significant MT depolymerization (Pearsonet al., 2003). Therefore, it may be that the kinetochore itself acts to depolymerize kMTs via a catastrophe gradient, an effect that could be antagonized by tension. Loss of attachment could thus allow for net polymerization of MTs, as is observed for interpolar MTs.
A Mechanism for Tension-dependent Regulation of kMT Dynamics
Our analysis shows that tension promotes kMT assembly by increasing rescue. What could be a mechanism by which tension promotes rescue? One possibility for tension-depen- dent regulation of kMT dynamics is a purely physical effect that could be mediated by the kinetochore. For example, recent work with the purified components of the Dam1p/
DASH complex shows that the complex forms rings around microtubules in vitro (Mirandaet al., 2005; Westermannet al., 2005). This type of structure could form a sleeve that surrounds the kMT tip and links to other kinetochore com- ponents (reviewed by Cheesemanet al., 2002), although the existence of rings in vivo remains an open question (Mc- Intosh, 2005). As shown schematically in Figure 7A, the kinetochore-associated sleeve could move toward the kMT minus-end during depolymerization via protofilament splaying and peeling. As a kinetochore moves away from its sister, tension will build in the intervening chromatin (green spring), and in the kinetochore itself (blue spring), advanc- ing the sleeve toward the kMT plus end. This would in turn force kMT protofilaments to straighten (Figure 7B). The straightening of protofilaments could suppress tubulin de- partures from the kMT tip and thereby promote rescue (Figure 7C).
force plausible? Previous analysis of chromatin stretching in budding yeast metaphase showed that the centromere prox- imal chromatin is highly stretched, to the point where indi- vidual nucleosomes are almost certainly forced off the chro- matin (Pearsonet al., 2001). Studies with laser tweezers in vitro show that!15–20 pN is required to force nucleosomes off of double-stranded DNA (Brower-Tolandet al., 2002).
Thus, the typical tension generated via chromatin stretch during yeast metaphase is approximately equal to that esti- mated as necessary for kMT protofilament straightening.
Models Lacking a Spatial Gradient in Catastrophe Frequency Result in Loss of Sister Kinetochore Separation at Metaphase
The catastrophe frequency gradient shown in Figure 2A is an essential model element. In a model that includes a spatial gradient in catastrophe frequency, kMT plus-ends experience a peak in catastrophe frequency at the spindle equator. This has the effect of destabilizing kMT plus-ends located at the spindle equator, such that kinetochores tend to Figure 7. A speculative mechanism for tension-dependent rescue.
(A) In this hypothetical mechanism, the kinetochore sleeve (possibly formed via the Dam1/DASH complex) is pushed toward the kMT minus end via protofilament splaying during depolymerization.
Simultaneous depolymerization at the sister kMT plus end tends to build tension, stretching the kinetochore (blue spring) and the chro- matin (green spring). (B) As tension builds, the sleeve is pulled toward the kMT plus-end to limit protofilament splay. (C) Proto- filament straightening stabilizes the tip against further depolymer- ization and so promotes rescue. The stabilized tip rescues and starts to polymerize.
Modeling of Yeast Microtubule Dynamics
Cinetocoro
Fibras do fuso
Cinetocoro Cromatina
-
Separação das cromátides-irmãs
Anáfase
Separação das cromátides irmãs
Coesinas: mantém cromátides irmãs conectadas Separase
Coesinas
Separação das cromátides irmãs
Coesinas Separase
Proteína inibidora Separase
inativa
Coesinas
APC inativo APC ativo Separase
ativa Cdc20
Securina
Controle da separação das cromátides irmãs
Ciclina-Cdk M
fosforilação
Anáfase A
Cromátides irmãs movem-se para os polos opostos
Anáfase B
Distanciamento dos polos
Separação das cromátides-irmãs
Cinesinas
Telófase
Cromossomos-filhos chegam aos pólos das células
Reconstituição do envoltório nuclear
Início da formação do anel contrátil
Reconstituição do envoltório nuclear
1
2 Ubiquitinação das ciclinas B– Inativação de Cdk1 que fosforilava as laminas
Divisão do citoplasma:
Formação de anel contrátil em células animais
Citocinese
Estrangulamento do citoplasma
Anel Contrátil (células animais): actina e miosina
Anel Contrátil (células animais): actina e miosina
Formação do Fragmoplasto
Citocinese em células vegetais
1 célula 2n
Uma divisão nuclear e citoplasmática
Mitose
2 células 2n idênticas
Animações:
Ballet mitótico
http://www.youtube.com/watch?v=lPcrfpDE9Ys&NR=1 http://www.youtube.com/watch?v=sBcbXzamai4