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UVAONLINE. Comunicação Oral e Escrita

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Academic year: 2021

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UVAONLINE

Comunicação Oral e Escrita

Unidade 1

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Aviso importante!

Este material foi produzido com o objetivo de permitir que você realize consultas off-line ao conteúdo da disciplina virtual.

No entanto, alertamos para o fato de que a disciplina deve ser cursada no modo digital. O conteúdo foi desenvolvido prevendo a utilização dos recursos que a mídia eletrônica pode oferecer. Através do ambiente UVAONLINE, a aprendizagem tornar-se-á mais fácil, ágil, interativa e eficaz.

O texto que estamos disponibilizando para você, através desta apostila, deverá ser utilizado apenas como um reforço. Todas as práticas e atividades que devem ser realizadas ao longo e ao final de cada Unidade, só estão disponíveis no ambiente virtual.

Lembramos ainda que, para obter aprovação, é necessário que você tenha realizado e enviado para o seu Tutor as atividades e avaliações propostas nas unidades desta disciplina.

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Apresentação

A Comunicação Oral e Escrita é uma disciplina basicamente instrumental, que lhe abre caminhos para possibilidades continuadas de estudo, por meio de um conhecimento mais efetivo da nossa língua, tanto na forma de texto lido, como na construção do seu próprio discurso.

Nossa disciplina foi dividida em 12 unidades, cada uma abordando algum aspecto diferenciado da matéria, apesar de todos passarem pelos grandes conteúdos, que podem ser resumidos em “Leitura e Interpretação”, “Redação e Produção textual” e “Estudo da Norma Culta”.

Cada unidade tem uma parte de conteúdo didático bem desenvolvida e esquematizada, uma larga apresentação de exemplos e um conjunto de atividades, tudo com o objetivo de lhe permitir não só um embasamento teórico, como também a aplicação real de tais situações lingüísticas.

Ao curso on-line acrescentamos a indicação do mesmo livro didático utilizado pelas turmas presenciais, que dará a cada aluno a possibilidade de aprofundar os conhecimentos e fazer muito mais exercícios, aperfeiçoando os contatos com a nossa língua em suas diferentes manifestações faladas e escritas.

Esperamos que você aproveite tudo o que o nosso curso lhe oferece.

Objetivos da Disciplina

Os verdadeiros objetivos desta disciplina podem ser resumidos assim:

• melhorar sua condição de leitor, preparando-o para encontrar textos cada vez mais selecionados e sofisticados, coerentes com sua condição de universitário e profissional de nível superior;

• aperfeiçoar sua capacidade de produtor de textos, uma exigência diferenciada e preferencial para alguém que almeja a continuidade permanente de estudos;

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Roteiro da disciplina

Esta disciplina está organizada nas seguintes unidades: Unidade 1 – Comunicação Verbal

Unidade 2 – Leitura e Interpretação Unidade 3 – Redação e Norma Culta Unidade 4 – Ortografia

Unidade 5 – Conjugação Verbal Unidade 6 – Concordância

Unidade 7 – Coesão e Coerência Textual Unidade 8 – Pontuação

Unidade 9 – Redação Clássica Argumentativa Unidade 10 – Regência e Crase

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Unidade 1: Comunicação Verbal

Esta unidade, relativa à comunicação verbal, tem dois objetivos:

• O primeiro, de caráter amplo, é colocá-lo em contato mais íntimo com a língua, preparando-o para novos posicionamentos e, principalmente, para receber novos conhecimentos;

• O segundo, com espectro mais específico, é fazê-lo entender melhor a Língua Portuguesa, partindo de sua história e reconhecendo a necessidade de ser um conhecedor de vários níveis diferentes para sua aplicação.

Esta é a unidade inicial, porque, através dela, achamos viável convencê-lo da importância de assumir novas posturas no aprendizado da nossa língua, vendo-a como essencial na formação de um profissional de nível superior e imprescindível na conquista de novos saberes, mais específicos e sofisticados.

Objetivos da Unidade

Esta unidade visa levar você a alcançar quatro objetivos:

• conhecer algumas noções básicas da comunicação e do uso de seus instrumentos normais;

• identificar os elementos participantes do processo de comunicação e seus objetivos maiores;

• obter alguns conhecimentos da história da nossa língua e da formação do nosso povo;

• identificar os diferentes tipos de discurso e avaliar a adequação de cada um à situação vivida.

Roteiro da Unidade

Esta unidade está organizada nas seguintes lições: Lição 1.1 - Linguagem e Cultura

Lição 1.2 - Arte e Literatura

Lição 1.3 - Elementos da Comunicação

Lição 1.4 - A Evolução da Língua Portuguesa Lição 1.5 - Registros da Língua

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Lição 1.1 – Linguagem e Cultura

Esta primeira lição apresenta um sentido bem simples: iniciá-lo em alguns princípios da comunicação, fazendo-o conhecer não só alguma terminologia mais específica como também certas diferenças conceituais importantes.

Nesta lição vamos estudar dois tópicos:

a) A Linguagem b) A Cultura

a) A Linguagem

Você também confunde língua com linguagem? Sabe exatamente o que é cada uma?

Há dois tipos de linguagem, isto é, a linguagem pode ser de dois tipos: Verbal e Não-verbal.

É comum na nossa vida normal utilizarmos os dois tipos combinados. O cara que faz “psiu” para uma menina e, depois, pisca para ela, a fim de iniciar uma conversa, está usando linguagens verbais e não verbais.

b) A Cultura

Para a elite, cultura é algo diferente, sofisticado e típico da sua camada social. Linguagem

Verbal

(falada e escrita)

Não-verbal São formas de comunicação baseadas nos sentidos como, por

exemplo, imagens (sinais de trânsito), sons (apitos, campainhas etc).

É qualquer forma de realização humana. Cultura

É qualquer forma de comunicação.

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Vale lembrar que, embora haja uma noção bem divulgada de que cultura precisa ser algo ligado à elite, àqueles que detêm o conhecimento, na verdade, qualquer manifestação criada pelo homem, mesmo o mais humilde e inculto, deve ser vista como exemplo de cultura.

Assim, o carnaval tem tanto valor cultural quanto uma ópera.

Lição 1.2: Arte e Literatura

É sempre bom conhecer Arte e Literatura, além de fixar, de modo claro e definitivo, as relações existentes entre elas.

No segmento social em que você está entrando, é necessário estar bem informado, pois a arte, e uma de suas espécies mais prestigiadas no ambiente universitário, a literatura, serão muito úteis num mundo que exige informação geral e muito poder de argumentação.

Nesta lição, vamos estudar dois tópicos:

a) Arte b) Literatura

a) Arte

Apesar de, numa definição simples, ser considerada como um esforço para criar beleza, a arte precisa ser vista realmente como algo muito amplo, pois nem toda arte é bela, e nem tudo que é belo é arte.

É uma definição que varia de acordo com os ideais humanos.

b) Literatura

Embora, antigamente, se usasse o adjetivo "rítmica" ao lado de arte para definir a literatura, hoje dá-se uma amplitude maior, além de se usar outros conceitos como, por exemplo, "literatura é ficção", literatura é poesia", “literatura é a recriação da realidade pela palavra".

É a expressão de um ideal de beleza nas obras humanas. Arte

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Vamos ver, a seguir, os seguintes tópicos relacionados ao conceito de Literatura:

b.1) Linguagem Literária e Científica

b.2) Signo Verbal b.3) Língua e Discurso b.4) Denotação e Conotação

b.1) Linguagem Literária e Científica

A linguagem literária se diferencia da científica principalmente pela objetivo e pela forma. Essa segunda, que também é chamada de "intelectiva ou referencial", tem o objetivo de informar, de ensinar, de transmitir idéias, enquanto aquela visa a emocionar, sugestionar, impressionar, prendendo-se mais ao mundo dos sentimentos e dos desejos.

b.2) Signo Verbal

Signo verbal é o elemento lingüístico, formado de duas partes inseparáveis -

significante (a parte formal) e significado (a parte conceitual) - que serve à

comunicação.

Por exemplo, conforme mostra a figura abaixo, um som só é um signo

lingüístico se ele puder sugerir um conceito a uma outra pessoa. Enquanto o "som" seria o significante, o "conceito“ seria o significado; por isso, uma vez que eles não se separam, compõem, unidos, o signo verbal ou, na linguagem verbal, uma palavra.

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b.3) Língua e Discurso

Já sabemos que a língua é a linguagem verbal, isto é, um meio de

comunicação formado por palavras. Vale destacar que ela, embora parcialmente seja conhecida pelo falante, deve ser vista como todo o conjunto possível, ou seja, algo inatingível até mesmo para um dicionarista. Por exemplo, todas as estruturas gramaticais, todo o vocabulário de uma língua...

O discurso é a realização prática da língua, isto é, o uso que determinado indivíduo faz, em dado momento, da língua que conhece parcialmente.

O que nós fazemos, no decorrer de uma aula presencial, é usar um discurso, ou seja, um pequeno extrato de uma língua.

b.4) Denotação e Conotação

Denotação é o uso da palavra com o seu sentido básico, ou seja, aquele que

primeiro é citado nos dicionários. Melhor explicando, é o sentido técnico, científico da palavra.

Conotação é o uso da palavra com sentidos especiais, figurados, aqueles

que são citados e mostrados pelos dicionários em textos flagrantemente literários. Normalmente, são significados contextuais, só reconhecíveis a partir da

compreensão do segmento examinado. Vejamos dois exemplos:

• “A menina reclamou contra o fato de a comida estar sem sal.” (Sem sal mesmo; logo, denotação).

• “A menina contou-nos uma piada sem-sal.” (Não é que não tenha sal, e sim que é sem graça; portanto, conotação).

Lição 1.3: Elementos da Comunicação

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Funções da linguagem

As funções da linguagem acompanham o predomínio dos elementos da comunicação, pois, conforme a ênfase seja dada a um certo elemento, pode-se reconhecer uma função diferente para a linguagem.

Vamos ver alguns exemplos:

Caso predomine o elemento REMETENTE, encontra-se uma evidente intenção de emocionar, daí nomear-se a função lingüística como EMOTIVA.

Caso, porém, predomine a própria MENSAGEM, diz-se que a função é

POÉTICA.

Predominando a INFORMAÇÃO, percebe-se a base no CONTEXTO, portanto considera-se que a função é INFORMATIVA ou REFERENCIAL.

Quando se nota uma ênfase no "tu", no "você", isto é, no DESTINATÁRIO, classifica-se a função como CONATIVA ou APELATIVA.

Enfatizando-se o CANAL ou CONTATO, a função é dita FÁTICA.

Finalmente, se a comunicação tiver como objeto a própria linguagem, isto é, o

CÓDIGO, vai-se dizer que a função da linguagem é METALINGÜÍSTICA.

O EMISSOR ou REMETENTE ou FALANTE ou ESCRITOR (aquele que inicia a comunicação). Exemplo: O professor no momento em que está explicando a matéria aos seus alunos.

O RECEPTOR ou DESTINATÁRIO ou OUVINTE ou LEITOR (aquele que recebe a mensagem). Exemplo: O aluno, no momento em que assiste à aula.

O CONTEXTO (o ambiente bio-psico-social em que se realiza a comunicação).

Exemplo: A situação que reúne professor e aluno no mesmo ambiente de comunicação.

A MENSAGEM (o que é comunicado).

Exemplo: É a lição que fica de tudo o que o professor ensinou e o aluno aprendeu.

O CÓDIGO (a linguagem utilizada). Exemplo: A Língua Portuguesa.

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O CANAL ou CONTATO (o meio físico que torna possível a comunicação).

Exemplo: Se essa aula tivesse sido ministrada sob a forma de vídeo, esse seria o canal utilizado.

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Lição 1.4: A Evolução da Língua Portuguesa

O português é uma língua difícil?

Na verdade, qualquer analfabeto fala a nossa língua e se faz compreender. O que, talvez, não seja tão fácil é a sua utilização nos níveis mais cultos, em ocasiões em que se exige exatidão e coerência, formalidade e precisão, elegância e correção. Quanto mais rica é uma língua, melhor comunicação ela permite; entretanto, dá mais trabalho conhecê-la; por isso, explorá-la é algo fascinante.

Muita gente se refere simplesmente ao português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.

A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo imparcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos lingüísticos e culturais.

Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de dois mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, em estruturas verbais riquíssimas e de diferenças quase imperceptíveis e numa sintaxe permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.

Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da intensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la, e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.

Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la.

Quem sabe, no futuro, talvez se venha realmente a admirá-la e amá-la de verdade, como ela, com certeza, merece.

Vamos estudar agora os seguintes tópicos: a) O Domínio Atual da Língua Portuguesa b) O Português no Brasil

a) O Domínio Atual da Língua Portuguesa

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São sete nações e um outro estado formado recentemente : além do Brasil, há Portugal, cinco nações africanas - Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné

Bissau, Angola e Moçambique - e o Timor Leste (ou Timor Lorosae), na

Oceania.

Pode-se citar, ainda, áreas de influência próximas às fronteiras, principalmente do Brasil, e algumas cidades asiáticas que foram colônias portuguesas, como Macau, Goa, Diu e Damão.

b) O Português no Brasil

Durante algum tempo, as línguas dos índios predominaram nas relações entre brancos e nativos, além dos negros que para cá foram trazidos.

Os próprios jesuítas incentivaram o seu uso, mas, com a perda de prestígio desses padres e da chegada de um maior número de portugueses, o Português se impôs como língua nacional.

A partir da segunda metade do século XVIII, o português se espalhou e se tornou a língua do Brasil, sem, no entanto, desprezar as contribuições numerosas das línguas africanas e nativas.

Mais tarde, com o grande movimento imigratório do séc. XIX, línguas como o italiano, o espanhol, o alemão, o polonês, o japonês etc. ajudaram a dar esse colorido especial ao português do Brasil.

Ainda neste tópico – “O Português no Brasil” – vamos dar especial atenção aos seguintes aspectos:

b.1) Áreas Lingüísticas do Brasil b.2) Influências de Outras Línguas

b.1) Áreas Lingüísticas do Brasil

Embora, tradicionalmente, ainda se fale em divisões no português do Brasil, a verdade é que, devido às intensas migrações do nosso povo, principalmente para colonizar os territórios mais distantes dos grandes centros, além da própria eficiência das telecomunicações, as diferenças são cada vez menos sensíveis.

Há, porém, uma divisão clássica: amazônico, nordestino, baiano, mineiro,

fluminense e sulista, sendo o da região do Rio de Janeiro o de maior prestígio,

especialmente por causa da importância histórica e política da cidade.

b.2) Influências de Outras Línguas

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Lição 1.5: A Evolução da Língua Portuguesa

O primeiro passo é entender que existe muito mais cuidado na língua escrita do que na falada, por isso sua formalidade tende a ser muito maior.

Além disso, parece claro que, principalmente num país como o nosso, de tão longínquas fronteiras, sempre haverá fortes diferenças regionais.

Também é evidente que há uma desigualdade extraordinária na fala de uma pessoa culta, de nível universitário, e na de um pedreiro de obra ou lavrador ou, ainda, na de um desportista analfabeto.

Finalmente, nem sempre uma pessoa usa, em todos os momentos da vida, o mesmo nível de linguagem.

Um juiz de direito, num tribunal, tem a obrigação de privilegiar o nível culto da língua, mas, numa conversa de bar, por exemplo, sobre futebol, fatalmente irá optar por um discurso bem mais informal, principalmente se estiver falando do árbitro da partida que "roubou" o seu time...

Vamos ver, nesta lição, os seguintes tópicos: a) Registros da Língua Falada

b) Registros da Língua Escrita c) Registros Básicos

a) Registros da Língua Falada

Assim chamamos os diferentes níveis de usos da língua falada, de acordo com situações experimentadas.

Os quatro registros principais são os seguintes:

b) Registros da Língua Escrita

Agora, os nomes se referem aos diferentes níveis da língua escrita; sem dúvida, bem mais formais que os anteriores.

Os quatro registros principais são os seguintes:

Vulgar: É o registro utilizado pela maioria dos analfabetos e semianalfabetos na sua vida cotidiana. Coloquial despreocupado: É, normalmente, o de estudantes universitários no seu cotidiano de assistência às aulas.

Coloquial cuidado: É, normalmente, o de um professor de língua portuguesa no seu dia-a-dia.

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c) Registros Básicos

Os quatro registros principais são os seguintes:

Sumário

1. Linguagem é qualquer forma de comunicação. 2. Língua é a linguagem formada de palavras. 3. Discurso é a realização efetiva da Língua.

4. Denotação é o sentido normal e dicionarizado das palavras. 5. Conotação é o sentido figurado, contextual das palavras.

6. A cada elemento da comunicação corresponde uma diferente função da linguagem: remetente (emotiva), destinatário (conativa), contexto (referencial), mensagem (poética), código (metalingüística) e canal (fática).

7. O Português é uma língua neolatina e está entre as seis mais faladas do mundo moderno.

8. A vida universitária e o exercício de profissões de nível superior exigem o conhecimento de um registro culto e formal

Atenção:

As atividades práticas e as avaliações on-line estão indicadas no ambiente virtual, menu CONTEÚDO DIDÁTICO, opção UNIDADES.

Língua coloquial - é a das conversas entre pessoas no dia-a-dia, apresentando liberdade.

Língua semiformal - é a que se encontra, por exemplo, em cronistas de jornais ou outros artigos, quando o escritor tenta se aproximar do leitor.

Língua literária - é a que faz parte dos textos literários, apresentando padrões bem próprios, de acordo com a intenção do autor.

Língua culta - é a que se deve usar no nível formal; por exemplo, em textos de trabalhos universitários e profissionais.

Vulgar: É a escrita de pessoas iletradas ou analfabetas.

Despreocupado: É o que se vê nos textos informais, como, por exemplo, uma carta entre namorados, um bilhete do pai para o filho etc.

Referências

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