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Trabalho Biblioteca Alexandria - Mariana Tato

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Academic year: 2021

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Mariana Tato Macias Ferreira

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A Biblioteca de Alexandria

Âmbito da disciplina:

Sistemas de Arquivo e Biblioteca

Faculdade de Letras da Universidade do Porto Oututro 2012

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Sumário

1. Introdução ... 3

2. A Antiga Biblioteca ... 4

I. Contextualização Histórica ... 4

II. Organização e contribuição ... 5

3. A Biblioteca Nova ... 6

I. Introdução à Nova Biblioteca ... 6

II. A organização ... 6

III. Os projetos da biblitoteca ... 8

4. Conclusão ... 9

5. Referências Bibliográficas ... 10

Sumário de Figuras

Figura 1 – Ruínas da Antiga Biblioteca ... 3

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1. Introdução

Corre pelo mundo o nome de “biblioteca desaparecida” quando se refere à mais importante biblioteca da antiguidade, a biblioteca de Alexandria. A verdade é que sobre esta correm muitas teorias, umas míticas, outras verdadeiras e outras ainda impossíveis de comprovar. É verdade também que, pela longinquidade da sua época e pelo acontecimento de vários incidentes, muita da informação foi perdida e, por isso, o estudo desta antiga instituição está condicionado e limitado. Há factos que ficam por provar, que se perderam na história. Toda a informação disponível atualmente está presente em documentos exteriores à biblioteca, isto é, documentos sobre a biblioteca que não estavam guardados na mesma.

Sabe-se que ela existiu (alguns historiadores ainda põem em questão se terá existido ou não), sabe-se a quantidade de rolos de papiro que guardou, sabe-se como se organizou e funcionou. Esta é uma das partes que nos interessa: a biblioteca enquanto Sistema de Informação. A sua contextualização histórica afeta todo o funcionamento da biblioteca e será, também, um assunto importante a abordar.

Em 2002, dois mil anos depois, uma nova Biblioteca de Alexandria foi construída perto do sítio onde a original existiu: uma biblioteca que promove o ensino e o conhecimento, que guarda uma importante parte da história e cultura da humanidade e que é um espaço social.

Desta biblioteca contam-se tantas histórias que quanto mais descubro sobre ela, mais quero saber: é esta a razão pela qual a escolhi como tema do meu trabalho.

Figura 1 - Ruínas da Antiga Biblioteca

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2. A Antiga Biblioteca

I.

Contextualização Histórica

Até ao séc. III a.C., o Egipto pertencia ao império persa. Foi no ano 332 a.C. que Alexandre, O Grande conquistou o país e fundou a célebre cidade de Alexandria, com o intuito de expandir a cultura grega e criar uma cidade grande, próspera e populosa. Como o Egipto já tinha um povo com a própria cultura e religião, Alexandre aceitou e respeitou este povo para devagar introduzir a cultura grega.

Após a morte do fundador da cidade, sucede-lhe Ptolomeu I (um dos dois generais de confiança de Alexandre) que viria a reinar o Egipto, cumprindo os desejos de Alexandre, nomeadamente, a construção de uma biblioteca, com o propósito de “promover o helenismo e toda a sua cultura”1. Nos reinados seguintes de Ptolomeu II e

Ptolomeu III a biblioteca atingiu o seu auge, crescendo no número de obras, tanto compradas como produzidas.

Temos de ter em consideração que a biblioteca, tal como a cidade, existiu numa época de grande instabilidade política, climática e religiosa: vários monumentos foram desaparecendo, quer de ordem natural (avanço do mar, terramotos), quer de ordem humana (revoltas, guerras, instabilidade política, falta de organização urbana).

A biblioteca foi construída perto do porto numa das zonas mais bonitas de Alexandria por volta do ano 288 a.C., como integrante do museu já existente - havia uma segunda biblioteca, criada a propósito da sobrelotação da primeira, agregada ao Templo de Serapis, que só passou a ser importante depois da destruição da biblioteca principal. Pelo que se sabe, na biblioteca existiam todos os livros científicos e de outras áreas do saber da sua época. Graças às personalidades envolvidas, a biblioteca conseguiu reunir obras de muitas partes do mundo e estima-se que existissem quase 700.000 rolos de papiro. Além de guardar, a biblioteca também produzia, traduzia e copiava.

Em relação à destruição da biblioteca, não há uma versão confirmada. Há historiadores que defendem que foi um incêndio provocado acidentalmente por César, em 48 a.C., continuando esta a ser a versão mais apoiada. Outra versão diz que a principal destruição foi o general Amr Ibn al-As: este mandou queimar milhares de obras que iam contra à religião aceite. Mais versões, míticas ou não, correm pelo mundo deixando a incerteza do que realmente aconteceu à biblioteca, algumas até admitindo que todas as versões estão correctas. Outros acontecimentos que poderão ter destruído a biblioteca:

 Os estragos durante o assalto a Alexandria comandado pelo Imperador Aurélio a 272 d.C.;

 Atentados de religiosos fundamentalistas a 351 d.C.;

 Confrontos entre judeus e cristãos a 415 d.C.;

1 Dias, Geraldo José Amadeu Coelho - Biblioteca de Alexandria : o helenismo e a dinâmica cultural dos judeus. Porto : Universidade do Porto. Faculdade de Letras, 2009

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II. Organização e contribuição

Esta biblioteca sempre teve o objetivo de tornar público o seu conteúdo, por isso, podemos referir-la como uma instituição completa: além de guardar e organizar, também tentava responder às necessidades da população.

A coleção da biblioteca cresceu logo a partir da sua criação. Os fundadores queriam que o espaço reunisse todas as obras que proporcionassem conhecimento de vários géneros aos leitores: que houvesse o conceito de “universal” na biblioteca. Para isso, adquiriam as obras da forma que fosse necessário, mesmo que para isso tivessem de usar a força e de roubá-las aos proprietários.

A organização de uma biblioteca é essencial para o bom funcionamento da mesma e para esta não foi diferente. A sua grandeza e a quantidade de conteúdo dificultaram a pesquisa dos utilizadores da biblioteca. Estes problemas foram combatidos gradualmente de formas diferentes, tendo até criado técnicas ainda hoje utilizadas.

Houve, pelo menos, três personalidades que influenciaram e proporcionaram a dita organização: Aristóteles, Zenódoto e Calímaco, tendo este último tido o papel mais importante. Zenódoto foi o primeiro bibliotecário e criou um sistema simples de organização, dividindo os livros por três tipos. Este também criou o conceito de ordem alfabética por autor na biblioteca.

Com o desenvolvimento e crescimento da biblioteca, o sistema de Zenódoto começou a falhar. É então que Calímaco propõe um novo conjunto de secções mais específico: Leis; História; Filosofia; Tragédia; Oratória; Medicina; Poesia Lírica; Miscelânea.

Estas divisões estavam organizadas alfabeticamente por autor e, visto que havia autores que escreviam sobre diferentes assuntos, eram referidos em diferentes divisões.

Calímaco criou o pinakes, catálogo da biblioteca de Alexandria - não há registo de nenhuma biblioteca que tenha tido um catálogo do género antes. Pinakes, era composto por 120 rolos de papiro e a maior parte desapareceu com a destruição da biblioteca. Também fazia parte do catálogo uma ficha informativa sobre cada autor que evitava confusões entre autores com os mesmos nomes. Estas ficha tinha anotações de Calímaco, ajudando os novos bibliotecários a preencher cada vez mais o catálogo.

Por isso, pinakes era um sistema de fácil acesso que dava a conhecer ao utilizador as obras existentes, de que autores e onde se encontravam. Este sistema perdurou no tempo e as bibliotecas dos dias de hoje baseiam-se nele, pela sua eficácia de organização.

Outra preocupação era a de manter a coleção que existia na biblioteca. Era necessário que as obras fossem restauradas caso precisassem e que o que se estraga-se fosestraga-se reparado ou substituído. Esta era outra das maneiras que a biblioteca tinha para manter a organização.

Todos os sistemas de organização da biblioteca provaram a sua capacidade: desde a básica ordem alfabética por autores, à divisão por assuntos e à catalogação de todas as obras.

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3. A Biblioteca Nova

I. Introdução à Nova Biblioteca

Foi no final da década de 70, na Universidade de Alexandria, que a ideia de construir uma nova biblioteca surgiu. No entanto, só em 2002 é que foi concluída. Não só construíram uma biblioteca extremamente completa, como também uma série de instituições adjacentes que completam a ideia central, por exemplo, um museu ou um planetário. O principal objetivo da criação da biblioteca é o incentivo à cultura e ao conhecimento, o que parece um pouco contraditório, visto que o Egipto ainda não é um estado completamente livre. A própria direção da biblioteca refere que a missão desta é ser “a centre of excellence for the production and dissemination of knowledge,

and to be a place of dialogue and understanding between cultures and peoples”2 e,

portanto, ser a ponte entre o Egipto e o mundo.

A biblioteca foi construída muito perto a localização da Antiga e do Palácio dos Ptolemeus e é composta por três edifícios importantes: a biblioteca, o centro de conferências e o planetário. Toda a sua arquitetura é marcada pela originalidade, sem esquecer os aspetos funcionais extremamente eficientes.

II. A Organização

A famosa biblioteca divide-se de uma forma coerente e eficiente: tem o edifício principal (onde está a biblioteca, propriamente dita), o planetário e o centro de conferências. Estas três partes estão interligadas através de uma praça e existe ponte pedonal que atravessa o edifício principal. Além disto, é composto por 10 andares, onde se posicionam os vários departamentos que funcionam na biblioteca. Irei agora enumerar os vários conteúdos:

“Internet Archive”, um arquivo digital;

 Quatro museus: das Antiguidades; dos Manuscritos; Sadat (dedicado ao presidente Anwar Al Sadat); e da História da Ciência;

 Uma biblioteca principal capaz de guardar milhões de livros;

 Seis bibliotecas especializadas: artes, multimédia e material audiovisual; para pessoas com deficiências visuais (biblioteca Taha Hussein); para crianças; para jovens; microfilmagem; e coleções especiais e livros raros;

 Além destas seis bibliotecas especializadas há mais algumas contidas na principal como por exemplo, a secção Nobel ou a biblioteca de Mapas;

 Planetário e ALEXplanetário (essencialmente para crianças);

 Auditório;

 CULTURAMA – sistema interativo

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Serageldin, Ismail - About the Library::Director’s Message. In Bibliotheca Alexandrina [em linha] . [consultado em 16-10-2012] . Disponível em http://www.bibalex.org/aboutus/message_en.aspx

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VISTA (The Virtual Immersive Science and Technology Applications system );

 Oito centros de pesquisa académica: c. de Alexandria e Mediterrâneo; c. de Arte; c. de Caligrafia; c. de Manuscritos; c. de Documentação do Património Cultural e Natural; c. de Alexandria para Estudos Helénicos; c. para Estudos Especiais e Programas; Escola Internacional de Ciência da Informação;

Quinze exposições permanentes;

Quatro galerias para exposições temporárias;

Centro de Conferências;

Fórum de Diálogo.

Todos estes serviços coexistem em harmonia, com o mesmo objetivo de fomentar o conhecimento e a cultura. Se formos procurar, com mais detalhe, o que é cada um dos pontos que referi, apercebemo-nos da grandiosidade dos projetos e da forma como esta biblioteca inova a antiga definição “aborrecida” de biblioteca.

A coleção divide-se em sete níveis de acesso público:

1º Nível – situado no 4º piso da cave, este nível é o maior da biblioteca e

reúne a coleção de mapas, revistas e jornais, monografias (também no 2º e 7º níveis), uma “coleção de referências” e ainda um espaço dedicado aos empresários chamado

Entrepreneur Corner;

2º Nível – 3º piso da cave; contém a coleção da biblioteca, a biblioteca

especializada de Artes e Multimédia e um espaço de computadores (Library Learning Center – sobre tecnologia e informação);

3º Nível – encontra-se no 2º piso da cave e contém a biblioteca

especializada de livros raros;

4º Nível – situa-se no 1º piso da cave; aqui localizam-se as galerias de

exibição permanente, o Museu de Manuscritos, o Museu de Antiguidades, o VISTA e o CULTURAMA.

5º Nível – é o piso de entrada; é um nível de circulação e receção, onde se

situa o Internet Archive e a Biblioteca Taha Hussein para deficientes visuais;

6º Nível – 1º piso do edifício, dedicado a coleções de monográficas e a áreas

de leitura, contém a biblioteca especializada para jovens e a biblioteca especializada para crianças;

7º Nível – situa- se no 2º piso e contém o depositário das coleções da

biblioteca e os serviços adjacentes.

A disposição das monografias está em ordem ascendente, de acordo com a DDC-

Dewey Decimal Classification.

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III. Os projetos da Biblioteca

Neste momento, a Nova Biblioteca de Alexandria leva a cabo uma série de projetos. Estes projetos estão divididos por 5 grandes grupos: “Alexandria Old-New”, “Digital Library”, “Documentation of Heritage”, “Open Knowledge” e “Science and

Technology”.

Além destes, tem sido feita referência a um projeto mais global, também levado a cabo pela Biblioteca, que se chama “Alexandria Project”. Este projeto é considerado uma das maiores pesquisas feitas pela B.A. e tem como objetivo ajudar os investigadores que estudam a Antiga Biblioteca. Para isto, organiza conferências,

workshops, seminários e ajuda na publicação de estudos.

Voltando a falar nos cinco grupos de projetos: há bastantes projetos em cada grupo. Tal facto impossibilita a apresentação de todos, por isso, vou apenas referir os nomes de alguns:

“Alexandria Old-New” - The Documentation of the Ministry of Awqaf Drawings; Reconstructions; The Bathhouses of

Alexandria in the 19th and 20th Centuries; Alex Cinema; ...

“Digital Library” - Memory of Modern Egypt; Eternal Egypt; Description de l’Egypte; L'Art Arabe; Re-issuing the Classics of the Islamic Heritage; Universal Digital Library;...

“Documentation of Heritage” - Digital Manuscript Library; Al-Hilal Digital Archive; The 100,000 Manuscripts Project; Ancient Egyptian Language Dictionary; Arabic Papyri Collections at the National Library of Egypt;...

“Open Knowledge” - Access to Knowledge ; The Beacon for Freedom of Expression Database;

“Science and Technology” - Supercomputer; Science Supercourse Project; The Universal Networking Language Project; The

Encyclopedia of Life; Hypertrophic

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4. Conclusão

O meu objetivo para este trabalho era contar a história da Antiga Biblioteca de Alexandria, passando pela organização da mesma e mostrar o que é a Nova Biblioteca.

Como referi na introdução, a maioria da informação disponível sobre a biblioteca não é 100% confirmada, o que não facilita a pesquisa, independentemente da fonte usada.

Há dois pontos em comum entre estas duas bibliotecas, apesar do tempo que as separa.

O primeiro ponto é a inovação. A sua criação trouxe algo novo ao mundo e aos sistemas de informação, desde a primeira catalogação de Calímaco, aos projetos inovadores da Nova Biblioteca.

O segundo ponto é o objetivo. Já nos tempos distantes da Antiga Biblioteca, havia uma consideração especial pelo conhecimento e pela cultura. Foi nesta altura que se começou a compreender a necessidade de expor o que se guardava e de dar aos comuns civis o direito de aceder ao conteúdo de uma biblioteca. Pessoalmente, penso que foi uma excelente ideia num tempo errado, num tempo em que as forças políticas não favoreceram a biblioteca nem os seus princípios, acabando por causar a destruição da mesma. Hoje, vemos uma biblioteca nova, com ideias empreendedoras, que pretende ser “a ligação do Egipto com o mundo”, apesar das pressões políticas e religiosas que existem no país.

Com tudo isto, concluo que a Antiga Biblioteca teve um papel extremamente importante no desenvolvimento das bibliotecas enquanto sistemas de informação e, também, no desenvolvimento de uma sociedade a quem foi disponibilizada informação e, consequentemente, conhecimento; e que a Nova Biblioteca veio finalizar o trabalho que a primeira não teve tempo suficiente para concretizar.

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5. Referências Bibliográficas

Monografias:

Dias, Geraldo José Amadeu Coelho - Biblioteca de Alexandria : o helenismo e a dinâmica cultural dos judeus. Porto: Universidade do Porto. Faculdade de Letras, 2009 El-Abbadi, Mostafa; Fathallah, Omnia Mounir, ed. - What happened to the ancient

Library of Alexandria? Leiden : Brill, 2008. ISBN 978-90-04-16545-8

MacLeod, Roy M., ed. - The library of Alexandria : centre of learning in the ancient world. London : I. B. Tauris, 2010. ISBN 978-1-85043-594-5

Serageldin, Ismail – A Landmark Building: Reflections on the Architecture of the Bibliotheca Alexandrina. Alexandria : Bibliotheca Alexandrina, 2007. ISBN 977-6163-50-7

Websites:

Bibliotheca Alexandrina – página web [em linha] . [Consultado em 16-10-2012] . Disponível em http://www.bibalex.org/home/default_EN.aspx

Phillips, Heather – The Great Library of Alexandria? [em linha] Library Philosophy and Practice . 2010 (August) [Consultado em 16-10-2012] . Disponível em

http://unllib.unl.edu/LPP/phillips.htm ISSN 1522-0222

Imagens:

Figura1:

Ruínas da Antiga Biblioteca in Pelas Barbas de Neptuno [em linha] . 1 de junho de 2011 . [Consultado em 16-10-2012] Disponível em

http://pelasbarbasdeneptuno.blogspot.pt/2011/06/brindando-origem-tim-tim-5_8089.html

Figura2:

A Nova Biblioteca de Alexandria in O Falcão de Jade [em linha] . 7 de fevereiro de 2011 . [Consultado em 16-10-2012] Disponível em

Referências

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