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(1)

DEPEN – AGENTE FEDERAL DE EXECUÇÃO PENAL

• Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para a correção da sua prova.

• Em seu caderno de prova, caso haja opção(ões) constituída(s) pela estrutura Situação hipotética:... seguida de Assertiva:..., os dados apresentados como situação hipotética deverão ser considerados premissa(s) para o julgamento da assertiva proposta. • Eventuais espaços livres – identificados ou não pela expressão “Espaço livre” – que constarem deste caderno de prova

pode-rão ser utilizados para rascunhos.

 Baseado no formato de prova

 aplicado pela banca Cebraspe

CONHECIMENTOS BÁSICOS

LÍNGUA PORTUGUESA

(Márcio Wesley)

Texto 1 para responder aos itens de 1 a 7.

O caráter criptológico da gíria dos sistemas prisionais brasileiros



1 O vocabulário desse grupo é tão diferente que, aos

ouvi-dos de pessoas não iniciadas, pode parecer se tratar de outro  idioma, uma segunda língua. A estrutura gramatical e textual

é praticamente a mesma do português, mas o léxico é bastante

5 alterado a ponto de impedir a compreensão. Veja o

exem-plo abaixo de um diálogo reconstituído por dois detentos na Casa de Detenção de São Paulo, a pedido do pesquisador:  – Oi, meu!

 – Oi! Que é que há? Alguma lança quente pra nós?

10 – Tenho duas, basta ficar na campana. O que

falta é as turbinas pra render os loques.

 – Máquina é fácil de arrumar. Basta pular no gogó de um mico e pronto: estamos maquinados.

 – Nada de micos, vamos de mão grande num

15 napo de firma. Eles sempre têm fogo na cinta.

 – Escute, meu: a lança é caxanga, espianto ou  mão grande. Precisa ver se o serviço é limpo e não dá tira ou

se a barra é suja.

 – É mole, meu, só tem paruana e mina na

20 jogada. (PRETI, Dino. O Vocabulário oral popular: a gíria. In:

PRETI, Dino. Estudos de Língua Oral e Escrita. Rio de Janeiro:  Lucerna, 2004, p. 90)

 Qualquer pessoa não pertencente ao mundo da crimi-nalidade, ao fazer a leitura desse diálogo, precisaria de um

25 tradutor para compreender o sentido do mesmo, pois as

pala-vras lança (furto), campana (observação), turbina (revolver),  loque (trouxa), máquina (revólver), gogó (garganta), mico (policial), mão grande (assalto), napo de firma (guarda par-ticular), caxanga (casa), espianto (furto), tira (policial), barra

30 suja (dificuldade), paruana (trouxa), mina (mulher)

difi-cultam a interação, por se tratar de vocábulos técnicos  usados por criminosos que praticam furto e roubo.

 E o curioso é que eles acabam utilizando a gíria de grupo até mesmo em situações formais, prejudicando, desse modo,

35 a interação com as autoridades policiais e judiciais.

 Analisando o vocabulário de grupos como esses, fica evidente que se trata de uma linguagem cifrada, que entra

no repertório da contravenção como metáfora, uma vez que transferem o sentido de um termo para outro, com o objetivo

40 de não serem compreendidos por pessoas não pertencentes

ao grupo.

(MATOS, Solange Cavalcante de. A língua dos “filhos errantes da sociedade”: uma análise sociodiscursiva das gírias do sistema penitenciário do interior do Tocantins. Dissertação de mestrado sob orientação da profa. Dra. Marcia E. Bortone. Brasília: UnB, 2014, pp. 49-50. Disponível em: https://repositorio.unb.br/

bitstream/10482/16268/1/2014_SolangeCavalcantedeMatos.pdf)

Acerca dos aspectos linguísticos do texto e de suas informações, julgue os itens abaixo.

1

1. Infere-se do texto ser recomendável que autoridades poli-ciais e judi1. Infere-se do texto ser recomendável que autoridades poli-ciais conheçam minimamente os termos da gíria de criminosos, a fim de viabilizar a interação e a compreen-são básica.

2 A articulação de sentidos do texto permite depreender que

existem outros vocábulos “técnicos” de gíria em diferentes searas do crime, além dos empregados em furto e roubo.

3 Segundo o texto, o uso amplo de vocábulos de gíria entre

presidiários, a ponto de os empregarem até em comunicações formais, impede a compreensão por policiais e autoridades judiciais, objetivo pretendido pelos detentos.

4 Empregando a chave de tradução apresentada entre as linhas

23 e 32, é possível reescrever em linguagem formal, sem pre- judicar o sentido, o trecho das linhas 12 e 13, da seguinte for-ma: É fácil obter um revólver. Basta tomá-lo de um policial

e pronto: estamos armados.

5 Preservando-se a correção gramatical e as informações do

texto, pode-se reescrever coerentemente o trecho “com o objetivo de não serem compreendidos por pessoas não per-tencentes ao grupo” (L. 39-41) como: com a finalidade que

pessoas alheias ao grupo não os compreendam.

6 A conjunção “que” da linha 1 introduz oração com sentido de

consequência para o conteúdo expresso na oração precedente.

7 A preposição “de” em “Veja o exemplo abaixo de um

diá- logo...” (L. 5-6) estabelece relação de regência com a pala-vra “abaixo”.

(2)

Texto 2 para responder aos itens de 8 a 15.

1 No início dos anos 90, o músico e compositor Paulo

Garfunkel comentou com seu amigo e também músico Skowa que queria criar um herói urbano brasileiro e tinha

um roteiro de HQ pronto, mas sem ninguém para desenhar.

5 Skowa fez a ponte com o também músico e ilustrador

Libero Malavoglia, que quase deixa passar o projeto por

causa de uma viagem à Europa, mas a simples menção do quadrinista Hugo Pratt (pai de Corto Maltese) como uma

influência de estilo os fez querer trabalhar juntos. Depois

10 de terminarem a primeira história fechada, levaram para a

Animal, que a publicou como o oitavo e último número do

especial Grandes Aventuras Animal, em novembro de 1991.  Foi essa edição lida pelo médico Drauzio Varella (que

prestava serviço voluntário no presídio desde os anos 80)

15 que o incitou a entrar em contato com os autores e usar o

personagem para abordar temas preventivos como o uso de drogas injetáveis e sexo sem proteção em histórias que engajassem os presidiários, coisa que os panfletos care-tas da Secretaria de Saúde nunca conseguiram, pois esse

20 público só se interessava pela sessão de filmes se fosse pornô.

 Do segundo capítulo em diante as histórias já eram feitas especialmente para o Carandiru e percebem-se alterações na

maneira de contá-las para se adequar aos planos do médico. O próprio presídio torna-se um personagem. Já o Vira Lata, um

25 poético narrador, agora se apresenta como um

ex-encarce-rado que respeita muito as mulheres, repudia qualquer pessoa que se pica na veia, não sai de casa sem várias camisinhas e trocou seu linguajar de umbanda por expressões típicas do sistema prisional brasileiro. Ele também assume totalmente

30 sua faceta de justiceiro de mil faces, que se envolve mais em

tramas investigativas que sempre o levam à cama de uma linda mulher. As cenas de sexo, aliás, passaram de eróticas a explícitas, funcionando não só como mais uma fonte de entre-tenimento libidinoso para os internos, mas também como

35 lições e tutoriais de como usar proteção durante o ato sexual. Disponível em: https://www.revistaogrito.com/critica--o-vira-lata-de-paulo-garfunkel-e-libero-malavoglia/. Trechos

selecionados, revisados e adaptados.

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue os itens a seguir.

8 Depreende-se do texto que é preciso ajustar a linguagem ao

público que se pretende atingir, a fim de obter seu engajamen-to em um propósiengajamen-to educativo.

9 A vírgula da linha 1 pode ser omitida, sem prejuízo para as

relações semânticas do texto.

10 Na linha 3, logo antes de “tinha”, é correto e coerente inserir

“que”, com ganho para a clareza de relações de ideias no tex-to, estilo adequado para correspondências oficiais.

11 A supressão de “sem” (L. 4) prejudicaria os sentidos, mas não

a correção gramatical do período.

12

O pronome “os” (L. 9) exerce função sintática de comple-mento direto da forma verbal “fez”.

13

Pode-se substituir “, pois” (L. 19) por dois-pontos, sem pre-juízo para a coerência nem para a correção gramatical, mas a forma original é preferível para uma correspondência oficial.

14 A forma verbal em 3ª pessoa do singular “adequar” (L. 23)

refere-se a “maneira”, mas seria correto escrever “adequa-rem” como referência a “histórias”.

15

O pronome “se” em “que se envolve” (L. 30) confere ao pro-nome relativo “que” o papel de sujeito agente e paciente.

ÉTICA

(Katia Lima/Gustavo Scatolino)

Sobre as definições gerais de ética, moral e ética no serviço público, julgue os itens abaixo:

16 A liberdade de expressão é necessária à ética, pois a ética

en-volve reflexão, debate e julgamento de valores morais.

17 Servidor público do DEPEN não pode jamais renunciar ao

elemento ético da conduta, ainda que agindo dentro da lei.

18 A personalidade jurídica poderá ser desconsiderada sempre

que utilizada com abuso do direito para facilitar, encobrir ou dissimular a prática dos atos ilícitos previstos nessa Lei ou para provocar confusão patrimonial, sendo estendidos todos os efeitos das sanções aplicadas à pessoa jurídica aos seus administradores e sócios com poderes de administração, ob-servados o contraditório e a ampla defesa.

(3)

RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO

(Marcelo Leite)

19 Para um presídio federal, deverão ser transferidos seis presos

considerados os chefes de grandes facções criminosas. Esses seis detentos deverão ser distribuídos em duas celas – Alfa e Beta –, de modo que dois deles ficarão na cela Alfa e os demais, na cela Beta. A quantidade de maneiras com que es-ses seis criminosos poderão ser acomodados nas duas celas é superior a 13.

20 A quantidade de anagramas que podem ser formados com as

letras da palavra AGEPEN é inferior a 356.

21

Em um presídio federal, foi feita uma pesquisa entre os de-tentos em relação ao estado civil. Dos deEm um presídio federal, foi feita uma pesquisa entre os de-tentos que partici-param da pesquisa, 30 são casados, 60 são solteiros, 20 são desquitados e 10 são viúvos. Um detento que participou da pesquisa é escolhido ao acaso; a chance de ele não ser casado é superior a 74%. 22 Dos 1.000 detentos em um presídio, sabe-se que: – 200 cometeram crime de tráfico de drogas; – 180 cometeram crime de roubo a banco; – 200 cometeram crime de sequestro; – 20 cometeram crime tráfico de drogas, roubo a banco e sequestro; – 50 cometeram crime de tráfico de drogas e roubo a banco; – 50 cometeram crime de roubo a banco e sequestro; – 70 cometeram somente sequestro. Um detento é escolhido ao acaso; a probabilidade de que ele não tenha cometido tráfico de drogas, nem sequestro, nem roubo a banco é igual a 60%.

23 A expressão “O gato não late nem o cachorro mia” pode ser

negada por “O gato late e o cachorro mia”.

24 Marcos é Agente Penitenciário e cursa Direito em uma

facul-dade particular. Caso ele pague a mensalifacul-dade até o dia do vencimento, terá direito a um desconto de 22%, porém ele perderá esse desconto se realizar o pagamento após o venci-mento. Nesse mês, Marcos pagou R$ 1.638,00, pois ele teve direito ao desconto; caso tivesse realizado o pagamento após o vencimento, teria desembolsado mais de R$ 2.080,00.

INFORMÁTICA

(Fabricio Melo) Sobre conhecimentos relacionados ao Windows 10, em português, configuração padrão, julgue o próximo item. 25 O sistema de arquivos nativo, utilizado pelo Windows 10, é

o NTFS. Porém, caso sejam conectados discos com sistema FAT32, o Windows 10 irá reconhecer e gerenciar.

Sobre conceitos e tecnologias relacionados a Rede e Internet, julgue o item.

26 O Instagram é uma rede social online de compartilhamento

de fotos e vídeos entre seus usuários, que permite aplicar fil-tros digitais e compartilhá-los em uma variedade de serviços de redes sociais, como Facebook, Twitter e Tumblr.

Sobre conceitos relacionados a segurança da informação, backup, sistemas de armazenamento em disco e sistemas de replicação de dados, julgue o próximo item.

27 O Registro de Atividades ou log é o registro de atividade

ge-rado por programas e serviços de um computador. Ele pode ficar armazenado em arquivos, na memória do computador ou em bases de dados.

Sobre conhecimentos relacionados ao Libre Office Writer 6.X, configuração padrão, idioma português, julgue o item.

28 Em uma tabela do Libre Office Writer, é possível a inserção

de fórmulas para facilitar cálculos de dados. Um exemplo é =sum<A1:A3>.

29 No Libre Office Impress, o modo de exibição Estrutura de Tópicos exibe as miniaturas dos eslaides para facilitar a

or-ganização e a ordem de cada eslaide em uma apresentação. Sobre conceitos relacionados ao Excel 2016/19/365, configuração padrão, idioma português, julgue o próximo item.

30 No Excel 2019, por meio da Guia Dados, Grupo Obter e

Transformar Dados, é possível importar arquivos do tipo .csv (valores separados por vírgula), em que o caractere vírgula (,) normalmente separa cada campo de texto, e, assim, trans-formar um simples arquivo de texto em uma tabela de dados.

(4)

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

DIREITO CONSTITUCIONAL

(Ricardo Blanco)

31 Todas as normas definidoras dos direitos e garantias

funda-mentais têm aplicabilidade imediata. Julgue os itens segundo o entendimento do STF.

32 Não viola o direito constitucional ao sigilo bancário o uso,

em processo judicial, de comprovante de consulta a órgão de proteção ao crédito, com o propósito de impedir, modificar ou extinguir direito da parte adversa.

33 Pessoa jurídica tem legitimidade para propor ação popular. 34 Os direitos sociais são direitos de segunda geração

ampara-dos pelo princípio da reserva do possível, podendo ser ale-gado pelo Estado para deixar de prestar o mínimo essencial desses direitos quando existir indisponibilidade financeira.

35 São brasileiros natos os nascidos no estrangeiro de pai

bra-sileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na Re-pública Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, de-pois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira.

36

São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônju-ge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de Governador de estado ou território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.

37 Às Polícias Militares cabem a polícia ostensiva e a

preserva-ção da ordem pública; aos Corpos de Bombeiros Militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.

38 Às Polícias Penais, vinculadas ao órgão administrador do

sis-tema penal da unidade federativa a que pertencem, cabe a segurança dos estabelecimentos penais.

DIREITO PENAL

(GERAL E ESPECIAL)

(Wallace Melo)

Considerando as disposições do Código Penal, bem como o enten-dimento doutrinário e jurisprudencial dominante, julgue os itens subsecutivos.

39 Configura o crime de estelionato (e não roubo) a conduta do

funcionário de uma empresa que combina com outro indiví-duo para que este simule que assalta o empregado com uma arma de fogo e, dessa forma, leve o dinheiro da empresa.

40 Sistema de vigilância em estabelecimento comercial não

constitui óbice para a consumação do furto.

41 O crime de extorsão pode ser praticado mediante a ameaça

feita pelo agente de causar um "mal espiritual" à vítima.

42

Incide a majorante do § 1º do art. 158 do CP no caso da ex-torsão qualificada pela restrição da liberdade da vítima (§ 3º).

43 Para tipificar o crime de petrecho para falsificação de moeda

falsa, é imprescindível que o maquinário seja de uso exclusi-vo para esse fim.

44 Inserir informação falsa em currículo Lattes não configura

crime de falsidade ideológica.

45 O cartão de crédito ou débito é equiparado a documento

pú-blico para fins penais.

46 Prefeito que, ao sancionar lei aprovada pela Câmara dos

Ve-readores, inclui artigo que não constava originalmente no projeto votado pratica o crime de falsificação de documen-to público.

47 É típica a simples conduta de alterar, com fita adesiva, a placa

do automóvel, ainda que não caracterizada a finalidade espe-cífica de fraudar a fé pública.

(5)

DIREITO PROCESSUAL PENAL

(Érico Palazzo)

48 No que se refere ao princípio do nemo tenetur se detegere, a

inobservância da regra de informação quanto ao direito ao si-lêncio gera apenas nulidade relativa, cuja declaração depende da comprovação do prejuízo.

49

Antônio César, maior imputável, é investigado por ter pra-ticado o crime de latrocínio contra Andressa Lima no dia 10/07/2020. Durante a fase de inquérito policial, se Carlos tiver sua prisão temporária decretada, esta poderá ter o prazo de 30 (trinta) dias, prorrogável por igual período em caso de extrema e comprovada necessidade.

50 O Juiz não pode decretar prisão temporária (Lei n. 7.960/1989)

de ofício, devendo haver requerimento do Ministério Público ou do ofendido, ou representação da autoridade policial.

51 De acordo com as alterações promovidas pela Lei n.

13.964/2019 (Pacote Anticrime), apesar de o Juiz não poder decretar a prisão preventiva de ofício, ele poderá revogá-la, independentemente de pedido das partes.

52 É denominada quase-flagrante a hipótese em que o agente é

perseguido, logo após a prática de uma infração penal, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situa-ção que faça presumir ser autor da infrasitua-ção.

53 Situação hipotética: Pedro Alberto, primário, praticou o

cri-me de estelionato, cuja pena máxima é de reclusão de cinco anos. Assertiva: se estiverem presentes os demais requisitos

e fundamentos, é possível afirmar, em tese, que Pedro Alberto poderá ter a prisão preventiva decretada contra sua pessoa, mas não a prisão temporária.

54 A prisão preventiva deverá ser substituída pela prisão

domi-ciliar quando o agente for imprescindível aos cuidados es-peciais de pessoa menor de 6 (seis) anos de idade ou com deficiência.

55 A liberdade provisória não será concedida a crimes

ina-fiançáveis.

DIREITO ADMINISTRATIVO

(Ricardo Blanco)

Julgue os itens segundo a Lei n. 9.784/1999.

56 Inexistindo competência legal específica, o processo

admi-nistrativo deverá ser iniciado perante a autoridade de menor grau hierárquico para decidir.

57 Os atos do processo administrativo não dependem de forma

determinada senão quando a lei expressamente a exigir. Julgue os itens segundo o Decreto n. 6.170/2007.

58 Contratado é o órgão ou entidade da Administração Pública

direta e indireta, de qualquer esfera de governo, bem como entidade privada sem fins lucrativos, com a qual a Adminis-tração Federal pactua a execução de contrato de repasse.

59 Interveniente é o órgão da Administração Pública direta e

indireta de qualquer esfera de governo, ou entidade privada que participa do convênio para manifestar consentimento ou assumir obrigações em nome próprio.

Julgue os itens.

60 As atividades do poder de polícia serão sempre discricionárias. 61 O decreto que detalha o cumprimento da lei, editado pelo

Pre-sidente da República, faz parte do poder regulamentar.

62

Conforme a Constituição Federal de 1988, o sistema de con-trole interno de cada Poder deve apoiar o conConforme a Constituição Federal de 1988, o sistema de con-trole externo no exercício de sua função, razão por que o controle interno é subordinado ao controle externo.

63 A ação de ressarcimento ao erário, como regra, é

im-prescritível.

DIREITOS HUMANOS E

PARTICIPAÇÃO SOCIAL

(Thiago Medeiros)

Julgue o item abaixo de acordo com as Regras Mínimas das Nações Unidas para o Tratamento de Presos (Regras de Mandela).

64 As Regras de Mandela buscam estabelecer os bons princípios

e as práticas no tratamento de presos e na gestão prisional, com base no consenso geral do pensamento contemporâ-neo e nos elementos essenciais dos mais adequados siste-mas de hoje.

(6)

Julgue o item abaixo de acordo com o Decreto n. 7.037, de 21 de dezembro de 2009, que aprovou o Programa Nacional de Direi-tos Humanos.

65 A valorização da pessoa humana como sujeito central do

pro- cesso de desenvolvimento é uma das diretrizes do Eixo Orien-tador II, que trata de Desenvolvimento e Direitos Humanos. Julgue o item abaixo de acordo com o que prevê expressamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

66 Ninguém será mantido em escravidão ou servidão; o tráfico

de escravos e o tráfico de mulheres serão proibidos em todas as suas formas.

67

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Huma-nos, não se deve impor a pena de morte a pessoa que, no momento da perpetração do delito, for menor de 18 anos, ou maior de 70, nem aplicá-la a mulher em estado de gravidez.

68

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Huma- nos, a educação, direito de todos e dever do Estado e da fa-mília, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, ao seu preparo para o exercício da cidadania e à sua qualificação para o trabalho.

69 De acordo com a Declaração Universal dos Direitos

Hu-manos, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletivi-dade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações

Julgue os itens abaixo sobre o Conselho Nacional de Política Cri-minal e Penitenciária, o Conselho da Comunidade e o Conselho Penitenciário.

70 O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária é

um dos órgãos da execução penal e tem a incumbência de estabelecer regras sobre a arquitetura e a construção de esta-belecimentos penais e casas de albergados.

71 O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária,

com sede na capital da República, será integrado por 13 (tre-ze) membros, designados por ato do Presidente da República.

LEGISLAÇÃO ESPECIAL

(Diego Fontes)

72 Segundo a Lei n. 12.850/2013, se a colaboração for posterior

à sentença, a pena poderá ser reduzida até a metade ou será admitida a progressão de regime, ainda que ausentes os requi-sitos subjetivos.

73

Segundo a Lei n. 9.613/1998, o Juiz, de ofício, a requerimen-to do Ministério Público ou mediante representação do Dele-gado de Polícia, ouvido o Ministério Público em 48 (quarenta e oito) horas, havendo indícios suficientes de infração penal, poderá decretar medidas assecuratórias de bens, direitos ou valores do investigado ou acusado.

74

A Lei n. 9.455/1997, ao prever sua incidência quando o cri-me não tenha sido coA Lei n. 9.455/1997, ao prever sua incidência quando o cri-metido em território nacional, sendo a vítima brasileira, estabelece hipótese de extraterritorialidade incondicionada.

75 A Lei n. 12.846/2013 impõe responsabilidade subjetiva, civil

e administrativa à pessoa jurídica por atos lesivos à Adminis-tração Pública, nacional ou estrangeira.

76

A nova Lei de Abuso de Autoridade, Lei n. 13.869/2019, pro-moveu alterações na Lei de Interceptações Telefônicas.

77 De acordo com a Lei n. 8.429/1992, a posse e o exercício de

agente público passam a ser condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimô-nio privado.

78 O proprietário ou diretor responsável de empresa de

seguran-ça privada e de transporte de valores responderá pelo delito de omissão de cautela, sem prejuízo das demais sanções ad-ministrativas e civis, se deixar de registrar ocorrência policial e de comunicar à Polícia Federal perda, furto, roubo ou outras formas de extravio de armas de fogo, acessórios e munições que estejam sob sua guarda, nas primeiras 48 (quarenta e oito) horas depois de ocorrido o fato.

79 De acordo com a jurisprudência do STF e do STJ, é possível

aplicar a figura do tráfico privilegiado, previsto no § 4º do art. 33 da Lei n. 11.343/2006, àqueles que atuam como “mulas do tráfico”, desde que presentes os requisitos legais.

80 A Lei n. 13.964/2019, conhecida como Pacote Anticrime,

inseriu uma nova figura típica na Lei n. 9.455/1997 (Lei de Tortura).

(7)

CONHECIMENTOS

COMPLEMENTARES

EXECUÇÃO PENAL

(Diego Fontes/Rafael Oliveira/Eduardo Galante)

81 De acordo com o STJ, não fere o contraditório e o devido

processo decisão que, sem ouvida prévia da defesa, determine transferência ou permanência de custodiado em estabeleci-mento penitenciário federal.

82 As Unidades da Federação deverão ter serviços de assistência

jurídica, integral e gratuita, pela Defensoria Pública, apenas fora dos estabelecimentos penais.

83 Considera-se egresso, para efeitos da Lei de Execução Penal,

o liberado definitivo, pelo prazo de 2 (dois) anos a contar da saída do estabelecimento, e o liberado condicional, durante o período de prova.

84 O trabalho externo será admissível para os presos em regime

semiaberto somente em serviço ou obras públicas realizadas por órgãos da Administração direta ou indireta, ou entidades privadas, desde que tomadas as cautelas contra a fuga e em favor da disciplina.

85 A Casa do Albergado destina-se ao cumprimento de pena

pri-vativa de liberdade, em regime aberto, e da pena de limitação de fim de semana.

86 A pena privativa de liberdade será executada em forma

pro-gressiva com a transferência para regime menos rigoroso, a ser determinado pelo Juiz, quando o preso tiver cumprido ao menos 60% (sessenta por cento) da pena, se o apenado for condenado pela prática de crime hediondo ou equiparado, com resultado morte, se for primário, vedado o livramento condicional.

87 A execução da pena privativa de liberdade ficará sujeita à

forma regressiva, com a transferência para qualquer dos regi-mes mais rigorosos, quando o condenado sofrer condenação, por crime anterior, cuja pena, somada ao restante da pena em execução, torne incabível o regime no qual esteja cum-prindo pena.

88 Segundo a jurisprudência do STJ, há compatibilidade entre

o benefício da saída temporária e prisão domiciliar por falta de estabelecimento adequado para o cumprimento de pena de reeducando que se encontre no regime semiaberto.

89 Os condenados que cumprem pena em regime fechado ou

semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante vigilância indireta por tornozeleira eletrônica, quando ocorrer falecimento ou doen- ça grave do cônjuge, companheira, ascendente, descenden-te ou irmão.

90 O STJ já decidiu que o exame criminológico não precisa ser

realizado, obrigatoriamente, por médico psiquiatra.

91 O Conselho Penitenciário é órgão deliberativo no que

concer-ne à execução da pena.

92 De acordo com o STJ, o reeducando tem direito à remição de

sua pena pela atividade musical realizada em coral.

93 Incumbe ao Patronato fiscalizar o cumprimento das penas

de prestação de serviço à comunidade e de limitação de fim de semana.

94 A jurisprudência do STF considera que a data da prisão

pre-ventiva pode ser utilizada como marco inicial do tempo para a progressão de regime.

95 De acordo com a Portaria Interministerial MJ/SEDH n.

4.226/2010, cabe à Secretaria de Direitos Humanos da Pre-sidência da República e ao Ministério da Justiça estabelecer mecanismos para estimular e monitorar iniciativas que visem à implementação de ações para efetivação das diretrizes tra-tadas nessa portaria pelos entes federados, respeitada a re- partição de competências prevista no art. 144 da Constitui-ção Federal.

96 A observância das diretrizes mencionadas na citada

porta-ria é obrigatóporta-ria pelo Departamento de Polícia Federal, pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal, pela Força Na-cional de Segurança Pública, com exceção do Departamento Penitenciário Nacional, o qual segue diretrizes próprias em legislação específica, não incluídas na presente portaria.

97 A consolidação é uma atividade dinâmica e constante no

processo de atuação integrada, realizada com a participação dos envolvidos, durante e após a implementação das ações operacionais para o monitoramento da adequabilidade ao planejado e aos objetivos e metas previamente estabelecidos, possibilitando ajustes.

98 O formulário de avaliação é elaborado e validado no ciclo de

execução, com exceção de operações que surgem de forma intempestiva e que exigem apenas a construção de um plano de contingência.

(8)

99 A Matriz de Dados Consolidados trata-se de uma planilha

formulada com a finalidade de organizar os dados após recep-cionados. Essa matriz permite maior visibilidade aos dados e, consequentemente, maior eficiência e eficácia ao processo de tratamento e análise.

100 A consolidação ocorrerá após o Debriefing Geral da

Opera-ção, que se trata de um encontro entre representantes de todos os órgãos envolvidos. Nesse encontro, serão apresentados os relatórios de operação e de avaliação para que se aponte se os objetivos propostos foram atingidos com efetividade.

101 O feminicídio é um grave problema a ser enfrentado no Brasil

e, ainda, um indicador da situação de violação dos direitos econômicos das mulheres no País.

102 Debriefing Geral da Operação tem por objetivo promover

a aprendizagem sobre o processo de atuação integrada por meio da experiência dos envolvidos, oportunidade em que se pontuam, de forma subjetiva, os problemas, as sugestões e as potencialidades observados no transcorrer de cada operação.

103 O Relatório Geral da Operação trata-se de uma análise

sinté-tica dos dados e informações constantes nos ciclos de plane-jamento, de execução e avaliação.

104 O RGOP – Relatório Geral de Operações – é um documento

objetivo e analítico, elaborado em modelo próprio que tem por finalidade apresentar os dados advindos das ações reali-zadas em todos os ciclos do processo de atuação integrada.

DEPERTAMENTO

PENITENCÁRIO NACIONAL

(Deusdedy Solano/Diego Fontes/ Gilcimar Rodrigues/Rodrigo Cardoso)

105 À luz da Lei n. 11.671/2008, analise a situação hipotética e

julgue a assertiva:

Situação hipotética:

O Juiz Antônio é magistrado do esta-do de Goiás e exerce sua jurisdição na Vara de Execuções Penais do Estado. Após a fiscalização em uma das peniten-ciárias de Goiás e análise do prontuário de cumprimento da pena de dois condenados, entendeu que tais presos deveriam ser transferidos e incluídos em estabelecimento penal federal.

Assertiva: Nesse caso, conforme expresso na lei de regência,

é correto afirmar que o Juiz Antônio não poderá encaminhar o requerimento de inclusão, de ofício, ao Juiz federal, pois a atuação do Juiz de origem depende de provocação por par-te da autoridade administrativa, do Ministério Público ou do preso, que são os legitimados.

Conforme preveem a Lei n. 11.671/2008 e o Decreto n. 6.877/2009, o qual regulamenta a referida lei, julgue os itens:

106

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) tem compe-tência para indicar o estabelecimento penal mais adequado, opinar sobre a pertinência da inclusão ou da transferência e solicitar diligências complementares, salvo histórico crimi-nal do preso.

107 O processo de inclusão e de transferência de presos para

es-tabelecimento penal federal de segurança máxima será de caráter excepcional e temporário e terá início mediante re-querimento da autoridade administrativa, do Ministério Pú-blico ou do próprio preso, que são os legitimados pela Lei. O requerimento poderá conter os motivos que justifiquem a necessidade da medida e estará acompanhado da documenta-ção pertinente.

108 Os estabelecimentos penais federais de segurança máxima

deverão dispor de monitoramento de áudio e vídeo no parla-tório e nas áreas comuns, para fins de preservação da ordem interna e da segurança pública, vedado seu uso nas celas e no atendimento advocatício, independentemente de expressa autorização judicial em contrário.

109 Admitida a transferência do preso provisório, será suficiente

a carta precatória remetida pelo juízo de origem, devidamen-te instruída, para que o juízo federal compedevidamen-tendevidamen-te dê início à fiscalização da prisão no estabelecimento penal federal de segurança máxima.

110 Autorizada e efetivada a transferência de preso para o

esta- belecimento penal federal, o Juiz federal corregedor do es-tabelecimento penal federal em que o preso se encontrava comunicará da decisão ao juízo de execução penal de origem, se preso condenado, ou ao juízo do processo, se preso provi-sório, e à autoridade policial, se for o caso.

111 Os integrantes da Secretaria Nacional de Segurança

Públi-ca, incluídos os da Força Nacional de Segurança PúbliPúbli-ca, os da Secretaria de Operações Integradas e os do Departamento Penitenciário Nacional que venham a responder a inquérito policial ou a processo judicial em função do seu emprego nas atividades e nos serviços de cooperação federativa serão re-presentados judicialmente pela Advocacia-Geral da União.

112 As atividades de cooperação federativa têm caráter

consensu-al e serão desenvolvidas sob a subordinação do ente conve-nente à União.

(9)

113

Uma das competências do Departamento Penitenciário Na-cional – Depen, contida na Portaria n. 199/2018, é coordenar e supervisionar os estabelecimentos penais e de internamento federais e estaduais.

114 O fomento e o apoio nas formas de participação social no

planejamento, na elaboração, na fiscalização e no controle de propostas, políticas públicas e ações institucionais no âmbito da execução penal é de competência da Ouvidoria Nacional dos Serviços Penais.

115 João Bosco foi nomeado como Ouvidor Nacional de

Ser-viços Penais. Após ocorrer uma rebelião num presídio, o Diretor-Geral solicitou a João Bosco que este assessorasse os assuntos relativos ao gerenciamento de tal crise junto à Direção-Geral do Depen e à Diretoria do Sistema Penitenci-ário Federal. O ouvidor, por sua vez, recusou tal solicitação, dizendo que essa atribuição não era de sua competência. De acordo com a Portaria n. 199/2018, agiu corretamente o refe-rido servidor.

116 Compete ao Ouvidor Nacional de Serviços Penais determinar

a instauração de procedimentos, sindicâncias e processos ad-ministrativos disciplinares para a apuração de irregularidades.

LEI N. 11.907/2009

(SEÇÃO XXIII – DAS CARREIRAS DA

ÁREA PENITENCIÁRIA FEDERAL)

(Rodrigo Cardoso)

Julgue os seguintes itens com fundamento na Lei n. 11.907/2009. 117 A GDAPEN e a GDAPEF serão pagas com observância de,

no máximo, 100 pontos e, no mínimo, 30 pontos, por servidor.

118 As carreiras de Especialista em Assistência Penitenciária

e de Agente Penitenciário Federal são compostas por car-gos isolados.

DECRETO N. 6.049/2007

(REGULAMENTO PENITENCIÁRIO

FEDERAL)

(Rodrigo Cardoso) Julgue os itens abaixo com fulcro no Decreto n. 6.049/2007. 119 A ordem e a disciplina serão mantidas pelos servidores e

fun-cionários do estabelecimento penal federal por intermédio dos meios legais e regulamentares adequados. Por ser dis-cricionário o poder disciplinar, poderá haver falta e sanção disciplinar sem expressa e anterior previsão legal.

120 Advertência verbal, repreensão, isolamento na própria cela e

inclusão no regime disciplinar diferenciado são penalidades possíveis de serem aplicadas ao preso.

(10)

PROVA DISCURSIVA

(DIOGO ALVES)

• Nesta prova, faça o que se pede, usando, caso deseje, o espaço para rascunho indicado no presente caderno. Em seguida, transcreva o texto para a FOLHA DE TEXTO DEFINITIVO DA PROVA DISCURSIVA, no local apropriado, pois não serão avaliados frag-mentos de texto escritos em locais indevidos;

• Qualquer fragmento de texto que ultrapassar a extensão máxima de linhas disponibilizadas será desconsiderado.;

• Na folha de texto definitivo, identifique-se apenas na primeira página, pois não será avaliado o texto que apresentar qualquer assi-natura ou marca identificadora fora do local apropriado. • Ao domínio do conteúdo serão atribuídos até 20,00 pontos, dos quais até 1,00 ponto será atribuído ao quesito apresentação (legib-ilidade, respeito às margens e indicação de parágrafos) e estrutura textual (organização das ideias em texto estruturado). TEXTO MOTIVADOR Com aproximadamente 748 mil detentos, distribuídos em 1.435 unidades, o Brasil possui a terceira maior população carcerária do mundo, o que demanda atenção redobrada das autoridades. Além da superlotação e da insalubridade de ambientes, um levantamento divulgado pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta outra fragilidade no sistema: tra-ta-se do nível de preparo de agentes penitenciários para lidar com o cenário de dramática insegurança.

Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/agentes-penitenciarios-revelam-inseguranca (com adaptações).

Considerando que o fragmento de texto acima tem caráter unicamente motivador, redija um texto dissertativo acerca do seguinte tema:

SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO

Ao elaborar seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos: • 1. Contexto histórico do sistema prisional brasileiro; [valor: 6,50 pontos] • 2. Conceito de estabelecimento prisional; [valor: 6,50 pontos]

(11)

AGENTE FEDERAL DE EXECUÇÃO PENAL FOLHA DE RESPOSTAS Item 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Gabarito Item 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Gabarito Item 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 Gabarito Item 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 Gabarito Item 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 Gabarito Item 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 Gabarito Item 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 Gabarito Item 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 Gabarito

(12)

Referências

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