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Brasil: bases para a retomada de desenvolvimento

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BRASIL: BASES PARA A RETOMADA DE DESENVOLVIMENTO

Prof. Rubens Penha Cysne Outubro de 1992

(2)

BRASIL: BASES PARA A RETOMADA DE DESENVOLVIMENTO

Rubens Penha Cysne Julho de 1992

S U li

A

R

I

O

A retomada do desenvolvimento encontra como condiçâo necEssária <É- onvia) um ajuste fiscal

1,0econhE~C i do e Que deve i 1"I1P 1 i car, SE'

completo, Em extensa revisâo const itucional.Outras condic3es necessárias sio a E'stabil idade polít ica e a estabil idade das regras do jogO Econ6mico.

Também ci

continuidade do processo de abertura aos mercados

f::' >~ t fi: Ir n D S 7 C)

o t o r,

p r I V<':i o I Z;:)oç: <~oD, elo manut E:nç:~~o dE normal idade nas transaçJes financeiras com o

rOEsto do mundo clbt i deI) a

i noept-;°ndfonc i a do

da oferta de moeda. Uma poupança governamental positiva, um mercado de capitais sem temor de novos atentados terroristas (Plano Collor I) e a provisâo dE financiamento de longo prazo por fontes governamentais seria também aconselhável.

Uma vez retomado o crescimento, e prf:~ciso

o distribuiçio de renda

provendo-se custos

assist&ncia médica e social (~ E.'d uc: aç: ~í () , todo:; ;:10

(3)

dar pela progressividade dos impostos diretos.

N~o se descarta a possibilidade de transferências temporárias a pessoas físicas,

doaç~o de terras para plant ioo

por exemplo, pela

Por I.Í 1 t i mo, cabe ao governo abandonar o

plan~jamento reat ivo ,,~ delimitar um conjunto

mínimo de atos a se anteciparem aos fatos. Isto se chama planE"Jar

sinal iza<;:ão por ganhos 91 obt:-{ i 5

no médio e longo prazoso A parte do governo pode propiciar

na delimitcu;:ão privada de invest imentos.

I -

INTRODUCt;O

Quando comunicado a respeito do projeto deste 1 ivro, onde se objet iva reunir opiniôes sobre I . ' rI ..

as pre-conal~oes a

retomada do desenvolvimento brasileiro, não pude deixar de lembrar-Me de material semelhante publ icado pelo Forum Nacional de João Paulo dos Reis Vel10so, em 1991. Tanto um como outro projeto retratam a mesma vontade implícita~

propor a sociedade subsidios técnicos para que a década de

80 nâo acrescente um prenome ao seu apelido, passando d€:"

"década perdi'Ja· à 'primeira década perdida o • A abund&ncia f..;entido, primeiro do c.... ... ' -'[;,,'"

ministro Velloso e agora de Moac~r A. Fioravante, reflete a

indignação dE todos aqueles que, de uma forma ou de outra, tem o SEU centro dE interesse 1 igado a um país cuja renda PEr-capta estagnou-sE por uma década.

A contribuiç~o téorica é semore bEm vinda, pois como SE

(4)

Neste est~gio certamente j~ evolu{mos um pouco. Um exemplo claro neste sent ido é a discussio sobre reforma fiscal recentemente surgida no pa{s. Const itui-se hoje em dia ponto pacifico para a sociedade como um todo que a estrutura fiscal e para-fiscal herdada pela Constitui~go de 1988 e pelo emaranhado das leis ordin~rias que a comp~em ~

claramente insustent~vel no longo prazo.

J~ nio se perdem mais horas e horas em discuss~es sobre se o déficit é ou nio

leigo ao mais técnico

respons~vel pela infla~io. Do mais

parecem estar de opinante, todos

acordo que as despesas p~blicas devem ser reduzidas e a estrutura de

opaem ~ tese desequil{brio

poucos impostos modificada. Da mesma forma,

de que a Const itui~io de 1988 gerou federal e nas contas entre o governo

se um os governos estaduais e municipais, ao tranferir receitas, mas nio proporcionalmente despesas e encargos, do primeiro para

os ~ltimos.

Outro exemplo d~ evolu~~o e o recente processo de estampada repugn~ncia da sociedade pelas variadas formas de

corrup~io not iciadas pelos cirgios de comunica~io. No seu

lado pr~ticor este processo encontra ressonincia no maior rigor (pelo menos relat ivamente ao passado) com o qual algumas acusa~3es deste tipo tem sido apuradas (como se pode deduzir da recente condena~âo, ainda que considerada branda demais, de v~rios fraudadores do INSS, envolvendo até mesmo um ju{z).

Vale também mencionar, embora infel izmente ainda nio haja consenso neste sentido, a discussio e a existfncia de um projeto de lei complementar contemplando a independência (do Executivo) de um 6rgâo responsável pelo gerenciamento da oferta monet~ria. Por ~lt imo, nio se pode deixar de reconhecer os rncrltos do governo Collor no que diz respeito ao processo dE abertura da economia, desregulaçâo.

(5)

privatiza,io, acordo com os credores externos, etc •••

Em suma, estes ~lt imos doze anos de estagnaçio ao menos trouxeram consigo um certo aprendizado. O custo desta

·cat~strofe construt iva· certamente foi alto. Cabe entio ao

menos nio desperdiçar os traumas acumulados, pela repetiçio dos erros passados (refiro-me a novos choques econBmicos).

Uma vez

compreens~-ío, o

que se

assegurado o aprendizado problema seguinte é vencer entre esta ~ltima e a

uma certa a grandE' lacuna mobil ização. Principalmente quando a

minoria e a mobil izaçio

compreensio legislat iva

se restringe a uma exige a mobilização da

consci~ncia de uma maioria votante. Falar em reforma fiscal

de base e projet~-la é uma coisa, aorov~-la em plen~rio e outra. Este é apenas um exemplo entre virios possíveis. Se a sociedade n~o se mostra coezamente convencida de tal necessidade. o que se

vi

é sempre uma meia-sola de curto prazo. No campo fiscal. Dor exemplo. isto significa medidas emergenciais tomadas quase sempre de forma apressada ao fim m{nimo de controlabilidades as do Cl.no

contas

dE.' for' ma

oübl i CCl.S. Este fato nos leva à

ponto ao qual necessidade de voltaremos mais educaç:iio tarde. b~sica generalizada.

Como se diz na marinha. os navios devem ser projetados por ginios para poderem ser operados por imbecis. Um conhecido economista usou com propriedade esta idéie' para

o mesmo se apl ica com respeito às Inst ituiçBes. Elas devem ser suficientemente sólid,:\se

E.'st~vEis. para tornarem-se imunes às fraquezas e desmandos

daquelES rEspons~veis pela sua conduçâo. No Brasil ocorre o

contrário. Inst itui,ies fracas e mal planejadas dão origem a uma constante orocu~a por super-ho~~ns. A impropriedade da nova Constitui~âo promulgada em

govErnabil idade econ6mica do

1988 reduziu drast icamente a

(6)

observou-se e ainda observa-sey VEZ por outra, uma hist~rica

procur-a PClr" novos nomE:'S de Ministros

PI~ES i dent es do Banco Central. Tenta-se comPEnsar com

esperan,a o que se criou com populismo. O resultado nio poderia tEr sido outro. Uma minoria enriquecida pela Experiência E uma grande maioria machucada pela desilusio.

11 - PROGRAMAS DE DESESTABILIZACAO: DE j.979 ATÉ QUANDO?

Se levantarmos a indagaçio a rEspeito da origem de nossa cl~ise, alguns preferirio retroagir até a data de descobrimento do Brasil, outros até 1930, com o Estado Novo, ou 1.950, com in{cio do segundo período Vargas, ou 1954, com o seu suicídio, ou 196iy com a ren~ncia de Jinio Quadros, ou

1964, com a Revoluçâo, ou 1974, com a atitude de pouca reaçio ~ primeira criSE do petróleo.

Mas foi certamente o ano de 1979 qUE marca o início de uma fase que perdura até hOJE~ a faSE dE conturba~5es

pelos formuladores de pol

rt

i c,:"\.

econ8mica. Mais precisamente, o dia 07 de dezebro de 1979, quando uma desvaloriza~âo do c&mbio em 30%, prat i camentt::: an6dina do ponto de vista da balança comercial, qUEbrou uma tradiçâo de minidesvalorizaç~es que se mant inha dEsde 1968.

Nâo qUE o pais nio necessitasse ~ época de um reforço ~s

exportaç~es e contEnçâo das importaç~es por efeito preço.

Mas pela forma inusitada e insól ita pela qual este objetivo dando inicio de uma era de arroubos na conduçâo de pol it ica Econ6mica. instabil idade seria

1090 deDois corroborada PEla heterodoxa pr~-fixa,go da

correçgo monetária E do c~mbio nominal ao longo de 1980. bem corno ;.>or- toda a reviravolta ocorr-ida ao início de 1981 7

quando Q prdorio governo tomou as at itudes que crit icara na

administraç\o antprior no que tangE ~

(7)

Expandindo irresponsavelmente a oferta monetária a partir de agosto de 1979, determinou o governo um novo patamar de infla~io, plenamente corroborado pela mOdifica,io

da sistem~tica de reajustes salariais ocorrida em novembro

deste ano, quando se passou da anual idade ~ semestral idade. Com estes fatos, a infla~io anual de 40% ocorrida entre 1974 e 1978 tambim semestral izou-se, resultando numa nova taxa anual ao redor de 100%, a vigir entre 1980 e 1982. Com os choques agrícola em 1982 e cambial em 1983, no ambiente de uma economia indexada e passividade monet~ria, passou-se ao novo patamar inflacionário de 220% ao ano entre 1983 e 1986, até a decreta,io do inusitado Plano Cruzado no início deste ano. Daí para a frente o processo de instabil iza~io

iniciado em 1979 acelerou-se sobremaneira. tendo a sua (até agora) ~ltima rodada decretada ao início de 1991, pelo descabido e desesperado Plano Collor 11.

Se o in{cio do processo de desestabil iza,io pode ser identificado em 1979 (ainda que SE possa querer retroagir

esta data a outras Especificas), o mesmo nio ocorrE, infelizmente, com o seu término. Ainda se dio ouvidos, com certo destaque, a algumas vozes que defendem a implementa~io de novos choques acompanhados pelo velho receituário do congelamento de pre~os, tabl itas, etc ••• Há que se reconhecer que tal palpite se aI icer,a no fato teórico e na observaçio empírica de que uma estabil iza~io de taxas de infla,io da ordem de 20 a 25% ao mis realmente demanda. para minorar seus custos sociais, algum tipo de polít ica de rendas. Ocorre que, no Brasil, a sequência de fracassos ocorridos desde 1986 tornou este ·first best" (primeiro melhor) polftica econ3mica prat Icamente impossível de ser implantado nos próximos anos. Resta, então, apenas a via mais

traum~t ica determinada pela ortodoxia.

processo de dolariza~5o, pelo qual o dólar seria institucionalmente aceito como meio

(8)

de conta e meio de troca para transaçSes. Se acompanhada de flutuaçio do câmbio cruzeiro/dólar, tal atitude, segundo proclamam seus adeptos, resolveria o problema inflacion~rio

pela gera;io de uma hiperinfla;io em cruzeiros que, na

pr~tica, el iminaria a capacidade do governo de se financiar

com emissio desta moeda. Se, por outro lado, tal dolarizaçio fosse acompanhada pela garant ia de uma taxa fixa de cimbio efetuada pelo Banco Central, ter (amos um caso semelhante ao argentino, com a circulaçio de cruzeiros lastreada por dólares.

Ambas as alternat ivas sio ruins. A primeira, absurda, equivale ~ decreta;io de uma cat~strofe que deveria gerar como subproduto um

financiamento p~blico

a sociedade J~ vem

aprendizado sobre a inadequa;âo de por imposto inflacion~rio. Ocorre que pagando, desde 1986, o pre;o para aprender esta licio. E, diga-se de passagem, o maJorit~rio

clamor pela reforma fiscal mostra que tal aprendizado tem se realizado satisfatoriamente.

A segunda alternativa ~epresenta uma passagem forçada ao padrio ouro, cujo obJet Ivo ~ impor uma restriçio institucional ao crescimento do crédito interno líquido. De certa forma, consiste em ·retirar o bisturi do mau médico·. Tal estratégia deve ser evitada por três motivos. Pr~meiro,

porque restriçSes institucionais sio apenas restriçSes inst itucionais; se o crédito interno 1 {quido cresce e os preços incham em cruzeiros (como tem ocorrido na Argentina com os preços em austrais), torna-se inevit~vel uma majoraçio do preço do ddlar que mina a confiança do Plano e destrdi suas bases. Trata-se, assim de uma Estratégia de alto risco. SEgundo. porque fixar o c~mbio quando o problema

~ de origem fiscal representa, como diria Jos~ Julio Senna, ·comprar uma gravata nova porqUE o sapato est~ furado"; trata-SE de VElha mania braSileira ~squecEr7 por acomodaçio, que distorç3es devem SEr combat idas em sua origem, enio

(9)

pela criaçio de outras distor~5es compensadoras. Terceiro, deve-se lembrar a impropriedade de fixa~io do cimbio nominal num pais cujo saldo em conta corrente depende fundamentalmente de duas variáveis fora de seu controle: a taxa internacional de juros e o estoque da divida herdado do passado.

Some-se a estas tr€s contra-indicaç~es a nio adequaçio do receituário argent ino (ainda que tivesse sido correto para este pais, tese discut{vel ) ao caso brasileiro, devido a várias peculiaridades de uma e outra economia. Em particular, a economia brasileira encontra-se bem menos dolarizada do que a Argentina ao inicio do seu Plano. Da mesma forma, o lastro existente para a oferta de 1 iquidez necessária é bem menor no caso brasileiro do que no caso argentino (ao cimbio vigente, é claro).

Em suma, ainda paira, sobre se a data final do

infel izmente, uma certa incerteza processo de transforma,io da economia brasileira

€con8micas teria sido

.:;.:m I aborat Ót" i o realmente Janeiro

de

ci €o:. com a

decretaç~o do Plano Collor 11. é claro que este ponto se

constitui st2rio obstáculo para a retomadet.

investimentos,para o influxo de capitais de risco externos e para um crescimento auto-sustentado.

III- CONCLUSôES

Pelo menos a nrvel teórico, parece nio haver mu i tas

d~vidas sobre os obstáculos ~ retomada de um crescimento

auto-sustentado no Brasil. Começa-se pelo p~ssimo papel desempenhado pelos seus governos central e locais, tanto como re·gl.llado\:; (pela Const itl.liçi.~o, leis complemEntares, e leis o~dinárias) como pelas suas funç~es de reguladores. Conlo reglll <3.do, a melhora de desequil {brio p~blico deve

(10)

necessariamente passar por uma revisio constitucional que enfrente os problemas da distributividade e rididez fiscal entre governos, da estabilidade do funcionalismo e das garant ias individuais (criadas pela Constitui~io) sem contrapartida de recursos. Também a legisla~io ordin~ria e complementar deve ser criada ou modificada de forma a prover maiores condi~ges ~ obten~io de equil{brios fiscais e maior independência de uma agência qualquer responsável pela

cria~io de moeda. Incluem-se neste prisma a reforma fiscal e

previdenciária em andamento (cuja proposta original preparada pelo governo certamente encontrará duros obstáculos e será abrandada na sua passagem pelo Congresso Nacional) e a lei de Reforma do Sistema Financei~~

contemplando uma maior independincia do Banco Central, no momento ainda embrionária sob

Relator (Deputado César Maia).

a forma de subst itutivo do

Como regulador, cabe ao governo importante p~r?l na simpl ificaçio deSrEgula~aes do prOCESSO em várias informát ica, produtivo,

áreas t .als . como geraçio de energia,

englobando portos, etc ••• Há também de se fomentar e garant ir a abertura aos mercados externos, sem se deixar cair na tenta~io de reverter os

ayan~os já real izados pela de novas tarifas,

quotas de imporla;io etc •.• Por ~ltimo, deve ser acelerado o processo de priyat iza~io, face ~ importincia deste passo para um governo que precisa reduzir o montante l{quido de seus at iyos financeiros em poder do setor privado

consongncia com a perda de confian~a dos inyest idores provocada em março de 1990).

Uma vez recuperado o grau m{nimo de coerência legislativa necessária ao funcionamento normal das inst ituiçaes, todas as bfnEsses geradas espontaneamEnte pelo mercado sâo comoel idas a mostrarem-sE. Os inYEst imentos sâo retomados, bEm como a Entrada de capital externo de risco,

(11)

os mercados de créditos se normal izam pela reduçio do spread e queda dos juros de empréstimos. o crédito de longo prazo passa a ter uma oferta privada diferente de zerOr e assim

por diante.

Uma vez e se restaurado este processo de coerincia da coisa p~bl ica, a ser obtido fundamentalmente por reformar legislativas (qUE inclusive devem ater-se aos importantes problemas da deseducaçio e gradual abandono dos valores éticos no pa(s) e por um judici~rio mais igil e firme. hi ainda dois pontos a serem preenchidos.

o

primeiro diz respeito ~ desastrosa distribuiçio de renda no Brasil, que deve ser atacada com maiores verbas para a educaçio b~sica, agil izaçio das redes de transporte de massas e recuperaçio dos serviços de assistincia básica (saneamento, serviços m~dicosr etc . . . ). Como se trata de um problema c{cl ico (quem é pobre tende a ficar cada vez mais pobre), há sent ido Em instituir-se uma transfer&ncia direta oriunda da progressividade fiscal. Um exemplo neste sent ido é a doaçâo de terras para plant ia.

Um segundo ponto a ser abordado, apds as reformas imediatas necessárias e o ataque subsequentE ao problema da má distribuiçio de renda, é a volta de um certo planejamento m{nimo de médio prazo a ser elaborado pelo governo, e a servir de guia para os invest imentos privados. Como bem frisou César Maia no livro do Forum Nacional citado ao in{cio deste art i90, o planejamento no Brasil tem sido apenas ·reat ivo",

reat Ivo (através ao

desde o inicio dos anos 70 • Primeiro, da estratégia de substituiçâo de choque de petrdleo em 1973. DEPois. novamente reat ivo ao SEgundo choqUE de petrdleo em 1979, ao choque dos juros em 1979-1980 E ao choque da d{vida Externa em 1982. Em 1986. reat ivo ao aumento dE inflaç~o E, Em 1990,

(12)

os problemas supracitados. tentar delimitar ao menos um certo conjunto de atos a se adiantarem aos fatos. A isto d~­

(13)

100. JUROS. PRECes E DI VI DA PUBLI CA - VOL I: ASPECTOS TEORI COS - Marco An~onio C.Mar~ins e Clovis de Faro - 1987(esgo~ado).

101. JUROS, PRECes E DIVIDA PUBLICA - VOL 11: A ECONOMIA BRASILEI-RA -1971/85 - Antonio Salazar P.Brandao. Clovis de Faro e Marco À. C. Mart,ins - 1987 (esgo~ado).

102. MACROECONOMI A KALECKI ANA - Rubens Penha Cysne - 1 987( esgo~ado) . 103. O PREMIO DO DOLAR NO MERCADO PARALELO. O SUBBFATURAMENTO DE

EXPORTACOES E O SUPERFATURAMENTO DE IMPORTACOES - Fernando de Holanda Barbosa. Rubens Penha Cysne e Marcos Costa Holanda-lgS7

I'

(esgotado).

l' 04. BRAZ! LI AN EXPERI ENCE WI TH EXTERNAL DEBT AND PROSPECTS FOR

GROWTH - Fernando de Holanda Barbosa and Manuel Sanches de La Cal - 1987 (esgotado).

105. KEYNES NA SEDICAO DA ESCOLHA PUBLICA Antonio Maria da Silveira - 1987 (esgolado).

106. O TEOREMA DE FROBENIUS-PERRON - Carlos Ivan Simonsen Leal 1 987. ( esgot.ado)

107. POPULACAO BRASILEIRA - Jesse Mont.elo - 1987 (esgoT..ado).

108. MACROECONOMI A - CAPI TULO VI: "DEMANDA POR MOEDA E A CURVA LM" -Mario Henr1que S1monsen e Rubens Penha Cysne - 1987 (esgotado). 109. MACROECONOMI A - CAPI TÜLO VI I: "DEMANDA AGREGADA E A CIJRV A I S"

-Mario Henrique Simonsen e Rubens Penha Cysne - 1987 (esgot-ado). 110. MACROECONOMIA - MODELOS DE EQUILIBRIO AGREGATIVO A CURTO PRAZO

- Mario Henrique Simonsen e Rubens Penha Cysne 1987 (esgotado) .

111. THE BAYESIAN FOUNDATIONS OF SOLUTIONS CONCEPTS OF GAMES

112.

Sergio Ribeiro da Costa Werlang e Tommy Chin-Chiu ( esgotado) .

Tan VALOR

PRECOS LI QUI DOS ( PRECOS DE

DETERMINANTES; DE PRODUTOS SELECIONADOS.

ADICIONADO) NO PERIODO SEMESTRE/1986 - Raul Eker'man - 1987. (esgot.ado)

1987

E SEUS 1980,,'1 •

~

113. EMPF--:ESTIMOS BANCARIOS E SALDO-MEDI O: O CASO DE PRESTACOES Clovis de Faro - 1988 (esgotado).

114. A DINAMICA DA INF'LACAO Mar i o Henr' i que Si monserl 1988

(14)

116. O CICLO ECONOMICO - Mario Henrique Simonsen - 1988 (esgo~ado)

117. FOREIGN CAPITAL AND ECONOMIC GROWTH - THE BRASILIAN CASE STUDY - Mario Henrique Simonsen - 1988 (esgotado)

118. COMMON KNOWLEDGE - Sergio Ribeiro da Costa Werlang 1988 ( esgotado) .

119. OS FUNDAMENTOS DA ANALISE MACROECONOMICA Mario Henrique Simonsen e Rubens Penha Cysne - 1988 (esgotado).

120. CAPITULO XII - ESPECTATIVAS RACIONAIS - Mario Henrique Simonsen 1988 (esgotado).

121. A OFERTA AGREGADA E O MERCADO DE TRABALHO Mar' i o Henr i que Simonsen e Rubens Penha Cysne - 1988 (esgotado).

122. INERCIA INFLACIONARIA E INFLACAO INERCIAL Mario Henrique Simonsen - 1988 (esgotado).

123. MODELOS DO HOMEM: ECONOMIA E ADMINISTRACAO - Antonio Maria da Silveira - 1988. (esgotado)

124. UNDERINVOICING OF EXPORTS. OVERINVOINCING OF IMPORTS. AND THE DOLLAR PREMIUN ON THE BLACK MARKET Fernando de Holanda Barbosa. Rubens Penha Cysne e Marcos Costa Holanda 1988 ( esgotado) .

126. O REINO MAGICO DO CHOQu'E HETERODOXO Ferrlando de Holanda Barbosa, Antonio Salazar Pessoa Brandao e Clovis de Faro - 1998 (esgotado) .

126. PLANO CRUZADO: CONCEPCAO E O ERRO DE POLITICA FISCAL Rubens Penha Cysne - 1988. (esgotado)

127. TAXA DE JUROS FLUTUANTE VERSUS CORRECAO MONET ARI A DAS PREST ACOES: UMA COM? AR AC AO NO CASO DO SAO E I NFLACAO CONSTANTE

- Clovis de Faro - 1988. (esgo~ado)

129. CAPITULO 11 - MONETARY CORRECTION AND REAL INTEREST ACCOUNTING - Rubens Penha Cysne - 1988. (esgotado)

129. CAPI TULO I I I - I NCOME ANDDEMAND POLI CI ES IN BRAZI L Rubens Penha Cysne - 1988. (esgotado)

130. CAPI TULO I V - BRAZI LI AN ECONOMY IN THE EI GHTI ES AND THE DEBT CRISIS - Rubens Penha Cysne - 1988. (esgot.ado)

(15)

~

I

I

1988. (esgotado)

132. MORATORIA INTERNA, DIVIDA PUBLICA E JUROS REAIS - Maria Silvia Bast.os Marques e Sergio Ribeiro da Cost.a Wer1 ang

1. 988. (esgot.ado)

1. 33. CAPI TULO I X - TEORI A 00 CRESCI MENTO ECONOMI CO - Mar i o Henr i que samonsen - 1988. (esgot.ado)

134. CONGELAMENTO COM ABONO SALARIAL GERANDO EXCESSO DE DEMANDA Joaquim Vieira Ferreira Levy e Sergio Ribeiro da Costa

-1988. (esgotado)

1.35. AS ORIGENS E CONSEQUENCIAS DA INFLACAO NA AMERICA Fernando de Holanda Barbosa - 1988. (esgotado)

1.36. A CONTA-CORRENTE DO GOVERNO -1970/1988 Mario Simonsen - 1989. (esgotado)

Werlang

LATINA

Henrique

137. A REVIEW ON THE THEORY OF COMMON KNOWLEDGE - Sergio Ribeiro da Costa Werlang - 1989. (esgot.ado)

138. MACROECONOMIA - Fernando de Holanda Barbosa - 1989 (esgotado) 139. TEORI A DO BALANCO DE PAGAMENTOS: UMA ABORDAGEM SI MPLI FI CADA

Joao Luiz Tenreiro Barroso - 1989. (esgotado)

140. CONTABILIDADE COM JUROS REAIS Rubens Penha Cysne

1989. (esgotado)

141. CREDI T RATI ONI NG AND THE PERMANENT I NCOME HYPOTHESI S - Vi cente Madrigal. Tommy Tan. Daniel Vicent.. Sergio Ribeiro da Costa

Werlang - 1989. (esgot.ado)

1.42. A AMAZONIA BRASILEIRA - Ney Coe de Oliveira - 1989. (esgotado)

143. DESAGIO DAS LFTs E A PROBABILIDADE IMPLICITA DE MORATORIA Maria Silvia Bastos Marques e Sergio Ribeiro da Costa Werlang

-1989. (esgotado)

144. THE LDC DEBT PROBLEM: A GAME-THEORETICAL ANALYSIS Mario

145. Henrique Simonsen e 1989 . (esgotado) ANALI SE CONVEX A NO 1989. (esgotada) Sergio Rn

Ribeiro da Costa

Werlang-Mario Henrique Simonsen

146. A CONTROVERSIA MONETARISfA NO HEMISFERIO NORTE Fernando de Holanda Barbosa - 1989. (esgotado)

(16)

Clovis de Faro - 1989. (esgotado)

148. RETORNOS EM EDUCACAO NO BRASIL: 1976/1986.

Carlos Ivan Simonsen Leal e Sergio Ribeiro da Costa Werlang 1989. (esgotado)

149. PREFERENCES. COMMON KNOWLEDGE AND SPECULA TI VE TRADE J ames Dow.Vicente Madrigal e Sergio Ribeiro da Costa Werlang -1990. (esgot.ado)

150. EDUCACAO E DISTRIBUICAO DE RENDA - Carlos Ivan Simonsen Leal e Sergio Ribeiro da Costa Werlang - 1990 (esgotado)

151 OBSERVACOES A MARGEM DO TRABALHO l i A AMAZONI A BRASI LEI RA l i Ney Coe de Oliveira - 1990. (esgotado)

152. PLANO COLLOR: UM GOLPE DE MESTRE CONTRA A INFLACAO ? - Fernando de Holanda Barbosa - 1990. (esgotado)

153. O EFEITO DA TAXA DE JUROS E DA INCERTEZA SOBRE A CURVA DE PHILLIPS DA ECONOMIA BRASILEIRA Ricardo de Oliveira Cavalcanti - 1990 (esgotado)

154. PLANO COLLOR: CONTRA A FACTUALIDADE E SUGESTOES SOBRE A CONDUCAO DA POLITICA MONETARIA-FISCAL - Rubens Penha Cysne 1 990. ( esgotado)

155. DEPOSI TOS DO TESOURO: NO BANCO CENTRAL OU NOS BANCOS COMERCIAIS"'" - Rubens Penha Cysne - 1990 (esgotado)

156. SISTEMA FINANCEIRO DE HABITACAO: A QUESTAO DO DESEQUILIBRIO DO FCVS ~ Clovis de Faro - 1990. (esgotado)

157. COMPLEMENTO DO F ASCI CtJLO N ~ 151 DOS "ENSAI OS ECONOMI COS" (A AMAZONIA BRASILEIRA) - Ney Coe de Oliveir·a - 1990. (esgotado) 158. POLITICA MONETARIA OTIMA NO COMBATE A INFLACAO - Fernando de

Holanda Barbosa - 1990.(esgotado)

159. TEORIA DOS JOGOS - CONCEITOS BASICOS - Mar-io Henrique Simonsen - 1990. (esgotado)

160. O MERCADO ABERTO BRASILEIRO: ANALISE DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS - Ferna~do de Holanda Barbosa - 1990.Cesgotado) 161. A RELACAO ARBITRAGEM ENTRE A ORTN CAMBI AL E A ORTN MONETARI A

(17)

1990. (esgot.ado)

163. MACROECONOMIA COM M4 - Carlos Ivan Simonsen Leal e Sergio Ribeiro da Cost.a Werlang - 1990. (esgot.ado)

164. A RE-EXAMINATION OF SOLOW·S GROWTH MODEL WITH APPLICATIONS TO CAPITAL MOVEMENTS - Neantro Saavedra Rivano - 1990.Cesgot.ado) 166. THE PUBLIC CHOICE SEDITI ON: VARIATIONS ON THE THEME OF

SCI ENTI FI C WARFARE Ant.onio Maria da Sil veira 1990. ( esgot ado)

166. THE PUBLI C CHOPI CE PERSPECTI VE AND KNI GHT· S I NSTI TUTI ON ALI ST BENT - ~lt.onio Maria da Silveira - 1990.(esgotado)

1,67. THE I NDETERMI NA TI ON OF SENIOR -:. Ant.oni o Mar i a da Si 1 vei r a 1990. (esgotado)

169. JAPANESE DIRECT INVESTMENT IN BRAZIL - Neant.ro Saavedra Rivano - 1990. (esgotado)

169. A CARTEIRA DE ACOES DA CORRETORA: UMA ANALISE ECONOMICA - Luiz Guilherme Schymura de Oliveira - 1991. (esgotado)

170. PLANO COLLOR: OS PRIMEIROS NOVE MESES - Clovis de Faro - 1991. (E) 171. PERCALCOS DA INDEXACAO EX-ANTE - Clovis de Faro - 1991. (E)

172. NOVE PONTO SOBRE O PLANO COLLOR 11 - Rubens Penha Cysne - 1991(E) 173. A DINAMICA DA HIPERINFLACAO Fernando de Holanda Barbosa.

Waldyr Muniz Oliva e Elvia Mureb Sallum - 1991.(esgotado)

174. LOCAL CONCAVIFIABILITY OF PREFERENCES AND DETERMINACY OF EQUILIBRIUM - Mario Rui Pascoa e Sergio Ribeiro da Costa Wer 1 ang - mai o de 1991. (esgotado)

1 75. A CONT ABI LI DADE DOS AGREGAOOS MONET ARI OS NO BRAS! L Car'los Ivan Simonsen Leal e Sergio Ribeiro da Costa Werlang - maio de 1991. (esgotado)

176. HOMOTHETIC PREFRENCES - James Dow e Sergio Ribeiro da Costa Werlang - 1991. (esgotado)

177. BARREIRAS A ENTRADA NAS INDUSTRIAS: O PAPEL DA FIRMA PIONEIRA -Luiz Guilher-me Schymura de Oliveira - 1991. (esgot.ado)

179. POUPANCA E CRESCIMENTO ECONOMICO - - cASo BRASILEIRA Mario

I

Henrique Simonsen - agosto de 1991. (esgotado)

179. EXCESS VOLATILITY OF STOCK PRICES AND KNIGHTIAN UNCERTAINTY James Dow e Sergio Ribeiro da CostJa Werlang - 1991. (esgotado)

(18)

FOR TRE FUTURE - Fernando de Holanda Barbosa - Dezembro de 1991. (esgotado) 182. MACRODINÃMICA: OS SISTEMAS DINÂMICOS NA MACROECONOMIA - Fernando de

Holanda Barbosa - Dezembro de 1991. (esgotado)

183. A EFICIÊNCIA DA INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA - Fernando de Holanda Barbosa - Dezembro de 1991. (esgotado)

184. ASPECTOS ECONOMICOS DAS EMPRESAS ESTATAIS NO BRASIL: TELECOMUNICA-ÇÕES, ELETRICIDADE - Fernando de Holanda Barbosa, Hanue1 Jeremias Leite Caldas, hario Jorge Pina e Helio Lechuga Arteiro - Dezembro de 1991. (esgotado)

185. "TRE EX-ANTE NON-OPTIMALITY OF THE DEMPSTER-SCHAFER UPDATING RULE FOR AMBIGUOUS BELIEFS" - Sergio Ribeiro da Costa Wer1ang e James Dow - Fevereiro de 1992. (esgotado)

186. NASH EQUILIBRIUM UNDER KNIGHTIAN UNCERTAINTY: !REAKING DOWN BACXWARD INDUCTION - James Dow e Sergio Ribeiro da Costa Wer1ang - Fevereiro de 1992. (esgotado)

187. REFORMA DO SISTEMA FINANCEIRO NO BRASIL E "CENTRAL BANKING" "'TA ALEMA-NHA E NA ÁUSTRIA - Rubens Penha Cysne - Fevereiro de 1992. (esgotado) 188. A INDETERMINAÇÃO DE SENIOR: ENSAIOS NORMATIVOS - Antonio Maria da

Silveira - Março de 1992. ( esgotado)

189. REFORMA TRIBUTÁRIA - Mario Henrique Simonsen - Março de 1992. (esgotado) 190. HIPERINFLAÇÃO E O REGIME DAS POLÍTICAS MONETÁRIA-FISCAL - Fernando de

Holanda Barbosa e E1via Mureb Sa11um - Março de 1992. (esgotado)

191. A CONSTITUIÇÃO, OS JUROS E A ECONOMIA - Clovis de Faro - Abril de 1992. 192. APLICABILIDADE DE TEORIAS: MICROECONOMIA E ESTRATÉGIA EMPRESARIAL

Antonio Maria da Silveira - Haio de 1992. (esgotado)

19,3. INFLAÇÃO E CIDADANIA - i-ernando de Holanda Barbosa - Julho de 1992. 194. A INDEXAÇÃO DOS ATIVOS FINANCEIROS: A EXPERIFNCIA BRASILEIRA - t"ernando

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196. A RESPOSTA JAPONESA AOS CHOQUES DE OFERTA. 1973-1981 - Fernando Antônio Hadba ~ agosto de 1992.

197. UM MODELO GERAL DE NEGOCIAÇÃO EM UM MERCADO DE CAPITAIS EM QUE NÃO EXISTEM INVESTIDORES IRRACIONAIS Luiz Guilherme Schymura de 01i -veira - Setembro de 1992.

198. SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO: A NECESSIDADE DE REFORMA - Clovis de Faro - Setembro de 1992.

199. BRASIL: BASES PARA A RETOMADA DE DESENVOLVIMENTO - Rubens Penha Cysne - Outubro de 1992.

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Referências

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