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SISTEMAS PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO

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Academic year: 2019

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(1)

Curso de Engenharia Civil

4º ANO

Universidade Federal de Goiás

Escola de Engenharia Civil

SISTEMAS PREDIAIS DE

ESGOTO SANITÁRIO

Prof. MSc. Ricardo Prado Abreu Reis

Setembro - 2007

RPES

CV

VP

CV

VP

Sc

CC

CP

CI

I

I

I

I

II

II

II

II

SS

1oPav. 2oPav. 4oPav.

3oPav. 5oPav. Cob.

TQ

TQ

5

3

1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação

2 - sifão 6 - coletor predial

3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária

4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação

1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação

2 - sifão 6 - coletor predial

3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária

4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação

(2)

5

3

1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação

2 - sifão 6 - coletor predial

3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária

4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação

1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação

2 - sifão 6 - coletor predial

3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária

4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação

6

7

4

8

1

(3)

S

S

É

É

CULO XIX

CULO XIX

- Gases provenientes das tubulações de E.S.

podiam fazer mal à saúde, provocando epidemias, mesmo

morte. Verificou-se posteriormente que isto não era verdade,

pois a concentração de gases é

muito pequena,

constatando-se que os gases provenientes de esgoto são

bastante incômodos e podem afetar o estado psicológico das

pessoas.

EVOLU

EVOLU

Ç

Ç

ÃO DOS SISTEMAS PREDIAIS DE

ÃO DOS SISTEMAS PREDIAIS DE

ESGOTOS SANIT

ESGOTOS SANIT

Á

Á

RIOS

RIOS

1.

1.

Sistema de um s

Sistema de um s

ó

ó

tubo de queda

tubo de queda

(

(

sem sifão

sem sifão

)

)

ˆ

(4)

Por questões de costume de arquitetura

Introdução dos sifões e a conseqüente necessidade

de

ventilar

o sistema de esgoto.

‰

SIFÃO

SIFÃO

Componente separador destinado a

Componente separador destinado a

impedir a

impedir a

passagem dos gases

passagem dos gases

do interior das tubula

do interior das tubula

ç

ç

ões

ões

para o ambiente sanit

(5)

2.

Sistema com dois tubos de

Sistema com dois tubos de

queda, totalmente ventilados

queda, totalmente ventilados

3.

Sistema com um tubo de

Sistema com um tubo de

queda, totalmente

queda, totalmente

ventilado

ventilado

4.

(6)

FENÔMENOS QUE AFETAM OS FECHOS

FENÔMENOS QUE AFETAM OS FECHOS

H

H

Í

Í

DRICOS DOS SIFÕES

DRICOS DOS SIFÕES

SIFONAGEM

SIFONAGEM

Î

conjunto de fenômenos determinantes da

redução total ou parcial da coluna d’água em um sifão.

ˆ

EVAPORA

EVAPORA

Ç

Ç

ÃO

ÃO

‰

periodicidade de uso dos aparelhos sanitários;

‰

velocidade de evaporação da água do sifão

;

‰

usualmente considerado: 1,3 a 11,4 mm/semana, para

um período de não utilização de 4 semanas;

‰

Inglaterra:

2,5 mm/semana;

‰

Dinamarca:

2,0 mm/semana.

fun

(7)

AUTO

AUTO-

-SIFONAGEM

SIFONAGEM

Redução

do fecho hídrico

de um sifão, ocasionada

pelo escoamento do

aparelho sanitário ligado

diretamente a este sifão.

SIFONAGEM INDUZIDA

SIFONAGEM INDUZIDA

Redu

Redu

ç

ç

ão

ão

do fecho h

do fecho h

í

í

drico de um sifão, ocasionada

drico de um sifão, ocasionada

pelo escoamento de outros aparelhos sanit

pelo escoamento de outros aparelhos sanit

á

á

rios, não

rios, não

ligados diretamente a este sifão.

(8)

SOBREPRESSÃO NO FECHO H

SOBREPRESSÃO NO FECHO H

Í

Í

DRICO

DRICO

Ocorre devido

Ocorre devido

à

à

a

a

ç

ç

ão da descarga de outros aparelhos

ão da descarga de outros aparelhos

sanit

sanit

á

á

rios, gerando

rios, gerando

pressões positivas

pressões positivas

em fechos

em fechos

h

h

í

í

dricos.

dricos.

Em geral, ocorre nas mudanças bruscas de

direção do tubo de queda, devido ao bloqueio da

passagem do fluxo de ar que se desenvolve no

interior da tubulação. Pode provocar o retorno de

espuma para o interior dos aparelhos sanitários

ligados a trechos da tubulação passíveis da

ocorrência desta sobrepressão.

CARACTERIZA

CARACTERIZA

Ç

Ç

ÃO DOS FENÔMENOS

ÃO DOS FENÔMENOS

(3) sifonagem induzida,

devido ao escoamento

no tubo de queda;

(4) sobrepressão

(2) sifonagem induzida,

devido ao fluxo no ramal;

(1) aparelhos sujeitos à

(9)

Estabelece crit

Estabelece crité

érios para que o sistema seja

rios para que o sistema seja

projetado e executado de tal modo a:

projetado e executado de tal modo a:

ˆ

ˆ

possibilitar o r

possibilitar o r

á

á

pido escoamento e facilitar

pido escoamento e facilitar

a manuten

a manuten

ç

ç

ão;

ão;

ˆ

ˆ

impedir que os gases provenientes do

impedir que os gases provenientes do

interior do SPES atinjam

interior do SPES atinjam

á

á

reas de utiliza

reas de utiliza

ç

ç

ão;

ão;

ˆ

ˆ

evitar a contamina

evitar a contamina

ç

ç

ão da

ão da

á

á

gua pot

gua pot

á

á

vel.

vel.

NORMALIZA

NORMALIZA

Ç

Ç

ÃO: NBR

ÃO: NBR

-

-

8160/99

8160/99

ˆ

Tubulaç

Tubula

ção de esgoto secund

ão de esgoto secundá

ário

rio

9

protegidas, por

protegidas, por

desconectores

desconectores

, dos gases

, dos gases

provenientes das tubula

provenientes das tubula

ç

ç

ões prim

ões prim

á

á

rias.

rias.

ˆ

Tubulaç

Tubula

ção de esgoto prim

ão de esgoto primá

ário

rio

9

acesso a gases provenientes do coletor

acesso a gases provenientes do coletor

p

p

ú

ú

blico ou dispositivos de tratamento.

blico ou dispositivos de tratamento.

ˆ

Tubula

Tubula

ç

ç

ão de ventila

ão de ventila

ç

ç

ão

ão

9

prote

prote

ç

ç

ão dos fechos h

ão dos fechos h

í

í

dricos dos

dricos dos

desconectores

desconectores

.

.

ELEMENTOS DOS SISTEMA

(10)

ELEMENTOS DO SISTEMA

ELEMENTOS DO SISTEMA

TQB

PVC 100

CV

PVC 75

CS 150X150X50 EB

30

30 80 125

01

40mm

40mm 100mm

50mm

50mm

40mm

11

(11)

Podem ser dimensionados utilizando-se:

ˆ

m

m

é

é

todo hidr

todo hidr

á

á

ulico;

ulico;

ˆ

m

m

é

é

todo das Unidades de

todo das Unidades de

Hunter

Hunter

de Contribui

de Contribui

ç

ç

ão

ão

-

-

UHC.

UHC.

Em qualquer um dos m

Em qualquer um dos m

é

é

todos respeitar os diâmetros nominais

todos respeitar os diâmetros nominais

m

m

í

í

nimos dos ramais de descarga indicados na Tabela 1.

nimos dos ramais de descarga indicados na Tabela 1.

Unidades de

Unidades de

Hunter

Hunter

de Contribui

de Contribui

ç

ç

ão

ão

-

-

UHC

UHC

Fator num

Fator num

é

é

rico que representa a contribui

rico que representa a contribui

ç

ç

ão considerada

ão considerada

em fun

em fun

ç

ç

ão da utiliza

ão da utiliza

ç

ç

ão habitual de cada tipo de aparelho

ão habitual de cada tipo de aparelho

sanit

sanit

á

á

rio.

rio.

DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA

DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA

ˆ

RAMAIS DE DESCARGA

RAMAIS DE DESCARGA

Recebem diretamente os efluentes dos aparelhos

sanitários.

DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA

DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA

I

mín

D

75 mm

D

100 mm

2%

(12)

TABELA 1:

TABELA 1:

Diâmetro do ramal de descarga

Diâmetro do ramal de descarga

A p a r e l h o s a n i t á r i o u n i d a d e s d eN ú m e r o d e H u n t e r d e c o n t r i b u i ç ã o

D i â m e t r o n o m i n a l m í n i m o d o r a m a l

d e d e s c a r g a ( D N ) B a c i a s a n i t á r i a 6 1 0 0 ( 1 ) B a n h e i r a d e r e s i d ê n c i a 2 4 0

B e b e d o u r o 0 , 5 4 0

B i d ê 1 4 0

C h u v e i r o D e r e s i d ê n c i a C o l e t i v o

2 4

4 0 4 0 L a v a t ó r i o D e r e s i d ê n c i a

D e u s o g e r a l

1 2

4 0 4 0 M i c t ó r i o V á l v u l a d e d e s c a r g a

C a i x a d e d e s c a r g a D e s c a r g a a u t o m á t i c a D e c a l h a

6 5 2 2( 2 )

7 5 5 0 4 0 5 0 P i a d e c o z i n h a r e s i d e n c i a l 3 5 0

3 5 0

P i a d e c o z i n h a i n d u s t r i a l

P r e p a r a ç ã o L a v a g e m d e

p a n e l a s 4 5 0

T a n q u e d e l a v a r r o u p a s 3 4 0 M á q u i n a d e l a v a r l o u ç a s 2 5 0( 3 )

M á q u i n a d e l a v a r r o u p a s 3 5 0( 3 )

( 1 ) O d i â m e t r o n o m i n a l D N m í n i m o p a r a o r a m a l d e d e s c a r g a d e b a c i a s a n i t á r i a p o d e s e r r e d u z i d o p a r a D N 7 5 , c a s o j u s t i f i c a d o p e l o c á l c u l o d e d i m e n s i o n a m e n t o e f e t u a d o p e l o m é t o d o h i d r á u l i c o e a p ó s r e v i s ã o d a N B R 6 4 5 2 / 8 5 , p e l a q u a l o s f a b r i c a n t e s d e v e m c o n f e c c i o n a r v a r i a n t e s d a s b a c i a s s a n i t á r i a s c o m s a í d a p r ó p r i a p a r a p o n t o d e e s g o t o d e D N 7 5 , s e m n e c e s s i d a d e d e p e ç a e s p e c i a l d e a d a p t a ç ã o .

( 2 ) P o r m e t r o d e c a l h a – c o n s i d e r a r c o m o r a m a l d e e s g o t o . ( 3 ) D e v e m s e r c o n s i d e r a d a s a s r e c o m e n d a ç õ e s d o s f a b r i c a n t e s .

Tabela 2:

Unidades de

Unidades de

Hunter

Hunter

de Contribui

de Contribui

ç

ç

ão para aparelhos não

ão para aparelhos não

relacionados na Tabela 1.

relacionados na Tabela 1.

Diâm etro nom inal m ínim o

do ram al de descarga

DN

Núm ero de unidades de

Hunter de contribuição

UHC

40

2

50

3

75

5

100

6

Exemplo 1:

Exemplo 1:

Ramal de descarga para lavat

Ramal de descarga para lavat

ó

ó

rio de escola.

rio de escola.

UHC = 2

UHC = 2

Î

D = 40 mm

D = 40 mm

DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA

(13)

A partir da soma das UHC dos aparelhos

A partir da soma das UHC dos aparelhos

sanit

sanit

á

á

rios da Tabela 1, determinar atrav

rios da Tabela 1, determinar atrav

é

é

s da

s da

TABELA 3

TABELA 3

Î

Î

Diâmetro dos Ramais de Esgoto

Diâmetro dos Ramais de Esgoto

.

.

I

mín

D

75 mm

D

100 mm

2%

1%

ˆ

RAMAIS DE ESGOTO

RAMAIS DE ESGOTO

Recebem os efluentes

de ramais de descarga

de ramais de descarga

diretamente ou a partir de um

diretamente ou a partir de um

desconector

desconector

.

.

Tabela 3:

Tabela 3:

Dimensionamento de ramais de esgoto.

Dimensionamento de ramais de esgoto.

Diâmetro nominal mínimo do tubo

DN

Número de unidades de Hunter de contribuição

UHC 40 3 50 6 75 20 100 160

Exemplo 2:

Exemplo 2:

Ramal de esgoto de banheiro edif

Ramal de esgoto de banheiro edif

í

í

cio residencial.

cio residencial.

4 UHC Î

Tabela 3

Tabela 3

Î

D = 50 mm

1

1

1 Bi

1 Bi

2

2

1

1

Ch

Ch

1

1

1

1

Lv

Lv

UHC

UHC

Aparelho

(14)

ˆ

ˆ

TUBOS DE QUEDA

TUBOS DE QUEDA

Recebem efluentes de ramais de esgoto e

Recebem efluentes de ramais de esgoto e

ramais de descarga.

ramais de descarga.

N ú m e r o m á x i m o d e u n i d a d e s d e H u n t e r d e c o n t r i b u i ç ã o

D i â m e t r o n o m i n a l d o t u b o

D N P r é d i o d e a t é t r ê sp a v i m e n t o s P r é d i o c o m m a i s d e t r ê sp a v i m e n t o s

4 0

4

8

5 0

1 0

2 4

7 5

3 0

7 0

1 0 0

2 4 0

5 0 0

1 5 0

9 6 0

1 9 0 0

2 0 0

2 2 0 0

3 6 0 0

2 5 0

3 8 0 0

5 6 0 0

3 0 0

6 0 0 0

8 4 0 0

Tabela 4

Tabela 4

-

-

Dimensionamento

Dimensionamento

de tubos de queda.

de tubos de queda.

10 UHC/pavimento

Para todo o TQ:

Para todo o TQ:

10 UHC x 14 pavimentos = 140 UHC

D

D

TQ

TQ

= 100 mm

= 100 mm

TABELA 4

TABELA 4

1

1

1 Bi

1 Bi

6

6

1 BS

1 BS

10

10

UHC

UHC

2

2

1

1

Ch

Ch

1

1

1

1

Lv

Lv

UHC

UHC

Aparelho

Aparelho

Exemplo 3:

Tubo de queda de edif

Tubo de queda de edif

í

í

cio residencial com 14 pavimentos.

cio residencial com 14 pavimentos.

Banheiro contendo 1 BS, 1

(15)

5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2 = 46 UHC/pav.

Para todo o TQ:

Para todo o TQ:

46 UHC x 20 pavimentos = 920 UHC

D

D

TQ

TQ

= 150 mm

= 150 mm

TABELA 4

TABELA 4

6

6

5 BS

5 BS

2

2

3

3

Mc

Mc

2

2

5

5

Lv

Lv

UHC

UHC

Aparelho

Aparelho

Exemplo 4:

Tubo de queda de edif

Tubo de queda de edif

í

í

cio comercial com 20 pavimentos.

cio comercial com 20 pavimentos.

Banheiro contendo 5 BS, 5

Banheiro contendo 5 BS, 5

Lv

Lv

e 3

e 3

Mc

Mc

com descarga

com descarga

autom

autom

á

á

tica.

tica.

‰

Os tubos de queda devem, sempre que possível, ser

instalados em um único alinhamento. Quando

necessários, os desvios devem ser feitos com curvas

de raio longo ou duas curvas de 45º;

‰

Devem ser previstos tubos de queda especiais para

pias de cozinhas e máquinas de lavar louças,

providos de ventilação primária, os quais devem

descarregar em uma caixa de gordura coletiva;

‰

DTQ

ao maior diâmetro a ele ligado.

OBSERVA

(16)

ˆ

ˆ

Subcoletores

Subcoletores

e coletores

e coletores

Os subcoletores e coletor predial são dimensionados pela

somatória das UHC conforme os valores da

Tabela 5.

Tabela 5.

‰

‰

Edif

Edif

í

í

cios residenciais aparelho sanit

cios residenciais aparelho sanit

á

á

rio de

rio de

maior UHC de cada banheiro;

maior UHC de cada banheiro;

‰

‰

Demais casos UHC de todos os aparelhos.

Demais casos UHC de todos os aparelhos.

Os subcoletores recebem efluentes de um ou mais

tubos de queda ou de ramais de esgoto e os coletores

de todo o edifício e podem ter

declividade m

declividade m

á

á

xima de

xima de

5%.

5%.

OBSERVA

OBSERVA

Ç

Ç

ÕES:

ÕES:

N ú m e r o m á x im o d e u n id a d e s d e H u n t e r d e

c o n t r ib u iç ã o e m f u n ç ã o d a s d e c liv id a d e s m ín im a s

( % )

D iâ m e t r o n o m in a l

d o t u b o

D N

0 ,5

1

2

4

1 0 0

- - -

1 8 0

2 1 6

2 5 0

1 5 0

- - -

7 0 0

8 4 0

1 0 0 0

2 0 0

1 4 0 0

1 6 0 0

1 9 2 0

2 3 0 0

2 5 0

2 5 0 0

2 9 0 0

3 5 0 0

4 2 0 0

3 0 0

3 9 0 0

4 6 0 0

5 6 0 0

6 7 0 0

4 0 0

7 0 0 0

8 3 0 0

1 0 0 0 0

1 2 0 0 0

TABELA 5:

(17)

Aparelho de maior UHC

Aparelho de maior UHC Î

Î

BS = 6

BS = 6

6 UHC x12

6 UHC x12

pav

pav

. = 72 UHC

. = 72 UHC

Î

Î

100 mm, com

100 mm, com

i

i

m

m

í

í

n

n

= 1%

= 1%

Trecho AB:

Trecho AB:

Exemplo 5:

Exemplo 5:

Subcoletor

Subcoletor

de edif

de edif

í

í

cio residencial com 12 pavimentos.

cio residencial com 12 pavimentos.

Banheiro contendo 1 BS, 1

Banheiro contendo 1 BS, 1

Lv

Lv

, 1 Bi e 1Ch.

, 1 Bi e 1Ch.

TQ1

TQ2

A

B

C

72 UHC x 2

72 UHC x 2

Î

Î

144 UHC

144 UHC

Î

Î

100 mm, com

100 mm, com

i

i

m

m

í

í

n

n

= 1%

= 1%

Trecho BC:

Trecho BC:

SUBSISTEMA DE VENTILA

SUBSISTEMA DE VENTILA

Ç

Ç

ÃO

ÃO

Tem a fun

Tem a fun

ç

ç

ão de conduzir os gases para a atmosfera e

ão de conduzir os gases para a atmosfera e

evitar que os mesmos se encaminhem para os

evitar que os mesmos se encaminhem para os

ambientes sanit

(18)

SUBSISTEMA DE VENTILA

SUBSISTEMA DE VENTILA

Ç

Ç

ÃO

ÃO

Distância máxima de um

desconector ao tubo ventilador

D i â m e t r o n o m i n a l d o r a m a l d e

d e s c a r g a ( D N )

D i s t â n c i a m á x i m a

( m )

4 0

1 , 0 0

5 0

1 , 2 0

7 5

1 , 8 0

1 0 0

2 , 4 0

Tabela 6

- Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador.

Ramais de ventila

Ramais de ventila

ç

ç

ão

ão

São dimensionados atrav

São dimensionados atrav

é

é

s da

s da

Tabela 7

Tabela 7

.

.

G r u p o d e a p a r e l h o s s e m b a c i a s s a n i t á r i a s

G r u p o d e a p a r e l h o s c o m b a c i a s s a n i t á r i a s

N ú m e r o d e u n i d a d e s d e H u n t e r

d e c o n t r i b u i ç ã o

D i â m e t r o n o m i n a l d o r a m a l d e

v e n t i l a ç ã o

N ú m e r o d e u n i d a d e s d e H u n t e r

d e c o n t r i b u i ç ã o

D i â m e t r o n o m i n a l d o r a m a l d e

v e n t i l a ç ã o

A t é 1 2 4 0 A t é 1 7 5 0

1 3 a 1 8 5 0 1 8 a 6 0 7 5

1 9 a 3 6 7 5 - - -

-Tabela 7

Tabela 7 -

Dimensionamento de ramais de ventila

Dimensionamento de ramais de ventila

ç

ç

ão.

ão.

Exemplo 7:

Exemplo 7:

D

50 mm

100 mm

50

mm

40 mm

100 mm

TQ

CV

50 mm

(19)

São dimensionados através da

Tabela 8

.

Tabela 8 -

Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação.

D i â m e t r o n o m i n a l m í n i m o d o t u b o d e v e n t i l a ç ã o 4 0 5 0 7 5 1 0 0 1 5 0 2 0 0 2 5 0 3 0 0

D i â m e t r o n o m i n a l d o

t u b o d e q u e d a o u

d o r a m a l d e e s g o t o

D N

N ú m e r o d e u n i d a d e s d e

H u n t e r d e

c o n t r i b u i ç ã o C o m p r i m e n t o p e r m i t i d o

( m )

4 0 8 4 6 - - -

-4 0 1 0 3 0 - - -

-5 0 1 2 2 3 6 1 - - -

-5 0 2 0 1 5 4 6 - - -

-7 5 1 0 1 3 4 6 3 1 7 - - - -

-7 5 2 1 1 0 3 3 2 4 7 - - - -

-7 5 5 3 8 2 9 2 0 7 - - - -

-7 5 1 0 2 8 2 6 1 8 9 - - - -

-1 0 0 4 3 - 1 1 7 6 2 9 9 - - -

-1 0 0 1 4 0 - 8 6 1 2 2 9 - - -

-1 0 0 3 2 0 - 7 5 2 1 9 5 - - -

-1 0 0 5 3 0 - 6 4 6 1 7 7 - - -

-1 5 0 5 0 0 - - 1 0 4 0 3 0 5 - -

-1 5 0 1 1 0 0 - - 8 3 1 2 3 8 - -

-1 5 0 2 0 0 0 - - 7 2 6 2 0 1 - -

-1 5 0 2 9 0 0 - - 6 2 3 1 8 3 - -

-2 0 0 1 8 0 0 - - - 1 0 7 3 2 8 6 -

-2 0 0 3 4 0 0 - - - 7 5 7 2 1 9 -

-2 0 0 5 6 0 0 - - - 6 4 9 1 8 6 -

-2 0 0 7 6 0 0 - - - 5 4 3 1 7 1 -

-2 5 0 4 0 0 0 - - - - 2 4 9 4 2 9 3

-2 5 0 7 2 0 0 - - - - 1 8 7 3 2 2 5

-2 5 0 1 1 0 0 0 - - - - 1 6 6 0 1 9 2 -2 5 0 1 5 0 0 0 - - - - 1 4 5 5 1 7 4 -3 0 0 7 3 0 0 - - - - 9 3 7 1 1 6 2 8 7 3 0 0 1 3 0 0 0 - - - - 7 2 9 9 0 2 1 9 3 0 0 2 0 0 0 0 - - - - 6 2 4 7 6 1 8 6 3 0 0 2 6 0 0 0 - - - - 5 2 2 7 0 1 5 2

(20)

Exemplo 8:

Edifício residencial de 8 pavimentos com pé direito de 3,0 m

e banheiro contendo 1 BS, 1 Lv, 1 Bi e 1 Ch.

UHC = (6 + 1 + 1 + 2) 8 = 80

Î

TABELA 4

Î

D

TQ

= 100 mm

H = 3,0 x 8 = 24 m

Î

TABELA 8

Î

D

CV

= 75 mm

Exemplo 9:

Edifício comercial de 20 pavimentos com pé direito de 3,0 m e

sanitário contendo 5 BS, 5 Lv e 3 Mc com descarga automática.

UHC = (5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2) 20 = 920

Î

TABELA 4

Î

DTQ

= 150mm

H = 3,0 x 20 = 60 m

Î

TABELA 8

Î

DCV

= 150 mm

A ventila

A ventila

ç

ç

ão secund

ão secund

á

á

ria pode ser realizada por meio de dispositivos

ria pode ser realizada por meio de dispositivos

de admissão de ar, ou seja, v

de admissão de ar, ou seja, v

á

á

lvulas de admissão de ar (VAA)

lvulas de admissão de ar (VAA)

devidamente posicionadas no sistema.

(21)

9

não efetuar ligações nas regiões de ocorrência de sobrepressão;

9

efetuar o desvio do tubo de queda para a horizontal com

dispositivos que atenuem a sobrepressão - curva de 90º raio longo ou duas

curvas de 45º;

9

instalar dispositivos com a finalidade de evitar o retorno de espuma.

Como evitar o retorno de espuma?

ZONAS DE SOBREPRESSÃO

ZONAS DE SOBREPRESSÃO

40 m m

T Q

C V 100 mm 75 mm 100 m

m 50 m

m

EXEMPLO 10:

Dimensionar o sistema de esgoto sanitário para o banheiro de um

edifício residencial com 12 pavimentos tipo, térreo e subsolo. Considerar pé

direito de 2,80 m.

1.

Ramais de descarga

(TABELA 1)

Lv -

1 UHC

Î

D = 40 mm

Bi -

1 UHC

Î

D = 40 mm

Ch -

2 UHC

Î

D = 40 mm

BS -

6 UHC

Î

D = 100 mm

2.

Ramal de esgoto

(TABELA 3)

Aparelho UHC

1 Lv

1

1 Bi 1

1 Ch

2

(22)

3.

Tubo de Queda

(TABELA 4)

Aparelho UHC

1 BS 6

1 Lv

1

1 Bi 1

1 Ch

2

Î

10 UHC x 12 Pav. =

120 UHC

Î

D = 100 mm

4.

Subcoletor

(TABELA 5)

Aparelho de maior UHC

Î

BS = 6

Trecho AB:

6 UHC x 12 Pav. =

72 UHC

Î

D = 100 mm

com i

mín

= 1%

TQ1

TQ2

A

B

C

Trecho BC:

72 UHC x 2 =

144 UHC

Î

D = 100 mm

com i

mín

= 1%

5.

Ventilação

5.1.

Distância máxima da caixa sifonada ao tubo ventilador

(TABELA 6)

Para D

RE

= 50 mm

Î

D

MÁX

= 1,20 m

D = 1,05 m

< D

MÁX

OK!

5.2.

Ramal de ventilação (

TABELA 7

)

Aparelhos UHC

1 BS 6

1 Lv

1

1 Bi 1

1 Ch

2

10 UHC

Î

D = 50mm

5.3.

Coluna de ventilação (

TABELA 8

)

UHC = 12 x 10 = 120

(23)

A. CAIXAS DE GORDURA

a

1

.

Caixa de gordura pequena (CGP), cilíndrica:

Î

Para a coleta de apenas

1 cozinha

ƒ

diâmetro interno:

0,30 m

ƒ

parte submersa do septo:

0,20 m

ƒ

capacidade de retenção:

18 litros

ƒ

diâmetro da tubulação saída:

75 mm

a

2

.

Caixa de gordura simples (CGS), cilíndrica:

Î

Para a coleta de

1 cozinha ou 2 cozinhas

ƒ

diâmetro interno:

0,40 m

ƒ

parte submersa do septo:

0,20 m

ƒ

capacidade de retenção:

31 litros

ƒ

diâmetro da tubulação saída:

75 mm

51,1

D3

102,1

D2

312

D1

462

C

386,5

B

591

A

Dimensões

(mm)

Cotas

(24)

a

3

.

Caixa de gordura dupla (CGD), cilíndrica:

Î

Para a coleta de

2 cozinhas ou 3 a 12 cozinhas

ƒ

diâmetro interno:

0,60 m

ƒ

parte submersa do septo:

0,35 m

ƒ

capacidade de retenção:

120 litros

ƒ

diâmetro da tubulação saída:

100 mm

CAIXAS DE GORDURA

a4.

Caixa de gordura especial (CGE), prismática de base

retangular:

ƒ

distância mínima entre o septo e a saída: 0,20 m

ƒ

volume da câmara de retenção de gordura:

V = 2 N + 20

onde:

N =

n

o

de pessoas servidas pelas cozinhas que

contribuem para a caixa de gordura no turno

em que existe maior afluxo;

V =

volume em litros.

ƒ

altura molhada:

0,60 m

ƒ

parte submersa do septo:

0,40 m

ƒ

diâmetro mínimo da tubulação de saída:

100 mm

Î

Para a coleta de mais de

12 cozinhas, ou ainda, para

(25)

a4.

Caixa de gordura especial (CGE),

prismática de base retangular:

CAIXAS DE GORDURA

onde:

N =

n

o

de pessoas servidas

pelas cozinhas que

contribuem para a caixa de

gordura no turno

em que existe maior afluxo;

V =

volume em litros.

V = 2 N + 20

B. CAIXAS DE INSPEÇÃO

As caixas de inspeção devem ter:

ƒ

profundidade máxima de 1,00 m;

ƒ

base quadrada ou retangular de

lado mínimo de 0,60 m, ou

diâmetro mínimo igual a 0,60 m;

ƒ

tampa facilmente removível,

permitindo perfeita vedação;

(26)

O dimensionamento é feito considerando-se

os seguintes parâmetros:

ƒ

A capacidade da bomba em função da

vazão máxima provável

de contribuição

dos aparelhos que possam estar em funcionamento

simultâneo;

ƒ

O tempo de detenção

( d )

do esgoto na caixa;

ƒ

O intervalo de tempo

( t )

entre duas partidas consecutivas do

motor.

C. SISTEMA DE RECALQUE

Caso 1 -

A caixa coletora que recebe efluentes de bacias sanitárias,

deve ter:

ƒ

profundidade mínima de 0,90 m

, a

partir do nível da geratriz inferior da

tubulação afluente mais baixa e

fundo inclinado para impedir a

deposição de materiais sólidos

quando a caixa for esvaziada

completamente;

ƒ

ventilação

por um tubo ventilador,

preferencialmente independente de

qualquer outra ventilação utilizada no

edifício;

ƒ

dois grupos motobomba

, para

funcionamento alternado;

ƒ

diâmetro mínimo da tubulação de

recalque: Ø75 mm.

(27)

Caso 2 -

A caixa coletora que

NÃO

recebe

efluentes de bacias sanitárias, deve ter:

ƒ

profundidade mínima de 0,60 m

;

ƒ

diâmetro mínimo da tubulação

de

recalque: Ø40 mm.

DIMENSIONAMENTO

ƒ

Volume útil da caixa coletora:

4

t

Q

Vu

=

onde:

Vu -

volume compreendido entre o nível máximo e o nível

mínimo de operação da caixa (faixa de operação da

bomba), em m

3

;

Q -

capacidade da bomba determinada em função da vazão

afluente de esgoto à caixa coletora, em m

3

/min;

t -

intervalo de tempo entre duas partidas consecutivas do

motor, em minutos.

C. SISTEMA DE RECALQUE

Recomenda-se que o intervalo entre duas partidas

( t )

consecutivas

do motor

não seja inferior a 10 min

e que a

capacidade da bomba

seja considerada como sendo, no mínimo, igual a

duas vezes a

vazão

afluente de esgoto sanitário.

C. SISTEMA DE RECALQUE

ƒ

O tempo de detenção do esgoto na caixa coletora pode ser determinado

a partir da seguinte equação:

q

V

d

=

t

onde:

d -

tempo de

detenção do esgoto na caixa coletora, em minutos;

V

t

-

volume total da caixa coletora, em m

3

;

q -

vazão média de esgoto afluente, em m

3

/min.

O

tempo de detenção

do esgoto na caixa não deve ultrapassar

(28)

A

L

T

U

R

A

M

A

N

O

M

É

T

R

IC

A

(m

ca

)

C. SISTEMA DE RECALQUE – curvas características das bombas

ƒ

Sistema:

ƒ

Altura manométrica

Hman (mca);

Imagem

Tabela 4 - - Dimensionamento Dimensionamento de tubos de queda. de tubos de queda.
TABELA 5:  Dimensionamento de subcoletores Dimensionamento de  subcoletores e coletores e coletores
Tabela 6 - Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador.
Tabela 8 - Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação.

Referências

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