Curso de Engenharia Civil
4º ANO
Universidade Federal de Goiás
Escola de Engenharia Civil
SISTEMAS PREDIAIS DE
ESGOTO SANITÁRIO
Prof. MSc. Ricardo Prado Abreu Reis
Setembro - 2007
RPES
CV
VP
CV
VP
Sc
CC
CP
CI
I
I
I
I
II
II
II
II
SS1oPav. 2oPav. 4oPav.
3oPav. 5oPav. Cob.
TQ
TQ
5
3
1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação
2 - sifão 6 - coletor predial
3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária
4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação
1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação
2 - sifão 6 - coletor predial
3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária
4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação
5
3
1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação
2 - sifão 6 - coletor predial
3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária
4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação
1 - aparelho sanitário 5 - coluna de ventilação
2 - sifão 6 - coletor predial
3 - ramal de descarga 7 - ventilação primária
4 - tubo de queda 8 - ramal de ventilação
6
7
4
8
1
S
S
É
É
CULO XIX
CULO XIX
- Gases provenientes das tubulações de E.S.
podiam fazer mal à saúde, provocando epidemias, mesmo
morte. Verificou-se posteriormente que isto não era verdade,
pois a concentração de gases é
muito pequena,
constatando-se que os gases provenientes de esgoto são
bastante incômodos e podem afetar o estado psicológico das
pessoas.
EVOLU
EVOLU
Ç
Ç
ÃO DOS SISTEMAS PREDIAIS DE
ÃO DOS SISTEMAS PREDIAIS DE
ESGOTOS SANIT
ESGOTOS SANIT
Á
Á
RIOS
RIOS
1.
1.
Sistema de um s
Sistema de um s
ó
ó
tubo de queda
tubo de queda
(
(
sem sifão
sem sifão
)
)
Por questões de costume de arquitetura
Introdução dos sifões e a conseqüente necessidade
de
ventilar
o sistema de esgoto.
SIFÃO
SIFÃO
Componente separador destinado a
Componente separador destinado a
impedir a
impedir a
passagem dos gases
passagem dos gases
do interior das tubula
do interior das tubula
ç
ç
ões
ões
para o ambiente sanit
2.
Sistema com dois tubos de
Sistema com dois tubos de
queda, totalmente ventilados
queda, totalmente ventilados
3.
Sistema com um tubo de
Sistema com um tubo de
queda, totalmente
queda, totalmente
ventilado
ventilado
4.
FENÔMENOS QUE AFETAM OS FECHOS
FENÔMENOS QUE AFETAM OS FECHOS
H
H
Í
Í
DRICOS DOS SIFÕES
DRICOS DOS SIFÕES
SIFONAGEM
SIFONAGEM
Î
conjunto de fenômenos determinantes da
redução total ou parcial da coluna d’água em um sifão.
EVAPORA
EVAPORA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
periodicidade de uso dos aparelhos sanitários;
velocidade de evaporação da água do sifão
;
usualmente considerado: 1,3 a 11,4 mm/semana, para
um período de não utilização de 4 semanas;
Inglaterra:
2,5 mm/semana;
Dinamarca:
2,0 mm/semana.
fun
AUTO
AUTO-
-SIFONAGEM
SIFONAGEM
Redução
do fecho hídrico
de um sifão, ocasionada
pelo escoamento do
aparelho sanitário ligado
diretamente a este sifão.
SIFONAGEM INDUZIDA
SIFONAGEM INDUZIDA
Redu
Redu
ç
ç
ão
ão
do fecho h
do fecho h
í
í
drico de um sifão, ocasionada
drico de um sifão, ocasionada
pelo escoamento de outros aparelhos sanit
pelo escoamento de outros aparelhos sanit
á
á
rios, não
rios, não
ligados diretamente a este sifão.
SOBREPRESSÃO NO FECHO H
SOBREPRESSÃO NO FECHO H
Í
Í
DRICO
DRICO
Ocorre devido
Ocorre devido
à
à
a
a
ç
ç
ão da descarga de outros aparelhos
ão da descarga de outros aparelhos
sanit
sanit
á
á
rios, gerando
rios, gerando
pressões positivas
pressões positivas
em fechos
em fechos
h
h
í
í
dricos.
dricos.
Em geral, ocorre nas mudanças bruscas de
direção do tubo de queda, devido ao bloqueio da
passagem do fluxo de ar que se desenvolve no
interior da tubulação. Pode provocar o retorno de
espuma para o interior dos aparelhos sanitários
ligados a trechos da tubulação passíveis da
ocorrência desta sobrepressão.
CARACTERIZA
CARACTERIZA
Ç
Ç
ÃO DOS FENÔMENOS
ÃO DOS FENÔMENOS
(3) sifonagem induzida,
devido ao escoamento
no tubo de queda;
(4) sobrepressão
(2) sifonagem induzida,
devido ao fluxo no ramal;
(1) aparelhos sujeitos à
Estabelece crit
Estabelece crité
érios para que o sistema seja
rios para que o sistema seja
projetado e executado de tal modo a:
projetado e executado de tal modo a:
possibilitar o r
possibilitar o r
á
á
pido escoamento e facilitar
pido escoamento e facilitar
a manuten
a manuten
ç
ç
ão;
ão;
impedir que os gases provenientes do
impedir que os gases provenientes do
interior do SPES atinjam
interior do SPES atinjam
á
á
reas de utiliza
reas de utiliza
ç
ç
ão;
ão;
evitar a contamina
evitar a contamina
ç
ç
ão da
ão da
á
á
gua pot
gua pot
á
á
vel.
vel.
NORMALIZA
NORMALIZA
Ç
Ç
ÃO: NBR
ÃO: NBR
-
-
8160/99
8160/99
Tubulaç
Tubula
ção de esgoto secund
ão de esgoto secundá
ário
rio
9
protegidas, por
protegidas, por
desconectores
desconectores
, dos gases
, dos gases
provenientes das tubula
provenientes das tubula
ç
ç
ões prim
ões prim
á
á
rias.
rias.
Tubulaç
Tubula
ção de esgoto prim
ão de esgoto primá
ário
rio
9
acesso a gases provenientes do coletor
acesso a gases provenientes do coletor
p
p
ú
ú
blico ou dispositivos de tratamento.
blico ou dispositivos de tratamento.
Tubula
Tubula
ç
ç
ão de ventila
ão de ventila
ç
ç
ão
ão
9
prote
prote
ç
ç
ão dos fechos h
ão dos fechos h
í
í
dricos dos
dricos dos
desconectores
desconectores
.
.
ELEMENTOS DOS SISTEMA
ELEMENTOS DO SISTEMA
ELEMENTOS DO SISTEMA
TQB
PVC 100
CV
PVC 75
CS 150X150X50 EB
30
30 80 125
01
40mm
40mm 100mm
50mm
50mm
40mm
11
Podem ser dimensionados utilizando-se:
m
m
é
é
todo hidr
todo hidr
á
á
ulico;
ulico;
m
m
é
é
todo das Unidades de
todo das Unidades de
Hunter
Hunter
de Contribui
de Contribui
ç
ç
ão
ão
-
-
UHC.
UHC.
Em qualquer um dos m
Em qualquer um dos m
é
é
todos respeitar os diâmetros nominais
todos respeitar os diâmetros nominais
m
m
í
í
nimos dos ramais de descarga indicados na Tabela 1.
nimos dos ramais de descarga indicados na Tabela 1.
Unidades de
Unidades de
Hunter
Hunter
de Contribui
de Contribui
ç
ç
ão
ão
-
-
UHC
UHC
Fator num
Fator num
é
é
rico que representa a contribui
rico que representa a contribui
ç
ç
ão considerada
ão considerada
em fun
em fun
ç
ç
ão da utiliza
ão da utiliza
ç
ç
ão habitual de cada tipo de aparelho
ão habitual de cada tipo de aparelho
sanit
sanit
á
á
rio.
rio.
DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA
DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA
RAMAIS DE DESCARGA
RAMAIS DE DESCARGA
Recebem diretamente os efluentes dos aparelhos
sanitários.
DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA
DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA
I
mín
D
≤
75 mm
D
≥
100 mm
2%
TABELA 1:
TABELA 1:
Diâmetro do ramal de descarga
Diâmetro do ramal de descarga
A p a r e l h o s a n i t á r i o u n i d a d e s d eN ú m e r o d e H u n t e r d e c o n t r i b u i ç ã o
D i â m e t r o n o m i n a l m í n i m o d o r a m a l
d e d e s c a r g a ( D N ) B a c i a s a n i t á r i a 6 1 0 0 ( 1 ) B a n h e i r a d e r e s i d ê n c i a 2 4 0
B e b e d o u r o 0 , 5 4 0
B i d ê 1 4 0
C h u v e i r o D e r e s i d ê n c i a C o l e t i v o
2 4
4 0 4 0 L a v a t ó r i o D e r e s i d ê n c i a
D e u s o g e r a l
1 2
4 0 4 0 M i c t ó r i o V á l v u l a d e d e s c a r g a
C a i x a d e d e s c a r g a D e s c a r g a a u t o m á t i c a D e c a l h a
6 5 2 2( 2 )
7 5 5 0 4 0 5 0 P i a d e c o z i n h a r e s i d e n c i a l 3 5 0
3 5 0
P i a d e c o z i n h a i n d u s t r i a l
P r e p a r a ç ã o L a v a g e m d e
p a n e l a s 4 5 0
T a n q u e d e l a v a r r o u p a s 3 4 0 M á q u i n a d e l a v a r l o u ç a s 2 5 0( 3 )
M á q u i n a d e l a v a r r o u p a s 3 5 0( 3 )
( 1 ) O d i â m e t r o n o m i n a l D N m í n i m o p a r a o r a m a l d e d e s c a r g a d e b a c i a s a n i t á r i a p o d e s e r r e d u z i d o p a r a D N 7 5 , c a s o j u s t i f i c a d o p e l o c á l c u l o d e d i m e n s i o n a m e n t o e f e t u a d o p e l o m é t o d o h i d r á u l i c o e a p ó s r e v i s ã o d a N B R 6 4 5 2 / 8 5 , p e l a q u a l o s f a b r i c a n t e s d e v e m c o n f e c c i o n a r v a r i a n t e s d a s b a c i a s s a n i t á r i a s c o m s a í d a p r ó p r i a p a r a p o n t o d e e s g o t o d e D N 7 5 , s e m n e c e s s i d a d e d e p e ç a e s p e c i a l d e a d a p t a ç ã o .
( 2 ) P o r m e t r o d e c a l h a – c o n s i d e r a r c o m o r a m a l d e e s g o t o . ( 3 ) D e v e m s e r c o n s i d e r a d a s a s r e c o m e n d a ç õ e s d o s f a b r i c a n t e s .
Tabela 2:
Unidades de
Unidades de
Hunter
Hunter
de Contribui
de Contribui
ç
ç
ão para aparelhos não
ão para aparelhos não
relacionados na Tabela 1.
relacionados na Tabela 1.
Diâm etro nom inal m ínim o
do ram al de descarga
DN
Núm ero de unidades de
Hunter de contribuição
UHC
40
2
50
3
75
5
100
6
Exemplo 1:
Exemplo 1:
Ramal de descarga para lavat
Ramal de descarga para lavat
ó
ó
rio de escola.
rio de escola.
UHC = 2
UHC = 2
Î
D = 40 mm
D = 40 mm
DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA
A partir da soma das UHC dos aparelhos
A partir da soma das UHC dos aparelhos
sanit
sanit
á
á
rios da Tabela 1, determinar atrav
rios da Tabela 1, determinar atrav
é
é
s da
s da
TABELA 3
TABELA 3
Î
Î
Diâmetro dos Ramais de Esgoto
Diâmetro dos Ramais de Esgoto
.
.
I
mín
D
≤
75 mm
D
≥
100 mm
2%
1%
RAMAIS DE ESGOTO
RAMAIS DE ESGOTO
Recebem os efluentes
de ramais de descarga
de ramais de descarga
diretamente ou a partir de um
diretamente ou a partir de um
desconector
desconector
.
.
Tabela 3:
Tabela 3:
Dimensionamento de ramais de esgoto.
Dimensionamento de ramais de esgoto.
Diâmetro nominal mínimo do tubo
DN
Número de unidades de Hunter de contribuição
UHC 40 3 50 6 75 20 100 160
Exemplo 2:
Exemplo 2:
Ramal de esgoto de banheiro edif
Ramal de esgoto de banheiro edif
í
í
cio residencial.
cio residencial.
4 UHC Î
Tabela 3
Tabela 3
Î
D = 50 mm
1
1
1 Bi
1 Bi
2
2
1
1
Ch
Ch
1
1
1
1
Lv
Lv
UHC
UHC
Aparelho
TUBOS DE QUEDA
TUBOS DE QUEDA
Recebem efluentes de ramais de esgoto e
Recebem efluentes de ramais de esgoto e
ramais de descarga.
ramais de descarga.
N ú m e r o m á x i m o d e u n i d a d e s d e H u n t e r d e c o n t r i b u i ç ã o
D i â m e t r o n o m i n a l d o t u b o
D N P r é d i o d e a t é t r ê sp a v i m e n t o s P r é d i o c o m m a i s d e t r ê sp a v i m e n t o s
4 0
4
8
5 0
1 0
2 4
7 5
3 0
7 0
1 0 0
2 4 0
5 0 0
1 5 0
9 6 0
1 9 0 0
2 0 0
2 2 0 0
3 6 0 0
2 5 0
3 8 0 0
5 6 0 0
3 0 0
6 0 0 0
8 4 0 0
Tabela 4
Tabela 4
-
-
Dimensionamento
Dimensionamento
de tubos de queda.
de tubos de queda.
10 UHC/pavimento
Para todo o TQ:
Para todo o TQ:
10 UHC x 14 pavimentos = 140 UHC
D
D
TQ
TQ
= 100 mm
= 100 mm
TABELA 4
TABELA 4
1
1
1 Bi
1 Bi
6
6
1 BS
1 BS
10
10
∑
∑
UHC
UHC
2
2
1
1
Ch
Ch
1
1
1
1
Lv
Lv
UHC
UHC
Aparelho
Aparelho
Exemplo 3:
Tubo de queda de edif
Tubo de queda de edif
í
í
cio residencial com 14 pavimentos.
cio residencial com 14 pavimentos.
Banheiro contendo 1 BS, 1
5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2 = 46 UHC/pav.
Para todo o TQ:
Para todo o TQ:
46 UHC x 20 pavimentos = 920 UHC
D
D
TQ
TQ
= 150 mm
= 150 mm
TABELA 4
TABELA 4
6
6
5 BS
5 BS
2
2
3
3
Mc
Mc
2
2
5
5
Lv
Lv
UHC
UHC
Aparelho
Aparelho
Exemplo 4:
Tubo de queda de edif
Tubo de queda de edif
í
í
cio comercial com 20 pavimentos.
cio comercial com 20 pavimentos.
Banheiro contendo 5 BS, 5
Banheiro contendo 5 BS, 5
Lv
Lv
e 3
e 3
Mc
Mc
com descarga
com descarga
autom
autom
á
á
tica.
tica.
Os tubos de queda devem, sempre que possível, ser
instalados em um único alinhamento. Quando
necessários, os desvios devem ser feitos com curvas
de raio longo ou duas curvas de 45º;
Devem ser previstos tubos de queda especiais para
pias de cozinhas e máquinas de lavar louças,
providos de ventilação primária, os quais devem
descarregar em uma caixa de gordura coletiva;
DTQ
≥
ao maior diâmetro a ele ligado.
OBSERVA
Subcoletores
Subcoletores
e coletores
e coletores
Os subcoletores e coletor predial são dimensionados pela
somatória das UHC conforme os valores da
Tabela 5.
Tabela 5.
Edif
Edif
í
í
cios residenciais aparelho sanit
cios residenciais aparelho sanit
á
á
rio de
rio de
maior UHC de cada banheiro;
maior UHC de cada banheiro;
Demais casos UHC de todos os aparelhos.
Demais casos UHC de todos os aparelhos.
Os subcoletores recebem efluentes de um ou mais
tubos de queda ou de ramais de esgoto e os coletores
de todo o edifício e podem ter
declividade m
declividade m
á
á
xima de
xima de
5%.
5%.
OBSERVA
OBSERVA
Ç
Ç
ÕES:
ÕES:
N ú m e r o m á x im o d e u n id a d e s d e H u n t e r d e
c o n t r ib u iç ã o e m f u n ç ã o d a s d e c liv id a d e s m ín im a s
( % )
D iâ m e t r o n o m in a l
d o t u b o
D N
0 ,5
1
2
4
1 0 0
- - -
1 8 0
2 1 6
2 5 0
1 5 0
- - -
7 0 0
8 4 0
1 0 0 0
2 0 0
1 4 0 0
1 6 0 0
1 9 2 0
2 3 0 0
2 5 0
2 5 0 0
2 9 0 0
3 5 0 0
4 2 0 0
3 0 0
3 9 0 0
4 6 0 0
5 6 0 0
6 7 0 0
4 0 0
7 0 0 0
8 3 0 0
1 0 0 0 0
1 2 0 0 0
TABELA 5:
Aparelho de maior UHC
Aparelho de maior UHC Î
Î
BS = 6
BS = 6
6 UHC x12
6 UHC x12
pav
pav
. = 72 UHC
. = 72 UHC
Î
Î
100 mm, com
100 mm, com
i
i
m
m
í
í
n
n
= 1%
= 1%
Trecho AB:
Trecho AB:
Exemplo 5:
Exemplo 5:
Subcoletor
Subcoletor
de edif
de edif
í
í
cio residencial com 12 pavimentos.
cio residencial com 12 pavimentos.
Banheiro contendo 1 BS, 1
Banheiro contendo 1 BS, 1
Lv
Lv
, 1 Bi e 1Ch.
, 1 Bi e 1Ch.
TQ1
TQ2
A
B
C
72 UHC x 2
72 UHC x 2
Î
Î
144 UHC
144 UHC
Î
Î
100 mm, com
100 mm, com
i
i
m
m
í
í
n
n
= 1%
= 1%
Trecho BC:
Trecho BC:
SUBSISTEMA DE VENTILA
SUBSISTEMA DE VENTILA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
Tem a fun
Tem a fun
ç
ç
ão de conduzir os gases para a atmosfera e
ão de conduzir os gases para a atmosfera e
evitar que os mesmos se encaminhem para os
evitar que os mesmos se encaminhem para os
ambientes sanit
SUBSISTEMA DE VENTILA
SUBSISTEMA DE VENTILA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
Distância máxima de um
desconector ao tubo ventilador
D i â m e t r o n o m i n a l d o r a m a l d e
d e s c a r g a ( D N )
D i s t â n c i a m á x i m a
( m )
4 0
1 , 0 0
5 0
1 , 2 0
7 5
1 , 8 0
1 0 0
2 , 4 0
Tabela 6
- Distância máxima de um desconector ao tubo ventilador.
Ramais de ventila
Ramais de ventila
ç
ç
ão
ão
São dimensionados atrav
São dimensionados atrav
é
é
s da
s da
Tabela 7
Tabela 7
.
.
G r u p o d e a p a r e l h o s s e m b a c i a s s a n i t á r i a s
G r u p o d e a p a r e l h o s c o m b a c i a s s a n i t á r i a s
N ú m e r o d e u n i d a d e s d e H u n t e r
d e c o n t r i b u i ç ã o
D i â m e t r o n o m i n a l d o r a m a l d e
v e n t i l a ç ã o
N ú m e r o d e u n i d a d e s d e H u n t e r
d e c o n t r i b u i ç ã o
D i â m e t r o n o m i n a l d o r a m a l d e
v e n t i l a ç ã o
A t é 1 2 4 0 A t é 1 7 5 0
1 3 a 1 8 5 0 1 8 a 6 0 7 5
1 9 a 3 6 7 5 - - -
-Tabela 7
Tabela 7 -
Dimensionamento de ramais de ventila
Dimensionamento de ramais de ventila
ç
ç
ão.
ão.
Exemplo 7:
Exemplo 7:
D
50 mm
100 mm
50
mm
40 mm
100 mm
TQ
CV
50 mm
São dimensionados através da
Tabela 8
.
Tabela 8 -
Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação.
D i â m e t r o n o m i n a l m í n i m o d o t u b o d e v e n t i l a ç ã o 4 0 5 0 7 5 1 0 0 1 5 0 2 0 0 2 5 0 3 0 0
D i â m e t r o n o m i n a l d o
t u b o d e q u e d a o u
d o r a m a l d e e s g o t o
D N
N ú m e r o d e u n i d a d e s d e
H u n t e r d e
c o n t r i b u i ç ã o C o m p r i m e n t o p e r m i t i d o
( m )
4 0 8 4 6 - - -
-4 0 1 0 3 0 - - -
-5 0 1 2 2 3 6 1 - - -
-5 0 2 0 1 5 4 6 - - -
-7 5 1 0 1 3 4 6 3 1 7 - - - -
-7 5 2 1 1 0 3 3 2 4 7 - - - -
-7 5 5 3 8 2 9 2 0 7 - - - -
-7 5 1 0 2 8 2 6 1 8 9 - - - -
-1 0 0 4 3 - 1 1 7 6 2 9 9 - - -
-1 0 0 1 4 0 - 8 6 1 2 2 9 - - -
-1 0 0 3 2 0 - 7 5 2 1 9 5 - - -
-1 0 0 5 3 0 - 6 4 6 1 7 7 - - -
-1 5 0 5 0 0 - - 1 0 4 0 3 0 5 - -
-1 5 0 1 1 0 0 - - 8 3 1 2 3 8 - -
-1 5 0 2 0 0 0 - - 7 2 6 2 0 1 - -
-1 5 0 2 9 0 0 - - 6 2 3 1 8 3 - -
-2 0 0 1 8 0 0 - - - 1 0 7 3 2 8 6 -
-2 0 0 3 4 0 0 - - - 7 5 7 2 1 9 -
-2 0 0 5 6 0 0 - - - 6 4 9 1 8 6 -
-2 0 0 7 6 0 0 - - - 5 4 3 1 7 1 -
-2 5 0 4 0 0 0 - - - - 2 4 9 4 2 9 3
-2 5 0 7 2 0 0 - - - - 1 8 7 3 2 2 5
-2 5 0 1 1 0 0 0 - - - - 1 6 6 0 1 9 2 -2 5 0 1 5 0 0 0 - - - - 1 4 5 5 1 7 4 -3 0 0 7 3 0 0 - - - - 9 3 7 1 1 6 2 8 7 3 0 0 1 3 0 0 0 - - - - 7 2 9 9 0 2 1 9 3 0 0 2 0 0 0 0 - - - - 6 2 4 7 6 1 8 6 3 0 0 2 6 0 0 0 - - - - 5 2 2 7 0 1 5 2
≥
≥
≥
Exemplo 8:
Edifício residencial de 8 pavimentos com pé direito de 3,0 m
e banheiro contendo 1 BS, 1 Lv, 1 Bi e 1 Ch.
∑
UHC = (6 + 1 + 1 + 2) 8 = 80
Î
TABELA 4
Î
D
TQ
= 100 mm
H = 3,0 x 8 = 24 m
Î
TABELA 8
Î
D
CV
= 75 mm
Exemplo 9:
Edifício comercial de 20 pavimentos com pé direito de 3,0 m e
sanitário contendo 5 BS, 5 Lv e 3 Mc com descarga automática.
∑
UHC = (5 x 6 + 5 x 2 + 3 x 2) 20 = 920
Î
TABELA 4
Î
DTQ
= 150mm
H = 3,0 x 20 = 60 m
Î
TABELA 8
Î
DCV
= 150 mm
A ventila
A ventila
ç
ç
ão secund
ão secund
á
á
ria pode ser realizada por meio de dispositivos
ria pode ser realizada por meio de dispositivos
de admissão de ar, ou seja, v
de admissão de ar, ou seja, v
á
á
lvulas de admissão de ar (VAA)
lvulas de admissão de ar (VAA)
devidamente posicionadas no sistema.
9
não efetuar ligações nas regiões de ocorrência de sobrepressão;
9
efetuar o desvio do tubo de queda para a horizontal com
dispositivos que atenuem a sobrepressão - curva de 90º raio longo ou duas
curvas de 45º;
9
instalar dispositivos com a finalidade de evitar o retorno de espuma.
Como evitar o retorno de espuma?
ZONAS DE SOBREPRESSÃO
ZONAS DE SOBREPRESSÃO
40 m m
T Q
C V 100 mm 75 mm 100 m
m 50 m
m