São Paulo, 14 de Agosto de 2017 – A LPS Brasil (B3: LPSB3), empresa de soluções integradas de intermediação, consultoria e promoção de financiamentos de imóveis no Brasil, anuncia hoje seus resultados referentes ao 2T17. As informações financeiras e operacionais a seguir são apresentadas com bases consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dados gerenciais da LPS Brasil – Consultoria de Imóveis S.A. e suas controladas.
DESTAQUES 2T17
1
2T16 2T17 Var. % 2T16 2T17 Var. %
1.677.698 1.608.066 -4%
VGV Intermediado Operações Próprias 1.677.698 1.217.751 -27%
VGV Intermediado Franquias 0 390.315 -
2,20% 2,20% 0,00 pp 2,59% 2,42% -0,17 pp
37.549 29.603 -21%
-505 -9.836 -1848% 2.577 -3.250 -226%
-1,3% -33,2% -31,9 pp 6,9% -11,0% -17,9 pp
-3.559 -8.262 -132% -557 -1.845 -231%
-9,5% -27,9% -18,4 pp -1,5% -6,2% -4,7 pp
-8.276 -32.752 -296% -5.275 -26.334 -399%
-22,0% -110,6% -88,6 pp -14,0% -89,0% -75,0 pp
3.809 3.514 -8%
10.653 7.116 -33%
Sem Não Recorrentes 1,2
Lucro Líquido atribuível aos acionistas da Controladora Antes do IFRS*
Margem Líquida Antes do IFRS
Unidades Intermediadas Corretores Associados
1. Em 2T16, efeitos não recorrentes com despesas de reestruturação e rescisões de contratos de trabalho.
2. Em 2T17, efeitos não recorrentes com rescisões de contratos de trabalho, baixa de ativos e contingências cíveis.
3. Taxa líquida considerando mercado primário e secundário.4. Taxa líquida apenas para lançamentos no estado de São Paulo.
* Consideramos o Lucro Líquido ajustado por efeitos não caixa com IFRS 3 (Combinação de Negócios) o indicador de Lucro mais apurado para medir a performance da Companhia.
Destaques Operacionais e Financeiros
Margem EBITDA
Lucro Líquido atribuível aos acionistas da Controladora Após IFRS Margem Líquida Após IFRS
(R$ milhares, exceto percentuais, unidades e corretores)
VGV Intermediado Total
Taxa Líquida – Brasil³ Taxa Líquida – SP4 Receita Líquida EBITDA
Total de intermediações atingiu R$ 1,6 bilhão no 2T17¹, 4% inferior ao 2T16;
Operação da RMSP apresentou um aumento de 19% no VGV intermediado, comparando 1S17 vs. 1S16;
VGV do mercado secundário aumentou 29% vs. 2T16, crescimento alcançado através do business de franquia;
Custos e Despesas (desconsiderando não recorrentes) de R$ 32,9 milhões, 6% inferior ao 2T16;
Resultado controladores2de R$ -1,8 milhão, excluindo o prejuízo da Patrimóvel o lucro seria R$ 695 mil.
1. Incluindo franquias; 2. Antes do IFRS e sem não recorrentes.
VGV Intermediado*
-21%
2T17 29,6
2T16 37,5
138 271
-49%
2T17 2T16
Volume Financiado CrediPronto
-1.848%
2T17 -9,8 (-33%)
-3,2
(-11%)
-6,6
2T16 -0,5
(-1%)
2,6
(7%)
-3,1
Não recorrentes1;2
1. No 2T16 efeitos não recorrentes com despesas de reestruturação e rescisões de contratos de trabalho.
2. No 2T17 efeitos não recorrentes com rescisões de contratos de trabalho, baixa de ativos e contingências cíveis.
3. O EBITDA não é uma medida utilizada nas práticas contábeis e também não representa o fluxo de caixa para os períodos apresentados, não devendo ser considerado como uma alternativa ao fluxo de caixa na qualidade de indicador de liquidez. O EBITDA da Companhia foi calculado antes do IFRS.
-26,3
(-89%)
-6,4
2T16 -8,3
(-22%)
-5,3
(-14%)
-3,0
-296%
2T17 -32,8
(-111%)
2T17 -132%
-8,3
(-28%)
-1,8 (-6%) -6,4
2T16 -3,6
(-9%)
-0,6
(-1%)
-3,0
Não recorrentes1,2
(Em milhões de reais, exceto percentuais)
Receita Líquida EBITDA³ e Margem EBITDA (%)
Lucro Líquido Controladores Antes do IFRS e Margem Líquida (%)
Lucro Líquido Controladores Após IFRS e Margem Líquida (%)
DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS
2 Não recorrentes1,2
2T17 1.298 1.608 -4%
310
2T16 1.678
1.437 241
Mercado Secundário Mercado Primário
* Inclui Franquia
Mercado Primário Lucro e Margem Líquida
Lucro Líquido Antes do IFRS e Margem Líquida (%)
-690 (-41%)
Amortização de Intangível
49 Reavaliação das
Calls e Puts -1.999
Lucro Líquido Após IFRS Margem Líquida
1.260 (75%)
Diante dos efeitos acima mencionados, consideramos o EBITDA o melhor indicador de desempenho financeiro para analisar a Companhia.
RESULTADO POR SEGMENTO
RECONSTRUÇÃO EFEITOS DO IFRS NOS LUCROS DOS MERCADOS PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO
(Em milhares de reais, exceto percentuais)
Mercado Secundário Lucro e Margem Líquida
3
Resultado 2T17 Antes do IFRS e por Segmento (R$ milhares, exceto percentuais)
Receita Bruta de Serviços 29.692 1.880 1.660 33.233 - 33.233
Receita de Serviços Prestados 26.067 1.880 1.660 29.608 - 29.608
Apropriação de Receita da Operação Itaú 3.625 - - 3.625 - 3.625
Earn Out - - - - - -
Ajuste a Valor Presente - - - - - -
Receita Operacional Líquida 26.414 1.673 1.517 29.603 - 29.603
(-)Custos e Despesas (25.840) (1.339) (14) (27.192) (3.610) (30.802)
(-)Serviços Compartilhados (5.238) (332) (301) (5.871) (2.977) (8.847)
(-)Despesas de Stock Option CPC10 (242) - - (242) - (242)
(-)Apropriação de Despesas do Itaú (238) - - (238) - (238)
(+/-) Equivalência Patrimonial 202 - 489 690 - 690
(=)EBITDA (4.943) 2 1.691 (3.250) (6.587) (9.836)
Margem EBITDA Ajustada -18,7% 0,1% 111,5% -11,0% - -33,2%
(-)Depreciações e amortizações (2.329) (97) (3) (2.429) - (2.429)
(+/-)Resultado Financeiro 755 11 0 766 - 766
(-)Imposto de renda e contribuição social 2.724 (606) (181) 1.937 - 1.937
(=)Lucro líquido Antes do IFRS (3.793) (690) 1.507 (2.976) (6.587) (9.562)
Margem Líquida Antes do IFRS -14,4% -41,2% 99,4% -10,1% -32,3%
Sócios não controladores 1.131 169 1.300
(=)Lucro Líquido atribuível aos Controladores Antes do IFRS (1.845) (6.418) (8.262)
Margem líquida Controladores -6,2% -27,9%
Consolidado Primário Secundário CrediPronto Consolidado Sem
não recorrentes ¹
Não Recorrentes ¹
* Consideramos o Lucro Líquido ajustado por efeitos não caixa com IFRS 3 (Combinação de Negócios) o indicador de Lucro mais apurado para medir a performance da Companhia.
1. No 2T17 efeitos não recorrentes com rescisões de contratos de trabalho, baixa de ativos e contingências cíveis.
Lucro Líquido Antes do IFRS e Marg.
Líquida (%) Impactos
Outras Despesas
LPS 24.272
Amortização de Intangível IR/CSLL
diferido sobre Intangível
960 Reavaliação
das Calls e Puts -5.467 Lucro
Líquido Após IFRS Marg.
Líquida (%) -26.134
(-99%)
2.576
-3.793 (-14%)
O VGV intermediado no mercado primário, considerando as franquias, apresentou queda de 10% em relação ao 2T16 e somou R$ 1,3 bilhão. O VGV das franquias foi de R$ 121 milhões.
Analisando pela perspectiva semestral, a operação da região metropolitana de São Paulo apresentou uma melhora de 19%
no valor intermediado no 1S17 vs. 1S16, apesar da redução de 12% no volume lançado no mesmo período.
Quanto às unidades intermediadas, no 2T17 foram registradas 3.775 unidades no mercado primário, aumento de 9% em relação ao 2T16. É possível observar que apesar da queda no VGV, as unidades intermediadas aumentaram em 9%, indicando uma redução no tíquete médio dos imóveis comercializados. Esta mudança no mix de produtos é evidenciada nos gráficos da página 06, nos quais são demonstrados um aumento na intermediação de unidades até R$ 150 mil.
O mercado secundário apresentou 87% de representatividade das franquias, somando assim R$ 310 milhões no trimestre, sendo R$ 40 milhões referentes às operações próprias e R$ 269 milhões às franquias, aumento de 29% em relação ao 2T16.
A receita correspondente ao VGV destas operações franqueadas é reconhecido de forma distinta dos demais, ou seja, são contabilizadas como royalties, conforme demonstrado no item Receita Bruta, da página 09.
No 2T17 foram intermediadas 797 unidades no mercado secundário, aumento de 135% comparado ao 2T16. Deste total de unidades intermediadas, 730 são referentes as franquias e 67 as operações próprias.
DESEMPENHO OPERACIONAL 2T17
VGV Intermediado [R$ MM]
Intermediações Mercado Primário
VGV [R$ MM] Unidades
Intermediações Mercado Secundário
VGV [R$ MM] Unidades
+9%
2T17 2T16
3.470 3.775
3.447 328
67 730
2T16 339
+135%
2T17 797
339
4
+32%
+20%
2T17 3.775 3.470
339
4.572 797
2T16 3.809
Unidades -4%
2T17 1.608
1.437 241
1.298 310
2T16 1.678
Mercado Secundário Mercado Primário
1.298
1.177 121 -10%
2T17 2T16
1.437
Operações Próprias Franquias
2T17 +29%
310
40 269
2T16 241
241
VGV Intermediado por Região Geográfica – 2T16 vs. 2T17
No 2T17, o VGV intermediado apresentou um crescimento de 8 pontos percentuais em São Paulo, atingindo 52% do total de intermediações da empresa, seguido pela Região Sul que atingiu 17% do total. Rio de Janeiro e demais regiões mantiveram-se estáveis, somando 31% de participação.
2%
7%6%
16%
24%
44%
7%3%
6%
19%
18% 47%
DESEMPENHO OPERACIONAL
VGV Total Intermediado por Região
5 No 2T17, as regiões com maior relevância no VGV intermediado do Mercado Primário foram: São Paulo, Região Sul e Rio de Janeiro, com participações de 47%, 19% e 18% respectivamente.
No mercado secundário, o VGV intermediado considerando operações próprias e franquias, representou 77% na região de São Paulo. As demais regiões somaram 23%, distribuídos entre as regiões do Rio de Janeiro, Brasília, Sul e Outros.
2T17 2T16
VGV Intermediado por Região Mercado Primário
2T17 2T17
VGV Intermediado por Região Geográfica – Primário e Secundário 2T17
77%
7%
8%
2%
6%
Outros Nordeste
Brasília Rio de Janeiro
Sul São Paulo
VGV Intermediado por Região Mercado Secundário
6% 3%
16%
17%
6%
52%
São Paulo Sul Rio de janeiro Brasília Nordeste Outros
VGV Intermediado por Faixa de Preço - 2T16 vs. 2T17
No 2T17, destacamos que o VGV intermediado combinado entre os segmentos médio padrão, cujos imóveis custam entre 350 e 600 mil reais, e aqueles que custam a partir de 600 mil reais, atingiu 73% do volume intermediado total. Os segmentos econômico (<150) e médio-baixo padrão (150-350) juntos atingiram 27% do VGV intermediado no trimestre, resultado estável em relação ao mesmo período ano passado.
Unidades Intermediadas por Faixa de Preço - 2T16 vs.
2T17
Em relação ao 2T16, houve aumento na intermediação de unidades de médio-baixo padrão, que somaram 57% das unidades intermediadas, com destaque para as unidades até de R$ 150 mil. Já no segmento médio-alto padrão, as unidades acima de R$ 350 mil apresentaram redução na participação de 4 p.p. quando comparado ao mesmo período do ano passado.
43%
30%
26%
1%
44%
29%
26%
2%
18%
29% 46%
7%
>600 350-600 150-350
<150
16%
27%
39%
18%
41%
31%
27%
1%
94%
6%
1%
DESEMPENHO OPERACIONAL
VGV Intermediado por Faixa de Preço
2T16 2T17
Unidades Intermediadas por Faixa de Preço
2T16 2T17
6 No mercado primário, o VGV intermediado entre os segmentos médio padrão, cujos imóveis custam entre 350 e 600 mil reais, e os imóveis que custam a partir de 600 mil tiveram participação de 72% do VGV intermediado, aumento de 2 p.p. pontos percentuais quando comparado ao 2T16. O segmento econômico, apresentou participação de 1%, com variação negativa de 1 p.p.
No mercado secundário, destaque para a participação de 94% do VGV intermediado em imóveis acima de R$ 600 mil. Importante destacar que o resultado apresentado refere-se a única operação de SP e a concentração das intermediações em unidades com tíquete médio elevado dificulta a cobrança da comissão integral. Se observada a evolução das comissões no mercado secundário de SP, este é o menor patamar dos últimos 15 meses.
VGV Intermediado por Faixa de Preço – Mercado Primário e Secundário 2T17
350-600 >600 150-350
<150
VGV Intermediado por Faixa de Preço Mercado Primário
2T17 2T17
VGV Intermediado por Faixa de Preço Mercado Secundário
A velocidade de intermediação sobre a oferta total (VSO) no mercado primário aumentou em relação ao 2T16, e encerrou o período em 10,2%.
A velocidade de intermediação dos lançamentos no próprio trimestre, na cidade de São Paulo, apresentou uma queda de 7 p.p. em relação ao 2T16, reflexo da piora da confiança do consumidor. Ainda assim, quando comparada ao 1T17, houve um aumento de 2 p.p..
Os indicadores de velocidade de intermediação são calculados a partir das seguintes fórmulas:
7,1%
+3,1 p.p.
2T17 10,2%
2T16
7
VELOCIDADE DE INTERMEDIAÇÃO SOBRE A OFERTA TOTAL E DE LANÇAMENTOS
VSO Mercado Primário - Brasil
VSL São Paulo - SP -7 p.p
2T17
22%
2T16 VGV Intermediado Mercado Primário 29%
(Lançamentos* no 2T17) VSL =
VGV Intermediado Mercado Primário (Lançamentos* + Estoque*) VSO =
*ajustados pela participação da Companhia na intermediações
LANÇAMENTOS
EQUIPE DE INTERMEDIAÇÃO DE VENDAS
No 2T17 o número de corretores associados apresentou queda de 33% em relação ao 2T16 e encerrou o período com 7.116 corretores. Desconsiderando o impacto das empresas alienadas, o número de corretores permaneceria estável.
As imobiliárias do Grupo Lopes realizam a corretagem em associação com corretores independentes, de modo a partilhar com estes os valores resultantes das intermediações imobiliárias realizadas em parceria. Esta associação entre corretores pessoas físicas e corretores pessoas jurídicas é disciplinada pelo art.
6º, parágrafos 2º, 3º e 4º da Lei 6.530/1978 (alterada pela Lei 13.097/2015).
7.116 8.128
10.653
-33%
1.507
RJ 1.083
SP
2T16 Outros 2T17
4.526 1T17 Os lançamentos no 2T17 aumentaram em 4%, quando comparado ao
2T16.
A distribuição dos lançamentos por região foi a seguinte: São Paulo representou 67%, seguido pela região Sul com 25%, e as demais regiões com 8% sem lançamentos no Rio de Janeiro.
Para o 2S17, o pipeline previsto é de R$ 6,0 bilhões , 31% superior aos lançamentos realizado no mesmo período de 2016. Deste montante, 58% está concentrado na cidade de São Paulo. Caso concretizado, os lançamentos somarão R$ 8,7 bilhões ao final de 2017, o que representaria um aumento de 18% em relação a 2016, e um
importante resultado para a Companhia. 2T16
1.880 +4%
2T17 1.957
Lançamentos Pipeline Brasil Previsto
+31%
2S17e 6.038
1S16 4.621
A CrediPronto originou R$ 138 milhões no 2T17, redução de 49% comparado ao 2T16.
O número de contratos originados em 2T17 foi 50% menor na comparação com o ano anterior, somando 452 contratos.
A taxa média de financiamento da Credipronto no 2T17 foi de 10,8% + TR, apresentando redução de 0,2 p.p.
comparando com o mesmo período de 2016, com prazo médio de 326 meses e LTV médio de 49%.
Em relação ao 1T17, a redução na taxa foi de 0,1 p.p..
No 2T17, o saldo final da carteira de financiamentos diminuiu 1,2% em relação ao 2T16, atingindo R$ 5,8 bilhões.
O saldo médio neste período foi R$ 5,9 bilhões.
O volume total originado desde o início das operações da CrediPronto, em 2008, é de R$ 10 bilhões.
Desde junho de 2010 o saldo da carteira da CrediPronto veem apresentando crescimento médio de 3,5% ao mês.
0,4 1,2 2,3 2,4 2,6 2,8 3,0 3,2 3,5 3,7 3,9 4,1 4,2 4,3 4,4 4,5 4,7 4,9 5,0 5,2 5,4 5,6 5,7 5,8 5,9 5,9 5,9 6,0 5,92 5,90 5,80
jun/10 jun/11jun/12 jul/12 ago/12 set/12out/12 nov/12 dez/12 jan/13fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13jul/13 ago/13 set/13 out/13nov/13 dez/13 jan/14 fev/14mar/14 abr/14 mai/14 jun/14jul/14 ago/14 set/14 out/14nov/14 dez/14 jan/15 fev/15mar/15 abr/15 mai/15 jun/15 jul/15ago/15 set/15 out/15 nov/15dez/15 jan/16 fev/16 mar/16abr/16 mai/16 jun/16 jul/16ago/16 set/16 out/16 nov/16dez/16 jan/17 fev/17 mar/17 abr/17 mai/17 jun/17
Saldo Final da Carteira (R$ bilhões) 271
138 -49%
2T17 2T16
Volume Financiado CrediPronto
RESULTADO CREDIPRONTO 2T17
8 Destaques Operacionais e Financeiros
2T16 2T17 Var.%
Volume Financiado (R$ milhões) 271 138 -49%
Número de contratos 906 452 -50%
LTV médio 53% 49% -3,2 pp
Taxa média 11,0% 10,8% -0,2 pp
Prazo médio (meses) 320 326 1,9%
Saldo inicial da carteira (R$ milhões) 5.810 5.918 1,9%
Saldo final da carteira (R$ milhões) 5.876 5.808 -1,2%
Saldo médio da carteira (R$ milhões) 5.847 5.880 0,6%
Receita Bruta
Como pode ser observado na tabela 1, o VGV de intermediação divulgado no trimestre, tem por critério reconhecer somente as intermediações faturadas que, multiplicadas pela comissão líquida, resultam na receita bruta reconhecida no respectivo trimestre.
A linha “Outras Receitas” engloba as receitas de correspondente bancário, contabilizadas no segmento CrediPronto, e receitas com o pagamento de royalties das operações franqueadas. O VGV total destas operações foi de R$ 390 milhões, dos quais R$ 254 milhões pagam royalties e R$136 estão em carência de cobrança.
No 2T17, as operações franqueadas que pagam royalties, apresentaram uma receita de pagamento de royalties de R$ 1,1 milhão, resultando em um royalty médio de aproximadamente 0,4%.
DESEMPENHO FINANCEIRO
Receita Líquida [R$ MM]
-21%
29,6
2T17 2T16
37,5 A receita líquida da LPS Brasil atingiu R$ 29,6 milhões no 2T17,
queda de 21% em relação ao 2T16.
A redução na receita líquida é consequência da queda no VGV intermediado nos mercados primário e secundário. Conforme mencionado anteriormente, esta redução pode ser explicada pelas incertezas do cenário econômico e político do país, que impactam a confiança dos incorporadores e consumidores.
RECEITA LÍQUIDA
9 Comissão Líquida
Nas tabelas 2 e 3, pode ser observada a evolução histórica das comissões líquidas por segmento de atuação e região.
A receita de intermediação no 2T17 foi distribuída regionalmente em: São Paulo (54%), Rio de Janeiro (19%), Região Sul (13%), Brasília (7%), Região Nordeste (5%) e outros (2%).
Tabela 3 - Comissão Líquida
Praça Taxa Contribuição Taxa Contribuição
SP 2,49% 1,23 2,39% 1,19
RJ 1,98% 0,29 2,13% 0,41
SUL 1,70% 0,39 1,73% 0,29
DF 2,68% 0,16 2,52% 0,16
Nordeste 1,73% 0,09 1,70% 0,10
Outros 2,25% 0,04 2,39% 0,05
Total 2,20 2,20
1T17 2T17
Tabela 1 - Rec onc iliaç ão Rec eita Bruta [R$ MM] 2T17
VGV Faturado (a) 1.218
Taxa Líquida (b) 2,20%
Rec eita Bruta c om Intermediaç ão (a) x (b) 26,8
Apropriação de Receita da operação Itaú 3,6
Outras Receitas 2,9
AVP 0,0
Rec eita Bruta 33,2
Tabela 2 - Comissão Líquida
2T16 3T16 4T16 1T17 2T17
BRASIL 2,2% 2,2% 2,2% 2,2% 2,2%
Primário
SP 2,6% 2,4% 2,5% 2,5% 2,4%
RJ 2,0% 1,9% 2,1% 2,0% 2,1%
Sul 1,9% 2,0% 2,0% 1,7% 1,7%
DF 2,4% 2,4% 2,2% 2,7% 2,5%
Nordeste 1,7% 1,6% 1,9% 1,7% 1,7%
Outros 1,7% 1,9% 2,4% 2,3% 2,4%
Secundário
SP 2,1% 2,4% 2,0% 2,4% 1,9%
RJ 2,0% - - - -
Outros 1,9% 1,9% 1,7% - -
Custo dos Serviços Prestados e Despesas Operacionais O gráfico ao lado demonstra a evolução das despesas operacionais sem impactos do IFRS e não recorrentes. As despesas operacionais ficaram 6% abaixo do nível registrado no 2T16, atingindo o patamar de R$ 32,9 milhões no trimestre.
Ao longo dos últimos 3 anos a Companhia vem focando seus esforços em redução de custos, que incluíram a modificação do modelo de atuação no mercado secundário, a renegociação de contratos e mais recentemente a terceirização de atividades que antes eram realizadas internamente.
No 2T17, a Companhia apresentou despesas não recorrentes que somaram R$ 6,6 milhões e foram distribuídas da seguinte forma:
i) R$ 3,3 milhões são referentes à despesas com rescisões de contratos de trabalho, parte do processo de reestruturação mencionado acima; ii) R$ 1,9 milhão referente à baixa de ativos e iii) R$ 0,9 milhão relativo à contingências cíveis.
Inicialmente em R$ 115 milhões ao ano, o orçamento de custos e despesas foi revisado para R$ 125 milhões, incluindo despesas não recorrentes, por conta de despesas extraordinárias na Patrimóvel, conforme demonstrado a seguir:
Evolução no Número de Funcionários
(-32%)-244
2T16 757
513
1T17 584
4T16 633
3T16 623
2T17
-6%
2T17 32,9
2T16 35,0
DESEMPENHO FINANCEIRO
Despesas Operacionais Sem impacto do IFRS e não recorrentes
[R$ MM]
Custos e Despesas Operacionais * [R$ mil]
* Não considera os custos e despesas da CrediPronto, efeitos não recorrentes e equivalência patrimonial.
10 Impacto da operação Patrimóvel no resultado (RJ)
O mercado primário do Rio de Janeiro, historicamente o 2º maior mercado do país, não vem apresentando sinais de recuperação como os observados na cidade de São Paulo.
Além das questões econômicas e políticas que impactam a demanda em todo o país, o estado do Rio de Janeiro enfrenta desafios maiores dada à alta exposição ao setor público e à indústria de petróleo.
Analisando a tabela abaixo, nota-se que a operação da Patrimóvel possui margem de contribuição negativa e, se consideradas somente as demais operações, não haveria prejuízo no 2T17.
Resultado Consolidado 2T17 (sem não recorrentes e antes do IFRS) (R$ milhares, exceto percentuais)
Consolidado (A+B)
Patrimóvel (A)
Demais Operações (B)
Receita Operacional Líquida 29.603 2.174 27.429
(-)Custos e Despesas (32.853) (9.300) (23.553)
(=)EBITDA (3.250) (7.126) 3.876
Margem EBITDA Ajustada - 11% -327,7% 14%
Contribuição da Patrimóvel:
Receita líquida: 7%
Custos e Despesas: 28%
1T17 2T17 Var. R$ Var. %
Despesas de Pessoal 12.644 10.975 (1.669) -13%
Back Office de Intermediação* 66 114 48 73%
Serviços Terceirizados, Assessoria e Consultoria 2.720 3.201 481 18%
Infra – estrutura 4.641 5.234 592 13%
Telecomunicações 825 951 126 15%
Publicidade 1.315 1.297 (17) -1%
Materiais de Escritório 103 142 39 38%
Outras Despesas Operacionais 6.131 10.305 4.174 68%
0
PLR 837 529 (308) -37%
Apropriação de despesas do Itaú 238 238 0 0%
Stock Option 331 242 (88) -27%
Custos e Despesas [A] 29.851 33.229 3.378 11,3%
Despesas/Receitas não Recorrentes 1.971 6.587 4.615 234%
Impairment/Baixa por Alienação 0 24.272 24.272 0%
Depreciação 2.484 2.429 (55) -2%
Total [B] 4.455 33.288 28.832 647%
Total [A] + [B] 34.306 66.516 (32.210) 94%
Expectativa de custos e despesas para
os próximos trimestres de
R$ 27 milhões/tri.
O EBITDA Ajustado antes do IFRS totalizou R$ -3,2 milhões no 2T17, com margem EBITDA de -11%. Quando considerados os efeitos não recorrentes, o EBITDA totalizou R$ -9,8 milhões, com margem EBITDA de -33%, queda de 1.848% quando comparado ao 2T16.
O Lucro Líquido Ajustado antes do IFRS do 2T17 foi R$ -1,8 milhão, com margem de -6,2%. Considerando os efeitos não recorrentes o lucro líquido antes do IFRS totalizou R$ -8,3 milhões, com margem de -28%, redução de 132% em relação ao 2T16.
Reconciliação Lucro Líquido antes do IFRS
(R$ milhares) 2T16 2T17 Var. %
(=) Lucro Líquido Controladores Após IFRS -8.276 -32.752 -296%
Impactos em Outras Despesas e Receitas 5.371 24.272 352%
Impactos no Resultado Financeiro -3.616 -7.466 -106%
Impactos no IR/CSLL 910 960 5%
Impactos em Depreciação 2.591 2.625 1%
Impacto em Acionistas não Controladores -539 4.099 861%
(=) Lucro Líquido Controladores Antes do IFRS -3.559 -8.262 -132%
Margem líquida -9,5% -27,9% -18,4 pp
Efeitos não recorrentes 3.002 6.418 114%
(=) Lucro Líquido Controladores Antes do IFRS Ajustado1 -557 -1.845 -231%
Margem Líquida Ajustada1,2 -1,5% -6,2% -4,7 pp
2. No 2T17 efeitos não recorrentes com rescisões de contratos de trabalho, baixa de ativos e contingências cíveis.
1. No 2T16, efeitos não recorrentes com despesas de reestruturação e rescisões de contratos de trabalho.
Obs.: Consideramos o Lucro Líquido ajustado por efeitos não caixa com IFRS 3 (Combinação de Negócios) o indicador de Lucro mais apurado para medir a performance da companhia.
EBITDA
-9,8 (-33%)
- 1.848%
2T17
-3,2 (-11%)
-6,6
2T16
-0,5 (-1%) 2,6 (7%) -3,1
Não recorrentes1;2
EBITDA³ [R$MM]
Margem EBITDA (%)
LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IFRS
- 132%
2T17 -8,3
(-27,9%)
-1,8
(-6,2%)
-6,4
2T16 -3,6
(-9,5%)
-0,6
(-1,5%)
-3,0
Não recorrentes1,2
Lucro Líquido Controladores Antes do IFRS e Margem Líquida (%)
11
Reconciliação EBITDA - Sem efeito de IFRS
(R$ milhares) 2T16 2T17 Var. %
Lucro Líquido -8.065 -29.953 -271%
IR e CS 1.342 -977 -173%
Resultado Financeiro Líquido -4.766 -8.232 -73%
Depreciação e Amortização 5.613 5.054 -10%
Impairment 0 24.272 0%
Ganho na alienação de participação 5.371 0 -100%
EBITDA3 -505 -9.836 -1848%
Margem EBITDA -1,3% -33,2% -31,9 pp
Despesas (não recorrentes) 3.082 6.587 114%
EBITDA Ajustado1;2 2.577 -3.250 -226%
Margem EBITDA Ajustada1;2 6,9% -11,0% -17,9 pp
3. EBITDA sem efeito do IFRS
1. No 2T16, efeitos não recorrentes com despesas de reestruturação e rescisões de contratos de trabalho.
2. No 2T17 efeitos não recorrentes com rescisões de contratos de trabalho, baixa de ativos e contingências cíveis.
1) Perdas na alienação de investimentos;
2) Amortização de intangíveis;
3) Ganhos e Perdas com efeitos líquidos não caixa das contabilizações de earn outs e das opções de call e put das companhias controladas, baseado em valor justo conforme estimativas futuras;
4) IR Diferido sobre ativos intangíveis, calls e puts da LPS Brasil;
5) Efeitos relacionados com IR diferido e amortização de intangíveis nos acionistas não controladores.
LUCRO LÍQUIDO APÓS IFRS
No 2T17, o lucro líquido atribuível aos acionistas controladores após IFRS atingiu R$ -32,8 milhões com margem líquida de -111%, apresentando uma queda de 296% diante do 2T16.
Quando desconsiderados os efeitos não recorrentes o lucro líquido atribuível aos acionistas controladores após IFRS totalizou R$ -26,3 milhões com margem líquida de -89%.
Cabe ressaltar que os efeitos não caixa provocados pelo IFRS descritos na próxima página distorcem a comparação do lucro entre períodos. Desta forma, consideramos o Lucro antes do IFRS o indicador de lucro mais apurado para medir o desempenho da Companhia.
- 296%
2T17 -32,8
(-111%)
-26,3
(-89%)
-6,4
2T16 -8,3
(-22%)
-5,3
(-14%)
-3,0
Lucro Líquido Controladores Após IFRS e Margem Líquida (%)
Não recorrentes1;2
EFEITOS DO IFRS
1. No 2T17 efeitos não recorrentes com rescisões de contratos de trabalho, baixa de ativos e contingências cíveis.
2. No 2T16, efeitos não recorrentes com despesas de reestruturação e rescisões de contratos de trabalho.
(Em milhares de reais)
12 2T17
Descrição Antes do
IFRS Efeitos do IFRS* Após IFRS
Receita Operacional Líquida 29.603 - 29.603
Custos e Despesas (39.439) (24.272) (63.711) (1)
Depreciação e amortização (2.429) (2.625) (5.054) (2)
Resultado Financeiro 766 7.466 8.232 (3)
Lucro Operacional (11.499) (19.431) (30.930)
Imposto de Renda e Contribuição Social 1.937 (960) 977 (4)
Lucro Líquido (9.562) (20.391) (29.952)
Acionistas não controladores 1.300 (4.099) (2.799) (5)
Lucro Líquido Controladora (8.262) (24.489) (32.752)
Efeitos não recorrentes** 6.418 0 6.418
Lucro Líquido Controladora Ajustado (1.845) (24.489) (26.334)
* Efeitos não caixa referentes ao IFRS 3 (Combinação de Negócios) e IFRS 10.
** 1. No 2T17 efeitos não recorrentes com rescisões de contratos de trabalho, baixa de ativos e contingências cíveis.
O Imposto de Renda (IR) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) no 2T17 somou R$ 1,9 milhão.
A variação no período é explicada pelo efeito das alienações realizadas ao longo de 2016. As empresas alienadas eram deficitárias e por conta do prejuízo constituíam imposto diferido, que no efeito consolidado, reduziam a base de impostos.
549%
1,9
-0,4
2T17 2T16
IR e CSLL – Antes do IFRS [R$MM]
Em 30 de junho de 2017, a LPS Brasil apresentava um endividamento, contabilizado no balanço patrimonial, de R$ 6,5 milhões referentes ao pagamento dos earn outs e opções de venda da participação dos não controladores (Written Put) das aquisições realizadas. Este valor está concentrado no curto prazo.
Os valores projetados são referentes aos earn outs das aquisições realizadas, sendo os valores apresentados baseados nos cenários base de cada aquisição.
IR e CSLL
ENDIVIDAMENTO
PAGAMENTO DAS AQUISIÇÕES
13 (R$ milhões)
2S17 4T16 1T17
Total pago / a pagar 1,20
Cronograma de Pagamento das Aquisiç ões (Cenário Base)
1S17
1,69
Caixa Gerado pelas Atividades Operacionais [R$ mil]
-4.895 -2.968
5.544 662
-5.674
2T17 1T17
4T16 3T16
2T16
FLUXO DE CAIXA E DISPONIBILIDADES
No 2T17, o fluxo de caixa das operações atingiu R$ -4,9 milhões. A queima de caixa no período deve-se ao volume de intermediações reduzido, combinada aos custos de reestruturação, como rescisões de contrato de trabalho.
O fluxo de caixa de investimentos foi de R$ -1,0 milhão no 2T17. A diferença quando comparado ao trimestre anterior deve-se ao pagamento de earn out no valor de R$ 1,7 milhão no 1T17, como demonstrado na página anterior.
O fluxo de caixa de financiamentos no 2T17 foi de R$ 367 mil, contra R$ -3,6 milhões no 1T17. A variação é explicada pelo aumento de capital realizado no período para cumprimento do programa destock option.
Apesar do impacto das despesas não recorrentes no trimestre, o aumento das intermediações em relação ao 1T17 fizeram com que a queima de caixa no período atingisse um patamar inferior ao trimestre passado, de R$ 9,1 milhões.
No 2T17, as disponibilidades somaram R$ 50,9 milhões, uma redução de R$ 5,6 milhões em relação ao 1T17.
14 Fluxo de Caixa
[R$ Milhares]
1T17 2T17 Variação
Das Operações (2.968) (4.895) -65%
Das Atividades de Investimento (2.468) (1.035) 58%
Das Atividades de Financiamento (3.628) 367 110%
Saldo de Disponibilidades 56.515 50.952 -10%
A seguir se encontram os seguintes anexos:
Anexo I – Demonstrativo de Resultado
Anexo II – Balanço Patrimonial
Anexo III – Fluxo de Caixa
ANEXOS
15
16
ANEXO I – DEMONSTRAÇÃO D0 RESULTADO
(R$ milhares) 2T17 2T16
Rec eita Operac ional Líquida 29.603 37.549
Custo dos Serviços Prestados (8.939) (8.530)
Luc ro Bruto 20.664 29.019
Despesas (Receitas) Operacionais
Vendas (8.953) (11.252)
Gerais administrativas (15.091) (14.313)
Remuneração da Administração (5.188) (4.166)
Despesas com Depreciações e amortizações (5.054) (5.613)
Resultado da Equivalência Patrimonial 691 941
Outras receitas(despesas) operacionais líquidas (26.231) (6.105)
Resultado Operac ional Antes do Resultado Financ eiro (39.162) (11.489)
Resultado Financ eiro
Receitas Financeiras 9.808 7.067
Despesas Financeiras (1.576) (2.301)
Resultado antes do imposto de renda e da c ontribuiç ão soc ial (30.930) (6.723)
Imposto de Renda e Contribuiç ão Soc ial
Corrente (1.678) (1.738)
Diferidos 2.655 396
Luc ro/Prejuízo líquido do exerc íc io (29.953) (8.065)
Atribuível aos:
Acionistas controladores (32.752) (8.276)
Acionistas não controladores 2.799 211
17
ANEXO II – BALANÇO PATRIMONIAL
(R$ milhares) 2T17 2T16
ATIVO CIRCULANTE
Caixa e equivalente de caixa 50.952 33.413
Contas a receber de Clientes 24.944 39.921
Impostos a compensar 5.914 7.580
Despesas antecipadas 675 755
Outros Ativos 15.718 17.954
Total do ativo c irc ulante 98.203 99.623
NÃO CIRCULANTE
Opções de Compra da Participação dos Não controladores (Call Option) 32.323 17.774
Contas a receber de clientes 156 484
Outros Ativos 5.660 6.466
Outras participações societárias 8.754 7.163
Imobilizado 15.928 26.017
Ágio 6.718 36.603
Intangíveis na aquisição de empresas 71.081 84.979
Outros Ativos intangíveis 68.658 65.287
Total do ativo não c irc ulante 209.278 244.773
TOTAL DO ATIVO 307.481 344.396
18
ANEXO II – BALANÇO PATRIMONIAL
(R$ milhares) 2T17 2T16
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO CIRCULANTE
Fornecedores 4.757 6.645
Impostos e contribuições a pagar 5.118 3.868
Imposto de renda e contribuição social a pagar 1.457 3.282
Aquisição de Investimentos a Pagar 1.200 1.640
Salários, provisões e contribuições 6.435 7.695
Rendas a apropriar líquidas 11.344 11.394
Dividendos e JCP a pagar 2.670 7.403
Opções de Venda da Participação dos Não Controladores (Written Put) 5.257 5.465
Outros passivos 5.967 4.760
Total do passivo c irc ulante 44.205 52.152
NÃO CIRCULANTE
Aquisição de Investimentos a Pagar - 1.200
Opções de Venda da Participação dos Não Controladores (Written Put) - 51
Rendas a apropriar líquidas 118.307 129.747
Imposto de renda e contribuição social diferidos 8.429 13.749
Outros passivos 21.121 9.977
Total do passivo não c irc ulante 147.857 154.724
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Reserva de Capital 8.307 7.172
Capital social 143.119 199.570
Lucros/Prejuízos Acumulados (33.719) (8.906)
Outras Reservas 1.959 (5.416)
Participação não Controladoras (4.247) (54.900)
Total do patrimônio líquido 115.419 137.520
TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 307.481 344.396
19
ANEXO III – FLUXO DE CAIXA
(R$ milhares) 2T17 2T16
FLUX O DE CAIX A DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
Resultado do período (29.953) (8.065)
Depreciação e amortização 5.054 5.613
PCLD e perdas com clientes 888 2.408
Provisão para riscos legais, líquidas 6.054 (156)
Ganho / Perda com investimento e bens imobilizados 486 5.774
Apropriação de renda (2.860) (2.885)
IRPJ e CSLL reconhecidos no resultado do período 1.678 1.738
IRPJ e CSLL - Diferidos (2.655) (396)
Encargos financeiros sobre dívidas e créditos (6.041) (3.405)
Despesa com outorga de opções 241 440
Provisão para participação nos resultados 2.992 282
Resultado de equivalência patrimonial (691) (941)
Redução ao valor recuperável dos ativos 24.272 -
Caixa gerado nas operaç ões (535) 407
Contas a receber de clientes (1.941) 584
Impostos a compensar 66 (1.776)
Despesas antecipadas 224 (29)
Outras contas a receber 384 (1.422)
Fornecedores 701 (1.361)
Impostos e contribuições a pagar 744 115
Salários, provisões e contribuições socias (3.792) 26
Outras contas a pagar 631 (587)
Variaç ões nos ativos e passivos operac ionais (2.983) (4.450)
Imposto de renda e contribuição social pagos (1.600) (1.631)
Dividendos recebidos de coligadas 223 -
Outros (1.377) (1.631)
Caixa (aplic ado) gerado nas atividades operac ionais (4.895) (5.674)
20
ANEXO III – FLUXO DE CAIXA
(R$ milhares) 2T17 2T16
FLUX O DE CAIX A DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO
Fluxo de caixa líquido na aquisição de controladas - (181)
Aquisição de ativo imobilizado e intangíveis (1.035) (1.408)
Caixa Líquido Atividades de Investimento (1.035) (1.589)
FLUX O DE CAIX A DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO
Pagamento de dividendos, incluindo saldo de anos anteriores (1.917) (2.680)
Aumento de capital 2.284 616
Gastos com emissão de ações - -
Caixa Líquido Atividades de Financ iamento 367 (2.064)
AUMENTO (REDUÇÃO) NO CAIX A E EQUIVALENTES DE CAIX A (5.563) (9.327)
Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 56.515 42.740
Caixa e equivalentes de caixa no fim do exercício 50.952 33.413
Teleconferências de Resultados do 2T17
Em Português com Tradução Simultânea para o Inglês Data: 15/08/2017, Terça-feira
Horário: 11h00 (horário de Brasília) 10h00 (horário de Nova York)
Telefone: +55 11 3193-1001/ +55 11 2820-4001 Senha: Lopes
Webcast:
http://cast.comunique-se.com.br/Lopes/2T17 O Replay estará disponível após a teleconferência na nossa página da Internet: www.lopes.com.br/ri PRÓXIMOS EVENTOS
21