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Exercícios de Álgebra Linear - Capítulo 5

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Academic year: 2022

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(1)

Departamento de Matem ´atica Universidade da Beira Interior

Espac¸os Vectoriais

(2)

Quest ˜ao 1 Quest ˜ao 2 Quest ˜ao 3 Quest ˜ao 4 Quest ˜ao 5

Quest ˜ao 6 Quest ˜ao 7 Quest ˜ao 8 Quest ˜ao 9 Quest ˜ao 10

Quest ˜ao 11 Quest ˜ao 12 Quest ˜ao 13 Quest ˜ao 14 Quest ˜ao 15

Quest ˜ao 16 Quest ˜ao 17 Quest ˜ao 18 Quest ˜ao 19 Quest ˜ao 20

Quest ˜ao 21 Quest ˜ao 22 Quest ˜ao 23 Quest ˜ao 24 Quest ˜ao 25

Quest ˜ao 26 Quest ˜ao 27 Quest ˜ao 28 Quest ˜ao 29 Quest ˜ao 30

Quest ˜ao 31 Quest ˜ao 32 Quest ˜ao 33 Quest ˜ao 34 Quest ˜ao 35

Quest ˜ao 36 Quest ˜ao 37 Quest ˜ao 38 Quest ˜ao 39 Quest ˜ao 40

(3)

Considere o conjunto A

R

e as operac¸ ˜oes seguintes:

Adic¸ ˜ao de elementos em A, xy = x · y .

Multiplicc¸ ˜ao de elementos de A por um escalar α,

α × x = x

α

.

(4)

Diga justificando se o conjunto A, com estas operac¸ ˜oes constitui um espac¸o vectorial definido sobre ele pr ´oprio quando:

a)

A

R+ b)

A

R c)

A

R

(5)

Indique quais dos seguintes conjuntos de

R4

s ˜ao seus subespac¸os vectoriais:

a)

W

1

= {(x

1

, x

2

, x

3

, x

4

) : x

1

= 0 ∧ x

2

+ x

3

= 0 }

Sugest ˜ao Resoluc¸ ˜ao

b)

W

2

= { (x

1

, x

2

, x

3

, x

4

) : x

1

irracional }

Sugest ˜ao Resoluc¸ ˜ao

c)

W

3

= { (x

1

, x

2

, x

3

, x

4

) : x

1

+ x

2

= 1 }

(6)

Averigue se s ˜ao subespac¸os do e.v. Real

R3

:

a)

H = { (x , y , z ) : x + y = 0 ∧ xz = 0}

Soluc¸ ˜ao

b)

I = { (x , y , z) : x + y = 1 ∧ xz = y }

Soluc¸ ˜ao

(7)

a)

O eixo x

2

em

R

.

Soluc¸ ˜ao

b)

Todas as func¸ ˜oes f (x ) tais que lim

x→∞

f (x ) = π.

Soluc¸ ˜ao

c)

Todos os x = (x

1

, x

2

, x

3

) em

R3

tal que x

1

2x

2

+ x

3

= 0.

Soluc¸ ˜ao

d)

Todos os x = (x

1

, x

2

, x

3

) em

R3

tal que x

1

2x

2

+ x

3

= 2.

(8)

Soluc¸ ˜ao

g)

Todos os x

Rn

tais que

n

X

i=1

x

i2

= 1.

Soluc¸ ˜ao

h)

Todas as func¸ ˜oes cont´ınuas tais que

Z 1

0

e

x

f (x )dx = 1.

Soluc¸ ˜ao

i)

Todas as func¸ ˜oes definidas em

R

tais que f (2) = 0.

Soluc¸ ˜ao

(9)

Soluc¸ ˜ao

l)

Todas as func¸ ˜oes com um n ´aumero finito de descontinuidades.

Soluc¸ ˜ao

m)

Todos os polin ´omios de grau 10.

Soluc¸ ˜ao

(10)

Prove que o conjunto dos poli ´aomios inteiros em x , de grau n ˜ao

superior a 3, de coeficientes reais (com a adic¸ ˜ao ordin ´aaria),

constitui um espac¸o linear sobre o conjunto dos n ´umeros reais.

(11)

As func¸ ˜oes trigonom ´etricas de t

1, cos t, sin t , cos 2t, sin 2t, . . . , cos nt, sin nt podem combinar-se na forma:

P(t) = a

0

+ a

1

cos t + b

1

sin t + · · · + a

n

cos nt + sin nt

formando um polin ´aomio trigonom ´etrico de grau n. Prove que

o conjunto dos polin ´omios de grau n constitui um espac¸o linear

(12)

sent ´aaveis na forma

f (x ) = a + be

x

ce

−x

com a, b e c

R

a)

Mostre que E ´e um espac¸o linear real (a respeito das operac¸ ˜oes usuais).

b)

Quais das func¸ ˜oes:

1, x , shx , e

2x

, thx , 1 + 2chxshx

(13)

Averigue se

a)

P = {p(x ) ∈ P

2

: p (3) = 0} ´e subespac¸o de P

3

.

Resoluc¸ ˜ao

b)

P = {p(x ) ∈ P

2

: p ( 0 ) = 1 + p ( 1 ) }

Resoluc¸ ˜ao

(14)

Averigue se s ˜ao subespac¸os do e. v. real

C

a)

A = {z ∈

C

: Re (z + 1) = 1 ∧ Im (z + i) z ≥ 0}

b)

B =

z

C

: z = a cis

π4

a

R+

(15)

Em

R3

considere o subconjunto seguinte:

S = { (x , y , z ) : x , y s ˜ao vari ´aaveis reais e k uma constante real }

Que valores pode tomar o par ˆametro k , de modo que S seja um subespac¸o vectorial de

R3

?

Soluc¸ ˜ao

(16)

Verifique se os n ´umeros complexos z

1

= 1 + 2i e z

2

= i s ˜ao ou n ˜ao vectores linearmente independentes, quando pertencem ao espac¸o vectorial C:

a)

Definido sobre o corpo

R

.

Soluc¸ ˜ao

b)

Definido sobre o corpo

C

.

Soluc¸ ˜ao

(17)

Determine a e b de modo a que os vectores f

1

= (3, −2, −1, 3), f

2

= (1, 0, 2, 4) e f

3

= (1, −3, a, b) sejam linearmente indepen- dentes.

Sugest ˜ao

(18)

Indique a condic¸ ˜ao a que deve ser verificada por λ para que os vectores (1, 0, 1) , (0, λ, 0) e (1, 0, λ) constituam uma base de

R3

. Indique que condic¸ ˜oes deve satisfazer λ de modo a que os tr ˆes vectores gerem um subespac¸o de dimens ˜ao 2. E de dimens ˜ao 1 ? ´e poss´ıvel ?

Soluc¸ ˜ao

(19)

Mostre que os n ´umeros complexos u = 5 + 2i e v = 3 − i geram

o corpo complexo

C

como espac¸o vectorial real.

(20)

Mostre que s ˜ao linearmente independentes os vectores b

1

= a

11

a

1

b

2

= a

21

a

1

+ a

22

a

2

b

3

= a

31

a

1

+ a

32

a

2

+ a

33

a

3

· · · ·

b

n

= a

n1

a

n1

+ a

n2

a

2

+ · · · + a

nn

a

n

em que todos os a

ii

6= 0 e os a

i

s ˜ao linearmente independentes.

(21)

Verifique se o vector g = (2, 14, −34, 7) pertence ao subespac¸o gerado por g

1

= (1, 4, −5, 2) e g

2

= (1, 2, 3, 1).

Soluc¸ ˜ao

(22)

Considere os seguintes vectores de

R

: a = (1, 0, 1) e b = (−1, 0, 0).

a)

Verifique que eles s ˜ao linearmente independentes.

Resoluc¸ ˜ao

b)

Caracterize o subespac¸o de

R3

por eles gerado. Qual a dimens ˜ao deste subespac¸o ?

Resoluc¸ ˜ao

c)

Determine um terceiro vector que constitua com estes dois,

uma base de

R3

.

(23)

(1, −3, 0), u

3

= (−1, −7, 2) u

4

= (−3, −1, 5).

a)

Verifique se u

3

´e combinc¸ ˜ao linear de u

1

e u

2

.

Resoluc¸ ˜ao

b)

Verifique se u

4

´e combinc¸ ˜ao linear de u

1

e u

2

.

Resoluc¸ ˜ao

c)

Caracterize o subespac¸o S gerado por u

1

e u

2

e diga, justi-

ficando, se os vectores u e u pertencem a S.

(24)

Sejam M e N subespac¸os de V . Definam-se

Uni ˜ao MN = {x : xM ou xN}

Intersecc¸ ˜ao MN = {x : xM e xN}

Soma M + N = {x + y : xM, yN}

Em cada caso, mostre que o conjunto indicado ´e um subespac¸o,

ou d ˆe um contra-exemplo de que n ˜ao o ´e.

(25)

Considere os seguintes subespac¸os de um e.v. E:

V

1

subespac¸o gerado por x

1

, x

2

, . . . , x

n

V

2

subespac¸o gerado por x

1

, x

2

, . . . , x

n

, y

V

3

subespac¸o gerado por x

1

, x

2

, . . . , x

n

, z

a)

Qual a relacc¸ ˜ao entre os espac¸os ?

(26)

Prove que a intersecc¸ ˜ao de dois subespac¸os de um e.v. E ´e

ainda um subespac¸o de E.

(27)

Mostre, atrav ´es dois exemplos, que nem sempre a reuni ˜ao de

dois subespac¸os de um e.v. E ´e um subespac¸o de E.

(28)

Em

R3

, considere os subespac¸os A e B gerados, respectiva- mente, por

{(1, 2, −1) , (2, −3, 2)}

e

{(4, 1, 3) , (−3, 1, 2)} .

Com v = (a, b, c), determine a relc¸ ˜ao que deve existir entre a, b e c para que vAB.

Sugest ˜ao

(29)

No espac¸o vectorial F (

R

,

R

) das func¸ ˜oes reais de vari ´avel real, verifique que s ˜ao l.d. os seguintes vectores

f

1

(x ) = cos (2x ) cos x , e f

2

(x) = sen (2x ) senx e

f

3

(x ) = cos x .

(30)

Dados os vectores u = (1, 1, 0, m) , v = (3, −1, n, −1) , w = (−3, 5, m, −4), determine os valores de m e n para os quais os vectores dados sejam linearmente independentes.

Sugest ˜ao

(31)

Sejam a, b e c n ´umeros reais quaisquer. Demonstre que os vectores (1, a, b) , (0, 1, c) e (0, 0, 1) de

R3

formam uma base desse espac¸o.

Sugest ˜ao

(32)

ax + bx + cx + d com a 6= 0.

a)

Demonstre que {p (x ) , p0 (x ) , p00 (x ) , p000 (x )} constitui uma base de P

3

.

b)

Considerando p(x ) = 5x

3

+ 3x

2

2x + 1, determine as coordenadas do vector q(x ) = −x

3

+ 3x

2

5x + 2 na base dada.

c)

Em P

2

, considere o subespac¸o M gerado por

(33)

Seja e

k

= t

k

, k = 0, 1, 2 e seja f

0

= 1 + t

2

, f

1

= tt

2

, f

3

=

1 − 2t + t

2

. Encontre a matriz de mudanc¸a. base e

k

para a base

f

k

e vice-versa.

(34)

Seja V = P

n

e considere a base β =

n

(t − a)

k

: k = 0, 1, 2, . . . , n

o

Mostre que as coordenadas c

k

de p(t) em relac¸ ˜ao a β s ˜ao:

c

k

= p

(k)

(a)

k! , k = 0, 1, 2, . . . , n.

(35)

Sejam β = {t

k

}

nk=0

e γ =

n

(t − 1)

kon

k=0

. Determine a matriz P

mudanc¸a. base β para a base γ. Determine ainda a matriz P

−1

mudanc¸a. base γ para a base β.

(36)

Em

R4

considere os seguintes subespac¸os V

1

subespac¸o gerado por (1, 2, 0, 1).

V

2

=

(x , y , z, t)R

4

: xy + z + t = 0 ∧ yz = 0

V3=

(x1,x2,x3,x4)∈R4: x1=λ ∧ x2=λ+µ ∧ x3=ρ∧ x4= µ,(λ, µ, ρ∈R)}

O vector v = (2, 4, 0, 2) pertence a V

1

? E a V

2

? E a V

3

? E a V

2T

V

3

? Nos casos afirmativos, escreva v numa base dos subespac¸ os a que pertence.

Sugest ˜ao

(37)

a)

Verifique se os elementos 1, x2x

2

, x

2

+ x

3

, x + 2x

3

s ˜ao linearmente independentes.

b)

Escreva as coordenadas de 2 − 3x

3

numa base de P

3

.

c)

Mostre que os polin ´omios de P

3

que se anulam para x = 2

(38)

u = e

1

, v = 2e

1

4e

3

, w = 5e

1

, t = 3e

1

2e

2

a)

Justifique a afirmac¸ ˜ao: ” O conjunto {u, v , w , t} n ˜ao consti- tui uma base de E.”

Resoluc¸ ˜ao

b)

Escolha convenientemente um subconjunto de {u, v , w, t}

que seja uma base de E .

c)

As coordenadas do vector a na base dada s ˜a o (4, 2, 1).

Escreva o mesmo vector na base que escolheu em b).

d)

Sendo (1, 3, 5) as coordenadas de um vector na base es-

(39)

B = {e

1

, e

2

, e

3

}.

a)

Verifique que B

0

= {u

1

, u

2

, u

3

} ´e ainda uma base de R

3

, com

u

1

= 3e

1

+2e

2

e

3

; u

2

= 4e

1

+e

2

+e

3

; u

3

= 2e

1

e

2

+e

3 b)

Determine as coordenadas de x na base B

0

.

(40)

Considere

V

1

= a b

2a + b −b

M

2

(R ) : a, b

R

V

2

= a b c d

M

2

(R ) : a + b + c + d = 0 ∧ 2acd = 0

a)

Prove que V

1

, V

2

e V

1

V

2

s ˜ao subespac¸os de M

2

(R).

(41)

b)

Determine para que valores de α se tem :

2α 6α

−2α 18

V

1

V

2

2α −6α

−2α 18

V

1

V

2

c)

Obtenha uma base e a dimens ˜ao de V

1

, V

2

e V

1

V

2

.

(42)

Diga justificando se as seguintes afirmac¸ ˜oes s ˜ao verdadeiras ou falsas,

a)

t

2

∈ h(t + 1)

2

, 1 + 2t

2

, 1 + 2t + 3t

2

i

b)

t + t

2

∈ h(t + 1)

2

, (t + 1)(t + 2), t

1

− 1i

c)

t

3

∈ h1, t, t(t − 1), t(t − 1)(t − 2)i.

(43)

Verifique se:

a)

O conjunto das matrizes sim ´etricas de M

n

´e um subespac¸o de M

n

.

b)

O conjunto das matrizes A de M

n

, que verificam tr (A) ≡

Pn

i=1

a

ij

= 0 ´e um subespac¸o de M

n

.

(44)

Considere os seguintes vectores de

R3

:

u = (1, 2, 3) v = (−3, 0, 4) , z = (0, 0, 1) e w =

1 + a 2 , 2, 3

Determine o valor deve tomar a, de modo que:

a)

h u, v , w, z i =

R3

b)

h v , w , z i =

R3

(45)

B =

1, x − 1, x

2

2x , 1 + x

3

. C =

1, x , x

2

, x

2

+ x

3

, x

3

.

a)

Verifique se B ´e uma base de P

3

.

b)

Prove que os elementos de C s ˜ao linearmente depen-

dentes. C ´e uma base de P

3

?

(46)

V =

n

(x

1

, x

2

, x

3

, x

4

) ∈

R4

: x

1

+ 2x

2

+ 3x

3

= 0 ∧ x

1

2x

4

= 0∧

2x

2

+ 3x

3

+ 2x

4

= 0}

a)

Verifique que V ´e um subespac¸o vectorial de R

4

.

b)

Determine a sua dimens ˜ao.

(47)

W

1

´e um subespac¸o vectorial de

R4

[com as operac¸ ˜oes de adic¸ ˜ao de vectores e multiplicac¸ ˜ao por um escalar (n ´umero real) defin´ıdos de forma usual] sse W

1

6= ∅ [Por vezes esta hip ´otese/condic¸ ˜ao j ´a vem incluida]

i)

∀u, vW

1

u + vW

1

(para quaisquer dois vectores u e v pertencentes a W

1

, a sua soma ainda ´e um elemento de W

1

).

∀α ∈ ∈ ⇒ ∈

(48)

Estas duas condic¸ ˜oes podem-se juntar (alguns crit ´erios utizam s condic¸ ˜ao)

iii)

∀α, β ∈

R

, ∀u, vW

1

⇒ αu + βv ∈ W

1

.

Voltar para a Quest ˜ao 3

(49)

W

1

´e um subespac¸o vectorial de

R4

[com as operac¸ ˜oes de adic¸ ˜ao de vectores e multiplicac¸ ˜ao por um escalar (n ´umero real) defin´ıdos de forma usual] sse W

1

6= ∅ [Por vezes esta hip ´otese/condic¸ ˜ao j ´a vem incluida]

i)

∀u, vW

1

u + vW

1

(para quaisquer dois vectores u e v pertencentes a W

1

, a sua soma ainda ´e um elemento de W

1

).

∀α ∈ ∈ ⇒ ∈

(50)

Estas duas condic¸ ˜oes podem-se juntar (alguns crit ´erios utizam s condic¸ ˜ao)

iii)

∀α, β ∈

R

, ∀u, vW

1

⇒ αu + βv ∈ W

1

.

Voltar para a Quest ˜ao 3

(51)

W

1

´e um subespac¸o vectorial de

R4

[com as operac¸ ˜oes de adic¸ ˜ao de vectores e multiplicac¸ ˜ao por um escalar (n ´umero real) defin´ıdos de forma usual] sse W

1

6= ∅ [Por vezes esta hip ´otese/condic¸ ˜ao j ´a vem incluida]

i)

∀u, vW

1

u + vW

1

(para quaisquer dois vectores u e v pertencentes a W

1

, a sua soma ainda ´e um elemento de W

1

).

∀α ∈ ∈ ⇒ ∈

(52)

Estas duas condic¸ ˜oes podem-se juntar (alguns crit ´erios utizam s condic¸ ˜ao)

iii)

∀α, β ∈

R

, ∀u, vW

1

⇒ αu + βv ∈ W

1

.

Voltar para a Quest ˜ao 3

(53)

w

1

ent ˜ao:

u = (u

1

, u

2

, u

3

, u

4

) ∈ w

1

sse





u

1

= 0

(o primeiro componente ´e zero) u

2

+ u

3

= 0

(a 2

a

e a 3

a

s ˜ao sim ´etricas) v = (v

1

, v

2

, v

3

, v

4

) ∈ w

1

se e somente se

v

1

= 0

v

2

+ v

3

= 0

(54)

Temos ent ˜ao:

u + v = (u

1

, u

2

, u

3

, u

4

) + (v

1

, v

2

, v

3

, v

4

)

= (u

1

+ v

1

, u

2

+ v

2

, u

3

+ v

3

, u

4

+ v

4

)

O vector u + v = (u

1

+ v

1

, u

2

+ v

2

, u

3

+ v

3

, u

4

+ v

4

) ∈ w

1

se e somente se:



u

1

+ v

1

= 0

[a primeira componente ´e nula]

(u

2

+ v

2

) + (u

3

+ v

3

) = 0

(55)

u

1

+ v

1

= 0 + 0 = 0 u, vw

1

temos que mostrar

(u

2

+ v

2

) + (u

3

+ v

3

) = 0

Mas

(56)

provar que αu ∈ w

1

. Se uw

1

ent ˜ao u = (u

1

, u

2

, u

3

, u

4

)

onde

u

1

= 0 u

2

+ u

3

= 0

e αu = α(u

1

, u

2

, u

3

, u

4

) = (αu

1

, αu

2

, αu

3

, αu

4

).

O vector αu = (αu

1

, αu

2

, αu

3

, αu

4

) pertence a w

1

sse

αu

1

= 0

αu

2

+ αu

3

= 0

Mas ´e facil verificar/mostrar que αu

1

= 0, pois se uw

1

ent ˜ao u = 0 e portanto

(57)

Do mesmo modo temos

αu

2

+ αu

3

= α(u

2

+ u

3

).

Mas u

2

+ u

3

= 0 pois uw

1

. Assim,

αu

2

+ αu

3

= α(u

2

+ u

3

) = α0 = 0, ∀α ∈

R

.

Logo, w ´e um subespac¸o vectorial de

4

.

(58)

w

2

= {(x

1

, x

2

, x

3

, x

4

) ∈

R4

: x

1

´e irracional}

Sejam

u = (

2, 0, 0, 3) ∈ w

1

v = (1 − √

2, 0, 0, π) ∈ w

2

Ent ˜ao

u + v = (

2, 0, 0, 3) + (1 − √

2, 0, 0, π)

= (1, 0, 0, 3 + π) 6∈ w

2

!

(59)

e fazendo α = √

2, temos

α ∈

R

u = (

2, 0, 0, 3) ∈ w

2

→ αu =

√ 2( √

2, 0, 0, 3)

= (2, 0, 0, 3 √

2) ∈ w

2

pois ”2”n ˜ao ´e um n ´umero irracional.

Voltar para a Quest ˜ao 3

(60)

w

3

= {(x

1

, x

2

, x

3

, x

4

) ∈

R

: x

1

+ x

2

= 1}

Sejam

u = (1, 0, 3, √

5) ∈ w

3

pois 1 + 0 = 1 v = (0, 1, 2, −1) ∈ w

3

pois 0 + 1 = 1 Mas

u + v = (1, 0, 3, √

5) + (0, 1, 2, −1)

= (1, 1, 5, √

5 − 1) 6∈ w

3

(61)

i)

Sejam u, vw

3

. Ent ˜ao

u = (u

1

, u

2

, u

3

, u

4

) e u

1

+ u

2

= 1

v = (v

1

, v

2

, v

3

, v

4

) e v

1

+ v

2

= 1

(62)

O vector u + v pertence a w

3

sse

(u

1

+ v

1

) + (u

2

+ v

2

) = 1 Mas,

(u

1

+ v

1

) + (u

2

+ v

2

) = (u

1

+ u

2

) + (v

1

+ v

2

)

= 1 + 1 = 2 6= 1!

Logo u + v 6∈ w

3

(63)

ii)

Sejam α ∈

R

e uw

3

.

Ent ˜ao u = (u

1

, u

2

, u

3

, u

4

) onde (u

1

+ u

2

) = 1.

O vector αu ´e

αu = α(u

1

, u

2

, u

3

, u

4

) = (αu

1

, αu

2

, αu

3

, αu

4

) ∈ w

3

sse αu

1

+ αu

2

= 1, ∀α ∈

R

.

(64)

Mas,

αu

1

+ αu

2

= α(u

1

+ u

2

) = α1 = α

Logo, se α 6= 1, αu 6∈ w

3

. Como a condic¸ ˜ao tem que ser v ´alida para todo o α, real, w

3

n ˜ao ´e um subespac¸o vectorial de

R4

.

Voltar para a Quest ˜ao 3

(65)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 4

(66)

N ˜ao. A condic¸ ˜ao x + y = 1 n ˜ao ´e homog ´enea.

Voltar para a Quest ˜ao 4

(67)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(68)

N ˜ao.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(69)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(70)

N ˜ao.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(71)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(72)

Sim. Trac¸o de uma matriz.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(73)

N ˜ao. (x

2

+ y

2

= 1).

Voltar para a Quest ˜ao 5

(74)

N ˜ao.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(75)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(76)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(77)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(78)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(79)

N ˜ao. Falta p(x ) ≡ 0!

Voltar para a Quest ˜ao 5

(80)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 5

(81)

P = {p(x ) ∈ P

2

: p (3) = 0}

Se p(3) = 0 ent ˜ao p(x) = (x − 3)(ax + b) | q(x) = (x − 3)(x + d) p(x ) + q(x) = (x − 3) [(ax + b) + (x + d )]

αp(x ) = α(x − 3)(ax + b) e αp(3) = α(3 − 3)(ax + b) = 0!

Voltar para a Quest ˜ao 9

(82)

P = {p(x ) ∈ P

2

: p ( 0 ) = 1 + p ( 1 ) } p(x ) = ax

2

+ bx + c p(0) = c

p(1) = a + b + c

p(0) = 1 + p(1)c = a + b + c + 1 N ˜ao ´e um subespac¸o.

Voltar para a Quest ˜ao 9

(83)

k = 0.

Voltar para a Quest ˜ao 11

(84)

Sim.

Voltar para a Quest ˜ao 11

(85)

N ˜ao.

Voltar para a Quest ˜ao 12

(86)

E necess ´ario garantir que: ´

Car

1 0 2 4

3 −2 −1 3

1 −3 a b

= 3

Voltar para a Quest ˜ao 13

(87)

1 0 1 0 λ 0 1 0 λ

1 0 1

0 λ 0

0 0 λ − 1

CarA = 3 sse λ 6= 0 ∧ λ 6= 1 ⇒

dim h(1, 0, 1), (0, λ, 0), (1, 0, λ)i =

R3

CarA = 2 sse λ = 0 ∨ λ = 1 ⇒

dim h(1, 0, 1), (0, λ, 0), (1, 0, λ)i = 2

(88)

E necess ´ario calcular: ´ Car

1 4 −5 2

1 2 3 1

2 14 −34 7

CarA = 3, g 6∈ h(g

1

, g

2

)i CarA = 2, g ∈ h(g

1

, g

2

)i

Voltar para a Quest ˜ao 17

(89)

α(1, 0, 1) + β (−1, 0, 0) = (0, 0, 0) ⇔

⇔ (α, 0, α) + (−β, 0, 0) = (0, 0, 0)

⇔ (α − β, 0, α) = (0, 0, 0)

α − β = 0

0 = 0

α = 0

β = 0

0 = 0

α = 0

(90)

Seja:

A =

1 0 1

−1 0 0

Ent ˜ao:

1 0 1

−1 0 0

1 0 1 0 0 1

CarA = 2 ⇒ as filas de A s ˜ao independentes ⇒ os valores s ˜ao linearmente inde- pendentes.

Voltar para a Quest ˜ao 18

(91)

S = (x , y , z ) ∈

R

: (x , y , z ) = α(1, 0, 1) + β(−1, 0, 0), α, β ∈

R

(x , y , z) = α(1, 0, 1) + β(−1, 0, 0)

= (α, 0, α) + (−β, 0, 0)

= (α − β, 0, α)

α − β = x

0 = y

1 −1 | x

0 0 | y

(92)

terminado, isto ´e, deve ter uma ´unica soluc¸ ˜ao.

Assim, o sistema ´e poss´ıvel e determinado quando y = 0.

Neste caso CarA = Car [A|B] = 2 = n ´umero de inc ´ognitas.

Portanto o vector (x , y , z)S sse y = 0.

Ent ˜ao:

S =

n

(x , y , z ) ∈

R3

: (x , y , z ) = α(1, 0, 1) + β(−1, 0, 0), α, β ∈

R o

=

n

(x , y , z ) ∈

R3

: y = 0

o

(93)

nula, isto ´e, y 6= 0.

Se y = 0, ent ˜ao, ´e poss´ıvel encontrar α e β tais que (x , y , z) = α(1, 0, 1) + β(−1, 0, 0).

Se y 6= 0, entre temos tr ˆes vectores linearmente independentes num espac¸o de dimens ˜ao 3 (dim

R3

= 3). Consequentemente, temos uma base de

R3

.

Podemos considerar o vector (1, 2, 3).

(94)

O vector u

3

´e combinac¸ ˜ao linear dos vectores u

1

e u

2

se existem escalares α, β ∈

R

tais que:

u

3

= αu

1

+ βu

2

= α(−2, 1, 1) + β(1, −3, 0), α, β ∈

R

Se u

3

´e a combinac¸ ˜ao linear dos vectores u

1

e u

2

ent ˜ao o sis- tema admite uma soluc¸ ˜ao, isto ´e, deve ser poss´ıvel:

(−1, −7, 2) = α(−2, 1, 1) + β(1, −3, 0)

(−2α, α, α) + (β, −3β,

(95)

α = 2

α = 2

α = 2 O sistema admite uma s ´o soluc¸ ˜ao α = 2, β = 3. Consequente- mente, u

3

´e combinac¸ ˜ao linear de u

1

e u

2

.

OU

Seja

1 −3 0

−2 1 1

Se CarA = 2 u

3

´e combinac¸ ˜ao linear de u

1

e u

2

.

Se CarA = 3 u

3

n ˜ao ´e combinac¸ ˜ao lin-

(96)

(−3, −1, 5) = α(−2, 1, 1) + β(1, −3, 0)

= (−2α + β, α − 3β, α)

−2α + β = −3

α − 3β = −1

α = 5

−10 + β = −3 5 − 3β = −1

α = 5

β = 7

β = 2

α = 5

O sistema ´e imposs´ıvel (obtivemos 2 valores para β!)

−2 1 | −3

1 −3 | −1

1 −3 | −1

−2 1 | −3

(97)

1

0 −5 | −5

0 3 | 6

1

0 1 | 1

0 1 | 2

1 −3 | −1

0 1 | 1

0 0 | 1

Se CarA = 2 < 3 = Car [A|B]

Sistema imposs´ıvel.

Logo u

4

n ˜ao ´e uma combinac¸ ˜ao linear de u

1

e u

2

.

(98)

n

(x , y , z)

R3

: (x , y , z) = α(−2, 1, 1) + β(1, −3, 0), α, β ∈

R o

(x , y , z) = α(−2, 1, 1) + β(1, −3, 0)

= (−2α + β, α − 3β, α)

−2α + β = x

α − 3β = y

α = z

−2 1 | x

 

1 −3 | y

(99)

0 3 | zy 0 15 | 5z5y

1 −3 | y

0 −15 | 3x6y 0 0 | 3x + y + 5z

Logo, o sistema ´e poss´ıvel (e determinado) quando

3x + y + 5z = 0.

(100)

3x + y + 5z = 0 u

3

= (−1, −7, 2) 3 · (−1) + (−7) + 5 · 2 = −3 − 7 + 10 = 0.

u

3

∈ hu

1

, u

2

i

3 · (−3) + (−1) + 5 · 5 = 15 6= 0. Logo u

4

6∈ hu

1

, u

2

i .

Voltar para a Quest ˜ao 19

(101)

Igual a 19 - c.

Voltar para a Quest ˜ao 24

(102)

Seja

A =

1 1 0 m

3 −1 n −1

−3 5 m −5

´e necess ´ario garantir que CarA = 3!

Voltar para a Quest ˜ao 26

(103)

Basta mostrar que Car

1 a b 0 1 c 0 0 1

= 3 ∀a, b, c

Voltar para a Quest ˜ao 27

(104)

Basta mostrar que Car

1 a b 0 1 c 0 0 1

= 3 ∀a, b, c

Voltar para a Quest ˜ao 27

(105)

Igual a 19 a), b)

Voltar para a Quest ˜ao 32

(106)

i)

O espac¸o vectorial E tem dimens ˜ao 3. Consequentemente qualquer conjunto que tenha mais de 3 vectores ´e um con- junto linearmente dependente. O conjunto {u, v , w , t} tem 4 elementos, logo, ´e um conjunto linearmente dependente.

ii)

Basta ter em conta que w = 5u. Por definic¸ ˜ao um con- junto de vectores ´e linearmente dependente sse ´e poss´ıvel obter o vector nulo como combinac¸ ˜ao linear desse com pelo menos um dos escalares n ˜ao nulos. Neste caso, podemos (por exemplo!) escrever:

−5u + 0vw + 0t = 0.

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