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Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.25 número7

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Academic year: 2018

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534

RBGO - v. 25, nº 7, 2003

Resumo de Tese

25 (7): 534, 2003

RBGO

O presente estudo avaliou e comparou as repercus-sões do 17β-estradiol (E2) e do raloxifeno (RLX) sobre as concentrações plasmáticas da homocisteína (Hci), da proteína C reativa (PCR) e da lipoproteína(a) [Lp(a)], importantes fatores de risco para doença cardíaca coronariana. Estudaram-se 59 mulheres após a meno-pausa num estudo longitudinal, prospectivo, aberto e randomizado de seis meses de duração. Os grupos de estudo constituiram-se de 26 usuárias de 60,0 mg/dia de raloxifeno e 33 mulheres usuárias de 2,0 mg/dia de 17 β-estradiol, ambos por via oral. As determinações sangüíneas da Hci, da PCR e da Lp(a) foram realizadas no início do estudo e após seis meses do uso contínuo dos fármacos. Realizaram-se análises comparativas intragrupo e intergrupos procurando-se avaliar as di-ferenças das médias da Hci, da PCR e da Lp(a) no início do estudo e após seis meses de tratamento. A análise estatística mostrou decréscimo significante

Repercussões do 17

β

-Estradiol e do Raloxifeno sobre as Concentrações Sangüíneas de Homocisteína,

Proteína C Reativa e Lipoproteína(a) em Mulheres após a Menopausa

Tese de Doutorado apresentada ao Curso de Pós-Graduacão da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, para obtenção do título de Doutor em Medicina em 5 de julho de 2002.

Autora: Lúcia Helena de Azevedo

Orientador: Prof.Dr. José Mendes Aldrighi.

nas concentrações da Hci nas usuárias de E2 e redu-ção não significativa nas de RLX. A PCR não sofreu alterações estatisticamente significantes sob a ação de ambos os fármacos, tendo-se constatado, no en-tanto, elevação nas suas concentrações com o E2 e diminuição com o RLX. A concentração da Lp(a) se re-duziu de forma não estatisticamente significante, tanto nas usuárias de E2, quanto nas do RLX. Concluiu-se

que o E2 exerce ação benéfica sobre as concentrações

plasmáticas da Hci e não influencia as concentrações da PCR e da Lp(a), enquanto o RLX não repercute sig-nificativamente sobre as concentrações da Hci, da PCR ou da Lp(a). Por fim, considerando os três marcadores de risco cardiovascular, o efeito do E2 é mais favorável

do que o RLX.

Palavras-chave: Menopausa. Climatério. Lipoproteina.

Resumo de Tese

25 (7): 534, 2003

RBGO

Objetivo: Avaliar a influência da hipertensão arterial, do diabete melito e do baixo nível econômico materno sobre o recém-nascido e sobre o peso, o volume e a densidade absoluta da placenta humana após a dequitação, em gestações de termo.

Material e Métodos: Avaliamos sessenta placentas de dois grupos de gestantes, divididos de acordo com a renda familiar per capita em maior ou menor que cem dólares americanos, correlacionamos com o peso do recém-nascido ao nascimento, índice placentário e re-lação peso do recém-nascido pelo peso da placenta; avaliamos, também, trinta placentas de gestantes com hipertensão arterial crônica, gestacional ou pré-eclâmpsia, trinta com diabete melito e trinta sem pa-tologias, correlacionando os valores das característi-cas físicaracterísti-cas da placenta com o peso do recém-nascido ao nascimento. Os volumes placentários, foram calcu-lados pelo princípio de Arquimedes.

Peso, Volume e Densidade Absoluta de Placentas de Gestantes Diabéticas, Hipertensas e de Baixo

Nível Socioeconômico e a Repercussão no Resultado Perinatal

Autor: Ulisses Del Nero

Orientadora: Profa.Dra. Marilza Vieira Cunha Rudge

Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ginecologia e Obstetrícia - Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP, em 7 de julho de 2003.

Resultados: O grupo de menor renda apresentou me-nor peso, volume e densidade absoluta placentária. O índice placentário foi menor e, foi maior a relação en-tre peso do recém-nascido e peso da placenta. As pla-centas de gestantes diabéticas apresentam maior den-sidade e as gestantes hipertensas têm menor peso e volume placentários.

Conclusões: Houve aumento da capacidade funcional das placentas de gestantes com menor renda familiar, pois os pesos dos recém-nascidos foram semelhantes e as placentas tiveram menor peso, volume e densida-de absoluta. O índice placentário foi menor e, a rela-ção entre o peso dos recém-nascidos e o peso placentário, maior. Existe correlação entre o peso e volume da placenta com o peso do recém-nascido para as hipertensas, diabéticas e normais.

Palavras-chave: Peso. Volume. Densidade. Nível

Referências

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