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gostaria de te dar os parabéns por ter chegado até aqui. Isso significa que você está comprometido(a) a aprender inglês de uma vez por todas.

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Academic year: 2021

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Primeiro,

gostaria de te dar os parabéns por ter chegado até aqui. Isso significa que você está comprometido(a) a aprender inglês de uma vez por todas.

Mas se você baixou este Ebook em busca de uma receita mágica que seja capaz de te fazer fluente em inglês do dia pra noite ou em até 60 dias, sinto lhe informar, MAS ISSO NÃO EXISTE.

Porém, saiba que se você continuar e ler até o final, vai descobrir algumas fórmulas que podem te levar por um caminho mais

rápido até a fluência e fazer com que você converse como um nativo.

A boa notícia é que você não vai precisar gastar centenas de reais em cursos que durarão a vida toda.

E posso te dizer isso com toda a certeza, porque eu mesma (Manuela, muito prazer) fiz um desses cursos dessas escolas grandes que existem...

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Aliás,

é engraçado eu te dizer isso porque eu JURAVA que entrando para essas escolas de grande porte que vemos nos comerciais de TV, eu sairia conversando em inglês por aí com qualquer nativo que cruzasse o meu caminho.

Como eu estava errada...

E eu descobri isso da pior forma possível... em uma entrevista de emprego.

Sabemos que no Brasil não é fácil conseguir um emprego que realmente pague as nossas contas, né?

Mas com o inglês no currículo o salário chega até 60% a mais do que de alguém que não tem...

Na época eu estudava publicidade e fui chamada para uma entrevista que precisava de inglês no currículo.

Eu estava tranquila, pois havia feito alguns anos de inglês em uma dessas escolas...

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Tinha certeza absoluta que passaria na entrevista achando que as perguntas em inglês seriam poucas e fáceis.

No dia, a entrevista seria apenas às 10 horas, porém havia acordado às 7 para poder tomar um banho com calma e não perder a hora.

Vesti minha melhor roupa, uma camisa social branca, uma calça também social preta com um sapatinho social e saí de casa para pegar o ônibus que me levaria até o metrô.

Não sei se você já pegou o metrô de SP na hora de pico, mas com toda a certeza eu fui esmagada até chegar na estação que deveria descer... rs

Enfim, o importante é que havia chegado para a entrevista bem adiantada, o que já me dava uma vantagem contra meus

concorrentes.

Tive a oportunidade de já conhecer o meu entrevistador que até hoje eu me lembro do nome dele, o Sr. Rogério.

Um a um, os concorrentes foram chegando e ao todo eram eu e mais 3 pessoas para a vaga.

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Porém não prestei muita atenção neles pois estava focada naquela vaga que eu queria muito.

Ao chegar a minha vez, o Sr. Rogério chamou meu nome e fui até a sala pequena, fechando a porta.

Observei como as paredes eram brancas com alguns quadros abstratos pendurados na parede, um do lado do outro.

A mesa era redonda e tinham 4 cadeiras, também brancas, mas com pequenos detalhes e preto.

Me sentei de frente para o Sr. Rogério e o começo da entrevista foi tranquilo, com perguntas simples sobre minha vida pessoal e meus estudos...

Então ele me perguntou se eu estaria confortável em começar a parte da entrevista que era feita em inglês e eu disse que sim.

Eu me lembro que o nervosismo começou a tomar conta de mim, pois parecia que havia dado um branco na minha cabeça depois de todos aqueles anos estudando inglês...

A cada pergunta que ele fazia, eu tentava puxar as palavras no fundo da minha cabeça para formar uma frase que fosse

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Eu me embolava em formar frases simples que na hora pareciam quase impossíveis de saírem da minha boca naquele momento...

E parecia que o Sr. Rogério estava gostando de ver minha

humilhação por não estar conseguindo raciocinar direito com o inglês e cada vez mais fazia pergunta atrás de pergunta, uma mais difícil que a outra.

No fim da entrevista, ainda fui chamada atenção com ele me dizendo que no meu currículo havia que eu conseguiria me comunicar em inglês, e no entanto, não consegui responder nenhuma das perguntas direito...

Até ali eu já sabia que não conseguiria mais a vaga de emprego, mas não precisava dessa humilhação...

Me lembro que ao chegar em casa, eu chorei e chorei. Eu jurava que aquela vaga seria minha e no entanto, mal

consegui formar uma frase em inglês sem gaguejar e ainda levei pra casa de graça uma humilhação de um tal de Rogério.

Resumindo, revirei a internet em busca de fórmulas

mágicas para destravar o meu inglês de vez e conseguir me

comunicar de verdade sem medo.

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É claro que essas tais "fórmulas mágicas" eram furadas atrás de furada.

Eu aprendi da forma mais difícil que para aprender inglês de verdade, é preciso ter uma ordem lógica de aprendizado, algo que me faça sair do ponto A e ir ao ponto B.

Algo que me pegue pela mão e me faça, de fato, aprender o inglês de verdade. Do mais básico até o mais avançado, de pouquinho em pouquinho...

Até o final deste Ebook, você vai entender que para aprender o Inglês de verdade, primeiro você precisa dar passos de bebê, depois você começa a engatinhar, até que você já está andando por conta própria.

Então leia o Ebook até o final e pare de cometer erros bobos ao falar inglês.

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1.

Pronúncias de palavras

terminadas em -ED.

Em inglês, para colocar um verbo regular no passado, simplesmente adicionamos -ED no fim da palavra.

Mas, o que acaba confundindo bastante gente é que tem 3 pronúncias diferentes para esse -ED final! Confira as 3 regras:

REGRA #1

Essa é a regra principal e mais importante de lembrar. Se o verbo termina com som de D ou T, pronunciamos o -ED como uma sílaba a mais. Ex:

hate (odiar) ➔ hated ➔ hat-ed*

need (precisar) ➔ needed ➔ need-ed* want (querer) ➔ wanted ➔ want-ed*

Atenção! Não fale o D final como “di”; não é nee-dé-di, mas sim need-ed.

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REGRA #2

Adicionamos apenas um som de D sutil às palavras que

terminam com um som vozeado, ou seja, com um som que faz vibrar a garganta. Por exemplo: love termina com som de V; diga o som de VVV com a mão na garganta, e você vai sentir que ela vibra. É importante reparar e lembrar que não pronunciamos o E e não adicionamos uma sílaba a mais na palavra!

love (amar) ➔ loved ➔ lov’d*

play (jogar, brincar) ➔ played ➔ plei’d* call (ligar, chamar) ➔ called ➔ call’d* use (usar) ➔ used ➔ iuz’d*

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* Essas palavras são apenas uma forma de representar a pronúncia, não sendo

jamais escritas dessa forma.

REGRA #3

Adicionamos apenas um som de T sutil às palavras que

terminam com um som não-vozeado, ou seja, que não faz a garganta vibrar. Diga, por exemplo, o som de FFF com a mão na garganta, e você não vai sentir vibração nenhuma.

Os sons não-vozeados são: F, K, P, S, SH, CH, X

E de novo: lembre-se de que não pronunciamos o E e não adicionamos uma sílaba na palavra!

like (gostar) ➔ liked ➔ laik’t*

watch (assistir) ➔ watched ➔ watch’t* kiss (beijar) ➔ kissed ➔ kis’t*

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2.

Have many mistakes

Esse é outro dos erros mais comuns! Em inglês, existe uma diferença bem grande entre have e there is/are.

Usamos have quando falamos que alguém possui alguma coisa, por exemplo:

I have a blue pen.

Eu tenho uma caneta azul.

Nesse caso, quem tem alguma coisa sou eu.

Mas, se quero dizer que há muitos erros, não uso have, mas sim there are: There are many mistakes.

Lembre-se de que usamos there is

quando falamos de algo no singular, e

there are quando plural.

E podemos também falar no passado -

there was (singular) e there were

(plural) - ou no futuro, usando there will be.

É muito importante não se confundir com isso, porque, se você falar da forma errada, um nativo não vai te entender!

Have many mistakes! Had a spider in the room.

Will have a party on Wednesday.

There are many mistakes! Tem muitos erros!

There was a spider in the room. Tinha uma aranha na sala.

There will be a party on Wednesday. Vai ter uma festa na quarta-feira

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3.

Is raining!

Esse erro acontece porque, em português, podemos ter uma frase com sujeito oculto ou inexistente, ou seja, podemos dizer simplesmente: “está

chovendo”. Mas, em inglês,

precisamos sempre colocar um sujeito na frase, mesmo quando ela não tem um sujeito óbvio! E é por isso que precisamos usar it.

Is raining!

Is nice to meet you!

It is raining! Está chovendo!

It is nice to meet you! É um prazer te conhecer!

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4.

I don’t have nothing.

Traduzindo literalmente, essa frase parece certa: “eu não tenho

nada”. O problema é que ela

contém duas palavras negativas:

don’t e nothing.

Essa situação é o que chamamos de double negative (dupla

negativa) e, ao contrário do que ocorre em português, no inglês padrão, isso não se usa.

Como resolvemos esse problema então? Deixamos apenas uma negação na frase: ou tiramos o

don’t, ou então trocamos nothing

por anything.

I don’t have nothing to do. There isn’t nothing here.

I have nothing to do.

Eu não tenho nada para fazer. I don’t have anything to do. Eu não tenho nada para fazer. There is nothing here.

Não tem nada aqui.

There isn’t anything here. Não tem nada aqui.

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5.

Let’s go?

Como você chamaria a galera para ir tomar um sorvete no sábado à tarde? Vamos? Bora? Partiu? “Vamos”, em inglês, é

let’s go, mas o erro acontece porque não se usa essa

expressão como pergunta. O que dizer então? Você pode dizer como uma afirmação: let’s go! Ou então usar

outra expressão que é uma das minhas favoritas: shall we go?

E você também pode reduzi-la para simplesmente shall we?.

Se você usar essa expressão da mesma forma que usamos “bora?”, vai soar como um nativo!

Let’s go? Let’s go!

Vamos!

Shall we go? / Shall we?

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6.

Can you explain me?

Essa frase pode parecer certa, porque é uma tradução literal do português - você pode me

explicar?

Mas, em inglês, isso não está certo! A forma apropriada seria:

Can you explain that to me?

(literalmente: você

pode explicar isso para mim?),

porque o verbo explain (explicar) pede que a gente coloque um complemento antes de dizer para quem estamos explicando.

Ou seja, quem explica, explica algo a alguém. Em inglês: explain

something to someone.

Can you explain me? Can you explain that to me?

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7.

I have 27 years.

Em português, usamos o verbo “ter” para falar da idade: eu tenho 27

anos. Mas, em inglês, é bem diferente: se diz, literalmente, “eu sou 27 anos velho”, ou simplesmente “eu sou 27”. Ou seja, você não

“possui” a sua idade, mas sim “é” a idade que tem!

I have 27 years.

My son has 10 months.

I am 27 (years old). Eu tenho 27 anos.

My son is 10 months old. Meu filho tem 10 meses.

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8.

I have a doubt!

Em inglês, a palavra doubt quer dizer aquele sentimento de incerteza de um modo geral, ou ainda de desconfiança sobre se algo é bom ou verdadeiro. Então, quando você quiser dizer que tem uma pergunta ou uma dúvida, use a

palavra question, e não doubt. Esse é um exemplo bem comum de

falso cognato, ou seja, palavras que soam parecidas nos dois idiomas, mas têm sentidos diferentes.

I have a doubt! I have a question.

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9.

I lost the bus!

Em inglês, lose significa perder. Então, você pode dizer: “I always lose my keys” (Eu sempre perco minhas chaves) ou “You lost the tickets?!” (Você perdeu os

ingressos?!). Até aí tudo bem. A confusão pode acontecer

quando falamos de algo que “perdemos” por não termos chegado

a tempo, como uma aula, um ônibus ou um voo, por exemplo. Para essas situações, devemos usar miss. Miss também quer dizer

“sentir falta”, como em: “I miss my cat!” Sinto falta do meu gato!

I lost the bus!

Jimmy lost the class because he was sick.

I can’t believe you missed your glasses again.

I missed the bus! Eu perdi o ônibus!

Jimmy missed the class because he was sick.

O Jimmy perdeu a aula porque ele estava doente.

I can’t believe you lost your glasses again.

Eu não acredito que você perdeu seus óculos de novo.

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10.

“Despacito” is my

favorite music.

Aqui temos um outro famoso falso cognato. Em inglês, music

representa o conceito geral, e é algo que não podemos contar, vai ser sempre singular - não

podemos dizer “musics”. Já a palavra song é o que em

português se chama “canção”, e podemos usá-la no plural.

“Despacito” is my favorite music. My grandpa wrote many musics.

“Despacito” is my favorite song. “Despacito” é minha música favorita.

My grandpa wrote many songs. Meu avô escreveu muitas músicas.

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11.

I don’t know where

are they from.

Para formar perguntas em inglês com o verbo to be, invertemos a ordem: colocamos o verbo antes do sujeito. Por exemplo:

They are Brazilian. Eles são brasileiros.

Are they Brazilian? Eles são brasileiros?

You are from the United States. Você é dos Estados Unidos. Where are you from?

De onde você é?

E, quando temos questions words

como what (o quê), where (onde) e

who (quem), por exemplo, é comum já imaginar que a frase deve vir com a ordem de

perguntas. Mas repare que a frase não é uma pergunta: “Eu não sei de onde eles são”. É uma

afirmação! Por isso, precisamos colocar na ordem “normal”: sujeito primeiro, e depois o verbo: I don’t know where they are from.

I don’t know where are they from.

She told me who is he.

I don’t know where they are from. Eu não sei de onde eles são.

She told me who he is.

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12.

O maior erro de todos:

Sorry about my English!

Calma, gramaticalmente, essa frase está perfeitamente correta! Qual o problema então?! O problema é pedir desculpas pelo seu inglês!

Você já está na frente de 90% dos brasileiros por tentar falar inglês, e na frente de 99% dos americanos por aprender uma língua

estrangeira.

Se alguém elogiar seu inglês, simplesmente agradeça com um “Thank you!”. Se você sentir necessidade, pode comentar: “My English is a work in progress!” (Meu inglês é uma obra em andamento!), mas nunca, jamais, peça desculpas pelo seu inglês!

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Como você já pode ter notado ao decorrer deste Ebook, o processo de aprendizagem de uma nova língua é como dar passos de bebê.

Primeiro, aprendemos uma coisa e depois outra e outra, e assim vai...

Não adianta nada você já querer ser fluente em 60 dias estudando o inglês, ISSO NÃO EXISTE!

Não adianta você querer sem bom em algo e ficar esperando que o milagre aconteça.

Portanto, se você deseja dominar o inglês, você tem que começar do ponto A e evoluir aos poucos.

Se você deseja conversar em inglês como um verdadeiro nativo da língua seja para incluir essa língua no seu currículo e ser mais valorizado ou até mesmo para viajar o mundo...

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Esse é um método inédito que vai te levar a fluência em menos tempo e com mais fluidez.

Sabemos que a língua inglesa é vasta, com milhares de palavras. Mas a boa notícia é que 80% dessas palavras raramente são

usadas até mesmo pelos nativos.

Quando você focar nos 20% que realmente importam é que você vai sentir uma real diferença na velocidade que você aprende inglês.

Mas como esse método funciona?

Como dito anteriormente, a língua inglesa é extremamente

ampla, sendo assim, os nativos também não dão conta de utilizar todo esse arsenal.

Então porque nós teríamos que conhecer 80% dessa linguagem que nem eles utilizam?

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O segredo é ignorar esses 80% e focar nos 20% que realmente importam, nas palavras que de fato são essenciais para uma comunicação completa e eficaz.

Fazendo isso, você se verá aprendendo inglês numa velocidade nunca imaginada.

Essa metodologia no Brasil é exclusivamente aplicada pelo curso A Jornada do Autodidata no Inglês

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Ou seja, tudo poderá ser mais demorado, se não lhe for apresentado na ordem certa e específica.

Nesse método, é fundamental que você saiba a parte 1 para só então seguir para a parte 2, e assim sucessivamente.

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Seguindo essa metodologia à risca, não será necessário muito esforço em seu processo de aprendizagem.

Basta aprender um pouquinho por dia, partes pequenas e fáceis e pronto: eis um fluente em inglês.

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