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Academic year: 2021

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Mário Coelho Lima Filho

AS POLÍTICAS PÚBLICAS E OS DEPENDENTES QUÍMICOS DO CRACK NO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO

Projeto de Pesquisa apresentado ao Programa de Pós-Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização em Legislativo e Políticas Públicas - LPP

Brasília - DF 2010

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Título: As Políticias Públicas e os Dependentes Químicos do Crack – a

droga devastadora do século XXI – no Distrito Federal e Entorno

Autor: Mário Lima Filho

Instituição: Centro de Formação, e Aperfeiçoamento da Câmara dos

Deputados – CEFOR

Data: 2010

Orientador:

Resumo: Levantar o consumo da droga psicotrópica derivada da pasta de

cocaína denominada “crack” entre os estudantes, meninos de rua e domiciliar no Distrito Federal e cidades do entorno. E, Baseado nesse levantamento, identificar as instituições públicas que prestam atendimento para recuperação e ressocialização aos dependentes, bem como a qualidade dos serviços dispensados. “LEVANTAR” NO SENTIDO DE AUMENTAR OU NO SENTIDO DE IDENTIFICAR SEU VOLUME? SE É A SEGUNDA ALTERNATIVA, VC TERÁ QUE FAZER ALGUMA PESQUISA DE CAMPO; VC TEM DINHEIRO PARA ISSO?

Palavras-chaves: crack, dependentes, instituições públicas

2. APRESENTAÇÃO

O termo droga teve origem na palavra droog (holândes antigo) que significa folha seca; isso porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais. Atualmente, a medicina define droga como qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em

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mudanças fisiológicas ou de comportamento. Por exemplo, uma substância ingerida contrai os vasos sangüíneos (modifica a função) e a pessoa passa a ter um aumento de pressão arterial (mudança na fisiologia). Outro exemplo, uma substância faz com que as células do nosso cérebro (os chamados neurônios) fiquem mais ativas, "disparem" mais (modificam a função) e, como conseqüência, a pessoa fica mais acordada, perdendo o sono (mudança comportamental).

Psicotrópico é uma palavra grega em que psico relaciona-se a nosso psiquismo (o que sentimos, fazemos e pensamos, enfim, o que cada um é), e trópico se relaciona com o termo tropismo, que significa ter atração por. Então,

psicotrópico significa atração pelo psiquismo, e, drogas psicotrópicas são

aquelas que atuam sobre nosso cérebro, alterando de alguma maneira nosso psiquismo.

Essas alterações do psiquismo não são sempre no mesmo sentido e direção. Obviamente, dependerão do tipo de droga psicotrópica ingerida. E quais são esses tipos?

- Depressoras da Atividade do Sistema Nervoso Central (psicoléticas): diminuem a atividade do cérebro e deixa a pessoa “desligada”, “devagar” (álcool, inalantes/solvente, ansiolíticos, barbitúricos e opiáceos);

- Estimulantes da Atividade do Sistema Nervoso Central (psicoanalépticos,

noanalépticos, timolépticos etc.): estimulam o funcionamento fazendo com

que o usuário fique "ligado", "elétrico", sem sono (cafeína, nicotina, anfetamina e cocaína). Por isso, essas drogas recebem essa denominação; e

- Perturbadores da Atividade do Sistema Nervoso Central

(psicoticomiméticos, psicodélicos, alucinógenos, psicometamórficos etc.): agem modificando qualitativamente a atividade de nosso cérebro. O

cérebro passa a funcionar fora do normal, a mente fica perturbada anticolinérgicos (medicamentos e plantas), maconha, cacto, cogumelo e LSD.

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O crack é um subproduto da cocaína, produzido a partir da pasta básica da coca (“freebasing”, em inglês), e está classificado como estimulante do sistema nervoso central. Provoca a sensação de euforia e bem-estar, idéia de grandiosidade, irritabilidade e aumento da atenção a estímulos externos. Essas sensações levam o usuário a querer sempre mais. Com o aumento da dose aparecem a síndrome do pânico, a sensação de estar sendo perseguido e, às vezes, alucinações auditivas e táteis (escutar vozes, sentir sensação de bicho andando pelo corpo). O quadro completo é chamado de “psicose cacaínica”. OU COCAÍNICA? Esses fatores acometem os dependentes a uma intoxicação aguda, com ingestão de doses mais altas, quadro de síndrome cerebral orgânica (SCO), caracterizado por confusão e desorientação, podendo resultar em lesão cerebral.

3. PROBLEMA

COCAÍNA

A cocaína é uma substância natural, extraída das folhas de uma planta encontrada exclusivamente na América do Sul, a Erythroxylon coca, conhecida como coca ou epadu, este último nome dado pelos índios brasileiros. A cocaína pode chegar até o consumidor sob a forma de um sal, o cloridrato de

cocaína, o “pó”, “farinha”, “neve” ou “branquinha”, que é solúvel em água e serve

para ser aspirado ou dissolvido em água para uso intravenoso.

o crack é produzido à partir da pasta de cocaína, é pouco solúvel em água, mas se volatiliza quando aquecida , sendo fumado em “cachimbos”. O

crack ganhou popularidade em São Paulo, enquanto que em Brasília

predominava o uso da merla, droga também derivada da coca. De fato, pesquisas (CITAR) mostram que, em 2003, mais de 50% dos usuários de drogas da Capital Federal faziam uso de merla, e apenas 2% de crack, números totalmente invertidos nos dias atuais. SE VOCÊ SABE QUE OS NÚMEROS HOJE ESTÃO INVERTIDOS, EM DEVE SABER QUANTOS SÃO OS USUÁRIOS DO CRACK; MAS NO RESUMO VC DISSE QUE O OBJETIVO ERA “Levantar o consumo da droga psicotrópica derivada da pasta de cocaína denominada “crack” entre os

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estudantes, meninos de rua e domiciliar no Distrito Federal e cidades do entorno”. COMO FICAMOS, ENTÃO?

O crack apresenta forma de “pedra” e, quando aquecido, necessita de uma temperatura relativamente baixa (95oC), para passar do estado sólido ao de vapor. Assim que o crack é fumado, alcança o pulmão, que é um órgão intensivamente vascularizado e com grande superfície, levando a uma absorção instantânea.

Através do pulmão, cai quase imediatamente na circulação, chegando rapidamente ao cérebro. Com isso, pela via pulmonar, o crack encurta o caminho para chegar ao cérebro, surgindo os efeitos da cocaína muito mais rápido do que por outras vias. Em 10 a 15 segundos, os primeiros efeitos já ocorrem, enquanto os efeitos após cheirar o “pó” surgem após 10 a 15 minutos, e após a injeção, em 3 a 5 minutos. Essa característica faz do crack uma droga “poderosa” do ponto de vista do usuário, já que o prazer acontece quase instantaneamente após uma “pipada” (fumada no cachimbo).

Porém, a duração dos efeitos do crack é muito rápida. Em média, em torno de 5 minutos, enquanto após injetar ou cheirar, duram de 20 a 45 minutos. Essa duração dos efeitos faz com que o usuário volte a utilizar a droga com mais frequência que as outras vias (praticamente de 5 em 5 minutos), levando-o à dependência muito mais rapidamente que os usuários da cocaína por outras vias (nasal, endovenosa) e a um investimento monetário muito maior.

Logo após a “pipada”, o usuário tem uma sensação de grande prazer, intensa euforia e poder. É tão agradável que, logo após o desaparecimento desse efeito ele volta a usar a droga, fazendo isso inúmeras vezes, até acabar todo o estoque que possui ou o dinheiro para consegui-la. A essa compulsão para utilizar a droga repetidamente dá-se o nome popular de “fissura”, que é uma vontade incontrolável de sentir os efeitos de “prazer” que a droga provoca. A “fissura” no caso do crack e da merla é avassaladora, já que os efeitos da droga são muito rápidos e intensos.

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Além desse “prazer” indescritível, que muitos comparam a um orgasmo, o crack e a merla provocam também um estado de excitação, hiperatividade, insônia, perda de sensação do cansaço, falta de apetite. Esse último efeito é muito característico do usuário de crack e merla. Em menos de um mês, ele perde muito peso (8 a 10kg) e em um tempo maior de uso ele perde todas as noções básicas de higiene, ficando com um aspecto deplorável. Por essas características, os usuários de crack (craqueros) ou de merla são facilmente identificados. Após o uso intenso e repetitivo, o usuário experimenta sensações muito desagradáveis, como cansaço e intensa depressão.

A tendência do usuário é aumentar a dose da droga na tentativa de sentir efeitos mais intensos. Porém, essas quantidades maiores acabam por levá-lo à irritabilidade, tremores e atitudes bizarras devido ao aparecimento de paranóia (chamada entre eles de “nóia”). Esse efeito provoca um grande medo nos craqueros, que passam a vigiar o local onde usam a droga e a ter uma grande desconfiança uns dos outros, o que acaba levando-os a situações extremas de agressividade. Eventualmente, podem ter alucinações e delírios. A esse conjunto de sintomas dá-se o nome de “psicose cocaínica”.

4. OBJETIVOS

A questão dos dependentes de drogas adquiriu proporções trágicas no País. Estima-se que existem, hoje, mais de um milhão de pessoas envolvidas só com o crack. Portanto, o objetivo geral desse estudo é traçar um perfil dos dependentes da substância no Distrito Federal e entorno, bem como a situação psicológica dos familiares desses dependentes. E como objetivo específico, analisar as políticas aplicadas para ajudar a minimizar o sofrimento dos envolvidos, em instituições públicas que possam abrigar os usuários, fornecendo tratamentos adequados, tanto para os dependentes, quanto àqueles que convivem com ele. E COMO VC TRATARÁ O PAPEL DO LEGISLATIVO NO PROCESSO?

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5. JUSTIFICATIVA

Sob a perspectiva legal, a instituição de políticas públicas que combatam as desigualdades SOCIAIS E interregionais no Brasil possui status constitucional qualificado. A Constituição de 1988 estabeleceu que, “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, constituem-se em um dos objetivos da República Federativa do Brasil, conforme o art. 3º, da Constituição.

Ao interpretar o que reza a Constituição, é dever do Estado garantir o direito daquele que, por qualquer motivo, venha a se infiltrar em uma “viagem sem volta”, que é o que acontece atualmente com os craqueros de dependentes de outras drogas. Nesse sentido, o Estado, em cumprimento à Carta Magna, terá que apresentar políticas públicas que atendam os dependentes bem como aqueles que com eles convivam.

A preocupação é tanta, que diversos parlamentares da Câmara e do Senado já ocuparam a Tribuna das respectivas Casas, e se pronunciaram pedindo políticas eficazes no combate ao avanço, e programa destinado a atender o usuário do crack.

Recentemente, na Câmara dos Deputados, foi instalada na Comissão de Seguridade e Família, comissão exterma que visitará autoridades de saúde pública e segurança em Portugal, na Holanda e Itália para obter informações sobre as políticas adotadas em diferentes realidades.

O objetivo da comissão é verificar em Portugal como é aplicada a internação compulsória de dependentes de drogas; discutir na Holanda o controle das lojas autorizadas a vender entorpecentes; e conhecer na Itália a experiência contra os manicômios e o uso da psiquiatria no tratamento de drogados.

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Na avaliação dos componentes da comissão é preciso aperfeiçoar, principalmente, as regras para internação de dependentes químicos graves, pois consideram que a política de saúde mental em vigor no País “realiza um crime” quando veta a internação dessas pessoas. Os deputados alertam que o consumo de drogas é visto como um caso de polícia, em vez de ser tratado como assunto de saúde..

QUAL A RELAÇÃO ENTRE ESSA COMISSÃO E O SEU TRABALHO?

6. REVISÃO DE LITERATURA

O aumento do uso do crak no Brasil, e o alastramento dessa substância nas grandes cidades e no interior, trouxe preocupação às autoridades e à sociedade civil. Políticos em seus discursos demonstram essa preocupação e estudam possibilidades de criar métodos radicais para combater e tratar esses “doentes”.

O Senador Acyr Gurgacz (PDT-RO) defende imediata adoção no sentido de ofertar internação gratuita aos usuário da droga, extensão do tratamento para as pequenas cidades e conscientização do uso da droga, a ser feita nas escolas, associações, igrejas, entre outros centros. Também defende a atenção especial às famílias do usuário como uma das providências para atender aos drogados.

Carlos Cezar Soares Batista, Coordenador do Fórum DQDF - Fórum Permanente de Dependência Química do Distrito Federal, diz : “Para quem não sabe, a Capital Federal conta apenas com dois centros de atendimento

governamentais para atender a essa clientela, o que seguramente não é o mais

adequado, já que a população do DF e entorno, e, como bem tem sido divulgado, a cada dia mais e mais pessoas têm acesso a esta droga e por conseguinte os que decidem buscar apoio terão dificuldades. FALTOU COMPLEMENTO AO TEXTO INDICADO!!

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Longe de uma solução, toda semana a mídia divulga a maior apreensão de crack, mostrando o quão difícil é combater sua oferta e assim, infelizmente, muito ainda será mostrado desta cruel e triste corrida pelo prazer. Ao encontro desta previsão, segundo dados do Relatório Mundial sobre Drogas do UNODC – Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crime, divulgado no dia 26 de junho de 2008, o Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína das Américas, com 870 mil usuários, ficando atrás apenas do Estados Unidos.

Por outro lado, as pesquisas domiciliares realizadas no Brasil revelam que o consumo entre pessoas de 12 a 65 anos aumentou de 0,4% da população em 2001 para 0,7% em 2005. A mesma pesquisa, aponta que o uso da cocaína está presente na faixa etária entre os 12 e 17 anos, com 0,5% dos entrevistados e atinge um máximo na faixa dos 25 e 34 anos, com 5,2%.”

Essa análise é preocupante, e o que foi retratado aqui por Carlos Cezar está representado no II Levantamento Domiciliar Sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil. Esse estudo foi elaborado pelo Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas – CEBRID, Universidade Federal de são Paulo – Departamento de Psicologia, Escola Paulista de Medicina.

O estudo de políticas que atendem essa situação é necessário, para que sirva de alerta às autoridades, e que sejam tomadas as urgentes providências que o caso requer.

7. METODOLOGIA

O projeto será desenvolvido seguindo os seguintes critérios:

a) Levantamento bibliográfico: livros sobre o assunto, periódicos, documentários, artigos e revistas especializadas;

b) Serão feitas visistas aos centros de atendimentos existentes no DF, onde serão entrevistadas com pessoas envolvidas (usuário e familiares), que

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relatarão os danos causados em suas vidas; COMO SERÃO ESCOLHIDAS ESSAS PESSOAS? COMO VC SE ASSEGURARÁ DE QUE ELAS SERÃO REPRESENTATIVAS DO UNIVERSO; ALIÁS, DE QUAL UNIVERSO?

c) Acompanhamento de reuniões dentro do parlamento que tratam sobre o assunto, como a Comissão Externa sobre Políticas Antidrogas da Câmara dos Deputados e a Comissão de Direitos Humanos, onde tramitam diversas matérias sobre o assunto; COMO ACOMPANHAR ESSAS REUNIÕES? VC ACOMPANHARÁ PARA OBTER QUAL TIPO DE INFORMAÇÃO?

d) Coleta e análise de documentação provenientes de encontros, seminários e reuniões de comissões para checar que tipo de estudos estão sendo realizados no sentido de minimizar essa situação deprimente à sociedade brasileira, que é o avanço do números de dependentes do Crack.

Portanto, as fontes de informações para pesquisa serão as publicações em revistas e jornais, estudos de casos, leis e relatórios elaborados por órgãos que acompanham o processo sobre políticas antidrogas. Bem como depoimentos de pessoas envolvidas direta e indiretamente com o problema.

8. CRONOGRAMA

ATIVIDADES PERÍODO

Pesquisa e seleção de material bibliográfico e audiovisual: Livros, artigos de revistas, estudos, ensaios, documentários relacionados ao tema

Março e Abri/2010

Entrega do projeto de pesquisa Abril/2010 Leitura do material bibliográfico coletado e análise dos

documentários levantados

Maio-Agosto.2010

Início do trabalho escrito Julho/2010

Encontros com orientador Agosto-Novembro/2010

Marcação da defesa da monografia Novembro/ 2010

Defesa da monografia Dezembro/2010

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CEBRID. Levantamento Nacional Sobre o Uso de Drogas entre Crianças e Adolescentes em Situação de Rua nas 27 Capitais Brasileiras. Universidade Federal de São Paulo. Departamento de Psicologia: São Paulo. 2003.

CEBRID. II Levantamento Domiciliar Sobre o Uso de Drogas. Universidade Federal de São Paulo. Departamento de Psicologia: São Paulo. 2005.

CEBRID. Comportamento de Risco de Mulheres Usuárias de Crack em Relação às DST/AIDS. Universidade Federal de São Paulo. Departamento de Psicologia: São Paulo. 2004.

___________. Comissão de Seguridade Social e Família – Comissão Externa Para Analisar Política Antidroga. Brasília:Câmara dos Deputados.

Uchoa, M. A Crak – O Caminho das Pedras. São Paulo: Editora Ática, 1996.

Araújo, M.R. Estudo de Seguimento com Usuário de Crack: mortalidade durante cinco anos. Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo - Escola de Medicina Paulista de Medicina para Obtenção do Título de Mestre em Psiquiatria. São Paulo: 2001. 132p.

Laranjeira, R.; Jungerman, F; Dunn, J. Drogas, Maconha, Cocaína e Crack. São Paulo: Editora Contexto, 1998.

Referências

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