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BNP PARIBAS LONG&SHORT AGOSTO/2016

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Academic year: 2021

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CENÁRIO

CENÁRIO

CENÁRIO

CENÁRIO

O ritmo de crescimento mundial permaneceu moderado no mês passado. Nosso indicador que mensura a atividade industrial global passou de 50,2 pontos em julho para 49,5 pontos em agosto, o que significa estagnação na produção manufatureira. A falta de expansão foi disseminada por todos os continentes, sendo o principal destaque negativo os EUA.

Esse processo natural de desaquecimento é a principal razão para nossa projeção de PIB real em torno de 1,5% nesse ano e 1,3% em 2017, abaixo do consenso. Apesar disso, entendemos que o banco central americano manterá o processo de normalização gradual da taxa de juros nos próximos trimestres com a expectativa de que a inflação retornará suavemente para a meta. Além disso, a permanência da taxa de juros real em patamar negativo possibilita a formação de distorção no preço de ativos. Uma possível distorção gerada pela elevada liquidez mundial é o crédito corporativo asiático. Na China, a dívida das empresas não financeiras aumentou de 99% do PIB em 2007 para 171% do PIB em 2015. Em Hong Kong, a dívida corporativa passou de 132% do PIB para 214% do PIB. Assim, o espaço para uma nova rodada de alavancagem é limitado e desfavorece novos investimentos no médio prazo.

CARTA MENSAL

BNP PARIBAS LONG&SHORT

AGOSTO/2016

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Portanto, mantemos a perspectiva de desaquecimento da atividade mundial nos próximos anos. Enquanto a economia americana está sofrendo o efeito colateral da baixa taxa de desemprego, a Ásia deve encarar o efeito colateral do excesso de liquidez global.

No Brasil, a melhora da confiança dos empresários é condição necessária, mas não suficiente para a retomada consistente da atividade. A situação financeira das empresas, do governo e das famílias também é condição essencial para a expansão sustentada da produção nacional. Ainda estamos no ciclo de desalavancagem dos agentes. A boa notícia é que já estamos caminhando na estrada certa... A má notícia é que ainda tem muita estrada pela frente.

Reiteramos também que uma aceleração da atividade requer a redução da taxa de inflação e a consequente queda da taxa de juros. Felizmente, a elevada ociosidade ancora nossa projeção de inflação ao redor do centro da meta para o próximo ano, o que possibilitará redução da taxa Selic para 14,00% em 2016 e 10,50% em 2017. A queda sequencial da taxa básica de juros contribuirá para a redução da alavancagem e, naturalmente, permitirá um ciclo gradual de expansão do mercado de crédito. Assim, esperamos uma retomada mais pronunciada do consumo e investimento a partir do segundo semestre do próximo ano. Esse cenário está condicionado à aprovação de reformas, tanto a PEC 241 quanto a Reforma da Previdência. A PEC 241, que limita a expansão do gasto público total pela inflação do ano anterior, será capaz de estabilizar a dívida pública em torno de 95% do PIB em cinco anos e manter a solvência do país. Uma questão relevante é a composição das despesas públicas. Lembrando que passaremos por um rápido processo de envelhecimento da população, o gasto com benefícios previdenciários devem subir acima da inflação, passando de 42% do gasto total para 54% em 2026 e 68% em 2036. Isso significa que, já considerando a implementação da idade mínima para aposentadoria em 65 anos, as demais despesas precisam ser cortadas radicalmente. Precisamos de medidas adicionais para sinalizar como poderemos cumprir o limite de gastos no médio e longo prazo.

Portanto, a recuperação consistente da atividade depende da desinflação, da redução da taxa de juros e da aprovação das reformas. O processo de desalavancagem dos agentes da economia deve ter iniciado nesse ano, mas ainda estamos longe do fim.

Daniel Saraiva Daniel SaraivaDaniel Saraiva Daniel Saraiva Gestor de estratégias de arbitragem

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R

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RENTABILIDADES

ENTABILIDADES

ENTABILIDADES

ENTABILIDADES

BNP Paribas Long & Short FI Multimercado

BNP Paribas Long & Short FI Multimercado

BNP Paribas Long & Short FI Multimercado

BNP Paribas Long & Short FI Multimercado

EXPOSIÇÕES MÉDIAS AO LONGO DO MÊS

EXPOSIÇÕES MÉDIAS AO LONGO DO MÊS

EXPOSIÇÕES MÉDIAS AO LONGO DO MÊS

EXPOSIÇÕES MÉDIAS AO LONGO DO MÊS

Long and Short

Long and Short

Long and Short

Long and Short

Gross Exposure: 60%

Estratégia de Pares: 5% Estratégia Long & Short: 55%

Rentabilidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano

2007 (%) - - - 2,01% 4,20% -0,62% -2,29% 0,38% 0,07% 1,07% 4,80% % CDI - - - 246,66% 426,98% - - 40,94% 8,89% 127,71% 76,26% 2008 (%) 0,13% 3,02% -0,08% 1,67% 1,90% 3,47% -0,29% 0,38% 1,14% -0,69% 2,18% 1,44% 15,14% % CDI 14,17% 375,75% - 185,29% 217,21% 362,49% -27,46% 37,76% 104,20% - 217,72% 129,39% 120,89% 2009 (%) 0,75% 2,44% -0,24% 1,72% -0,82% 1,87% 1,38% 0,38% 1,79% 0,79% 2,11% 0,26% 13,08% % CDI 71,31% 283,85% - 204,16% - 245,71% 175,71% 54,99% 257,38% 113,57% 318,64% 35,40% 130,30% 2010 (%) 2,03% 0,51% -0,40% 1,15% -0,32% -0,02% 1,50% 1,12% 1,21% 2,60% 2,13% 1,02% 13,21% % CDI 306,95% 85,86% - 173,35% - - 173,93% 126,27% 143,25% 320,29% 262,49% 109,84% 133,46% 2011 (%) 0,72% 1,15% 0,77% 1,21% 0,53% 1,08% 1,14% 1,07% 0,81% 0,44% -0,11% 0,13% 9,30% % CDI 83,62% 136,27% 84,08% 143,88% 54,37% 113,87% 117,65% 99,35% 85,78% 50,47% - 14,81% 81,05% 2012 (%) 1,24% 0,51% 0,83% 2,08% 1,82% 1,35% 0,85% 0,58% 0,28% 1,88% 1,04% 0,88% 14,18% % CDI 139,67% 68,48% 102,91% 294,29% 247,24% 210,42% 125,18% 84,20% 52,46% 307,89% 190,11% 164,52% 164,15% 2013 (%) 1,16% 1,28% 0,72% 0,66% 1,17% 0,15% 0,61% -0,79% 0,66% 1,00% 1,40% 0,45% 8,78% % CDI 197,35% 264,42% 133,77% 110,47% 200,86% 21,36% 103,25% - 94,04% 124,18% 196,94% 57,20% 109,00% 2014 (%) -0,76% 0,38% 0,21% 1,06% 1,57% 1,23% 0,60% 0,42% 0,93% 1,48% 0,81% 0,47% 8,71% % CDI - 48,30% 28,05% 129,54% 182,28% 150,61% 63,73% 48,71% 103,25% 157,19% 97,08% 48,84% 80,61% 2015 (%) -0,15% 1,79% 1,12% 0,12% 0,76% 1,04% 0,13% 0,82% 0,80% 0,88% 0,62% 1,92% 10,28% % CDI - 218,36% 107,84% 13,13% 77,13% 97,74% 11,00% 74,25% 72,16% 79,59% 58,85% 165,46% 77,71% 2016 (%) 0,20% 1,15% -0,43% 2,06% 1,32% 0,64% 2,41% 1,62% 9,29% % CDI 18,54% 115,06% - 195,66% 119,10% 55,05% 217,19% 133,35% 100,84%

Rentabilidade 12 meses 24 meses

Fundo (%) 13,97% 25,03%

(%) CDI 98,87% 88,72%

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DESTAQUES POSITIVOS

DESTAQUES POSITIVOS

DESTAQUES POSITIVOS

DESTAQUES POSITIVOS

POSIÇÕES

POSIÇÕES

POSIÇÕES

POSIÇÕES SHORT

SHORT

SHORT

SHORT

TAESA

TAESA

TAESA

TAESA

Após subir muito em julho, devido a um movimento técnico, as ações da Taesa apresentaram uma queda relevante em agosto, com isso, conseguimos obter um retorno positivo na posição vendida.

Decidimos montar uma posição vendida em Taesa, ainda em julho, pois entendíamos que no preço de venda a ação embutia uma taxa de retorno muito baixa. Quando decidimos vender, a Taesa estava precificando uma taxa de retorno consideravelmente inferior à taxa implícita nos títulos públicos, o que não fazia sentido em nossa opinião.

Embora o setor demande grandes investimentos no futuro, o que abriria espaço para o crescimento das empresas de transmissão, a Taesa já embutia um cenário bastante positivo, criando uma assimetria favorável na venda da ação, pois apenas cenários muito otimistas e de baixa chance de ocorrerem justificavam seu preço de mercado.

Outro aspecto que parecia benéfico à posição vendida foi o anúncio da Cemig, uma das controladoras da Taesa, de desvinculação de um lote considerável de ações do montante total que fazia a composição do bloco de controle. Além dessas ações disponíveis à venda, a Cemig possui uma quantidade considerável de ações que também estão fora do bloco de controle, mas que estão sendo utilizadas como garantia para a

put da Light – esse montante também deverá vir a mercado assim que a questão da put for resolvida.

Continuamos com a posição vendida, por conta do valuation caro e da potencial pressão vendedora por parte da Cemig.

LOJAS RENNER

LOJAS RENNER

LOJAS RENNER

LOJAS RENNER

No mês de agosto a ação sofreu após uma forte valorização nos últimos meses. A empresa esta enfrentando um cenário macroeconômico desafiador para o segmento de varejo vestuário no Brasil e as vendas nas mesmas lojas do terceiro trimestre devem frustrar as expectativas do mercado. A Lojas Renner já sinalizou que os meses de julho e agosto foram abaixo do esperado principalmente devido a um ambiente mais promocional que o esperado, uma queda do fluxo de pessoas nos shoppings durante as olimpíadas e as temperaturas ainda baixas no Sul do país em agosto.

Decidimos manter a nossa posição vendida, pois (1) consideramos que o valuation de 20x P/E 2017 não oferece um grande potencial de valorização mesmo considerando um crescimento de lucro de 20% em 2017; (2) o preço da ação já considera uma margem EBITDA para o longo prazo acima dos melhores

benchmarks internacionais (Zara e H&M) e um crescimento médio de receita por metro quadrado acima

dos anos 2005-2015 para frente.

CCR

CCR

CCR

CCR

Em agosto nos beneficiamos de nossa posição vendida em CCR devido ao resultado do 2Q16 que apresentou um lucro abaixo da expectativa do mercado em função do maior custo financeiro da companhia e de perdas com derivativos cambiais. Continuamos acreditando que a ação esteja sobrevalorizada em grande parte

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estrangeiros) e à perspectiva de que as empresas de infraestrutura se beneficiem de um novo ciclo de investimentos no Brasil. Apesar de estarmos otimistas com novos investimentos em infraestrutura, acreditamos que o cronograma dos novos projetos não será tão célere devido à dificuldade de estruturar e de equacionar o financiamento nas atuais condições macroeconômicas. Além disso, o interesse e a necessidade de investimento estrangeiro no setor devem aumentar a competição pelos projetos, aumentando a incerteza e a rentabilidade dos mesmos. Continuamos cautelosos no papel.

DESTAQUES NEGATIVOS

DESTAQUES NEGATIVOS

DESTAQUES NEGATIVOS

DESTAQUES NEGATIVOS

POSIÇÕES

POSIÇÕES

POSIÇÕES

POSIÇÕES LONG

LONG

LONG

LONG

ALUPAR

ALUPAR

ALUPAR

ALUPAR

Após dois meses de performance positiva, as ações da Alupar acabaram recuando em agosto, gerando um resultado negativo para o Fundo.

Decidimos montar a posição comprada em Alupar ainda no primeiro semestre, pois a ação apresentava uma relação de risco-retorno positiva. Na época, observamos que a ação embutia uma taxa de retorno real de dois dígitos, com uma grande previsibilidade de suas receitas. Essa previsibilidade é decorrente da característica operacional da companhia, pois 70% é gerada pelo segmento de transmissão. Os ativos de transmissão apresentam uma geração de caixa altamente previsível, pois sua receita anual é definida pelo governo, e indexada à inflação, sua margem operacional oscila entre 80% e 90% e seu investimento de reposição é baixo.

O segmento de geração representa os outros 30% da receita total da companhia. Nesse caso, o grau de previsibilidade também é alto, pois mais de 80% da energia da companhia já está contratada através de contratos de longo prazo. A margem desse segmento também oscila pouco, variando entre 60% e 70%. Outro aspecto que favorece a empresa é poder se beneficiar, através da parcela descontratada de sua capacidade de geração, do cenário atual de preços de energia mais elevados. Houve uma elevação relevante na perspectiva para o preço de energia nos próximos anos, devido ao quadro de consumo de energia mais elevado do que se previa, clima mais seco e possível mudança na fórmula de cálculo do preço à vista.

Devido à resiliência de sua geração de caixa, a empresa também apresenta um elevado dividend yield. Diante da grande quantidade de potenciais projetos de transmissão que necessitarão ser desenvolvidos nos próximos anos no país, é possível que a empresa reduza em um determinado ano a sua distribuição de dividendos. Acreditamos que seria um movimento positivo, pois a companhia, como maior agente privado que atua no setor de transmissão, já provou que apenas participa de projetos com taxas de retorno saudáveis para os acionistas.

Continuamos com a posição comprada, pois avaliamos que a ação ainda embute uma taxa de retorno atrativa, principalmente por se tratar de uma empresa defensiva, com alta previsibilidade de geração de caixa.

MARFRIG

MARFRIG

MARFRIG

MARFRIG

Agosto não foi um mês favorável para a Marfrig em termos de performance, com queda de 10% versus alta de 1% do Ibovespa. Atribuímos a má performance ao fato da empresa não ter conseguido gerar caixa no 2º

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conversível que o banco tem contra a empresa a um preço fora de mercado. Na noite do dia 10 de agosto, uma matéria no Valor Pro afirmou que a empresa estaria em conversas com BNDES para recomprar R$2 bilhões em debêntures conversíveis que vencem em 2017, por um preço acima de mercado, com intuito de garantir que o controle da empresa se mantenha nas mãos do seu fundador. Tal notícia foi muito mal recebida pelo mercado. Não só pelo preço citado ser acima do mercado, mas também pelo fato de que isso vai contra tudo que vinha sendo dito pela empresa nos últimos meses. Em razão disso, o boato foi prontamente negado pelo management e controlador, que aproveitaram para reafirmar que a companhia esta focada no processo de desalavancagem e que não existe nenhuma conversa com o BNDES no intuito de modificar a operação de conversão das debêntures.

Continuamos com uma visão otimista para a empresa no médio prazo dada perspectiva de melhora nas margens do segmento de carne bovina (50% das receitas), alta resiliência do segmento keystone (outros 50% da receita) e a concretização dos benefícios do processo de desalavancagem. Papel está com valuation atrativo (abaixo de 5x EV/Ebitda versus um intervalo histórico de 4.5x a 6.5x).

PRINCIPAIS ALOCAÇÕES PARA O PRÓXIMO MÊS

PRINCIPAIS ALOCAÇÕES PARA O PRÓXIMO MÊS

PRINCIPAIS ALOCAÇÕES PARA O PRÓXIMO MÊS

PRINCIPAIS ALOCAÇÕES PARA O PRÓXIMO MÊS

Para o mês de setembro, as principais alocações setoriais na ponta compradora são nos setores de açúcar, celulose, petróleo, alimentos, bancos, serviços financeiros e elétrico. Por outro lado, na ponta vendida, os setores de mineração, siderurgia, bens de capital, varejo, consumo, shopping e concessão.

Fundo de

Investimento Data Início

Horário Limite

Regime de

Cotas Aplicação Resgate Valores Mínimos (R$) TAXAS Observações Ratings

Tratamento Tributário Perseguido Conversão Carência Conversã

o

Liquidação Financeira

Aplicação

Inicial Movimentação Saldo Administração Performance Saída

LONG AND SHORT (a)04/06/2007 15:30 Fechamento D0 não há D+14 D+15 5.000 5.000 não há 2.00% a.a. 20% s/ 100% CDI sim* (II, III, IV) não há Longo Prazo

Público Alvo: Investidores em Geral

Taxa de Administração:

É apropriada diariamente sobre o valor da cota sendo paga mensalmente até o 5º dia útil subsequente ao vencimento; Taxa de Performance:

É apropriada diariamente sendo paga semestralmente no último dia útil dos meses de dezembro e junho ou no resgate total ou parcial das cotas, o que ocorrer primeiro;

Taxa de Entrada:

Nenhum fundo mencionado possui taxa de entrada; (a) Taxa de Saída:

BNP Paribas Long and Short e Equity Hedge: Caso o cotista solicite, de forma expressa, o resgate com conversão das cotas em D+0/ Liquidação das cotas D+1, será cobrada uma taxa de saída de 5% sobre o valor total resgatado. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo.

(b) BNP Paribas Premium: Compreende a taxa de administração do FIC (0.50%a.a.) + taxas dos FIs investidos

Utilização de Derivativos:

I – Este fundo utiliza estratégias que podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas; ou II – Este fundo utiliza estratégias que podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a consequente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo.

Ativos negociados no exterior:

(III) Este fundo está autorizado a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior.

Concentração de emissores:

(IV) Este fundo pode estar exposto a significativa concentração em ativos de Renda Variável de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes.

Tratamento Tributário Perseguido:

Com exceção do Credit, Diamante, Esmeralda, IMA-B5 e BNP Paribas Spin, não há garantia de que os fundos mencionados acima terão tratamento tributário para fundos de Longo Prazo.

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DISCLAIMER DISCLAIMER DISCLAIMER DISCLAIMER

As declarações contidas nesse material não constituem recomendações sobre investimentos e abrange hipóteses sobre as quais estão baseadas declarações relativas a projetos, objetivos e expectativas relacionadas às operações, produtos e serviços futuros ou performances futuras. Essas declarações prospectivas podem ser identificadas pelas palavras «esperar», «acreditar», «planejar» ou «estimar», bem como por outros termos similares. As informações e opiniões contidas neste documento foram obtidas de fontes públicas por nós consideradas confiáveis, porém nenhuma garantia, explicita ou implícita, é assegurada de que as informações são acuradas ou completas, e em hipótese alguma podemos garantir a sua ocorrência. O BNP Paribas Brasil não assume qualquer compromisso de publicar atualizações ou revisões dessas previsões. O BNP Paribas Brasil não se responsabiliza por eventual perda causada pelo uso de qualquer informação contida neste documento. Este documento foi produzido pelo BNP Paribas Brasil S.A. e é de uso exclusivo do destinatário, não podendo ser reproduzido, ao todo ou em parte, sem prévio consentimento do BNP Paribas Brasil S.A. Caso V.Sa. não seja o destinatário pretendido, qualquer divulgação, cópia, distribuição ou qualquer ação conduzida ou omitida para que se baseie nisso, é proibida e pode ser considerada ilegal. Informações importantes referentes aos fundos BNP Paribas Long and Short e BNP Paribas Equity Hedge: Taxa de Administração: 2%a.a. - É apropriada diariamente sobre o valor da cota sendo paga mensalmente até o 5º dia útil subsequente ao vencimento; Taxa de Performance: 20% sobre o que exceder a variação do CDI - É apropriada diariamente sendo paga semestralmente no último dia útil dos meses de dezembro e junho ou no resgate total ou parcial das cotas, o que ocorrer primeiro;. Taxa de Entrada: Os fundos não possuem taxa de entrada. Taxa de Saída: caso o cotista solicite, de forma expressa, o resgate com conversão das cotas em D+0/ Liquidação das cotas D+1, será cobrada uma taxa de saída de 5% sobre o valor total resgatado. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo. Tratamento Tributário Perseguido: Estes fundos buscam manter uma carteira de ativos com prazo médio superior a 365 dias. Não há garantia de que os fundos terão tratamento tributário para fundos de Longo Prazo. Público Alvo: Os fundos são destinados a Investidores em Geral. Utilização de Derivativos: Os fundos utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a consequente obrigação de aportar recursos adicionais. Ativos negociados no exterior: Os fundos estão autorizados a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior. Concentração de emissores: Os fundos podem estar expostos a significativa concentração em ativos de Renda Variável de poucos emissores, com os riscos daí decorrentes. Os fundos possuem datas de conversão e de pagamento diversas da data do pedido de resgate Auditoria: KPMG Auditores Independentes. Administração: Banco BNP Paribas Brasil S/A. Gestão: BNP Paribas Asset Management Brasil Ltda. Este documento foi produzido pelo Banco BNP Paribas Brasil S.A. ou por suas empresas subsidiárias, coligadas e controladas, em conjunto denominadas “BNP Paribas”, com fins meramente informativos não se caracterizando como oferta ou solicitação de investimento ou desinvestimento de ativos. O Banco BNP Paribas Brasil S.A. é instituição financeira regularmente constituída e em funcionamento no país e devidamente autorizada pelo Banco Central do Brasil e habilitada pela Comissão de Valores Mobiliários para administrar fundos de investimentos; Apesar do cuidado utilizado tanto na obtenção quanto no manuseio das informações apresentadas, o BNP Paribas não se responsabiliza pela publicação acidental de informações incorretas, nem tampouco por decisões de investimento tomadas com base nas informações contidas neste documento, as quais podem inclusive ser modificadas sem comunicação. Para avaliação da performance de fundos de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, doze meses. A rentabilidade divulgada já é líquida das taxas de administração, de performance e dos outros custos pertinentes ao fundo. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. Fundos de investimento não contam com garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos-FGC. A rentabilidade obtida no passado não representa garantia nem promessa de rentabilidade futura. É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento dos fundos de investimento pelo

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