• Nenhum resultado encontrado

CRISE ÁRABE - ISRAELENSE

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CRISE ÁRABE - ISRAELENSE"

Copied!
10
0
0

Texto

(1)

Professor: Felipe Tahan - Oriente Médio

Disciplina: Geografia

LOCALIZAÇÃO

O SIONISMO POLÍTICO

Em 1895, na França, um militar judeu foi acusado de fornecer informações secretas para os alemães. O capitão Alfred Dreyfus foi julgado e condenado após um julgamento que se tornou célebre e mobilizou a opinião pública mundial, já que a ausência de provas que comprovassem seu suposto crime evidenciavam o caráter anti-judaico do processo.

Um jornalista húngaro de origem judaica,

Theodor Herzl,

estava em Paris cobrindo o Caso Dreyfuss para o jornal Neue Freie Presse, quando percebeu que as perseguições contra judeus só teriam fim quando estes reconquistassem sua autonomia nacional. No mesmo ano, Herzl publica em Viena o livro "O Estado Judeu", onde expunha a sua concepção de uma nação judáica.

SIONISMO é um termo composto por SION + ISMO. SION, ou Sião, é um monte em Jerusalém, e ISMO significa “modo de pensar”,

ou seja, a palavra indica uma visão-de-mundo ligada a Sião, ou melhor, a Jerusalém e à Terra de Israel. Hamid II

O Sionismo é, em sua origem, o movimento nacionalista para o estabelecimento de uma nação judaica (Lar Judeu) no mesmo local onde viveram os ancestrais do povo judeu, que foi iniciado como um movimento secular que re-criava as aspirações religiosas dos judeus de retorno a Jerusalém, e também como reação ao virulento anti-semitismo europeu, em especial na Rússia, Polônia e França.

O sionismo moderno aos poucos arrebatou e convenceu a maioria dos judeus de todo o mundo. Começaram as imigrações judaicas para a província palestina, onde estes pioneiros adquiriam terras dos árabes e estabeleciam colônias e fazendas coletivas.

A escolha da causa sionista pelo território da então província palestina derivava de todo o significado cultural e histórico que a antiga Israel bíblica possuia para o povo judeu.

Herzl e os sionistas defendiam a criação de um estado judáico em todo o território original de Israel, o que incluiria hoje a atual Jordânia, embora propostas de cessão de territórios na Patagônia, no Chipre e em Uganda tenham sido estudadas.

(2)

O Movimento Sionista apoia a Luta contra a Tríplice Aliança, ficando ao lado da Entente no futuro reconhecimento dos esforços da nação Judáica. Após o término da Primeira Guerra Mundial (1918) e a queda do Império Turco-Otomano, a antiga província da Palestina passou a ser administrada pela Grã-Bretanha.

Atendendo às solicitações do sionistas, os ingleses promulgaram em 1917 a Declaração Balfour (Arthur James Balfour).

A ascensão do Nazismo inicia uma perseguição anti-judaica sem precedentes. Os judeus da Europa começam a ser perseguidos e por fim aprisionados e massacrados, numa grande tragédia humana igualmente vivida por outros povos envolvidos na Segunda Guerra Mundial. A morte massiva dos judeus denominou-se Holocausto.

Com o fim do Império Otomano os árabes também aspiravam sua

independência e o apoio inglês lhes parecia uma intromissão indesejável. No entanto, quando os nazistas chegaram ao poder na Alemanha em

1933, a imigração judaica para a Palestina não parou de aumentar: de cinco mil imigrantes por ano em 1929 para 60 mil só em 1935! Em 1936 os árabes pressionaram os ingleses para que limitassem a imigração, sem sucesso. Aconteceram então greves e ataques de árabes contra oficiais britânicos e judeus. Durante o conflito mundial, as autoridades britânicas admitiram limitar a imigração judaica para a Palestina, pois dependiam do petróleo árabe para seu esforço de guerra. Ao completar as quotas, os imigrantes adicionais eram repatriados. Os extremistas judeus também agiram com violência. Em 4 de novembro de 1944, o Ministro de Estado no Oriente Médio foi assassinado.

Ao término da Segunda Guerra Mundial, o mundo tomou conhecimento da dimensão do Holocausto e do massacre de seis milhões de judeus pelos nazistas.

Com a Europa destruída e os sentimentos anti-semitas ainda exaltados, uma enorme massa de milhões de refugiados deixava a Europa para se unirem aos sionistas na Palestina.

Mas a política de restrição à imigração judaica era mantida pelo Mandato Britânico. Os grupos militantes judaicos procuravam infiltrar clandestinamente o maior número possível de refugiados judeus na Palestina, enquanto retomavam os ataques contra alvos britânicos e repeliam ações violentas dos nacionalistas árabes. Com as pressões se avolumando, a

Grã-Bretanha decide abrir mão da administração da Palestina e entrega a administração da região à Organização das Nações Unidas (ONU).

O aumento dos conflitos entre judeus, ingleses e árabes forçou a reunião da Assembléia Geral da ONU, realizada em 29 de Novembro de 1947, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha e que decidiu pela o fim do mandato britânico e divisão da Palestina Britânica em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união econômica e aduaneira.

A decisão foi bem recebida pela maioria das lideranças sionistas, embora tenha recebido críticas de outras organizações, por não permitir o estabelecimento do estado judeu em toda a Palestina. Mas a Liga Árabe não aceitou o plano de partilha.

Na sexta-feira, 14 de Maio de 1948, algumas horas antes do término do mandato britânico sobre a Palestina (o horário do término do mandato foi determinado pela ONU para as 0:00 do dia 15 de Maio) - David Ben Gurion assinou a Declaração de Independência do Estado de Israel. 15 de Maio

Guerra Árabe-Israelense de 1948, também conhecida como “Guerra de Independência"

Em janeiro de 1949, Israel realiza suas primeiras eleições parlamentares e aprova leis para assegurar o controle educacional, além do direito de retorno ao país para todos os judeus. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares.

A invasão árabe à Israel em 1948, é considerada como a primeira guerra entre israelenses e árabes.“Liga Árabe “(líbano, Síria, Egito e Jordânia) contra David Ben Gurion (Israel).

O Pan-arabismo é um movimento político tendente a reunir os países de língua árabe e de civilização árabe numa grande comunidade de interesses. É um movimento para unificação entre as populações e nações árabes do Oriente Médio. Possui estreita vinculação com o nacionalismo árabe. Baseado em preceitos nacionalistas, seculares e estatizantes

A GUERRA DE SUEZ

( 29 de outubro de 1956 )

Guerra de Suez envolveu Israel, França e Inglaterra na disputa com o Egito pelo domínio de seu canal, o Canal de Suez. O motivo da guerra foi o desejo das nações capitalistas controlarem um ponto estratégico no Mar Vermelho, que permite ligar Europa à Ásia sem precisar contornar a África.

O Canal de Suez foi construído entre 1859 e 1869 e caracterizou-se por ser o mais longo do mundo. Com seus 163 Km de extensão, o Canal de Suez liga o porto egípcio de Port-Said, localizado no Mar Mediterrâneo, ao porto de Suez, no Mar Vermelho. O Canal de Suez tornou-se então um importante caminho comercial que permite ligar a Europa à Ásia sem precisar fazer o contorno pelo continente africano. O domínio dessa região é um grande favorecimento econômico para os empenhados no comércio marítimo.

O Egito, com o advento do imperialismo, tornou-se uma nação subjugada pelos ingleses ainda no século XIX. Somente no século XX, em 1922, o Egito deu sinais de libertação estabelecendo um regime monárquico. Esta forma de governo permaneceu até depois da Segunda Guerra Mundial. Acabada esta, o Canal de Suez tornou-se localidade mais cobiçada ainda pelas potências européias e os Estados Unidos por causa da importância crescentemente valorizada do petróleo na economia mundial, produto o qual era encontrado em grande quantidade no Oriente Médio.

Mesmo com a independência do Egito e formação de um governo monárquico, o país continuava sofrendo a intervenção de outras nações. Um grupo de militares, liderados pelo coronel Gamal Abdel Nasser, inconformados com a antiga situação, organizaram um levante que derrubou o governante egípcio, o rei Faruk, no ano de 1952. Tão logo esse grupo de militares chegou ao poder, medidas começaram a ser implementadas para reformar o Egito.

(3)

Dentre essas estavam a estatização das empresas estrangeiras, a limitação da presença de outros países na economia do Egito e um audacioso projeto de reforma agrária, com o apoio dos soviéticos.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial, pairava no mundo a Guerra Fria, que rivalizava os países do bloco capitalista e os países do bloco comunista. O apoio dado pelos soviéticos ao Egito e seu projeto de reformas incomodou a França, a Inglaterra e Israel, países do bloco capitalista com interesses diretos na região. Para ampliar a tensão, os egípcios determinaram o fechamento do porto de Eliat e a nacionalização do Canal de Suez. A situação preocupou os países capitalista, os quais ficaram receosos de que os soviéticos estivessem conquistando um importante aliado no Oriente Médio.

Com a medida egípcia, Israel ficou sem a possibilidade de irrigação do deserto de Negev e perdeu seu contato com o Mar Vermelho. França e Inglaterra, com seus interesses imperialistas, perdiam o espaço de influência na economia do Egito e um importante mercado consumidor. Os israelenses prepararam a retaliação, no dia 29 de outubro de 1956 os judeus promoveram uma invasão militar na península de Sinai, ao mesmo tempo em que grupos de paraquedistas franceses e ingleses tomaram Port-Said. A guerra estava declarada.

Com a conquista da península de Sinai, os israelenses conseguiram reabrir o porto de Eliat. A guerra durou duas semanas e os egípcios saíram derrotados. Os Estados Unidos, contudo, preocupados com reações radicais dos soviéticos, intervieram no conflito. De fato, a União Soviética se expressou sobre o conflito ameaçando a França e a Inglaterra de um ataque nuclear. Por ser uma das vencedoras da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética tinha uma posição fortalecida no mundo.

As Nações Unidas também interferiram no confronto. Para evitar um ataque nuclear e a ascensão de uma nova guerra de proporções mundiais, exigiu que os países que tinham invadido o Egito se retirassem do território. Sob a pressão de guerra nuclear dos soviéticos, os israelenses se retiraram do Egito, juntamente com os ingleses e franceses. Assim, a União Soviética conquistou o Egito como zona de influência ideológica no mundo árabe, terminando a guerra, mas permanecendo a tensão pelos interesses econômicos, árabes e judeus na região.

O Canal de Suez voltou a ser liberado para transitação apenas no dia 10 de abril de 1957.

*** Antecedentes ***

Pouco antes do conflito, o Egito estava enfraquecido econômica e militarmente. O presidente egípcio Gamal Abdel Nasser, fervoroso

pan-arabista nacionalista, defensor do não-alinhamento e da proeminência do Egito no seio da Liga Árabe, estimulava os outros

países a não entrarem em conflito com Israel.

Apesar dos constantes avisos de Nasser, a Síria estava envolvida em um embate com Israel por conta da água. A Síria tinha um plano para obstruir um dos afluentes do Rio Jordão e desviá-lo para irrigar

suas plantações. Contudo, o Jordão era de suma importância também para Israel, e o avanço sírio ameaçava não só Israel como

outros países árabes.

As origens da guerra dos Seis Dias costumam ser traçadas na conferencia da Liga Árabe realizada no Cairo, em 1964, onde foi debatido o desvio das águas do Jordão, questão de suma importância para aqueles ali presentes. Ficou decidido então que o estabelecimento de Israel era uma ameaça que a nação árabe em sua totalidade deveria impedir. Assim, já que a existência de Israel era uma ameaça, o desvio das águas do Jordão multiplicaria os perigos à existência árabe. Logo, os estados árabes estavam elaborando planos para a liquidação final de Israel.

Em 5 de junho, ao amanhecer, a força aérea israelense (FAI), fez um ataque coordenado às principais bases aéreas do Egito, destruindo todos os seus aviões no solo e inutilizando as pistas, marcando o início da Guerra dos Seis Dias.Destruiu 350 aviões árabes e perdeu 31.

O exército Egípcio tinha 7 divisões e cerca de 950 carros de combate. O exército israelense montou a Operação Lençol Vermelho, fazendo um ataque-relâmpago.

Dificilmente na história militar, ocorreu uma vitória tão ampla e que foi conquistada em tão pouco tempo, foram apenas 4 dias para derrotar um grande exército com 7 divisões.

x

Dentre os vários conflitos ocorridos entre árabes e israelenses está a Guerra do Yom Kippur, que durou cerca de 20 dias no mês de outubro de 1973. O nome dessa guerra está relacionado ao feriado judaico do Dia do Perdão – Yom Kippur, em hebraico. Aproveitando das comemorações judaicas e de falhas no sistema de inteligência do exército israelense, Egito e Síria atacaram simultaneamente Israelem 06 de outubro de 1973.

O motivo principal da Guerra do Yom Kippur foi a anexação de territórios sírios e egípcios por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em julho de 1967. Esses territórios eram a Península do Sinai, uma parte do Canal de Suez, a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e as Colinas de Golã.

O ataque pegou as forças militares israelenses de surpresa, já que não acreditavam em um ataque por parte dos árabes, principalmente após a fulminante vitória israelense na Guerra dos Seis Dias. Além da soberba dos militares israelenses, houve falhas no sistema de inteligência militar em decorrência, principalmente, do fato de o principal informante

Anuar Sadat

Golda Meir Hafez Al-Assad

Menachem Beguin

(4)

israelense ser Ashraf Marwan, filho do ex-presidente egípcio Gamal Abdel Nasser, o que teria retardado as informações sobre as movimentações das tropas sírias e egípcias.

O exército do Egito chegou a adentrar 15 quilômetros em território controlado por Israel, na Península do Sinai. Os israelenses sofreram importantes baixas nos confrontos que ocorreram ao longo do Canal de Suez. Entretanto, a contraofensiva israelense deteve os egípcios e adentrou em território sírio, atingindo a capital do país, Damasco.

O conflito terminou cerca de vinte dias depois de iniciado, em virtude, principalmente, da intervenção dos Estados Unidos, ONU e União Soviética pela realização de um cessar-fogo. A União Soviética chegou a ameaçar entrar no conflito a favor do aliado sírio. Apesar do acordo, Israel não devolveu os territórios que havia ocupado em 1967.

A Guerra do Yom Kippur gerou consequências importantes. Uma delas foi o boicote dos países árabes produtores de petróleo e membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) aos países que apoiaram Israel. Com a restrição da venda, os preços do barril de petróleo subiram rapidamente, derrubando bolsas de valores e contribuindo para o desenvolvimento de uma crise no capitalismo, conhecida como a Crise do Petróleo.

Por outro lado, a guerra deu visibilidade internacional à Questão

Palestina, levando ao mundo informações sobre as centenas de milhares

de palestinos expulsos de suas terras. Tal situação fortaleceu ainda o papel político de Yasser Arafat e da Organização para a Libertação da

Palestina (OLP), que foi reconhecida como membro observador na ONU.

Na Guerra do Yom Kippur os egípcios e sírios lançam um ataque surpresa contra Israel, que revida em uma velocidade que surpreende os árabes, conduzindo-os à derrota.

OPEP = 1ª. CRISE DO PETRÓLEO U$3,40  U$11,70

Anuar Sadat = Jimmy Carter = Menachem Begin

A revolução iraniana, iniciada em 1978, foi acima de tudo uma reação ao governo do Xá (rei) Reza Pahlevi, visto como fraco, corrupto e vendido aos interesses americanos pela maior parte das lideranças religiosas do Irã, incluindo o Imã Khomeini, que posteriormente seria líder supremo do país.

As relações entre a população iraniana e o xá vinham sendo estremecidas desde as concessões que este fez aos americanos após a Segunda Guerra Mundial, e tinha chegado a um ponto crítico no final da década de 60, quando os americanos e britânicos passaram a receber benefícios judiciários, enfurecendo a população iraniana e sua liderança religiosa. O Imã Khomeini foi exilado após esse evento.

Em 1978, a população iraniana, extremamente insatisfeita, toma as ruas e derruba o regime do Xá. Khomeini volta do exílio e, assumindo a liderança do movimento revolucionário, declara o Irã umEstado Islâmico, regido totalmente pela sharia (lei corânica) e com Khomeini como seu líder supremo, configurando uma das únicas revoluções conservadoras bem sucedidas no mundo.

Em 1979, os revoltosos invadem a embaixada americana, fazendo seus funcionários de reféns por quase um ano, levando a uma crise diplomática intensa entre Irã e Estados Unidos, no episódio que ficou conhecido como "Crise dos Reféns no Irã". Em 1980, com a revolução já bem consolidada, o ditador iraquiano Saddam Hussein, instigado pelos Estados Unidos, invade o território iraniano, dando início à Guerra Irã-Iraque, um dos conflitos mais sangrentos do século XX, que deixou um saldo de cerca de 1 milhão de mortos e durou até 1988, sem um claro vitorioso.

Em 1979, a então URSS invadiu o Afeganistão com o intuito de auxiliar na implantação do socialismo, pois em 1978, os comunistas tomaram o poder no Afeganistão, os EUA temendo a expansão soviética tomaram algumas iniciativas, por exemplo, financiaram o Paquistão onde estavam presentes as bases de ataque. O Afeganistão contava com a colaboração do combatente Osama Bin Laden. Com ajuda dos EUA, os Russos se retiraram momentaneamente, e se instalou uma guerra civil. O Taleban recebeu dinheiro americano.

O território do Afeganistão tornou-se ponto de disseminação do extremismo islâmico, com isso a Rússia e a China temiam que o extremismo e o fundamentalismo islâmico chegassem aos seus territórios. Durante a ocupação, cerca de 5 milhões de pessoas abandonaram o país, 3 milhões se fixaram no Paquistão. Depois de anos de intervenção americana e lutas armadas, em 1989, as tropas soviéticas estavam esgotadas e se retiraram do Afeganistão, provocando alvoroço islâmico pela vitória, isso significou a ascensão islâmica na Ásia central.

PROJETO GUERRA NAS ESTRELAS – GUERRA FRIA

"Quando o presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, anunciou, em março de 1983, o projeto Iniciativa de Defesa Estratégica (IDE), mais conhecido como "guerra nas estrelas", esse ambicioso plano já tinha sua central de operações. Localizava-se no arenoso atol de Kwajalein, nas ilhas Marshall (Micronésia, Pacífico Norte), e consistia numa base secreta de alta tecnologia. Ali, um grupo selecionado de cientistas civis e militares pesquisava e desenvolvia sistemas antibalísticos e de rastreamento no espaço. Ali também ocorreu a façanha pioneira que consistiu em explodir, com um míssil teleguiado, outro projétil nuclear em pleno ar. (…)

Pela primeira vez desde que se iniciou a corrida espacial, conseguia-se interceptar um míssil na alta atmosfera. Tornava-conseguia-se possível exploldir ogivas atômicas no espaço, durante o curto intervalo em que elas se dirigem para o alvo. Era, afinal, a prova da viabilidade do projeto "guerra nas estrelas", que prevê o uso do espaço cósmico para a instalação de escudos defensíveis antimísseis. Seu papel inicial: proteger o território e as instalações militares americanas contra os 1.400 mísseis balísticos intercontinentais do arsenal soviético, presumivelmente baseados em terra.

A chave da tecnologia da IDE consiste no uso de armas de energia dirigida: feixes de partículas atômicas ou raios laser que têm velocidade superior à dos mísseis convencionais (de dezenas de quilômetros por segundo até a velocidade da luz, 300.000km/s, contra apenas alguns

(5)

quilômetros por segundo dos mísseis). Segundo os defensores do projeto, seria essa a única forma de neutralizar um ataque nuclear nos cincos primeiros e cruciais minutos a partir do seu lançamento: os sistemas antibalísticos então vigentes baseavam-se em foguetes capazes de destruir as ogivas atacantes nos dois últimos minutos de sua trajetória, quando os projéteis reingressam na atmosfera.

Já os satélites militares em órbita poderiam detectar o disparo de mísseis intercontinentais e acionar o sistema ainda durante a sua rota. (…) (…) Mas não se pode considerar o IDE uma proteção infalível, porque restam os mísseis lançáveis de submarinos, os mísseis Cruise e os superbombardeiros, que em conjunto são capazes de reduzir a garantia de invulnerabilidade para 50%.

Por isso, fazendo coro com parte do Congresso e da opinião pública dos E.U.A., o Kremlin afirmava que o programa era oneroso e pouco eficaz na prática. Ele poderia ser neutralizado – concluiu um relatório oficial soviético – por apenas 1 ou 2% do custo total do projeto de Reagan, estimado em 1 trilhão de dólares."

PERESTROIKA / GLASNOST : O FIM DA GUERRA FRIA

Durante o governo de Gorbachev, em 1985, foi introduzida a Perestroika, uma reestruturação política da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) que, juntamente com a Glasnost (transparência), tinha o objetivo de reorganizar setores da sociedade soviética.

No sentido literal, Perestroika tem o significado de reconstrução. Introduzida na URSS no XXVII Congresso do Partido, afetou profundamente os rumos do país, além de ter criado uma nova forma de política soviética.

Gorbachev, então Secretário Geral do Partido Comunista, ao perceber que o setor econômico da nação estava a caminho de um declínio, adotou medidas reformadoras que seriam concluídas quando a ações da Perestroika chegassem ao seu fim.

Entre as principais medidas que deveriam ser tomadas na Perestroika, estava a redução na quantidade de dinheiro investido no setor de defesa. Para realizar esta tarefa, Gorbachev indicou que a URSS precisava iniciar a desocupação do território afegão, renegociar a redução de armamentos definida com os EUA nos acordos de Yalta, além de parar a interferência na política em outras nações comunistas.

Para que esta reforma funcionasse de forma plena, Gorbachev teria que enfrentar inúmeras dificuldades que poderiam refrear sua aplicação. Isso ocorre, pois, naquela época, a URSS apresentava uma grande extensão territorial, sistemas de reformas que tinham fracassado em tempos remotos e imobilismo populacional por falta de reservas econômicas que impulsionassem o desenvolvimento. Além disso, existiam grupos que perderiam poder com a reforma e se demonstravam contrários à Perestroika.

No início de seu governo, para aplicar a Perestroika, Gorbachev realizou um expurgo político e recomendou a instalação de um novo tipo de sistema econômico (economia de mercado), além da propriedade privada. Porém, a reestruturação não obteve sucesso. Entre os principais motivos estavam o fracasso na criação de entidades de economia privada, as convicções conservadoras do núcleo do Partido Comunista, a manifestação rumo à independência de algumas repúblicas que formavam a URSS e o fato de Gorbachev não ter realizado reformas no modo de produção agrícola soviético.

Desta forma, os contrários à reforma destituíram Gorbachev do poder, passando suas atribuições para um Comitê de Estado. Porém, este golpe foi rapidamente desfeito pela KGB, juntamente com a população russa, que começa a demonstrar um descontentamento com o regime comunista. Gorbachev decide pela renúncia em 1991.

GUERRA DO GOLFO (1991)

Em 1990 aconteceu a Guerra do Golfo Pérsico, que durou de 02/08/1990 até 27/02/1991.

Essa guerra envolveu, primeiramente, dois países: Iraque e Kuwait. Depois, outras nações entraram no conflito, dentre elas, os EUA.

Tudo começou quando o presidente iraquiano Saddam Hussein acusou o Kuwait de praticar uma política de super-extração de petróleo causando uma queda nos preços e prejudicando a economia iraquiana. Saddam também ressuscitou problemas antigos e exigiu indenização. Como o Kuwait não aceitou foi invadido por tropas iraquianas.

A atitude de Saddam mobilizou o mundo e diversas nações, lideradas pelos EUA, se uniram para tentar reverter esse quadro.

Os americanos estavam desesperados, pois, com a guerra, o Golfo Pérsico foi fechado e eles perderam seus fornecedores de petróleo: Iraque e Kuwait.

Em 28 de agosto, o Iraque faz do Kuwait sua 19ª província e isso aumentou as pressões americanas junto a ONU para que ela autorizasse o uso da força.

Saddam Hussein tenta unir a nação árabe em prol da sua causa, mas a tentativa foi em vão. Em 29 de novembro, a ONU autorizou um ataque contra o Iraque e estabeleceu um prazo até 15/01/1991 para que o exército iraquiano se retirasse do Kuwait.

Como todas as tentativas de paz fracassaram, no dia 17/01/91 um gigantesco ataque aéreo foi iniciado. Em pouco tempo, o Iraque estava destruído.

No dia 28 de fevereiro, o presidente americano George Bush (pai) declarou cessar fogo mas o Iraque só o aceitou em abril.

Centenas de pessoas morreram, dentre elas civis e militares, milhares de mísseis foram usados e o mundo presenciava, pela primeira vez, uma guerra com a cobertura total da mídia. A TV transmitia, às vezes , ao vivo, bombardeios, mortes e destruições.

O Kuwait perdeu quase 10 bilhões de dólares com a queda da produção de petróleo, mas voltou a ser independente. O Iraque sofreu sanções econômicas e os EUA conseguiram despertar o ódio em mais gente.

Não podemos esquecer do desastre ambiental que a guerra trouxe. Quando o Iraque se preparava para se retirar do Kuwait, incendiou poços de petróleo e o óleo derramado no Golfo Pérsico destruiu a vida de centenas de animais.

Para os americanos, a guerra do golfo nunca terminou, pois o objetivo maior - prender Saddam Hussein - não foi realizado. Os EUA nunca aceitaram a petulância do ditador e estavam só a espera de uma nova chance para pegá-lo.

O tempo passou e em 2003, 2 anos após os atentados terroristas ao World Trade Center e já no governo de George W. Bush (filho), o Iraque foi invadido pelo EUA. Desta vez, Saddam foi preso e enforcado em 31/12/2006.

Intifada é o termo que representa a insurreição dos palestinos contra os abusos promovidos pelos israelenses. Originalmente, a palavra árabe “intifada” tem um significado geral de revolta. O termo pode ser utilizado para exemplificar, então, qualquer tipo de revolta de um grupo contra outro de atitudes opressoras. Entretanto o termo ganhou destaque e especial atribuição aos movimentos de resistência promovidos pelos palestinos contra a política deIsrael que é apoiada pelos Estados Unidos. Mas além da mais famosa Intifada, o termo já foi usado para designar, por exemplo, três outros momentos: o levante dos clérigos xiitas contra a ocupação americana no Iraque, em 2003; por ocasião do domínio de Marrocos na região do governo exilado do Saara Ocidental, em 2005; e no protesto e expulsão das tropas sírias do Líbano, também em 2005.

(6)

Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída.

Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se

proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.

Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU.

Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005.

Por 138 votos a nove, a Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quinta-feira uma ascensão do status dos palestinos nas Nações

Unidas , de "ENTIDADE OBSERVADORA" a "ESTADO OBSERVADOR NÃO-MEMBRO".

O Brasil está entre os países que votaram a favor da medida, que precisava apenas de maioria simples para ser aprovada. A maior oposição veio de EUA e Israel, que estão entre os nove membros que votaram contra. Os países que se abstiveram somam 41.

O pleito se segue a uma fracassada tentativa dos palestinos de integrar a ONU como membros permanentes, em 2011, quando não obtiveram apoio do Conselho de Segurança da ONU. O presidente palestino Mahmoud Abbas disse mais cedo que essa seria a "última chance" de uma solução para o conflito com Israel. Ele havia solicitado que a comunidade internacional desse uma "certidão de nascimento" para a Palestina.

Que impactos essa mudança - cujo caráter é majoritariamente simbólico - deve ter nas relações entre israelenses e palestinos e no pleito destes por um Estado próprio?

FATOS RECENTES

Desde os anos 2000 até os dias atuais, uma série de fatos ocorreram e as disputas na região seguem sem resolução. Uma série de conflitos ocorre, resultando na morte de muitos inocentes.

 2001: Sharon é eleito em Israel.

 2004: Morre Arafat assume Mammoud Abbas (ANP).

 2005: Hamas toma o poder na Faixa de Gaza.

 2006: Hamas vence as eleições democraticamente em Gaza. Grupo não reconhece a existência de Israel.

 2007: Novos conflitos entre Faixa de Gaza e Israel.

 2008: Fim do Cessar fogo Gaza x Israel (Ataque do Hamas).

 2010: Obama (EUA), Netanyahu (ISR) e ABBAS (ANP) negociam a paz, mas sem sucesso.

 2012: Palestina é reconhecida por 138 países na ONU.

Em 2014, os conflitos continuam, com uma disparidade de números de mortos altíssima, maioria palestina e minoria de israelenses. Deve-se lembrar ainda que países da região já não conseguem apoiar o povo palestino, pois seus territórios apresentam grande instabilidade política, influenciada pela Primavera Árabe. Apesar de não chegarem a uma solução, países vizinhos (como o Egito) e a ONU conseguiram elaborar uma espécie de acordo, que estabeleceu o cessar-fogo na região no dia 26 de agosto.

(7)

APLICAÇÃO DE EXERCÍCIOS

Questão 01)

A figura apresenta as fronteiras entre os países envolvidos na Questão Palestina e um corte, no mapa, da área indicada.

Com base na análise dessa figura e considerando o conflito entre árabes e israelenses, pode-se afirmar que, para Israel, é importante manter ocupada a área litigiosa por tratar-se de uma região

a) de planície, propícia à atividade agropecuária.

b) estratégica, dado que abrange as duas margens do rio Jordão. c) habitada, majoritariamente, por colônias israelenses.

d) que garante a hegemonia israelense sobre o mar Mediterrâneo. e) estrategicamente situada devido ao relevo e aos recursos hídricos.

Questão 02)

No dia 7 de outubro de 2001, Estados Unidos e Grã-Bretanha declararam guerra ao regime Talibã, no Afeganistão.

Leia trechos das declarações do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e de Osama Bin Laden, líder muçulmano, nessa ocasião:

George Bush:

Um comandante-chefe envia os filhos e filhas dos Estados Unidos à batalha em território estrangeiro somente depois de tomar o maior cuidado e depois de rezar muito. Pedimos-lhes que estejam preparados para o sacrifício das próprias vidas. A partir de 11 de setembro, uma geração inteira de jovens americanos teve uma nova percepção do valor da liberdade, do seu preço, do seu dever e do seu sacrifício. Que Deus continue a abençoar os Estados Unidos.

Osama Bin Laden:

Deus abençoou um grupo de vanguarda de muçulmanos, a linha de frente do Islã, para destruir os Estados Unidos. Um milhão de crianças foram mortas no Iraque, e para eles isso não é uma questão clara. Mas quando pouco mais de dez foram mortos em Nairóbi e Dar-es-Salaam, o Afeganistão e o Iraque foram bombardeados e a hipocrisia ficou atrás da cabeça dos infiéis internacionais. Digo a eles que esses acontecimentos dividiram o mundo em dois campos, o campo dos fiéis e o campo dos infiéis. Que Deus nos proteja deles.

(Adaptados de O Estado de S. Paulo, 8/10/2001) Pode-se afirmar que

a) a justificativa das ações militares encontra sentido apenas nos argumentos de George W. Bush.

b) a justificativa das ações militares encontra sentido apenas nos argumentos de Osama Bin Laden.

c) ambos apóiam-se num discurso de fundo religioso para justificar o sacrifício e reivindicar a justiça.

d) ambos tentam associar a noção de justiça a valores de ordem política, dissociando-a de princípios religiosos.

e) ambos tentam separar a noção de justiça das justificativas de ordem religiosa, fundamentando-a numa estratégia militar.

Questão 03)

Analise a imagem a seguir.

Fonte: Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 ago. 2005. Mundo, p. A 15.

Depois de 38 anos, em agosto de 2005, chegou ao fim a ocupação israelense na Faixa de Gaza.

Com base no mapa e nos conhecimentos sobre o tema, considere as afirmativas a seguir.

I. A retirada da população judia dos assentamentos da faixa de Gaza está relacionada ao Plano de Paz, elaborado com o objetivo de mitigar os ataques terroristas a Israel.

II. Apesar da forte oposição de grupos radicais religiosos à retirada da população israelense da faixa de Gaza, a maioria da população daquele país foi a favor do ato.

III. Compõe um dos focos das estratégias do Plano de Paz a retirada da população judia da cidade de Jerusalém.

IV. Ao longo do tempo, a permanência da minoria judaica na faixa de Gaza tornou-se problemática em decorrência da presença de mais de um milhão de palestinos na região.

Estão corretas apenas as afirmativas: a) I e II. b) II e III. c) III e IV. d) I, II e IV. e) I, III e IV. Questão 04)

A imagem abaixo focaliza manifestantes palestinos protestando contra o assassinato do xeque Ahmed Yassin, destacado líder palestino.

(Jornal Mundo - Geografia e Política Internacional, maio de 2004) Um fator preponderante que deu origem às tensões e lutas entre palestinos e israelenses é apresentado na seguinte alternativa:

a) diáspora palestina ocorrida a partir de 1945, acarretando a migração de palestinos para os kibutzin israelenses

b) movimento sionista surgido a partir de 1917, definindo a Palestina como o “lar nacional” de judeus e palestinos

c) fundação da Organização para a Libertação da Palestina na década de 1950, iniciando o processo de luta liderado por Yasser Arafat

d) partilha da Palestina aprovada pela Organização das Nações Unidas na década de 1940, provocando rejeição pelos países árabes

Questão 05)

Em 25 de janeiro de 2006, o Hamas, grupo político palestino de posições e ações mais extremas, venceu as eleições para o parlamento Palestino derrotando o Fatah (considerado mais moderado), ligado à OLP e a Yasser Arafat, líder que faleceu em 2004. Essa vitória levou, entre outras coisas, à interrupção da ajuda financeira à região por parte de alguns países e organizações, entre os quais a União Européia. Essa reação se deve, sobretudo, ao fato de que o Hamas: a) firmou tratados de paz e de cooperação econômica com Israel, dispensando, portanto, ajuda humanitária do ocidente.

b) ascendeu como um movimento que tem práticas terroristas, cujo principal objetivo é a eliminação do Estado de Israel.

c) tem íntimas relações com o Irã e a Arábia Saudita, os quais passaram a fornecer vultosos empréstimos financeiros e apoio militar e energético para a Palestina.

d) recusa qualquer ajuda financeira que tenha origem no ocidente cristão, por ser um partido de extrema esquerda islâmico.

e) organizou vários atentados terroristas na Europa e nos EUA, segundo a União Européia.

Questão 06)

Há uma área do planeta que deixou de ser incluída nos mapas políticos oficiais. Ela abrange um território historicamente conhecido, desde épocas remotas. Compreende o sudeste da Turquia, o norte do Iraque, o Centro-Oeste do Irã, uma pequena área de terras no norte da Síria e o sudoeste da Armênia. Há muito tempo, os seus habitantes, que formam uma etnia sem Estado do mundo, lutam pela sua independência.

Assinale a área descrita. a) Azerbaijão b) Curdistão c) Sri Lanka d) Chechênia e) Cisjordânia

(8)

Questão 07)

Mahmoud Ahmadinejad, presidente eleito do Irã no segundo turno, quando “prefeito (de Teerã), mandou fechar lanchonetes de fast-food e obrigou todos os funcionários homens da prefeitura a usar barba e vestir camisas de mangas compridas. [...] Também defende o programa nuclear...”

BBCBRASIL.com, em 25/06/2005.

As eleições realizadas no Irã, com a vitória de Mahmoud Ahmadinejad, confirmam:

I. Que a democratização do país encerra a era dos aiatolás e inicia para as mulheres uma efetiva participação na política e nos demais setores da sociedade iraniana.

II. Que, após três décadas de regime conservador, a população iraniana decidiu eleger um candidato moderado e buscar uma aproximação com o governo americano.

III. Que a postura conservadora do presidente iraniano e seu empenho em continuar com o programa nuclear provavelmente dificultarão ainda mais uma reaproximação do Irã com o Ocidente, sobretudo com os EUA.

IV. Que o desejo de manter as conquistas sociais e estabilidade econômica foi o principal motivo que levou a população iraniana a eleger um presidente moderado.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) proposição(ões): a) I, III e IV b) II c) I e II d) III e IV e) III Questão 08)

A questão está relacionada ao depoimento do premiê Palestino Mahmmoud Abbas e ao mapa do Estado de Israel, apresentados a seguir.

“A saída de Israel é um passo histórico que não deveria terminar em...1.., mas continuar na.2... e no resto da terra pré-1948.”

(valoronline.com.br, acessado em 16.08.2005)

(Veja. edição 1919, ano 38 nº. 34. 24.08.2005. p.84)

As áreas 1 e 2 citadas pelo premiê palestino estão indicadas no mapa, respectivamente, pelos algarismos

a) I e II. b)I e III. c)I e IV. d)II e III. e)III e IV.

Questão 09)

“O Ministério da Defesa de Israel autorizou nesta quinta-feira (15) a convocação de 30 mil reservistas, por conta do aumento da tensão com o Hamas no território palestino da Faixa de Gaza. Pelo menos 10 pessoas morreram em bombardeios de lado a lado na região nesta quinta.”

Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/11/ com-tensao-em-gaza-israel-autoriza-convocacao-de-30-mil-reservistas.html A tensão entre Israel e vizinhos é uma constante no Oriente Médio. Sobre a posição do Egito, é CORRETO afirmar que:

a) sempre se colocou contrários aos interesses de Israel. b) não possui relações diplomáticas com Israel.

c) retirou seu diplomata de Israel como retaliação à conduta israelense no conflito da Faixa de Gaza.

d) possui acordo de paz com Israel desde 1979.

e) sempre apoiou Israel em suas ações, inclusive militares.

Questão 10)

Observe o mapa a seguir:

Disponível em: <http://www.cursoobjetivo. br/vestibular/roteiro_estudos/ questao_palestina.aspxb.> Acesso em 19 out. 2012. [Adaptado] Considerando os conhecimentos a respeito da “Questão Palestina” e as informações contidas no mapa, assinale a alternativa correta:

a) A origem da “Questão Palestina” remonta há milênios, desde a diáspora árabe-muçulmana, resultante do domínio babilônico, e a posterior ocupação da Palestina pelo povo hebreu.

b) O mapa retrata a proposta de partilha da ONU após os conflitos resultantes do movimento sionista para a Palestina, que contou com o apoio de países como o Reino Unido e os Estados Unidos.

c) A proposta de partilha, aceita tanto por árabes quanto judeus, embora sem unanimidade, criou dois Estados nacionais, hoje reconhecidos pela ONU: Israel e Palestina.

d) A não aceitação do estado judeu pelos árabes muçulmanos e a criação de organizações de resistência, como o Hamás, é forte argumento para a continuidade da política de ocupação militar e colonização de territórios como a Faixa de Gaza, a Cisjordânia, as Colinas de Golã e a Península do Sinai, pelos árabes muçulmanos.

e) A grande dificuldade para o estabelecimento de um acordo entre as partes deve-se, além das motivações econômicas, ao fato de que um grande número de árabes está em território judeu, como Jerusalém, e vice-versa.

Questão 11)

O Oriente Médio é o berço das três religiões monoteístas (islamismo, judaísmo e cristianismo) e, ao longo da história, uma grande variedade de povos manteve domínio sobre a região. Mas, em meio a tantas influências, a fé islâmica e a civilização árabe tiveram papel preponderante e hoje caracterizam, cultural e historicamente, o Oriente Médio. (OLIC; CANEPA, 2012, p. 20).

OLIC, N.; CANEPA, B. Oriente Médio: uma região de conflitos e tensões. 3. ed. reform. São Paulo: Moderna., 2012. A região do Oriente Médio, no transcorrer dos séculos, esteve intimamente relacionada com a história do Ocidente, a exemplo

01. do movimento das Cruzadas, que buscava a conquista de novos mercados, através da rota das especiarias, para o escoamento da superprodução agrícola feudal.

02. do processo de independência dessa região, no século XIX, patrocinado pelas potências imperialistas ocidentais, que objetivavam o estabelecimento de alianças políticas e econômicas contra o avanço do imperialismo japonês na Ásia. 03. da disputa sobre o domínio dos estreitos de Bósforo e de Dardanelos pelas potências capitalistas, interessadas no controle das regiões produtoras de petróleo, o que contribuiu para a eclosão da Primeira Guerra Mundial.

04. do estabelecimento de governos socialistas nessa região, com base nas resoluções da Conferência de Yalta, no decurso da Segunda Guerra Mundial, estabelecendo essa região como área de influência soviética, no contexto da Guerra Fria.

05. do apoio dado pela ONU e outros organismos internacionais à ação militar norte-americana contra a ditadura de Saddam Hussein, no Iraque, objetivando a consolidação da democracia e a nova definição de fronteiras, respeitando as diversas nacionalidades que vivem no país.

Questão 12)

Por maioria, a Assembleia-Geral da ONU reconheceu nesta quinta-feira (29/11/2012) a chamada Palestina como um Estado observador não membro. A decisão eleva o status do Estado palestino perante a organização e significa uma importante vitória política para os palestinos [...].Mais cedo, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu formalmente que dirigentes israelenses e palestinos "retomem o processo de paz" [...].

Disponível em: <http://www.mentemoderna.com.br/ entenda-o-conflito-israel-x-palestina.html> Acesso em: jan. 2012. (Adaptado)

(9)

De acordo com o texto, marque, para as afirmativas abaixo, (V) Verdadeira, (F) Falsa ou (SO) Sem Opção.

É determinante para o conflito entre esses povos o fato de

1. Israel não obedecer à Resolução 242 da ONU, ocupando territórios palestinos. Apesar das negociações com apoios internacionais, os atentados e boicotes de palestinos contra Israel e a não devolução dos territórios conquistados pelos judeus impedem o fim dos conflitos na região.

2. em 2007, a Autoridade Nacional Palestina ter se dividido após um ano de confrontos internos violentos entre os partidos Hamas e Fatah. A Cisjordânia se manteve sob o governo do Fatah, do então presidente Mahmoud Abbas, e a Faixa de Gaza passou a ser controlada pelo Hamas, responsável por organizar e efetuar vários atentados terroristas contra Israel.

3. nenhum dos dois povos (Israel e Palestinos) aceitar o direito do outro de existir. A população palestina não aceita que Israel tenha um território naquela região, querendo a expulsão de sua população, por outro lado, Israel quer manter os palestinos distantes de sua fronteira, confinados em pequenas áreas e isolados dos outros países árabes.

4. serem lançados, pelos Palestinos, foguetes de curto alcance sobre as cidades de Israel, que, por outro lado, revida de modo desproporcional, utilizando armamento bélico de alto poder de destruição. Neste conflito, quase sempre ocorrem mortes de civis de ambos os lados, alimentando o ódio e o espírito de vingança entre esses povos.

Questão 13)

A nação é a mais vasta das sociedades naturais, dotada de uma consciência e cultura comum, ocupando as mesmas terras e unida pela sua história, pela sua religião ou pela sua originalidade cultural, inclusive linguística. A nação como unidade cultural e histórica pode existir independentemente de autonomia política ou soberania estatal.

A partir do momento em que a nação, por exigência de ordem e progresso, organiza-se para resolver os problemas de convivência da comunidade nacional, é instaurado o processo de criação de suas instituições, normatizando e disciplinando a vida coletiva e procurando preservar a nacionalidade contra reações adversas. O Estado é institucionalizado como resultado desse complexo ordenatório e coordenador. (NAÇÃO..., 2013).

A formação de um Estado envolve não apenas os desejos de uma nação, mas os interesses geopolíticos envolvidos, como se pôde observar

01. na corrida imperialista, no século XIX, quando a recusa dos Estados Unidos em reconhecer a autonomia dos povos latino-americanos contribuiu para o deflagrar da Primeira Guerra Mundial.

02. na tentativa da Alemanha nazista e da União Soviética de impedirem a formação do Estado de Israel, através da assinatura do Pacto de Não Agressão, após a Primeira Guerra Mundial.

03. no apoio da França e da Inglaterra ao processo de descolonização afro-asiática, interessados em impedir o crescimento da influência norte-americana nesses continentes.

04. no ataque dos Estados Unidos ao Iraque, para impedir a formação de um Estado Árabe unificado, sob a liderança de Saddam Hussein.

05. no reconhecimento da Autoridade Palestina como Estado observador das Organizações das Nações Unidas (ONU), considerado um passo para a criação do Estado Palestino.

Questão 14)

Observe o mapa.

O conjunto de países que forma o Oriente Médio tem sido, desde a década de 1950, um centro de tensões e conflitos quase permanentes. Recentemente, um conflito tem chamado a atenção do mundo, pela violência e pelo potencial de envolver, também, os países vizinhos, transformando-se em um conflito de dimensões internacionais. No mapa, esses países estão identificados por 1, 2, 3 e 4 e são, respectivamente,

a) Daguestão, Cazaquistão, Armênia e Azerbaijão. b) Índia, Paquistão, China e Mongólia.

c) Irã, Iraque, Jordânia e Turquia. d) Síria, Israel, Líbano e Irã.

e) Arábia Saudita, Kuwait, Iêmen e Qatar.

Questão 15)

O mundo muda tecnologicamente a passos largos. As comunicações são cada vez mais velozes e eficientes e essas mudanças se fazem presentes também nos armamentos bélicos e químicos usados nos vários conflitos de nossos tempos,

principalmente no Oriente Médio, palco de muitos desses conflitos. Do assunto em questão, é correto afirmar que:

a) nos dias atuais os conflitos tornaram-se mais cruéis devido ao uso de armas químicas, fato ocorrido recentemente na Síria, um dos países onde ocorrem os conflitos mais violentos e de caráter exclusivamente religioso.

b) os conflitos que ocorrem nesta região quase sempre têm intervenção das grandes potencias mundiais, como ocorre atualmente com o Conflito Sírio, onde a rápida intervenção da Rússia, aliada aos Estados Unidos, eliminou os ataques aos rebeldes sírios.

c) o uso de armamentos sofisticados faz com que os conflitos atuais tenham rápidos desfechos, como aconteceu com a chamada Primavera Árabe, onda revolucionária de manifestações e protestos, de caráter principalmente étnico, ocorrido no Egito.

d) os conflitos que ocorrem na região são causados exclusivamente por questões de fronteiras e domínios de territórios estratégicos no contexto mundial. Na região há predomínio significativo de povos e cultura de origem judaica.

e) neste cenário, os EUA têm um papel muito importante, tanto pelo seu poder econômico e tecnológico em nível mundial, quanto pelo interesse na região devido ao intenso poderio energético. O Oriente Médio é descrito pelos EUA como sendo “a região mais estratégica do mundo”.

Questão 16)

(...) Mas tampouco Jerusalém é condomínio de judeus e palestinos. É um patrimônio da humanidade naquilo que ela tem de perene, a identificação religiosa materializada em símbolos e locais sagrados. Ali estão o Muro das Lamentações, as sinagogas ancestrais, os túmulos de Davi e Absalom, a Basílica do Santo Sepulcro... É dessa identificação - a mesma que, nos limites tantas vezes construídos pela História, gera a intolerância cultural, o ódio étnico e exclusivista - que a cidade Santa extrai sua força seu magnetismo, seu enigma.”

Ai de ti Jerusalém. In: Boletim Mundo. Geografia e política Internacional, ano 2, n 3, maio de 1994. Sabemos que a disputa entre israelenses e palestinos tem raízes na antiguidade. Dessa forma, é CORRETO afirmar que:

a) A região enfrenta ainda hoje intensos conflitos decorrentes da multiplicidade de questões étnicas, religiosas, culturais, sociais e econômicas.

b) A cidade, que é um patrimônio da humanidade, está nas mãos dos palestinos que promovem sucessivos conflitos com civis que querem expulsar os diversos povos de seu território.

c) A cidade Santa é ponto de encontro de duas grandes religiões - o Catolicismo e o Judaísmo, que lutam pela posse do território sagrado.

d) A Jerusalém que povoa o imaginário dos católicos relembra exclusivamente o sofrimento pelo qual passou Jesus em seus momentos finais na terra.

e) A importância histórica de Jerusalém se resume aos monumentos que foram construídos, como o Santuário da Ascensão de Cristo.

Questão 17)

A imagem a seguir nos remete:

a) À Guerra Civil da Síria

b) À ocupação do Iraque por tropas estrangeiras. c) Às tropas brasileiras no Haiti.

d) Aos distúrbios no Egito. e) À instabilidade política do Irã.

Questão 18)

Chama-se de “Questão Palestina” o conflito surgido com a criação do Estado de Israel em 1948 culminando com a 1ª Guerra Árabe-Israelense.

Costuma-se atribuir o termo, também, ao problema dos refugiados palestinos que se viram obrigados a deixar a região quando da criação de Israel, chegando a 900 mil na época.

O conflito se deve ao confronto entre duas ideologias nacionalistas: o Sionismo, movimento judeu surgido no século XIX e que prevê a criação de uma pátria judaica, e o nacionalismo árabe, que tomou força com a queda do Império Otomano e culminou com a criação da Liga Árabe em 1945.

A escalada de violência que começou em junho deste ano entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza é o terceiro conflito do tipo desde que o grupo islâmico passou a controlar a região, em 2007.

Sobre esse importante e complexo tema da geopolítica atual, assinale a alternativa CORRETA:

(10)

a) Tanto o Estado de Israel quanto o Estado Palestino não possuem reconhecimento diante da comunidade internacional, além de não possuirem representação diplomática na Assembléia das Nações Unidas.

b) O Hamas possui apoio financeiro e bélico por parte dos Estados Unidos na sua luta contra o Estado Judeu, objetivando a criação de um Estado Palestino nos territórios de Gaza e Cisjordânia.

c) O extremismo, estruturado no fundamentalismo, muitas vezes é o grande obstáculo a ser transposto rumo a um estado de paz permanente, tanto do lado árabe, quanto do lado judeu.

d) A Síria oferece total apoio à causa de Israel, enquanto os Palestinos, integrantes do Hamas, recebem a simpatia do Irã em prol da sua causa.

e) A estrutura econômica do Estado Palestino, apoiado por inúmeros países em todo o mundo, garante aos árabes sucesso em sua luta contra Israel, transformando as campanhas militares em pleno sucesso.

Questão 19)

Nós não queremos nem inundar Israel com milhões de refugiados, nem mudar sua composição social.

(O Estado de São Paulo; 17/02/2014)

A declaração acima foi dada por Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestina, em palestra para cerca de 300 jovens estudantes israelenses e se refere:

a) à devolução de Jerusalém aos palestinos;

b) a uma flexibilização dos negociadores palestinos sobre o chamado “direito de retorno”;

c) ao projeto de abrigar refugiados palestinos, fugidos da Síria, em território israelense;

d) à decisão unânime entre os palestinos de renunciar ao chamado “direito de retorno” para alcançar a paz com Israel;

e) à reafirmação, por parte do presidente da Autoridade Palestina, da intransigente exigência do direito de retorno dos milhares de palestinos desalojados pelas guerras com Israel.

TEXTO: 1 - Comum à questão: 20

I.

ROGERS, P. Preparando-se para enfrentar a crise da água. Scientific American Brasil. São Paulo: Duetto, n. 48, 2012. p. 55. Especial Ambiente. O acesso à água tende a se tornar cada vez mais complicado nas próximas décadas, a medida que a população humana cresça, fique mais urbana e afluente. Além disso, outras variáveis, como a mudança climática, devem interferir com mais frequência na questão, aumentando o risco de escassez desse bem comum. (O DESAFIO..., 2012, p. 69).

O DESAFIO..., Revista Planeta. São Paulo: Três, jun. 2012. Adaptado. II.

À medida que cresce a demanda por água, reservas planetárias se tornam imprevisíveis. As tecnologias disponíveis poderiam evitar uma crise global, mas precisam ser implantadas logo. (ROGERS, 2012, p. 54).

ROGERS, P. Preparando-se para enfrentar a crise da água. Scientific American Brasil. São Paulo: Duetto, n. 48, 2012. Especial Ambiente.

Questão 20)

A questão hídrica, muitas vezes, foi um dos fatores envolvidos no desenvolvimento das sociedades e nos conflitos ocorridos no decorrer da história humana, como se pode inferir

01. do surgimento das sociedades mesopotâmicas, cuja necessidade de controle sobre as cheias do rio Tigre e Eufrates contribuiu para o isolamento geográfico e cultural da região, para a estabilidade política e para a longevidade do império babilônico.

02. do desenvolvimento da sociedade egípcia antiga, cuja necessidade de construção de canais de drenagem e irrigação possibilitou um maior prestígio da camada camponesa e uma mobilidade social que permitia a sua ascensão a cargos de destaque, como o de escriba.

03. do Império Romano, que, graças ao seu controle sobre a região do rio Reno, alcançou um volume de produção agrícola que levou à autossuficiência na produção de alimentos e à rápida transição do trabalho escravo para o colonato, sem gerar conflitos sociais.

04. do controle dos estreitos de Bósforo e de Dardanelos pelos turcos otomanos, na Idade Média, que forçou as cidades italianas de Veneza e Gênova a buscarem uma nova rota de especiarias pelo oceano Atlântico, evitando o Mar Mediterrâneo, controlado pelos primeiros.

05. da ocupação da Península de Golã, por Israel, após sua formação como país independente, acirrando as tensões com a Jordânia, a Síria e o Líbano, em função da disputa pelo controle do manancial de água proveniente do rio Jordão, em uma região que, historicamente, sofre com escassez de água.

GABARITO: 1) Gab: E 2) Gab: C 3) Gab: D 4) Gab: D 5) Gab: B 6) Gab: B 7) Gab: E 8) Gab: D 9) Gab: D 10) Gab: B 11) Gab: 03 12) Gab: VVVV 13) Gab: 05 14) Gab: D 15) Gab: E 16) Gab: A 17) Gab: B 18) Gab: C 19) Gab: B 20) Gab: 05

Referências

Documentos relacionados

A única coisa que não pode substituir o índice mudo β   é um índice latino, isso porque o índice latino (como convencionado por nós) pode apenas assumir os valores 1, 2 e

Em outros estudos conduzidos pela CIGRÉ (9) e por (10), nos quais é avaliada a dispersão na resposta de torres metálicas treliçadas de LT, introduzida pelo modelo

Como intencionamos nesta pesquisa acompanhar e descrever a trajetória da construção de um específico sistemas ou ambiente de Business Intelligence (BI) sob uma abordagem

9 — Para efeitos do disposto na alínea k) do n.º 4 do artigo 11.º da Portaria n.º 125 -A/2019, de 30 de abril, alterada pela Portaria n.º 12 -A/2021, de 11 de janeiro, não podem

FÍSICO Jean Carlos

Através deste estudo, concluiu-se que os pacientes portadores de câncer bucal no Estado do Ceará, os quais foram atendidos na Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza, na sua

Estes grupos de pontos deveriam estar localizados sobre pontos espec´ıficos neste gr´afico: os valores reais da posic¸˜ao de cada um de- les no referencial da cˆamera no in´ıcio

Por outro ]ado, ELLIS (1990) deftnlu uma categorla lntermedl~rla no comportamento de sementes durante o armazenamento, quando trabalhou com quatro culttvares de