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CAPÍTULO Tributos Contribuições Especiais

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CAPÍTULO

Tributos

(4)

CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL

art. 5.º CTN : São tributos os impostos, taxas e contribuições de melhoria

(5)

JURISPRUDÊNCIA DO STF

As diversas espécies tributárias, determinadas pela hipótese de incidência ou pelo respectivo fato gerador da respectiva obrigação tributária, são:

a) os impostos (C.F., art. 145, I, art.s 153, 154, 155 e 156); b) as taxas(C.F., art 145,II) ;

c) as contribuições, que são

(6)

c.2) as parafiscais(C.F., art 149) que por sua vez podem ser:

c.2.1) sociais:

c.2.1.1) de seguridade social ((C.F., art 195 )

c.2.1.2) outras da seguridade social ( C.F., art 195 § 4°)

c.2.1.3) sociais gerais: FGTS, salário-educação (C.F, art. 212 § 5º ) e as contribuições para o SESI, SESC e SENAI (CF art. 240);

(7)

c.3) especiais:

c.3.1) de intervenção no domínio econômico (C.F, art. 149) c.3.2) corporativas = de interesse de categorias profissionais ou econômicas. (C.F, art. 149)

d) os empréstimos compulsórios (C.F, art. 148)

(8)

Contribuições Especiais

UNIÃO Art. 149 C.F Municípios

(9)

Art. 149, CF. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo

(10)

Art. 149-A Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição, na forma das respectivas leis, para o custeio do serviço de iluminação pública, observado o disposto no art. 150, I e III.

Parágrafo único. É facultada a cobrança da contribuição a que se refere o caput, na fatura de consumo de energia elétrica.

(11)

Contribuições Especiais da União Art. 149 C.F. SOCIAIS INTERVENTIVAS CORPORATIVAS

(12)
(13)

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS

C.F. “art. 149. Compete exclusivamente à União

instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo.”

(14)

Contribuições Sociais SEGURIDADE SOCIAL REGIME GERAL SEGURIDADE SOCIAL-195 C.F REGIME PREVIDENCIÁRIO (PÚBLICO)-149§1°C.F. (SOCIAIS GERAIS) (STF)

(15)
(16)

Contribuições da Seguridade Social REGIME GERAL DE SEGURIDADE SOCIAL ART. 195 C.F. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (REGIME PRÓPRIO) (PÚBLICO) art. 149 §1 C.F

(17)
(18)

Contribuições da Seguridade Social

REGIME GERAL DE SEGURIDADE SOCIAL

(19)

Contribuições para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. DO EMPREGADOR ART. 195, I C.F. a) FOLHA DE SALÁRIO b) FATURAMENTO OU RECEITA c) LUCRO DO TRABALHADOR ART. 195, II C.F. DOS CONCURSOS DE PROGNÓSTICOS ART. 195, III C.F. DO IMPORTADOR ART. 195, IV C.F.

(20)
(21)

Contribuições para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. DO EMPREGADOR ART. 195, I C.F. a) FOLHA DE SALÁRIO b) FATURAMENTO OU RECEITA c) LUCRO

(22)

Contribuição para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. DO EMPREGADOR ART. 195, I C.F. a) FOLHA DE SALÁRIO

(23)

CONTRIBUIÇÃO SOBRE A FOLHA DE SALÁRIOS ART. 195, I, a C.F. PATRONAL SAT PIS*

(24)
(25)

Art. 195, C.F. (…)

I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:

a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe

preste serviço, mesmo sem vínculo

(26)
(27)

O SAT tem sua base constitucional estampada no inciso XXVIII do artigo 7º, inciso I do artigo 195 e inciso I do artigo 201, todos da Carta de 1988, garantindo ao empregado um seguro contra acidente do trabalho, às expensas do

empregador, mediante pagamento de um

adicional sobre folha de salários, com

(28)

A contribuição ao SAT tem caráter nitidamente tributário. Ela na verdade, está prevista no art. 149, da Carta Suprema. A contribuição ao SAT prevista no artigo 201, I, da Constituição Federal

é do tipo de contribuição social para a

seguridade social. Deve portanto, também, ela, obedecer, em tudo e por tudo, ao regime

jurídico tributário. (ROQUE ANTONIO

(29)
(30)

PIS sobre a folha de salários

Lei 9715-98 (art 2º, II alterado pela MP 2158-35 de 2001-)

“Art. 13. A contribuição para o PIS/PASEP será

determinada com base na folha de salários, à alíquota de um por cento, pelas seguintes entidades:

I - templos de qualquer culto; II - partidos políticos;

(31)

(continua)

III - instituições de educação e de assistência social a que se refere o art. 12 da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997;

IV - instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural, científico e as associações, a que se refere o art. 15 da Lei nº 9.532, de 1997;

V - sindicatos, federações e confederações; VI - serviços sociais autônomos, criados ou autorizados por lei; (continua)

(32)

(continua)

VII - conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas;

VIII - fundações de direito privado e fundações

públicas instituídas ou mantidas pelo Poder Público; IX - condomínios de proprietários de imóveis

residenciais ou comerciais; e (continua)

(33)

(continua)

X a Organização das Cooperativas Brasileiras -OCB e as Organizações Estaduais de

Cooperativas previstas no art. 105 e seu § 1º da Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971.”

(34)
(35)

Contribuiçã o para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. DO EMPREGADOR ART. 195, I C.F. b) Receita Ou faturamento

(36)

Art. 195, C.F. (…)

I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:

b) a receita ou o faturamento (EC 20/98); COFINS – LC 70/91

PIS- LC 7/70 *

(37)

FATO GERADOR

FATURAMENTO (RECEITA BRUTA DA VENDA DE MERCADORIAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS)

+

RECEITAS NÃO ENQUADRADAS NO CONCEITO DE FATURAMENTO

(38)
(39)

CF 88 (texto original) antes da EC 20/98

Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do

Distrito Federal e dos Municípios, e das

seguintes contribuições sociais:

I - dos empregadores, incidente sobre a folha de salários, o faturamento e o lucro;

(40)
(41)

Lei 9718/98 de 28.11.98

“Art. 2° As contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS, devidas pelas pessoas jurídicas de direito privado, serão calculadas com base no

seu faturamento, observadas a legislação

vigente e as alterações introduzidas por esta Lei. (continua)

(42)

Lei 9718/98 de 28.11.98 (continua)

Art. 3º O faturamento a que se refere o artigo anterior corresponde à receita bruta da pessoa jurídica.”

§ 1º Entende-se por receita bruta a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevantes o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas” (revogado pela lei 11.941/09)

(43)

EC nº 20 de 15/12/98

“Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta,

nos termos da lei, mediante recursos

provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: (...)

b) a receita ou o faturamento”; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

(44)

“A jurisprudência do Supremo, ante a redação

do artigo 195 da Carta Federal anterior à

Emenda Constitucional nº 20/98, consolidou-se no sentido de tomar as expressões receita bruta e faturamento como sinônimas, jungindo-as à venda de mercadorias, de serviços ou de mercadorias e serviços. (continua)

(45)

(continua) É inconstitucional o § 1º do artigo

da Lei nº 9.718/98, no que ampliou o conceito de receita bruta para envolver a totalidade das

receitas auferidas por pessoas jurídicas,

independentemente da atividade por elas

desenvolvida e da classificação contábil

(46)

PIS – COFINS

Incidência sobre o faturamento, regido

pela lei 9718/98 (anterior à EC 20/98)

(47)

PIS – COFINS

Incidência sobre a totalidade das receitas,

autorizado pela EC 20/98

•PIS- Lei 10.637/02 (não-cumulativo)

(48)

PIS/PASEP na C.F. 88.

Art. 239 CF. A arrecadação decorrente das

contribuições

para

o

Programa

de

Integração

Social,

criado

pela

Lei

Complementar nº 7, de 7 de setembro de

1970, e para o Programa de Formação do

Patrimônio do Servidor Público, criado

pela Lei Complementar nº 8, de 3 de

dezembro de 1970, passa, (...)

(49)

(...)

a

partir

da

promulgação

desta

Constituição, a financiar, nos termos que

a lei dispuser, o programa do

seguro-desemprego e o abono de que trata o

§ 3º

(50)

“Art. 239 § 3º - Aos empregados que

percebam

de

empregadores

que

contribuem

para

o

Programa

de

Integração Social ou para o Programa de

Formação

do

Patrimônio

do

Servidor

Público, até dois salários mínimos de

remuneração mensal, (continua)

(51)

(continua)

é assegurado o pagamento de

um

salário

mínimo

anual,

computado

neste valor o rendimento das contas

individuais, no caso daqueles que já

participavam dos referidos programas, até

a

data

da

promulgação

desta

(52)
(53)

Contribuição para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. DO EMPREGADOR ART. 195, I C.F. c) LUCRO

(54)

Art. 195, C.F. (…)

I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:

c) o lucro;

(55)

CSLL X IR

BIS IN IDEM

– A MESMA ENTIDADE POLÍTICA TRIBUTANDO O MESMO FATO GERADOR

(56)
(57)

Contribuições para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. DO TRABALHADOR ART. 195, II C.F.

(58)

Art. 195, CF (…)

II - do trabalhador e dos demais segurados da previdência social, não incidindo contribuição

sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o art. 201 (EC 20/98);

(59)

COMPARANDO

IMUNIDADE DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL - ART. 195, II C.F. (EC 20/98)

X

IMUNIDADE DA CONTRIBUIÇÃO

(60)

*EC 41/03

C.F. “art. 40 § 18. Incidirá contribuição sobre os

proventos de aposentadorias e pensões

concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201, com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos”

(61)

IMUNIDADE DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL ATÉ O LIMITE MÁXIMO DE

BENEFÍCIOS DO REGIME GERAL

IMUNIDADE DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO REGIME PRÓPRIO (PÚBLIC0)

art. 40 § 18 C.F.

APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO REGIME GERAL –

art. 195, II C.F

INCIDE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O VALOR QUE ULTRAPASSAR

O LIMITE MÁXIMO DE BENEFÍCIOS

DO REGIME GERAL LIMITE MAXIMO DE BENEFÍCIOS CS

(62)

*EC 47/05

C.F. “art. 40 § 21. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido

para os benefícios do regime geral de

previdência social de que trata o art. 201 desta Constituição, quando o beneficiário, na forma da lei, for portador de doença incapacitante.”

(63)

IMUNIDADE DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

2 X LIMITE MÁXIMO DE BENEFÍCIOS DO REGIME GERAL

(BENEFICIÁRIOS PORTADORES DE DOENÇA INCAPACITANTE)

IMUNIDADE DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO REGIME PRÓPRIO (PÚBLIC0)

art. 40 § 21 C.F.

APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO REGIME GERAL –

art. 195, II C.F

INCIDE CONTRIBUIÇÃO

LIMITE MAXIMO DE BENEFÍCIOS

2X C.S

(64)
(65)

“ (...) Noutras palavras, não há, em nosso ordenamento, nenhuma norma jurídica válida que, como efeito específico do fato jurídico da aposentadoria, lhe imunize os proventos e as pensões, de modo absoluto, à tributação de ordem constitucional, qualquer que seja a modalidade do tributo eleito, donde não haver, a

respeito, direito adquirido com o

(66)

(continua) Obediência aos princípios da

solidariedade e do equilíbrio financeiro e

atuarial, bem como aos objetivos

constitucionais de universalidade, equidade na forma de participação no custeio e diversidade da base de financiamento.” (ADI 3.105, Rel. p/ o ac. Min. Cezar Peluso, julgamento em 18-8-2008, Plenário, DJ de 18-2-2005.)

(67)
(68)

Contribuições para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. Sobre os concursos De prognósticos ART. 195, III C.F.

(69)

Art. 195, CF (…)

III - sobre a receita de concursos de prognósticos.

(70)
(71)

Contribuições para o Regime Geral de Seguridade Social Art. 195 C.F. Sobre o importador ART. 195, IV C.F.

(72)

Art. 195, CF (…)

IV - do importador de bens ou serviços do exterior, ou de quem a lei a ele equiparar. Ex: PIS e COFINS na importação-Lei 10.865/04

(73)

C.F. “art. 149 § 2º As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que trata o caput deste artigo:

I - não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação;

II - incidirão também sobre a importação de produtos estrangeiros ou serviços;

(74)

STF

“A imunidade prevista no inciso I do § 2º do art. 149 da Carta Federal não alcança o lucro das empresas exportadoras.” (RE 564.413 -Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 12-8-2010, Plenário,

DJE

de 6-12-2010.)

(75)

STF

“A imunidade prevista no art. 149, § 2º, I, da CF, não alcança a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), haja vista a distinção ontológica entre os conceitos de lucro e receita. (...) A exação não incide sobre o resultado imediato da operação, mas sobre

operações financeiras posteriormente

realizadas.” (RE 474.132 - Rel. Min. Gilmar Mendes, julgamento em 12-8-2010, Plenário,

(76)

PIS – COFINS Principais leis LC 7/70- PIS

LC 70/91- COFINS

Lei n° 9.718/98 – PIS-COFINS (cumulativo) Lei n° 10.637/02 – PIS (não cumulativo)

Lei n° 10.833/03 –COFINS ( não

cumulativo) Lei n° 10.865/04 – PIS-COFINS (importação)

(77)
(78)
(79)

PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA

CF art. 150 . “Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

(...)

III - cobrar tributos: (...)

b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou”;

(80)

PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA

2000 2001

Lei publicada institui ou majora

(81)
(82)

As contribuições sociais estão sujeitas ao Princípio da Anterioridade Nonagesimal ou

Mitigada (STF)

C.F. 195 § 6º - As contribuições sociais de que trata este artigo só poderão ser exigidas após decorridos noventa dias da data da publicação da lei que as houver instituído ou modificado, não se lhes aplicando o disposto no art. 150, III, "b".

(83)

PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA

2000 2001

Lei publicada institui ou majora Contribuição Social

Aplica-se 90 após a publicação 90 dias

(84)

PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA

2000 2001

Lei publicada institui ou majora Contribuição Social

Aplica-se 90 após a publicação 90 dias

(85)
(86)

Contribuição Social Nova (Residual)

C.F. Art. 195

§ 4º - A lei poderá instituir

outras fontes destinadas a garantir a

manutenção ou expansão da seguridade

social, obedecido o disposto no art. 154, I

C.F

(87)

OUTRAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS NOVA FONTE DE CUSTEIO PARA

A SEGURIDADE SOCIAL COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RESIDUAL DA UNIÃO Art. 195 § 4° C.F COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA DA UNIÃO

PARA CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS

COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO

ART. 195 C.F. ROL PRIVATIVO

(88)

Contribuição Social Nova (Residual)

C.F. Art. 195 § 4º

A União tem competência para instituir

“outras

contribuições

sociais”

além

(89)

UNIÃO ART. 195 CF CONTRIBUIÇÕES PARA CUSTEIO DO REGIME GERAL DE SEGURIDADE SOCIAL UNIÃO ART. 195 § 4° C.F.

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL NOVA

(90)

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL NOVA

Além daquelas previstas no art. 195 C.F.

São denominadas contribuições Sociais

Residuais, pois seguem os critérios da

competência tributária residual para a União instituir impostos novos (residuais), elencados no art. 154, I CF

(aprofundamento do assunto na aula de COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA)

(91)

UNIÃO

COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RESIDUAL- ART. 154, I C.F. PODER PARA INSTITUIR IMPOSTO NOVO (OUTROS

IMPOSTOS ALÉM DO ROL DO ART. 153 C.F ) DESDE QUE POR LEI COMPLEMENTAR FEDERAL

(92)
(93)

Art. 154, CF. A União poderá instituir:

I - mediante lei complementar, impostos não previstos no artigo anterior, desde que sejam

não-cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos discriminados nesta

(94)

Venda- R$ 100,00 Venda- R$ 130,00 Venda – R$ 170,00 Débito1-10%- R$ 10,00 ICMS1 - R$ 10,00 (ICMS 1= Crédito 1) Débito2- 10%- R$ 13,00 Crédito1- R$ 10,00 ICMS2 – R$ 3,00 ICMS 2 = Crédito 2 Débito3- 10%- R$ 17,00 Crédito 1+ 2- R$ 13,00 ICMS – R$ 4,00

(95)

NÃO CUMULATIVIDADE

Princípio que veda o efeito cascata.

Significa que a cada operação o

tributo

deverá

ser

calculado

de

forma a abater (apropriar) os valores

que

tenham

sido

pagos

nas

(96)

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL RESIDUAL ART. 195 § 4 C.F.

COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RESIDUAL – UNIÃO

PODER PARA INSTITUIR CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

NOVA, OU SEJA, OUTRAS CONTRIBUIÇÕES

SOCIAIS ALÉM DO ROL DO ART. 195 C.F E DESDE QUE OBEDEÇA OS REQUISITOS DO ART. 154, I C.F. ( INSTITUÍDA POR LEI COMPLEMENTAR FEDERAL )

(97)

UNIÃO ART. 195 CF LEI ORDINÁRIA CONTRIBUIÇÕES PARA CUSTEIO DO REGIME GERAL DE SEGURIDADE SOCIAL UNIÃO ART. 195 § 4° C.F. LEI COMPLEMENTAR FEDERAL

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL NOVA (RESIDUAL)

FG e BC ≠ art. 195 C.F

(98)
(99)

Contribuição Social Nova (Residual)

C.F. Art. 195

§ 4º - A lei poderá instituir

outras fontes destinadas a garantir a

manutenção ou expansão da seguridade

social, obedecido o disposto no art. 154, I

C.F

(100)

FATO GERADOR E BASE DE CÁLCULO

FATO GERADOR E BASE DE CÁLCULO DAS DEMAIS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DO ART. 195 C.F.

(101)

DEVE SER INSTITUÍDA POR

LEI COMPLEMENTAR FEDERAL

(102)
(103)

“(...) o que veda o art. 195, § 4º, ao se referir ao

art. 154, I, ambos da Constituição Federal é que quaisquer outras contribuições, para fins de seguridade social, venham a ser instituídas sobre os fenômenos econômicos descritos nos incisos I, II, III e IV do caput (...)”. (Excerto do voto do Ministro Ilmar Galvão - REx no 146.733-SP)

(104)

“Validade constitucional da legislação pertinente à instituição da contribuição social destinada ao custeio do Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) – exigibilidade dessa espécie tributária. (...) O tratamento dispensado à referida contribuição

social (SAT) não exige a edição de lei

complementar (CF, art. 154, I), por não se registrar a hipótese inscrita no art. 195, § 4º, da Carta Política, (continua)

(105)

(continua) resultando consequentemente legítima a disciplinação normativa dessa exação tributária

mediante legislação de caráter meramente

(106)
(107)

Contribuições da Seguridade Social CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS (REGIME PRÓPRIO) (PÚBLICO) art. 149 §1 C.F

(108)

C.F. Art. 149 § 1º “Os Estados, o Distrito Federal

e os Municípios instituirão contribuição,

cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário de que trata o art. 40, cuja alíquota não será inferior

à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União”.

(109)

STF

“O art. 149,

caput

, da Constituição, atribui à

União a competência exclusiva para a instituição de contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais e econômicas. Essa regra contempla duas exceções, contidas nos arts. 149, § 1º, e 149-A, da Constituição. (Continua)

(110)

(Continua) À exceção desses dois casos, aos Estados-membros não foi atribuída competência para a instituição de contribuição, seja qual for a sua finalidade. A competência, privativa ou concorrente, para legislar sobre determinada

matéria não implica automaticamente a

competência para a instituição de tributos. (Continua)

(111)

(Continua) Os entes federativos somente podem instituir os impostos e as contribuições que lhes

foram expressamente outorgados pela

Constituição. Os Estados-membros podem

instituir apenas contribuição que tenha por finalidade o custeio do regime de previdência de seus servidores. (Continua)

(112)

(Continua) A expressão „regime previdenciário‟ não abrange a prestação de serviços médicos, hospitalares, odontológicos e farmacêuticos.” (STF - RE 573.540 - Rel. Min. Gilmar Mendes,

julgamento em 14-4-2010, Plenário,

DJE

de

(113)

A norma que fixa alíquota mínima (contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos na União) para a contribuição a ser cobrada pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário de que trata o art. 40 da CR não contraria o pacto federativo ou configura quebra de equilíbrio atuarial. (continua)

(114)

(continua) A observância da alíquota mínima fixada na EC 41/2003 não configura quebra da autonomia dos Estados Federados. O art. 201, § 9º, da CR, ao estabelecer um sistema geral de compensação, há

ser interpretado à luz dos princípios da

solidariedade e da contributividade, que regem o atual sistema previdenciário brasileiro.” (ADI 3.138, Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em 14-9-2011, Plenário, DJE de 13-2-2012.)

(115)
(116)

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS ART. 149 C.F (REGRA) CONTRIBUIÇÕE SOCIAIS REGRA CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS (EXCEÇÃO) COMPETÊNCIA DA

UNIÃO COMPETÊNCIA DA UNIÃO ART. 149 § 1° C.F(ESTADOS, D.F., MUNICÍPIOS) EXIGE LEI ORDINÁRIA EXIGE LEI ORDINÁRIA EXIGE LEI

COMPLEMENTAR- ART. 195 § 4° C.F. ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA (art. 150,III,b C.F) ANTERIORIDADE NONAGESIMAL ART. 195 § 6° C.F.

(117)
(118)

Art. 149, CF, § 2º As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que trata o caput deste artigo:

(…)

III - poderão ter alíquotas:

a) ad valorem, tendo por base o faturamento, a receita bruta ou o valor da operação e, no caso de importação, o valor aduaneiro;

b) específica, tendo por base a unidade de medida adotada.

(119)

Art. 149, CF (…)

§ 3º A pessoa natural destinatária das

operações de importação poderá ser

equiparada a pessoa jurídica, na forma da lei. (…)

(120)

Art. 149, CF (…)

§ 4º A lei definirá as hipóteses em que as contribuições incidirão uma única vez.

“são as contribuições sujeitas ao regime monofásico ou concentrado”

(121)

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOB REGIME MONOFÁSICO

O regime monofásico deve ser entendido como uma sistemática em que há a ocorrência de um

único fato gerador, no qual a tributação é

suportada por apenas, um elo da cadeia

produtiva, sendo que as demais operações não se sujeitam à regra de incidência tributária. (ex. querosene de avião e biodiesel)

(122)

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOB REGIME MONOFÁSICO

Apesar da expressão utilizada na C.F “incidência única”, o que traduz “um único fato gerador”, na prática o legislador, ao tratar daquilo que se

apelidou de regime “monofásico” para o PIS e

(123)

CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOB REGIME MONOFÁSICO (concentrado)

Trata-se, na realidade, de um sistema plurifásico, ou seja, de incidência múltipla, com possíbilidade de ocorrência de vários fatos geradores, onde a

tributação será com alíquota majorada para

aqueles submetidos ao “suposto regime

monofásico” e alíquota zero para os demais na cadeia produtiva. Veja exemplo a seguir:

(124)

ALÍQUOTA

DIFERECIADAS ALíQUOTA ZERO

FABRICANTE

ATACADISTA / VAREJISTA

(125)
(126)

CPMF

A.D.C.T. “art. 74. A União poderá instituir contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. (...)

§ 4º A contribuição de que trata este artigo terá sua exigibilidade subordinada ao disposto no art. 195, § 6º, da Constituição, e não poderá ser cobrada por prazo superior a dois anos.” (E.C 12/96)

(127)

CPMF

A.D.C.T. “Art. 75. É prorrogada, por trinta e seis meses, a cobrança da contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira de que trata o art. 74, instituída pela Lei nº 9.311, de 24 de outubro de 1996, modificada pela Lei nº 9.539, de 12 de dezembro de 1997, cuja vigência é também prorrogada por idêntico prazo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 21, de 1999).”

(128)

CPMF

A.D.C.T. “Art. 84. A contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira, prevista nos arts. 74, 75 e 80, I, deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, será cobrada até 31 de dezembro de 2004.

(129)

CPMF

A.D.C.T. “Art. 90. O prazo previsto no caput do art. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias fica prorrogado até 31 de dezembro de 2007”. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de 19.12.2003)”

(130)

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS

GERAIS

(131)

Contribuições Sociais SEGURIDADE SOCIAL REGIME GERAL SEGURIDADE SOCIAL-195 C.F REGIME PREVIDENCIÁRIO (PÚBLICO)-149§1°C.F. (SOCIAIS GERAIS) (STF)

(132)

Contribuições Sociais

(SOCIAIS GERAIS)

(133)

Contribuições sociais gerais destinam-se

a outras atuações da União na área

social

(com ressalva da seguridade

(134)

Contribuições Sociais Gerais STF F.G.T.S Lei 5107/66 SALÁRIO EDUCAÇÃO lei 9424/96 Sistema “S” Sesi, Sesc, Senai

(135)

Contribuições Sociais Gerais

STF

F.G.T.S Lei 5107/66

(136)

JURISPRUDÊNCIA DO STF FGTS É TRIBUTO

As diversas espécies tributárias, determinadas pela hipótese de incidência ou pelo respectivo fato gerador da respectiva obrigação tributária, são:

a) os impostos (C.F., art. 145, I, art.s 153, 154, 155 e 156); b) as taxas(C.F., art 145,II) ;

c) as contribuições, que são

(137)

c.2) as parafiscais(C.F., art 149) que por sua vez podem ser:

c.2.1) sociais:

c.2.1.1) de seguridade social ((C.F., art 195 )

c.2.1.2) outras da seguridade social ( C.F., art 195 § 4°)

c.2.1.3) sociais gerais: FGTS, salário-educação (C.F, art. 212 § 5º ) e as contribuições para o SESI, SESC e SENAI (CF art. 240); (...) (STF, RE 138824, voto do Min. Carlos Velloso, 01/07/1992)

(138)

FGTS

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

(...)

(139)

STJ acerca do FTGS

" (...) A contribuição para o FGTS não tem

natureza tributária. (...) É garantia de

índole social. Eles pressupõem vínculo

jurídico

disciplinado

pelo

Direito

do

Trabalho.”

(140)

O FGTS não passa de "crédito legal dos

trabalhadores, decorrentes da execução

do contrato de trabalho". (Délio Maranhão)

O FGTS é um "prêmio proporcional ao

tempo de serviço do empregado".(Amaro

Barreto).

(141)

“(...) Assim, apesar das ilustres posições

em

contrário,

não

temos

dúvida

em

afirmar que a natureza jurídica do FGTS é

puramente

indenizatória"

(Carlos

(142)

LEI COMPLEMENTAR Nº 110, DE 29 DE JUNHO DE 2001

Art. 1o Fica instituída contribuição social devida pelos empregadores em caso de despedida de empregado sem justa causa, à alíquota de dez por cento sobre o montante de todos os depósitos devidos, referentes ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS, durante a vigência do contrato de trabalho, acrescido das remunerações aplicáveis às contas vinculadas. (Vide: ADIN 2.556-2 e ADIN 2.568-6)

(143)

Art. 2o Fica instituída contribuição social devida pelos empregadores, à alíquota de cinco décimos por cento sobre a remuneração devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas as parcelas de que trata o art. 15 da Lei no 8.036, de 11 de maio

(144)

ADI 2556 MC / DF - DISTRITO FEDERAL.

EMENTA: Ação direta de inconstitucionalidade. Impugnação de artigos e de expressões contidas na Lei Complementar federal nº 110, de 29 de junho de 2001. Pedido de liminar. - A natureza jurídica das duas exações criadas pela lei em causa, neste exame sumário, é a de que são elas tributárias,

caracterizando-se como contribuições sociais que se enquadram na sub-espécie "contribuições sociais gerais" que se submetem à regência do artigo 149 da Constituição, e não à do artigo 195 da Carta Magna.

(145)

Esta Suprema Corte considera constitucional

a contribuição prevista no art.

da LC

110

/2001, desde que respeitado o prazo de

anterioridade para início das respectivas

exigibilidades (art.

150

,

III

,

b

da

Constituição

)

(146)

Contribuições Sociais Gerais

STF

SALÁRIO EDUCAÇÃO lei 9424/96

(147)

CONTRIBUIÇÃO PARA O SALÁRIO EDUCAÇÃO

C.F. art. 202

§ 5º “A educação básica

pública terá como fonte adicional de

financiamento a contribuição social do

salário-educação,

recolhida

pelas

(148)

Contribuições Sociais Gerais

STF

Sistema “S” Sesi, Sesc, Senai

(149)

CONTRIBUIÇÃO “SESI”, “SESC”, “SENAI”, etc...

C.F.

“art. 240. Ficam ressalvadas do

disposto

no

art.

195

as

atuais

contribuições

compulsórias

dos

empregadores sobre a folha de salários,

destinadas

às

entidades

privadas

de

serviço social e de formação profissional

vinculadas ao sistema sindical.”

(150)

“As contribuições sociais, previstas no art. 240 , da Constituição Federal , têm natureza de "contribuição social geral" e não contribuição

especial de interesses de categorias

profissionais (STF, RE n.º 138.284 /CE)

(151)

Das contribuições sociais previstas nas

alíneas

a, b e c do parágrafo único do art.

11 da Lei n

o

8.212, de 24 de julho de 1991

,

e das contribuições instituídas a título de

substituição

(152)

Lei 8212/91- “Art. 11. No âmbito federal, o orçamento da Seguridade Social é composto das seguintes receitas:

I - receitas da União;

II - receitas das contribuições sociais;

(153)

(continua) Parágrafo único. Constituem contribuições sociais:

a) as das empresas, incidentes sobre a

remuneração paga ou creditada aos

segurados a seu serviço; (Vide art. 104 da lei nº 11.196, de 2005) – (comentários ao art.

(154)

(continua)

b) as dos empregadores domésticos; ( Obs. A contribuição do empregador doméstico é de 12% do salário de contribuição do empregado doméstico a seu serviço.)

(155)

(continua)

c) as dos trabalhadores, incidentes sobre o seu salário-de-contribuição; (Vide art. 104 da lei nº 11.196, de 2005) ( comentários ao art. 195, II C.F) (...)”

(156)

DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DEVIDA A

TERCEIROS

(157)

CONTRIBUIÇÃO PARA O SALÁRIO EDUCAÇÃO C.F. “art. 212- § 5º A educação básica pública terá como fonte adicional de financiamento a

contribuição social do salário-educação,

recolhida pelas empresas na forma da lei.

Lei nº 9.424, de 24/12/1996 – contribuição

social do salário-educação

(...) “ art. 15 – institui a contribuição social do salário-educação”

(158)

INCRA

Lei nº 2.613, de 23/09/55 e LC 11/71

Aplicação na prestação de serviços sociais, no meio rural e em programas de aprendizado das técnicas no campo.

(159)

SENAI Lei nº 4.048, de 22/01/42

Organização e administração de escolas de aprendizagem industrial, estendida às de transporte e comunicações.

(160)

SESI

Lei nº 9.403, de 25/06/46

Organização e administração de escolas

de aprendizagem industrial, estendida às

de transporte e comunicações.

(161)

SENAC Lei nº 8.621, de 10/01/46

Financiamento de atividades de organização e administração de escolas de aprendizagem

(162)

SESC Lei nº 9.853, de 13/08/46

Aplicação em programas que contribuam para o bem estar social dos empregados e suas

(163)

DPC- Diretoria de Portos e Costas Lei nº 5.461, de 25/06/68

Financiamento de atividades de ensino profissional marítimo. (Fundo de

Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo)

(164)

SEBRAE Lei nº 8.029, de 12/04/90

Aplicação em programas de apoio ao

desenvolvimento das pequenas e micro empresas. ( *para o STF trata-se de uma Contribuição de Intervenção no domínio econômico)

(165)

Fundo Aeroviário

Dec. Lei nº 1.305, de 08/01/74

Financiamento de atividades de ensino

profissional aeronáutico, de tripulantes,

técnicos e de especialistas civis.

(166)

SENAR Lei nº 8.315, de 23/12/91

Organização, administração e execução de ensino, da formação profissional rural e a promoção social do trabalhador rural.

(167)

SEST Lei nº 8.706, de 14/09/93

Gerenciamento, desenvolvimento e execução de programas voltados à promoção social do trabalhador em transporte rodoviário e do

transportador autônomo, nos campos de

alimentação, saúde, cultura lazer e segurança do trabalho.

(168)

SENAT Lei nº 8.706, de 14/09/93

Gerenciamento, desenvolvimento e execução de programas voltados à promoção social do trabalhador em transporte rodoviário e do

transportador autônomo, nos campos de

alimentação, saúde, cultura lazer e segurança do trabalho.

(169)

“O art. 240 da Constituição expressamente recepcionou as contribuições destinadas às entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical. (...) A alteração do sujeito ativo das

Contribuições ao SESI/SENAI para o

SEST/SENAT é compatível com o art. 240 da Constituição, (continua)

(170)

(continua) pois a destinação do produto arrecadado é adequada ao objetivo da norma de recepção, que é manter a fonte de custeio preexistente do chamado „Sistema ´S´‟.” (RE 412.368-AgR, Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento em 1º-3-2011, Segunda Turma, DJE de 1º-4-2011.)

(171)

Lei 11457/2007

”Art. 1o A Secretaria da Receita Federal passa

a denominar-se Secretaria da Receita Federal

do Brasil, órgão da administração direta

subordinado ao Ministro de Estado da Fazenda. (continua)

(172)

Lei 11457/2007 (continua)

Art. 2o Além das competências atribuídas pela legislação vigente à Secretaria da Receita Federal, cabe à Secretaria da Receita Federal do Brasil planejar, executar, acompanhar e avaliar as atividades relativas a tributação, fiscalização, arrecadação, cobrança (continua)

(173)

Lei 11457/2007

(continua) recolhimento das contribuições

sociais previstas nas alíneas a, b e c do

parágrafo único do art. 11 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, e das contribuições instituídas a título de substituição. (Vide Decreto nº 6.103, de 2007). (...)”

(174)

“ (...) Art. 3o As atribuições de que trata o art.

2o desta Lei se estendem às contribuições

devidas a terceiros, assim entendidas outras entidades e fundos, na forma da legislação em

vigor, aplicando-se em relação a essas

contribuições, no que couber, as disposições desta Lei. (Vide Decreto nº 6.103, de 2007).”

(175)

“(...) Art. 16. A partir do 1o (primeiro) dia do 2o

(segundo) mês subseqüente ao da publicação desta Lei, o débito original e seus acréscimos legais, além de outras multas previstas em lei, relativos às contribuições de que tratam os arts. 2o e 3o desta Lei, constituem dívida ativa da União.(continua)

(176)

“(continua) § 3o Compete à Procuradoria-Geral

Federal representar judicial e extrajudicialmente: I - o INSS e o FNDE, em processos que tenham por objeto a cobrança de contribuições previdenciárias, inclusive nos que pretendam a contestação do crédito tributário, até a data prevista no § 1o deste artigo; “(continua)

(177)

“(continua) II - a União, nos processos da Justiça

do Trabalho relacionados com a cobrança de contribuições previdenciárias, de imposto de renda retido na fonte e de multas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações do trabalho, mediante delegação da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.”

(178)
(179)

Quanto à função que exerçam, os tributos poderão ser: a) fiscais (função meramente arrecadatória para o cumprimento das prerrogativas e incumbências de Estado). Ex: IR , ICMS, IPTU...

b) extrafiscais (nestes predomina a função de controle ou intervenção na economia) . Ex: CIDE

c) parafiscais ( arrecadados para que o Estado cumpra funções paralelas às funções típicas de Estado). Ex. contribuições da seguridade social art. 195 C.F.

(180)

REQUISITOS DA PARAFISCALIDADE (doutrina)

1- O titular da competência tributária transfere as funções de fiscalizar e arrecadar (capacidade ativa) a outra pessoa jurídica dotada de autonomia administrativa e financeira 2- Os recursos arrecadados por essas entidades serão destinados para seus fins

(181)

Posicionamento do STF diante da União como sujeito ativo das contribuições da seguridade social

“(...) o que importa perquirir não é o fato de a União arrecadar a contribuição , mas se o produto da arrecadação é destinado ao financiamento da seguridade social (CF, art. 195, I).(...)” (STF, Tribunal Pleno, RE 138.284/CE, Rel. Min. Carlos Velloso j. 01.07.1992, DJ 28.08.1992, p. 13.456)

(182)
(183)

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS

C.F. “art. 149. Compete exclusivamente à União

instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a que alude o dispositivo.”

(184)

Contribuições Especiais da União Art. 149 C.F. SOCIAIS INTERVENTIVAS CIDE CORPORATIVAS

(185)

São exemplos de C.I.D.E

1. A extinta contribuição para o I.A.A e I.B.C

2. AFRMM (Adicional ao frete para renovação da Marinha Mercante)

3. CIDE (do Petróleo-combustíveis) art.177

(186)

São exemplos de C.I.D.E

4. CIDE–Royalties-lei nº 10.168/2000 alterada pela lei n° 10.332/2001 (CIDE Remessa)

5. Lei 9998/2000- art.6,IV (setor de

telecomunicações).

6. Contribuição para o SEBRAE

7. ATP- Adicional de Tarifa Portuária (lei

(187)

“Contribuição. IBC. Café: exportação: cota de contribuição: DL 2295, de 21-11-1986, arts. 3º e 4º. CF, 1967, art. 21, § 2º, I; CF, 1988, art. 149.

Não recepção, pela CF/1988, da cota de

contribuição nas exportações de café, dado que

a CF/1988 sujeitou as contribuições de

intervenção à lei complementar do art. 146, III, aos princípios da legalidade (CF, art. 150, I), da

irretroatividade (art. 150, III, a) e da

(188)

(continua) No caso, interessa afirmar que a delegação inscrita no art. 4º do DL 2295/1986 não é admitida pela CF/1988, art. 150, I, ex vi do disposto no art. 146.” (RE 191.044, Rel. Min.

Carlos Velloso, julgamento em 18-9-1997,

(189)

“O AFRMM - Adicional ao frete para a renovação da Marinha Mercante, contribuição de intervenção no domínio econômico, tem

como fato gerador o transporte da

mercadoria e base de incidência o frete.” (REsp nº 199.622/SP – Recurso Especial nº 1998/0098.869-6 – Rel. Ministro Humberto Gomes de Barros – DJ 03/11/1999, p. 87.)

(190)

“EMENTA - Recurso extraordinário. Adicional de Tarifa Portuária. Constitucionalidade

O Plenário desta Corte, ao terminar o

julgamento dos RREE 209.365 e 218.061,

declarou a constitucionalidade do Adicional de Tarifa Portuária, por entender que ele tem a natureza de contribuição de intervenção no domínio econômico (continua)

(191)

(continua) por gerar receita vinculada da União ao investimento nas instalações portuárias devida por categoria especial de usuário de serviços que a elas dizem respeito de forma direta. Dessa orientação divergiu o acórdão recorrido. Recurso extraordinário conhecido e provido.” (STF- RE 276541 SP)

(192)

CIDE DO PETRÓLEO (combustíveis)

C.F “art. 177 § 4º A lei que instituir contribuição de intervenção no domínio econômico relativa às atividades de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados e álcool combustível deverá atender aos seguintes requisitos: (continua)

(193)

(continua)

I - a alíquota da contribuição poderá ser: a) diferenciada por produto ou uso;

b)reduzida e restabelecida por ato do Poder Executivo, não se lhe aplicando o disposto no art. 150,III, b; (continua)

(194)

(continua)

II - os recursos arrecadados serão destinados: a) ao pagamento de subsídios a preços ou

transporte de álcool combustível, gás natural e seus derivados e derivados de petróleo;

b) ao financiamento de projetos ambientais

relacionados com a indústria do petróleo e do gás;

c) ao financiamento de programas de infra-estrutura de transportes.

(195)
(196)

PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA

2000 2001

Lei publicada institui ou majora

(197)

Lei nº 10.168/2000

CIDE-Royalties

Institui contribuição de intervenção de

domínio econômico destinada a financiar

o Programa de Estímulo à Interação

Universidade-Empresa para o Apoio à

Inovação e dá outras providência

(198)

Lei nº 10.168/2000

“art. 2

o

Para fins de atendimento ao

Programa de que trata o artigo anterior,

fica instituída contribuição de intervenção

no

domínio

econômico,

devida

pela

pessoa jurídica detentora de licença de

uso ou adquirente de conhecimentos

(199)

Lei nº 10.168/2000

(continua)

bem como aquela signatária de

contratos que impliquem transferência de

tecnologia, firmados com residentes ou

domiciliados no exterior.”

(200)

Lei nº 10.332/2001 (CIDE Remessa)

“Art. 6o O art. 2o da Lei no 10.168, de 2000, passa

a vigorar com a seguinte redação:

Art. 2º (...)

§ 2o A partir de 1o de janeiro de 2002, a

contribuição de que trata o caput deste artigo passa a ser devida também pelas pessoas jurídicas signatárias de contratos que tenham por objeto serviços técnicos e de assistência administrativa e semelhantes (continua)

Referências

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