PRECA_UÇÕES: A dose deve ser individualizada, em doentes idosos ou na resen · · ·• · , .
precauçao nos doentes com síndrome do nódulo sinusal não ligados a �acemafers c�ª d;l;s�f1_c1en�1a renal, hep�t1ca ou insuficiência cardíaca congestiva. Recomenda-se ser suspenso no caso de hipersensibilidade ao medicamento. ' m a,xa, urante a gravidez ou com estenose aórtica pronunciada. O Lomir deve lNTERACÇÕES: O _!'ico da concentração plasmática pode ser atrasado uma hora no caso d · - · .
Recomenda-se atençao no caso do uso concomitante com anti-coagulantes e anti-convulsii��feetªº com alimentos. O Lomir aumenta a biodisponibilidade do propranolol. EFEITOS ADVERSOS: São comparáveis ao placebo, na dose de 2 5 m 2 v /d' . · · · .
dos e fenos são transitórios. ' g ezes 1ª· cefaleias, flushmg, taquicardia, palpitações, edema localizado sem origem cardíaca. A maioria
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PLENÁRIO
DOS
CONSELHOS
REGIONAIS
Os
delegados ao Plenário dos Conselhos Regionais da Ordem dos Médicos aprovaram
no dia 19 de Maio, em Lisboa, o Relatório, Contas e Plano de Actividades do Conselho
Nacional Executivo para 1990. São esses documentos que preenchem este número desta
Revista, bem assim como uma moção aprovada na mesma reunião.
No entanto, e sem esquecer a importância do Plenário, representado por um número
significativo de Delegados, não posso deixar de referir neste editorial o facto de a reunião se
ter realizado na nova sede do CNE e da Secção Regional do Sul.
Embora se aguarde ainda pela conclusão das obras do anexo para se proceder à inaugu
ração da nossa nova sede, ela tem já condições para poder ser utilizada em reuniões desta
natureza, e é previsível que a curto prazo a maioria dos serviços a funcionar no actual CNE
se transfiram para as novas instalações.
É sem dúvida motivo de regozijo para todos os médicos, não só pela possibilidade de
aumentar a eficiência dos nossos serviços, mas também pelo que a nova sede pode e deve
representar em termos de convívio e discussão para a Classe Médica.
Uma aspiração antiga, agora à beira da concretização.
/
/
4
REVISTA
Director
Manuel E. Machado Macedo
Redactores Bernardo Teixeira Coelho
José Carlos Couto Soares Pacheco Rui de Melo Pato
Manuel António Leitão da Silva Fernando Costa e Sousa José Germano Rego de Sousa
•
PLENÁRIO DOS CONSELHO!, REÇIONAIS MAIO 90 DepósilO Legal n.º 7421/85Propriedade, Administração e Redacçào: Ordem dos Médicos Avenida Almirante Reis, 242, 2. º Esq.
Telef. 80 5412 - 1000 LISBOA Preço avulso: 200$00 PUBLICAÇÃO MENSAL 27 SOO exemplares Execução grárica: Sogapal, Lda.
Casal da Fonte/Porto de Paiã Telefs. 4790142 /49 - 2675 ODIVELAS
PLENÁRIO
DOS CONSELHOS
REGIONAIS
lnfom Emb, P. V.1 Custe INFAR-loPLENÁRIO DOS CONSELHOS REGIONAIS
RELATÓRIO DE ACTIVIDADES DE 1989
INTRODUÇÃOA situação da saúde em Portugal sofreu, no decurso do ano de 1989, uma evolução que não surpreendeu a Ordem dos Médicos. Ainda que sem detalhe esta evolução será tratada adiante e em local próprio deste Relatório. Mas, na introdução, julgamos importante realçar que apesar de todas as dificuldades, este ano de 1989 foi favorável aos médicos e à sua Ordem. Deu-nos alguma esperança de que o futuro possa melhorar a situação dos doentes e da saúde no nosso País. E se isto suceder, certamente melhorará também a situação dos Médicos.
Salientemos os seguintes pontos:
Estamos mais próximos da inauguração da Sede da Ordem dos Médicos. Organizámos o VII Congresso Nacional de Medi cina. O relacionamento da Ordem dos Médicos com as instituições supranacionais a que pertence foi altamente positivo. Houve eleições que decorreram com democrática correcção.
Neste Relatório serão transcritos lodos os resumos dos comunicados do Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Mé cos. Através da sua leitura se poderão confirmar muitos dos aspectos mencionados neste documento.
Os capítulos ou temas em que se dividirá este Relatório são os seguintes: 1. Sede
2. Secretário-Geral, Secretariado, Contabilidade, Consul
tadoria Jurídica e assuntos diversos
3. Fundo de Solidariedade da Ordem dos Médicos
4. Relações com o Governo e com outras Instituições representativas dos médicos
5. Actividades correntes do Conselho Nacional Executivo 6. Revista da Ordem dos Médicos
7. Acta Médica Portuguesa
8. Resumo de Comunicados
9. Representação em Reuniões Internacionais e Nacionais - Associação Médica Mundial
- Comissão Permanente dos Médicos da CEE
10. Eleições 1. SEDE
Foram extremamente morosas as obras de beneficiação da moradia e de construção do anexo em que vão ficar ins talados, além de um auditório com cerca de 230 lugares, vários serviços como a Secretaria, Contabilidade, Informá tica, Arquivo, Reprografia, e Refeitório para empregados da Ordem dos Médicos.
As obras da moradia estarão concluídas no princípio de 1990 e será possível utilizá-la para receber o Plenário dos Conselhos Regionais. Logo que o anexo esteja terminado far-se-á uma inauguração formal. Em relação ao que foi escrito no relatório apresentado no último Plenário, esta mos atrasados cerca de 6 a 8 meses.
Na moradia ficarão instalados:
Rés do chão - Zona de recepção do Conselho Nacional Executivo e do Conselho Regional do Sul; Zona Social com salas e casa de jantar e Bar.
1. º andar -Gabinetes de Trabalho para o Conselho
Nacional Executivo e para o Conselho Regional do Sul, Sala de reuniões e Servi ços diversos ligados à Direcção dos Con selhos.
2.º andar - Biblioteca, Juristas, Colégios da
Especiali-dade e Revistas.
O bom aproveitamento da Sede que conseguiremos ter, com tanto esforço e sacrifício económico, para nela funcio-6
narem o Conselho Nacional Executivo e o Conselho Regio nal do Sul da Ordem dos Médicos, será, como já foi afir mado no Relatório do ano passado um seguro factor de desenvolvimento da Ordem dos Médicos e proporcionará um relacionamento mais frequente e certamente mais cómodo para todos nós. Além disso apesar do investimento ter sido muito importante, a verdade é que, no momento actual, o valor do terreno e das construções já se pode ava liar ém cerca do dobro.
2. SECRETÁRIO-GERAL, SECRETARIADO,
CONTABILIDADE, CONSULTADORIA JURÍDICA E ASSUNTOS DIVERSOS
Como é sabido, e visto que ainda estamos nos mesmos locais, as precárias condições de instalação não permitiram até agora, melhorar o funcionamento do Secretariado do Conselho Nacional Executivo. Julgamos que a informatiza ção que se vai desenvolver nas novas instalações desem penhará um papel fundamental no melhor rendimento do trabalho de todos nós.
Houve alguma modificação no pessoal do Secretariado do Conselho Nacional Executivo. Em Janeiro de 1989 a
dactilógrafa Ana Cristina Morgado Baptista Simões passou a 1 .ª Escriturária; a 1 .ª Escriturária Cândida Octávia Marini Simão Portugal passou a Chefe de Secção; o Operador de Registo de Dados de 2.ª, José Manuel da Mata Teixeira pas sou a Documentalista; o Operador de Registo de Dados de
2.ª, Pedro Miguel Mesquita Rosa Dourado passou a 2.º Escriturário; o Contínuo de 2.ª, Paulo Jorge Pereira
Vaz passou a Escriturário Estagiário em Julho de 1989; o Victor Hugo Craveiro Pereira, desempenhou funções de
2.º Escriturário até Junho de 1989, altura em que pediu a
demissão.
No fim do ano de 1989 deixámos de poder contar com a colaboração de uma I .ª Escriturária atingida por doença grave, quando estava de férias; ainda não foi substituída.
No princípio de 1990 vai ser feito um ajustamento do pessoal do Conselho Nacional Executivo para equiparar funções e vencimentos em relação aos das Secções Regio
nais.
Não houve ainda qualquer alteração relacionada com o Arquivo pois pareceu preferível aguardar a mudança total dos Serviços para a nova Sede.
Continuamos a contar com os excelentes serviços presta �s pela Firma Lismétodo. O representante dessa Firma de 9t1ditores vem semanalmente ao Conselho Nacional Execu
tivo verificar todas as contas e colaborou, tal como já tinha sucedido no ano passado, com grande eficiência e responsa bilidade, na elaboração das contas agora apresentada.s.
A Consultadoria Jurídica da Ordem dos Médicos conti nua a ter um trabalho semelhante àquele que já se obser vava no ano passado. A colaboração vai tornar-se mais fácil com a mudança para a nova Sede onde os Juristas terão instalações próprias.
A habitual comparticipação recebida pela Ordem dos Médicos pelo Seguro de grupo e Complemento de Reforma sofreu uma baixa muito considerável na soma recebida em Janeiro de 1989, da Companhia de Seguros UAP. As razões dessa baixa relacionam-se com seguros pagos a famí lias de Colegas falecidos e subsídios por doença no ano de
1988. O Conselho Nacional Executivo passou a ter algumas dificuldades de Tesouraria temporárias que foram compen sadas progressivamente. No Plenário dos Conselhos Regio nais foi decidido que se aumentaria a percentagem atri buída ao Conselho Nacional Executivo pelos Conselhos Regionais de 25 OJo para 300Jo até ao fim do ano de 1989. Essa percentagem voltará a ser 250Jo a partir de Janeiro de 1990 mas terá de se reexaminar a situação financeira do
onselho Nacional Executivo ao qual cabem as enormes spesas feitas com viagens quer dentro do País quer no estrangeiro. As verbas de cerca de 20 mil contos anuais que se observavam há poucos anos estão agora gravemente aumentadas. Por outro lado, os exames e as deslocações dos Júris envolvem despesas que não podem sofrer redu ções. Da mesma forma, as deslocações ao estrangeiro dos representantes da Ordem dos Médicos, desde o Conselho Nacional Executivo até às Secções Monoespecializadas das várias especialidades, não podem ser reduzidas numa altura em que a Ordem dos Médicos de Portugal é confrontada com responsabilidades cada vez maiores. A este assunto será feita referência no último capítulo deste Relatório.
O número de inscrições de médicos na nossa Ordem tem vindo a aumentar, conforme se indica a seguir.
- 1987 - 1988
- 1989
3 . FUNDO DE SOLIDARIEDADE DA ORDEM DOS MÉDICOS
26.664 27 .285 27 .859
Tem sido sem dúvida um peso, não só no trabalho, mas também nas finanças do Conselho Nacional Executivo, ao
qual cabe a responsabilidade da Administração do Fundo de Solidariedade da Ordem dos Médicos que «absorveu» a Caixa de Previdência dos Médicos Portugueses. Mesmo com este aumento de despesas correntes, a aceitação de transferir a Caixa para o Fundo de Solidariedade da Ordem dos Médicos saldou-se por um enorme beneficio. Efectiva mente os três prédios que pertenciam à Caixa fazem agora parte do património do Fundo de Solidariedade da Ordem dos Médicos e poderão ter uma rentabilidade muito maior. É disso que se está a tratar solicitando opiniões a Firmas especializadas. Há várias alternativas que ainda é um pouco precoce estar a detalhar.
4. RELAÇÕES COM O GOVERNO E COM OUTRAS INSTITUIÇÕES REPRESENTATIVAS DOS MÉDICOS
As vicissitudes dependentes do comportamento por parte do Ministério da Saúde tiveram os efeitos, aliás esperados, sobre os doentes e sobre a Saúde em geral. A atitude serena e firme do Conselho Nacional Executivo passou também por fases diversas especialmente no que se refere à opinião pública e também à opinião dos Médicos. Por vezes parecia que as críticas não entendiam a metodologia utilizada mas, outras vezes, o apoio era perfeitamente evidente. No decor rer do ano esse apoio passou a ser bastante mais forte tanto por parte do público como da profissão médica. Essa ati tude firme do Conselho Nacional Executivo contrastou com a queda lenta, mas progressiva, da credibilidade do Ministério. Não parece necessário, em Relatório de Activi dades apresentado pelo Conselho Nacional Executivo ao Plenário dos Conselhos Regionais, expor detalhadamente a evolução dos factos. É no entanto útil realçar uma ou outra referência. Neste Relatório serão resumidos todos os Comunicados do Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos e, através da sua leitura, poderão confirmar-se muitos dos aspectos focados neste capítulo de «Relações com o Governo».
Logo no início do ano, em Janeiro, viu-se o Conselho Nacional Executivo obrigado a participar à responsável pelo Ministério da Saúde que interrompia o diálogo ini ciado em 30.05.88 e que prosseguira mensalmente. De facto, a aparente cordialidade das reuniões escondia uma total incompreensão dos problemas e um propósito con creto, através de tentativas em campos diversos, de destruir a Ordem dos Médicos.
Esta é, aliás uma política pouco original já tentada nou tros países da Europa Comunitária onde tem sido ineficaz e
também falhará em Portugal como parece demonstrar o decorrer da segunda metade do ano de 1989. Será de salien tar que a interrupção do diálogo não quis significar corte de relações. Essa atitude teria sido ridícula e inapropriada em relação às obrigações decorrentes no Estatuto da Ordem, Decreto-Lei de 5 de Julho de 1977. O diálogo, foi suspenso dada a impossibilidade de ser discutido um texto apresen tado pelo Ministério ao Conselho Nacional Executivo e que se destivava a regulamentar, sob a forma de Decreto-Lei, a titulação das Especialidades. Esse texto era tal que dis cuti-lo seria admitir que algumas alterações o pudessem tor nar aceitável. O significado fundamental desse Projecto de Decreto-Lei era equivalente a terminar as mais importantes funções da Ordem dos Médicos e reduzir a nossa Institui ção a funções pouco mais do que platónicas. Foi, no entanto, explicado à responsável pelo Ministério da Saúde que, uma vez o texto refeito, se poderia reatar o diálogo que, até então, tinha sido completamente ineficaz.
No entanto, a alternativa encontrada pelo Ministério da Saúde foi «dispensam a Ordem dos Médicos de qualquer colaboração e iniciar um relacionamento regular com as Organizações Médicas Sindicais. Os Sindicatos tinham começado a ser recebidos no Ministério da Saúde por insis tência do Conselho Nacional Executivo logo que iniciou o diálogo em meados de 1988. Durante o ano de 1989 passa ram a ter uma acção importante e regular na discussão e redacção final do Decreto-Lei das Carreiras Médicas. Não parece necessário, neste relatório, apresentar críticas ou fazer referências que possam ser interpretadas como um sinal de divisão entre médicos. Neste caso entre a Ordem dos Médicos e os Sindicatos. Esta divisão não interessa a ninguém. Será saudável que haja uma colaboração entre todas as Instituições responsáveis. Será no entanto necessá rio relembrar que as negociações com os Sindicatos conti nuaram até que foi aprovado o texto do Decreto já refe rido. Segundo nos afirmou Sua Excelência o Primeiro Ministro era indispensável que os Sindicatos assinassem uma determinada acta final. E assim o fizeram. E, por isso, o Decreto-Lei pôde ser apresentado em Conselho de Minis tros. E foi aprovado sem alterações.
A Ordem dos Médicos é a Instituição que abrange todos os Colegas e os defende. Tem força suficiente para conti nuar o seu trabalho da maneira serena e correcta como o tem desenvolvido. Mesmo com dureza que possa ter de uti lizar no seu relacionamento com o Governo.
Não ficou o Conselho Nacional Executivo indiferente a algumas mudanças que houve na equipa que liderou o Ministério da Saúde até ao fim de 1989. Foram especial mente a nível das Secretarias de Estado. A mais importante alteração, que não poderemos deixar de mencionar, é a que diz respeito à substituição do Secretário de Estado da Administração de Saúde. O dossier enviado em 25.02.88 à Procuradoria Geral da República, baseado uma queixa apresentada à Ordem dos Médicos por um Colega, foi o
«Primum movens» de todo um processo que culminou na substituição daquele membro do Governo.
Será bom terminar com uma palavra de esperança baseada em dois. factores.
1. A melhoria das instalações do Conselho Nacional Exe cutivo e do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos permitirão um rendimento mais favorável e o melhor desempenho de funções como os médicos espe ram da Ordem.
2. Será possível esperar o melhor relacionamento entre os médicos e o Governo mas não é admissível que se aceite a continuação da política destrutiva até agora obser vada. Continuaremos a lutar por todos os ideais que se criam em volta da Ordem dos Médicos, em relação aos doentes e às Instituições assim como aos Profissionais da Medicina. O mesmo é dizer que lutaremos pelo pro gresso da Saúde em Portugal preparando-nos para o grande desafio que se avizinha com o Acto Único Euro peu.
5. O CONSELHO NACIONAL EXECUTIVO TEVE A.
SEGUINTES REUNIÕES: • - 09 de Janeiro - Coimbra - 19 de Janeiro - Lisboa - 11 e 12 de Fevereiro - Porto - 11 de Março - Lisboa - 22 de Abril - Porto - 12 de Maio - Porto - 02 de Junho - Lisboa - 05 de Julho - Coimbra - 24 de Julho - Lisboa - 18 de Setembro - Porto - 09 de Outubro - Lisboa - 26 de Outubro - Lisboa - 30 de Outubro - Porto - 16 de Novembro - Lisboa - 26 de Novembro - Lisboa - 20 de Dezembro - Coimbra
O Conselho Nacional Executivo continua a manter rela cionamento com os Conselhos Directivos dos Colégios das Especialidades, actividade que se julga primordial. Pretende-se tornar essas reuniões mais frequentes para que haja uma verdadeira contribuição para as actividades Conselho Nacional Executivo por parte dos Colégios da Especialidades. As reuniões em 1989 foram duas: em 11 de Janeiro de 1989 e 11 de Novembro de 1989.
O Plenário dos Conselhos Regionais realizou-se em 13 de Maio, no Porto.
Teve quorum suficiente para as deliberações serem vincu lativas. Continua, no entanto, a ser necessário fazer um apelo a todos os Delegados ao Plenário para que cumpram a responsabilidade que assumiram de representar a Ordem no Plenário dos Conselhos Regionais. O que foi escrito no Relatório do ano passado pode aplicar-se este ano.
O Conselho Nacional Executivo organizou o VII Con gresso Nacional de Medicina, Congresso da Ordem dos Médicos, na Fundação Calouste Gulbenkian, de 19 a 22 de Novembro de 1989. Pode considerar-se que esse Congresso foi um enorme sucesso. A assistência foi numerosa, mas poderia e deveria ter sido maior visto que o Congresso teve um interesse muito especial adaptando-se, aliás, à crise da saúde no momento actual, quer no nosso País quer na Europa Comunitária. No entanto é necessário realçar que as sessões principais que se realizaram no Auditório 2 da Fundação Gulbenkian tiveram sempre uma grande assistên cia, o que mereceu aos nossos convidados estrangeiros ras gados elogios.
Porque julgamos ser importante recordar copia-se a seguir, de maneira sintética, o programa desse grande Con gresso.
19 DE NOVEMBRO -DOMINGO
18.00 h - SESSÃO DE ABERTURA Presidida por Sua Excelência O Presidente da República
- INAUGURAÇÃO DE EXPOSIÇÕES - História da Medicina
- Arte Médica
- Livros Médicos Históricos
20 DE NOVEMBRO -SEGUNDA-FEIRA Manhã - MESA REDONDA
Tema: A MEDICINA DOS DESCOBRIMENTOS Presidentes da Sessão: -Francisco Guerra
e
J. Caria Mendes
Moderador: -J. Germano de Sousa
Secretário: -J. C. Fernandes Rodrigues 09.00 h -Medicina e Descobrimentos
Alfredo Rasteiro 09.20 h -Garcia da Orta
Amélia Ricon Ferraz e
Maria Olívia Ruben de Meneses 09.40 h -Amatus Lusitano
Luís Garcia e Silva
10.00 h -A Medicina em Fernão Mendes Pinto
L. N. Ferraz de Oliveira e
José Luís Dória
10.20 h -A «Etiópia Oriental» e a Medicina Romero Bandeira
10.40 h - Café
11.00 h -Índia, Portugal e a Medicina dos Descobrimentos
Luís Aires de Sousa
11.20 h - O Hospital de Todos-os-Santos Anastácia Salgado
11 .40 h -A Medicina dos Descobrimentos, o Brasil e a América do Sul
Francisco Guerra
12.00h - A Cirurgia dos Descobrimentos
Carlos Vieira Reis
12.20 h - Os Descobrimentos e o Tabagismo Luís Cayolla da Mota
12.40 h -A Medicina dos Bárbaros do Sul
J. Germano de Sousa Tarde - MESA REDONDA
Tema: OS DESCOBRIMENTOS DA MEDICINA Presidentes da Sessão: -Conrad Kufka
Moderador: -e C. Costa Salema F. Veiga Fernandes
Secretário: - Maria do Rosário Lameiras 15.00 h -Relações entre as Ciências Básicas e a Medicina:
Implicações Institucionais, Profissionais e Pedagógicas
Hugo Gil Ferreira
15.20 h -A Física nos Novos Horizontes da Medicina:
Magnetoencef alogràfia
E. Ducla Soares
15.40 h - O impacto da Tecnologia de informação no ambiente clássico: Perspeciiva de curto e médio prazo em Portugal e no Espaço Europeu
Pedro Guedes de Oliveira e
José M. Nunes Leitão 16.00 h - Café
16.30 h - Clinical Magnetic Ressonance Spectroscopy Conrad Kufka
17.00 h - PET (Positronic Emission Tomography) Diagnosis
Ralph MacRead
17.30 h - Clinical Implications of the Spatial Medicine
Frank M. Sulzman 18.00 h - Encerramento
21 DE NOVEMBRO
Manhã - MESAS REDONDAS Tema: INTEGRAÇÃO EUROPEIA Presidentes da Sessão: - A. Berger Moderador: Secretariado: e A. Pinto de Andrade - C. Santana Maia -Alfredo Loureiro
09.30 h - Organizações Médicas no âmbito da Comunidade Europeia
Alberto Berguer
09.45 h -Implicações Legais na Medicina da Integração Europeia
H. Anrys
10.00 h - Emprego Médico em Instituições Públicas antes de 93
Alexandre Mebazaa
10.15 h -Integração Europeia e Sistema Jurídico Português
José Manuel Durão
10.30 h -Discussão 11.00 h - Café
Tema: CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DAS ORDENS
SINDICALISMO - CLÍNICA GERAL
Presidentes da Sessão: - Louis René e
Alfredo Loureiro Moderador: -A. Pinto de Almeida Secretário: -José Cabeças
11.30 h -Conferência Internacional das Ordens Louis René
11.50 h -Missions et responsabilités du Syndicalisme Medical dans l'organisation des Soins de Santé
J. Beaupére
12.10 h - O Papel dos Clínicos Gerais na Política de Saúde
Alan Rowe
- Comentadores: M. Jácome Ramos A. Silva Leal
Tarde: - MESAS REDONDAS Tema: POLÍTICA DE SAÚDE
SISTEMAS DE SAÚDE E INDEPENDÊNCIA PROFISSIONAL
Presidente da Sessão: -C. Alves Pereira Moderador: -F. Costa e Sousa Secretário: -A. Caldeira Fradique
15.00 h -Panorama dos Sistemas de Saúde Europeus André Wynen
15.15 h -Independência Profissional
F. Costa e Sousa
15.30 h -Discussão
16.00 h - Café
Tema: ÉTICA MÉDICA
Presidentes da Sessão: -A. Wynen e Alberto Queiroz
Moderador: - Walter Osswald
Secretária: - Fernanda Stanislau
16.30 h -Persistência dos Valores Éticos da Medicina
André Wynen
16.45 h -A Ética e os Valores. Que Futuro?
Daniel Serrão 17.00 h - Discussão 17.15 h - Café 22 DE NOVEMBRO -QUARTA-FEIRA Manhã: - CONCLUSÕES - ENCERRAMENTO
Recebemos várias cartas de congratulação pelo nosso Congresso.
Cartas de todos os estrangeiros com grandes elogios pelo trabalho que a Ordem tinha desenvolvido e cartas também, de alguns médicos portugueses que se sentiram orgulhosos da sua Ordem. Deverá realçar-se que, no Congresso, foi organizada uma magnífica exposição que abrangia quer quadros pintados por médicos portugueses, como escultu ras de médicos portugueses, um sector importante da Medi cina nos Descobrimentos, e outras salas de exposição que se podem resumir da maneira seguinte:
1. Uma sala era dedicada a edições de livros médicos de autores clássicos desde Avicena a Hipócrates e outros dos Séculos XVI e XVII. A jóia da exposição era a pri meira edição dos «Colóquios» de Garcia de Orta. Esta notável exposição foi possível devido à cedência pela 12
Biblioteca da Faculdade de Medicina do Porto dos livros existentes na Secção de Reservados. A primeira edição dos «Colóquios» foi cedida pela Biblioteca Nacional. A exposição e o catálogo foram da responsabilidade da Exma. Senhora Doutora D. Manuela Silva Leal.
2. Uma sala tinha uma mostra muito completa dos núcleos principais do Museu Maximiano de Lemos. A exposição e catálogo foram da responsabilidade da Exma. Senhora Doutora D. Amélia Ricon Ferraz. Nessa mesma sala havia um recanto dedicado a Sousa Martins com ele mentos cedidos pelos Hospitais Civis de Lisboa e a cargo do Dr. João Carlos Rodrigues.
3. Noutra sala encontrava-se a exposição de obras de ensaio, ficção e poesia, representativas de todos os escri tores médicos dos séculos XIX e XX. O catálogo elabo rado pelo Dr. Carlos Vieira Reis passa a ser uma obra de consulta obrigatória para quem se interesse por esta temática.
4. Numa outra sala situava-se uma exposição designada por Medicina Histórica. Continha instrumentos'médicos dos séculos XVIII, XIX e XX. O conteúdo desta exposi ção, o catálogo e a organização foi da responsabilidad do proprietário de todos os objectos, Dr. Hermes Cas tanhas.
5. No hall que unia as várias salas encontrava-se uma expo sição dedicada ao Hospital de Todos-os-Santos com peças cedidas pelo Museu da Cidade.
Enviados pela Ordem dos Médicos da Região de OITA, podiam ver-se grandes painéis fotográficos que invocam a chegada ao Japão do médico português Luís de Almeida no século XVI, bem como o Hospital por ele fundado cuja memória ainda está presente no povo Japonês.
A entrada da exposição encontrava-se simbolicamente assinalada por um estandarte da Ordem dos Médicos, por uma faiança da Fábrica do Rato, do século XIX, represen tando Esculápio, assim como um painel de azulejos origi nários do Hospital de Todos-os-Santos.
Deve ser realçado o facto de Sua Excelência o Presidente da República ter presidido à Sessão inaugural do nosso Congresso. Fez um discurso que não será esquecido por todos os que tiveram a boa sorte de estar presentes. Sua Excelência uma vez mais demonstrou a solidariedade que tem mantido sempre em relação aos médicos portugueses. O Conselho Nacional Executivo deseja realçar a boa von tade, colaboração dedicada e interesse pela nossa institui ção de todo o pessoal que nele trabalha. Por isso se propõe um voto de louvor a todos os colaboradores que constituem o pessoal do Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos. Deseja também alargar esse voto de louvor a todo o pessoa:! que trabalha nos Conselhos Regionais.
6. REVISTA DA ORDEM DOS MÉDICOS
A partir do mês de Maio tem sido possível obter uma regularidade satisfatória na Revista, que tem saído mensal mente e despertado interesse aos médicos. Uma sondagem de opinião referiu que a Revista da Ordem dos Médicos era a mais lida no nosso País.
Apesar da melhoria da Revista foi decidido continuar a trabalhar no sentido de a «entregar» a uma firma especiali zada para que esta se encarregasse da publicação sem qual quer despesa para a Ordem, possivelmente com algum lucro, mas com o total controlo por parte do nosso Con selho Redactorial e restantes colaboradores.
Espera-se também que, após as Eleições, se possa estabe lecer um contacto mais directo entre os Redactores da Revista para que se obtenha uma real descentralização.
7. ACTA MÉDICA PORTUGUESA
A partir do Plenário dos Conselhos Regionais de 13 de Maio de 1989 a Revista «Acta Médica Portuguesa» deixou de ser editada pelo Conselho Regional do Sul e passou a ser uma Revista Científica do Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos.
Após as Eleições terão de se reorganizar os Conselhos Editorial e Redactorial. visto que a Acta Médica Portuguesa passou a ser uma publicação Científica de toda a Ordem e não só da Secção Regional do Sul.
8. RESUMO DE COMUNICADOS
09.01.1989 - O Conselho Nacional Executivo faz uma análise das conversações havidas com o Ministério da Saúde e constata «que se man tém no essencial uma situação cada vez mais preocupante por os problemas da Saúde e da Classe Médica continuarem sem resposta satisfatória por parte do Ministério» e mani festa a «sua forte apreensão quanto ao
·futuro relacionamento com o Ministério da Saúde».
20.01.1989 - O Conselho Nacional Executivo recorda ter iniciado em 30 de Maio, «com a maior boa vontade e boa fé, e por solicitação da Senhora Ministra da Saúde, entrevistas regu lares para discussão dos problemas do sectorn, mas que apesar dessa abertura as posições por si defendidas «foram sistemati camente ignoradas e antagonizadas quer nos textos legais já publicados, quer nos projec tos de diplomas emanados do Ministério da Saúde» e que «prossegue o ataque sistemá tico à dignidade dos médicos e à independên cia no exercício da sua. profissão a ·que os
. doentes têm direito».
Por isso, o Conselho Nacional Executivo considera «que não há neste momento con dições para prosseguir um diálogo que assim não tem qualquer sentido útil e que poderia até ser entendido como uma cobertura a uma poHtica ministerial contra a Classe Médica e a população doente».
20.01.1989 - No mesmo dia em que dá conta da inexistên cia de condições para prosseguir o diálogo com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional Executivo é «informado da decisão conjunta de todos os Sindicatos Médicos de promover uma greve simultânea e conver gente com início no próximo mês». E em comunicado considera que «as permanentes agressões de que tem sido alvo a Classe Médica e a degradação das condições, quer materiais, quer psicológicas do exercício da profissão justificam amplainente tal atitude».
14
O Conselho Nacional Executivo chama a atenção para, além «dos aspectos pontuais que os Sindicatos apontam como seu objec tivo imediato, importa prnceder a uma estruturação completa do Sistema de Saúde». O Comunicado chama também à atenção «para a necessidade de acautelar os aspectos éticos desta acção e a defesa dos direitos do doente».
11.02.1989 - O Conselho Nacional Executivo responde às afirmações oficiais de que o «Sistema público de assistência funciona precaria mente, mercê de negligência dos médicos» e diz que, «pelo contrário, o que ainda o man tém operacional é a boa vontade e espírito de colaboração da Classe».
Tendo também em conta os «sucessivos inquéritos e perseguições repetidas à actua ção profissional que certamente exacerbação com a situação actual», o Conselho Nacio nal Executivo aconselha a Classe Médica «a não transgredir com as insuficiências do Sis tema, devendo persistir na exigência de que as populações tenham acesso às melhores condições de assistência» e pede a todos os médicos «que pautem a sua actuação de acordo com o seu Código Deontológico».
11.02.1989 - O Conselho Nacional Executivo dá conta do pedido de audiência ao Senhor Primeiro Ministro para lhe expor «os motivos que levaram o Conselho Nacional Executivo cessar esse diálogo, até porque ele tinha sid promovido por Sua Excelência». E esclarece que «a forma útil de se garantir que essa audiência fosse proveitosa seria, no nosso entender, que ela se desenrolasse sem a pre sença da Senhora Ministra». O texto explica também tratar-se de um pedido, mas obvia mente «sem qualquer exigência».
Apesar da resposta, o Conselho Nacional Executivo reafirmou a sua disponibilidade perante o Primeiro Ministro.
09.03.1989 - Os comentários do Conselho Nacional Exe cutivo face à nota oficiosa proveniente do Gabinete do Senhor Primeiro Ministro. Esclarece-se que «quaisquer interpretações menos correctas que eventualmente tenham surgido nos Órgãos de Comunicação Social não são da sua responsabilidade, uma vez que se limitou a relatar circunstancialmente os factos».
20.03.1989 - Comunicado do Conselho Nacional Execu tivo sobre um inquérito no Hospital Santa Maria «a alegadas infracções qu teriam sido praticadas no serviço de Cirurgia Cárdio Torácica, cujo Director é o Prof. Machado Macedo, com origem na queixa de um interno do mesmo serviço». Depois de realçar os objectivos óbvios do inquérito e atendendo ao conteúdo e «sobretudo das intenções de tais notícias caluniosas», o comunicado afirma que «não podem os Conselhos Regionais da Ordem dos Médicos ficar calados, manifestando veementemente o seu repúdio por tão graves insinuações à figura do Prof. Machado Macedo».
08.06.1989 - A Ordem dos Médicos considera justificadas as acções de paralização previstas e está «convicta de que todos os seus membros res peitarão os princípios éticos do exercício da profissão».
24.07.1989 - O Conselho Nacional Executivo, a Federa ção Nacional dos. Médicos e o Sindicato Independente dos Médicos, reunidos no dia 24 de Julho de 1989, tornam público o seu
desacordo na generalidade com o projecto de revisão do regime legal das Carreiras Médicas, dadas as disposições extremamente gravosas para o exercício da profissão médica que contém e comprometem-se a envidar em conjunto todas as medidas ao seu alcance para que não venha a ser apro vado.
18.09.1989 - Perante as notícias públicas nos OCS sobre a elaboração pelo Governo de um projecto de Lei de Bases do Serviço Nacional de Saúde a ser presente à Assembleié:l da República, o Conselho Nacionar Executivo manifesta ao Primeiro Ministro <<a sua-mais . profunda preocupação quanto às consequêncías nefas tas que, na sua opinião, tal projecto. de diploma poderia acarretar, quer para a Classe Médica quer (e sobretudo) para a assistêncía à população portuguesa» e soli-·
cita «conforme seria natural e até a legisla ção prevê, o fornecimento do texto autên tico».
16.1 L 1989 - O Conselho Nacional Executivo analisa o anteprojecto de Decreto-Lei sobre Carreiras Médicas enviado no dia 10.11.89 pelo Minis tério da Saúde e entende que «a presente ver
·são inantendo os mesmos aspectos negati vos, adiciona-lhe outros de extrema gravi dade». O comunkado realça «as incompati bilidades expressas no art.º 10.º» e «para que se não possa afirmar, conforme é feito falsamente no número 10 do preâmbulo que o documento é o resultado de um diálogo concertado com a Ordem dos Médicos, que� remos declarar corri o maior vigor e para que não restem dúvidas que este Conselho rejeita totalmente qualquer concordância com o seu espírito e forma».
16.11.1989 - Perante a gravidade da situação criada pela existência do anteprojecto de Decreto-Lei sobre Carreiras Médicas e as consequências que terá, decide dedicar a sessão final do VII Congresso Nacional de Medicina à análise do assunto e cancelar o programa social naqueles actos em que tal ainda seja possí vel.
26.11.1989 - O Conselho Nacional Executivo reuniu de emergência com as Organizações Sindicais dos Médicos - SIM e FENAME. Analisada a situação, as estruturas verificaram que se justificam plenamente as medidas anuncia das, nomeadamente as greves médicas.
30.11.1989 - O Conselho Nacional Executivo diz em comunicado compreender «as razões de natureza negocial que levaram os Sindicatos a suspender e adiar a greve médica marcada para o dia 4 de Dezembro» e «reitera o seu total desacordo com o Projecto de Decreto -Lei».
20.12.1989 - O Conselho Nacional Executivo apreciou a situação relativa ao Projecto do Decreto-Lei sobre Carreiras Médicas e chegou às seguin tes conclusões:
16
«O Conselho Nacional Executivo não pode, em termos éticos, aceitar qualquer diploma
que viole a liberdade do exercício profissio nal ou consagre tratamento diferente e dis criminatório para qualquer grupo de médi cos;
A Classe Médica não pode dar o seu acordo a qualquer texto que, conforme a Lei e até o simples bom senso impõem, não tenha tio a audição e anuência de princípio da Ordem dos Médicos, muito embora possa ter sido subscrito parcelarmente e na área da sua competência para outras instituições;
O Conselho Nacional Executivo manifesta a sua disponibilidade para tentar encontrar com as entidades oficiais uma plataforma de acordo sobre a matéria, no contexto duma discussão global sobre política de saúde». 9. REPRESENTAÇÃO EM REUNIÕES
INTERNACIONAIS E NACIONAIS - ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL
- COMISSÃO .PERMANENTE DOS MÉDICOS DA CEE
Continuou a Ordem dos Médicos a fàzér�se representar em todas as Instituições supra-nacionais de que é membro, tanto a nível de representação geral como no que concerne às Secções Monoespecializadas.
Na reunião da Comissão Permanente dos Médicos da CEE de Madrid de 23 a 25 de Fevereiro ae 1989, -foi é:lpro vada uma Moção de apoio aos Médicos Portugueses com o seguinte texto:
MOÇÃO
A Comissão dos Grupos de Trabalho do Comité Perma nente dos Médicos da CEE, reunida em Madrid, no dia 24 de Fevereiro de 1989, teve conhecimento da situação de conflito por que passam os médicos portugueses para man terem a independência da sua profissão, um dos direitos mais importantes dos doentes, assim como para obter uma melhor organização do Sistema de Saúde em Portugal, por unanimidade decidiu:
Expressar a sua solidariedade com os Médicos Portugue ses e com o Presidente da Ordem dos Médicos, Professor
· Machado Macedo.
As representações várias foram as seguintes: ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL - A.M.M. • 41th Assembleia Médica
Hong Kong - 24 a 28 de Setembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo Dr. Fernando Costa e Sousa
ACADEMIA EUROPEIA DE FORMAÇÃO MÉDICA -A.E.F.M.
• 7. º Congresso
Bad-Nauheim - 20 e 21 de Outubro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
ASSOCIAÇÃO EUROPEIA DOS MÉDICOS HOSPITALARES - A.E.M.H.
• Estoril -5 a 7 de Setembro de 1989 Dr. J. Germano de Sousa
COMITÉ PERMANENTE DOS MÉDICOS DA C.E.E. - CP/CEE
• Comissões Consultivas
Madrid - 23 a 25 de Fevereiro de 1989
Dr. F. Costa e Sousa Dr. C. Santana Maia Dr. C. Moniz Dr. C. Vilar Queiroz Dr. J. M. Durão • Comissões Consultivas Madrid - 23 a 25 de Fevereiro de 1989 Dr. P. Almeida Dr. Alfredo Loureiro • Chefes de Delegação Madrid - 26 e 27 de Maio de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo Dr. F. Costa e Sousa
Dr. C. Santana Maia • Comissões Consultivas
Madrid - 14 a 16 de Setembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo Dr. F. Costa e Sousa Dr. J. M. Durão Dr. C. Salgueiro Dr. C. Moniz Dr. C. Santana Maia • Assembleia Geral Madrid - 24 e 25 de Novembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo Dr. F. Costa e Sousa
Dr. Manuel A. Silva
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DAS ORDENS -C.1.O.
• Paris - 15 de Fevereiro de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo Dr. F. Costa e Sousa
• Paris - 19 de Julho de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo Dr. F. Costa e Sousa
• Paris - 16 de Outubro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo Dr. F. Costa e Sousa
UNIÃO EUROPEIA DOS MÉDICOS DE CLÍNICA GERAL- U.E.M.O. • Franckfurt - 14 de Janeiro de 1989 Dr. A. Pinto de Almeida • Franckfurt - 9 de Setembro de 1989 Dr. A. Pinto de Almeida • Florença - 7 e 8 de Abril de 1989 Dr. A. Pinto de Almeida Dr. J. Cabeças Dr. J. Jordão Dr. J. Ramos • Munique - 27 e 28 de Outubro de 1989 Dr. A. Pinto de Almeida Dr. J. Cabeças Dr. J. Jordão Dr. J. Ramos
FEDERAÇÃO EUROPEIA DOS MÉDICOS ASSALARIADOS - F.E.M.S. • Viena - 27 e 28 de Janeiro de 1989 Dr. A. Pinto Soares Dr. A. Fradique • Bruxelas - 7 e 8 de Outubro de 1989 Dr. A. Pinto Soares Dr. A. Fradique
GRUPO DE TRABALHO AD-HOC PARA O ESTUDO DO DESEMPREGO MÉDICO
• Paris - 1 de Setembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo GRUPO DE TRABALHO - GRÉCIA PORTUGAL - ESPANHA - G.I.P.E. • Porto - 17 de Setembro de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
ITÁLIA
GRUPO DE TRABALHO PERMANENTE DOS JOVENS MÉDICOS HOSPITALARES - P.W.G. • Utrecht - 14 e 15 de Abril de 1989 Dr. C. Salgueiro Dr. Rui Portugal • Madrid - 20 e 21 de Outubro de 1989 Dr. C. Salgueiro Dr. Rui Portugal
UNIÃO EUROPEIA DE MÉDICOS ESPECIALISTAS -U.E.M.S.
• Bureau Elargi
Bruxelas - 4 de Março de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Conselho Directivo
Bruxelas - 27 e 28 de Abril de 1989 Prof. A. Silva Leal
• Bureau Elargi e Comissão de Harmonização Bruxelas - 28 e 29 de Julho de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Assembleia Plenária
Amesterdão - 13 e 14 de Outubro de 1989 Prof. Manuel E. Machado Macedo
• Secção Monoespecializada de Anatomia Patológica Amesterdão - 1 de Julho de 1989
Dr.ª Maria Luísa C. Moura
• Secção Monoespecializada de Anestesiologia Paris - 11 de Fevereiro de 1989
Dr. Manuel Silva Araújo
• Secção Monoespecializada de Anestesiologia Bona - 2 de Setembro de 1989
Dr. Manuel Silva Araújo
• Secção Monoespecializada de Biologia (Patologia Clínica)
Bruxelas - 30 de Setembro de 1989 Dr. M. Pina de Carvalho
• Secção Monoespecializada de Cardiologia Nyon - 20 de Fevereiro de 1989
Prof. João R. G. Ferreira
• Secção Monoespecializada de Cardiologia Nice - 9 a 14 de Setembro de 1989
Prof. João R. G. Ferreira
• Secção Monoespecializada de Cirurgia Plástica Bruxelas - 5 de Maio de 1989
Dr. Flávio Guimarães Dr. Jorge Trigo
• Secção Monoespecializada de Cirurgia Pediátrica Nottingham - 18 de Julho de 1989
Dr. J. Moreira da Silva
• Secção Monoespecializada de Dermatologia Florença - 18 de Março de 1989
Prof. A. Cabral Ascensão
Estrasburgo - 14 de Outubro de 1989 Prof. A. Galvão-Teles
• Secção Monoespecializada de Estomatologia Bruxelas - 3 de Março de 1989
Dr. A. Faria Gomes
Dr. A. Tavares Nunes
• Secção Monoespecializada de Ginecologia/Obstetrícia Atenas - 26 a 30 de Abril de 1989
Dr. Jorge Fagulha
• Secção Monoespecializada de Medicina Física e Reabilitação
Madrid - 16 e 17 de Novembro de 1989 Dr.ª Maria Adelaide Vasconcelos
• Secção Monoespecializada de Oftalmologia Anvers - 12 e 13 de Maio de 1989
Prof. Cunha Vaz Dr. P. Abrantes
• Secção Monoespecializada de Pediatria Barcelona - 4 a 7 de Maio de 1989 Prof.ª Maria de Lourdes Levy Prof. Dr. Norberto T. Santos
• Secção Monoespecializada de Radiologia Paris - 5 de Julho de 1989
Dr. C. Paiva Raposo
• Secção Monoespecializada de Urologia Eindhoven - 26 a 28 de Maio de 1989 Prof. A. Matos Ferreira
92. º CONGRESSO MÉDICO ALEMÃO • Berlim - 2 a 5 de Maio de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
GRUPO DE TRABALHO EUROPA CONTRA O CANCRO • Bruxelas - 28 de Fevereiro de 1989 Dr. P. Almeida Dr. J. Jordão • Bruxelas - 20 de Junho de 1989 Dr. A. Pinto de Almeida Dr. J. Jordão Dr. J. Cabeças Dr. J. Ramos • Bruxelas - 26 de Setembro de 1989 Dr. A. Pinto de Almeida
COMITÉ CONSULTIVO DOS MÉDICOS DENTISTAS • Bruxelas - 6 e 7 de Junho de 1989
Dr. M. Clarimundo Emílio REUNIÕES NACIONAIS
REPRESENTANTES DA ORDEM DOS MÉDICOS
• IV Jornadas de Cardiologia e Hipertensão
Sesimbra - Hotel do Mar - 11 e 14 de Janeiro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Conferências sobre exigências em Higiene e Segurança no Trabalho / CEE
Auditório da Universidade de Coimbra - 9 de Março de 1989
Dr. C. Santana Maia
•VIII Congresso Português do Clínico Geral Lisboa - Penta Hotel - 9 a 11 de Março de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• VI Encontro Nacional da Clínica Geral
Hotel Montechoro - Algarve - 16 a 18 de Março de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa
Seminário «Ética em Saúde»
Aula Magna da Faculdade de Medicina de Lisboa - 7 a 8 de Abril de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• II Jornadas «Novos Horizontes para a Saúde Pública» Reitoria da Universidade de Coimbra - 13 e 14 de Abril
de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• II Encontro Nacional de Investigação em Saúde Anfiteatro III da Faculdade de Ciências Médicas - 13 e
14 de Abril de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo • Reunião «Medicamentos Genéricos»
Vimeiro - 14 a 16 de Abril de 1989 Dr. F. Costa e Sousa
• Instituto de Clínica Geral da Zona Sul
Sessão de Entrega de Prémios de Investigação em Clínica Geral
Fundação Calouste Gulbenkian - 17 de Abril de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Ordem dos Advogados
Conferência dos Drs. Roque Lino e José Manuel Durão Sede da Ordem dos Advogados - 20 de Abril de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• II Congresso Nacional de Pediatria
Exponor - Matosinhos - 18 de Abril de 1989 Prof. Rocha Gonçalves
• Jantar e Palestra no Lions Clube Sta. Joana da Princesa Aveiro - 21 de Abril de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• I Colóquio Europeu de Direito do Medicamento Coimbra - Abril de 1989
Dr. C. Santana Maia
• Almoço do Congresso dos Advogados Portugueses Lisboa - 7 de Maio de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Jantar de Homenagem ao Dr. Carlos Macedo
Churrasqueira do Campo Grande - 10 de Maio de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• VIII Reunião Anual da Sociedade Europeia de Anestesia Regional
Hotel Altis - Lisboa - 17 de Maio de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo • I Congresso Luso-Espanhol de Pneumologia
Aula Magna da Reitoria - 22 a 24 de Maio de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Jornadas Nacionais de Cirurgia na Urgência Lisboa - 2 e 3 de Junho de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
•XXIX Congresso da Soiedade Espanhola de Cirurgia Pediátrica
Palácio dos Congressos - SOPETE - Póvoa de Varzim 14 de Junho - Representante da Secção Regional do
Norte
• VI Congresso Português de Reumatologia
Hotel Sheraton - Porto - 21 de Junho de 1989 Representante da Secção Regional do Norte
• Tomada de Posse dos Corpos Gerentes do Sindicato Médico da Zona Sul
•
•
Sede de Lisboa - 30 de Junho de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Exposição Bibliográfica Documental
Ordem dos Farmacêuticos - Lisboa - 30 de Junho de 1989
Dr. F. Costa e Sousa
• Almoço no Hospital da Marinha Lisboa - 13 de Julho de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Simpósio Internacional de Microcirurgia
Hospitais da Universidade de Coimbra - 28 a 30 de Setembro de 1989
Dr. C. Santanà Maia
• Jornadas Médicas do Sporting Club de Portugal LNEC - Auditório 1 - 9 e 10 de Outubro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Congresso Europeu da União Europeia de Medicina Social
Lisboa - 26 a 28 de Outubro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo I Jornadas de Medicina Interna da Zona Sul Hotel Alfa - Lisboa - 10 de Novembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• I Jornadas Portuguesas de Senologia
Grande Hotel do Luso - 10 e 11 de Novembro de 1989 Dr. C. Santana Maia
• IV Jornadas de Actualização em Cardiologia Médica e Cirurgia
Lisboa Penta Hotel - 18 de Novembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Colóquio de Recém-Licenciados em Medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa
Anfiteatro de Anatomia Patológica - 18 de Novembro de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Colóquio sobre Internato Geral
Anfiteatro de Anatomia Patológica - Hospital de Santa
Maria - 18 de Novembro de•1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• II Convenção dos Psicólogos Portugueses Reitoria da Universidade de Lisboa - 23 a 25 de
Novembro de 1989
Dr. A. Pinto de Almeida
• I Encontro Nacional da Associação Portuguesa dos Médicos Portugueses para a Prevenção da Guerra Nuclear
Sesimbra - 25 e 26 de Novembro de 1989 Dr. A. Pinto de Almeida .
• VII Jornadas Nacionais de Introdução ao Internato Geral Aula Magna - Porto - 11 de Dezembro de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo • Sessão Solene de Abertura do Ano Académico
Sociedade de Ciências Médicas - Lisboa - 12 de Dezembro de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo • Jantar da Fundação MOA de Portugal
Restaurante Furusato - Estoril - 16 de Dezembro de 1989
Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Sessão Científica do Instituto Português de Reumatologia Hotel Sheraton - Lisboa - 19 de Dezembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Ciclo de Conferências da Sociedade de Geografia de Lisboa
Lisboa - 18 e 19 de Dezembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
• Lançamento do Jornal «Público» Lisboa - 21 de Dezembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo • Natal dos Hospitais
Hospital Pulido Valente - 21 de Dezembro de 1989 Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo
O Presidente da Ordem dos Médicos foi eleito Presidente Eleito da Associação Médica Mundial na Assembleia Geral realizada em Hong Kong em 28.09.89.
Isto quer dizer que o Presidente da Ordem fará parte do Executivo da Associação Médica Mundial com os cargos seguintes:
- Presidente Eleito 1989/1990 - Presidente 1990/1991
- Presidente Cessante 1991/1992
A posse do Presidente da Associação Médica Mundial terá lugar em Rancho Mirage, Califórnia, E.V.A., no fim de Outubro de 1990.
A Ordem dos Médicos de Portugal foi eleita para Sede da Comissão Permanente dos Médicos da CEE durante 3 anos a partir de 1992. O Presidente da Ordem será o Presidente da Comissão Permanente dos Médicos da CEE. Segundo a alteração dos Estatutos a eleição para o Presidente Eleito dos Médicos da CEE faz-se dois anos antes da sua posse a fim de lhe permitir um período de experiência antes de assu mir o lugar de Presidente. Isto quer dizer que, em 1990 e 1991, o Presidente da Ordem será Presidente Eleito e terá de tomar parte responsável nas reuniões da CEE que se rea lizam em Espanha, país que precedeu Portugal como Sede da Comissão Permanente dos Médicos da CEE. Para esta eleição da Ordem dos Médicos foi feito uma votação entre os doze países da CEE, tendo Portugal sido eleito por dez votos contra dois, para a Grécia. Convém notar que as des pesas do Secretariado da Comissão Permanente dos Médi cos da CEE decorrem da própria instituição e não envolve despesas próprias para a Ordem Nacional do país anfitrião.
10. ELEIÇÕES
Conforme os Estatutos foram realizadas as Eleições para os Corpos Directivos da Ordem.
CALENDÁRIO ELEITORAL TRIÉNIO 1990/1992
Setembro 28 - Prazo limite para o anúncio da data das eleições
(Art. º 4. º § único, R. E.)
Outubro 13 - Data limite para afixação dos cadernos eleitorais
(Art.º 6.0
, n.º 2, R. E.)
Outubro 18 - Reclamações dos Cadernos eleitorais (Art.º 7.0
, n.º 1, R. E.)
Outubro 23 - Decisão das reclamações e afixação defi nitiva dos Cadernos
(Art.º 7.0
, n.º 2, R. E.)
Novembro 3 - Prazo limite para apresentação das can didaturas aos Órgãos Regionais e Órgãos Distritais
(Art.º 10.º, R. E.)
Novembro 7 - Prazo para verificação das condições de elegibilidade das candidaturas para os Órgãos Regionais e Órgãos Distritais (Art.º 14.0, n.º 1, R. E.)
Conselho Regional
- Álvaro Raul Canas da Mota
- António Eduardo Forte Vaz
- Isabel Glória de Abreu Fernandes Martins - João Manuel Varandas Fernandes
- João Paulo Moreno Rosa Camilo Malta
- João Nuno da Rocha e Menezes Cordeiro - João Pedro Garcia Y glésias de Oliveira - Joaquim Manuel de Abreu Nogueira
- José Alexandre de Gusmão Rueff Tavares - Paulo Ferreira de Matos Guimarães - Pedro Pereira Coutinho de Sousa Refoios
Conselho Fiscal Regional Presidente:
- Mário Gentil Quina
- Jorge Manuel de Oliveira Soares - José Eduardo Ferreira Rosado Pinto Conselho Disciplinar Regional
- Artur Torres Pereira
- Jacinto Rui da Silva Bernardo Gonçalves
- José Jorge Durão Maurício
- Maria de Lurdes G. Quaresma Quinhones Levy
- Miguel Pedro Iglésias de Oliveira
- LISTA B - 1715
Mesa da Assembleia Regional
Presidente:
- António Leopoldo de Albergaria Pinto Soares
Vice-Presidente:
- João Manuel Godinho de Queiroz e Melo 1. º Secretário:
- João Paulo da Piedade Pereira de Almeida
2. º Secretário:
- Francisco José Madail Rosa Conselho Regional
- António Amável Caldeira Fradique
- António Manuel de Andrade Pinto de Almeida - Carlos Manuel Nunes Alves Pereira
- Evaristo António da Paz Marques da Fonseca
- Fernando José Costa e Sousa
- Fernando da Veiga Fernandes
.,__ Jorge Ângelo Ramos dos Santos
� José Carlos Barreto Bandeira da Costa - José Germano Rego de Sousa
·-Luís Filipe de Sampaio dos Reis
- Manuel Ferreira Seixas
Conselho Fiscal Regional
Presidente:
- Armando Nunes de Almeida Longo
- Libério José Duarte Bonifácio Ribeiro - Joaquim Manuel Lopes Henriques Conselho Disciplinar Regional
- António Manuel da Silva Pereira e Coelho
- João Lobo Antunes
- José Manuel de Matos Fernandes e Fernandes - Maria Cristina Otília Nunes Vieira d' Aguiar Câmara
- Santiago Pedro Magalhães Jervis Ponce
22
LISTA C - 1399 votos Mesa da Assembleia Regional Presidente:
Novembro 10 - Prazo limite para apresentação das can didaturas a presidente da Ordem dos Médicos
(Art.º 9.0 , R. E.)
Novembro 13 - Prazo limite para regularização das can didaturas aos Órgãos Regionais e Órgãos Distritais
(Art.º 14.º, n.º 2, R. E.)
Novembro 15 - Prazo limite para verificação das condi ções de elegibilidade das candidaturas a Presidente
(Art.º 10.º, R. E.)
Novembro 24 - Prazo limite para regularização das can didaturas a Presidente da Ordem dos Médicos
(Art.º 14.º, n.º 2, R. E.)
Novembro 30 - Prazo limite para o envio dos boletins de voto, relação dos candidatos e normas do acto eleitoral
(Art.º 15.º, R. E.)
Dezembro 12 - Dezoito horas: hora limite para entrada nas Secções respectivas dos votos por protocolo e enviados pelo correio.
Dezembro 13 - Das nove às vinte e duas horas: Consti tuição das Assembleias e Secções de voto e acto eleitoral presencial.
Abertura das urnas e contagem dos votos (definitiva para os Órgãos Distritais e provisória para os Órgãos Regionais e Presidente).
Dezembro 18 - Prazo limite para as reuniões das Comis sões Regionais Eleitorais e Conselho Eleitoral Nacional para o apuramento final dos resultados eleitorais a nível regional e para o Presidente. Prazo limite para impugnação do Acto Eleitoral a nível Distrital.
Dezembro 23 - Prazo limite para a impugnação dos Actos Eleitorais para o Presidente e para os Órgãos Regionais.
Dezembro 28 - Prazo limite para decisão àcerca das impugnações.
Após uma campanha eleitoral bastante activa as Eleições decorreram com toda a regularidade e comparticipação razoável que atingiu percentagens altas em alguns Distritos. A posse de todos os órgãos eleitos terá lugar no princípio de 1990.
O resultado das Eleições foi:
Presidente da Ordem dos Médicos:
- Prof. Dr. Manuel E. Machado Macedo - 5173 votos
- Prof. Dr. António Gentil Martins - 3624 votos
ÓRGÃOS REGIONAIS SECÇÃO REGIONAL DO SUL - LISTA A - 1369
Mesa da Assembleia Regional
Presidente:
- Álvaro Camilo Malta
Vice-Presidente:
- Samuel Allenby Bentes Ruah
1. º Secretário:
- Maria da Graça Frias Barreiros 2.º Secretário:
- Edmundo Vicente de Melo Rocha
A p V
s
a e o a o o 1 e a s a Conselho Disciplinar:
- Francisco Xavier Vieira do Carmo Pacheco
- Hugo d' Almeida Azevedo Meireles
- Jorge Manuel Mergulhão de Castro Tavares
- José Maria Eça de Queiroz Cabral - Luís Alberto Bonnet Monteiro
- LISTA B - 1645 votos Assembleia Regional Presidente:
- António Germano Pina Silva Leal
Vice-Presidente:
- João Carlos Prazeres Azevedo Franco Secretários:
- Carla Maria Barreto da Silva de Sousa Rego - José Manuel Sanches Pinto Vasconcelos
Conselho Regional:
._ Aníbal António Gil Sousa Justiniano
- Armando Franchini Corregedor da Fonseca - Avelino Manuel Fraga Ferreira
- Bernardo Maria Pereira Teixeira Coelho
- Joaquim José Barbosa Ferreira
- José Bárbara Branco
- José Carlos Couto Soares Pacheco
- José Maria Mesquita Montes
- José Miguel Ribeiro Castro Guimarães
- Maria Margarida Sousa R. Eira Miranda
- Miguel Jorge Santos Oliveira Ferreira Leão Conselho Fiscal:
Presidente:
- Hernâni Alberto Martinho Vilaça
- José Nelson Pinto Ramalhão
- Maria Natália Pereira Fortuna Oliveira
Conselho Disciplinar:
- António Castro Ribeiro
- José Carlos Borges Aguiar Vilarinho Machado - Maria da Graça Carmo Fernandes Rocha Reis
Pedro Henrique Andresen Van Zeller - Procópio Marinho Freitas Sampaio
-LISTA C -390 votos
Mesa da Assembleia Regional
Presidente:
- António Elísio de Carvalho Costa
Vice-Presidente:
- Aurora Maria Ferreira de Pinho Aroso Dias Secretários:
- José Carlos Neto Mendes de Carvalho - Mário António de Mendonça Domingos
Conselho Regional
- Adrião Eugénio Pinto da Fonseca
- António Fernando Salgado de Castro Correia
- António Manuel Neto Rodrigues
- Fernando de Castro Miguel Bombarda
- Isabel Maria Amorim Pereira Ramos - Ivone Cristina Mauroy da Fonseca
- Lina Rosa Costa Ribeiro de Carvalho
- Manuel Joaquim Antunes Moreira
- António do Carmos Galhordas Vice-Presidente:
- Manuel Tavares Sousa Coelho 1. º Secretário:
- Ana Maria Branco Aleixo 2. º Secretário:
- João Álvaro Leonardo Correia da Cunha
Conselho Regional
- António Carlos Ascensão Gargaté Afonso
- António Manuel Gomes Braço
- Carlos Soares Ribeiro
- Dídio Francisco Pestana de Aguiar
- João Alberto Almeida Saavedra - João Carlos Leitão Ribeiro Santos
- João Francisco Martins Correia
- Maria Helena da Silva Correia Knight
- Maria José Braz Fernandes Albuquerque
- Maria José Santos Metrass de Azevedo - Vitor Manuel Borges Ramos
Conselho Fiscal Regional
Presidente:
- José António Castel-Branco Mota
- João Vitor de Gouveia Miranda Sá - Tomás Alberto Freitas de Azevedo Conselho Disciplinar Regional
- Artur Diniz dos Santos Costa
- Francisco de Jesus Romão do Nascimento
- Francisco Manuel da Cruz Ferreira Crespo
- João Manuel Bentes de Jesus - Maria Isabel Viegas de Andrade
SECÇÃO REGIONAL DO NORTE - LISTA A - 933 votos
Mesa da Assembleia Regional
Presidente:
- Daniel dos Santos Pinto Serrão Vice-Presidente:
- Antero Ferreira Torres
Secretários:
- Isabel Maria Vital Macedo Pinto Sousa Pimentel
- Luís Filipe dos Reis Martins Conselho Regional:
- Alfredo José Correia Loureiro
- António Luís Lobo Morais Sarmento
- Francisco Fernando Rocha Gonçalves
- José António Ferreira Silva Fernandes
- José Augusto Costa Martins
- Manuel Matos Jácome Ramos
- Nuno Luís Silva Morujão
- Pedro José Castro Correia da Silva
- Rui Fernando Themudo Soares Martins Ferreira
- Rui Manuel Lopes Nunes
- Serafim António França Paranhos Gomes Conselho Fiscal:
Presidente:
- Álvaro Almeida Guimarães - Fernando Gomes Baptista - Manuel Serafim Carvalho
- Maria de Fátima Carvalho Oliveira - Maria Manuela Rodrigues Pereira Leite
- Maria Teresa Coutinho Santos Pinto
Conselho Fiscal
Presidente:
- Marco António Guerra Geraldes Monteiro - Nuno Augusto Costa Neves
- Sérgio Costa e Araújo Conselho Disciplinar
- José Luís Pinheiro Abrantes da Fonseca - Laurentina Maria da Silva Marques Lopes - Lúcio Joaquim dos Santos Ferreira Coelho
- Maria Ermelinda Gomes da Costa e Silva
- Timóteo Paulo Teixeira Velosa
SECÇÃO REGIONAL DO CENTRO - LISTA A - 1237 votos
Mesa da Assembleia Regional
Presidente:
- Adriano Supardo Vaz Serra
Vice-Presidente:
- António Filipe Ferreira Carvalho Requixa
1. º Secretário:
- Maria José Lobo Portugal Sanches Raposo
2. º Secretário:
- Agostinho José Segura Moreira Conselho Regional
- Carlos Alberto Raposo de Santana Maia - Alberto Vilar Pereira de Queiroz - António dos Reis Marques
- Fernando Jaime Alves Dias Martinho
- Fernando Manuel Silva Almeida Loureiro
- José Domingos de Ascensão Cabeças
- Manuel António Leitão da Silva
- Maria do Rosário Salgado Lameiras Santos Pinheiro Pinto
- Óscar Manuel Correia Gonçalves
- Salvador Manuel Correia Massano Cardoso
- Sara Neto Henriques Nascimento
Conselho Fiscal Regional
Presidente:
- Armando Augusto Penas Leal Gonçalves
- António Manuel Lemos Leitão Marques
- Mário Gonçalves Borges Alexandrino
Conselho Disciplinar Regional
- Carlos Manuel Domingues Freire de Oliveira
- António Alberto Marques Monteiro
- António Frederico Vieira Moura DISTRITO MÉDICO DE BEJA - LISTA
A-Mesa da Assembleia Distrital Presidente:
- Jorge Rabaça Correia Cordeiro
Vice-Presidente:
- Aníbal Couto da Costa 24
1. º Secretário
- Manuel Filipe Dias e Cunha Matias da Silva 2. º Secretário:
- José Rui Ferreira da Silva
Conselho Distrital Presidente:
- Joaquim Apolino Salveano de Almeida Vogais:
- António José Maia de Oliveira - Carlos Alberto Rodrigues Monteverde
- Helena Maria Rocha Torrado de Vasconcelos Barbosa
- Pedro Camilo de Araújo Lima de Vasconcelos Membro Consultivo do Conselho Regional - Joaquim Apolino Salveano de Almeida
DISTRITO MÉDICO DE ÉVORA LISTA A
-Mesa da Assembleia Distrital Presidente:
- José Campos Dias Vice-Presidente:
- António Joaquim Rovisco Matono
1. º Secretário:
- Fernando Alberto Carvalheira Fernandes
2. º Secretário:
- Manuel Gonçalves Carvalho Conselho Distrital
Presidente:
- Manuel Antunes Carvalho Vogais:
- António Calça e Pina Duarte Silva
- José António Espada Rovisco Ma tono
- Olga Maria Berens Freire Ribeiro Pereira de Carvalho
- Vitor Manuel Branco e Silva Caeiro Membro Consultivo do Conselho Regional - Manuel Antunes Carvalho
DISTRITO MÉDICO DA GRANDE LISBOA - LISTA
A-Mesa da Assembleia Distrital Presidente:
- Artur Manuel Lino Ferreira Vice-Presidente:
- Francisco José Sepúlveda da Fonseca
1. º Secretário
- Eduardo Fernando Fazenda Afonso Branco
2. º Secretário:
- João Honorato Sepúlveda da Fonseca
Conselho Distrital
Presidente:
- Amílcar Apolinário Cardigos Ramos Castanhinha
Vogais: Me
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- António Manuel Duarte Vale Quaresma
- Maria do Céu dos Reis Dias Vieira da Luz - Maria Fernanda Marçal Castanhinha
- Noémia Maria Gomes Tomás Assunção
Membros Consultivos do Conselho Regional - António José Cordeiro
- Armando José Correia Neto Nogueira - Armindo Pereira Neves de Noronha
- Cândida Mendes dos Santos de Avelar Bandeira - Carlos Manuel Sousa Santos de Sousa Cyrne
- Eduardo Luís Burnay da Fonseca
- Filomena Rita Ramos de Freitas
- Helena Maria Machado Jerónimo Ribeiro Peres - Jaime Manuel de Oliveira Marçal
- Julieta Maria Goulart Dias Leitão Cordeiro - Lino Rosado Canudo
- Manuel António Seixas Esteves
- Maria Antónia Costa Nazaré Martins
- Maria da Conceição Frota Gaspar
- Micaela Rosário Marques Serelha
-Pedro Manuel Costa Pereira de Freitas
DISTRITO MÉDICO DA GRANDE LISBOA -LISTA
B-Mesa da Assembleia Distrital Presidente:
- Paulo Jorge Parreira Machado Bettencourt Vice-Presidente:
-Isabel Betina Xisto Bruno de Sousa Teixeira da Costa 1. º Secretário
- José Alfredo de Oliveira Carreira 2. º Secretário
- Graça Maria Ribeiro Costa e Sousa Conselho Distrital
Presidente:
/j[ C�rlos José Rodrigues Ferreira Quaresma
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ogais:- João Henrique Cruz de Ascensão Santos - João Pedro Rodrigues Ferreira Quaresma
- Manuel António Mendonça Costa Matos - Mário Augusto Lopes Freitas
Membros Consultivos do Conselho Regional - António Alberto Santos Ferreira
- António José dos Reis Rivotti - António Neves Pires Sousa Uva - Carlos Alberto da Silva Santos
- Carlos Jorge Rebocho Carvalho Salgueiro -Cristina Maria dos Santos de Jesus Pereira -Fernando Jesus Fernandes
- João Carlos Fernandes Rodrigues
- João José Fazenda Gíria
-Luís Gonzaga Godinho de Abreu Novais - Maria Cecília Craveiro Forte Longo - Maria José da Conceição Robalo
- Maria Manuela Rosado Traquete Albuquerque e Castro - Rodrigo Castelo Branco Costa e Silva
- Rui Pompeu Henriques Pinheiro
- Teresa Maria da Conceição Lobato Forte
DISTRITO MÉDICO DE LISBOA (Cidade) - LISTA
A-Mesa da Assembleia Distrital
Presidente:
- José Fernando Ferreira Béraud Vice-Presidente:
- José Manuel dos Santos Soares de Oliveira Secretários:
- Almor Gentil Ribeiro da Silva Graça
- António Maria de Figueiredo Meyrelles do Souto Conselho Distrital
Presidente:
-Leonídio Dias Mendes Monteiro Vogais:
- António Gomes Camacho - Carlos Manuel Sabino Beirão - Cesar dos Santos Augusto Vieira
- Maria da Assunção Seixas Antão de Almeida Membros Consultivos do Conselho Regional
- Abecassis João Martins Possolo de Leão Vasco de
Carvalho
- Acácio de Oliveira Pinto
- Adelino José Asseiceira de Seixas Pires - Alfredo Roque Gameiro Martins Barata
- Alice Helder Ribeiro da Silva Santos Fernandes
- Ana Maria Solteiro Marques Casimiro
- Armando Simões dos Santos
- Eugénio Manuel Andrade Mendes de Magalhães - Fernando Neves Ferro
- Henrique Godinho Varanda Gonçalves - Henrique Manuel Guimarães de Sá Couto - João Baptista de Braz Pinheiro
- João Cândido Valença de Sousa
- João José Mourato Caldeira
- João de Sá Garçãp
- João Vicente Boa vida Salgueiro
- José António Alves da Cunha Coutinho
- José Henrique Conde Blanco
- José Manuel Fernandes de Azevedo Ferras
- Manuel José de Almeida de Mello e Castro
- Marcos Reis Barroco de Almeida - Maria Amália de Queiroz Vaz Guedes
- Maria Brites dos Santos Patrício
- Maria da Conceição Cordeiro Dias Crespo Cabral
Campello
- Maria Josão Tomé de Matos Botica
-Rui Carlos Martins Rodrigues Costa
DISTRITO MÉDICO DE LISBOA (Cidade) -LISTA
B-Mesa da Assembleia Distrital Presidente:
-Pedro Manuel Mendes Henriques Nunes
Vice-Presidente:
- Álvaro Manuel Pereira Rosa Secretários:
- António Farinha de Noronha e Andrade - Jorge Paulo de Seabra Roque da Cunha