IX Edição do Prêmio Prefeito Empreendedor
Projeto nº: 1. 430810/2015 Município: Feliz UF: RS Prefeito: ALBANO JOSÉ KUNRATH Orçamento total da Prefeitura:R$ 41.000.000,00 Qtd. Emp. Form. ME, EPP: 835 Qtd. Emp. Form. MEI: 331 Estimativa de Emp. Informais: TÍTULO DO PROJETO Auxílio à Construção de Estufas Categoria Pequenos Negócios no Campo Melhor Projeto SETOR BENEFICIADO PELO PROJETO Setor Econômico Emp.SetorBeneficiadas doEmp.Setor % Estimativa Emp.Inform. Setor
Emp. Informais
Beneficiadas %Inv. médio/ empresa Agricultora familiar e
produtor rural pessoa física 850 253 29,76 0 0
RECURSOS
Natureza Recurso Rec. Financeiro (R$) % Econômico (R$) % Total(R$) %
Prefeitura 250.164,04 100,00 50.000,00 100,00 300.164,04 100,00 TOTAL 250.164,04 100,00 50.000,00 100,00 300.164,04 100,00 INFORMAÇÕES ADICIONAIS: A Prefeitura utiliza a estrutura própria para o acompanhamento do projeto. O Secretário da Agricultura faz visitas regulares nas propriedades beneficiadas, além disso, alguns servidores trabalham para a distribuição dos bônus, inclusive, fora do horário normal de expediente. A EMATER também disponibiliza colaboradores, estrutura física e automóveis para o andamento do projeto. APLICAÇÕES / DESPESAS Natureza da Despesa Rec. Financeiros Próprios/R$ % Rec. Econômicos Próprios/R$ % Rec. Financeiros Parceiros/R$ % Rec. Econômicos Parceiros/R$ % Total Transporte 0,00 0 1.000,00100 0,00 0 0,00 0 1.000,00 Consultoria 0,00 0 2.000,00100 0,00 0 0,00 0 2.000,00 Marketing 0,00 0 2.000,00100 0,00 0 0,00 0 2.000,00 Elaboração de publicação 0,00 0 2.000,00100 0,00 0 0,00 0 2.000,00 Combustível 0,00 0 10.000,00100 0,00 0 0,00 0 10.000,00 Cursos 0,00 0 2.000,00100 0,00 0 0,00 0 2.000,00 Outros 0,00 0 30.000,00100 0,00 0 0,00 0 30.000,00 EQUIPE RESPONSÁVEL PELO PROJETO
Nome Cargo Telefone EMail
Vanir Milani Extencionista da Emater deFeliz [email protected]
Joel Pagnoncelli Agrônomo (51)98081323
Gilberto Rauber (51)96614162 [email protected]
Luciano Hamilton Emater (54)99598404 [email protected]
Celso Ricardo Postay Técnico Agrícola (51)98447314 [email protected]
Mateus Lemos
Monteavaro Emater (51)81636693 [email protected]
Albano Kunrath Prefeito (51)98667823 [email protected]
Objetivos do projeto Incentivo para Construção de Estufas, destinada ao cultivo de hortigranjeiros; Incentivo a modernização do sistema de cultivo; Procura por aumento de produtividade e rentabilidade do produtor; Melhor qualidade de vida; Diminuir os custos públicos com a saúde dos agricultores. Surgimento da ideia A ideia surgiu a partir do momento em que se percebeu que o cultivo do morango, fruta símbolo da cidade, estava quase extinto. Desse ponto em diante, por volta do ano 2009, colaboradores da Prefeitura Municipal e Emater/Ascar realizaram viagens técnicas para conhecer esse sistema que já era utilizado em outras cidades do Estado. O Executivo Municipal colabora na execução da estrutura física de estufas, destinadas ao cultivo de morangos e outras variedades de hortigranjeiros, visando incentivar a modernização e aumento da
produtividade das propriedades rurais do Município de Feliz. A colaboração é dada pelo custeio de materiais necessários a construção das estufas, através de repasse de valor definido por Decreto do Poder Executivo Municipal, observando as disponibilidades orçamentárias e a quantidade de interessados. O Município publica Edital relacionando os produtores beneficiados e os respectivos valores a serem distribuídos aos mesmos, bem como prazo de validade dos bônus e demais regramento para sua utilização. Caso o número de inscritos for maior que o recurso disponível, cabe ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural analisar e definir os produtores que receberão este incentivo, tendo como critério a maior emissão de notas no ano de 2012. Como prérequisito a obtenção do auxílio, o interessado deverá possuir talão de produtor no Município de Feliz, e não possuir débitos com a Fazenda Municipal. Deverá ser apresentada também cópia de matricula referente a área ou ao contrato de arrendamento juntamente com a cópia do RG e CPF dos membros do contrato. A inscrição é feita junto a Secretaria Municipal da Agricultura, em formulário padrão elaborado e fornecido pela mesma, no momento da inscrição o produtor deverá especificar as culturas que serão produzidas. Na hipótese da dotação orçamentária destinada ao Programa permitir a auxilio para construção de mais de uma estufa por produtor, tal auxílio é concedido de forma decrescente, a partir da segunda estufa. A quantidade máxima de estufas por produtor, bem como os percentuais decrescentes de auxílio a partir da segunda estufa, serão definidos por Decreto do Poder Executivo Municipal, após o término do prazo estipulado. O Município, mediante Decreto, define e especifica um padrão mínimo de estufa, visando a qualidade, durabilidade e eficácia da mesma. As estufas devem ter tamanho mínimo de 200 m², sendo aceitas variações de tamanho, qualidade dos materiais e acessórios, desde que relacionados a estrutura e melhoria das estufas. É celebrado “Termo de Compromisso” com cada produtor beneficiado o qual definirá prazos para a construção das estufas e percentual de elevação da emissão das notas fiscais do produtor. O percentual mínimo de aumento na emissão de notas do produtor em cada ano subseqüente deve variar entre 6% e 10%, de acordo com a média de valor adicionado dos exercícios de anos anteriores nas seguintes proporções: I. De no mínimo 10% para produtores cuja média de valor adicionado fiscal seja inferior a R$ 100.000,00; II. De no mínimo 8% para produtores cuja média de valor adicionado situese entre R$ 100.000,00 e R$ 150.000,00; III. De no mínimo 6% para produtores cuja média de valor adicionado seja superior a R$ 150.000,00. IV. De no mínimo R$ 15.000,00 para produtores que não apresentaram valor adicionado fiscal nos exercícios citados. Na hipótese do produtor beneficiado não atingir o percentual ou montante estipulado, ficará o mesmo impedido de receber qualquer incentivo ou beneficio por parte do Município, relacionado a área da agricultura, pelo período de um ano. Caso os produtores que receberam o incentivo das estufas do programa anterior e não atingiram o valor e o percentual mínimo estabelecido, ficarão impedidos de receber o benefício. Na hipótese da beneficiária não construir a estufa e utilizar o bônus dentro do prazo estipulado, deverá a mesma restituir o Município do valor por este despendido, corrigido monetariamente, em uma única parcela, em até 90 dias após o recebimento da notificação. O auxílio é idealizado à construção da estrutura de uma estufa de 200 m² por produtor, que fica em torno de R$ 1,6 mil. Essa medida visa incentivar a modernização e o aumento da produtividade nas propriedades rurais do município e fortalecer o setor primário, que tem participação expressiva na economia do município. Com esse investimento também foi possível ter um incremento no valor adicionado do município. Divisão atual do valor adicionado: A produção local é assim constituída (ano base 2013): 35,19% Agricultura 34,67% Indústria 30,15% Comércio e Serviços Solução proposta A solução proposta foi o poder público contribuir no custeio de materiais necessários à construção das estufas, por meio de um repasse de valor, por metro quadrado, que é definido observando as disponibilidades orçamentárias e a quantidade de interessados. O incentivo é concedido em forma de bônus, ou seja, o produtor tem um prazo para fazer a troca do benefício junto a fornecedores prédefinidos pela administração municipal. Entre os prérequisitos para a obtenção do auxílio, o interessado deverá possuir talão de produtor no município de Feliz e não estar em débitos com a Fazenda Municipal. Todo o projeto também é acompanhado pelo escritório local da EMATER/Ascar, que é destinado principalmente aos produtores que ainda não tem estufas e pretendem trabalhar neste novo modelo. Como forma de contrapartida ao benefício recebido, o produtor deve aumentar de 6 a 10% a emissão de notas. A Prefeitura Municipal de Feliz, por meio da Secretaria da Agricultura, beneficia produtores rurais do município pelo Programa Municipal de Apoio a Agricultura – Auxílio para construção de estufas. É repassado um valor em bônus para compra de materiais necessários.
O Programa tem o objetivo de incentivar o cultivo de morangos e hortigranjeiros, a modernização do sistema de cultivo, aumento da produtividade e rentabilidade do produtor. Hoje a agricultura representa 35% do valor adicionado na economia do município e a Administração contribui para que o crescimento financeiro e da qualidade de vida continue para os produtores.
Cada produtor beneficiado tem a responsabilidade de construir estufa de no mínimo 200m², manter nível mínimo de qualidade, efetuar a compra pelo bônus nas empresas cadastradas, finalizar a estufa no prazo determinado e emitir a quantidade de vendas de produtos de acordo com valor adicionado individual em cada termo. Todo o trabalho é acompanhado pela EMATER/Ascar, parceira neste projeto, e pela Secretaria Municipal da Agricultura.
Resumo da situação antes da implantação do Projeto (cenário anterior).
Antes da chegada da produção semi hidropônica na cidade de Feliz, o cultivo de morangos estava praticamente extinto. As famílias já não admitiam produzir no solo, com grande quantidade de agrotóxicos e com pouca produtividade das mudas. No modelo antigo, plantado direto no solo, as mudas precisavam ser plantadas todos os anos e, mesmo assim, era comum que um grande percentual das plantas morressem antes do fim do ciclo, o que ocasionava significativa redução na produtividade. Conforme relatado em reportagem do Jornal Primeira Hora de 30 de julho de 2009, em algumas lavouras, a quebra chegou a ser superior a 50%, o que fazia a rentabilidade cair ainda mais. Além disso, a saúde dos agricultores ficava prejudicada, pois para colher os morangos no sistema convencional, eram necessários trabalhar agachado. Isso resultava em problemas de saúde sérios, perda da qualidade de vida e ocupação maior dos órgãos de saúde públicos. Expectativas após a implantação e principais desafios a serem enfrentados Expectativas:
Principal expectativa era de manter toda a família na agricultura; Produção constante e regular durante o ano todo, além da qualidade; Produtor se adequasse com as exigências do mercado; Desafios: Principal desafio foi à aceitação, pois muitos agricultores não sabiam se a atividade daria certa ou não; O medo do investimento não retornar; A partir do primeiro produtor, o sistema se tornou muito procurado na região. Captação dos recursos de Parceiros O projeto foi custeado integralmente por recursos próprios do Município. Metas relevantes planejadas Aumentar a arrecadação do município com setor. Trazer ou manter os jovens na agricultura. Metas relevantes já alcançadas no projeto. 1. Aumento da qualidade dos produtos. 2. Melhora da postura dos trabalhadores e consequentemente melhora da saúde e qualidade de vida. 3. Manutenção e retorno de jovens para a agricultura. 4. Maior produtividade das mudas de morango. 5. Aumento de renda dos produtores. Relevância do benefício para o públicoalvo 1. Redução de, aproximadamente, 80% no uso de agrotóxicos para produção de morangos; 2. Aumento do valor adicionado do setor primário de 27% em 2011 para 35% em 2015; 3. Aumento na qualidade dos produtos; 4. Melhora da postura dos trabalhadores e conseqüentemente melhora da saúde e qualidade de vida; 5. Manutenção e retorno de jovens para a agricultura (Vide reportagem do Globo Rural); 6. Maior produtividade das mudas de morango; 7. Aumento de renda dos produtores. 8. Com o aumento da produtividade e quantidade de estufas, os agricultores passaram a empregar mais pessoas para dar conta da produção; 9. O projeto já ultrapassa as barreiras do município, várias outras cidades realizam visitas técnicas para conhecer o sistema. Principais desafios enfrentados e/ou superados (nível de dificuldade) Desafios: Principal desafio foi à aceitação, pois muitos agricultores não sabiam se a atividade daria certa ou não; O medo do investimento não retornar; A partir do primeiro produtor, o sistema se tornou muito procurado na região. Principais etapas do projeto – Cronograma com tópicos e prazos Ano de início: 2011 Inscrições dos agricultores interessados entre janeiro e abril; Homologação das inscrições no Conselho Municipal da Agricultura mês de abril; Retirada dos bônus maio a julho; Vistoria de cada estufa julho a agosto. Ano de término: Não há previsão Relação entre recursos previstos e resultados alcançados (custo/benefício) Dotação Orçamentária Construção de Estufas Ano Valor liquidado Nota 2011* 127.326,04 Restos Não processados, liquidados em 2012 2012 2013 2014 61.578,00 2015 * 61.260,00 Total 250.164,04 * Em 2011, os valores ficaram inscritos em Restos a Pagar Não Processados, sendo liquidado em 2012; Em 2015, o valor referese as liquidações até dia 30/06/2015, resando a liquidar o valor de R$ 5.240,00. Classificação Funcional e Programática 2011, 2012 e 2013 10 Secretaira Municipal Agricultura 10.01 SMAGe Órgão Auxiliares
10.01.20 Agricultura 10.01.20.602 Promoção da Produção Animal 10.01.20.602.0115 Programa de Apoio a Agricultura e Pecuária 10.01.20.602.0115.2062 Incentivos a Novos Investimentos 3.3.90.32 (449) Material, Bem ou Serviço p/Distribuição Gratuita Recurso 001 Livre 2014 e 2015 10 Secretaira Municipal Agricultura 10.01 SMAGe Órgão Auxiliares 10.01.20 Agricultura 10.01.20.606 Extensão Rural 10.01.20.606.0033 Programa de Apoio a Agricultura e Pecuária 10.01.20.606.0033.1026 Apoio a implementação e modernização de estruturas e infraestruturas em empreendimentos 3.3.90.32 (703) Material, Bem ou Serviço p/Distribuição Gratuita Recurso 001 Livre 3.3.90.93 (704) Indenizações e Restituições Recurso 001 Livre Demonstrativo Financeiro da evolução da produção primária no município: ANO PRODUÇÃO PRIMÁRIA Evolução 2009 43.158.248,24 25% 2010 38.708.136,23 10% 2011 44.469.323,88 15% 2012 51.247.753,50 15% 2013 56.403.373,92 10% O valor adicionado do setor primário caiu 10% entre os anos de 2009 a 2010. Com os investimentos feitos pela Administração no setor, principalmente pelo Programa de Auxílio à Construção de estufas, a agricultura teve um aumento de 15% no valor adicionado entre os anos de 2010 e 2011, igualmente entre os anos 2011 – 2012. De 2012 para 2013 o aumento no valor adicionado foi de 10%. EVOLUÇÃO DO VALOR ADICIONADO POR SETOR ECONÔMICO
ANO PRODUÇÃO PRIMÁRIAEvolução INDÚSTRIA COMÉRCIO SERVIÇOS VALOR ADICIONADOTOTAL
2004 22.119.497,90 28.689.430,91 16.874.887,71 11.892.114,70 79.575.931,22 2005 26.198.976,94 37.549.137,00 20.564.704,01 16.225.593,38 100.538.411,33 2006 23.827.872,18 40.846.998,80 29.674.872,00 9.241.022,70 103.590.765,68 2007 26.775.413,03 45.594.636,04 32.677.894,89 10.173.806,50 115.221.750,46 2008 34.536.724,98 76.281.045,79 37.816.304,41 11.234.939,76 159.869.014,94 2009 43.158.248,24 25% 51.981.542,44 46.864.127,53 13.016.417,59 155.020.335,80 2010 38.708.136,23 10% 70.594.116,11 52.702.864,57 16.283.153,72 178.288.270,63 2011 44.469.323,88 15% 89.077.858,43 62.685.701,62 18.461.031,74 214.693.915,82 2012 51.247.753,50 15% 91.063.015,08 64.644.612,05 18.731.031,00 225.686.411,63 2013 56.403.373,92 10% 103.117.830,02 65.005.954,10 19.815.027,07 244.342.185,11 Variação 2004/2013 154,99% 259,43% 285,22% 66,62% 207,06% EVOLUÇÃO DO VALOR ADICIONADO POR SETOR ECONÔMICO
ANO PRODUÇÃO PRIMÁRIA INDÚSTRIA COMÉRCIO SERVIÇOS VALOR ADICIONADOTOTAL
2004 27,80% 36,05% 21,21% 14,94% 100,00% 2005 26,06% 37,35% 20,45% 16,14% 100,00% 2006 23,00% 39,43% 28,65% 8,92% 100,00% 2007 23,24% 39,57% 28,36% 8,83% 100,00% 2008 21,60% 47,71% 23,65% 7,03% 100,00% 2009 27,84% 33,53% 30,23% 8,40% 100,00% 2010 21,71% 39,60% 29,56% 9,13% 100,00% 2011 20,71% 41,49% 29,20% 8,60% 100,00% 2012 22,71% 40,35% 28,64% 8,30% 100,00% 2013 23,08% 42,20% 26,60% 8,11% 100,00%
EVOLUÇÃO DO VALOR ADICIONADO POR SETOR ECONÔMICO: Principais parcerias firmadas A principal parceria firmada foi com a EMATER/ASCAR do município de Feliz Considerações finais RELATO DOS BENEFICIADOS
Nome Telefone Função Relato
Leo Thums (51)36313129 Agricultor Seria um dos últimos anos para plantar morango. Aí entrou essa novidade – produção semihidropônica. No início a gente ficou meio na dúvida, porque não sabia se iria dar certo, porque aqui é uma região muito quente. Se for calcular, estou produzindo 2 ou 3 vezes mais do que produzia no solo. Se não fosse esse cultivo, acho que teríamos chegado ao fim da cultura de morango. (Vide reportagem do Globo Rural: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2015/05/novo sistemadecultivorecuperaproducaodemorangosemfeliz rs.html) Carlos Henzel (51)36313036 Agricultor No segundo ano do cultivo dos morangos na estufa, Carlos Henzel percebeu que esse sistema de produção poderia gerar um novo negócio, então ele começou a fabricar as sacolas com substrato. Relato: "Minha estimativa era chegar em 2 ou 3 mil bolsas, mas cheguei em 14.500. No segundo ano chegou em 38 mil, no terceiro ano estou entre 70 e 80 mil. A sacola já da mais dinheiro que a produção de morangos. E nesse sistemas reduzimos entre 70% e 80% a utilização de agrotóxicos. O inseto não chega a afetar a planta, ele não tem como subir" Everton Kremer (51)97123487 Agricultor "O Sistema mudou o cultivo de morangos na cidade. Além de precisar de 80% menos de agrotóxicos, aproximadamente, do que o que era feito no solo, a muda produz durante o ano todo. É maior produtividade, mais conforto para o agricultor" trabalhar e mais rentabilidade também. ANEXOS Tipo Título Foto Oficial Prefeito Foto oficial do Prefeito Foto Oficial Prefeito Foto oficial do Prefeito 2 Outros Foto da estrutura física da Estufa Outros 001_Fornecimento material para estufas Outros 019_Divulga produtores_estufas Outros 2755_Programa de apoio a Agricultura Outros 3114_Decreto estufas Outros Decreto 3135_Define critérios colaboração estufas Outros Termo de Compromisso Programa Estufas Outros Foto da produção de morangos Outros Clipping Concordo com os termos do Regulamento do IX Prêmio SEBRAE Prefeito Empreendedor e estou ciente da responsabilidade de obter a autorização dos Direitos de Uso de Imagem, conforme item 13.1.
FELIZRS, 30 de Março de 2016 _________________________________________________ ALBANO JOSÉ KUNRATH Prefeito(a) do município de FELIZ RS