Universidade Federal de Pernambuco
Centro Acadêmico do Agreste
Núcleo de Formação de Professores
Laboratório de Física Moderna
Apresentação
Turma F8
Prof. Luis Leão
[email protected]FISC0108 -‐ Laboratório de Física Moderna
•
Turma F8
•
Carga horária: 60 horas
•
Horários:
Matriculados
1.
ALLAMYS ALLAN DIAS DA SILVA
2.
BRUNO FRANCISCO ANDRADE DA SILVA
– ???
3.
BRUNO HENRIQUE FERREIRA DE MORAIS
4.
EDUARDO HENRIQUE BEZERRA DA SILVA
5.
GLADISTONY SILVA LINS
– [email protected] [email protected]
6.
LEONARDO ALEXANDRE LIMA SILVA
7.
LUCAS JOSE DA SILVA FILHO
8.
NICODEMOS AUGUSTO DE PAIVA NETO
– ???
9.
PAULA JULIANE NASCIMENTO DA SILVA
10. ROSANGELA DE MELO SILVA
Ementa
•
História do surgimento da Física Moderna;
•
Experiências de relevância histórica;
•
Experimentos didájcos de Física Moderna;
•
Simulações de sistemas lsicos;
Prováveis Prájcas
1
Interferômetro
2
Constante de Planck
3
Corpo Negro
4
Efeito fotoelétrico
5
Espalhamento 1
6
Espalhamento 2
7
Magnejsmo na matéria
8
Efeito Seebeck
9
Espectro de emissão
10
Efeito Hall
11
Condujvidade Quânjca
Objejvos
•
Entender o contexto histórico do surgimento
da Física Moderna, bem como o processo
evolujvo das ideias e da tecnologia
visualizando experimentos de relevância
histórica;
•
Permijr a observação e aplicação da Física
Metodologia
•
Aulas exposijvas e demonstrajvas com
experimentos de Física moderna (versão “mão
na massa”).
•
Orientação do projeto e produção dos
relatórios.
•
Aulas exposijvas;
•
Projetos e elaboração de ajvidades;
Avaliações
•
Presença;
–
Caso o aluno falte a aula do experimento, fica sem nota de relatório
do experimento.
•
Relatórios em grupos
(sempre entregue na aula seguinte ao
experimento)
;
–
Cada ajvidade experimental provoca um relatório sobre a ajvidade.
•
Provas Individuais;
•
Projetos em grupos:
–
1ª unidade: criação de um roteiro com um experimento
demonstrajvo para ser usado no ensino médio ou fundamental;
–
2ª unidade: criação de um roteiro com um experimento parjcipajvo
para ser usado no ensino médio ou fundamental.
TEMA TIPO DATA UNIDADE
Apresentação do Curso Teórica 100% 24/08/15 -‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐-‐
Interferômetro Teórica 25% Prájca 75% 31/08/15 1º Unidade
Constante de Planck Teórica 25% Prájca 75% 14/09/15 1º Unidade
Corpo Negro Teórica 25% Prájca 75% 21/09/15 1º Unidade
Efeito fotoelétrico Teórica 25% Prájca 75% 28/09/15 1º Unidade
? Teórica 25% Prájca 75% 05/10/15 1º Unidade
Defesa de Projeto Avaliação 19/10/15 1º Unidade
1º Prova Avaliação 26/10/15 1º Unidade
? Teórica 25% Prájca 75% 09/11/15 2º Unidade
? Teórica 25% Prájca 75% 16/11/15 2º Unidade
? Teórica 25% Prájca 75% 23/11/15 2º Unidade
? Teórica 25% Prájca 75% 30/11/15 2º Unidade
? Teórica 25% Prájca 75% 07/12/15 2º Unidade
Defesa de Projeto Avaliação 14/12/15 2º Unidade
2º Prova Avaliação 11/01/16 2º Unidade
Relatórios
O relatório deverá ser feito segundo os moldes de um arHgo cienIfico e conter:
1.
Abstract
2.
Introdução: contextualização histórica e descrição breve dos objejvos da
prájca.
3.
Montagem experimental: descrição com desenhos ou “diagramas de bloco” que
ilustram os instrumentos e as grandezas medidas. Todos os procedimentos
devem ser descritos com detalhes.
4.
Resultados experimentais: gráficos e tabelas de dados com textos explicajvos.
Os gráficos devem conter rótulos apropriados nos eixos como também as
unidades ujlizadas. Caso haja uma previsão teórica ela deve ser colocada no
mesmo gráfico para comparação. Os gráficos devem estar acompanhados na sua
parte inferior, de uma breve descrição do conteúdo dos mesmos, independente
do texto.
5.
Discussão: deve conter comentários referentes à concordância (ou não) entre as
medidas e as previsões teóricas, discujr as causas de possíveis discordâncias.
6.
Conclusões: conclusões sobre os experimentos.
7.
Referências: quando for necessário fazer referência a alguma equação, fórmula
ou hipótese que consta em livros ou outras publicações, poderão ser usadas
referências bibliográficas numeradas na ordem em que forem ujlizadas no
texto.
Projetos
A IDÉIA/ESBOÇO
•
O QUÊ? (Objeto de estudo)
– TEMA: aquilo que se pretende estudar, analisar, interpretar ou verificar, de modo geral; – OBJETO DE ESTUDO: o enfoque especial (viés, perspecjva, abordagem, ponto de
vista,...);
– DELIMITAÇÃO
•
POR QUÊ?
– RELEVÂNCIA (perjnência), VIABILIDADE (recursos pessoais, materiais e técnicos) – ORIGINALIDADE (busca da origem)
•
COMO?
– MÉTODO: aspecto lógico, (meta -‐ através de, odos -‐ caminhos) procedimentos,
operações intelectuais: estudar, analisar, interpretar, verificar; conjunto de meios ou processos empregados pelo espírito humano para a invesjgação, a descoberta ou comprovação da verdade cienƒfica.
– METODOLOGIA: aspecto técnico -‐ processos de manipulação de fatos ou fenômenos, a maneira mais adequada de se operar em cada caso específico.
•
PARA QUÊ?
Projeto
• RESUMO • SUMÁRIO • INTRODUÇÃO • FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA • METODOLOGIA• APRESENTAÇÃO e ANÁLISE DOS DADOS • RESULTADOS
• CONCLUSÕES ou CONSIDERAÇÕES FINAIS • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• ANEXOS
•
APRESENTAÇÃO DO PROJETO (30 min)
Avaliações
•
Serão realizadas duas unidades e a nota de cada
unidade será definida pela nota da avaliação, dos
relatórios e do projeto da seguinte maneira:
–
Avaliação: peso 5 (individual);
–
Relatórios: peso 2,5 (grupo);
–
Projeto: peso 2,5 (grupo).
•
Os
“4”
primeiros relatórios entrarão na
composição da 1ª nota e os
“4”
úljmos relatórios
na composição da 2ª nota.
Critérios de Aprovação
•
Se a média aritméjca entre as duas unidades (ME) for
≥ 7, o estudante será aprovado por média. Se ME for <
3, o estudante será reprovado por nota. Se ME
sajsfizer 3 ≤ ME < 7, o estudante terá direito a fazer a
Prova final (PF).
•
A nota da PF terá valor de 0 a 10 e o exame versará
sobre o conteúdo das duas unidades. A nota final (NF)
é a média aritméjca entre ME e PF. O aluno será
aprovado por nota se NF ≥ 5. Caso contrário o
estudante será reprovado por nota.
Dicas
•
Anotações:
–
Anote tudo o que puder, e guarde essas anotações;
–
Um bom caderno de laboratório pode ajudar nos
relatórios e provas.
•
Estudos
–
Não acumule assuntos;
–
Sempre estude o assunte antes da aula;
–
Faça sempre os relatórios, mesmo que você não fique
encarregado de entregar a versão final.
Normas gerais
•
Se faltar alguma prájca, não receberá a nota
naquele relatório;
•
Chamada: depois de 40 minutos ganha
somente uma presença (caso seja um dia de
ajvidade experimental, receberá 50% da
nota);
•
Uso do Celular e outros equipamentos: se não
atrapalhar a aula...
Regras Gerais
Regras (RGnº) que, certamente, servirão para toda a vida profissional do aluno, devem ser lembradas:
• RG1 – Pontualidade – Na aula de laboratório, o atraso máximo do aluno que permita a ele ainda realizar o experimento será de trinta minutos. Após isso ele recebe falta e não poderá entrar no laboratório.
• RG2 – Não mexa em nada antes de ouvir o professor – A curiosidade é inerente à nossa profissão, mas devemos controlar nossa ansiedade quando chegarmos ao laboratório. Todos terão oportunidade de manusear os equipamentos disponíveis na bancada. Portanto, escutem atentamente as instruções do professor antes de começar a manusear os equipamentos, mesmo que você já tenha contato com algum deles. • RG3 – Conservação dos instrumentos – Os instrumentos são de responsabilidade de
todos os membros da bancada e devem ser manuseados com muito cuidado. Caso ao final da aula seja verificada a falta de um instrumento ou que o instrumento tenha sido danificado, os membros da bancada devem providenciar a aquisição de um novo
instrumento para reposição na aula de experimento seguinte.
• RG4 – Arrumação da bancada – Antes de cada experimento, o estudante encontrará a bancada arrumada e constando de todos os instrumentos necessários ao experimento. Ao final da prájca, os estudantes devem deixar a bancada da mesma forma que a
Regras Gerais
•
RG5 – Conservação das bancadas – Os alunos devem zelar pelas bancadas
evitando riscá-‐las ou arranhá-‐las com os instrumentos.
•
RG6 – “Lixo no lixo” – Ao final de cada aula de experimento, os alunos
devem recolher todo o lixo produzido e colocar no lixeiro da sala.
O QUE É PÚBLICO É DE TODOS
[email protected]
Sala 22, bloco K, 3º andar
Laboratório de Física, bloco K, térreo)
Laboratório de Física, bloco D
Bibliografia
Básica:
• Notas de Laboratório de Física Moderna do Professor Sergio Campello • ROCHA, J.F., Origens e Evolução das Ideias da Física. Editora EDUFBA
• TIPLER, P. A.; LLEWELLYN, R. A. Física Moderna. Rio de Janeiro: LTC, 2010, 6a edição. • EISBERG, R., RESNICK, R., Física Quânjca, Ed. Campus, Rio de Janeiro, 1979.
• CHESMAN, C.; ANDRÉ, C.; MACÊDO, A. Física Moderna Experimental e Aplicada. Editora Livraria da Física, 2004.
Complementar:
• TAVOLARO, C. R. C.; DE ALMEIDA, M. Física Moderna Experimental. Editora Manole, 2007, 2a edição.
• MOREHOUSE R.,Answering to Quesjon. Measuring Planck's constant by means of a LED, Am. J. Phys., Vol. 66(1), p. 12, 1998.
• REZENDE, S. M., A Física dos Materiais e Disposijvos Eletrônicos. Ed. Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1996.
• GRIBBIN, John. Fique por dentro da Física moderna. 2. ed. Rio de Janeiro: Cosac & Naify, 2002.
• Caderno Catarinense de Ensino de Física -‐ Arjgos selecionados:
h’p://www.periodicos.ufsc.br/index.php/Física
• Revista Brasileira de Ensino de Física – Arjgos selecionados: h’p://www.sbfisica.org.br/rbef • A Física na Escola – Arjgos selecionados: h’p://www.sbfisica.org.br/fne/