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CQNOTSQA2AULA

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(1)

CONTROLE DE QUALIDADE NA REALIZAÇÃO DO

T.S.A.Q.

Laboratorial

(2)

CONTROLE DA QUALIDADE

Sistema através do qual se

avalia

e

monitoriza

o

desempenho

de

processos

ou o resultado

das ações tomadas para melhoria da

qualidade

Compreende:

Medições adequadas

Registros completos e rastreáveis

Manual da Qualidade.

13/05/2011

(3)

PRINCÍPIOS DO C.Q.

Garantir

qualidade na execução

do teste

, isto é a

acurácia

e

reprodutibilidade

dos

resultados.

(4)

FUNÇÕES DO C.Q. EM UM PROCESSO

Retratar o desempenho estável (registros).

Sinalizar a deterioração (quando aplicável -

discos).

Indicar a necessidade de melhorias (passo em

busca da melhoria contínua da qualidade).

Quando? Como? Onde???

13/05/2011

(5)

CONFORMIDADE LEGAL VIGENTE NO L.M.C.

 ANVISA/PGRSS

 plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde

 MS/RDC n° 50, de 21 de fevereiro de 2002

 Projetos físicos de estabelecimentos de saúde

 MS/RDC n° 302, de 13 de outubro de 2005

 Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios

Clínicos

 MS/SNVS: Portaria n° 488, de 17 de junho de 1998

 Procedimento seqüenciados para a sorologia para o HIV

 Normas regulamentadoras (NR 32)  Outras (NR 1 ... NR 32)

(6)

ANVISA – C.L.S.I. / E.U.C.A.S.T. / B.S.A.C.

 CLSI (Clinical and Laboratory Standards Institute): docs.

M2, M7 e suplementos anuais sendo a atual M100 S20 … S21.

 SMF (Société Française de Microbiologie) - Europeu

 EUCAST (European Committee on Antimicrobial

Susceptibility Testing)

 BSAC (The British Society for Antimicrobial Chemoterapy

13/05/2011

(7)

CLSI / NCCLS

 O CLSI é uma organização internacional interdisciplinar,

sem fins lucrativos, de desenvolvimento de normas/padrões e educação,

 É reconhecido no mundo inteiro pela aplicação de seu

singular processo consensual ao desenvolvimento de normas/padrões e diretrizes para testes de patologia clínica e questões relacionadas à atenção de saúde.

 O CLSI baseia-se no princípio de que o consenso é uma

maneira efetiva e custo-eficaz de melhorar os testes clínicos e serviços de atenção à saúde.

(8)

FASE ANALÍTICA:

DIMENSÃO DO ESTUDO MICROBIOLÓGICO

Fase Pré Laboratorial Fase Laboratorial

Fase Terapêutica Fase Pós Laboratorial Execução do Exame Exame Microbiológico Amostra Paciente 13/05/2011 8

(9)

INTERPRETAÇÃO DA SOLICITAÇÃO MÉDICA

Muitas vezes existe o problema ! O clínico verifica o problema ! Colhe o material ou solicita a coleta ... Encaminha para o Laboratório de Microbiologia sem expressar o que realmente necessita ser realizado para aquele espécime clínico ! Cabe ao microbiologista avaliar solicitação médica X amostra encaminhada e retornar adequadamente ao clínico

(10)

CICLO DO PROCESSO ANALÍTICO:

Paciente

Analítica

Solicitação Coleta Transporte Laudos Interpretação Tratamento Processamento 13/05/2011 10

(11)

Fase Pré Analítica

Fase Analítica

Fase Pós Analítica

Processos Laboratoriais e em Serviços de Saúde

Recepção Pacientes Coletadores

Equipe Técnica: Biomédicos, Técnicos e Auxiliares

Digitadoras Recepção Pacientes

Médico

Serviços de Saúde – Ênfase Laboratorial

1

2

(12)

FASE PRÉ – ANALÍTICA:

Objetivo Principal:

 Garantir a representatividade das amostras /

materiais (boa obtenção da amostra).

Através dos Desafios:

 Requisição do teste – totalmente identificável?  Preparo do paciente – boas instruções?

 Coleta da amostra – sítio representativo?  Transporte e

 Armazenamento.

13/05/2011

(13)

FASE ANALÍTICA:

Objetivo Principal:

 Garantir a acurácia e reprodutividade do exame.

Desafios:

 Qualidade dos insumos utilizados no teste;  Qualidade da amostra clínica recebida;

 Expertise e educação continuada do técnico;  Condições de trabalho.

(14)

FASE PÓS ANALÍTICA:

A qualidade do

laudo final

influenciando e

interferindo na propedêutica clínica do

paciente.

Mudanças de conduta?

Troca de antimicrobianos?

Satisfação do clínico

Confiança do paciente...

ATUALIZAÇÕES CONSTANTES NA EQUIPE!!!

13/05/2011

(15)

DO TSAQ:

Controle Principal

:

testes utilizando cepas de

referência (Cepas A.T.C.C.®)

Cepa A.T.C.C.® - American Type Culture

Collection

 Coleção de culturas americanas com padrões

conhecidos disponíveis comercialmente.

 Deverão ser processadas de forma rotineira para

(16)

PERIODICIDADE NA REALIZAÇÃO DO C.Q

 A freqüência na qual é feito o controle da qualidade dos

meios reagentes é claramente definida por várias agencias de credenciamento (CLSI/EUCAST/BSAC).

 As recomendações para controle da qualidade não são

estáticas (adequar à rotina).

 É importante seguir as recomendações atuais, pelo

menos em partes, pois as mudanças provavelmente

resultam tanto em menos quanto em mais trabalho (05 d... 15 d... 20 d... 30 d?).

13/05/2011

(17)

PERIODICIDADE NA REALIZAÇÃO DO C.Q

 O CLSI estabelece uma rotina de testes diários e

semanais para o ANTB.

 O CQ deve ser iniciado com:

 1. Fase de testes diários para avaliação do desempenho

(proficiência) e quando for aprovado:

 2. Fase de testes semanais.

 3. Mediante a introdução de novas drogas e/ou mudança de

(18)

REGISTROS NA REALIZAÇÃO DO C.Q

 Documentar os resultados do CQ em função:

 Das marcas e lotes de reagentes e

 Discos de sensibilidade utilizados

13/05/2011

(19)

18 – 24 28 – 36 Ampicilina 10 µg 16 – 22 27 – 35 -- Ampicilina/Sulbactam 10/10 µg 19 – 24 29 – 37 -- Aztreonam 30 µg 28 – 36 -- 23 – 29 Cefazolina 30 µg 21 – 27 29 – 35 -- Cefepima 30 µg 31 – 37 23 – 29 24 – 30 Cefoperazona 75 µg 28 – 34 24 – 33 23 – 29 Cefotaxima 30 µg 29 – 35 25 – 31 18 – 22 Cefoxitina 30 µg 23 – 29 23 – 29 -- Ceftazidima 30 µg 25 – 32 16 – 20 22 – 29 Ceftriaxona 30 µg 29 – 35 22 – 28 17 – 23 Cefuroxima 30 µg 20 – 26 27 – 35 -- Cefalotina 30 µg 15 – 21 29 – 37 -- Cloranfenicol 30 µg 21 – 27 19 – 26 -- Ciprofloxacina 5 µg 30 – 40 22 – 30 25 – 33 Clindamicina 2 µg -- 24 – 30 -- Daptomicina 30 µg -- 18 – 23 -- Ertapenem 10 µg 29 – 36 24 – 31 13 – 21 Eritromicina 15 µg -- 22 – 30 -- Gemifloxacina 5 µg 29 – 36 27 – 33 19 – 25 Imipenem 10 µg 26 – 32 -- 20 – 28 Levofloxacina 5 µg 29 – 37 25 – 30 19 – 26 Linezolida 30 µg -- 25 – 32 -- Meropenem 10 µg 28 – 34 29 – 37 27 – 33 Meticilina 5 µg -- 17 – 22 -- Moxifloxacina 5 µg 28 – 35 28 – 35 17 – 25 Ácido Nalidixico 30 µg 22 – 28 -- -- Netilmicina 30 µg 22 – 30 22 – 31 17 – 23 Nitrofurantoína 300 µg 20 – 25 18 – 22 -- Norfloxacina 10 µg 28 – 35 17 – 28 22 – 29 Oxacilina 1 µg -- 18 – 24 -- Penicilina 10 und -- 26 – 37 -- Piperacilina 100 µg 24 – 30 -- 25 – 33 Piperacilina/Tazobactam 100/10 µg 24 – 30 27 – 36 25 – 33 Polimixina B 300 und 13 – 19 -- 14 – 18 Rifampicina 5 µg 8 – 10 26 – 34 -- Teicoplanina 30 µg -- 15 – 21 -- Tetraciclina 30 µg 18 – 25 24 – 30 -- Ticarcilina 75 µg 24 – 30 -- 21 – 27 Ticarcilina/Ác Clavulânico 75/10 24 – 30 29 – 37 20 – 28 Tigeciclina 15 µg 20 – 27 20 – 25 9 – 13 Fonte CLSI M100 S20/21

(20)

AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS

Resultados

FORA

dos limites esperado devido a

erros

ÓBVIOS

:

 1. Documentar a razão e  2. Refazer o teste

Se o resultado obtido estiver dentro dos limites

aceitáveis nenhuma ação corretiva é requerida

13/05/2011

(21)

AÇÕES CORRETIVAS A SEREM TOMADAS

Resultados

FORA

dos limites esperado devido a

erros

NÃO

ÓBVIOS

:

 1. Documentar os resultados e proceder as ações

corretivas imediatas.

 2. Refazer o teste e monitorar por 5 dias

consecutivos.

Se os 5 resultados estiverem DENTRO dos limites

aceitáveis, NENHUMA ação corretiva é requerida

(22)

AÇÕES CORRETIVAS ADICIONAIS:

Investigar as seguintes fontes de erros:

 Leitura e transcrição das zonas de inibição,

 Verificação da escala de MCF (conservação/validade),  Data de validade dos insumos utilizados,

 Adequação da temperatura de estoque dos insumos,

 Temperatura da estufa e atmosfera utilizada para incubação

 Alteração nas cepas padrão (numero de repiques ou contaminação)

 Acompanhamento do executor da técnica.

13/05/2011

(23)

CEPAS A.T.C.C. ®

São preparadas por um método de

liofilização

referido por Obara et. col. que utiliza como

meio de suspensão um composto de

gelatina

,

leite

desnatado

,

ácido

ascórbico

,

dextrose

e

(24)

CEPAS A.T.C.C. ®

Funções de seus compostos:

Gelatina

: funciona como meio de transporte do

Micro-organismo.

Leite desnatado

Ácido ascórbico

Dextrose

Carvão:

neutraliza quaisquer substâncias tóxicas

formadas durante o processo de liofilização.

protegem o Micro-organismo, preservando a integridade da parede celular durante o processo de liofilização e conservação.

13/05/2011

(25)

CEPAS A.T.C.C.® – POR QUE USAR E COMO USAR?

Uma

fonte confiável

de culturas de material de

referência para a utilização nos programas de

garantia da qualidade em Microbiologia Clínica é

essencial para que o setor esteja preparado para a

liberação confiável dos laudos microbiológicos.

Acondicionar em tubos tipo ependorff com tampa de

(26)

Hidratar o conjunto cepa de referência conforme indicações do fabricante

Inicializar em ágar não seletivo do tipo ágar sangue carneiro 5%

Repicar em quatro placas de ágar sangue carneiro a 5%

1º Ano 2011 2º Ano 2012 3º Ano 2013 4º Ano 2014

De cada placa de ágar sangue carneiro repicar com um inoculo bem denso em tubos tipo ependorf com caldo TSB a 10% e

armazenar a uma temperatura de -20ºC Repicar em 12 tubos tipo ependorf contendo caldo TSB com

glicerol a 10% devidamente identificado com os 12 meses subseqüentes à hidratação

&

Em meios específicos para proceder à validação da cepa referência conforme o lote adquirido.

Realizar a identificação e o TSAQ conforme a rotina preconizada do laboratório

Reconstituição das cepas A.T.C.C.®

13/05/2011

(27)

ABRl MAI JUNl JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR

Cultura de Trabalho Semanal / Mês

(28)

COMO MANUSEAR E ESTOCAR AS CEPAS A.T.C.C. ®

 Após a reconstituição incubar o meio inoculado à temperatura e condições adequadas ao Micro-organismo.

 Após 24 horas exatas de incubação, selecionar colônias isoladas e reinocule em quatro placas de ágar sangue carneiro a 5% essas culturas serão denominadas de cultura estoque.

 Dessas quatro placas de ágar sangue carneiro a 5% produza da primeira placa, culturas de trabalho mensal em tubos do tipo ependorf contendo caldo TSB com 10% de glicerol em numero de doze (12 meses do ano), rotule com o nome da cepa ATCC® e o mês utilizado para o trabalho

13/05/2011

(29)

 Das outras 3 plcs produza inóculos espessos em caldo TSB com 10% de glicerol identificando os mesmos com os três anos subseqüentes que serão utilizados (2012, 2013 e 2014), armazenar em freezer com temperatura a - 20ºC.

 Cada tubo mensal denominado de cultura estoque mensal deverá ser reconstituído na primeira semana do mês em uma placa de ágar sangue carneiro a 5%; e este, após o crescimento deverá ser armazenado em 4 unidades de caldo TSB com glicerol a 10% ou ágar Mueller Hinton inclinado entre 2ºC e 8ºC para ser utilizado como cultura de trabalho semanal (identificar nestes tubos as semanas as quais serão destinados seu uso em 1ª, 2ª, 3ª e 4ª semana).

(30)

PRECAUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DO C.Q. USANDO

CEPAS A.T.C.C.®

Atenção

: os testes de controle de qualidade só

poderão ser processados após a obtenção de

colônias jovens com 24

horas de incubação em

atmosfera e meios adequados conforme as

necessidades nutricionais da cepa em teste.

13/05/2011

(31)

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Enterococcus faecalis

ATCC® 29212

Recomendado para teste de diluição e teste de

disco difusão.

Características:

“Sensível” para Vanco bem como para altas doses

de aminoglicosídeos

(32)

CEPAS A.T.C.C.® RECOMENDADAS PELO C.L.S.I. PARA

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Enterococcus faecalis

ATCC ® 51299

Recomendado para teste de diluição e teste de

disco difusão.

Características:

“Resistente” para Vanco bem como para altas

doses de aminoglicosídeos e

Triagem de Vanco em ágar com oxacilina.

13/05/2011

(33)

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Escherichia coli

ATCC ® 25922

Recomendado para teste de diluição e teste de

disco difusão.

Características:

Controle de qualidade geral incluindo controle

para antibiótico beta lactâmicos.

(34)

CEPAS A.T.C.C.® RECOMENDADAS PELO C.L.S.I. PARA

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Klebsiella pneumoniae

ATCC ® 700603

Recomendado para teste de diluição e teste de

disco difusão.

Características:

Controle para teste de beta lactamase de

espectro ampliado.

Controle negativo para teste de Hodge

modificado.

13/05/2011

(35)

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Pseudomonas aeruginosa

ATCC ® 27853

Recomendado para teste de diluição e teste de

disco difusão.

Características:

(36)

CEPAS A.T.C.C.® RECOMENDADAS PELO C.L.S.I. PARA

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Staphylococcus aureus

ATCC ® 29213

Recomendado para teste de diluição e teste de

disco difusão.

Características:

Teste generalizado

13/05/2011

(37)

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Staphylococcus aureus

ATCC® 43300

Recomendado para teste de diluição (MIC)

somente.

Características:

Utilizado junto com o Staphylococcus aureus ATCC

® 29213 para controle dos testes de triagem de

oxacilina em ágar salgado.

(38)

CEPAS A.T.C.C.® RECOMENDADAS PELO C.L.S.I. PARA

ENSAIOS ROTINEIROS NO L.M.C.

Enterococcus faecalis

ATCC ® 29212 ou

ATCC ® 33186

Recomendado para teste de diluição e teste de

disco difusão.

Características:

 Monitoração dos lotes de ágar Mueller Hinton para

níveis insatisfatórios de compostos inibidores de sulfonamidas, trimetropim ou trimetropim-sulfametoxazol.

13/05/2011

(39)

TESTES ROTINEIROS EM GOIÂNIA

Enterococcus faecalis - ATCC ® 29212.

Staphylococcus aureus - ATCC ® 29213.

Escherichia coli - ATCC ® 25922.

Klebsiella pneumoniae - ATCC ® 700603.

(40)

O QUE É AVALIADO NO T.S.A.Q.

Avalia o Padrão de sensibilidade bacteriano frente

a [ ]s pré-estabelecidas de ATBS

Por que realizar o TSQA?

 Orientar terapias

 Adaptar o uso racional para terapia empírica

através da consolidação de dados locais.

13/05/2011

(41)

QUANDO FAZER O T.S.A.Q.

Os testes de sensibilidade são indicados, com

maior freqüência, quando se acredita que o

organismo causador

pertence a uma espécie

capaz de

apresentar resistência

aos agentes

antimicrobianos normalmente usados.

(42)

MÉTODOS PARA REALIZAÇÃO DO T.S.A.Q.

Quantitativo:

 MIC – diluição e ETEST (mcg/mL)

Qualitativo:

 Método KB/dd.  S  I  R 13/05/2011 42

(43)

POR QUE USAR O ÁGAR M.H.;

Dentre os muitos meios disponíveis, o CLSI considera

o ágar M.H. o melhor para testes rotineiros de

sensibilidade contra bactérias não fastidiosas, pelas

seguintes razões:

 Demonstra reprodutibilidade aceitável entre os diferentes

lotes nos testes de sensibilidade.

 Contém baixo teor de inibidores de sulfonamidas,

trimetoprim e tetraciclina.

 Permite crescimento satisfatório dos patógenos não

(44)

USO DO ÁG M.H. ACRESCIDO DE 5% DE SANGUE DE

CARNEIRO DESFIBRINADO

TSQA Condições de

incubação

Obs Cepas ATCC

Streptococcus pneumoniae e outros Streptococcus spp., Temperatura de 35°C ± 2°C Ar ambiente 5% de CO2 20 a 24h Medir a zona de inibição e ignorar a zona de hemólise Streptococcus pneumoniae ATCC 49619 13/05/2011 44

(45)

PREPARAÇÃO DO MEIO M.H.

 O ágar M.H. deve ser preparado a partir de uma base

desidratada disponível comercialmente e conforme as instruções do fabricante.

 O meio ágar deve esfriar a temperatura ambiente e ser

armazenado em geladeira (de 2 a 8°C), exceto quando a placa for usada no mesmo dia.

 As placas devem ser usadas até sete dias após a preparação,

para minimizar o ressecamento do ágar.

 Deve-se examinar uma amostra representativa de cada lote de

placas para confirmar sua esterilidade,mediante a sua incubação a 30-35° C, por 24 h ou mais.

(46)

PH DO MEIO M.H.

 O pH de cada lote de ágar M.H. deve ser verificado quando o meio é preparado.

 O meio ágar deve ter pH entre 7,2 e 7,4 a temperatura ambiente após solidificação.

 Se o pH for demasiado baixo, algumas drogas parecerão ter perdido sua potência (ex., aminoglicosídeos, quinolonas e macrolídeos), enquanto que outros agentes poderão parecer excessivamente ativos (ex., tetraciclinas).

 Se o pH for demasiado alto,efeitos opostos podem ser esperados.

13/05/2011

(47)

PH DO MEIO M.H.

Como aferir o pH do M.H.:

 Macerar uma quantidade suficiente de ágar para

submergir a ponta de um eletrodo do pHmetro.

 Permitir que uma pequena quantidade de ágar

solidifique em torno da ponta de um eletrodo do pHmetro,num béquer ou xícara.

(48)

UMIDADE DO MEIO M.H. NA CONFECÇÃO DO T.S.A.Q

 Se o meio apresentar excesso de umidade na superfície,

as placas devem ser colocadas em uma incubadora (35° C) ou capela de fluxo laminar a temperatura ambiente, com as tampas entreabertas,até que o excesso de umidade superficial evapore (em geral, de 10 a 30 minutos).

 A superfície deverá estar úmida, mas não deverá haver

gotículas de água na superfície do meio ou na tampa da placa de petri quando as placas forem inoculadas.

13/05/2011

(49)
(50)

EFEITOS DA TIMIDINA E TIMINA

 Teores excessivos de timidina ou timina podem reverter

o efeito inibitório das sulfonamidas e do trimetoprim, produzindo, assim, halos de inibição menores e menos nítidos, ou mesmo nenhum halo de inibição, o que pode resultar em relatório de falsa-resistência.

Validar o ágar M.H. com cepa de Enterococcus faecalis

ATCC® 29212 com discos de sulfametoxazol/trimetropim

13/05/2011

(51)

EFEITOS DA TIMIDINA E TIMINA

 Um meio satisfatório fornecerá halos de inibição claros

e nítidos, com diâmetro de 20mm ou mais.

 Um meio insatisfatório não produzirá qualquer halo de

inibição, crescimento dentro do halo, ou um halo com menos de 20mm de diâmetro

(52)

EFEITOS DE VARIAÇÃO NOS CÁTIONS BIVALENTES

 As variações nos cátions bivalentes, Mg++ e Ca++,

afetarão os resultados dos testes dos aminoglicosídeos e da tetraciclina contra cepas de Pseudomonas

aeruginosa.

 Um teor excessivo de cátions reduzirá os tamanhos dos

halos de inibição,

 Enquanto que um baixo teor de cátions pode resultar

em halos de inibição inadmissivelmente grandes.

13/05/2011

(53)

Segundo normas NCCLS

Boletim M100 (S14 ... S21) de

Jan 2004 ... 2011

(54)

ARMAZENAMENTO DOS DISCOS DE

ANTIMICROBIANOS

 Os frascos contendo discos de papel especificamente

preparados para os testes de sensibilidade disponíveis comercialmente, são, em geral, empacotados para assegurar condições anidras apropriadas.

 Refrigerar os recipientes a temperatura de 8°C ou menos,

ou congelar a -14°C ou menos, num congelador comum (não do tipo “frost-free”) até o momento de usar.

13/05/2011

(55)

ANTIMICROBIANOS

 Os pacotes fechados de discos contendo drogas da classe

de ß-lactâmicos devem ser armazenados congelados, com exceção de um pequeno número de discos reservados para o trabalho cotidiano, que pode ser refrigerado durante, no máximo, uma semana.

 Alguns agentes lábeis (ex., combinações de ácido

clavulânico, imipenem e cefaclor) podem manter maior estabilidade quando armazenados congelados até o dia em que forem usados

(56)

ARMAZENAMENTO DOS DISCOS DE

ANTIMICROBIANOS

 Os recipientes fechados de discos devem ser retirados da

geladeira ou congelador uma ou duas horas antes de serem usados, para que se equilibrem em temperatura ambiente antes de serem abertos.

 Apenas os discos dentro do prazo de validade do

fabricante podem ser usados. Os discos devem ser descartados no vencimento

13/05/2011

(57)
(58)

CONTROLE DE TURBIDEZ PARA PREPARAÇÃO DO

INÓCULO

 Como solução padrão para controlar a densidade do

inóculo utiliza-se um controle de turbidez de BaSO4 ou

uma solução semelhante à partículas de látex.

 Solução equivalente à 0,5 de McF:

 Acrescenta-se uma alíquota de 0,5 mL de BaCl2 0.048

mol/L (1,175% w/v BaCl2 • 2H2O) a 99,5 mL de

H2SO4 0,18 mol/L (1% v/v), homogeneizando

constantemente para manter a suspensão.

13/05/2011

(59)

 A densidade correta do controle de turbidez deve ser

verificada usando um espectrofotômetro com fonte de luz e cubeta apropriada para determinar a absorbância.

 A absorbância da solução padrão de McFarland a 0,5

deverá variar de 0,08 a 0,10 utilizando um comprimento de onda de 625 nm

(60)

CONTROLE DE TURBIDEZ PARA PREPARAÇÃO DO

INÓCULO

13/05/2011

(61)
(62)

PREPARAÇÃO DO INÓCULO:

 É uma das etapas mais importantes deste procedimento.

 Existem dois métodos para a preparação do inóculo:

 Método da suspensão direta da colônia (+ recomendado) e  Método do crescimento

13/05/2011

(63)

PREPARAÇÃO DO INÓCULO:

 Método do Cultivo:

 Selecionar 3 a 5 colônias bem isoladas e com o mesmo

perfil morfológico.

 Tocar com a alça a superfície de cada colônia.  Transferir a um tubo contendo 4 a 5 ml de TSB .

 Incubar a 35 ºC, até que o caldo atinja turbidez de 0.5 de

McF.

 Ajustar o crescimento com salina ou TSB, caso haja

necessidade.

 Pode-se utilizar espectrofotômetro ou linhas negras em

(64)

 Método Direto:

 Pode-se padronizar o inóculo, preparando-se uma

suspensão direta em caldo ou solução salina

 Selecionar 3 a 5 colônias bem isoladas e com o mesmo

perfil morfológico, de crescimento entre 18 e 24 hs e de meio não-seletivo

 Tocar com a alça a superfície de cada colônia.  Transferir a um tubo contendo 4 a 5 ml de salina.

 Esta suspensão deverá ser ajustada com 0.5 de Mc

Farland, através de linhas negras em fundo branco ou espectrofotometria.

PADRONIZAÇÃO PARA O INÓCULO:

13/05/2011

(65)
(66)

CONFECÇÃO DO INÓCULO:

13/05/2011

(67)
(68)

REALIZAÇÃO DO T.S.A.Q.:

 Durante os 1ºs 15’ proceder da seguinte forma:

 Introduzir um SWAB de algodão estéril na suspensão,

espremer contra a parede do tubo de ensaio para retirar o excesso do líquido.

 Na superfície seca do Ágar, inocular passando o SWAB por

toda a superfície conforme o método de varredura.

 Repetir o procedimento anterior por mais 2 vezes em

sentidos diferentes ao inicial,

 Deixar a placa entreaberta por até 5’, mas nunca além de

15’.

 Aplicar então os discos na placa para testar a

susceptibilidade frente aos agentes antimicrobianos padronizados previamente.

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(69)
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REALIZAÇÃO DO T.S.A.Q.:

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(71)
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REALIZAÇÃO DO T.S.A.Q.:

13/05/2011

(73)

APLICAÇÃO DOS DISCOS DE ANTIMICROBIANOS:

 Pode ser utilizado a disposição manual (pinça) e com o

auxílio de dispensadores automáticos.

 Cada disco deverá ser colocado sobre o Ágar inoculado

previamente de forma asséptica e dentro da câmara de fluxo laminar.

 Pressionar cada droga com a pinça devidamente

flambada para que haja contato completo com o Ágar e difusão da droga (caiu... deixou).

(74)

 Colocar os discos a uma distância mínima entre eles aproximadamente esta distancia deverá ser 24 mm (de centro de um ao centro do outro).

 As drogas difundem-se rapidamente, portanto, nunca deve-se remover discos no meio caso tenham sido inoculdados por engano.

 O limite de discos em cada placa é:

 12 discos em placas de 150 mm (140)  5 discos em placas de 100 mm (90)

APLICAÇÃO DOS DISCOS DE ANTIMICROBIANOS:

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APLICAÇÃO DOS DISCOS DE ANTIMICROBIANOS:

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(77)
(78)

 Colocar as placas em estufa de forma invertida

 Incubar a 35ºC, dentro de 15’ após aplicação dos discos

 Incubar à atmosfera ambiente caso aplicável.

Haemophilus spp., Neisseria spp., Streptococcus spp.;

incubar em meios, temperaturas e condições ideais

INCUBAÇÃO DOS TESTES DE S.A.Q.:

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Enterobactérias 35 C 2 C Ar ambiente, 16 a 18 horas XXX E. coli ATCC 25922 P. aeruginosa Acinetobacter spp., XXX Incubar o teste de PA isolada de pacientes com fibrose cística por

24h E. coli ATCC 25922 P. aeruginosa ATCC 27853 Burkholderia cepacia e Stenotrophomonas maltophilia 35 C 2 C Ar ambiente, 20 a 24 horas Outros BGNNF – testar pelo método

de diluição E. coli ATCC 25922 P. aeruginosa ATCC 27853 Staphylococcus spp., e Enterococcus spp., 35 C 2 C Ar ambiente, 16 a 18 horas

O teste para OXA e VAN deve ser incubado por 24 h

Staphylococcus aureus

(80)

INCUBAÇÃO DOS TESTES DE S.A.Q.:

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LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

Após 16 a 18 hs de incubação, deve-se examinar em

cada placa:

Zonas de inibição obtidas, que deverão ser

uniformemente circulares e uma camada de cultivo

homogênea fora das áreas de sensibilidade.

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LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

 Sensível:

 Implica que o isolado é inibido por [ ]s usuais de ATBs

quando a dose recomendada é utilizadaem função do local de infecção

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LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

13/05/2011

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LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

 Intermediário:

 Implica eficácia clínica em sítios corporais onde as drogas

estão fisiologicamente [ ]s, ou quando uma dose maior que a usual poderá ser utilizada

(86)

LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

 Resistente:

 Implica que o isolado não será inibido pela [ ] sistêmica

usualmente alcançada pelo agente antimicrobiano

 Resultados, neste intervalo, possuem grande chance de

apresentar MR

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Se houverem

colônias

isoladas

fora

das áreas de

sensibilidade, significa que o

inóculo foi pobre

demais

e a prova deverá ser repetida.

Medem-se então, os diâmetros dos halos,

determinados ocularmente incluindo o diâmetro do

disco

(88)

LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

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LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

 As zonas devem ser medidas até o milímetro mais

próximo, utilizando-se uma régua, ou outro elemento de medida (halômetro).

Se os organismos testados forem Staphylococcus aureus

ou Enterococcus spp., deve-se incubar por 24 hs e realizar leitura contra a luz para visualizar se existe colônias resistentes à vancomicina e oxacilina.

 Qualquer crescimento na zona de inibição indica

(90)

LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

13/05/2011

(91)

A margem da zona de inibição deverá ser

caracterizada como a área que não apresenta

evidência visível de crescimento

Desprezar crescimentos pobres, como colônias

pequenas que só podem observar-se com lentes de

aumento e que estão fixadas ao final da zona de

inibição do cultivo

(92)

LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

As colônias que

crescerem dentro

da área de inibição

deverão ser

re-isoladas

,

re-plaqueadas

e

re-identificadas

para que sua administração não

confunda com um halo de Resistência.

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(93)

LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

As cepas de Proteus spp., podem invadir as zonas de inibição,

sendo que uma fina camada de crescimento dentro da zona deve ser desprezada.

 Nos meios com sangue, deverá medir-se a zona de inibição de

(94)

LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

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LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

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LEITURA E INTERPRETAÇÃO:

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