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(1)

TÓPICOS EM SISTEMAS DE

INFORMAÇÃO I

Aula 02 – Fundamentos em Gerenciamento de

Serviços de TI

(2)

INTRODUÇÃO AO CENÁRIO

Antes

Algumas organizações conseguiam manter-se sem o apoio

da TI.

Hoje:

 A TI é um fator crítico de sucesso para a organização;

 Em vários casos, a TI torna-se o diferencial competitivo da

empresa.

 Alguns ramos que não existem sem o apoio da TI: bancos,

(3)

INTRODUÇÃO AO CENÁRIO

Com o aumento da importância da TI, as empresas

começaram a enfrentar vários desafios:

 Alinhamento dos serviços de TI com as necessidades atuais e

futuras do negócio;

 Ambientes de TI cada vez mais complexos;

 Dependência da TI para o negócio;

Redução de custos e riscos;

Justificativa para retorno sobre os investimentos em TI;

 Conformidade com leis e regulamentos;

(4)

INTRODUÇÃO AO CENÁRIO

Várias frameworks de processos e melhores práticas

foram criados para atender a esse cenário:

(5)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

Introdução

 É um conjunto formado por pessoas, processos e

ferramentas que cooperam para assegurar a qualidade dos serviços, com suporte a níveis de serviços acordados previamente com o cliente.

(6)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

 Processos

 Atividades agrupadas em processos são mais fáceis de controlar através de métricas para o acompanhamento de performance.

 Processos devem ser bem definidos para que sejam passíveis de controle.

Tecnologia

 É utilizada para prover serviços com maior automação das atividades.

 Pessoas

 É quem executa as atividades;

(7)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

 Por que adotar o Gerenciamento de Serviços?

 Muitos dos benefícios de um programa de Gerenciamento de Serviços

acontecem a longo prazo, mas também existem benefícios em curto prazo.

1. Melhor qualidade no serviço, com um suporte mais confiável; 2. Segurança e confiança da continuidade dos serviços de TI; 3. Visão mais clara da capacidade atual;

4. Fornecimento de informações gerenciais para acompanhamento de

desempenho, possibilitando traçar melhorias.

5. Equipe de TI mais motivada: conhecendo a carga de trabalho é possível

gerenciar melhor as expectativas.

6. Maior satisfação para os clientes e usuários, entregando o serviço com mais

qualidade e rapidez.

7. (Em alguns casos) Redução de custos: a partir do melhor planejamento e

controle dos processos internos é possível otimizar os custos operacionais.

8. Maior agilidade e segurança para realizar as mudanças propostas pelo negócio.

Com processos definidos e controlados é mais fácil implementar várias mudanças simultaneamente.

(8)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

Conceito de Serviço

Conjunto de componentes relacionados fornecidos para

suporte a um ou mais processo de negócios.

Exemplos:

 Um sistema de faturamento é fornecido usando uma base

Oracle e uma rede;

 E-mail utiliza recurso de rede, servidor e link internet.

Serviço x Recurso de TI

(9)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

Conceito de Processo

Um conjunto de atividades inter-relacionadas com um

objetivo especifico.

Possui entradas de dados, informações e produtos para,

através da identificação dos recursos necessários ao

processo, transformar estas entradas nos objetivos

previstos.

(10)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

Diferença entre Cliente e Usuário

Cliente:

é aquele que paga pelos serviços de TI. Se a TI

for um departamento interno de uma empresa, os

clientes serão as unidades de negócio da empresa. No

caso de um prestador de serviços, os clientes são as

empresas atendidas.

Usuário:

Pessoa que usa os serviços de TI no dia-dia. Um

departamento de contabilidade, por exemplo, poderá ter

vários usuários dos serviços de TI.

(11)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

Melhoria contínua

O gerenciamento de serviços deve ter um programa de

melhoria contínua.

Deve-se traçar uma visão que inclua objetivos, metas e

métricas.

A cada ciclo devem ser traçados os objetivos que se

espera atingir em determinado prazo, sendo avaliados

continuamente os processos e adaptando-os para obter a

melhor eficiência e eficácia nos resultados.

(12)

FUNDAMENTOS EM GERENCIAMENTO

DE SERVIÇOS DE TI

(13)

INTRODUÇÃO À ITIL

É uma biblioteca composta das boas práticas para

Gerenciamento de Serviços de TI.

Modelo mais utilizado quando se trata de suporte e

entrega de serviços de TI.

Foi desenvolvida inicialmente pela CCTA(Agência

Central de Computação e Telecomunicação) e agora

está sob o domínio do OGC(Ministério de Comércio do

Reino Unido).

(14)

INTRODUÇÃO À ITIL

Inicialmente (em 1980) a biblioteca ITIL tinha como

objetivo melhorar os processos de TI do governo

britânico.

Empresas e outras entidades do governo perceberam

que as práticas sugeridas poderiam ser aplicadas

também em seus processos de TI, e em 1990 a ITIL

acabou se tornando um padrão de fato.

Mais de 10.000 empresas no mundo já adotaram as

melhores práticas da ITIL.

(15)

INTRODUÇÃO À ITIL

As boas práticas da ITIL têm como objetivos:

Servir de inspiração para melhorar seus processos de TI;

Sugerir onde é possível chegar, pois outras empresas já

conseguiram resultados positivos;

 Sugerir para que servem os processos e práticas;

(16)

INTRODUÇÃO À ITIL

Porque adotar a ITIL?

É um modelo não-proprietário – Independe da plataforma

tecnológica;

Não é um modelo prescritivo – é flexível, deve ser adotada e

adaptada;

Fornece as boas práticas e as melhores práticas – a empresa

ganha tempo;

Ajuda a atender os requisitos da ISO/IEC 20000 – empresas

que adotam a ITIL estarão alinhadas com os requisitos dessa norma, que é o padrão internacional de Gerenciamento de Serviços de TI.

(17)
(18)

ESTRUTURA DA ITIL

A ITIL define os objetivos e atividades, e as entradas e

saídas de cada um dos processos encontrados em

uma organização de TI.

É baseada na necessidade de fornecer serviços de

alta qualidade, com ênfase no serviço e seu ciclo de

vida.

Originalmente, a ITIL era formada por um grande

conjunto de livros e cada um deles descrevia uma

área especifica de manutenção e operação da

infraestrutura de TI.

(19)

ESTRUTURA DA ITIL

A ITIL V2, lançada em 2000, foi resumida em 7 livros

princiapais:

(20)

ESTRUTURA DA ITIL

A ITIL V2 foi considerada um conjunto de livros sem

conexões apropriadas.

O grande público de TI lia apenas os dois livros

principais: Suporte ao Serviço e Entrega do Serviço, o

que não bastava.

Se você não planeja, se não antecipa as demandas, você vai

ter uma TI muito reativa, fazendo com que as informações sejam sempre enviadas tarde demais.

Os livros da ITIL V3 fazem parte do ciclo de vida do

serviço.

(21)
(22)

ITIL V2 X ITIL V3

As principais mudanças em relação a V2 são:

Abordagem baseada no ciclo de vida dos serviços;Visão integrada de TI, negócios e fornecedores;

Pode-se dividir o ciclo de vida dos serviços em três

grupos:

Análise de requisitos e definição inicial;

 Livros de Estratégia e Desenho.

 Migração para o ambiente produtivo/operacional;

 Livro de Transição.

Operação e melhoria em produção;

(23)

LIVROS ITIL V3

 Estratégia

Identifica requisitos e necessidades de negócio, que são acordados e documentados em um SLP (service level package).

 Desenho

A partir do requisito concebe a solução, em todos os seus aspectos, que são documentados em um SDP (service design package). O SDP é um documento de especificações e características dos serviços.

 Transição

Implementação em produção. Tal implementação é testada e acompanhada, bem como validada.

 Operation

 serviço é mantido em operação/funcionamento de acordo com os níveis de serviço (SLAs) estabelecidos para gerar os resultados esperados.

 Continual Service Improvement

(24)

ESQUEMA DE QUALIFICAÇÃO

PROFISSIONAL DA ITIL V3

(25)

ESQUEMA DE QUALIFICAÇÃO

PROFISSIONAL DA ITIL V3

1.

Nível Fundamentos

 É o curso introdutório.

Voltado para profissionais de TI que precisam ter conhecimentos

básicos da ITIL, sua terminologia, princípios e conceitos básicos e entendimento abrangente das práticas de Gerenciamento de Serviços de TI.

2.

Nível Intermediário

É dividido em duas áreas: Ciclo de Vida e Habilidade.

 Ciclo de Vida – voltados para quem quer ter um entendimento do ciclo de

vida do serviço e seus estágios, com foco mais gerencial.

 Habilidade – orientado para processos, funções e papéis dentro de uma

organização de TI.

3.

Gerenciamento Através do Ciclo de Vida

 Curso direcionado para gerentes de serviço.

Precisa ter 17 créditos acumulados e o curso junto com a

(26)

ESQUEMA DE QUALIFICAÇÃO

PROFISSIONAL DA ITIL V3

4.

Nível Avançado

Certificação ITIL V3 Expert

 Ao acumular o mínimo de 22 créditos nos módulos anteriores o profissional recebe esse certificado.

Certificação ITIL Master

 Certificação voltada para pessoas experientes no mercado, tipicamente especialistas, consultores, gerentes ou executivos seniores, com 5 anos ou mais de experiência relevante.

 Candidatos a esta certificação precisam elaborar uma proposta de adoção da ITIL em uma situação real. Se a proposta for aprovada, ele terá que defendê-la para uma banca.

(27)
(28)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Objetivo:

Desenvolvimento

de

estratégias

e

modelos

organizacionais baseados em serviços. Envolve:

 Quais serviços devem ser oferecidos e para quais clientes;  Como criar valor para os clientes;

 Como fazer que percebam o valor criado;

 Como desenvolver planos de negócio de modo a obter

capacidades e recursos necessários aos serviços;

 Como otimizar a alocação de recursos;  Como medir o desempenho dos serviços.

(29)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Conceitos importantes:

Competitividade: serviços operam em mercados

competitivos; portanto é necessária uma estratégia de terceirização e provimento dos serviços.

4 P’s:

 Perspectiva – direcionamento, visão estratégica da organização

sobre o mercado;

 Posição – como o mercado enxerga a organização, daqui derivam

estratégias de diferenciação;

 Plano – traduz a estratégia para a produção/operação;

 Padrão – descreve características essenciais dos serviços,

(30)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Fatores críticos de sucesso:

São identificados e revisados periodicamente;

Garantem a adequação do portfólio de serviços à estratégia;

Contabilidade orientada a serviços

Forma de alinhar a Gestão de TI à Gestão Financeira;

No Itil V3 a gestão financeira não é mais apenas um

balizador do SLA, é parte da estratégia, pois deve demonstrar o valor da TI para o negócio.

(31)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Valor do serviço

É a combinação da utilidade + garantia, que devem

crescer/avançar proporcionalmente.

1. Utilidade – adequada ao propósito. Suporta o desempenho ou

remove barreiras.

2. Garantia – adequado ao uso. Disponibilidade, Capacidade,

Continuidade e Segurança (DCCS).

 O Service Level Package (SLP) deve descrever os requisitos

de Utilidade + Garantia para criação de valor para o negócio.

(32)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Tipos de provedores de serviço

Tipo 1 – interno, atende a uma unidade de negócio apenas.

 Vantagem: atendimento dedicado às necessidades de negócio.  Desvantagem: duplicação de esforços.

Tipo 2 – interno, atende a várias unidades de negócio.

 Vantagem: padronização e redução de custos.

 Desvantagem: maior exposição à ameaças de substituição por provedores externos.

Tipo 3 – externo, atende à várias organizações.

 Vantagem: acesso facilitado a melhores práticas de mercado, manutenção do foco da organização no próprio negócio.

 Desvantagem: negócio passa a depender de terceiros, além de dificuldade em alcançar vantagens competitivas.

(33)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Ativos de serviço

Incluem qualquer coisa que possa contribuir para a entrega

de um serviço;

 Ativos podem ser:

 Habilidades – diferenciam os serviços providos pelas

organizações.

 Gerenciamento, Organização, Processos, Conhecimento, Pessoas.

 Recursos – são necessários para que as organizações façam

plenamente seu trabalho.

(34)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Geração da Estratégia

Trata da definição do mercado a ser atendido, das ofertas

para esse mercado e dos ativos a serem utilizados para isso;

 Cuida da preparação, da organização para execução da

estratégia.

Gestão Financeira

 Atividades de orçamentação, contabilização e cobrança;

 Realiza quantificação do valor do serviço e dos ativos, em

termos de TIR(Taxa Interna de retorno), ROI(Retorno sobre o Investimento), etc.

Gerente Financeiro: é o responsável por lidar com custos,

acordar valores, participar na modelagem da demanda, além de manter conformidade com marcos regulatórios financeiros.

(35)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Gerência de Portfólio

Portfólio de serviços não é catálogo de serviços. Ele fornece

informações sobre todos os serviços através do ciclo de vida.

A partir do portfólio é possível saber o que está na fila para

desenvolver (funil de serviço), o que está em operação (catálogo de serviço), o que deve ser aposentado ou já foi retirado do portfólio (serviços obsoletos).

Descreve os serviços em termos de valor para o negócio,

definindo as necessidades do negócio e as soluções do provedor para elas.

É o processo que: Define (constrói e atualiza), Analisa

(alinhamento, priorização e balanceamento), Aprova

(autorização de serviços e recursos) e Contrata (comunicação e alocação.) a partir da estratégia de serviço.

(36)

1- ESTRATÉGIA DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Gestão de Demandas

Tem o objetivo de entender e influenciar as demandas de

clientes pelos serviços e a provisão de capacidade para atendimento às demandas.

No plano estratégico, este processo faz a análise de padrões

de negócio e perfis de usuário. No plano tático, define o uso de mecanismos de diferenciação (cobrança, nível de serviço) para encorajar o uso adequado dos serviços.

 O resultado desse processo é o SLP (SERVICE LEVEL

PACKAGE), que define o valor dos serviços em termos de utilidade e garantia.

(37)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Objetivos desta etapa:

 Desenho e evolução de serviços para atender requisitos

atuais e futuros do negócio;

 Traduz o SLP em um conjunto de especificações;

 Produz e mantém planos, processos, políticas, padrões e

arquiteturas para criação dos serviços;

 Desenha serviços que forneçam resultados adequados ao

negócio;

 Desenha processos para suportar o ciclo de vida dos

serviços;

 Desenvolve habilidade e capacidades de TI;

 Desenha recursos seguros e resilientes de infra, ambiente,

aplicações e dados;

(38)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Esta fase desenha serviços de TI apropriados e

inovadores, incluindo suas arquiteturas, processos,

políticas e documentações, de modo a suprir atuais e

futuros requisitos de negócio.

Esta etapa deve envolver outras gerências, caso

necessário, tais como de Capacidade, Financeira,

Fornecedores, além de funções como Service Desk.

Devem ser feitas também as avaliações iniciais de

análise de impacto do negócio e análise de risco.

(39)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

4 P’s:

Pessoas – é preciso determinar os papéis das pessoas nos

processos;

 Produtos – determinar os produtos (serviços, tecnologias e

ferramentas);

 Processos – definir os processos;

 Parceiros – estabelecer os parceiros, fornecedores e

(40)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Atividades:

Eng. De Requisitos do negócio;

Desenvolvimento de solução, processos e métricas;

Produção e revisão de documentos e processos;

Produção e manutenção de políticas;

Gerenciamento de riscos;

(41)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Os cinco aspectos mais importantes do Desenho de

Serviço são:

Identificação dos requisitos de negócio, definição dos

requisitos do serviço e Desenho do Serviço;

Consulta constante ao Portfólio de Serviços;

Desenho da Arquitetura e da Tecnologia;

Desenho do processo, especialmente os necessários para

transição, operação e melhoria continuada;

Desenho de métricas de medição – velha máxima de que

(42)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

CONCEITOS

Opções de fornecimento de serviços:

Quando uma empresa não tem todas as habilidades

necessárias, o ITIL sugere a terceirização utilizando uma das seguintes estratégias:

 In-sourcing – a empresa desenvolve todas as habilidades

necessárias. O custo é maior;

 Outsourcing – usa recursos de uma organização externa. Pode ser

muito vantajoso se serviços comuns estiverem nesse regime (Ex.: impressão);

 Co-sourcing – combinação dos dois anteriores.

 Parceria ou mult-sourcing – organizações fazem arranjo formal

(43)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Gerenciamento do Catálogo de Serviço (CAT)

 Atua como fonte centralizada de informações consistentes sobre

todos os serviços acordados, e assegurar que ele esteja amplamente disponível para quem tem autorização para acessá-lo.

Tem como meta assegurar que o catálogo seja produzido e

mantido.

 As informações sobre o serviço deve conter:  Detalhes;

 Status;

 Interfaces; e

 Dependências atuais.

Gerente de Catálogo de Serviço – produz e mantém o catálogo. Um

forte candidato a assumir esta função é o Gerente Central de Serviços, pelo bom relacionamento com os clientes da TI.

(44)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

 Gerenciamento de Nível de Serviço (NIV)

Tem o objetivo de garantir que os serviços e seu desempenho são medidos de forma consistente por toda a organização e que atendem às necessidades de clientes e negócio.

Este processo depende de informações advindas da Estratégia de Serviço.

O nível de serviço deve ser acordado antecipadamente para que todos concordem em alcançá-lo.

Os contratos com fornecedores devem ser revisados sempre para garantir que as metas estão sendo cumpridas.

Gerente de Nível de Serviço – responsável por identificar, entender e documentar os requisitos de serviço atuais e futuros, negociar acordos, avaliar impactos dos níveis de serviço, além de medir e analisar a melhoria de satisfação do cliente.

(45)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Gerenciamento da Disponibilidade (DISP)

Processo responsável por concentrar questões relacionadas

à disponibilidade de serviços, componentes e recursos e garantir que as metas de disponibilidade em todas as áreas sejam alcançadas.

 O Gerenciamento da Disponibilidade não trata só de

planejamento, mas também de aspectos reativos (análise de indisponibilidade) e proativos (melhoria de disponibilidade).

Gerente de Disponibilidade – deve garantir que serviços

atuais entregam os níveis de disponibilidade acordados e que os novos serviços são desenhados para entregar o nível de disponibilidade requerido.

(46)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Realiza a gestão da disponibilidade, confiabilidade,

sustentabilidade e funcionalidade,

 Disponibilidade – refere-se à habilidade do item em executar sua função acordada quando requerida;

 Confiabilidade – é a medida de quanto tempo o item pode executar sua função sem interrupção;

 Sustentabilidade – mede a velocidade com que o item consegue ser restaurado para o seu estado normal após uma falha. É necessário que a equipe entenda da tecnologia ou serviço utilizado;

 Funcionalidade – é a habilidade de um fornecedor em atender os termos de seu contrato, como em casos de produtos suportados pelos seus fabricantes, onde a TI deverá ter habilidade de obter esse serviço.

(47)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Gerenciamento de Capacidade (CAP)

 Assegura que a capacidade da infraestrutura de TI esteja alinhada

com as necessidades do negócio além de manter os níveis de entrega de serviços requisitados a um custo acessível.

 Faz a gestão da capacidade de negócio (requisitos futuros), de

serviço e dos componentes ao longo de todo o ciclo de vida dos serviços.

 É o processo responsável por fazer o balanceamento entre custo x

capacidade e fornecimento x demanda.

Gerente de Capacidade – responsável por garantir capacidade

adequada, bem como configurar um monitoramento de níveis através de relatórios.

(48)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Gerenciamento de Continuidade de Serviço (CONT)

Tem o objetivo de manter continuamente a capacidade de

recuperação dos serviços de TI, de modo a atender as necessidades, requisitos e prazos de negócio.

Mantém a continuidade através de:

 Planos;

 Análises de impacto;  Avaliações de risco;

 Aconselhamento das áreas de negócio;  Medidas proativas; e

 Negociação de contratos junto ao Gerenciamento de

(49)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

 Investiga, desenvolve e implementa opções de recuperação

de serviços quando ocorrer uma interrupção grave.

Deve assegurar que os requisitos técnicos de serviços e de

estrutura de TI possam ser reiniciados dentro de escalas de tempo requeridas e acordadas.

Gerente de Continuidade de Serviço – faz a gestão das

mudanças que possam impactar na continuidade, testes de continuidade, além da manutenção da continuidade do serviço.

 Principais produtos desse processo: Planos de prevenção de

(50)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

 Gestão de Segurança da Informação (SI)

Tem o objetivo de alinhar a segurança de TI à do negócio e garantir

que a segurança da infraestrutura seja gerenciada eficazmente em todos os serviços e atividades.

 Aponta um ciclo para a gestão de segurança da informação:

 Controlar;  Planejar;  Implantar;  Avaliar; e  Manutenção.

Gerente de Segurança – Responsável por atender aos objetivos deste

processo, cuidar da Política de SI como um todo e garantir que ela seja adequada e seguida por todos.

(51)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Gerenciamento de Fornecedor (FOR)

Gerencia fornecedores e seus serviços de acordo com as

metas dos serviços de TI e as expectativas do serviço.

 Melhora a consciência da entrega dos serviços fornecidos

por parceiros e fornecedores externos de modo a beneficiar o negócio e a organização.

Gerente de Fornecedor – assiste o desenvolvimento de

contratos, acordos e demais documentos com terceiros. Mantém e revisa o Banco de Dados de Fornecedores e Contratos, avalia e adquire novos contratos e fornecedores.

Principal produto desse processo: Base de Dados de

(52)

2- DESENHO DE SERVIÇOS -

PROCESSOS

Outros papéis no Desenho de Serviços:

Gerente de Desenho de Serviço - coordena os gerentes dos

processos para a produção de desenhos de serviços de qualidade.

 Arquiteto de TI - coordena o desenho de tecnologias,

arquiteturas, estratégias e planos.

Saída da etapa de Desenho do Serviço

É o SDP – Service Design Package, um documento de

(53)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

Fase que tem o propósito de gerenciar mudanças nos

serviços e implantar liberações de serviços.

Esta fase tem como objetivo:

Planejar e gerenciar os recursos;

Assegurar o menor impacto possível nos serviços;

Aumentar a satisfação dos clientes, usuários e equipe de

suporte;

 Fornecer um plano compreensivo e claro para que os

(54)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

É o processo que faz a transição entre o Desenho e a

Operação.

Deve implantar os serviços em produção com base

nas especificações produzidas pelo estágio de

Desenho.

Este processo requer a compreensão de:

Potencial de criação de valor para o negócio;

 Partes interessadas, tais como fornecedores, clientes e

(55)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

Princípios básicos:

Compreensão integral dos serviços (natureza, Utilidade e

Garantia);

 Estabelecer política e método para implementar mudança;

 Foco na transferência de conhecimento para tomada de

decisão e execução dos processos;

 Ação proativa para correção dos rumos;

(56)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

Alguns conceitos importantes:

Item de configuração - é um ativo, um componente de serviço

ou qualquer outro item sob controle do processo de Gerenciamento de Configuração (hardware, software, documentação, equipe).

Banco de Dados de Gerenciamento de Configuração (BDGC)

– é onde ficam as informações sobre os itens de configuração.

Sistema de Gerenciamento de Configuração (SGC) – sistema

de suporte utilizado para gerenciar serviços de TI. Possui quatro camadas:

 Camada de apresentação;

 Camada de processamento de conhecimento;  Camada de integração de informação; e

(57)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

Sistema de Gerenciamento do Conhecimento de

Serviço (SGCS) – conjunto de dados em base central. São

as informações que suportam a tomada de decisões.

Biblioteca de Mídia Definitiva (BMD) – é uma biblioteca

segura que armazena cópias-mestre de versões autorizadas e definitivas de itens de configuração (softwares). Pode conter mídias físicas (cds/dvds).

Mudanças de Serviço – mudança em um serviço existente ou

uma introdução de novo serviço no ambiente de produção. Podem ser de três tipos:

 Padrão – mudança que já foi autorizada anteriormente;

 Normal – mudança que foi levantada a partir de uma pessoa e

precisa passar por um processo de autorização; e

(58)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

7 Rs do Gerenciamento de Mudança

Quem submeteu a mudança? (Raise)Qual é a razão da mudança? (Reason)

Qual é o retorno requerido a partir da mudança (Return)Quais são os riscos envolvidos na mudança? (Risks)

Quais os recursos necessários para entregar a mudança?

(Resources)

 Quem é o responsável por construir, testar e implantar a

mudança? (Responsible)

 Qual é a relação entre esta mudança e outras mudanças?

(59)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

Unidade de Liberação – é a porção de um serviço

ou infraestrutura de TI que é normalmente liberada de

acordo com a política de liberação da organização.

O modelo V de Serviço - é uma ferramenta para

mapear os diferentes níveis de configuração que

precisam ser construídos e testados. Na vertical estão

os níveis, partindo da especificação e chegando ao

detalhamento, enquanto na horizontal podem ser

especificadas atividades correspondentes, tais como

testes e validações.

(60)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Gerenciamento de Mudança (aplicável a todo o ciclo de vida)

Tem o objetivo de assegurar que mudanças são feitas de forma

controlada, e são avaliadas, priorizadas, planejadas, testadas, implementadas e documentadas.

 Cobre as mudanças desde a base de ativos de serviços e itens de

configuração até o completo ciclo de vida do serviço.

 Requisições de mudanças – são requisições formais para mudar um ou

mais Itens de Configuração.

 Comitê Consultivo de Mudanças – reúne pessoas que autorizam a

mudança e auxiliam na sua avaliação e priorização.

 Gerente de mudança – trata as mudanças em todo o seu ciclo,

(61)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

 Gerenciamento da Configuração e de Ativo de Serviço (Conf) –

realizado durante todo o ciclo de vida dos serviços

 Este processo identifica, controla e presta conta por ativos de

serviços e itens de configuração protegendo e garantindo sua integridade ao longo do ciclo de vida.

 Conceitos básicos:

Biblioteca segura – coleção de Ics de software, eletrônicos ou documentos.Armazém seguro – é o local onde se armazenam os ativos de TI.

Biblioteca de mídia definitiva – biblioteca segura na qual versões de software

autorizadas são armazenadas.

Peças Definitivas – armazena peças sobressalentes de hardware, como mouse,

teclados, memória.

Linha de Base de Configuração – é a configuração aprovada de um serviço,

produto ou infraestrutura.

Podemos ter nesse processo: Gerente de Ativos de Serviço, Gerente

(62)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Gerenciamento do Conhecimento – aplicável a todo o

ciclo de vida

Tem o objetivo de garantir que a pessoa certa tenha o

conhecimento certo, no momento certo, para entregar e suportar os serviços requeridos.

 Trata o conhecimento como forma de prover serviços

(63)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Planejamento e Suporte da Transição

Tem como foco a melhoria das habilidades do provedor de

serviços, de modo a suportar grandes volumes de mudanças e liberações de serviços.

Objetivos:

 Planejar e coordenar recursos para garantir que os requisitos

codificados no desenho do serviço sejam realmente atendidos durante a operação do serviço.

 Identificar, gerenciar e controlar os riscos de falhas e interrupção

(64)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Gerenciamento de Liberação e Implantação (LIB)

Este processo faz o controle de versões e controla a

instalação de software, hardware e outros componentes de infraestrutura, do ambiente de desenvolvimento ao ambiente de teste e depois para o ambiente de produção.

Não desenvolve a mudança, apenas sua liberação.

Liberações são planejadas e este processo deve atender até

(65)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

 Opções mais freqüentes para o lançamento de liberações:

Por fase – a liberação é feita para partes de usuários.

Empurrada – o componente do serviço é implantado a partir da

área central para usuários em localizações remotas.

Puxada – os usuários devem trazer pra si as atualizações, através

de downloads ou requisições.

Automatizada – tratam de scripts de atualização que rodam em

cada máquina, através de um comando central, por exemplo.

Manual – requer intervenção em cada máquina.

Gerente de liberação e implantação – responsável por

planejar, desenhar, construir, configurar e testar os novos softwares e hardwares para criar o pacote de liberação para a entrega de mudanças nos serviços.

Equipe de Implantação – responsável pela entrega física do

(66)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Validação de Serviço e Testes (VAL)

Procura evidências de que o serviço novo ou alterado

suporta os requisitos de negócio, incluindo os SLAs estabelecidos.

Deve verificar se o serviço esta dentro dos níveis de risco

aceitos pelo negócio.

Foco em funcionalidade, disponibilidade, continuidade,

(67)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Avaliação (AVAL)

Tem o objetivo de garantir que o serviço continue sendo

relevante, pelo estabelecimento de métricas/mensuração apropriados.

Avalia a relevância do desenho do serviço, da abordagem de

transição e da adequação do serviço novo ou alterado aos ambientes operacionais e de negócios

.

(68)

3- TRANSIÇÃO DE SERVIÇO –

ATIVIDADES OPERACIONAIS

O ITIL V3 trata a Transição como se fossem projetos.

Portanto, as seguintes atividades são importantes:

Gestão de comunicação e compromissos;

Gestão de mudanças organizacionais e de partes

interessadas;

 Organização de papéis e responsabilidades pela transição de

serviços;

 Não são necessárias equipes exclusivas à transição, mas sim

pessoas aproveitadas de outras áreas com experiência e habilidades adequadas.

(69)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

Tem o objetivo de garantir que será entregue aos

clientes e usuários os níveis de serviço acordados.

Deve

gerenciar

as

aplicações,

tecnologia

e

infraestrutura que suportam a entrega do serviço.

É o único estágio em que os serviços efetivamente

entregam valor ao cliente.

(70)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

OBJETIVOS CONFLITANTES

Visão interna (TI) x Visão externa (negócio): a visão técnica

não deve se sobrepor aos requisitos de qualidade dos usuários;

Estabilidade x Tempo de atendimento: a infraestrutura deve

ser estável mas também flexível para se adaptar a mudanças de requisitos;

Qualidade x Custo do serviço: os serviços devem atender os

SLAs estabelecidos ao menor custo possível e com uso otimizado dos recursos;

Atividades reativas x Proativas: é importante agir

proativamente antecipando-se a possíveis problemas, desde que isso não implique mudanças excessivas ou perda da capacidade de reação.

(71)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

CONCEITOS

 Conceitos básicos

Requisição de serviço – é um pedido de informação para uma mudança

ou para acessar um serviço de TI.

Evento – é uma mudança de estado significativa para um IC ou

serviço.

Incidente – interrupção inesperada ou redução na qualidade de um

serviço de TI.

Problema: é a causa de um ou mais incidentes.

 Papel da comunicação

A comunicação entre as equipes de TI, departamentos, usuários,

clientes é primordial na Operação de Serviço.

Uma política de comunicação em cada equipe ou departamento e para

cada processo deve ser estabelecida.

(72)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Gerenciamento de Incidente

Tem o propósito de restaurar o serviço ao normal o mais rápido

possível, além de minimizar o impacto adverso no negócio.

Incidentes geralmente são detectados por usuários ou pelo

Gerenciamento de Eventos.

 Todos os incidentes devem ser priorizados de acordo com a

urgência e o impacto para o negócio.

 Se um incidente não puder ser resolvido imediatamente, ele

poderá ser escalado de duas formas:

 Escalação funcional – o incidente é passado para uma equipe técnica de

suporte com habilidades apropriadas.

(73)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

 Antes de fechar um incidente a Central de Serviços deve

assegurar que o usuário está satisfeito com a resolução dada.

 É indispensável o uso de uma ferramenta de gerenciamento de

incidentes.  Atividades: 1. Identificação; 2. Registro; 3. Classificação; 4. Priorização; 5. Diagnóstico; 6. Escalação; 7. Investigação e diagnóstico; 8. Resolução e recuperação; e 9. Fechamento.

(74)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Gerenciamento de Eventos (ev)

Um evento pode ser descrito como qualquer ocorrência

detectável ou discernível que seja significativa para a gestão da infraestrutura de TI ou para a entrega do serviço de TI.

Um evento pode indicar que algo não está funcionando

como deveria, levando ao registro de um incidente; mas também pode indicar atividade normal de serviço, como a troca de uma fita de backup.

 O Gerenciamento de Eventos gera e detecta notificações,

enquanto o monitoramento verifica o status dos componentes mesmo quando nenhum evento está ocorrendo.

(75)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Cumprimento de requisições (cump)

 Uma requisição de serviço é a requisição de um usuário por

informações ou conselhos, ou por uma mudança padrão, ou por acesso a um serviço de TI.

Todas as requisições devem ser registradas e rastreadas. O

processo deve incluir aprovação apropriada antes de cumprir a requisição.

 Atividades:

 Seleção de menu – o usuário submete sua solicitação usando ferramentas de Gerenciamento de serviço;

 Autorização financeira – o custo de cada solicitação deve ser determinado e autorizado;

 Cumprimento – é a entrega do serviço; e  Conclusão.

(76)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

 Gerenciamento de Acesso (Ace)

Tem o propósito de prover os privilégios necessários para usuários acessarem um serviço ou um grupo deles, enquanto previne o acesso de usuários não autorizados.

Ajuda a gerenciar a confidencialidade, disponibilidade e integridade dos dados, além da propriedade intelectual.

O processo inclui verificar identidade e titulação, conceder acesso a serviços, registrar e rastrear acesso e remover ou modificar direitos quando o status ou os papéis mudam.

Atividades

 Verificação da legitimidade das requisições;  Fornece os direitos;

 Monitora o status da identidade;  Registra e monitora o acesso; e  Remove e limita direitos.

(77)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Gerenciamento de Problemas (Prob)

Tem como objetivos chave a prevenção de problemas e

incidentes resultantes deles, eliminando incidentes recorrentes e minimizando o impacto de incidentes que não podem ser prevenidos.

Este processo tem a intenção de encontrar erros conhecidos

na infraestrutura de TI. O foco é:

 Encontrar qual é o erro conhecido (controle de problema →

diagnóstico);

 Identificar soluções alternativas para a remoção do erro conhecido

(controle de erro);

 Emitir uma requisição de mudança para requisitar que a supressão

ocorra;

 Depois que a mudança é feita, checar se o erro conhecido foi

(78)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

 Atividades  Identificação;  Registro;  Categorização;  Priorização;  Investigação e diagnóstico;

 Decisão sobre a solução de contorno;  Identificação de erros conhecidos;  Resolução;

 Conclusão;  Revisão;

(79)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Funções da Operação de Serviço

Central de Serviços (Service Desk): funciona como

ponto único de contato para usuários no dia-a-dia. O foco principal dela é restabelecer o serviço normal o mais rápido possível, envolvendo , inclusive, solução de erros técnicos, cumprimento de requisição ou resposta a dúvidas.

Gerenciamento Técnico: inclui todas as pessoas que

provêm expertise técnico e gerenciamento da infraestrutura de TI.

Gerenciamento de Aplicações: gerencia aplicativos

durante seu ciclo de vida. Sua função é realizada por qualquer departamento, grupo ou equipe envolvida na gestão e suporte de aplicativos operacionais.

(80)

4- OPERAÇÃO DE SERVIÇO -

PROCESSOS

Gerenciamento de Operações de TI: função responsável

pela gestão contínua e manutenção de uma infraestrutura de TI de uma organização, para assegurar aentrega do nível acordado entre TI e negócio. Tem duas subfunções:

 Controle de operações – que tem equipe de operadores que

garantem execução e monitoramento das atividades operacionais e eventos na infraestrutura (impressão, backup, restaurações); e

 Gerenciamento de instalações – que gerencia a parte física do

ambiente de TI (data center, sites de recovery, contratos de data center terceirizados, etc).

(81)

5- MELHORIA DE SERVIÇO

CONTINUADA

Tem como objetivo oferecer guia prático de avaliação

e melhoria da qualidade de serviço, bem como

melhoria geral do ciclo de Gerenciamento do Serviço

de TI e seus processos correlatos, em três níveis:

Gerenciamento de Serviço de TI;

Alinhamento contínuo do portfólio com as necessidades; eMaturidade do processo de TI.

Suas atividades são executadas durante todo o ciclo

de vida.

Atua integrando todo o ciclo de vida, fazendo

melhorias em cada fase ou no total delas.

(82)

5- MELHORIA DE SERVIÇO

CONTINUADA

Tem também os seguintes objetivos:

Aperfeiçoar a qualidade do serviço, da eficiência e da

eficácia dos processos;

 Buscar o custo efetivo na entrega de serviços de TI;

 Verificar se os níveis de serviços estão sendo alcançados;

 Assegurar que os métodos de Gerenciamento da Qualidade

(83)

5- MELHORIA DE SERVIÇO

CONTINUADA

Melhoria de Serviço Continuada (MSC) e PDCA

O MSC faz uso do ciclo PDCA para aperfeiçoar

continuamente a qualidade dos serviços e também a própria implantação da melhoria continuada.

O MSC consiste em 6 fases:

1. Determinar a visão;

2. Identificar onde se está no momento; 3. Identificar onde se quer chegar;

4. Saber como se chega lá;

5. Verificar se os objetivos foram alcançados; e 6. Manter a continuidade deste ciclo.

(84)

5- MELHORIA DE SERVIÇO

CONTINUADA - PROCESSOS

Melhoria em 7 passos

Baseado no ciclo PDCA. Antes de iniciar os passos, é preciso

identificar visão e estratégia, metas táticas e metas operacionais.

 Passo1: definir o que deve ser medido;  Passo2: definir o que se pode medir;  Passo3: Coletar Dados;

 Passo4: Processar Dados;  Passo5: Analisar Dados;

 Passo6: Apresentar e usar a informação;  Passo7: Implantar ação corretiva.

(85)

5- MELHORIA DE SERVIÇO

CONTINUADA - PROCESSOS

Mensuração de Serviços (Mens)

Objetivos:

 Validar decisões que tenham sido tomadas;

 Direcionar atividades para o alcance das metas;  Fornecer evidências que justifiquem ações;

 Sinalizar a necessidade de ações corretivas.

 Para alcançar plenamente os objetivos, é necessário definir

métricas em 3 níveis: de tecnologia (performance, disponibilidade, etc), processos (fatores críticos de sucesso e KPI) e serviços (resultados finais dos serviços).

(86)

5- MELHORIA DE SERVIÇO

CONTINUADA - PROCESSOS

Elaboração de relatórios de serviços (rel)

 Gera e fornece relatórios sobre os resultados alcançados e os

desenvolvimentos nos níveis de serviço. O layout , conteúdo e freqüência dos relatórios devem ser acordados com o negócio.

 Atividades:  Coletar dados;

 Processar os dados em informação;  Publicar a informação;

 Ajustar o relatório para o negócio.

 Os relatórios devem demonstrar o desempenho passado e destacar

ameaças que possam prejudicar no futuro.

Sempre que possível, os relatórios de serviços devem incluir

informações factuais (relatos de acontecimentos: o que ocorreu, como a TI respondeu, o que fazer para que não mais ocorra).

Referências

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