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Academic year: 2021

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ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS

ÁREA:

SUBÁREA: Administração

SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO(ÕES): FACULDADE ENIAC - ENIAC

INSTITUIÇÃO(ÕES):

AUTOR(ES): ANA CRISTINA FERREIRA LEITE

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): MARIA HELENA VELOSO SALGADO, IVAN CARDOSO SÁ

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trabalho.

1. RESUMO

A Revolução Industrial teve grande relevância para a sociedade atual, principalmente com o surgimento da revolução tecnológica vivida até os dias atuais. É certo que além de toda tecnologia, produção em massa, entre outros avanços trouxeram grandes dúvidas e incertezas de como será o futuro. O mundo conheceu a industrialização a produção em massa, as pessoas tinham o conforto de usar produtos que anteriormente lhes eram restritos, entretanto, os seus reflexos negativos também são reconhecidos até hoje, além do capitalismo desenfreado, desemprego devido a substituição do homem pelas máquinas. Enfim é de suma importância conhecer a Revolução Industrial em todo seu desdobramento para entendermos o avanço tecnológico e todos os problemas de uma sociedade industrializada. A inovação tecnológica parece não ter fim, até o seu lado negativo, foi positivo. Para os trabalhadores está sendo uma forma de lutar pelos seus ideais. Com isso nasce a reinvenção no trabalho, onde cada indivíduo precisará se especializar em sua área de atuação ou até mesmo encarar novos desafios.Enfim a Revolução Industrial trouxe transformações econômicas-sociais que consistia em ampliar os limites de suas relações comerciais e profissionais.

2. INTRODUÇÃO

As indústrias estão em transformações a uma velocidade nunca antes vista, impulsionada pelo desenvolvimento e utilização de novas tecnologias. A 4° revolução industrial, é um conceito produtivo concebido através de um esforço em conjunto entre o governo, indústria, pesquisadores e instituições acadêmicas na busca por impactar a indústria do futuro por produtividade e competitividade. Em

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essência, é uma tecnologia de máquinas inteligentes e computação de alto desempenho.

No Brasil, a Indústria 4.0 encontra-se em estágio inicial, pois as organizações ainda têm dúvidas sobre quais as tecnologias usar bem como as aplicações dessas novas tecnologias

Por meio do desenvolvimento do tema proposto, espera-se responder à seguinte pergunta: quais as mudanças na reorganização da área de gestão de pessoas?

Levando-se em conta o que foi problematizado, serão estudadas, validadas ou não as hipóteses (i) mudanças nas competências exigidas dos colaboradores; ( ii) rotinas serão transformadas ou executadas por tecnologias (iii) a relação entre empregado e empregador deixaram gradativamente de existir.

Segundo Batista Mari (2017),

A indústria 4.0 não coloca um fim ao setor de RH, pelo contrário, dá novos meios de trabalho e exige novas abordagens, cada vez mais eficientes e tecnológicas. Na Era das máquinas e da tecnologia gestores de pessoas são não só necessários, como peça fundamental na estruturação das empresas. No entanto, o RH tradicional, com processos morosos e burocráticos, está com os dias contados pois contrapõe a revolução em processo. O RH precisa ser tão moderno, inovador e revolucionário quanto o momento e, esse sim, é o desafio.

Ao contrário do que muitos pensam, a indústria 4.0 não aumentará o desemprego no País, e sim trará oportunidade para os profissionais qualificados e os que desejam aprender e encarar novos desafios no seu ambiente de trabalho.

3. OBJETIVOS

Este trabalho tem como objetivo geral verificar e avaliar um estudo da revolução 4.0 e a necessidade de reinvenção no mundo do trabalho. Sendo os objetivos específicos delinear o profissional.

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4. METODOLOGIA

O delineamento desta pesquisa, será feita por meio da abordagem bibliográfica que de acordo com Vergara (2007, p. 48), “pesquisa bibliográfica é o estudo sistematizado desenvolvido com base em material publicado em livros, revistas, jornais, redes eletrônicas, isto é, material acessível ao público em geral.”

5. DESENVOLVIMENTO

Desde o século XVIII a indústria passou por três revoluções, extremamente essencial para o desenvolvimento dos países envolvidos.

Primeira revolução industrial Afirma Freitas (2008):

“A partir do século XVIII, a ciência ingressou em um constante processo de evolução, que desencadeou uma série de novas tecnologias que transformaram de forma rápida a vida do homem, sobretudo, no modo de produzir mercadorias”.

Com as inovações tecnológicas o mundo começou a se transformar e os processos de fabricação se tornou muito mais fácil e ágil. Até mesmo a mão-de-obra começou a ser diferenciada e exigiam menos esforço físico dos profissionais. Ficou conhecido como a era do carvão e do ferro.

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Figura 1: Uma das primeiras locomotivas

Fonte: brasilescola.uol.com.br/geografia/primeira-revolucao-industrial.htm

Segunda Revolução Industrial

De acordo com as considerações de (Moraes Neto, 1991, p.51):

A maquinaria específica do período da manufatura é, desde logo, o próprio trabalhador coletivo, produto da combinação de muitos trabalhadores parciais”. Sempre que a produção se fundamente no trabalho parcelado, tem-se um “mecanismo (...) que descansa sobre a premissa de que em um tempo de trabalho dado se pode alcançar um resultado dado”. A questão é, para Ford, o maior resultado possível num tempo de trabalho dado. Marx já colocava, para a manufatura, que a interdependência direta dos trabalhadores permitia o estabelecimento de uma intensidade do trabalho sem precedentes. Ford leva essa característica do trabalho manufatureiro ao paroxismo, 10 procurando o limite da potencialidade produtiva do trabalho parcelado [...]. (MORAES NETO, 1991; p. 51).

Nas décadas que se seguiram e sensivelmente até ao fim da segunda guerra mundial (1945), as evoluções foram significativas na área da indústria química, elétrica e do aço, assim a segunda revolução industrial foi marcada pelos conceitos de produção em massa e aumento de produtividade.

Terceira Revolução Industrial

No entendimento de (Pena, Rodolfo. 2013):

A terceira etapa desse processo [...] iniciou-se na segunda metade do século XX e ainda está em curso, a ​Terceira Revolução Industrial​, também conhecida como ​Revolução Técnico-Científica Informacional, caracteriza-se pelos avanços nos sistemas de telecomunicações e transportes, pelo surgimento e rápida expansão da informática e da automação, além do desenvolvimento da engenharia robótica[...].

A terceira revolução desencadeou todo o processo de técnologia em que vivenciamos como por exemplo: a revolução digital, com a proliferação e uso dos semicondutores, dos computadores, automação e robotização em linhas de produção, com informação armazenada e processada de forma digital, as comunicações, os telefones móveis e a internet.

Quarta Revolução Industrial

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No início do século XXI, teve o iniciou a ​quarta revolução industrial, denominada Indústria 4.0 (DREHER, 2016).

Para Jair, José (2017), a quarta revolução é:

“A automatização de processos, utilização de robôs, implementação da Internet das coisas e aumento considerável da mobilidade, tendo "a velocidade, o alcance e o impacto nos sistemas".

Com o desenvolvimento da internet, sensores cada vez mais pequenos e potentes, com preços cada vez mais acessíveis, software e hardware cada vez mais sofisticado, a capacidade das máquinas aprenderem e colaborarem criando gigantescas redes de “coisas”, iniciou-se uma transformação na indústria, cujo impacto na competitividade, na sociedade e na economia será de tal forma que irá transformar o mundo tal como o conhecemos.

Afirma (SCHWAB, 2017, p.23)

“Do ponto de vista técnico, é o da convergência das tecnologias dos mundos digital, físico e biológico”.

Desenvolvimento do Brasil na Indústria 4.0

Ranking dos países mais inovadores (Brasil, 2018):

O Índice Global de Inovação busca avaliar critérios de performance de diferentes países no quesito inovação. Índice avalia quesitos como crescimento da produtividade, investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), educação, exportações de produtos de alta tecnologia, dentre outros tópicos. O Brasil tem caído no ranking de eficiência da inovação​.

 

 

Figura 2: Índice global de inovação: países mais inovadores Fonte: Universidade Cornell, INSEAD e OMPI (2017)

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Muitas indústrias brasileiras já modernizaram seus processos, mas ainda não alcançamos a manufatura digital. O que causa atraso no desenvolvimento do Brasil.

Pontos positivos: Afirma (Jair, José 2017):

As organizações poderão oferecer, cada vez mais, produtos personalizados; dispor ainda mais de colaboradores Home Office; trabalhar com equipes multidepartamentais; realizar reuniões via videoconferência; controlar os equipamentos remotamente; e acompanhar todo o processo de fabricação de qualquer lugar do mundo.

Por mais que seja um processo tardio, o Brasil tem grandes chances de fazer acontecer e chegar à frente das inovações tecnológicas. A indústria 4.0 irá revolucionar o modo de trabalho, fazendo com que tudo fique mais rápido e fácil.

De acordo com o professor Eduardo de Senzi Zancul, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP, 2017):

“A indústria 4.0 é composta por duas vertentes: processos integrados que garantem a produção e produtos inovadores”

Pontos negativos

Segundo (Rosário, Maiara. 2017):

“Originada na Alemanha, tem causado impactos mundiais em relação ao mercado de trabalho e a recolocação dos trabalhadores, ao substituir a mão-de-obra humana por máquinas e robôs”.

Existem muitas oportunidades e desafios a serem superados para que as indústrias e nações se engajem profundamente nesta nova onda. Contudo, não são claros quais os componentes tecnológicos seriam pertinentes à Indústria 4.0, tampouco como a implantação dessas novas tecnologias impactará as receitas e a competitividade das indústrias e dos países.

De acordo com Schwab, em seu livro The Fourth Industrial Revolution, são quatro as principais alterações esperadas na Indústria em geral (SCHWAB, 2016):

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● Alterações nas expectativas dos clientes; ● Produtos mais inteligentes e mais produtivos; ● Novas formas de colaboração e parcerias; e

● A transformação do modelo operacional e conversão em modelo. Afirma Schmitt et al. (2015):

A indústria 4.0 também envolve o uso de dispositivos do tipo “smart” no chão de fábrica. Isto permitirá maior interação entre clientes e fornecedores, e aumenta ainda mais a personalização dos produtos para atender as demandas individuais.

Segundo Paul Krugman (1997, p. 11):

“Produtividade não é tudo, mas a longo prazo é quase tudo”.

Para sobressair no mercado global cheio de concorrências, torna-se essencial a otimização do processo de toda cadeia de produção e enxugar ao máximo o custo operacional. A importância de recuperar a competitividade é uma prioridade extrema para o Brasil.

O que o mercado espera dos profissionais do futuro?

Figura 3: 10 top habilidade

Fonte: Relatório “Future of Jobs”, World Economic Forum

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Para (Martins, M. Adelaide. 2017):

“Não tem uma visão catastrofista do futuro do trabalho, “de que os robôs nos vão tirar o trabalho”, mas alerta para a importância de anteciparmos os desafios do trabalho no mundo Vuca, o que implica uma mudança de mentalidade”.

O trabalho vai mudar muito, num futuro próximo e a vários níveis, seja em novas profissões que vão surgir, na extinção de outras profissões e no recrutamento.

Para (Weigel, Jaqueline. 2017),

“A perda real ocorrerá para quem não se reciclar”.

As empresas precisam desenvolver planos de inovações, e oferece cursos e oficinas para seus colaboradores.

As organizações têm uma componente muito forte de intervenção para que a mudança possa acontecer, continua. O futuro exige que sejamos otimistas radicais, que sejamos absolutamente resilientes, que tentemos perceber efetivamente o que é que tem que ser feito e aqui o papel das organizações é decisivo, o papel dos líderes, o papel dos CEOs e o papel dos recursos humanos.

Desafios para o RH

Para (Martins, Daniel. 2018):

“O RH 4.0 pode ser entendido como a transformação da área de Recursos Humanos segundo a 4ª Revolução Industrial. Nesse sentido, o RH se torna mais automatizado, focando suas atividades em questões estratégicas e não mais em ações manuais”.

O RH assume um papel importante na revolução 4.0, pois precisará elaborar métodos de reinvenção no trabalho. Fazendo com que os colaboradores das possa buscar a novos aprendizados, assim o uso das novas tecnologias terão grande relevância.

Afirma (Martins, M. Adelaide.2017):

“Precisamos de uma revolução semelhante àquela que aconteceu com o marketing e termos “linguagens e formas de estar mais transversais que ajudariam a estarmos todos mais sintonizados nesta perspetiva, que é fundamental para conseguir ter a gestão adequada ao momento que estamos a atravessar e a antecipar o futuro”.

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desemprego no País, abrirá oportunidade para os profissionais qualificados e os que desejam aprender para encarar novos desafios no seu próprio ambiente de trabalho.

6. RESULTADOS

A primeira Revolução Industrial trouxe consigo transformações que alterou significativamente o modo de produção da vida material dos homens desse período.

Da segunda revolução em diante se iniciou a era das tecnologias e das modernizações. A idéia era o de produção em larga escala a fim de se obter lucros cada vez maiores.

Diante do exposto, vê-se que essa vasta inovação tecnológica facilitou novas técnicas, elas resultaram num maior rendimento dos trabalhadores, que deixaram de lado o esforço excessivo.

O avanço tecnológico gerava maior concorrência entre os trabalhadores, incentivando a disputa por melhores índices de produtividade e absorvendo os conhecimentos retidos no contato diário com a máquina.

Com a tecnologia a todo vapor as organizações tiveram que se reinventar, trazendo consigo novos cargos e possibilidades. Contudo já se começa pensar como será o futuro.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Através de pesquisas bibliográficas pude analisar toda desenvoltura da história da revolução industrial. A primeira revolução desencadeou as demais, tornando o mundo mais moderno e aberto a novas oportunidades.

Acredito que se o Brasil tivesse maior incentivo financeiro do governo estaríamos entre os primeiros no ranking no índice global de inovação, mesmo com

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a crise temos potencial para isso.A revolução 4.0 contribuirá para a produção em massa, teremos produtos de maior qualidade com baixo custo.

Porém acredito que o ponto mais importante, e que precisa ser fortalecido é a preparação de profissionais para atuarem com novas tecnologias. Por mais que tenhamos máquinas para fazer quase tudo, a mão-de-obra ainda terá grande relevância nas organizações.Por isso a necessidade do RH também se reinventar. Afinal todo processo de seleção, treinamento e atratividade é realizado por esse departamento.

8. FONTES CONSULTADAS

ABC, Estúdio. “O Brasil está pronto para a indústria 4.0?”. ​Exame​, 2016. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/tecnologia/o-brasil-esta-pronto-para-a-industria-4-0/ > ​Acesso em: 05 de ago de 2018.

BATISTA, Mari. “Como a Indústria 4.0 influencia o RH? ​”. Linkedin, ​2017. ​Disponível em:

<https://pt.linkedin.com/pulse/como-ind%C3%BAstria-40-influencia-o-rh-mari-batista >. ​Acesso em: 16 ago. 2018

BRASIL.​ ​“Índice global de inovação: países mais inovadores”​, ABDI, ​2017. Disponível em:

<http://www.industria40.gov.br/> ​Acesso em: 15 de ago de 2018.

FREITAS, Eduardo de. "Primeira Revolução Industrial". ​Brasil Escola​, 2008.

Disponível em

<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/primeira-revolucao-industrial.htm>. Acesso em 22 de agosto de 2018.

IGLESIAS, Francisco. ​Revolução Industrial (coleção Tudo é História)​.11.ed Brasiliense, 1987, p.102.

JAIR, José. “A Quarta Revolução Industrial”.​ Artigo, ​2017.Disponível em:

<http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/a-quarta-revolucao-indu

strial/107724/> Acesso em: 19 de ago de 2018.

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KRUGMAN, P. ​The Age of Diminished Expectations: ​U.S. economic policy in the 1990s. Cambridge: The MIT Press, 1997.

MARTINS, Daniel.​ “Tendências do RH 4.0 para 2018”, ​2018​. Disponível em

<https://contratedesenvolvedor.com.br/rh-4-0/> Acesso em: 27 de ago de 2018.

PENA, Rodolfo F. Alves.​ "Trabalho na Terceira Revolução Industrial"; ​Brasil

Escola​. Disponível em

<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/trabalho-na-terceira-revolucao-indus

trial.htm>. Acesso em: 29 de ago de 2018.

ROZÁRIO, Mayara. “​Brasil Econômico” ​,2017. ​Disponível em:

<https://economia.ig.com.br/2017-02-27/industria-40.html>Acesso em: 14 de ago de 2018.

SEBRAE, Nacional “A quarta Revolução Industrial e o futuro do trabalho”. 2017. Disponível​ em:

<http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/futuro-dos-trabalhos-voce-sab

e-qual-e,900553c03a730610VgnVCM1000004c00210aRCRD> ​Acesso em: 08 de

ago.de 2018.

SCHWAB, K. ​A Quarta Revolução Industrial. ​São Paulo: Edipro, 2017, p.23.

VERGARA, S. C. ​Projetos e relatórios de pesquisa em administração​.9. ed., São Paulo: Atlas, 2007.

WEIGEL, Jaqueline. ​“Empregos devem passar por mudanças com indústria 4.0”​, 2017. Disponível em:

<https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,empregos-devem-passar-por-muda

ncas-com-industria-40,70002176617> ​Acesso em: 01 de ago.de 2018.

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