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Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA

EDUARDO MENA BARRETO ALONSO São José dos Campos, 05 de Maio de 2011

CE-240 - Projeto de Sistemas de Bancos de Dados Prof. Dr. Adilson Marques da Cunha

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1. INTRODUÇÃO 1.1. Objetivo

1) Implementar a Terceira Forma Normal (3ªFN) do Protótipo de Aplicativo de Banco de Dados (BD) para a Unidade de Polícia Pacificadora utilizando um Modelo de Dados Relacional em um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) previamente escolhido e testar a sua funcionalidade, visando reduzir o desperdício de recursos nas futuras fases de integração e melhorar a eficiência operacional dos futuros Bancos de Dados Setoriais (BDS), Bancos de Dados Corporativo (BDC) e do Banco de Dados Holding (BDH); e

2) Aplicar os Modelos de Dados Hierárquico, Rede e Orientado a Objetos, e Converter a 3ªFN do seu Protótipo de Aplicativo de BD no Modelo de Dados Relacional, visando identificar algumas das suas principais diferenças e características.

1.2. Motivação

Elaborar e implementar consultas em Linguagem natural e estruturada dentro do contexto da temática escolhida pelo autor, envolvendo 1, 2, 3 ou mais

relações, em níveis crescentes de complexidade ensinado na disciplina CE240, visando melhorar o tempo de acesso, em termos de armazenamento e

recuperação de Informações.

2. DESCRIÇÃO DOS PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS REALIZADOS PELO ALUNO

2.1. Implementação do Modelo de Dados Relacional

O Aplicativo de Banco de Dados, já desenvolvido conceitualmente na listEx 3 verão 2 desta disciplina, será implementado no banco de dados ORACLE SQL Developer, sendo utilizado o software ERWIN para implementar sua

modelagem conforme mostrado a seguir:

2.1.1. Implementar e Testar a 3ªFN do Modelo de Dados do Aplicativo de BD

Nesta atividade foram criadas as tabelas do aplicativo Unidade de Polícia Pacificadora e seus respectivos atributos utilizando o software ERWIN conforme apresentado na Figura 1.e Figura 2.

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Figura 1 - Implementação do modelo do aplicativo PO_UPP para geração de tabelas.

Figura 2 – Criação das tabelas do aplicativo PO_UPP utilizando o software Oracle SQL Developer.

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2.1.2. Inserção de Tuplas e Testes de Verificação

As inserções nas tuplas e seus testes foram executados por meio de comandos na linguagem SQL conforme apresentado a seguir:

Tabela PO_UPP

cod_PO_UPP nom_PO_UPP lat_PO_UPP lon_PO_UPP und_participante 1 ALEMAO 22°42’44’’S 43°11’17’’O POLICIA CIVIL 2 BOREL 22°56’18’’S 43°15’16’’O POLICIA MILITAR

3 PAVAO 22°58’51’’S 43°11’41’’O POLICIA

MILITAR,EXERCITO INSERT INTO po_upp (cod_PO_UPP, nom_PO_UPP, lat_PO_UPP,

log_PO_UPP, und_PO_UPP) VALUES ('1', 'ALEMAO', ‘224244, '431117’,’POLICIA MILITAR EXERCITO’);

INSERT INTO po_upp (cod_PO_UPP, nom_PO_UPP, lat_PO_UPP, log_PO_UPP, und_PO_UPP) VALUES ('2', 'BOREL', ‘225618’, '431516’,’POLICIA MILITAR’);

INSERT INTO po_upp (cod_PO_UPP, nom_PO_UPP, lat_PO_UPP, log_PO_UPP, und_PO_UPP) VALUES ('3', 'PAVAO', ‘225851’, '431141’,’POLICIA CIVIL’);

Tabela MONITORAR

cod_monitoramento nom_monitoramento cmo_critico

1 AR CONDICIONADO 1000

2 ILUMINACAO 500

3 TEMPERATURA 20

INSERT INTO MONITORAR (cod_monitoramento, nom monitoramento, com_critico) VALUES ('1', 'AR CONDICIONADO',’1000’);

INSERT INTO MONITORAR (cod_monitoramento, nom monitoramento, com_critico) VALUES ('2', 'ILUMINACAO',’500’);

INSERT INTO MONITORAR (cod_monitoramento, nom monitoramento, com_critico) VALUES ('3', 'TEMPERATURA',’20’);

Tabela LOCAL

cod_local nom_local

1 RECEPCAO

2 SALA 1

3 SALA 2

INSERT INTO LOCAL (cod_local, nom local) VALUES ('1', 'RECEPCAO’); INSERT INTO LOCAL (cod_local, nom local) VALUES ('2', 'SALA 1’); INSERT INTO LOCAL (cod_local, nom local) VALUES ('3', 'SALA 2’);

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Tabela CONSUMO

cod_po_upp cod_local cod_monitora mento dat_monito ramento hor_monitora mento val_consu mo alm_cons umo 1 1 1 17052011 1135 750 CONSU MO NORMAL 2 1 1 17052011 1145 900 CONSU MO NORMAL 3 1 1 17052011 1155 1100 CONSU MO ACIMA DO NORMAL INSERT INTO CONSUMO (cod_po_upp, cod_local, cod_monitoramento,

dat_monitoramento, hor_monitoramento, Val_consumo, alm_consumo) VALUES ('1', '1’,’1’, ‘17052011’, ‘1135’,’750’,’CONSUMO NORMAL’ ); INSERT INTO CONSUMO (cod_po_upp, cod_local, cod_monitoramento, dat_monitoramento, hor_monitoramento, Val_consumo, alm_consumo) VALUES ('2', '1’,’1’, ‘17052011’, ‘1145’, ‘900’, ‘CONSUMO NORMAL’); INSERT INTO CONSUMO (cod_po_upp, cod_local, cod_monitoramento, dat_monitoramento, hor_monitoramento, Val_consumo, alm_consumo) VALUES ('3', '1’,’1’, ‘17052011’, ‘1155’, ‘1100’, ‘CONSUMO ACIMA DO NORMAL’’);

PRIMEIRA CONSULTA Linguagem Natural

Listar o nome do monitoramento com consumo crítico igual a 500 Linguagem Estruturada Select nom_monitoramento From MONITORAR where; cmo_critico = 500; Resultado Esperado: ILUMINACAO SEGUNDA CONSULTA Linguagem Natural

Listar o nome do local onde consumo ultrapasse o limite critico. Linguagem Estruturada

Select nom_local

From LOCAL, CONSUMO

where;val_consumo >1000;

Resultado Esperado: RECEPCAO

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TERCEIRA CONSULTA Linguagem Natural

Listar o valor do consumo no dia 11052011 as 1135 da sala 2 da PO_UPP do ALEMAO.

Linguagem Estruturada

Select val_consumo

From CONSUMO,LOCAL,PO_UPP

where;cod_pó_upp = 1, cod_local =3 and dat_monitoramento=11052011,and

hor_ monitoramento = 1135; Resultado Esperado: 750

QUARTA CONSULTA Linguagem Natural

Listar o valor do consumo da PO_UPP localizada na latitude 225618 e longitude 431516 na recepção no dia 11052011 as 1155.

Linguagem Estruturada

Select val_monitoramento

From PO_UPP CONSUMO

where;lat_po_upp = 225618, and log_po_upp = 431516, cod_local = 1, and

dat_po_upp = 11052011, and hor_po_upp = 1155; Resultado Esperado:

1100

2.2. Sistema de Dicionarização de Dados

O sistema de dicionário de dados é composto por Dicionário de Dados, Diretório de Dados, Dicionário de Recursos de Dados e Dicionário de Meta Dados. Esses componentes estão

descritos a seguir:

2.2.1. Dicionário de Dados

Descrição Física das Entidades e de seus Ambientes Associados Entidade PO_UPP

cod_PO_UPP nom_PO_UPP lat_PO_UPP lon_PO_UPP und_participante

Entidade MONITORAR

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Entidade LOCAL

cod_local nom_local

Entidade CONSUMO

cod_po_upp cod_local cod_monitora mento dat_monito ramento hor_monitora mento val_consu mo alm_cons umo 2.2.2. Diretório de Dados

O Diretório de Dados é a descrição de Processos Associados às Entidades

2.2.3.Dicionário de Recursos de Dados

Descrição Física das Entidades e de seus Ambientes Associados

2.2.4.Dicionário de Meta Dados

Descrição Conceitual das Entidades num Nível Alto de Abstração

2.3. Conversões

Com a existência dos bancos de dados relacional hierárquico, orientado a objetos e de rede, essa sessão tem por objetivo apresentar a representação do aplicativo de banco de dados para a Unidade de Polícia Pacificadora nestes três bancos e identificar, conforme suas características, qual deles melhor atende as necessidades do aplicativo.

2.3.1. Modelo Hierárquico

No Modelo de Dados Hierárquico, os registros são organizados como coleções de árvores.

2.3.2. Modelo de Rede

O Modelo de Dados de Rede difere do Modelo de Dados Relacional à medida que os dados são apresentados por uma coleção de registros e os

relacionamentos entre dados são representados por meio de links, enquanto no Modelo Relacional, os dados e os relacionamentos entre dados são

representados por meio de uma coleção de tabelas. 2.3.3. Modelo Orientado a Objeto

Os Modelos de Dados Orientados a Objetos correspondem a uma organização de sistemas como uma coleção de objetos que integram estruturas de dados e

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seus comportamentos. Além disso, diversos conceitos, princípios e mecanismos que os diferenciam dos demais.

2.3.4. Definição de Qual Modelo Utilizar

Conforme as características de cada banco de dados e as necessidades deste aplicativo de banco de dados, conclui-se que o banco mais adequado a se utilizar é o banco de dados relacional, pois os outros não atende com completeza e em algumas situações tornaram-se complexos.

3. CONCLUSÃO

Este trabalho teve por objetivo implementar a Terceira Forma Normal (3ªFN) do Protótipo de Projeto de Aplicativo de BD para a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Projeto Acadêmico para um Sistema Smart Grids utilizando um

Modelo de Dados Relacional em um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD), sendo testando a sua funcionalidade, visando futuras fases de

integração em Bancos de Dados Setoriais (BDS), Bancos de Dados Corporativo (BDC) e do Banco de Dados Holding (BDH).

Para isso, foi utilizado o aplicativo Oracle SQL Developer, onde foi aplicado alguns comandos de SQL para criação e manipulação dos dados aprendidos em aula, envolvendo 1, 2, 3 ou mais relações, em níveis crescentes de complexidade, o qual foi possível notar agilidade no tempo de acesso, em termos de armazenamento e recuperação de Informações.

Logo em seguida, foi apresentado os Modelos de Dados Hierárquico, Rede e Orientado a Objetos a partir de um modelo de Dados Relacional na 3ªFN com a finalidade de identificar algumas das suas principais diferenças e

características e assim analisar qual modelo se adéqua ao protótipo de aplicativo de BD do projeto.

Referências

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