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Planejamento e Avaliação Institucional

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Academic year: 2021

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Planejamento e Avaliação Institucional

Planejamento Estratégico Institucional

O planejamento estratégico da FADAT conta com a participação de representantes da comunidade acadêmica, subsidiada LDB n° 9.394/1996, Lei n° 10.861/2004 e pelo Instrumento de Avaliação Externa: Credenciamento do Inep/MEC/2017.

Essa dinâmica decisiva contribuiu para a construção do PDI de forma participativa e comprometida por parte da comunidade acadêmica, assim como, permitiu uma imersão de todos nas diretrizes

propostas, visando uma educação e formação profissional no ensino superior, de qualidade.

− propiciar a participação ativa dos gestores dos diferentes níveis decisórios da Instituição por meio de coleta e análise de dados, reuniões e workshops;

− divulgar e comunicar amplamente as atividades das equipes de trabalho formados por profissionais da educação, pessoal técnico administrativo e gestores;

− proporcionar meios para que os membros dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica pudessem conhecer o processo e encaminhar sugestões.

A metodologia está organizada em etapas:

Etapa I – Estudo de cenários: a Comissão Própria de Avaliação, por meio de um processo de inteligência competitiva, elaborou questões que, após validação da Direção Geral, propiciaram a coleta de dados sobre determinados temas estratégicos. A análise dos dados permitiu o delineamento do cenário da educação superior na Macrorregião do Sertão Central e no Estado do Ceará que constituíram a base para o diagnóstico estratégico institucional; − Etapa II – Diagnóstico estratégico: foram realizados workshops com os gestores da IES

(diretor geral, coordenadores de cursos de graduação, equipe de professores e assessores). Nestes workshops, os dados e informações obtidos no estudo de cenários foram compartilhados e promovida uma oficina para discutir os possíveis objetivos e estratégias a serem adotados no processo de implantação da FADAT, assim como dispor de dados e informações para definir a concepção estratégica institucional;

Etapa III – Concepção estratégica: nessa etapa foram realizados workshops com a finalidade de discutir e propor a missão, a visão, os valores, os objetivos e as metas institucionais para o ciclo 2018 - 2022. As atividades contaram com a participação dos gestores da IES e também incluíram a proposição de programas e projetos a serem desenvolvidos para a implementação da estratégia definida:

Desenvolvimento institucional por meio da gestão do ensino, da pesquisa e da extensão com foco na qualidade com inovação, considerando a ética e a moral cristã, a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental.

Etapa IV – Elaboração do PDI 2018-2022: o plano estratégico teve como intuito propiciar um melhor acompanhamento de sua execução e atender às exigências legais previstas pelo Sinaes e pelos procedimentos regulatórios do MEC.

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Etapa V – Implementação das estratégias: após a aprovação do PDI pelo núcleo gestor, iniciou-se o processo de mobilização da comunidade acadêmica para o engajamento e execução das ações, projetos de cursos e programas que visam ao alcance dos objetivos e metas estratégicos previstos. Além disso, tal etapa também abrange processos de acompanhamento, controle e avaliação da execução do PDI realizado pela CPA.

Avaliação institucional - LEGISLAÇÃO

Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES

A Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004 implantou o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), constituindo-se como instrumento para o planejamento da gestão e desenvolvimento da educação, em articulação com as diretrizes da Comissão Nacional da Educação Superior (CONAES). Nesse sentido, a avaliação e acompanhamento do desenvolvimento institucional da FADAT observa o arcabouço legal:

− Lei Nº 9.394/1996 – LDB;

− Lei Nº 10.172/2001 - Plano Nacional de Educação; − Lei Nº 10.861/2004 – SINAES,

− Portaria Ministerial Nº 2.051/2004 – Regulamenta o SINAES, − Portaria Ministerial Nº 398/2005 – Operacionalização do SINAES,

− Portaria INEP Nº 31/2005 – Procedimentos para organização e execução das avaliações Resolução INEP Nº 1/2005 – Comissões Multidisciplinares de Avaliação de Cursos e sua sistemática

Comissão Própria de Avaliação – CPA

A Comissão Própria de Avaliação - CPA da FADAT constitui-se, nos termos da lei 10.861/04, no órgão responsável pela condução dos processos de autoavaliação, assim como pela sistematização e prestação das informações solicitadas pelo INEP para fins de avaliação institucional, tendo como objetivo geral coordenar e articular o processo interno de avaliação, bem como sistematizar e disponibilizar informações e dados da IES.

A CPA atuará de forma autônoma em relação aos Conselhos e demais órgãos colegiados da FADAT, devendo conduzir a avaliação institucional a partir da análise das dez dimensões estipuladas no art. 3º da Lei 10.861/04:

− Missão e o plano de desenvolvimento institucional;

− Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;

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− Responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural; − Comunicação com a sociedade

− Políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho;

− Organização e gestão da instituição, sua relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios;

− Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação;

− Planejamento e avaliação, processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional; − Políticas de atendimento aos estudantes;

− Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior.

A CPA será composta por representantes de todos os segmentos da comunidade acadêmica e representante da e da sociedade civil organizada, impõe-se ampla divulgação de sua composição e de todas as suas atividades:

− 01 (um) Representantes dos Docentes, indicado pelos seus pares;

− 01 (um) Representantes dos Técnico-Administrativos, indicados pelos seus pares; − 01 (um) Representantes dos Discentes, indicados pelos seus pares;

− 01 (um) Representantes da Sociedade Civil Organizada, indicados pela Mantenedora.

Processo de avaliação institucional

A Avaliação Institucional é um processo de controle e acompanhamento das atividades desenvolvidas em instituições de ensino, dentro de uma abordagem construtiva e dialógica, tendo por princípio a melhoria contínua dos processos acadêmicos, visando alavancar a instituição no seu percurso de crescimento e a consolidação.

A Avaliação Institucional divide-se em duas modalidades:

Autoavaliação – Coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) e orientada pelas diretrizes e pelo roteiro da autoavaliação institucional da CONAES.

Avaliação externa – Realizada por comissões designadas pelo Inep, a avaliação externa tem como referência os padrões de qualidade para a educação superior expressos nos instrumentos de avaliação e os relatórios das autoavaliações. O processo de avaliação externa independente de sua abordagem e se orienta por uma visão multidimensional que busque integrar suas naturezas formativa e de regulação numa perspectiva de globalidade.

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Em seu conjunto, os processos avaliativos devem constituir um sistema que permita a integração das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as coerências conceitual, epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos dos diversos instrumentos e modalidades.

Nesse sentido, a autoavaliação da FADAT tem por objetivos:

− Impulsionar um processo contínuo e criativo de autocrítica da Instituição com vistas a garantir um alto padrão de qualidade enquanto instituição prestadora de serviços educacionais; − Aplicar para todos alunos presenciais e EAD;

− Diagnosticar como se efetivam e se relacionam o ensino, a pesquisa e a extensão;

− Reformular e implementar novas políticas que estejam em consonância com o momento histórico respondendo às demandas sociais;

− Envolver todos os segmentos acadêmicos no processo avaliativo tendo-os como parceiros nas ações implementadas com vistas a um aperfeiçoamento contínuo;

− Explicar o propósito da avaliação, cuidar para que todo o processo seja permeado pela transparência, flexibilidade e ética;

− Aperfeiçoar a visão crítica quanto aos aspectos teóricos, metodológicos e práticos da avaliação institucional;

− Criar procedimentos avaliativos apropriados ao contexto específico da Instituição; − Aprimorar a sensibilidade pessoal e profissional no exercício da avaliação;

− Buscar permanentemente a qualidade e a pertinência das atividades desenvolvidas, bem como o gerenciamento eficiente, ético e relevante dos recursos humanos e materiais, expressados em compromissos científicos e sociais;

− Orientar a expansão da oferta dos cursos da IES;

− Buscar permanentemente a qualidade e a pertinência das atividades desenvolvidas, bem como o gerenciamento eficiente, ético e relevante dos recursos humanos e materiais, expressados em compromissos científicos e sociais; e

− Aferir a contribuição, o impacto da IES com vistas ao desenvolvimento econômico e social da comunidade local e regional, que se beneficiará das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão desenvolvidas na Faculdade.

Autoavaliação na EaD

Com a introdução das atividades de EaD será criada uma subcomissão de avaliação específica para os novos processos. Os tutores serão incluídos no processo, de forma a possibilitar que sejam avaliados pelos alunos e avaliem o processo que conduzem na tutoria. Os polos serão incluídos na avaliação e terão resultados apurados individualmente para permitir a atuação focal de melhorias. Haverá a avaliação específica do AVA, dos materiais impressos, das aulas, das mídias alternativas e do atendimento no polo.

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A FADAT percebe na autoavaliação um caminho de construção de um sistema de qualidade, de excelência educacional, em que a sociedade do Sertão Central cearense seja sua beneficiária primeira. Esse processo de autoavaliação se configura como uma filosofia e uma concepção pedagógica da IES, servindo como instrumento para uma gestão democrática e participativa, em sintonia com as necessidades da comunidade. A autoavaliação será também aplicada nos polos presenciais mantidos pela FADAT.

A autoavaliação na Faculdade é um importante instrumento de gestão ao municiar um olhar acurado sobre as características organizacionais, os serviços realizados, o desempenhos do corpo docente, técnico administrativo e discente, os sentimentos, os problemas, as fortalezas e a própria percepção da sociedade sobre o papel social da Instituição. Proporciona ainda, a criação de uma cultura da eficiência e da qualidade dos serviços prestados pela Instituição, tanto para o seu público externo quanto interno.

Instrumentos do processo de autoavaliação

A CPA priorizará as seguintes etapas do processo de autoavaliação:

Fase 1 – Programa de Sensibilização da Comunidade a fim de mobilizar a comunidade

acadêmica na construção da proposta avaliativa por meio da realização de reuniões, palestras, seminários e outros meios de comunicação. A sensibilização deve estar presente tanto nos momentos iniciais quanto na continuidade das ações avaliativas, assegurando a coerência entre as ações planejadas e as metodologias adotadas, a articulação entre os participantes e a observância aos prazos:

− Realização de reuniões ou debates de sensibilização com cada segmento da comunidade acadêmica;

− Sistematização de demandas, ideias ou sugestões oriundas dessas reuniões; − Realização de seminários internos;

− Definição da composição dos grupos de trabalho atendendo aos principais segmentos da comunidade acadêmica;

− Construção de instrumentos para coleta de dados: entrevistas, questionários, grupos focais e outros;

− Definição da metodologia de análise e interpretação dos dados; − Definição das condições materiais para o desenvolvimento do trabalho; − Definição de formato de relatório de autoavaliação;

− Definição de reuniões sistemáticas de trabalho; − Elaboração de relatórios; e

− Organização, discussão e divulgação dos resultados com a comunidade acadêmica e publicação das experiências.

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Fase 2 – Diagnóstico com o objetivo de coletar e organizar os dados institucionais:

− Documentos institucionais  Plano de Desenvolvimento Institucional e Projetos Pedagógicos dos Cursos;

− Estrutura Funcional;

− Projeção de Qualificação Profissional; − Relação Instituição x Comunidade;

− Currículos e Programas (compatibilizando com as Diretrizes Curriculares dos Cursos), atividades de ensino, pesquisa e extensão, atividades complementares e estágio supervisionado;

− Índices de admissão, evasão e reprovação;

− Corpo Docente (Plano de Carreira do Magistério, titulação, experiência docente, regime de trabalho e desempenho, condições de aperfeiçoamento profissional oferecidas pela Instituição);

− Desempenho do corpo técnico-administrativo; − Modelos de Avaliação da Aprendizagem

− Estabelecimentos de critérios e indicadores de qualidade − Resultados das avaliações externas;

− Elaboração de Relatório Diagnóstico

− Apresentação dos resultados para o corpo de dirigentes da IES

Fase 3 – Avaliação Interna destinado a analisar dados obtidos no diagnóstico e implementar o

processo de autoavaliação:

− Preparação e validação dos instrumentos de coleta de dados; − Levantamento das necessidades institucional;

− Identificação e priorização das necessidades;

− Elaboração do Relatório da Fase de Avaliação Interna;

− Apresentação dos resultados para a Direção Geral, Colegiados e Coordenações dos Cursos;

− Divulgação dos resultados para toda a Instituição.

Fase 4 – Reformulação e Difusão objetiva propicia à comunidade acadêmica a oportunidade de

analisar, expressar a própria opinião, discutir as relações, construir conjuntamente e colaborar na implementação de mudanças e melhorias, estabelecendo um sistema democrático e de responsabilidade mútua:

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− Organização de um seminário geral de avaliação; − Avaliação das Propostas;

− Tomada de decisões sobre as ações necessárias;

− Formulação de um diagnóstico multidimensional da IES através de indicadores quantitativos e qualitativos;

− Elaboração do Relatório Final da Autoavaliação Institucional; − Publicação do Relatório Final.

− Reformulação das políticas gerais da IES e implementação das medidas apontadas pelo processo avaliativo mediante o compromisso da administração com o Programa.

− Reavaliação pela comunidade das informações coletadas e das recomendações dos avaliadores externos apontando as prioridades para o aprimoramento dos cursos;

As atividades serão desenvolvidas pela análise de documentação pertinente e reuniões com os gestores da Instituição, treinamentos das Comissões, elaboração de instrumentais de avaliação e relatórios.

A metodologia e os critérios de avaliação sobre o desempenho docente, compreendidas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, será estabelecida por uma comissão docente interna dos Cursos da IES, a qual integrará em suas atividades os indicadores qualitativos estabelecidos nos instrumentos institucionais de avaliação implementados.

A metodologia utilizada no processo de autoavaliação abrange entre outros aspectos as formas de participação dos docentes e dos estudantes nos órgãos colegiados responsáveis pela condução dos assuntos acadêmicos, sendo inspirada nos princípios de globalidade, aceitação, legitimidade e adesão à avaliação, que sustentarão as ações.

A FADAT poderá contratar especialistas em avaliação institucional para assessorar a CPA na condução do processo.

Avaliação de Curso

Pressupostos e princípios da avaliação de curso

A Avaliação do Curso, parte da autoavaliação institucional, incorpora os indicadores de avaliação da educação superior e será conduzido pela Comissão Permanente de Avaliação - CPA com a colaboração da coordenação, núcleo docente estruturante e colegiado do curso. O processo envolve uma investigação das práticas pedagógicas e administrativas na condução do curso, metodologias, avaliação da aprendizagem, corpo docente, biblioteca, atendimento ao aluno. Deste modo, os cursos são inclusos em um processo de:

− Avaliação do corpo docente pelo estudante;

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− Avaliação da coordenação de curso pelo corpo docente;

− Avaliação do curso (incluindo coordenação de Curso) pelo estudante; − Avaliação do docente pela coordenação de Curso;

− Autoavaliação do docente; − Autoavaliação do estudante.

A Avaliação de Curso estará pautada nos princípios emanados do SINAES que fundamentara as etapas consecutivas e interdependentes de:

− Sensibilização da comunidade como forma de garantir a sua aceitação e participação no processo avaliativo;

− Diagnóstico multidimensional do curso através da construção de indicadores quantitativos e qualitativos;

− Avaliações interna pela CPA e externa procedimentos do Ministério da Educação;

− Reavaliação com base nas informações e recomendações das avaliações interna e externa; − Reformulação do projeto pedagógico do curso e procedimentos de aplicação, através da

implementação de medidas apontadas pelo processo de avaliação.

Objetivos

− Realizar um diagnóstico das condições concretas em que se desenvolvem as atividades relativas ao curso, apontando caminhos e soluções para atender os padrões de excelência; − Avaliar o curso de graduação em relação aos conteúdos programáticos, metodologia de

ensino e desempenho dos professores;

− Gerar resultados que se constituam em instrumentos de tomada de decisões de caráter estratégico e operacional, visando a implementação de programas de melhoria da qualidade de ensino.

Pontos em destaque no processo de avaliação do projeto do curso

− Formação humanística aliada ao compromisso com a democracia, a justiça social, incrementando a sua inserção social e articulando-se no espaço local e global;

− Indissociabilidade entre Ensino – Pesquisa – Extensão; − Sólida formação teórica articulada à prática;

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− Possibilidade de vivência, pelos alunos, de formas de gestão democrática; − Desenvolvimento do compromisso social e político da docência;

− Desenvolvimento de responsabilidade coletiva a ser conduzida à luz do projeto pedagógico de cada curso em questão.

− Níveis de satisfação de docentes e discentes.

− Pesquisa de Satisfação dos Discentes de Graduação (avaliação dos conteúdos e programas das disciplinas, coordenador do curso, docentes, metodologias e avaliação da aprendizagem, interação teoria prática, atividades de pesquisa, entre outros)

− Pesquisa da Expectativa dos Discentes Iniciantes; − Pesquisa da Expectativa dos Discentes Concluintes; − Pesquisa com os Discentes Egressos;

− Pesquisa de Perfil Socioeconômico dos Discentes;

− Pesquisa de Satisfação dos Docentes (abrange a avaliação das turmas, autoavaliação); − Pesquisa de Satisfação sobre Infraestrutura e Serviços Administrativos.

Aspectos metodológicos

Fundamentada nos princípios do SINAES, a metodologia de Avaliação do Curso procurará preservar a identidade, a vocação, as características particulares e a realidade de cada curso. Além disso, a ótica da pesquisa será colocada como de satisfação e não de avaliação docente. Esse aspecto é importante, pois busca a participação consciente do aluno e não a sua promoção no processo avaliativo:

− Construção dos indicadores de satisfação do desempenho docente;

− Elaboração do instrumento de coleta de dados (questionário de avaliação), abrangendo o desempenho do professor, relação professor/aluno, autoavaliação do aluno;

− Elaboração do instrumento de coleta de dados para a avaliação da expectativa dos discentes iniciantes a fim de avaliar o grau de expectativa dos novos estudantes em relação ao curso

− Elaboração do instrumento de coleta de dados para a avaliação da expectativa dos estudantes concluintes, objetivando avaliar os anseios e expectativas dos alunos em relação ao curso que está concluindo e à sua profissão; identificar elementos que permitam à faculdade refletir sobre as suas orientações pedagógicas, com o intuito de melhorar a qualidade de ensino que oferece;

− Pesquisa com alunos egressos para avaliar a trajetória profissional dos egressos e a importância do curso realizado no desenvolvimento pessoal e profissional.

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− Pesquisa de satisfação dos docentes a fim de identificar o nível de satisfação do professor com relação ao desempenho acadêmico demonstrado pelos alunos na sua disciplina; realizar uma autoavaliação na disciplina; e conhecer a visão que o professor tem da faculdade.

− Pesquisa satisfação sobre infraestrutura e serviços administrativos avaliar o nível de satisfação dos alunos, professores e pessoal técnico-administrativo com relação à infraestrutura disponível para o curso e aos diversos serviços administrativos oferecidos pela faculdade.

Ressalta-se que a Avaliação do Corpo Docente será pensada e construída por meio do desenvolvimento de um processo de avaliação participativo, não ameaçador, voluntário e global e, sobretudo, que impulsione a autodeterminação e a busca de autoaperfeiçoamento de seus participantes. Estão previstas as seguintes ações:

− Seminários de sensibilização sobre o processo de avaliação dos cursos, com docentes e estudantes;

− Diagnóstico através da aplicação de questionários aos docentes e estudantes, com questões abrangendo os diferentes aspectos relacionados à prática docente;

− Análise dos dados cadastrais relativos ao projeto pedagógico de cada curso, em todas as suas dimensões;

− Acompanhamento e orientação sistemática ao docente;

− Análise dos dados realizada a partir dos princípios de respeito ao trabalho do outro, à pessoa e à autoridade.

Divulgação dos resultados da autoavaliação dos cursos

Os resultados da autoavaliação dos cursos serão consolidados pela CPA em um Relatório Parcial com base nas informações obtidas na análise documental, nos relatórios dos setores e na análise dos questionários aplicados aos gestores, professores, funcionários, alunos e comunidade. Esse Relatório Parcial será enviado aos diversos setores e cursos da IES para revisão e validação. Todos os comentários e sugestões recebidos serão avaliados pela CPA que, então, elaborará o Relatório Final.

A versão completa do Relatório Final será enviada à Diretoria Geral, Colegiados de Cursos, Coordenadores de Curso, setores administrativos e representantes discentes. Uma versão resumida será disponibilizada no site da IES para publicização e socialização dos resultados junto à comunidade acadêmica e à comunidade externa, assim como nos murais (banners) dos corredores, áreas de convivências, laboratórios e biblioteca. Essa iniciativa tem como objetivo a realização da meta-avaliação da IES, onde os representantes dos segmentos avaliarão o próprio processo e resultados da autoavaliação.

A metavaliação irá subsidiar as decisões institucionais e definirá as reformulações/ações inovadoras a serem empreendidas pela FADAT.

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Ressalta-se ainda, que serão considerados a análise dos resultados das diversas avaliações de natureza interna e externa dos cursos, construídos a partir de uma visão conjunta dos diversos indicadores, procura-se a identificação de caminhos que conduzam ao aperfeiçoamento das ações acadêmico-administrativas.

Nessa perspectiva, algumas ações serão implementadas e poderão claramente ser identificadas, tais como:

 Intensificação do programa de formação continuada e qualificação docente;

 Maior envolvimento do corpo docente na elaboração e revisão do Projeto Pedagógico;  Revisão de critérios para a formação do quadro docente, tanto em nível de graduação como

de pós-graduação;

 Busca constante de métodos inovadores que garantam a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão;

 Melhorias na infraestrutura disponibilizada aos docentes e discentes;

Referências

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