Prof.Maurilucio
Data de impressão: 23/06/2009
Noc. Processo
Penal
www.conquistadeconcurso.com.br V i s i t e a l o j a v i r t u a l UMA PARCERIA M A T E R I A L D I D Á T I C O E X C L U S I V O P A R A A L U N O S D O C U R S O A P R O V A Ç Ã OWWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR/CURITIBA
1
TRIBUNAL DE JUSTI
TRIBUNAL DE JUSTI
Ç
Ç
A DO
A DO
PARAN
PARAN
Á
Á
DIREITO
DIREITO
PROCESSUAL PENAL
PROCESSUAL PENAL
Prof.Prof. MaurilucioMaurilucioAlves de SouzaAlves de Souza [email protected] [email protected]
CURRICULUM PROFESSOR
CURRICULUM PROFESSOR
--Profissional:Profissional:a) Oficial da Reserva da Pol
a) Oficial da Reserva da Políícia Militar PRcia Militar PR b) Atua
b) Atuaçção como Delegado da Policia Civil ão como Delegado da Policia Civil do PR (Diversos Munic
do PR (Diversos Municíípios da RM de pios da RM de Curitiba)
Curitiba)
c) Advogado Criminalista c) Advogado Criminalista d) Diretor do N
d) Diretor do Núúcleo de Pratica Jurcleo de Pratica Juríídica da dica da PUCPR Campus de Curitiba
PUCPR Campus de Curitiba
CURRICULUM PROFESSOR
CURRICULUM PROFESSOR
--Educacional:Educacional:
a) Bacharel em Direito PUCPR a) Bacharel em Direito PUCPR
b) P
b) Póóss--Graduado em Ensino Superior FESPGraduado em Ensino Superior FESP
c) Mestre em Direito PUCPR c) Mestre em Direito PUCPR
CURRICULUM PROFESSOR
CURRICULUM PROFESSOR
--Docência:Docência:
a) Professor de Direito Processual Penal a) Professor de Direito Processual Penal
PUCPR (Campi CTBA e SJP) PUCPR (Campi CTBA e SJP)
b) Professor de Direito Penal (Dom Bosco) b) Professor de Direito Penal (Dom Bosco) c) Professor Cursos Preparat
c) Professor Cursos Preparatóórios rios d) Professor Curso Aprova
d) Professor Curso Aprovaçção nas ão nas Disciplinas de Direito Penal e Direito Disciplinas de Direito Penal e Direito Processual Penal
Processual Penal e) Professor da P
e) Professor da Póóss--GraduaGraduaçção em Direito ão em Direito Penal e Processual Penal pela PUCPR Penal e Processual Penal pela PUCPR
POSI
POSI
Ç
Ç
ÃO JUR
ÃO JUR
Í
Í
DICA
DICA
Surgimento do Surgimento do Processo Penal; Processo Penal; Ciência autônoma Ciência autônoma instrumental; instrumental; Ramo do Direito Ramo do Direito P Púúblico;blico; Relacionamento com Relacionamento com demais ciências demais ciênciasFUN
FUN
Ç
Ç
ÃO DO PROCESSO PENAL
ÃO DO PROCESSO PENAL
NO
NO
Ç
Ç
ÕES INICIAIS
ÕES INICIAIS
Faz parte do Direito Penal Objetivo Faz parte do Direito Penal Objetivo
(conjunto de normas); (conjunto de normas); Aplica
Aplicaçção do Direito Penal Subjetivo (punir) ão do Direito Penal Subjetivo (punir)
jus
jus puniendipuniendi;;
Pretensão punitiva e lide penal; Pretensão punitiva e lide penal; Priva
Privaçção do ão do status status libertatislibertatis;; Denomina
Denominaçção: ão:
a) Penal: DP Material / DP Substantivo a) Penal: DP Material / DP Substantivo b) Processual: DP Formal/DP Adjetivo b) Processual: DP Formal/DP Adjetivo
Aplica
Aplicaçção Subsidião Subsidiáária do CPPria do CPP
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
Persecutio Criminis Extra-judicial
Conceito de Inquérito Policial:
Procedimento Preparatório Administrativo Conduzido pela Polícia Judiciária
(Est./Fed.) Território das Circunscrições Finalidade:
Busca pela Autoria e Materialidade Presidência do IP (encarregado): Autoridade policial
Secretário: Escrivão (carreira/ad hoc)
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
Inquéritos especiais: Civil, Falimentar, IPM, Parlamentar, Sanitário, Fazendário, etc; Características: Inquisitivo (CPP art. 107) Discricionário (CPP art. 14) Dispensável (CPP art. 12) Escrito (CPP art. 9) Sigiloso (CPP art. 20) Obrigatório Indisponível.
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
NOTITIA CRIMINIS
NOTITIA CRIMINIS
Instrumento para a persecutio criminis; Finalidade: provocação da investigação; Modalidades:
a)Direta ou de Cognição Imediata
Conhecimento pela própria autoridade b)Indireta ou de Cognição Mediata
Autoridade é provocada
c)Coercitiva ou de Cognição Coercitiva Provém da Prisão em Flagrante
IN
IN
Í
Í
CIO DO IP
CIO DO IP
Crimes de Ação Pública Incondicionada: a) De ofício: Portaria
b) Requisição: Juiz ou Ministério Público c) Requerimento: Ofendido/Repres. Legal d) Auto de Prisão Flagrante Delito - APFD Crimes de Ação Pública Condicionada: a) Representação: Ofendido/Repres Legal b) Requisição: Ministro da Justiça
- Crimes de Ação Penal Privada:
Requerimento: Ofendido ou Repres. Legal.
IN
IN
Í
Í
CIO DO IP
CIO DO IP
Indeferimento para a abertura de IP: a) Requisição: Juiz ou Ministério Público Poderá incidir num dos crimes:
Desobediência ou Prevaricação
b) Requerimento: Ofendido/Repres. Legal A propósito, o CPP em seu art. 5º § 2º. "Do despacho que indeferir o requerimento de abertura do inquérito caberá recurso para o Chefe de Polícia".
3
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
a)Preservação do Local do Crime: Salvo acidente de trânsito (Lei 5.970/73); b)Apreensão de Objetos ligados ao fato; Conforme CPP art. 11: "os instrumentos do crime, bem como os objetos que
interessarem a prova, acompanharão os autos do inquérito".
Ainda o art. 175 do CPP: "Serão sujeitos a exame os instrumentos empregados para a prática da infração, a fim de se lhes verificar a natureza e a eficiência".
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
c)Colher todas as provas;d)Ouvir o ofendido;
O art. 201 do CPP: "Se, intimado para esse fim, deixar de comparecer sem motivo justo, o ofendido poderá ser conduzido à presença da autoridade". É a chamada condução coercitiva.
e)Ouvir o indiciado;
CF, LXIII - o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, ...;
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
f)Reconhecimento e Acareações;
"Art. 226. Quando houver necessidade de fazer-se o reconhecimento de pessoa, proceder-se-á pela seguinte forma:
I- a pessoa que tiver de fazer o reconhecim. será convidada a descrever a pessoa que deva ser reconhecida;
II- a pessoa, cujo reconhec pretender, será colocada, se possível, ao lado de outras que com ela tiverem qualquer semelhança, convidando-se quem tiver de fazer o reconhecimento a apontá-la;
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
III- se houver razão para recear que a pessoa chamada para o reconhec,por efeito de intimidação ou outra influência, não diga a verdade em face da pessoa que deve ser reconhecida, a autoridade providenciará para que esta não veja aquela;IV - do ato de reconhecimento lavrar-se-á auto pormenorizado, subscrito pela autoridade, pela pessoa chamada para proceder ao reconhecimento e por duas testemunhas presenciais".
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
Acareação
Contradição(vítima,indiciado,testemunha) g)Solicitar Exame Corpo de Delito/Perícias Infrações que deixam vestígios
h)Identificação Datiloscópica CPP 6º CF 5º LVIII Lei 10.054 Lei 9.034
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
i)Averiguar a vida pregressaSob o ponto de vista individual, familiar e social, sua condição econômica, sua atitude e estado de ânimo antes e depois
do crime, e durante ele, e quaisquer outros elementos que contribuírem para a
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
Guarda de Instrumentos e Objetos; Que interessarem à prova
Dispensabilidade do IP;
Outras formas de produção de provas Outras atividades da autoridade policial: a)Fornecer informações a aut. judiciária b)Realizar requisições do Juiz e MP c)Cumprir Mandados
d)Representar acerca de prisões Indiciado Menor: CPP 15 “curador” Devolução do IP: Diligencias do MP
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
Reprodução Simulada:Também chamada de Reconstituição Crime a)Moralidade Pública
b)Ordem Pública Formalidade do IP a)Num só processado
b)Reduzidas a escrito ou datilografado c)Rubricado pela autoridade
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
- Prazos no IP a)IP Estadual: RP 10d / RS 30d b)IP Federal: RP 15+15d / RS 30d Lei 5.010/66 c)IP Tóxicos: RP 30d (2X) RP 90d (2X)
INQU
INQU
É
É
RITO POLICIAL
RITO POLICIAL
Arquivamento do IP;Somente Juiz após ouvir o MP Incomunicabilidade do Indiciado: Despacho Fundamentado do Juiz Prazo 3 dias
a)CF 136 Estado de Sítio b)Lei 8.906/94 E.O.A.B. Conclusão do IP: a)Minucioso Relatório
b)Oficio ao Instituto de Identificação Estatística e Antecedentes Criminais