Pecuarista, você está preparado para atender às alterações da IN 76 e 77?

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Texto

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Produção: aqui entram todos os critérios para produção, condicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite cru nos estabelecimentos. O documento enfatiza a importância do acompanhamento médico veterinário e do correto manejo sanitário do rebanho. Veta o uso de leite com resíduo de medicamentos, substâncias estimulantes, leites produzidos por fêmeas na fase colostral, enfermas, com estado nutricional precário, contaminados com doenças infectocontagiosas ou em tratamento.

Transporte e armazenamento: aqui fica a responsabilidade pela coleta do leite de forma adequada, mantendo os sistemas de cadastro do produtor e informações sobre o leite atualizadas. O tempo entre uma coleta e outra não pode ser superior a quarenta e oito horas. O grande desafio aqui está na temperatura, segundo a IN 76 os novos limites de temperatura e armazenamento são:

Para produtores: reduzir a CCS do leite representa melhoria da qualidade da produção, aumento de leite produzido e possibilidade de melhor remuneração pelo leite produzido. Durante o manejo de ordenha, podemos evitar 3 fontes de contaminação, pela superfície do teto, os primeiros jatos do leite e água residual dos compartimentos de armazenagem do leite.

No momento da coleta de amostra é importante que o proprietário também acompanhe, para que possa existir uma comunicação adequada entre laticínio/transportador e fazenda.

O treinamento e capacitação dos funcionários e fornecedores é um ponto crucial para melhoria do manejo e qualidade do leite.

Para laticínios: a refrigeração pós ordenha, do transporte e armazenamento é um ponto importante para manutenção da qualidade do leite e evitar a proliferação de bactérias e prejuízos ao beneficiamento do produto. A nova legislação também enfatiza a importância da capacitação dos fornecedores e contribuintes para a cadeia láctea.

Pecuarista, você está preparado para

atender às alterações da IN 76 e 77?

No dia 31 de maio entraram em vigor os novos critérios de qualidade do leite exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicado no dia 30 de novembro de 2018. A principal preocupação das novas INs é com a importância de capacitação e treinamento dos produtores, fornecedores e

transportadores de leite, visando garantir um leite de qualidade para o consumidor.

Com isso tivemos algumas mudanças nas obrigações no que diz respeito produção, transporte, armazenamento e industrialização.

E para resfriadores, só serão permitidos os de expansão direta ou resfriadores à placa, sendo que os de imersão deveram ser substituídos. O uso de tanques comunitários para armazenamento ainda é permitido.

Industrialização: aqui são determinadas as análises realizadas diaria e mensalmente, assim como os parâmetros físico-químicos do leite cru refrigerado. É importante ressaltar que o valor individual resfriador/produtor para CBT permanece o mesmo.

LIMITES MÁXIMOS DE TEMPERATURA DO LEITE DURANTE O TRANSPORTE:

Para o transporte do leite em latões e tarros, em temperatura ambiente, pela IN 77 é permitida desde que o estabelecimento processador entregue em até duas horas após o final de cada ordenha.

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Para atender as novas alterações é importante investir em capacitação e manter-se informado e flexível para se adaptar as melhorias exigidas. Para auxiliar neste processo, seguem algumas dicas de boas práticas desde o manejo do rebanho até a industrialização e processamento do leite:

Encontros sobre Qualidade

do Leite em Arapoti

No dia 24 de maio foi realizado o primeiro grupo de estudos sobre qualidade do leite de Arapoti, na Chácara Bela Manhã. Voltado para cooperados e seus funcionários, o grupo teve como objetivo visitar uma propriedade e conversar sobre os principais manejos para melhorar a contagem de células somáticas e bacterianas.

Alguns dos tópicos tratados foram:

• Qual a real importância do pré e pós-dipping • Tempo de colocação de conjunto de ordenha • Escore de esfincter

• Limpeza de equipamentos

• Manutenção básica da ordenhadeira

• Pontos de alerta no sistema de ordenhadeira • Gestão de dados e implementação de indicadores VetFarma e Kersia foram as empresas parceiras.

Ainda em maio, unindo os assuntos nutrição e qualidade do leite, foi realizado outro encontro para discussão de artigos com o tema “Atualizações sobre micotoxinas em vacas e o impacto na qualidade do leite”, com Thomer Durman, da Alltech. Na ocasião foram apresentados vários artigos científicos da área, com as principais informações e

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Inaugurado em junho de 2014, o moinho Herança Holandesa se destaca por sempre obter resultados positivos, mesmo com a instabilidade do mercado. Parte da intercooperação Unium, no início, a unidade industrial trabalhava com apenas 10% da capacidade produtiva, que era de 400 toneladas por dia. "Levou um tempo até conseguir entrar no mercado. No segundo ano, passamos a operar com 85% da capacidade, e aumentamos até chegar em 95%, no ano de 2018”, conta o gerente de negócios industriais, Estefano Stemmer Junior.

No mesmo ano, o moinho fez um investimento de cerca de R$ 10 milhões em equipamentos de alta tecnologia para trabalhar com farinhas domésticas e pré-misturas, de 1 e 5 kg, para atender o mercado regional. “Descobrimos um mercado diferente e nos especializamos. Hoje, fazemos essas farinhas para grandes marcas”, explica o gerente. Entre os parceiros comerciais, estão Wickbold, Doce Docê, Pitlak, Santa Massa, Gold Pão, Vilma Alimentos, Nissin, Selmi, Santa Amália, Romariz, Nestlé, Jasmine Alimentos, Marvi, Rações Batavo, Castrolanda, Capal e Nutrialfa.

Atualmente, aproximadamente 70 colaboradores fazem parte do moinho, que concentra sua venda nos estados de São Paulo e Paraná. “Buscamos encontrar nichos de

mercado para produzir e oferecer nossos produtos. O que todo mundo faz não se destaca e precisamos desse diferencial para sermos reconhecidos.

Temos toda a cadeia de valor do trigo na mão, com a produção de sementes e a produção agrícola, e isso agrega valor”, explica Estefano.

A certificação ISO 22000:2005, que atesta que a planta industrial é livre de contaminantes físicos, químicos e biológicos, faz parte da história do moinho. “Todas as nossas etapas de produção são monitoradas, desde a armazenagem de matéria-prima até os produtos finais. Temos um controle de qualidade rigoroso em nossa planta”, afirma Estefano.

Em 2018, foram moídas cerca de 120 mil toneladas de trigo, que geraram um faturamento de R$ 137,8 milhões.”Esperamos chegar a 135 mil toneladas em 2019, e aumentar significativamente nossa receita”, diz o gerente.

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CLASSIFICADOS

VENDA

Pick-up S10 ltz 2.4, flexpower, 4x2, cabine dupla, branca. Completa -

vidros elétricos, som, bancos de couro com regulagem elétrica, ar condicionado, direção hidráulica, capota marítima. 2012/2013

Moto Honda Nxr 160 Bros, Esdd Flex One, branca, partida elétrica.

2017

Tratar com Jean – 43 3512 1039 / 43 99915 1260

VENDA

Pá Carregadeira Forza 928

BR – R$ 55.000,00 Forza 928 BR – 2017. Kit Palete Garfo + Caçamba – Capacidade de Carga: 2.000 kg Localização: Arapoti-PR, Contato: (43) 3557-4013 - (43) 99118-4755 VENDA

Rebanho HI e jersolandas em lactação, novilhas sexadas e bezerras. Resfriador e ordenha. Valor a combinar.

Trator MF 235, ano 79. R$ 16.500,00 Tratar com Sandra – 43 99621 3650 (Japira)

A gestão de dados da suinocultura evoluiu muito nos últimos anos e a Capal tem acompanhado esse crescimento. Pensando nisso, o primeiro passo foi dado utilizando uma ferramenta chamada benchmarking, que compara e utiliza como exemplo os melhores resultados. Visando a evolução do grupo, foram apresentados os resultados da Cooperativa em relação ao Frigorífico.

Fortalecendo a Suinocultura

Foi acordado que serão intensificados os controles de gestão das granjas buscando aumento de lucro da atividade, pois cada centavo faz a diferença. O cooperado Gerrit Verburg foi o pioneiro na solicitação dessa análise e a equipe de suinocultura uniu as forças da assistência técnica, gestão de dados e nutrição, em reunião com a equipe da granja, índice a índice, apresentou os custos de produção para a tomada de decisões imediatas.

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INDICADORES FINANCEIROS

DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC R$ 3,88 – 06/06 0,3715 % a.m. - 06/06 6,50 % a. a. PARANÁ MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 34,00 Vendedor: R$ 40,00 W.Braz-Pr Comprador: R$ 33,00 Vendedor: R$ 38,00 SOJA

Disponível CIF Ponta Grossa (média do dia)

R$ 80,00

Entrega abril/2020 e pagamento maio/2020 - CIF Ponta Grossa/PR R$ 77,70 TRIGO Superior R$ 900,00 FOB Intermediário R$ 760,00 (T-2) PADRÃO R$ 700,00 (T-2) R$ 660,00 (T-3) SÃO PAULO MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 33,00 Vendedor: R$ 40,00 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Comprador: R$ 33,00 Vendedor: R$ 38,00 SOJA

Disponível CIF Santos

(média do dia) R$ 81,00 Entrega março/2020

pagamento abril/2020 – CIF Entrega abril/2020 pagamento maio/2020 - CIF Guarujá R$ 79,00 R$ 79,80 TRIGO Superior R$ 900,00 FOB – ITARARE/ SP R$ 900,00 FOB TQB/TQV/ SP (falling number mínimo de 250) Intermediário R$ 720,00 (T-2) PADRÃO R$ 650,00 (T-2) R$ 620,00 (T-3) MILHO FUTURO

CIF Guarujá entrega agosto/2019 e pagamento setembro/2019 Comprador: R$ 37,00 Vendedor: sem indicação CIF Guarujá entrega setembro/2019 e pagamento outubro/2019 Comprador: R$ 39,20 Vendedor: sem indicação

INFORMAÇÕES DO MERCADO AGROPECUÁRIO

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO

Variedade 03/06/19 Min. Máx. 04/06/19 Min. Máx. 05/06/19 Min. Máx. 06/06/19 Min. Máx. 07/06/19 Min. Máx. Carioca Dama 10 – 10 180,00 185,00 S/Cot 185,00 S/Cot 195,00 S/Cot 195,00 S/Cot S/Cot Carioca Dama 9 – 9 165,00 170,00 165,00 170,00 S/Cot 180,00 S/Cot 180,00 S/Cot S/Cot Carioca Dama 8,5 – 9 155,00 160,00 155,00 160,00 155,00 160,00 165,00 170,00 S/Cot S/Cot Carioca Dama 8 – 8 135,00 140,00 135,00 140,00 140,00 145,00 S/Cot 145,00 S/Cot S/Cot Carioca Dama 7,5 – 8 120,00 125,00 120,00 125,00 120,00 125,00 120,00 125,00 S/Cot S/Cot Carioca Dama 7 – 7 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Dama 6 – 7 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot

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INFORMAÇÕES DO MERCADO AGROPECUÁRIO

MILHO

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Na CBOT o pregão realizado no decorrer desta quinta-feira foi caracterizado pela retomada do movimento de alta entre os principais contratos em vigência. O mercado busca uma posição contundente do USDA em relação a área plantada e a produtividade, os números podem ser conservadores para o relatório de Oferta e Demanda do dia 11. No entanto o relatório trimestral de estoques tende a apresentar uma posição mais próxima da realidade. A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais é de que a safra dos Estados Unidos deve ser bem menor por conta dos problemas climáticos registrados no país. Mercado interno em linhas gerais opera em função da paridade de exportação nos últimos dias e com a mudança de perspectiva no câmbio e com os últimos movimentos na Bolsa de Chicago houve uma alteração dos preços nos portos. A situação cambial mudou de acordo com o avanço da Reforma da Previdência ao longo da semana. A colheita segue tímida em grande parte do país, porém o clima seco dos últimos dias no Centro-Sul vem favorecendo os trabalhos.

TRIGO - CBOT encerrou a quinta-feira com preços acentuadamente mais altos. O mercado se recuperou das fortes perdas de quarta-feira e disparou levando em conta a projeção de corte nos estoques globais e dos Estados Unidos em 2018/19 e 19/20, bem como de uma menor produção nos EUA. Além disso, a projeção de tempo seco desfavorável na Rússia e na Austrália, de umidade prejudicial nos Estados Unidos e a continuidade das tensões entre Estados Unidos e México também contribuíram para a alta. Mercado interno chega ao fim desta primeira semana de junho avaliando o avanço dos trabalhos de plantio nas principais regiões produtoras do país. O quadro geral ainda é bastante positivo no estado do Paraná, que apesar de ter novamente elevado a diferença de evolução do plantio ante o mesmo período da temporada anterior, resultado do clima pouco favorável, ainda mantém condições gerais das lavouras muito positivas. No Rio Grande do Sul, a umidade elevada das últimas semanas segue dificultando o início mais representativo dos trabalhos. Um fator que pode ser levado em consideração, é que um menor período da janela de plantio disponível poderá levar a uma área plantada inferior a aguardada pelo mercado.

SOJA – Na CBOT, os contratos futuros do complexo fecharam em queda no grão e no farelo, e em alta no óleo nesta quinta-feira. Em dia volátil, a previsão de clima favorável ao plantio nos Estados Unidos e as exportações semanais dentro do esperado pressionaram o mercado. As perdas só não foram maiores devido ao desempenho de outros mercados, principalmente o trigo, e também em função do posicionamento de carteiras por parte dos agentes, aguardando o relatório de Oferta e demanda de junho do USDA que será divulgado dia 11/06. Mercado interno seguiu calmo nas diferentes praças de negociação do país. A moeda norte-americana voltou a tocar os R$ 3,85 ao longo do pregão, e junto com a volatilidade de Chicago, manteve os preços da oleaginosa predominantemente estáveis no mercado doméstico. Diante disso, com cotações pouco atrativas, os agentes seguem distantes das negociações.

CAFÉ

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Os contratos futuros do café arábica encerraram a sessão desta quinta-feira (06) com alta próxima de 300 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures US). O mercado na ICE passou por movimentos de ajustes técnicos ante a véspera e voltou a repercutir as oscilações cambiais. O vencimento julho/19 teve alta de 295 pontos, a 102,05 cents/lb e o setembro/19 avançou 285 pontos, a 104,60 cents/lb. O dezembro/19 fechou o dia com ganhos de 285 pontos e 108,25 cents/lb e o março/20 registrou 111,75 cents/lb e 280 pontos positivos. A força do real em relação ao dólar nesta quinta-feira estimulou uma cobertura de posições vendidas nos futuros de café. A moeda mais baixa tende a desencorajar as exportações das commodities. Apesar da alta, analistas dizem que o mercado não mudou sua sensação de tranquilidade ante a colheita da safra 2019/20 do Brasil, maior produtor e exportador do mundo.

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Comunicação Capal

comunicacao@capal.coop.br – 43 3512 1092 99152 0678

DÓLAR - O dólar comercial fechou em queda de 0,33% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8830

para venda, exibindo poucas oscilações na segunda parte dos negócios em dia mais calmo no exterior para as principais moedas de países emergentes e com investidores ainda otimistas com a política local, em meio ao julgamento sobre as privatizações de estatais que seguia no Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,8870 e a mínima de R$ 3,8580.

Resumo de mercado do leite - Com

maio marcado por uma demanda fraca, os vendedores buscaram vender o UHT pelos mesmos patamares praticados no final de abril. Todavia, a pressão de estoques por parte das indústrias indica um possível cenário de viés baixista

- Com UHT e muçarela "travados" e a matéria-prima com um alto custo relativo, o leite spot apresentou uma forte queda na primeira quinzena junho; - Além da demanda fraca, a chegada da safra nas

próximas semanas deixa a indústria atenta a seus estoques, o que justifica uma maior oferta frente a uma demanda menor.

SUÍNOS - Mercado interno segue apresentando consistente movimento de alta, por conta

principalmente do direcionamento da produção para a exportação, o que mantém a disponibilidade doméstica ajustada. A reposição entre atacado e varejo apresentou boa fluidez e ganha suporte com a proximidade do final de semana e a entrada dos salários na economia. Mercado aguarda uma ampliação contundente das compras chinesas ao longo dos próximos meses, o que deve continuar dando sustentação aos preços. Por outro lado, vale salientar que a demanda interna tende a evoluir de maneira tímida, acompanhando o fraco crescimento da economia brasileira.

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Referências

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