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Grandes Opções do Plano, 2010

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alargamento das liberdades reais de que uma pessoa goza.”

(4)



Página 2

Índice

P

REÂMBULO

... 3

I

NTRODUÇÃO

... 4

O

BJECTIVOS ESPECÍFICOS

... 5

1ª OPÇÃO – ATRAIR INVESTIMENTO PARA CRIAR RIQUEZA E EMPREGO

,... 5

2ª OPÇÃO - ENRIQUECER A VIDA DAS PESSOAS

... 6

3ª OPÇÃO - MELHORAR A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO

... 8

4ª OPÇÃO - CONTRIBUIR PARA GARANTIR O FUTURO DAS GERAÇÕES FUTURAS

... 8

5ª OPÇÃO - MELHORAR A EFICIÊNCIA NA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS

... 8

6ª OPÇÃO - PROMOVER PROCESSOS DE PARTICIPAÇÃO DOS CIDADÃOS

... 9

A

S

G

RANDES

O

PÇÕES DO

P

LANO

,

2010 ... 9

ESPAÇO PÚBLICO, ESPAÇO DE VIDA

... 9

A FORMAÇÃO INTEGRAL DO INDIVÍDUO

... 10

ESCOLA, DIREITO DE TODOS

... 10

ALARGAMENTO DAS PRÁTICAS DE FRUIÇÃO CULTURAL

... 11

PROMOÇÃO DO LIVRO E DA LEITURA

... 11

PROMOÇÃO DA VIDA SAUDÁVEL

... 11

PROMOÇÃO DA ACTIVIDADE ECONÓMICA E CRIAÇÃO DE EMPREGO

... 11

QUALIFICAÇÃO DAS REDES DE INFRA-ESTRUTURAS

... 13

Plano Plurianual de Investimentos……….………..15

Actividades mais Relevantes……….….………..47

(5)



Página 3

Preâmbulo

O ano 2010 constitui o ano de arranque do mandato autárquico 2009/2013,

resultante das eleições que tiveram lugar em Outubro último. A apresentação das

Grandes Opções do Plano para o ano de 2010 não pode, por isso, deixar de ser

precedida da apresentação das opções para o quadriénio 2009/2013, as quais

constituem o respectivo enquadramento.

Assim, o presente documento apresenta-se estruturado em dois capítulos principais:

no primeiro apresentam-se os objectivos específicos que orientarão a actividade

autárquica no quadriénio 2009/2013 e, no segundo, a respectiva transposição para

o ano de 2010, expondo, por conseguinte, as vertentes de actuação autárquica

que os documentos contabilísticos traduzem em termos financeiros.

(6)



Página 4

Os resultados das eleições de Outubro permitiram dar continuidade ao trabalho

desenvolvido, o qual se constitui como ponto de partida para a procura de novas

soluções para problemas e necessidades das populações, quer os que, apesar dos

esforços, persistem, quer os que resultam do processo constante e dialéctico de

satisfação de necessidades.

Os atrasos na implementação dos instrumentos de financiamento comunitário, a

redução da capacidade financeira dos Municípios, a imposição de competências

e políticas, sem respeito nem pelo princípio da subsidiariedade, nem do papel e

funções das autarquias, são aspectos que têm condicionado as opções do plano.

A estes acresce, ainda, o contexto económico e social em que este mandato tem

início e cuja conclusão ainda não se vislumbra, exigindo, concomitantemente, uma

atitude realista, capaz de equilibrar o desejado com o possível, sem pôr em causa

os compromissos estabelecidos com a população, o qual serve, naturalmente e por

respeito aos resultados eleitorais, de base às linhas orientadoras do mandato que

agora se inicia.

A necessidade de abordar o primeiro ano de mandato com o cuidado que a

conjuntura impõe não desvia, porém, o que se considera o objectivo central que se

assume para este mandato:

Entendendo-se o desenvolvimento como um processo global em que as pessoas

ocupam o lugar central, a assunção deste objectivo pressupõe uma abordagem

abrangente à realidade da vida do Município.

A concretização deste objectivo passa pelo desenvolvimento de um trabalho em

parceria, com a população e as suas organizações, com as entidades do município

e com outros municípios estabelecendo plataformas de actuação conjunta em

torno de objectivos comuns.

Para a concretização deste objectivo serão também mobilizados os financiamentos

públicos disponíveis, os quais complementarão as restantes receitas do Município.

Contribuir, no quadro das competências municipais, para o desenvolvimento do

Concelho

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globalidade, passa pelo exercício das competências municipais nos seus diferentes

domínios, de modo articulado visando atingir um conjunto de objectivos

específicos, fundamentais para a concretização do objectivo global definido, e

que constituem as cinco opções do mandato que agora se inicia:



1ª Opção - Atrair investimento para criar riqueza e emprego,



2ª Opção - Enriquecer a vida das pessoas,



3ª Opção - Melhorar a prestação do serviço público,



4ª Opção - Contribuir para garantir o futuro das gerações vindouras,



5ª Opção - Melhorar a eficiência na utilização dos recursos,



6ª Opção - Promover processos de participação dos cidadãos.

1ª Opção – Atrair investimento para criar riqueza e emprego,

Com a consciência de que também cabem ao Município responsabilidades no

desenvolvimento do Concelho, entende-se que a acção do Município para a

dinamização da actividade económica deve passar



Pela mobilização de capitais para a sua transformação em investimento no

Município,



Pela oferta de externalidades positivas que facilitem essa mobilização e,

simultaneamente criem condições competitivas ao crescimento das empresas

instaladas,

As externalidades a oferecer deverão ser de diferentes naturezas: criação de

condições para a instalação de empresas, através da disponibilização de espaços

infra-estruturados, apoio ao desenvolvimento e promoção de produtos turísticos

municipais e estímulo à formação profissional são meios com capacidade para

promover a criação de empregos e a geração local de riqueza.

Os produtos turísticos a promover, de raiz marcadamente local, passam pelo

património natural, etnográfico, arqueológico e histórico, de que se destaca o

(8)



Página 6

Esta atitude pró-activa e de oferta de externalidades positivas, deve ainda ser

complementada com iniciativas mais directas de intervenção junto das empresas,

apoiando o seu desenvolvimento, particularmente nos seus primeiros anos de vida,

período em que é maior a mortalidade empresarial em Portugal.

O desenvolvimento das empresas locais é, assim, outro meio para a criação de

riqueza e de emprego no Município. Nesta linha tem o Município já uma larga

actividade, através do fornecimento de apoio informativo e de encaminhamento

às empresas que o procuram e do desenvolvimento de iniciativas de apoio e

promoção das empresas locais, particularmente de comércio e restauração.

A este nível, o mandato que agora se inicia privilegiará a regeneração urbana

como instrumento de dinamização económica. Trabalhar-se-á para a afirmação

cultural de Vila Nova de Santo André, valorizando as actividades neste sector e

promovendo-as enquanto instrumento de criação de emprego e de riqueza. Em

Santiago do Cacém, importa potenciar o Centro Histórico não apenas como

património comum do Município mas também como instrumento de dinamização

da actividade económica.

A promoção nacional e internacional do Concelho será outro contributo do

Município para a animação económica, aprofundando as relações já iniciadas no

mandato anterior.

Desta actividade não pode estar arredado o Mundo Rural. Efectivamente, a

actividade silvícola, agrícola e agro-industrial é relevante no contexto municipal,

contribuindo, sem dúvida para o emprego e a criação de riqueza. Assim, não pode

o Município deixar de apoiar as iniciativas de modernização das empresas nestes

sectores, quer através da sua participação em organismos de cooperação, quer

pela melhoria da mobilidade intra-municipal, facilitando o acesso às explorações,

quer ainda pela melhoria da mobilidade na ligação aos centros de consumo,

contribuindo, deste modo, para o escoamento das respectivas produções.

2ª Opção - Enriquecer a vida das pessoas

O bem-estar da população tem várias fontes, entre as quais a qualidade da

paisagem em que a vida se desenrola. Efectivamente, o espaço público constitui o

primeiro contacto com o dia de trabalho e a última imagem no fim do dia. A sua

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também espaço de vivência e iniciativa. Ele é, portanto, espaço privilegiado de

intervenção autárquica e contributo do Município para a melhoria das condições

de vida da população do Concelho.

O conhecimento constitui um instrumento de participação, afirmação e

aproveitamento do potencial de cada indivíduo. Em consequência a actividade

da Autarquia tem que responder às necessidades de apropriação do

conhecimento, não apenas de forma formal, através do sistema de ensino e

formação, mas também informal, através da fruição e prática culturais e

desportivas, bem como da inter-acção com os seus vizinhos.

É assim que o Município irá promover o alargamento da rede de equipamentos de

cultura e desporto e o aumento da oferta de produtos culturais e desportivos. É

assim que o Município irá estimular e apoiar as iniciativas dos cidadãos através do

movimento associativo, nomeadamente através do apoio aos grandes eventos

com origem nas instituições do Concelho.

É também visando facilitar a apropriação do conhecimento que se irá alargar a

oferta de equipamentos de educação pré-escolar, conscientes de que a

socialização constitui um veículo privilegiado de aprendizagens e que práticas de

inserção precoce no sistema de ensino, são factor facilitador de aprendizagens

futuras.

Do ponto de vista formal, os processos de apropriação têm lugar através da

inserção no sistema de ensino, o qual deverá apresentar as condições adequadas

ao desenvolvimento dos processos de ensino e aprendizagem. Assim, não podem

deixar de fazer parte das linhas de intervenção autárquicas, a qualificação de

equipamentos de ensino e a modernização dos recursos pedagógicos colocados à

disposição dos protagonistas do processo pedagógico.

O processo de enriquecimento da vida dos munícipes tem de envolver toda a

população, combatendo todos os factores de exclusão deste processo. Nesse

sentido, o combate ao analfabetismo e à iliteracia são duas linhas de acção que

irão mobilizar esforços do Município, a par com o estímulo à participação solidária

dos munícipes.

(10)



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constituem uma responsabilidade do Município e um contributo do Município para

garantir a qualidade de vida dos Munícipes e a sustentabilidade da vida. São áreas

exigentes na manutenção e actualização, com papel de destaque na salvaguarda

da saúde pública.

É tendo em conta a importância destes sectores prestadores de serviços públicos

que o Município irá desenvolver um esforço acrescido de melhoria das condições

em que eles são oferecidos, reforçando equipamentos e sistemas de controlo.

4ª Opção - Contribuir para garantir o

futuro das gerações vindouras

O processo de desenvolvimento só o é desde que garantindo o futuro das novas

gerações, nomeadamente ao nível dos recursos e da qualidade ambiental. Assim, o

Município continuará a promover a conservação e valorização da paisagem

natural, intervindo, simultaneamente, ao nível da protecção do meio ambiente,

nomeadamente consolidando as práticas de recolha separativa de lixos,

promovendo a gestão integrada de efluentes agro-pecuários e industriais, da saúde

e do ambiente.

5ª Opção - Melhorar a eficiência na utilização dos recursos

A concretização dos objectivos que se apontam exige um aumento da eficiência

no processo de produção do serviço autárquico. O aumento da eficiência do

serviço autárquico constitui, a par com a melhoria da respectiva capacidade de

resposta, o objectivo para o quadriénio que agora se inicia.

Para a concretização deste objectivo não pode o Município deixar de contar com

o contributo criativo dos seus trabalhadores. Esta participação é fundamental na

identificação de problemas e no encontrar das soluções que garantam a

qualidade de resposta do Município às necessidades dos Munícipes e do

desenvolvimento do Concelho. Esta participação é fundamental para a

simplificação de procedimentos, condição necessária à diminuição dos tempos de

resposta.

A melhoria da capacidade de resposta do Município passa ainda pela alteração

das condições de trabalho, alteração que se pretende constituir uma linha de

(11)



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6ª Opção - Promover processos de participação dos cidadãos

Outra linha de intervenção Municipal continua a ser mobilização dos munícipes

para a gestão da Autarquia, para o que se pretende aprofundar as práticas

anteriores de participação. Uma gestão participada, a mobilização da opinião dos

munícipes em outras sedes e assuntos, o encontro de novas formas de participação

que completem a participação inestimável da população organizada nas suas

associações, são linhas que pretendem desenvolver-se no próximo quadriénio.

As Grandes Opções do Plano, 2010

As linhas orientadoras do quadriénio têm a sua tradução em 2010, num contexto

simultaneamente de dificuldade económica e de significativo dinamismo na

concretização de operações co-financiadas pelo FEDER no quadro do Programa

Operacional Regional do Alentejo. Neste quadro, a despesa do Município para

2010 que os documentos contabilísticos expõem concretizam os objectivos

específicos para o triénio através da intervenção nos seguintes domínio:



Espaço público, espaço de vida,



A formação integral do indivíduo,



Promoção da actividade económica e criação de emprego,



Qualificação das redes de infra-estruturas.

Espaço público, espaço de vida

O espaço público assume uma dupla importância no contexto da persecução dos

objectivos do Município no presente mandato. Ele é o quadro em que se

desenvolve a vida dos munícipes, factor indutor de bem-estar e de qualidade de

vida. Ele é, também, espaço de actividade económica, no qual as empresas

comerciais desenvolvem a sua actividade e a partir do qual as empresas do sector

turístico atraem visitantes e turistas.

Ele constituiu objecto de várias candidaturas aprovadas, promovidas pelo Município

a co-financiamento do Programa Operacional Regional do Alentejo, às quais

importa agora dar execução.

(12)



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requalificação e ordenamento dos eixos estruturantes, de construção da rede

ciclável e de requalificação do Parque Central. É também no quadro do

co-financiamento comunitário que irão arrancar as obras previstas para o Centro

Histórico de Santiago do Cacém, designadamente no Passeio das Romeirinhas, na

Praça Conde do Bracial, na Rua Condes de Avillez e de recuperação da Tapada

com o mesmo nome.

E se as cidades constituem território de projecção municipal e lugar de residência

de cerca de 2/3 da população no Concelho, o espaço público vai muito para

além delas.

Assim, esta linha orientadora inclui ainda um conjunto de intervenções em várias

freguesias, designadamente em Vale de Água, no loteamento apoiado, em S.

Francisco, em Alvalade, nomeadamente na Zona de Expansão, na Pouca Farinha e

no Cercal, em vários arruamentos entre os quais a R. Dr. Francisco Beja da Costa,

em S. Domingos e em Foros do Locário, na Abela, designadamente no loteamento

apoiado António Pereira da Silva, e em Ermidas, nomeadamente na R. Oriental.

Este conjunto de intervenções, a que acresce a despesa nos serviços de

manutenção de espaços verdes, mobiliza cerca de 1/4 da despesa municipal em

investimento e actividades relevantes para o ano de 2010.

A formação integral do indivíduo

Escola, direito de todos

Apesar da educação constituir um direito de crianças e jovens, reconhecido

internacionalmente, a sua garantia mobiliza ainda o esforço de inúmeras entidades

que, através dos meios colocados ao seu dispor, apoiam as famílias

economicamente de modo a permitir a prática daquele direito.

Prática que constitui condição necessária, embora não suficiente, à dinamização

económica, social e cultural do Município, na medida em que o conhecimento é

gerador de necessidades, cuja satisfação presente cria novas necessidades no

futuro, num processo de causa e efeito estimulante de desenvolvimento quer ao

nível cultural, quer ao nível tecnológico, constituindo, simultaneamente, condição

necessária ao aproveitamento das potencialidades de cada um.

(13)



Página 11

É procurando apoiar a manutenção das crianças e jovens do Concelho no sistema

de ensino que as contas previsionais para 2010, cativam para o efeito cerca de 6%

da despesa total do município.

Alargamento das práticas de fruição cultural

O consumo cultural continua a ser uma forma de desenvolvimento pessoal,

permitindo a apropriação de conhecimentos de forma informal mas nem por isso

menos importante.

É assim que, neste ano, o Município irá prosseguir a sua actividade cultural,

oferecendo aos munícipes momentos de fruição nos vários domínios das artes e a

propósito de diferentes efemérides que terão lugar em 2010.

Promoção do livro e da leitura

Na continuação do que já foi prática do Município em anteriores mandatos, o ano

de 2010 vai continuar a promover o gosto pela leitura, encarando-o como um

contributo para o processo formativo do indivíduo e espaço de lazer e fruição.

Esta linha de intervenção traduz-se na importância que as duas bibliotecas

municipais e as respectivas actividades sócio-educativas continuam a ter no

contexto da actividade municipal.

Promoção da vida saudável

No campo desportivo e na continuação de práticas tradicionais, manter-se-á a

oferta de espaços para a prática deste tipo de actividades. É neste sentido que

têm algum significado no conjunto da despesa municipal as actividades de

construção e conservação dos equipamentos desportivos municipais, procurando

oferecer espaços para a prática da actividade física e, desse modo, contribuir para

a prática de hábitos de vida saudáveis dos santiaguenses.

Promoção da actividade económica e criação de emprego

A intervenção municipal na actividade económica passa, sobretudo, pela

intervenção no contexto em que essa actividade se desenvolve e pela aquisição

de bens e serviços junto das empresas locais.

(14)



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criadora de melhores condições para o desenvolvimento da actividade de

comércio e serviços de proximidade, bem como de turismo, valorizando a

qualidade das Cidades como meio para a atracção de visitantes e turistas.

A realização de eventos comemorativos dos 500 anos dos forais manuelinos de

Alvalade e Santiago do Cacém será também um contributo para a promoção da

actividade económica no concelho, criando condições para a atracção de

visitantes e turistas e, consequentemente, para o aumento da procura dirigida às

empresas locais de alojamento e restauração.

Para além destas áreas de intervenção, a facilitação da mobilidade intra-municipal

e entre o município e os principais centros de consumo é uma obrigação municipal,

particularmente importante porque transversal a todos os sectores de actividade. É

assim que se prevêem, para o próximo triénio, intervenções em diferentes estradas

municipais, encontrando-se a intervenção na EM 526 em curso e programadas

as

restantes para os anos seguintes.

Para além desta intervenção, o Município contribui para a dinamização da

actividade económica, indirectamente, através da aquisição de bens e serviços.

Esses efeitos serão locais ou regionais/ nacionais, conforme a localização das

empresas fornecedoras. A este respeito, é importante ressalvar as intervenções

previstas de qualificação do espaço público, as quais irão mobilizar actividade do

sector da construção. Este, dada a sua utilização intensiva de trabalho, é, por

natureza, um instrumento de absorção de desemprego. Efectivamente, as

empresas de construção civil recrutam frequentemente no local a mão-de-obra

que vão utilizar. Assim, independentemente da origem da empresa, é provável que

o início das obras venha a produzir uma redução do desemprego, particularmente

do desemprego menos qualificado. Precisamente porque nómada, o sector da

construção não é uma aposta com futuro. Porém ele é, sem dúvida, um contributo

para minorar os efeitos da crise que se atravessa, contribuindo com o seu resultado

para a criação/ atracção de outras empresas noutros sectores de actividade de

ancoragem local.

(15)



Página 13

As alterações legislativas e a exigência de qualidade do serviço público são

factores de estímulo ao investimento nas redes de infra-estruturas e serviços

públicos. Acresce a elevada dimensão dos sistemas face à área do território que

têm de cobrir. Assim, o ano de 2010 irá ser palco de intervenções de manutenção e

beneficiação em diversos equipamentos, de modo a melhorar o serviço por eles

prestado.

De entre estas despesas, destaquem-se a intervenção no laboratório municipal de

águas, a conclusão da construção do sistema de secagem de lamas, a aquisição

de equipamento para recolha de resíduos e o pagamento ao Sistema Integrado de

Resíduos Sólidos Urbanos do Litoral Alentejano.

Melhores condições, melhor serviço

A responsabilidade primeira de atender às necessidades da população não pode

fazer esquecer os que contribuem com o seu trabalho para a qualidade do

desempenho dos serviços municipais. Não pode, por isso, o Município deixar de

procurar propiciar aos seus trabalhadores as melhores condições de trabalho, de

modo a permitir o desenvolvimento das suas potencialidades, individuais e

colectivas, e o seu empenhamento criativo na resolução dos problemas das

populações.

É assim que, em 2010, se irá intervir em instalações municipais de modo a melhorar

as condições que oferecem, prosseguindo na actualização informática e da

reengenharia de processos, permitindo os ganhos de eficiência que a gestão

municipal exige.

(16)
(17)

1. FUNÇÕES GERAIS 1.551.941 1.505.440 1.505.440 0 873.500 170.000 0 0 4.100.881

1.1. Serviços Gerais de Administração Pública 1.551.941 1.505.440 1.505.440 0 873.500 170.000 0 0 4.100.881

1.1.1. Administração Geral 1.551.941 1.505.440 1.505.440 0 873.500 170.000 0 0 4.100.881

1.1.1.1. Instalações Municipais/Equipamento 1.353.263 981.380 981.380 0 826.500 170.000 0 0 3.331.143

1.1.1.1.1. Instalações Municipais 1.278.210 761.930 761.930 0 826.500 170.000 0 0 3.036.640

2002/001 Instalações Municipais E DOME 01-01-2002 31-12-2011 4 222.806 415.140 415.140 0 195.000 0 0 0 832.946

07.01.03.01 Instalações de serviços 415.140 415.140 0 195.000 0 0 0 610.140

2004/001 Gabinete Municipal de Santo André E SIRP 01-01-2004 31-12-2010 4 257.431 35.760 35.760 0 0 0 0 0 293.191

07.01.03.01 Instalações de serviços 19.040 19.040 0 0 0 0 0 19.040

07.01.07 Equipamento de informática 12.680 12.680 0 0 0 0 0 12.680

07.01.08 Software informático 3.800 3.800 0 0 0 0 0 3.800

07.01.09 Equipamento administrativo 240 240 0 0 0 0 0 240

2005/001 Edifício na Av. D. Nuno Álvares Pereira (antigo

BNU) E DOTP 01-01-2005 31-12-2011 0 562.836 0 0 0 405.900 0 0 0 968.736

07.01.03.01 Instalações de serviços 0 0 0 405.900 0 0 0 405.900

2005/003 Conservação Instalações Municipais A DSU 01-01-2005 31-12-2011 51.960 40.000 40.000 0 45.000 0 0 0 136.960

07.01.03.01 Instalações de serviços 40.000 40.000 0 45.000 0 0 0 85.000

2006/001 Conservação Instalações Municipais A DSU 01-01-2006 31-12-2012 51.300 160.000 160.000 0 0 0 0 0 211.300

07.01.03.01 Instalações de serviços 160.000 160.000 0 0 0 0 0 160.000

2007/001 Instalações para GAE/DDET A DDET 01-01-2007 31-12-2010 4 50.029 10.000 10.000 0 0 0 0 0 60.029

07.01.09 Equipamento administrativo 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

2007/002 Conservação Instalações Municipais. A DSU 01-01-2007 31-12-2011 49.844 7.000 7.000 0 15.000 0 0 0 71.844

07.01.03.01 Instalações de serviços 7.000 7.000 0 15.000 0 0 0 22.000

2008/001 Conservação Instalações Municipais A/O DSU 01-01-2008 31-12-2010 22.773 970 970 0 0 0 0 0 23.743

07.01.03.01 Instalações de serviços 970 970 0 0 0 0 0 970

2009/002 Conservação Instalações Municipais A/E/O DSU 01-01-2009 31-12-2010 9.230 15.560 15.560 0 0 0 0 0 24.790

07.01.03.01 Instalações de serviços 15.560 15.560 0 0 0 0 0 15.560

2010/001 Espaço Internet de Cercal do Alentejo A/O DSC 01-01-2010 31-12-2010 2.500 2.500 0 0 0 0 0 2.500

07.01.03.02 Instalações desportivas e recreativas 1.000 1.000 0 0 0 0 0 1.000

07.01.09 Equipamento administrativo 1.500 1.500 0 0 0 0 0 1.500

2010/002 Recuperação de Edifício para Instalção da

Academia Senior de Artes e Saberes (ASAS) E FC 01-01-2010 31-12-2011 0 0 0 101.400 0 0 0 101.400

07.01.03.07 Outros 0 0 0 101.400 0 0 0 101.400

2010/003 Pólos Técnicos de Informática O DI 01-01-2010 31-12-2010 0 45.000 45.000 0 0 0 0 0 45.000

07.01.03.01 Instalações de serviços 45.000 45.000 0 0 0 0 0 45.000

2010/004 Instalações para Área de Localização Empresarial E FC DDET 01-01-2010 31-12-2012 0 0 0 0 0 150.000 0 0 150.000

07.01.03.01 Instalações de serviços 0 0 0 0 150.000 0 0 150.000

(18)

07.01.03.01 Instalações de serviços 30.000 30.000 0 64.200 20.000 0 0 114.200 0

1.1.1.1.2. Equipamento 75.054 219.450 219.450 0 0 0 0 0 294.504

2004/003 Equipamento O DASB 01-01-2004 31-12-2010 44.643 17.970 17.970 0 0 0 0 0 62.613

07.01.09 Equipamento administrativo 17.970 17.970 0 0 0 0 0 17.970

2009/003 Equipamento Diverso O DSU 01-01-2009 31-12-2010 30.410 43.130 43.130 0 0 0 0 0 73.540

07.01.06.02 Outro 26.580 26.580 0 0 0 0 0 26.580

07.01.09 Equipamento administrativo 4.600 4.600 0 0 0 0 0 4.600

07.01.10.02 Outro 11.050 11.050 0 0 0 0 0 11.050

07.01.11 Ferramentas e utensílios 420 420 0 0 0 0 0 420

07.01.15 Outros investimentos 480 480 0 0 0 0 0 480

2010/006 Equipamento Diverso O DSU 01-01-2010 31-12-2010 158.350 158.350 0 0 0 0 0 158.350

07.01.06.02 Outro 49.000 49.000 0 0 0 0 0 49.000 07.01.09 Equipamento administrativo 21.200 21.200 0 0 0 0 0 21.200 07.01.10.02 Outro 77.650 77.650 0 0 0 0 0 77.650 07.01.11 Ferramentas e utensílios 10.500 10.500 0 0 0 0 0 10.500 0 1.1.1.3. Organização e Informática 184.545 452.480 452.480 0 0 0 0 0 637.025 1.1.1.3.1. Equipamento 181.403 205.880 205.880 0 0 0 0 0 387.283 2006/003 Equipamento O DI 01-01-2006 31-12-2010 51.234 40.000 40.000 0 0 0 0 0 91.234 07.01.07 Equipamento de informática 40.000 40.000 0 0 0 0 0 40.000 2007/004 Equipamento O DASB 01-01-2007 31-12-2010 40.463 5.030 5.030 0 0 0 0 0 45.493 07.01.08 Software informático 5.030 5.030 0 0 0 0 0 5.030 2008/003 Equipamento O DI 01-01-2008 31-12-2010 54.262 20.000 20.000 0 0 0 0 0 74.262 07.01.08 Software informático 20.000 20.000 0 0 0 0 0 20.000 2009/004 Equipamento O DI 01-01-2009 31-12-2010 35.445 78.350 78.350 0 0 0 0 0 113.795 07.01.07 Equipamento de informática 74.110 74.110 0 0 0 0 0 74.110 07.01.08 Software informático 4.240 4.240 0 0 0 0 0 4.240 2010/007 Equipamento Informático O DI 01-01-2010 31-12-2010 0 62.500 62.500 0 0 0 0 0 62.500 07.01.07 Equipamento de informática 55.000 55.000 0 0 0 0 0 55.000 07.01.08 Software informático 7.500 7.500 0 0 0 0 0 7.500 0 1.1.1.3.2. SIGM 0 490 490 0 0 0 0 0 490

2008/004 Sistema de Informação Geográfica Municipal O DI 01-01-2008 31-12-2010 0 0 490 490 0 0 0 0 0 490

07.01.08 Software informático 490 490 0 0 0 0 0 490

0

1.1.1.3.3. Reengenharia Tramitação de Processos 0 208.630 208.630 0 0 0 0 0 208.630

(19)

07.01.07 Equipamento de informática 1.910 1.910 0 0 0 0 0 1.910

07.01.08 Software informático 3.720 3.720 0 0 0 0 0 3.720

2010/008 Reengenharia e tramitação de processos O DI 01-01-2010 31-12-2010 0 203.000 203.000 0 0 0 0 0 203.000

07.01.07 Equipamento de informática 113.000 113.000 0 0 0 0 0 113.000

07.01.08 Software informático 90.000 90.000 0 0 0 0 0 90.000

0

1.1.1.3.4. Conservação/Manutenção Equipamento Informático 3.141 37.480 37.480 0 0 0 0 0 40.621

2009/006 Conservação/Manutenção de equipamento informático O DI 01-01-2009 31-12-2010 0 3.141 9.480 9.480 0 0 0 0 0 12.621 07.01.07 Equipamento de informática 9.370 9.370 0 0 0 0 0 9.370 07.01.11 Ferramentas e utensílios 110 110 0 0 0 0 0 110 2010/009 Conservação/Manutenção de Equipamento Informático O DI 01-01-2010 31-12-2010 0 28.000 28.000 0 0 0 0 0 28.000 07.01.07 Equipamento de informática 15.000 15.000 0 0 0 0 0 15.000 07.01.09 Equipamento administrativo 2.000 2.000 0 0 0 0 0 2.000 07.01.11 Ferramentas e utensílios 11.000 11.000 0 0 0 0 0 11.000 0 1.1.1.4. Comunicações 14.133 65.370 65.370 0 47.000 0 0 0 126.503

1.1.1.4.1. Rede Estruturada de Comunicações 9.861 42.480 42.480 0 30.000 0 0 0 82.341

2008/007 Rede Estruturada de Comunicações O DI 01-01-2008 31-12-2010 9.861 1.740 1.740 0 0 0 0 0 11.601

07.01.07 Equipamento de informática 1.740 1.740 0 0 0 0 0 1.740

2009/007 Rede Estruturada de Comunicações O DI 01-01-2009 31-12-2010 0 0 10.740 10.740 0 0 0 0 0 10.740

07.01.07 Equipamento de informática 10.740 10.740 0 0 0 0 0 10.740

2010/010 Rede estruturada de comunicações O DI 01-01-2010 31-12-2011 0 30.000 30.000 0 30.000 0 0 0 60.000

07.01.07 Equipamento de informática 30.000 30.000 0 20.000 0 0 0 50.000 07.01.08 Software informático 0 0 0 10.000 0 0 0 10.000 0 1.1.1.4.2. Equipamento Telefónico 4.272 19.890 19.890 0 17.000 0 0 0 41.162 2008/008 Equipamento Telefónico O DI 01-01-2008 31-12-2011 3.094 0 0 0 17.000 0 0 0 20.094 07.01.07 Equipamento de informática 0 0 0 17.000 0 0 0 17.000 2009/008 Equipamento Telefónico O DI 01-01-2009 31-12-2010 0 1.178 5.890 5.890 0 0 0 0 0 7.068 07.01.07 Equipamento de informática 4.940 4.940 0 0 0 0 0 4.940 07.01.09 Equipamento administrativo 950 950 0 0 0 0 0 950 2010/011 Equipamento Telefónico O DI 01-01-2010 31-12-2010 0 14.000 14.000 0 0 0 0 0 14.000 07.01.07 Equipamento de informática 5.000 5.000 0 0 0 0 0 5.000 07.01.09 Equipamento administrativo 9.000 9.000 0 0 0 0 0 9.000 0

(20)

1.1.1.4.3. Rede de Rádio e Comunicações 0 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000

2010/012 Rede de Rádios e Comunicações A/O DSU 01-01-2010 31-12-2010 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000

07.01.09 Equipamento administrativo 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000 0 1.1.1.5. Informação/Comunicação 0 6.210 6.210 0 0 0 0 0 6.210 1.1.1.5.1. Equipamento 0 6.210 6.210 0 0 0 0 0 6.210 2009/010 Equipamento O DCI 01-01-2009 31-12-2010 0 510 510 0 0 0 0 0 510 07.01.10.02 Outro 510 510 0 0 0 0 0 510

2010/013 Equipamento audiovisual O DCI 01-01-2010 31-12-2010 5.700 5.700 0 0 0 0 0 5.700

07.01.10.02 Outro 5.700 5.700 0 0 0 0 0 5.700

0

2. FUNÇÕES SOCIAIS 4.626.276 5.518.360 5.518.360 0 3.238.350 3.383.700 2.085.000 800.000 19.651.686

2.1. Educação 437.115 773.200 773.200 0 50.000 25.000 660.000 800.000 2.745.315

2.1.1. Ensino não Superior 410.695 711.840 711.840 0 50.000 25.000 660.000 800.000 2.657.535

2.1.1.1. Ensino Pré-Escolar 324.146 174.510 174.510 0 0 0 0 0 498.656

2.1.1.1.2. Construção de Edificios e Arranjos Espaços

Exteriores 317.963 52.200 52.200 0 0 0 0 0 370.163

2007/011 Escola Básica Integrada/Jardim de Infância Frei

André da Veiga E DEASS 01-01-2007 31-12-2010 4 317.963 52.200 52.200 0 0 0 0 0 370.163

07.01.03.05 Escolas 52.200 52.200 0 0 0 0 0 52.200

0

2.1.1.1.3. Reparação/Manutenção de Edifícios 312 78.310 78.310 0 0 0 0 0 78.622

2009/011 Conservação e Remodelação de Edifícios no

Ambito da Carta Educativa A/O DSU 01-01-2009 31-12-2010 312 3.310 3.310 0 0 0 0 0 3.622

07.01.03.05 Escolas 3.310 3.310 0 0 0 0 0 3.310

2010/014 Conservação e Remodelação de Edifícios no

Âmbito da Carta Educativa A/O DSU 01-01-2010 31-12-2010 75.000 75.000 0 0 0 0 0 75.000

07.01.03.05 Escolas 70.000 70.000 0 0 0 0 0 70.000

07.01.10.02 Outro 5.000 5.000 0 0 0 0 0 5.000

0

2.1.1.1.4. Mobiliário e Equipamento 5.871 44.000 44.000 0 0 0 0 0 49.871

2009/012 Mobiliario e Equipamento O DEASS 01-01-2009 31-12-2010 5.871 19.000 19.000 0 0 0 0 0 24.871

07.01.10.02 Outro 19.000 19.000 0 0 0 0 0 19.000

2010/015 Mobiliário e Equipamento O DEASS 01-01-2010 31-12-2010 25.000 25.000 0 0 0 0 0 25.000

07.01.10.02 Outro 25.000 25.000 0 0 0 0 0 25.000

0

2.1.1.2. 1º Ciclo do Ensino Básico 86.549 537.330 537.330 0 50.000 25.000 660.000 800.000 2.158.879

2.1.1.2.2. Construção de Edifícios e Arranjos de Espaços

(21)

2009/013 Construção de Centros Escolares no Ambito da

Carta Educativa E DOTP 01-01-2009 31-12-2014 0 0 0 0 0 0 660.000 800.000 1.460.000

07.01.03.05 Escolas 0 0 0 0 0 660.000 800.000 1.460.000

0

2.1.1.2.3. Conservação de Edifícios 74.519 458.090 458.090 0 50.000 25.000 0 0 607.609

2007/014 Escola Básica 1º Ciclo Nº2 do Cercal E DSU 01-01-2007 31-12-2010 20.400 53.000 53.000 0 0 0 0 0 73.400

07.01.03.05 Escolas 53.000 53.000 0 0 0 0 0 53.000

2007/015 Escola Básica 1º Ciclo Nº2 Ermidas E DSU 01-01-2007 31-12-2012 0 0 59.430 59.430 0 30.000 25.000 0 0 114.430

07.01.03.05 Escolas 25.000 25.000 0 30.000 25.000 0 0 80.000

07.03.03.01 Viadutos, arruamentos e obras complementares 34.430 34.430 0 0 0 0 0 34.430

2009/014 Conservação e Remodelação de Escolas no Ambito

da Carta Educativa A/E/O DSU 01-01-2009 31-12-2011 54.119 53.780 53.780 0 20.000 0 0 0 127.899

07.01.03.05 Escolas 53.780 53.780 0 20.000 0 0 0 73.780

2010/016 Conservação de Escolas A/E/O DSU 01-01-2010 31-12-2011 291.880 291.880 0 0 0 0 0 291.880

07.01.03.05 Escolas 291.880 291.880 0 0 0 0 0 291.880

0

2.1.1.2.4. Mobiliário e Equipamento 12.029 79.240 79.240 0 0 0 0 0 91.269

2009/015 Mobiliario e equipamento O DEASS 01-01-2009 31-12-2010 12.029 31.740 31.740 0 0 0 0 0 43.769

07.01.07 Equipamento de informática 17.290 17.290 0 0 0 0 0 17.290

07.01.10.02 Outro 14.450 14.450 0 0 0 0 0 14.450

2010/017 Mobiliário e equipamento O DEASS 01-01-2010 31-12-2010 47.500 47.500 0 0 0 0 0 47.500

07.01.07 Equipamento de informática 20.000 20.000 0 0 0 0 0 20.000

07.01.08 Software informático 2.500 2.500 0 0 0 0 0 2.500

07.01.10.02 Outro 25.000 25.000 0 0 0 0 0 25.000

0

2.1.2. Serviços Auxiliares de Ensino 26.420 61.360 61.360 0 0 0 0 0 87.780

2.1.2.2. 1º Ciclo do Ensino Básico 26.420 61.360 61.360 0 0 0 0 0 87.780

2.1.2.2.1. Acção Social Escolar 26.420 61.360 61.360 0 0 0 0 0 87.780

2008/015 Refeitórios Escolares A DEASS 01-01-2008 31-12-2010 20.537 4.170 4.170 0 0 0 0 0 24.707

07.01.10.02 Outro 4.170 4.170 0 0 0 0 0 4.170

2009/016 Refeitórios Escolares A/O DSU 01-01-2009 31-12-2010 5.883 17.190 17.190 0 0 0 0 0 23.073

07.01.03.05 Escolas 1.270 1.270 0 0 0 0 0 1.270

07.01.10.02 Outro 15.920 15.920 0 0 0 0 0 15.920

2010/018 Refeitórios Escolares A/O DEASS 01-01-2010 31-12-2010 40.000 40.000 0 0 0 0 0 40.000

07.01.03.05 Escolas 15.000 15.000 0 0 0 0 0 15.000

07.01.10.02 Outro 25.000 25.000 0 0 0 0 0 25.000

0

(22)

2.4.1. Habitação 0 67.720 67.720 0 0 0 0 0 67.720

2.4.1.3. Conservação do Património 0 67.720 67.720 0 0 0 0 0 67.720

2009/017 Conservação do Património A/E/O DSU 01-01-2009 31-12-2010 0 39.660 39.660 0 0 0 0 0 39.660

07.01.02.03 Reparação e beneficiação 36.980 36.980 0 0 0 0 0 36.980

07.01.15 Outros investimentos 2.680 2.680 0 0 0 0 0 2.680

2010/019 Conservação Património A/E/O DSU 01-01-2010 31-12-2010 28.060 28.060 0 0 0 0 0 28.060

07.01.02.03 Reparação e beneficiação 28.060 28.060 0 0 0 0 0 28.060

0

2.4.2. Ordenamento do Território 1.849.672 686.280 686.280 0 695.900 340.000 0 0 3.571.852

2.4.2.6. Espaços Verdes 1.566.260 551.220 551.220 0 600.900 300.000 0 0 3.018.380

2.4.2.6.1. Diversos Ajardinamentos 1.560.356 449.110 449.110 0 600.900 300.000 0 0 2.910.366

2004/017 Parque Urbano da Quinta do Chafariz E AC DOTP 01-01-2004 31-12-2010 4 1.476.315 90.470 90.470 0 0 0 0 0 1.566.785

07.03.03.05 Parques e jardins 90.470 90.470 0 0 0 0 0 90.470

2004/018 Reabilitação da envolvente do Museu Municipal de

Santiago do Cacém E FC DOTP 01-01-2004 31-12-2012 0 0 0 0 0 154.000 300.000 0 0 454.000

07.03.03.05 Parques e jardins 0 0 0 154.000 300.000 0 0 454.000

2007/024 Diversos Ajardinamentos. O DSU 01-01-2007 31-12-2010 19.019 6.370 6.370 0 0 0 0 0 25.389

07.03.03.05 Parques e jardins 6.370 6.370 0 0 0 0 0 6.370

2008/017 Diversos Ajardinamentos A/O DSU 01-01-2008 31-12-2010 38.866 10.400 10.400 0 0 0 0 0 49.266

07.03.03.05 Parques e jardins 10.400 10.400 0 0 0 0 0 10.400

2009/018 Diversos Ajardinamentos A/O DSU 01-01-2009 31-12-2010 25.722 41.890 41.890 0 0 0 0 0 67.612

07.03.03.05 Parques e jardins 41.890 41.890 0 0 0 0 0 41.890

2009/019 Parque Urbano da Quinta do Chafariz A/O DSU 01-01-2009 31-12-2010 434 4.290 4.290 0 0 0 0 0 4.724

07.03.03.05 Parques e jardins 4.290 4.290 0 0 0 0 0 4.290

2009/020 Arranjos exteriores Jardim Municipal de Ermidas

Aldeia A/O DOTP 01-01-2009 31-12-2011 0 10.440 10.440 0 95.000 0 0 0 105.440

07.03.03.05 Parques e jardins 10.440 10.440 0 95.000 0 0 0 105.440

2009/021 Recuperação da Tapada do Palácio dos Condes de

Avillez E FC DOTP 01-01-2009 31-12-2011 1 0 212.250 212.250 0 351.900 0 0 0 564.150

07.03.03.05 Parques e jardins 212.250 212.250 0 351.900 0 0 0 564.150

2010/020 Diversos Ajardinamentos A/E/O DSU 01-01-2010 31-12-2010 73.000 73.000 0 0 0 0 0 73.000

07.01.10.02 Outro 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000

07.03.03.05 Parques e jardins 70.000 70.000 0 0 0 0 0 70.000

0

2.4.2.6.2. Conservação/Manutenção de Jardins 5.904 102.110 102.110 0 0 0 0 0 108.014

2009/022 Conservação/Manutenção de Jardins A/O DSU 01-01-2009 31-12-2010 5.904 17.510 17.510 0 0 0 0 0 23.414

07.01.10.02 Outro 2.300 2.300 0 0 0 0 0 2.300

(23)

07.03.03.05 Parques e jardins 14.610 14.610 0 0 0 0 0 14.610

2010/021 Parque Urbano Quinta do Chafariz A/O DSU 01-01-2010 31-12-2010 35.000 35.000 0 0 0 0 0 35.000

07.01.10.02 Outro 5.000 5.000 0 0 0 0 0 5.000

07.03.03.05 Parques e jardins 30.000 30.000 0 0 0 0 0 30.000

2010/022 Conservação/Manutenção de Jardins A/O DSU 01-01-2010 31-12-2010 49.600 49.600 0 0 0 0 0 49.600

07.01.10.02 Outro 20.000 20.000 0 0 0 0 0 20.000

07.01.11 Ferramentas e utensílios 4.100 4.100 0 0 0 0 0 4.100

07.03.03.05 Parques e jardins 25.500 25.500 0 0 0 0 0 25.500

0

2.4.2.7. Aquisição de Terrenos 283.412 135.060 135.060 0 95.000 40.000 0 0 553.472

2002/028 Aquisição de Terrenos O DDET 01-01-2002 31-12-2011 32.081 27.100 27.100 0 45.000 0 0 0 104.181

07.01.01 Terrenos 27.100 27.100 0 45.000 0 0 0 72.100

2004/020 Aquisição de Terrenos O DASB 01-01-2004 31-12-2012 17.594 0 0 0 50.000 40.000 0 0 107.594

07.01.01 Terrenos 0 0 0 50.000 40.000 0 0 90.000

2005/021 Aquisição de Terrenos O DDET 01-01-2005 31-12-2010 227.984 1.740 1.740 0 0 0 0 0 229.724

07.01.01 Terrenos 1.740 1.740 0 0 0 0 0 1.740

2008/019 Aquisição de Terrenos O DDET 01-01-2008 31-12-2010 5.753 18.220 18.220 0 0 0 0 0 23.973

07.01.01 Terrenos 18.220 18.220 0 0 0 0 0 18.220

2009/024 Aquisição de terrenos para regularização

patrimonial das ETAR municipais O DASB 01-01-2009 31-12-2010 0 63.000 63.000 0 0 0 0 0 63.000

07.01.01 Terrenos 63.000 63.000 0 0 0 0 0 63.000

2010/023 Aquisição de terrenos O 01-01-2010 31-12-2010 25.000 25.000 0 0 0 0 0 25.000

07.01.01 Terrenos 20.000 20.000 0 0 0 0 0 20.000

07.03.01 Terrenos e recursos naturais 5.000 5.000 0 0 0 0 0 5.000

0

2.4.3. Saneamento 420.432 589.140 589.140 0 507.900 256.000 45.000 0 1.818.472

2.4.3.2. Construção Rede de Esgotos 189.298 429.590 429.590 0 438.900 256.000 45.000 0 1.358.788

2.4.3.2.1. Redes Gerais de Esgotos 169.234 171.710 171.710 0 112.900 15.600 0 0 469.444

2002/039 Rede de Esgotos de Vale de Éguas A DASB 01-01-2002 31-12-2010 3 19.417 50.400 50.400 0 0 0 0 0 69.817

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 50.400 50.400 0 0 0 0 0 50.400

2002/040 Rede de Esgotos Lot.Ademas E DOTP 01-01-2002 31-12-2010 4 95.202 79.000 79.000 0 0 0 0 0 174.202

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 79.000 79.000 0 0 0 0 0 79.000

2002/046 Ramais Extensões - Rede Geral de Esgotos A DASB 01-01-2002 31-12-2010 28.991 3.000 3.000 0 0 0 0 0 31.991

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000

2004/022 Rede de Esgotos de S. Francisco E DOTP 01-01-2004 31-12-2010 3 23.097 22.310 22.310 0 0 0 0 0 45.407

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 22.310 22.310 0 0 0 0 0 22.310

2007/027 Extensão da rede de Esgotos de Ermidas A DASB 01-01-2007 31-12-2011 0 0 0 0 0 67.000 0 0 0 67.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 45.000 0 0 0 45.000

(24)

2009/025 Ramais Extensões - Rede Geral de Esgotos A DASB 01-01-2009 31-12-2010 2.527 3.000 3.000 0 0 0 0 0 5.527

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000

2009/026 Rede de Esgotos do Loteamento Apoiado José

Afonso Oliveira Machado E DOTP 01-01-2009 31-12-2011 0 0 0 0 5.900 0 0 0 5.900

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 5.900 0 0 0 5.900

2009/027 Rede de Esgotos Domésticos Loteamento Apoiado

António Pereira da Silva E DOTP 01-01-2009 31-12-2011 0 0 0 0 11.000 0 0 0 11.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 11.000 0 0 0 11.000

2010/024 Rede de Esgotos do Loteamento Municipal São

Bartolomeu da Serra E 01-01-2010 31-12-2012 0 0 0 0 0 15.600 0 0 15.600

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 0 15.600 0 0 15.600

2010/025 Ramais Extensões - Rede Geral de Esgotos A DASB 01-01-2010 31-12-2010 9.000 9.000 0 0 0 0 0 9.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 9.000 9.000 0 0 0 0 0 9.000

2010/026 Rede de Esgotos do Loteamento do Monte da

Cerca (José Vaz Pereira) E DOTP 01-01-2010 31-12-2012 0 5.000 5.000 0 29.000 0 0 0 34.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 5.000 5.000 0 29.000 0 0 0 34.000 0

2.4.3.2.4. Estações Elevatórias 0 57.270 57.270 0 204.000 92.000 45.000 0 398.270

2008/021

Estação elevatória de esgotos domésticos da Mimosa e conduta elevatória para a ETAR de Alvalade

E AA DASB 01-01-2008 31-12-2011 0 0 5.000 5.000 0 75.000 0 0 0 80.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 5.000 5.000 0 75.000 0 0 0 80.000

2009/028 Estação Elevatória de Águas Residuais do Cercal A AA DASB 01-01-2009 31-12-2010 0 0 21.270 21.270 0 0 0 0 0 21.270

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 21.270 21.270 0 0 0 0 0 21.270

2010/027 Estação Elevatória de Águas Residuais do Bairro

da Formiga A DASB 01-01-2010 31-12-2011 0 0 0 0 45.000 0 0 0 45.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 45.000 0 0 0 45.000

2010/028 Estação Elevatória de Águas Residuais de S

Bartolomeu E DASB 01-01-2010 31-12-2013 0 0 0 0 0 0 45.000 0 45.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 0 0 45.000 0 45.000

2010/029 Estação elevatória de águas residuais de Ermidas

Sado (Rua 5) A DASB 01-01-2010 31-12-2010 0 25.000 25.000 0 0 0 0 0 25.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 25.000 25.000 0 0 0 0 0 25.000

2010/030 Estação Elevatória de Águas Residuais de Alvalade E DASB 01-01-2010 31-12-2012 0 0 0 0 0 46.000 0 0 46.000

07.01.01 Terrenos 0 0 0 0 1.000 0 0 1.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 0 45.000 0 0 45.000

2010/031 Estação Elevatória de Águas Residuais das ruas

Teófilo Braga e do Estanque Velho no Cercal E DASB 01-01-2010 31-12-2011 0 6.000 6.000 0 84.000 0 0 0 90.000

(25)

2010/032 Estação Elevatória de Águas Residuais do Bairro

Paraíso E DASB 01-01-2010 31-12-2012 0 0 0 0 0 46.000 0 0 46.000

07.01.01 Terrenos 0 0 0 0 1.000 0 0 1.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 0 45.000 0 0 45.000

0

2.4.3.2.5. Estações de Tratamento 0 138.500 138.500 0 80.000 125.000 0 0 343.500

2002/052 ETAR da Cova do Gato E DASB 01-01-2002 31-12-2012 0 0 0 0 0 7.500 60.000 0 0 67.500

07.01.01 Terrenos 0 0 0 7.500 0 0 0 7.500

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 0 0 0 0 60.000 0 0 60.000

2002/053 ETAR de Vale da Eira E DASB 01-01-2002 31-12-2012 0 0 0 0 0 7.500 65.000 0 0 72.500

07.01.01 Terrenos 0 0 0 7.500 0 0 0 7.500

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 0 0 0 0 65.000 0 0 65.000

2007/029 ETAR das Relvas Verdes E DASB 01-01-2007 31-12-2011 0 0 7.500 7.500 0 65.000 0 0 0 72.500

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 7.500 7.500 0 65.000 0 0 0 72.500

2010/033 ETAR de Ermidas Aldeia A DASB 01-01-2010 31-12-2010 0 200 200 0 0 0 0 0 200

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 200 200 0 0 0 0 0 200

2010/034 Instrumentação e monitorização de ETARs O DASB 01-01-2010 31-12-2010 0 30.000 30.000 0 0 0 0 0 30.000

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 30.000 30.000 0 0 0 0 0 30.000

2010/035 Sistema de secagem de lamas de ETAR O DASB 01-01-2010 31-12-2010 0 100.800 100.800 0 0 0 0 0 100.800

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 100.800 100.800 0 0 0 0 0 100.800 0

2.4.3.2.6. Redes de Águas Pluviais 20.065 62.110 62.110 0 42.000 23.400 0 0 147.575

2007/032 Extensão das redes municipais de drenagem de

águas pluviais A DASB 01-01-2007 31-12-2010 7.614 400 400 0 0 0 0 0 8.014

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 400 400 0 0 0 0 0 400

2008/023 Rede de Águas Pluviais no Loteamento Apoiado de

Vale de Água E DOME 01-01-2008 31-12-2010 4 12.450 1.710 1.710 0 0 0 0 0 14.160

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 1.710 1.710 0 0 0 0 0 1.710

2009/029 Execução de pontão em Ermidas do Sado A DOME 01-01-2009 31-12-2010 0 0 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

07.01.10.02 Outro 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

2009/030 Rede de Águas Pluviais Loteamento Apoiado

António Pereira da Silva E DOTP 01-01-2009 31-12-2011 0 24.000 24.000 0 8.000 0 0 0 32.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 24.000 24.000 0 8.000 0 0 0 32.000

2009/031 Rede de Águas Pluviais do Jardim Municipal de

Ermidas Aldeia E DOTP 01-01-2009 31-12-2011 0 0 0 0 5.000 0 0 0 5.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 5.000 0 0 0 5.000

2010/036 Rede de Águas Pluviais do Loteamento do Monte

da Cerca (José Vaz Pereira) E DOTP 01-01-2010 31-12-2012 0 5.000 5.000 0 29.000 0 0 0 34.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 5.000 5.000 0 29.000 0 0 0 34.000

2010/037 Linha de Água de Vale de Pouca Terra - Santiago do

(26)

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 21.000 21.000 0 0 0 0 0 21.000

2010/038 Rede de Aguas Pluviais do Loteamento Municipal

de São Bartolomeu da Serra E 01-01-2010 31-12-2012 0 0 0 0 0 23.400 0 0 23.400

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 0 23.400 0 0 23.400

0

2.4.3.3. Conservação/Manutenção Rede de Esgotos 230.981 142.210 142.210 0 69.000 0 0 0 442.191

2.4.3.3.1. Conservação Redes Gerais de Esgotos 103.539 45.190 45.190 0 5.000 0 0 0 153.729

2003/013 Conservação Redes Gerais de Esgotos A DASB 01-01-2003 31-12-2011 71.206 0 0 0 5.000 0 0 0 76.206

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 5.000 0 0 0 5.000

2006/022 Conservação Condutas Elevatórias A DASB 01-01-2006 31-12-2010 9.846 10.000 10.000 0 0 0 0 0 19.846

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

2007/034 Conservação de Redes Gerais de Esgotos O DASB 01-01-2007 31-12-2010 0 6.000 6.000 0 0 0 0 0 6.000

07.01.10.02 Outro 6.000 6.000 0 0 0 0 0 6.000

2008/024 Conservação de redes gerais de esgotos A DASB 01-01-2008 31-12-2010 10.098 6.670 6.670 0 0 0 0 0 16.768

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 6.670 6.670 0 0 0 0 0 6.670

2009/032 Conservação de Redes Gerais de Esgotos A DASB 01-01-2009 31-12-2010 12.389 10.520 10.520 0 0 0 0 0 22.909

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 9.690 9.690 0 0 0 0 0 9.690

07.01.11 Ferramentas e utensílios 830 830 0 0 0 0 0 830

2010/039 Conservação de Redes Gerais de Esgotos A/O DASB 01-01-2010 31-12-2010 12.000 12.000 0 0 0 0 0 12.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

07.01.11 Ferramentas e utensílios 2.000 2.000 0 0 0 0 0 2.000

0

2.4.3.3.4. Conservação de Estações Elevatórias 114.731 60.010 60.010 0 39.000 0 0 0 213.741

2002/057 Conservação de Estações Elevatórias A DSU 01-01-2002 31-12-2011 104.304 5.000 5.000 0 24.000 0 0 0 133.304

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 0 0 0 18.000 0 0 0 18.000

07.01.10.02 Outro 5.000 5.000 0 6.000 0 0 0 11.000

2009/033 Conservação de Estações Elevatórias A DASB 01-01-2009 31-12-2011 10.427 26.010 26.010 0 15.000 0 0 0 51.437

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 14.360 14.360 0 15.000 0 0 0 29.360

07.01.10.02 Outro 11.650 11.650 0 0 0 0 0 11.650

2010/040 Telemetria A/O DASB 01-01-2010 31-12-2010 0 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 3.000 3.000 0 0 0 0 0 3.000

2010/041 Conservação Estações Elevatórias A DASB 01-01-2010 31-12-2010 26.000 26.000 0 0 0 0 0 26.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

07.01.10.02 Outro 16.000 16.000 0 0 0 0 0 16.000

0

2.4.3.3.5. Conservação de Estações de Tratamento 9.668 26.320 26.320 0 25.000 0 0 0 60.988

2007/035 Conservação de Estações de Tratamento O DASB 01-01-2007 31-12-2011 4.449 790 790 0 25.000 0 0 0 30.239

(27)

2008/026 Conservação de Estações de Tratamento A DASB 01-01-2008 31-12-2010 0 3.400 3.400 0 0 0 0 0 3.400

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 3.400 3.400 0 0 0 0 0 3.400

2009/034 Conservação de Estações de Tratamento A DASB 01-01-2009 31-12-2010 5.218 2.130 2.130 0 0 0 0 0 7.348

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 2.130 2.130 0 0 0 0 0 2.130

2010/042 Conservação de Estações de Tratamento A DASB 01-01-2010 31-12-2010 20.000 20.000 0 0 0 0 0 20.000

07.01.04.03 Estações de tratamento de aguas residuais 20.000 20.000 0 0 0 0 0 20.000 0

2.4.3.3.6. Conservação de Redes de Águas Pluviais 3.043 10.690 10.690 0 0 0 0 0 13.733

2008/027 Conservação de redes de águas pluviais A DASB 01-01-2008 31-12-2010 3.043 3.690 3.690 0 0 0 0 0 6.733

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 3.690 3.690 0 0 0 0 0 3.690

2010/043 Conservação de redes de águas pluviais A DASB 01-01-2010 31-12-2010 7.000 7.000 0 0 0 0 0 7.000

07.01.04.02 Sistemas de drenagem de aguas residuais 7.000 7.000 0 0 0 0 0 7.000

0

2.4.3.4. Aquisição/Manutenção

Viaturas/Máquinas/Equipamento 153 17.340 17.340 0 0 0 0 0 17.493

2009/036 Manutenção de Viaturas/Máquinas e Equipamentos O DOME 01-01-2009 31-12-2010 153 7.340 7.340 0 0 0 0 0 7.493

07.01.10.02 Outro 7.340 7.340 0 0 0 0 0 7.340

2010/044 Manutenção de Viaturas/Máquinas/Equipamentos O DOME 01-01-2010 31-12-2010 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

07.01.10.02 Outro 10.000 10.000 0 0 0 0 0 10.000

0

2.4.4. Abastecimento de Água 1.577.067 1.241.660 1.241.660 0 594.500 192.700 30.000 0 3.635.927

2.4.4.2. Construção Sistema Abastecimento de Água 271.581 214.170 214.170 0 497.500 182.200 30.000 0 1.195.451

2.4.4.2.1. Captações Diversas 95.707 61.500 61.500 0 232.750 172.000 30.000 0 591.957

2002/061 Captações diversas E DASB 01-01-2002 31-12-2012 77.763 15.250 15.250 0 70.500 60.000 0 0 223.513

07.01.04.07 Captação e distribuição de agua 15.250 15.250 0 70.500 60.000 0 0 145.750

2004/030 Captações diversas E DASB 01-01-2004 31-12-2012 0 6.000 6.000 0 39.000 51.500 0 0 96.500

07.01.04.07 Captação e distribuição de agua 6.000 6.000 0 39.000 51.500 0 0 96.500

2006/025 Captações Diversas E DASB 01-01-2006 31-12-2012 17.944 15.000 15.000 0 30.000 30.000 0 0 92.944

07.01.04.07 Captação e distribuição de agua 15.000 15.000 0 30.000 30.000 0 0 75.000

2007/038 Captações Diversas E DASB 01-01-2007 31-12-2012 0 0 0 0 45.750 15.250 0 0 61.000

07.01.04.07 Captação e distribuição de agua 0 0 0 45.750 15.250 0 0 61.000

2008/029 Captações diversas E DASB 01-01-2008 31-12-2013 0 0 0 0 30.500 15.250 30.000 0 75.750

07.01.04.07 Captação e distribuição de agua 0 0 0 30.500 15.250 30.000 0 75.750

2009/037 Captações Diversas E DASB 01-01-2009 31-12-2010 0 15.250 15.250 0 0 0 0 0 15.250

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