SOFID: Instrumentos
de Apoio
à Internacionalização
por
João Real Pereira
Banco Europeu de Investimento
Lisboa, 23 de novembro de 2012
à Internacionalização
Seminário de Oportunidades de Negócio
Sumário
1. O que é a SOFID?
2. Prioridades Estratégicas
3. Critérios de Elegibilidade
1. O que é a SOFID?
• Instituição financeira de desenvolvimento portuguesa regulada
pelo Banco de Portugal Sedeada em Lisboa
• Sedeada em Lisboa
• Funciona como um banco para empresas, tratando diretamente
com investidores
• Mandato duplo:
Apoiar empresas portuguesas e seus parceiros em
investimentos em países emergentes ou em desenvolvimento Promover o desenvolvimento do sector privado nesses países
1.2 Pilares
•
Adicionalidade:
não concorrência com os bancos e as
agências governamentais, atuando sempre numa ótica
agências governamentais, atuando sempre numa ótica
de complementaridade, em mercados onde não há
facilidade em obter crédito
•
Solidez:
situação operacional e financeira forte
•
Eficiência:
gestão racional de recursos de forma a
1.3 Diferenciação
•
Orientação para o investimento sustentável:
responsabilidade social e ambiental, criação de emprego,
transferência de competências, distribuição de riqueza
•
Conforto político:
natureza público-privada
•
Conforto político:
natureza público-privada
•
Flexibilidade:
adaptação às necessidades do cliente
•
Qualidade:
serviços de excelência
•
Especialização em:
– Parcerias (privadas, institucionais e internacionais) – Produtos (dívida, garantias e capital)
– Mercados (emergentes e em vias de desenvolvimento) • Maturidade: até 10 anos
1.4 Rede Alargada
•
Acionistas (Estado e 4 maiores bancos)
•
Bancos locais
•
Instituições multilaterais (Banco Mundial, Banco
•
Instituições multilaterais (Banco Mundial, Banco
Africano de Desenvolvimeno, Banco Europeu de
Investimento, etc.)
•
EDFI – European Development Finance Institutions
(associação de congéneres europeias)
2. Prioridades Estratégicas
• Por países
– CPLP: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São
Tomé & Príncipe e Timor-Leste.
– Proximidade geográfica: Argélia, Marrocos e Tunísia
Grandes economias: China e Índia
Proximidade geográfica: Argélia, Marrocos e Tunísia
– Grandes economias: China e Índia
– Comunidades empresarias portuguesas significativas: África do Sul e
Venezuela
• Por sectores
– Agricultura, indústria, infraestruturas (incluindo energias renováveis e
tecnologias da informação), turismo e o sector financeiro
• Por empresas
– PME
– Grandes empresas
3. Critérios de Elegibilidade
•
Empresas com um mínimo de 20% de participação
portuguesa
•
Projetos para a constituição, expansão ou modernização
de empresas
•
Viabilidade económica e financeira de projetos com
preocupações sociais e ambientais
•
Sempre que possível em
parceria
com outros bancos,
4. O que tem a SOFID para oferecer?
•
Produtos financeiros “à medida”
Empréstimos
Garantias
Garantias
Capital
Fundos
•
Serviços financeiros:
Aconselhamento a empresas
Mobilização de recursos adicionais junto de
multilaterais e instituições congéneres
4.1 Empréstimos
•
Moedas: EUR e USD
Taxas de juro: fixas e variáveis
•
Taxas de juro: fixas e variáveis
•
Períodos de pagamento: flexíveis
•
Limite máximo de intervenção: €2,5 milhões
4.2 Garantias
•
Denominações em EUR e USD
•
Disponível para empréstimos
•
Disponível em obrigações denominadas também em
•
Disponível em obrigações denominadas também em
moedas locais
•
Cobertura do risco político (95% sobre o montante
financiado pela SOFID)
•
Substituição do risco da empresa pelo risco SOFID (risco
equivalente ao risco soberano de Portugal) permite
melhores condições de financiamento e à redução de
risco das operações
4.3 Fundos
•
Fundo UE-África para as Infraestruturas
•
Facilidade de Investimento para a Vizinhança
•
Facilidade de Financiamento para a América Latina
•
InvestimoZ – Fundo Português para o Apoio ao
InvestimoZ
InvestimoZ
Instrumento de capital
Sumário
1. O que é o InvestimoZ?
2. Objetivos
3. Setores
3. Setores
4. Modalidades e Critérios
5. Condições do InvestimoZ
6. Estrutura
7. Comissão Conjunta
1. O que é o InvestimoZ?
•
Fundo Português de Apoio ao Investimento em Moçambique
•
Criado em 2010
(Decreto-lei nº 42/2010 de 30 de Abril e a Portaria nº815/2010 de 30 de Agosto)
•
Capital de EUR 94 milhões (a realizar a 5 anos)
Duração de 15 anos
•
Duração de 15 anos
•
Capital totalmente subscrito pela Direcção-Geral do Tesouro e
das Finanças (Portugal)
Financiamento de projetos de investimento de empresas
portuguesas e de parcerias luso-moçambicanas em
2. Objetivos do InvestimoZ
•
Financiamento de projetos de investimento de iniciativa
pública ou privada em Moçambique
pública ou privada em Moçambique
•
Promovidos por empresas portuguesas, por parcerias
luso-moçambicanas
•
Promovendo a partilha de risco e transferência de
3. Setores do InvestimoZ
•
Todos os setores económicos que sejam estruturantes,
com mais-valias para a economia e o tecido empresarial
com mais-valias para a economia e o tecido empresarial
moçambicanos
•
Setores que respeitem os critérios de sustentabilidade
económica, financeira e ambiental, em particular
energias renováveis, ambiente, infraestruturas e
turismo
.
4. Modalidades e Critérios de
Financiamento do InvestimoZ
Modalidade 1: Participações com empresas portuguesas• Participação de capital InvestimoZ • Participação de capital PROMOTOR EMPRESA • Sede em Moçambique • Capital A ≥ USD 250 mil • Capital português > 33% • Capital
Modalidade 2: Participações em consórcios luso-moçambicanos
4. Modalidades e Critérios de
Financiamento do InvestimoZ (cont.)
• Participação de capital
InvestimoZ
CONSÓRCIO
• Sede em Moçambique • Capital ≥USD 250 mil • Capital português > 33% • Capital
Modalidade 3: Empréstimos para participações em Moçambique
4. Modalidades e Critérios de
Financiamento do InvestimoZ (cont.)
• Empréstimo InvestimoZ EMPRESA •Sede em Moçambique •Capital ≥ USD 250 mil •Capital português > 51% • Participação de capital PROMOTOR
5. Condições do InvestimoZ
•
Complementaridade:
o Fundo é complementar a
contribuições de beneficiários e ao financiamento de
outras instituições financeiras
outras instituições financeiras
•
Taxa de juro:
em linha com financiamento não
concecional, podendo beneficiar de uma redução face
ao custo médio ponderado
•
Prazos:
3 a 7 anos
•
Exit strategy:
tem de ficar definida à partida uma
Participante
6. Estrutura do InvestimoZ
Comissão Conjunta Entidade GestoraGestão do
7. Comissão Conjunta
Composição:
– 3 membros nomeados por Portugal (inclui Presidente) – 3 membros nomeados por Moçambique
– 3 membros nomeados por Moçambique
Periodicidade das reuniões: trimestrais
Competências:
– Definir a estratégia de investimentos
– Garantir que investimentos estão em linha com a estratégia – Aprovar projetos
– Aprovar a prestação anual de contas e submetê-la ao
8. Entidade Gestora - SOFID
Competências:
– Gerir o Fundo
– Promover e informar acerca do FundoPromover e informar acerca do Fundo
– Realizar protocolos visando o cofinanciamento de projetos – Submeter propostas à Comissão Conjunta para aprovação de
projetos
– Dar seguimento à contratação de projetos aprovados – Acompanhar a execução de projetos contratados
– Informar a DGTF sobre investimentos realizados e
responsabilidades em carteira
Fundos da União Europeia
para o Sector Privado:
ITF: Fundo UE-África
para as
para as
História do ITF
2000: Declaração do Milénio da ONU (Cimeira do Milénio) 2005: Nova Estratégia para África (Conselho Europeu):
Infraestruturas prioritárias
ITF
2006: ITF fica operacional (CE e BEI)
2007: Acordo entre CE, BEI e 9 estados-membros
Hoje
Objetivo
Captar e mobilizar recursos e
competências técnicas para, através de
ITF
competências técnicas para, através de
doações, apoiar o investimento em
Infraestruturas transfronteiriças na
África subsariana
Recursos da Comissão
Europeia e de Estados- Contribuições
ITF
Origem dos Fundos
ITF
Europeia e de Estados-membros Recursos financeiros e técnicos das Instituições FinanceirasITF
Projetos
InvestimentoComité Diretor da Parceria UE-África para
as Infraestruturas
Estrutura de Governação
ITF
as InfraestruturasComité Executivo
Grupo dos
Financiadores
Papel da SOFID
Instituição financeira nomeada pelo Estado Português
para fazer parte do
Grupo de Financiadores
:
ITF
para fazer parte do
Grupo de Financiadores
:
Identificar projetos
Interagir com os promotores
Apresentar propostas
Acompanhar projetos aprovados e
cofinanciados pela SOFID
•
Bonificação de taxas de juro
Instrumentos
ITF
•
Bonificação de taxas de juro
•
Assistência técnica e Estudos de Viabilidade
•
Subvenções diretas às componentes sociais ou
Sectores Elegíveis
•
Energia:
geração, redes, etc.
•
Transporte:
rodoviário, ferroviário,
ITF
•
Transporte:
rodoviário, ferroviário,
aeroportuário, portuário etc.
•
Água e Saneamento:
abastecimento de água,
etc.
•
Tecnologias de Informação (TIC):
telecomunicações, etc.
Critérios de Elegibilidade
•
Princípio da
apropriação africana
dos projetos
•
Princípio da
sustentabilidade
dos projetos
ITF
•
Princípio da
sustentabilidade
dos projetos
•
Investimentos em infraestruturas com
impacte
regional
em África
•
Promovidos por entidades públicas,
privadas ou
Seicheles: cabo submarino de telecomunicações
Melhorar a
velocidade da
Exemplo ITF 1
ITF
velocidade da
comunicação e
informação,
reduzindo os custos
associados,
habitualmente via
satélite
Líderes: BEI e BAD Custo Total: $35 M Doação ITF : $5,5 M Promotores: Governo, C&W Seychelles e Airtel
Estudo estratégico
para a região austral,
Exemplo ITF 2
Moçambique: Projeto de desenvolvimento regional
de transmissão de eletricidade (CESUL)
ITF
para a região austral,
para avaliar impactes
da construção de
uma rede de
transmissão de
energia que ligue o
centro ao sul
Líder: BEI
Custo Previsto: €1.000 M Doação ITF : €0,7 M
Vários Países: Corredor de Nacala – Reabilitação
Bonificação de taxa
de juro, ajudando a
Exemplo ITF 3
ITF
de juro, ajudando a
melhorar os
indicadores
económicos e
financeiros da
secção de ligação à
Zâmbia
Líder: AFD Outras IF: BEICusto Total: €250 M Doação ITF : €10,8 M Promotores: Governos de vários países
Promotores
Submissão de propostas de projetos de investimento à SOFID
A SOFID analisa o projeto e sugere ajustes para enquadramento
1
Como Apresentar Projetos
ITF
Grupo de Financiadores / Financiador Principal
Análise e avaliação do projeto • Controlo da elegibilidade • Apresentação do pedido de Subvenção
Comité Executivo do Fundo
Aprovação ou rejeição da subvenção
O projeto beneficia de subvenções, para além da capacidade financeira e técnica do BEI e de outros financiadores do
desenvolvimento
2
3
Pipeline de Projetos ITF
Projeto Região Instrumento Financiador
principal Cofinanciador Participação
Investimento total Ponte de Kazungula África
Austral
Assistência
Técnica AfDB JICA, Governos 2,0 193,5 Hidroeléctrica de
Bumbuna - Fase II
África Ocidental
Assistência
Técnica PIDG AfDB 2,5 378,9
ITF
Barragem Ruzizi África
Oriental Subsídio BEI
BEI, AfDB, AFD, KfW, IFC, Proparco, FMO e EU 30,0 300,0 Aeroporto de Maputo África Austral Bonificação de
Juros AFD a.a. 10,0 35,0
Instalação de valorização energética África Oriental Assistência técnica e bonificação de Juros BEI IFC 8,0 50,0
Pipeline de Projetos ITF – Cont.
Projeto Região Instrumento Financiador
principal Cofinanciador Participação
Investimento total
Programa GET FIT África
Oriental Subsídio KfW BMZ, DFID, NORAD, privados e bancos comerciais 29,9 345,0
ITF
comerciais CLSG Interconector África Ocidental Assistência Técnica BEI BEI, AfDB, KfW, BM 5,0 374,4 Proteção e saneamento no Lago Victoria - Kampala África Oriental Subsídio KfW KfW, AfDB, FMO, privados 12,0 96,0 Reabilitação de aeroportos regionais - Tanzânia África Oriental Bonificação de Juros BEI BM 12,4 82,5Pipeline de Projetos ITF – Cont.
Projeto Região Instrumento Financiador
principal Cofinanciador Participação
Investimento total
LVWATSAN Kisumu África Oriental Assistência técnica e bonificação de Juros BEI AFD 17,5 50,0 Corredor rodoviário África Central-Ocidental
África Central Bonificação de
Juros BEI AFD, EU 30,0 300,0
ITF
Ocidental Interconector Etiópia-Quénia África Oriental Assistência técnica e bonificação de Juros AFD AFD, AfDB, BM, EEPCo, Min.F. do Quénia 15,6 898,0 Reestruturação de companhia de transportes no Lago Victoria África Ocidental AssistênciaTécnica PIDG a.a. 3,0 100,0
LVWATSAN Mwanza … África Oriental Assistência técnica e bonificação de Juros BEI AFD 28,5 90,0
Montante total solicitado ao ITF em 2012:
Oportunidades nos Transportes
BAD
Transport Sector Review / Estratégias deSOFID
Critérios Estratégias de País CritériosITF
CritériosOportunidades
nos Transportes
Projeto Países Instrumentos potenciais Ango-ferro 2000 (3ª Fase) Angola, Zâmbia Bonificação Taxa Juro, Assistência Técnica Reabilitação da Estrada Kuito-Luau Angola, RD Congo Bonificação Taxa Juro / Doação
nos Transportes
Ligação rodoviária RD Congo-Zâmbia Angola, RD Congo, Zâmbia Bonificação, Assistência Técnica, Doação Reconversão do Porto de Buba Guiné, Senegal, Mali, G. Conacri Bonificação, Assistência Técnica, Doação Remoção de destroços do Porto do Mindelo África Ocidental (Cabo Verde) Bonificação, Assistência Técnica, Doação Programa Nacional de Aeroportos África Ocidental (Cabo Verde) Bonificação, Assistência Técnica, DoaçãoProjeto Países Instrumentos potenciais
Plano Director Nacional Angolano para a Electricidade Angola, Namíbia, Zâmbia Bonificação Taxa Juro, Assistência Técnica
Plano Director Nacional Angolano para as Energias Renováveis Angola, Namíbia, Zâmbia Bonificação Taxa Juro / Doação, Assistência Técnica
Oportunidades
na Energia
Energias Renováveis Instalação de Central Hidroeléctrica (Fase I) Moçambique, África do Sul Bonificação, Assistência Técnica, Doação Instalação de Central Eléctrica Solar e EólicaAngola, Zâmbia, Namíbia Bonificação, Assistência Técnica, Doação Projeto de Interligação de Electricidade África Ocidental (Cabo-Verde) Bonificação, Assistência Técnica, Doação Centralização da produção de Energia África Ocidental (Cabo-Verde) Bonificação, Assistência Técnica, Doação
na Energia
• Acesso a infraestruturas é fundamental para reduzir a pobreza e
estimular o desenvolvimento económico e um crescimento inclusivo.
• Défice crónico de infraestruturas é um desafio para África e para
Conclusão
ITF
• Défice crónico de infraestruturas é um desafio para África e para
os seus parceiros.
• ITF é um instrumento complementar criado pela Europa para
promover os projetos transfronteiriços.
• Portugal potencia cooperação e negócio, através da participação
no ITF.
• Empresas portuguesas podem e devem utilizar o ITF como
LAIF: Facilidade de
Financiamento para
LAIF
Financiamento para
a América Latina
LAIF – Síntese
• Programa regional, criado pela Comissão Europeia em
Dezembro de 2009, destinado a incentivar os governos beneficiários e instituições públicas a realizar investimentos essenciais na América Latina. Lançado oficialmente em Maio
LAIF
essenciais na América Latina. Lançado oficialmente em Maio de 2010 em Madrid.
• Contexto: Mecanismo de financiamento que visa a mistura de subsídios (contribuições financeiras não reembolsáveis da Comissão Europeia e de outros doadores) com empréstimos de instituições financeiras públicas de desenvolvimento europeias, multilaterais ou bilaterais e bancos latino-americanos regionais.
Síntese
(Cont.)•
Objetivos: Mobilizar financiamentos adicionais
para apoiar investimentos na América Latina,
LAIF
para apoiar investimentos na América Latina,
incentivando os governos beneficiários e instituições
públicas a realizar os
investimentos essenciais
, que
não poderiam ser financiados isoladamente pelo
mercado ou pelas instituições financeiras de
desenvolvimento.
Setores Elegíveis
INFRAESTRUTURAS
• Infraestruturas básicas;
• Ambiente, incluindo adaptações climáticas;
LAIF
• Ambiente, incluindo adaptações climáticas; • Transportes;
• Energia.
SECTOR PRIVADO
• Apoio a pequenas e médias empresas e criação de
Instrumentos
• Doações: Em projetos de cofinanciamento de infraestruturas públicas • Subsídio para o custo de Garantias
• Subsídio da Taxa de Juro
• Assistência Técnica: No âmbito de uma operação específica de
LAIF
• Assistência Técnica: No âmbito de uma operação específica de investimento (pré-investimento), ou no decorrer normal da atividade da empresa, a qual será acompanhada por uma das Instituições Financeiras elegíveis
• Operação de Capital de Risco: No âmbito de uma operação específica de investimento (pré-investimento), ou por necessidade da própria empresa em requerer uma operação de capital de risco para o decorrer da sua atividade, a qual será acompanhada por uma das Instituições Financeiras elegíveis
Cobertura Geográfica
• Argentina • Bolívia • Brasil • Colômbia •México •Nicarágua •Panamá •PerúPAÍSES DA AMÉRICA LATINA
LAIF
• Colômbia • Costa Rica • Cuba • Chile • Equador • El Salvador •Perú •Paraguai •Uruguai •Venezuela •Guatemala •HondurasFinanciamento e Orçamento
A Comissão Europeia, no âmbito de estratégia
regional para a América Latina, estimou um
LAIF
regional para a América Latina, estimou um
montante de
EUR 125 milhões
para o período
2009-2013
.
Recursos da Comissão
Europeia e de Estados- Contribuições
LAIF
Origem dos Fundos
LAIF
Europeia e de Estados-membros Recursos financeiros e técnicos das Instituições FinanceirasLAIF
Projetos
InvestimentoPromotores
Submissão de propostas de projetos de investimento à SOFID
A SOFID analisa o projeto e sugere ajustes para enquadramento
1
Como Apresentar Projetos
LAIF
Grupo de Instituições Financeiras
Análise e avaliação do projeto • Controlo da elegibilidade • Apresentação do pedido de Subvenção
Conselho da LAIF
Aprovação ou rejeição do PROJETO
O projeto beneficia de subvenções e da experiência e financiamento de outras instituições financeiras
2
3
Exemplo LAIF 1
El Salvador
Extensão da Central Hidroeléctrica “5 de Noviembre”
LAIF
Líder: KfW Outras: BCIE
Custo Total: € 122 Mio Apoio LAIF: € 6,0 Mio
México
Apoio ao Programa REDD+ (Programa das UN para a redução de gases nocivos, pelo combate à Desflorestação)
Exemplo LAIF 2
LAIF
Líder: AFD
Outras: AECID
Custo Total: € 337 Mio Apoio LAIF: € 2,0 Mio
Nicarágua
Construção de infraestruturas energéticas – Programa para as Energias Renováveis
Exemplo LAIF 3
LAIF
Líder: BEI
Outras: BID, AECID, BCIE Custo Total: € 309 Mio Apoio LAIF: € 7,0 Mio
Pipeline de Projetos - LAIF
Projeto País Instrumento Financiador
principal Cofinanciador Participação
Investimento total Expansão e modernização do sistema de distribuição de Brasil Assistência técnica AFD IDB 1,5 180,0
LAIF
sistema de distribuição de eletricidade do CEEE técnicaPrograma para a energia solar Chile Garantia KfW IDB e Governo
15,0 350,0
Infraestruturas municipais Colômbia Assistência técnica
AFD IDB 5,0 205,0
Programa habitação sustentável para todos
Projeto País Instrumento Financiador
principal Cofinanciador Participação
Investimento total Infraestrutura de saneamento em Lima Perú Assistência técnica KfW IDB 3,0 144,0
Pipeline de Projetos – LAIF (cont.)
LAIF
Programa para a melhoria da qualidade da água potável e saneamento
Nicarágua Assistência técnica e subsídio
AECID CABEI, BEI 49,8 252,0
Facilidade para o desenvolvimento de novos mecanismos de mercado Regional Assistência técnica e subsídio KfW CAF 10,0 90,0 Programa de água e saneamento … Regional Assistência técnica KfW CAF 4,0 200,0
Montante total solicitado ao LAIF em 2012: 124 milhões de euros
NIF: Facilidade de
Investimento para a
Investimento para a
Vizinhança
(Apresentação baseada na exposição do Diretor da Neighbourhood/EuropeAid)
NIF - Síntese
• Financiado pelo orçamento da UE (€700 milhões para
2007-2013), assim como por contribuições bilaterais 2007-2013), assim como por contribuições bilaterais
• Enfoque em investimentos em países vizinhos da UE • Mandato governamental para a SOFID ser o financier
• Infraestruturas (energia, água, saneamento, transporte,
infraestruturas sociais e ambientais), assim como de apoio ao Sector Privado (especialmente a PME)
• Produtos: doações, assistência técnica e capital
NIF – LESTE
• Bielorrússia • Ucrânia • Moldávia • Geórgia • Geórgia • Arménia • Azerbaijão NIF – SUL • Marrocos • Argélia • Tunísia • Líbia • Egipto • Israel • Líbano • Territórios Palestinianos • Síria • JordâniaEm 2011…
• 15 operações aprovadas num total de €142.3 milhões apoiados pela NIF • Projetos apoiados representam um total de investimento de €4.3 biliões • Mais de €2 biliões financiados por EFIs
Realizações entre 2008 e 2011
1:33 1:15
Portfolio NIF (2008-2011)
(31 projetos com o apoio da NIF no valor de €219.6 milhões (53% do total) contribuem para a adaptação ou mitigação das alterações climatéricas.)
Comparação dos recursos disponíveis e
pipelines existentes
• A necessidade de fundos adicionais será maior à medida que as instituições financeiras apresentem mais operações em 2013 e se determinar melhor o envolvimento financeiro da NIF.
Pipeline de Projetos – NIF
Projeto País Instrumento Financiadorprincipal Cofinanciador Participação
Investimento total
LESTE
Metro Yerevan - Fase II Arménia Subsídio BERD BEI 5,0 16,6
Modernização de infraestrutura de águas
Geórgia Subsídio BEI ADB, Governo 8,0 80,0
Sistema de transportes citadinos
República da Moldávia
Subsídio BERD - 1,6 4,6
Infraestruturas municipais Ucrânia Assistência técnica e subsídio
KfW OeEB e BEI 11,5 56,0
Modernização de
infraestruturas fronteiriças
Arménia Subsídio BEI BERD, EU SCIBM, UNDP
12,0 60,6
Infraestruturas municipais Arménia Assistência técnica e subsídio
KfW BEI, Governo 15,0 88,0
-Pipeline de Projetos – NIF (cont.)
Projeto País Instrumento Financiadorprincipal Cofinanciador Participação
Investimento total SUL
Programa da EU para a habitação e comunidade
Egipto Assistência técnica e subsídio
AFD, BEI - 30,0 133,0
Reabilitação da rede de águas Jordânia Subsídio BEI AFD, KfW 12,0 107,0 Reabilitação da rede de águas
de Miyahuna
Jordânia Subsídio BEI AFD, KfW 12,0 107,0
Programa eólico integrado Marrocos Subsídio KfW BEI, ONEE e outras IF's
15,0 790,0
Central elétrica termo solar Tunísia Assistência técnica e subsídio
KfW AFD, BEI 15,0 321,0
Facilidade de garantias para PME's
Regional Subsídio BEI AfD 24,0 320,0
Fundo verde para o crescimento
…
Regional Assistência técnica e subsídio
KfW/BEI BERD 12,0 166,0
Montante total solicitado ao NIF em 2012: 177 milhões de euros