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Social BPM: Processos de Negócio, Colaboração e Tecnologia Social

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Academic year: 2021

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(1)

Social BPM: Processos de Negócio,

Colaboração e Tecnologia Social

Núcleo de Pesquisa e Inovação em CiberDemocracia

(2)

SOCIAL BPM

QUEM SOMOS?

(3)

Pessoas

Andréa Magalhães

[email protected]

Renata Araujo

(4)

Nossa Experiência

Link para a matéria.

• Professora Associada no Departamento de Informática Aplicada na UNIRIO

• Pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Informática – UNIRIO • Coordenadora do Núcleo de Pesquisa e

Inovação em CiberDemocracia –

CiberDem – coordenadora do programa de pesquisa de Sistemas de Governo Abertos e Colaborativos

• 20 anos de pesquisa e atuação nas áreas de Sistemas Colaborativos e Gestão de Processos de Negócio

-publicações, formação em graduação e pós-graduação e coordenação de

projetos de pesquisa e de articulação com a indústria.

(5)

Nossa Experiência

Andréa Magalhães

[email protected]

• Pesquisadora e Pós-doutoranda pela UNIRIO

• Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado em Processos & Colaboração

• COMPOOTIM

• CollabMM

• Empreendedora

• dheka e Pãozinho

• Gerente e Consultora especializada nas áreas de Gestão de Processos de

Negócio (BPM), Gerência de Projetos e Requisitos

• Ministra cursos de pós-graduação e extensão

• Trabalhos publicados em congressos e revistas nacionais e internacionais

(6)

Parceiros

European Center for Information Systems

(7)

SOCIAL BPM:

(8)

Por que isso me interessa?

Exercício

Pensar no dia anterior e anotar quantas vezes

interagiram com alguém, com quem, para que e como

Perceber como agimos de forma colaborativa tanto no

(9)

Mundo Conectado e Aberto

Sociedade digital e em rede é realidade

Novas oportunidades

Organizações - inovarem em seus negócios

Clientes - adquirirem mais autonomia e

(10)

4 Princípios para um Mundo Aberto

Transparência

Colaboração

Compartilhamento

Aumento de poder (

empowerment

)

http://www.ted.com/talks/don_tapscott_four_principles_f or_the_open_world_1.html

(11)
(12)

Dentro das organizações...

Competitividade

Processos neste cenário conectado e aberto?

• Menos burocracia, mais autonomia e qualidade

Ambiente interno

Acompanhar a capacidade de interação e

(13)

Os desafios que aproximam BPM e

Tecnologia Colaborativa e Social

Mudança contínua (e acelerada) do ambiente de negócios

• Flexibilidade e adaptação

Necessidade de colocar processos em contexto

• Comunicação e compartilhamento de conhecimento

Demanda por conteúdo gerado pelo usuário

• Co-participação, inovação aberta

Valor dos negócios na experiência do usuário

(14)
(15)

O que são processos?

“Uma ordenação específica de atividades

de trabalho através do tempo e do

espaço, com um início, fim e um conjunto

claramente definido de entradas e

saídas.”

(16)

Exemplo

Encaminhamento de Currículos para Analistas Início do Processo de Seleção Avaliação de Currículos Relatório Gerente de Recursos Humanos Analista de Recursos Humanos Secretário Currículo Currículo

(17)

Existem processos aqui?

Em quais outros

processos

somos

(18)

O que são processos?

Se você não é capaz de descrever

o que você faz

como um processo,

você não sabe o que está fazendo.

(19)

Processos

Instrumento para planejar trabalho e recursos de

acordo com os objetivos da empresa

Explicita como a empresa funciona e como suas

atividades devem ser executadas

Atividade 1 Atividade 2 Atividade 3

(20)

Processos

COS 823 - Aula 4 20

Out 2013

Modelo do processo

• Retrata como a interação entre os participantes é desejada

Execução do processo

(21)

O que é BPM?

“BPM é uma abordagem disciplinar para

identificar, desenhar, executar, documentar,

medir, monitorar, controlar e melhorar processos

de negócio, automatizados ou não, para

alcançar resultados consistentes e alinhados

com os objetivos estratégicos da organização. ”

(22)

O que é BPM?

“Uma grande mudança de mentalidade, que

nasce com os profissionais, permeia as

organizações e espalha seus resultados por

toda a sociedade.”

(23)

O que

NÃO

é BPM?

BPM não é uma atividade burocrática e

enfadonha feita pela área de qualidade de

algumas organizações

BPM não é uma iniciativa contínua para

documentação e impressão incessante dos

processos

BPM não é um trabalho para obter certificações

de qualidade – já comoditizadas e que não são

realizadas na prática

(24)
(25)

BPM – Condições Necessárias

Pessoas constituem o pilar mais importante de

qualquer empresa. Não é possível definir um processo sem levar em consideração as pessoas que vão executá-lo (funcionários da organização) ou interagir com ele (clientes e fornecedores). É preciso conectar o processo com as pessoas e a

forma como elas trabalham e interagem. Os processos são um caminho para a organização planejar o trabalho e os recursos,

de acordo com os seus objetivos. Um processo representa como a organização funciona, como as suas atividades devem ser executadas e o papel que as pessoas exercem

em sua execução, compartilhando artefatos e conhecimento.

A tecnologia apesar de não ser o suficiente isoladamente também é imprescindível de ser aliada com os pilares pessoas e processos. A

tecnologia pode apoiar as pessoas a executarem e gerirem os processos de forma a

(26)

BPM – Foco tradicional

Processos transacionais e altamente repetitivos

• Iniciativas de BPM limitadas em ambientes que requeiram

diversidade e menos previsibilidade no contexto de execução de processos

Abordagem

top-down

• Esforços de BPM realizados por analistas de processos e desenvolvedores de TI de acordo com os requisitos

especificados por especialistas do domínio e usuários finais

• Processos não são definidos pelos mesmos indivíduos responsáveis pela sua execução

• Funciona bem para processos bem-estruturados, altamente

repetitivos e sujeitos a poucas mudanças ao longo do tempo

• Divergência entre os modelos de processo e a realidade da sua

execução e o dificuldades para alavancar ideias para a melhoria e inovação

(27)

BPM – Necessidade

Participação ativa de diferentes

stakeholders

Especialistas em BPM da organização

Usuários finais internos do processo

Outros indivíduos pertencentes a entidades externas,

incluindo clientes e fornecedores

Necessidade de colaboração entre os participantes do

processo

Tecnologias sociais

Dia-a-dia dos indivíduos e empresas

(28)
(29)

Colaboração

Definições

• Deriva do latim “com” e “laborare” – significando trabalho em conjunto

• Uma definição simples, objetiva e comumente aceita: “articulação de um esforço comum em direção a um objetivo” (Vreede e Briggs, 2005)

• Trabalho em conjunto de uma ou mais pessoas para a realização de objetivos comuns (Adaptado de Ferreira, 2009; Minicucci, 2001)

(30)

Colaboração

Benefícios

Desempenho do grupo > indivíduos agindo sozinhos

Compreensão

Representa mais do que a soma individual das partes

Redução no tempo necessário para a execução de tarefas

Melhoria da capacidade de resolver problemas complexos

Aumento da capacidade criativa para gerar alternativas

Discussão

das

vantagens

e

desvantagens

de

cada

alternativa para selecionar as viáveis e tomar decisões

Melhoria na comunicação

Aprendizagem

Satisfação pessoal

(31)

Colaboração

Quando?

Potencial para produzir melhores resultados do que os

indivíduos trabalhando isoladamente

• Alinhamento de objetivos

• Resultados esperados claramente definidos

• Patrocínio

(32)

Colaboração

Aspectos de Apoio a Colaboração

Comunicação Coordenação Memória Percepção

Capacidade de trocar ou discutir ideias, de dialogar ou conversar para o bom entendimento entre os membros do grupo Organização do grupo e articulação do trabalho Organização e compartilhamento dos diferentes tipos

de informações relacionadas a uma atividade colaborativa Adquirir conhecimento necessário para o trabalho em grupo

por meio dos sentidos

(33)

Aspectos de Apoio a Colaboração

Comunicação

• Intercâmbio de informações entre pelo menos dois indivíduos, com a compreensão da mesma pelos envolvidos

• Apoia a criação de um entendimento comum e compartilhado • Síncrona

• Interlocutores estão presentes simultaneamente e disponíveis e a

mensagem enviada é recebida imediatamente

• Valoriza a velocidade da interação

• Assíncrona

• Mensagem pode ser recebida em um momento posterior

indeterminado

• Valoriza a reflexão dos participantes

COS 823 - Aula 1 33

(34)

Aspectos de Apoio a Colaboração

Coordenação

• Articulação dos membros e atividades

• Evitar que o trabalho de um afete indevidamente o trabalho dos outros, visto que existem interdependências

• Evitar tarefas conflitantes ou repetitivas

• Manter a “vida do grupo”, através de estímulos às contribuições de cada participante e estabelecimento de um ritmo aos trabalhos e encontros

• Pré-articulação, acompanhamento e pós-articulação das tarefas

COS 823 - Aula 1 34

(35)

Aspectos de Apoio a Colaboração

Memória

• Os grupos também precisam produzir, manipular, organizar e compartilhar diferentes tipos de informação relacionada às atividades sendo realizadas

• Armazenamento dos dados relativos ao desenvolvimento da

atividade colaborativa

• Conhecimento explícito x conhecimento tácito

COS 823 - Aula 1 35

(36)

Aspectos de Apoio a Colaboração

Coordenação

• Articulação dos membros e atividades

• Evitar que o trabalho de um afete indevidamente o trabalho dos outros, visto que existem interdependências

• Evitar tarefas conflitantes ou repetitivas

• Manter a “vida do grupo”, através de estímulos às contribuições de cada participante e estabelecimento de um ritmo aos trabalhos e encontros

• Pré-articulação, acompanhamento e pós-articulação das tarefas

COS 823 - Aula 1 36

(37)

Aspectos de Apoio a Colaboração

Percepção

• “Entendimento das atividades dos outros para fornecer contexto a sua própria atividade” (DOURISH e BELLOTTI, 1992)

• Práticas pelas quais os atores, de forma tácita e não intrusiva, alinham e integram as suas atividades

• Fator crítico para que os membros da equipe sejam capazes de coordenar os seus esforços

• Compreende as informações que os membros do grupo mantêm uns a respeito dos outros, sobre as atividades e os artefatos do esforço colaborativo compartilhado

• Cada membro deve conhecer o progresso do trabalho dos companheiros e dar visibilidade das suas ações

COS 823 - Aula 1 37

(38)

SOCIAL BPM:

O QUE É?

(39)

Processos & Colaboração

“Não sei com quem falar para prosseguir as atividades ou acompanhar o

andamento das mesmas...”

“Não conheço meus parceiros...”

“Mas isso era

responsabilidade de outra pessoa. Se ele não fez,

não tenho culpa...” “Qual a informação está

correta? Ela aparece no pedido e na nota, mas

não batem...”

“Não entendo esse documento feito pelo

outro setor...”

“Acho que já vi essa informação em outro

(40)

Processos & Colaboração

“Não sabia que essa tarefa estava atribuída a mim...” “Não entendo o

porquê de executar esse processo...”

“Não sabia que meu trabalho impactaria o

trabalho do João...” “Não fiz assim porque o processo estava definido

de outra forma...”

“Estou com um problema na aquisição de determinado material. Será que alguém já passou pelo mesmo problema?”

(41)

Definição

Social BPM é o uso de

ferramentas e técnicas sociais nas

iniciativas de gestão de processos de

(42)

Social BPM

Pessoas, Processos e Tecnologia

Conectar

processos

e

pessoas

• Processo não pode ser modelado sem considerar as pessoas que vão executá-lo e a forma como elas interagem e se

relacionam

• Colaboração integrada ao contexto do processo passa a ter um objetivo mais claro

• As pessoas trabalham em conjunto para atingir aos objetivos do negócio

(43)

Social BPM

Pessoas, Processos e Tecnologia

Integrar

tecnologias

de forma a ampliar a colaboração

entre os executores de um processo

• Sistemas de informação organizacionais

• Sistemas de gerenciamento de processos de negócio (BPMSs)

• Tecnologias sociais (software/mídias sociais)

• Ambientes organizacionais de comunicação e colaboração

(44)

BPMS Software Social (Mídias Sociais)

Social BPM

Tecnologias

Ambientes Organizacionais de Comunicação e Colaboração

(Intranets, e-mail, redes sociais organizacionais)

Sistemas de Informação

(ERP, sistemas de apoio ao negócio)

(45)

SOCIAL BPM:

(46)

Business Process Management System

(BPMS)

“Ambiente integrado

que automatiza

o ciclo de

vida de processos de negócio,

desde a sua

concepção

e

modelagem

inicial,

passando pela

execução

e

monitoramento

,

até à incorporação de

melhorias

,

(47)

Business Process Management System

(BPMS)

define representado por automatizado por BPMS

(48)

Business Process Management System

(BPMS)

Principais Funcionalidades

• Definição/Modelagem de processos • Execução de fluxos de trabalho

• Interação com usuários

• Acompanhamento e gerência de processos em execução

(49)

BPMS

(50)

BPMS

Execução de Processos

• Interpreta a definição de cada instância do processo

• Segue o fluxo definido, encaminhando as atividades para seus executores correspondentes define representado por automatizado por BPMS Instância A Instância B Instância C

(51)

BPMS

Interação com usuários

(52)

BPMS

(53)

BPMS

(54)

Social Software

(55)
(56)

SOCIAL BPM:

(57)
(58)

Colaboração e Gestão de Processos

Dinâmica

Dividir a turma em grupos de acordo com

as diferentes fases do ciclo de BPM

Cada grupo fará um

brainstorming

:

O que é possível fazer combinando

tecnologias sociais e BPM?

Pensar as possibilidades de apoio

tecnológico à colaboração para os

processos

(59)

SOCIAL BPM:

(60)

Projeto de Processos Colaborativos

Modelo de Maturidade em Colaboração (CollabMM)

• Caminho de evolução progressiva através de níveis de maturidade em colaboração

• Define os níveis de colaboração e suas principais características • Cada nível é composto por práticas para explicitar e ampliar a

colaboração em processos

• Framework para definição e acompanhamento do nível de colaboração

(61)

Projeto de Processos Colaborativos

Modelo de Maturidade em Colaboração (CollabMM)

Nível 1 – Casual

• Colaboração não é explícita nos processos

• Colaboração é uma prática isolada

• Colaboração é resultado do esforço individual

Nível 2 – Planejado

• A coordenação é um aspecto forte e acontece de forma centralizada em um líder

• Os indivíduos já são capazes de: se perceberem como parte integrante do grupo, compreender a formação deste grupo, e conhecer os seus parceiros de trabalho

(62)

Projeto de Processos Colaborativos

Modelo de Maturidade em Colaboração (CollabMM)

Nível 3 – Perceptivo

• Os membros do grupo estão conscientes de suas tarefas

• A coordenação centralizada do líder torna-se desnecessária

• Conhecimento compartilhado através de artefatos produzidos pelo grupo

Nível 4 – Reflexivo

• Conhecimento tácito também passa a ser compartilhado

• Percepção da colaboração

(63)

Modelagem Colaborativa de Processos

Várias pessoas participam da

descoberta e modelagem do

processo

• Engajamento dos participantes • Colaboração entre os analistas de

processos e com os especialistas

• Participantes internos e externos

• Participantes técnicos e não técnicos

Facilita a colaboração e inovação

cross-silo

Democratização

do

desenho

de

processos

Entendimento compartilhado sobre

(64)
(65)

Modelagem de Processos Colaborativos

(66)

Execução de Processos

Execução

• Inclusão de recursos de social software

• Conexão com os especialistas para colaborar durante a execução das

atividades do processo

• Equipes virtuais que colaboram e socializam ao redor de uma atividade ou conjunto de atividades

Integração com ferramentas de comunicação

Integração com mídias sociais

(67)

Execução/Monitoramento

Wall

“Seguir” processo

Comunica rapidamente dados de negócio aos usuários

Mobile

Real-time

(68)

Execução/Monitoramento

(69)

Execução/Monitoramento

Stream

de Processos

(70)

Melhorias de Processos

Comunidades Online de BPM

Troca de ideias, experiências, exemplos

Centro de excelência interno

• Fóruns para discussões privadas

• Especialistas internos

Comunidades externas de práticas

(71)
(72)

Oportunidades para SocialBPM

• Descoberta de processos (process mining)

• Processos não estruturados

• Co-participação na gestão de processos

• Atores e clientes

• Orientação a processos baseada em conteúdo social (social mining)

• Experiência e sensibilidade social

• Design da colaboração em processos

• Análise e modelagem de processos tendo a colaboração como aspecto de melhoria

• Acompanhamento do desempenho da colaboração em processos

(73)

Benefícios e Desafios

• Benefícios

• Colaboração interna e externa à organização

• Flexibilidade e adaptação de processos

• Captura de conhecimento tácito

• Resolução de problemas em contexto

• Visibilidade da colaboração

• Participação e Feedback social

• Transparência

• Desafios

• Mudanças culturais exigidas -TI, negócios e gestão

• Mudança de paradigma de fluxos de trabalho rigidamente definidos a processos

dinâmicos / adaptáveis

• Gerenciamento não estruturado e colaborativo dos processos

• Gestão baseada em confiança

• Autonomia na execução do processo

(74)

SOCIAL BPM:

(75)

Inovação: Produtos e Serviços

Projeto,

implementação

e

acompanhamento

do

desempenho da colaboração em processos de negócio

Domínio preliminar de

interesse:

(76)

Pesquisas: BPM estendido para apoio à

colaboração e interação social

Domínio preliminar de interesse:

Democracia e Participação Eletrônicas

Adaptação de processos dirigida pelo cidadão Memória e Inovação Social

(77)

Pesquisas: Gestão da Colaboração

em Processos de Software

Planejamento CollabMM Estratégia de Medição da Colaboração Características de Colaboração Composição Sistemática Ferramental de Apoio Otimização Modelagem Função de Fitness Algoritmos Acompanhamento CollabMM Redes Sociais Características de Colaboração EvolTrack-SocialNetwork Gerente de Projeto http://reuse.cos.ufrj.br/cdsoft/

(78)

Discussão Final

Brainstorming (da turma)...

Qual o potencial de aplicação em diferentes domínios de

negócio?

Qual contexto parece ser mais favorável para aplicação de

(79)
(80)

Bibliografia & Referências

(81)

Bibliografia & Referências

(82)

CiberDem - UNIRIO

Núcleo de Pesquisa e Inovação em CiberDemocracia https://sites.google.com/site/ciberdem/

+55 21 25308088

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