Centro Hospitalar de Setúbal, EPE
Relatório de Actividades e Contas de 2006 2
Índice
1. Nota Introdutória ... 3
1.1 Visão e Missão ... 3
2. Breve Balanço do ano de 2006 ... 4
3. Enquadramento do Centro Hospitalar na região ... 5
3.1 Caracterização da procura ... 5
3.2 Caracterização da oferta ... 7
4. Órgãos Sociais ... 8
5. Estrutura Organizacional ... 9
6. Actividade do Centro Hospitalar em 2006 ... 10
6.1 Principais actividades desenvolvidas ao nível da melhoria da acessibilidade, da organização e da qualidade ... 10 6.2 Produção ... 12 6.2.1 Internamento ... 13 6.2.2 Consulta Externa... 16 6.2.3 Bloco Operatório ... 19 6.2.4 Hospital de Dia ... 21 6.2.5 Urgência ... 22
6.2.6 Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica... 24
6.3 Evolução dos principais indicadores Económico Financeiros ... 25
6.4 Evolução dos principais indicadores de Recursos Humanos ... 26
6.5 Investimento ... 27
6.6 Provisões do Exercício ... 28
7. Proposta de aplicação de resultados... 29
8. Demonstrações Financeiras ... 30
9. Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados ... 31
10. Certificação legal de contas... 32
Relatório de Actividades e Contas de 2006 3
1. Nota Introdutória
No dia 31 de Dezembro nasceu o Centro Hospitalar de Setúbal, EPE, fruto da união dos dois hospitais da cidade: São Bernardo e Ortopédico Sant’Iago do Outão.
Trata-se de duas unidades hospitalares de prestígio no panorama hospitalar português e que, em conjunto, constituem um elevado potencial de recursos na região.
Tal potencial cria oportunidades que é necessário saber aproveitar.
Após uma primeira fase de recolha de informação e num contexto de gestão participada, foram identificados objectivos estratégicos traduzidos em acções concretas a executar num período de três anos, tendo em vista a nova organização e a sua sustentabilidade.
Embora conscientes das dificuldades, estamos empenhados em contribuir para que tais objectivos sejam atingidos, optimizando os recursos para permitir o desenvolvimento institucional e, consequentemente, melhorar os serviços prestados pelo Centro Hospitalar.
1.1 Visão e Missão
O Centro Hospitalar trabalha para ser reconhecido como uma instituição de referência no desenvolvimento de técnicas eficientes e inovadoras no tratamento em ambulatório e internamento. Pretende diferenciar-se pela sua especificidade e acessibilidade, pelo compromisso com o doente, assumindo-se como um centro de elevada competência na organização assistencial e no desenvolvimento e inovação na prestação de cuidados de saúde.
O Centro Hospitalar tem como missão a promoção da saúde a todos os cidadãos no âmbito das responsabilidades e capacidades dos hospitais que o compõem, prestando cuidados de saúde especializados, com respeito pela dignidade dos doentes, e estimulando o desenvolvimento profissional dos seus colaboradores, num quadro de qualidade, eficiência e eficácia organizativa.
O Centro Hospitalar intervém de acordo com as áreas de influência e redes de referenciação, cumprindo os contratos programa celebrados, em articulação com as instituições integradas na rede de prestação de cuidados de saúde.
O Centro Hospitalar desenvolverá ainda actividades complementares, como as de ensino pré e pós graduado, de investigação e de formação, submetendo-se à regulamentação de âmbito nacional que reja a matéria dos processos de ensino-aprendizagem no domínio da saúde, sem prejuízo de se permitir a celebração de contratos para efeitos de organização interna, repartição do investimento e compensação dos encargos que forem estipulados.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 4
2. Breve Balanço do ano de 2006
O ano de 2006 foi caracterizado pela execução de um conjunto de acções estratégicas de reestruturação, contenção e modernização para se garantir, num prazo de três anos, a sustentabilidade do Centro Hospitalar de Setúbal. As referidas acções incidiram nas áreas seguintes:
• Potencialidades da nova organização; • Acreditação da qualidade;
• Criação e remodelação de estruturas; • Investimento no ambulatório;
• Reorganização do Serviço de Urgência; • Plataforma tecnológica;
• Sistemas de informação; • Implementação do SIGIC;
• Gestão de altas / cuidados continuados;
• Reorganização do sistema de facturação e cobrança de créditos.
Os resultados alcançados no final do ano, apresentados circunstanciadamente neste relatório, foram positivos, pois verificou-se, face a 2005, um acréscimo da actividade assistencial e uma redução da diferença entre custos e proveitos.
Ao nível da actividade de produção, constatou-se um acréscimo de, + 5% no indicador de produção ajustada.
A diferença entre custos e proveitos foi reduzida em 41,9% face a 2005 pois o resultado líquido passou de cerca de -27 milhões de euros para -15,7 milhões de euros. Tal se deveu ao acréscimo de proveitos obtidos por serviços prestados e à contenção de custos conseguida em 2006.
O Conselho de Administração felicita todos os Profissionais pela sua participação e empenho na actividade desenvolvida que permitiu obter estes resultados, contribuindo para se conseguir, gradualmente, um equilíbrio de gestão e a sustentabilidade da organização, orientada para a melhoria da satisfação dos profissionais e dos serviços prestados pelo Centro Hospitalar de Setúbal.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 5
3. Enquadramento do Centro Hospitalar na região
3.1 Caracterização da procuraPopulação coberta e evolução recente
O Centro Hospitalar de Setúbal, EPE foi criado em 31 de Dezembro de 2005 através do Decreto-Lei nº 233/2005, de 29 de Dezembro, e é constituído por dois hospitais: o Hospital de São Bernardo e o Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão. Está integrado na Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. A sua área de influência abrange os concelhos de Sines, Santiago do Cacém, Grândola, Alcácer do Sal, Palmela e Setúbal. No âmbito da Psiquiatria e Saúde Mental, abrange, ainda, o concelho de Sesimbra e no âmbito da Ortopedia abrange todo o distrito de Setúbal, bem como os distritos de Portalegre, Évora, Beja, Faro e Lisboa.
Insere-se numa rede de instituições prestadoras de cuidados de saúde diferenciados que compreende dois Hospitais de nível 1 (Hospital do Montijo e Hospital do Litoral Alentejano, este situado em Santiago do Cacém), um Hospital Central Especializado (Hospital Ortopédico de Sant’Iago do Outão) e três outros Hospitais (o próprio Hospital de São Bernardo, o Hospital de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, e o Hospital Garcia d’Orta, Hospital Central, em Almada).
O Hospital de São Bernardo é um Hospital Geral Distrital, sendo o Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão, como referido acima, um Hospital Central Especializado, ambos inseridos no Sistema Nacional de Saúde.
O Centro Hospitalar de Setúbal, EPE trabalha em articulação com os Centros de Saúde da sua área de influência, desenvolvendo a sua actividade numa perspectiva de complementaridade entre os dois hospitais. Promove ainda o ensino, formação e investigação.
O Recenseamento da População e de Habitação de 2001 apurou uma população da sua área de influência com a dimensão de 241.157 habitantes. Relativamente à área específica da Ortopedia, servida somente pelo Hospital Ortopédico Sant’Iago do Outão e sendo este um hospital central especializado, a população da área de influência é de 2.887.765 habitantes que abrange os distritos de Setúbal, Portalegre, Évora, Beja, Faro e Lisboa.
Estrutura etária na área de influência1
1 A análise da estrutura etária incide na área de influência do HSB já que é neste hospital que se
concentra a maioria dos serviços prestados. A área da Psiquiatria engloba também o concelho de Sesimbra. A área de Ortopedia compreende toda a zona sul do país.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 6
A distribuição da população residente por grupo etário revela, no global da área de influência do Centro Hospitalar, uma população envelhecida, em que a proporção de jovens (menos de 15 anos de idade) não ultrapassa os 15% e a população idosa é cerca de 17% da população total (segundo o Censos 2001). O índice de envelhecimento evidencia bem esta realidade: 111 idosos por cada 100 jovens. O envelhecimento deve-se, conforme esperado, grandemente aos concelhos alentejanos, onde se observavam, em 2001, mais de 155 idosos por cada 100 jovens.
Taxa de natalidade
As taxas de natalidade têm vindo a reduzir-se gradualmente, tendo-se estimado, para 2004, uma taxa de natalidade de 10,1 por 1000. Embora a comparação entre as duas grandes sub-áreas de influência seja a favor de uma população mais idosa na zona do Alentejo, a comparação das taxas de natalidade observadas entre 2001 e 2004 mostra, contudo, ligeiro aumento nos concelhos do Alentejo e ligeira diminuição nos restantes. O ponto de partida é, naturalmente, muito mais reduzido nos concelhos alentejanos: em 2004 a taxa de natalidade estimada para os concelhos do Alentejo foi de 8,4 por 1000; a taxa de natalidade para os concelhos de Palmela e de Setúbal foi de 11,6 por 1000.
Taxa de mortalidade
O saldo natural verificado em 2003 foi de 246 (o número de óbitos observado em 2003 foi de 2.424). Conjugando este facto com a leve redução das taxas de natalidade, podemos admitir que as taxas de mortalidade têm vindo a baixar, contribuindo para um aumento populacional à custa das idades menos jovens.
A evolução da mortalidade na área de influência do Hospital de São Bernardo tem acompanhado a observada na generalidade do país.
Total < 1 ano 1 ano 0 - 4 anos 0 - 14
anos 15 - 44 anos 46 - 64 anos >= 65 anos 15 - 49 anos Total 73870 603 634 2.898 9.732 29.655 19.358 15.125 34.945 M 36738 280 334 1.480 4.986 15.144 9.745 6.863 17.928 F 37132 323 300 1.418 4.746 14.511 9.613 8.262 17.017 Total 167287 2.002 1.965 9.152 26.253 73.531 42.627 24.876 84.895 M 81612 1.023 1.009 4.608 13.321 36.940 20.666 10.685 42.346 F 85675 979 956 4.544 12.932 36.591 21.961 14.191 42.549 Total 241157 2605 2599 12050 35985 103186 61985 40001 119840 M 118350 1303 1343 6088 18307 52084 30411 17548 60274 F 122807 1302 1256 5962 17678 51102 31574 22453 59566
Fonte: INE, recenseamento geral da população e de habitação - 2001 (resultados definitivos); Gabinete de Estudos e Avaliação, SRSS Área de influência
total
População Residente na área de influência do Centro Hospitalar de Setúbal
Por concelhos agrupados, por grupos etários e por sexo de acordo com o Recenseamento da População e de Habitação de 2001
Concelhos do Alentejo Litoral Concelhos da Península de Setúbal Grandes áreas de influência
Relatório de Actividades e Contas de 2006 7
No grupo etário infantil, e para 2005, estimou-se uma taxa de mortalidade infantil no distrito de Setúbal de 2,9 por 1000, valor abaixo da média nacional (3,5). No mesmo ano, os dados à data disponíveis revelam 3 óbitos neonatais no hospital. A mortalidade fetal tardia do distrito (4,1 por 1000) continua ainda acima da média nacional (2,8), pelo que deverá fazer-se um esforço concertado para melhora a vigilância da gravidez de risco e o acompanhamento do bem-estar fetal e contínuo acompanhamento peri-natal.
A estimativa para 2003 da taxa de mortalidade geral foi de cerca de 9,9 por 1000 habitantes (número total de óbitos de 2.424). Nos concelhos do Alentejo este valor foi mais elevado (12,5 por 1000) comparativamente com o dos concelhos de Setúbal e Palmela (8,7 por 1000). Contudo, é possível que esta diferença se deva apenas ao facto da população da população alentejana ser mais envelhecida, o que implica maior número de mortes em cada ano.
Em 2003, as principais causas de morte foram as doenças cérebro e cardiovasculares (peso proporcional de 38,5%) e os tumores malignos (peso proporcional de 18,1%), tal como se verifica no resto do distrito e no país. De salientar o elevado número de óbitos atribuídos a causa desconhecida ou mal conhecida, o que dificulta a análise do fenómeno da mortalidade.
Outros indicadores
As estimativas provisórias do Instituto Nacional de Estatística para 2004 admitem um crescimento populacional, desde 2001, de 3,8% (população estimada para toda a área de influência de 250.233 pessoas). Contudo, a população cresceu apenas à custa dos concelhos de Setúbal e Palmela, que, no seu conjunto, se aproximaram dos 180.000 habitantes. Pelo contrário, estimou-se uma redução populacional nos concelhos do Alentejo Litoral.
3.2 Caracterização da oferta
Centros de Saúde da área de influência do Centro Hospitalar de Setúbal
Os Centros de Saúde da área de influência do Centro Hospitalar de Setúbal são os seguintes:
• Centro de Saúde de Palmela;
• Centro de Saúde de São Sebastião (Setúbal); • Centro de Saúde do Bonfim (Setúbal);
• Centro de Saúde de Alcácer do Sal; • Centro de Saúde de Grândola;
• Centro de Saúde de Santiago do Cacém; • Centro de Saúde de Sines;
• Centro de Saúde de Sesimbra (só Psiquiatria).
Na área da Ortopedia, acrescem ainda os Centros de Saúde da sua área de influência, que é toda a zona sul do país.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 8
4. Órgãos Sociais
Conselho de Administração
Alfredo Lacerda Cabral – Presidente do Conselho de Administração Maria da Conceição Rendeiro – Directora Clínico
Olga Maria Santos Ferreira – Enfermeira Directora José Carlos Freixinho – Vogal
Ricardo Silva Santos – Vogal
Fiscal Único
Efectivo
Reinaldo Soares, Rogério Coelho & José Jacob, SROC
Fiscal Único Suplente
Relatório de Actividades e Contas de 2006 9
5. Estrutura Organizacional
Serviços de Apoio Geral e Logística Serviços de Suporte à Acção M edica Serviços de Acção M édica Conselho de Administração Conselho Consultivo Secretaria-geral Gabinete de Com unicaçãoGabinete do Utente Núcleo de Planeam ento e
Apoio à Gestão
Núcleo de Estatística e Acom panham ento
da Produção
Gabinete da Qualidade
Conselho de Form ação, Investigação e Desenvolvim ento Gabinete Jurídico Com issões de Apoio T écnico
Com issão de Adm inistração Clínica
Com issão de Avaliação de Introdução de m aterial de Consum o Clínico Com issão de Controlo da Infecção Hospitalar
Com issão de Ética
Com issão de Farm ácia e Terapêutica Com issão de Gestão do Risco
Com issão Técnica de Certificação de Interrupção Voluntária da Gravide Conselho Médico
Conselho de Enferm agem Conselho Técnico T.D.T. CENTRO HOSPITALAR DE SETÚBAL, EPE
Outubro 2006 Unidade de Esterilização Serviços Farm acêuticos Serviço Social Gestão e Controlo Financeiro e Contencioso Gestão de Recursos Hum anos Gestão de Aprovisionam ento e Logística Gestão de Doentes Gestão de Instalações e Equipam entos Gestão Hoteleira Departam ento de Cirurgia Departam ento da Mulher e da Criança Departam ento de Aparelho Locom otor Departam ento de Psiquiatria e Saúde Mental Serviço de Cirurgia Geral Serviço de Urologia Serviço de Oftalm ologia Serviço de Otorrinolaringologia Serviço de Cirurgia Plástica e Maxilo-Facial Serviço de Estom atologia Serviço de Ginecologia e Obstetrícia Serviço de Pediatria Departam ento de Medicina Serviço de Gastrenterologia Serviço de Cardiologia Serviço de Neurologia Serviço de Medicina Interna Serviço de Pneum ologia Serviço de Medicina Física e Reabilitação I Serviço de Nefrologia Serviço de Infecciologia Serviço de Oncologia Médica Serviço de Ortopedia 2 Serviço de Medicina Física e Reabilitação II Serviço de Ortopedia 1 Departam ento de Anestesiologia Serviço de Anestesiologia Unidade de Cuidados Intensivos Unidade de Derm atologia Unidade de Endocrinologia Gestão de Tecnologias de Inform ação Serviço de Saúde Ocupacional Serviços Gerais Serviço Religioso Unidade de Doentes de Evolução Prolongada Unidade de Psicologia Clínica Unidade de Internam ento de Doentes Agudos Unidade de Psiquiatria Forense Bloco Operatório II UCM I UCM II ECG HOSO Ortopedia Infantil Serviço de Urgência Geral Serviço de Urgência Pediátrica Consulta Externa II Cirurgia de Am bulatório I Cirurgia de Am bulatório II Consulta Externa I Serviço de Urgência Ginecológica e Obstétrica Bloco Operatório I Gestão de Altas e Cuidados Continuados RX Serviço de Im agiologia LAC Serviço de Patologia Clínica Serviço de Form ação
Im unoalergologia
Im unohem oterapia
Anatom ia Patológica
Unid. Nutrição Clínica UCEN Serviços de Apoio Geral e Logística Serviços de Suporte à Acção M edica Serviços de Acção M édica Conselho de Administração Conselho Consultivo Secretaria-geral Gabinete de Com unicação
Gabinete do Utente Núcleo de Planeam ento e
Apoio à Gestão
Núcleo de Estatística e Acom panham ento
da Produção
Gabinete da Qualidade
Conselho de Form ação, Investigação e Desenvolvim ento Gabinete Jurídico Com issões de Apoio T écnico
Com issão de Adm inistração Clínica
Com issão de Avaliação de Introdução de m aterial de Consum o Clínico Com issão de Controlo da Infecção Hospitalar
Com issão de Ética
Com issão de Farm ácia e Terapêutica Com issão de Gestão do Risco
Com issão Técnica de Certificação de Interrupção Voluntária da Gravide Conselho Médico
Conselho de Enferm agem Conselho Técnico T.D.T. CENTRO HOSPITALAR DE SETÚBAL, EPE
Outubro 2006 Unidade de Esterilização Serviços Farm acêuticos Serviço Social Gestão e Controlo Financeiro e Contencioso Gestão de Recursos Hum anos Gestão de Aprovisionam ento e Logística Gestão de Doentes Gestão de Instalações e Equipam entos Gestão Hoteleira Departam ento de Cirurgia Departam ento da Mulher e da Criança Departam ento de Aparelho Locom otor Departam ento de Psiquiatria e Saúde Mental Serviço de Cirurgia Geral Serviço de Urologia Serviço de Oftalm ologia Serviço de Otorrinolaringologia Serviço de Cirurgia Plástica e Maxilo-Facial Serviço de Estom atologia Serviço de Ginecologia e Obstetrícia Serviço de Pediatria Departam ento de Medicina Serviço de Gastrenterologia Serviço de Cardiologia Serviço de Neurologia Serviço de Medicina Interna Serviço de Pneum ologia Serviço de Medicina Física e Reabilitação I Serviço de Nefrologia Serviço de Infecciologia Serviço de Oncologia Médica Serviço de Ortopedia 2 Serviço de Medicina Física e Reabilitação II Serviço de Ortopedia 1 Departam ento de Anestesiologia Serviço de Anestesiologia Unidade de Cuidados Intensivos Unidade de Derm atologia Unidade de Endocrinologia Gestão de Tecnologias de Inform ação Serviço de Saúde Ocupacional Serviços Gerais Serviço Religioso Unidade de Doentes de Evolução Prolongada Unidade de Psicologia Clínica Unidade de Internam ento de Doentes Agudos Unidade de Psiquiatria Forense Bloco Operatório II UCM I UCM II ECG HOSO Ortopedia Infantil Serviço de Urgência Geral Serviço de Urgência Pediátrica Consulta Externa II Cirurgia de Am bulatório I Cirurgia de Am bulatório II Consulta Externa I Serviço de Urgência Ginecológica e Obstétrica Bloco Operatório I Gestão de Altas e Cuidados Continuados RX Serviço de Im agiologia LAC Serviço de Patologia Clínica Serviço de Form ação
Im unoalergologia
Im unohem oterapia
Anatom ia Patológica
Unid. Nutrição Clínica UCEN Serviços de Apoio Geral e Logística Serviços de Suporte à Acção M edica Serviços de Acção M édica Conselho de Administração Conselho Consultivo Secretaria-geral Gabinete de Com unicação
Gabinete do Utente Núcleo de Planeam ento e
Apoio à Gestão
Núcleo de Estatística e Acom panham ento
da Produção
Gabinete da Qualidade
Conselho de Form ação, Investigação e Desenvolvim ento Gabinete Jurídico Com issões de Apoio T écnico
Com issão de Adm inistração Clínica
Com issão de Avaliação de Introdução de m aterial de Consum o Clínico Com issão de Controlo da Infecção Hospitalar
Com issão de Ética
Com issão de Farm ácia e Terapêutica Com issão de Gestão do Risco
Com issão Técnica de Certificação de Interrupção Voluntária da Gravide Conselho Médico
Conselho de Enferm agem Conselho Técnico T.D.T. CENTRO HOSPITALAR DE SETÚBAL, EPE
Outubro 2006 Unidade de Esterilização Serviços Farm acêuticos Serviço Social Gestão e Controlo Financeiro e Contencioso Gestão de Recursos Hum anos Gestão de Aprovisionam ento e Logística Gestão de Doentes Gestão de Instalações e Equipam entos Gestão Hoteleira Departam ento de Cirurgia Departam ento da Mulher e da Criança Departam ento de Aparelho Locom otor Departam ento de Psiquiatria e Saúde Mental Serviço de Cirurgia Geral Serviço de Urologia Serviço de Oftalm ologia Serviço de Otorrinolaringologia Serviço de Cirurgia Plástica e Maxilo-Facial Serviço de Estom atologia Serviço de Ginecologia e Obstetrícia Serviço de Pediatria Departam ento de Medicina Serviço de Gastrenterologia Serviço de Cardiologia Serviço de Neurologia Serviço de Medicina Interna Serviço de Pneum ologia Serviço de Medicina Física e Reabilitação I Serviço de Nefrologia Serviço de Infecciologia Serviço de Oncologia Médica Serviço de Ortopedia 2 Serviço de Medicina Física e Reabilitação II Serviço de Ortopedia 1 Departam ento de Anestesiologia Serviço de Anestesiologia Unidade de Cuidados Intensivos Unidade de Derm atologia Unidade de Endocrinologia Gestão de Tecnologias de Inform ação Serviço de Saúde Ocupacional Serviços Gerais Serviço Religioso Unidade de Doentes de Evolução Prolongada Unidade de Psicologia Clínica Unidade de Internam ento de Doentes Agudos Unidade de Psiquiatria Forense Bloco Operatório II UCM I UCM II ECG HOSO Ortopedia Infantil Serviço de Urgência Geral Serviço de Urgência Pediátrica Consulta Externa II Cirurgia de Am bulatório I Cirurgia de Am bulatório II Consulta Externa I Serviço de Urgência Ginecológica e Obstétrica Bloco Operatório I Gestão de Altas e Cuidados Continuados RX Serviço de Im agiologia LAC Serviço de Patologia Clínica Serviço de Form ação
Im unoalergologia
Im unohem oterapia
Anatom ia Patológica
Unid. Nutrição Clínica Serviços de Apoio Geral e Logística Serviços de Suporte à Acção M edica Serviços de Acção M édica Conselho de Administração Conselho Consultivo Secretaria-geral Gabinete de Com unicação
Gabinete do Utente Núcleo de Planeam ento e
Apoio à Gestão
Núcleo de Estatística e Acom panham ento
da Produção
Gabinete da Qualidade
Conselho de Form ação, Investigação e Desenvolvim ento Gabinete Jurídico Com issões de Apoio T écnico
Com issão de Adm inistração Clínica
Com issão de Avaliação de Introdução de m aterial de Consum o Clínico Com issão de Controlo da Infecção Hospitalar
Com issão de Ética
Com issão de Farm ácia e Terapêutica Com issão de Gestão do Risco
Com issão Técnica de Certificação de Interrupção Voluntária da Gravide Conselho Médico
Conselho de Enferm agem Conselho Técnico T.D.T. CENTRO HOSPITALAR DE SETÚBAL, EPE
Outubro 2006 Unidade de Esterilização Serviços Farm acêuticos Serviço Social Gestão e Controlo Financeiro e Contencioso Gestão de Recursos Hum anos Gestão de Aprovisionam ento e Logística Gestão de Doentes Gestão de Instalações e Equipam entos Gestão Hoteleira Departam ento de Cirurgia Departam ento da Mulher e da Criança Departam ento de Aparelho Locom otor Departam ento de Psiquiatria e Saúde Mental Serviço de Cirurgia Geral Serviço de Urologia Serviço de Oftalm ologia Serviço de Otorrinolaringologia Serviço de Cirurgia Plástica e Maxilo-Facial Serviço de Estom atologia Serviço de Ginecologia e Obstetrícia Serviço de Pediatria Departam ento de Medicina Serviço de Gastrenterologia Serviço de Cardiologia Serviço de Neurologia Serviço de Medicina Interna Serviço de Pneum ologia Serviço de Medicina Física e Reabilitação I Serviço de Nefrologia Serviço de Infecciologia Serviço de Oncologia Médica Serviço de Ortopedia 2 Serviço de Medicina Física e Reabilitação II Serviço de Ortopedia 1 Departam ento de Anestesiologia Serviço de Anestesiologia Unidade de Cuidados Intensivos Unidade de Derm atologia Unidade de Endocrinologia Gestão de Tecnologias de Inform ação Serviço de Saúde Ocupacional Serviços Gerais Serviço Religioso Unidade de Doentes de Evolução Prolongada Unidade de Psicologia Clínica Unidade de Internam ento de Doentes Agudos Unidade de Psiquiatria Forense Bloco Operatório II UCM I UCM II ECG HOSO Ortopedia Infantil Serviço de Urgência Geral Serviço de Urgência Pediátrica Consulta Externa II Cirurgia de Am bulatório I Cirurgia de Am bulatório II Consulta Externa I Serviço de Urgência Ginecológica e Obstétrica Bloco Operatório I Gestão de Altas e Cuidados Continuados RX Serviço de Im agiologia LAC LAC Serviço de Patologia Clínica Serviço de Patologia Clínica Serviço de Form ação
Im unoalergologia
Im unohem oterapia
Anatom ia Patológica
Unid. Nutrição Clínica UCEN
Relatório de Actividades e Contas de 2006 10
6. Actividade do Centro Hospitalar em 2006
6.1 Principais actividades desenvolvidas ao nível da melhoria da acessibilidade, da organização e da qualidade
• Instalações e Equipamentos:
− Continuação do apetrechamento da Unidade de Internamento de Infecciologia e Pneumologia;
− Recuperação dos elevadores do edifício da ala nascente do HSB; − Beneficiação do Serviço de Urgência Geral;
− Beneficiação do Hospital de Dia de Neurologia; − Instalação da Unidade de AVC;
− Instalação da Unidade de Internamentos de Curta Duração do Serviço de Cardiologia; − Beneficiação dos corredores do Serviço de Patologia Clínica;
− Elaboração de projecto para remodelação do Serviço de Medicina;
− Elaboração de projecto para remodelação do Hospital de Dia de Oncologia Médica. • Início da implementação da Triagem de Manchester na Urgência Geral.
• Implementação do SIGIC (Sistema de Informação de Gestão de Inscritos para Cirurgia) e criação da UHGIC do CHS e da Cirurgia Adicional no HSB;
• Continuação do desenvolvimento do projecto da Unidade de Cirurgia de Ambulatório do HSB;
• Desenvolvimento de projecto de Gestão de Altas;
• Apresentação de candidatura para instalação de uma Unidade de Convalescença; • Início de projecto para instalação de uma estrutura na área de medicina nuclear; • Inclusão do CHS no projecto de Consulta a Tempo e Horas;
• Reorganização da Urgência de Ortopedia;
• Alargamento gradual do funcionamento hospitalar até às 20 horas com adequação de horários tendo em vista a prestação de cuidados em continuidade;
• Implementação e melhoria contínua do registo de toda a produção efectuada; • Implementação de um Tableaux de Bord de Produção;
• Lançamento do Projecto de Acreditação da Qualidade em todo o Centro Hospitalar de Setúbal;
• Elaboração do Regulamento do CHS;
• Centralização de serviços de apoio à gestão: Aprovisionamento, Recursos Humanos, Financeiros e Contencioso;
Relatório de Actividades e Contas de 2006 11
• Unificação de Direcções Técnicas: Imagiologia, Análises Clínicas e Electrocardiografia; • Reorganização do pré-contencioso e contencioso financeiro tendo em vista a recuperação de
créditos antigos e a redução do prazo médio de pagamentos dos serviços prestados pelo CHS a terceiros responsáveis;
• Elaboração de Protocolos:
− com a Sub-Região de Saúde no âmbito da Gastrenterologia, consultas de Ginecologia/Obstetrícia e Psiquiatria;
− com o Hospital de N. Sra. do Rosário no âmbito da Radioterapia. • Sistemas informáticos:
− Implementação de servidores para o SONHO, RHV e arquitectura Windows Server 2003; − Início da remodelação e reforço da rede estruturada;
− Implementação de software de gestão para o Centro Hospitalar para uniformização das aplicações informáticas entre os dois hospitais do CHS;
− Implementação do SONHO (Sistema de Gestão de Doentes) no Serviço de Imagiologia; − Aquisição de equipamentos informáticos para postos de trabalho;
− Aquisição de software de gestão para o Serviço de Anatomia Patológica;
− Aquisição de software ALERT para informatização das urgências geral e pediátrica; − Aquisição de software para sistema de gestão integrado do circuito do medicamento.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 12 6.2 Produção
O quadro seguinte apresenta a actividade global de 2006 do Centro Hospitalar e comparação face a 2005 e ao planeado para 2006. O ano de 2006 caracterizou-se por um aumento da produção com uma maior incidência na cirurgia programada, +29,1%, seguida da consulta externa, +4,6%, Hospital de Dia, +4,3%, Urgência, +2,8% e Internamento, +0,7%.
R05 Anual R06 Anual Δ P06 Desvio face ao Programado Internamento s/ Berçário Lotação 428 421 -7 c - Doentes Saídos 16784 16895 0,7 % 17416 -3,0 % Dias de Internamento 118545 116375 -1,8 % 120116 -3,1 % Demora Média 7,1 6,9 -0,2 d - Taxa de Ocupação % 76,0 75,7 -0,3 % -
Doentes Tratados por Cama 39,9 40,7 0,8 dt -
Tx Mortalidade % 4,92 5,80 0,9 % Índice case-mix 1,0466 1,0779 0,031 Consultas Primeiras 47606 49296 3,5 % 50403 -2,2 % Subsequentes 127235 133647 5,0 % 128082 4,3 % Total Consultas 174841 182943 4,6 % 178485 2,5 % % Primeiras Consultas 27,2 26,9 -0,3 % - -Intervenções Cirúrgicas Programadas Convencional Base 5517 5786 4,9 % 5876 -1,5 % Convencional Adicional 414 1168 182,1 % 770 51,7 % Ambulatório Base 380 1136 198,9 % - -Ambulatório Adicional 84 164 95,2 % - -Total Ambulatório 464 1300 180,2 % Total Programadas 6395 8254 29,1 % -
-% Cir. Amb. nas Cir. Prog 7,3 15,7 8,5 % -
-Urgentes 2162 2143 -0,9 % 1972 8,7 %
Total Intervenções 8557 10397 21,5 % -
-% Cir. Urg. no Total Intervenções 25,3 20,6 -4,7 % -
-Hospital Dia
Nº Sessões 29490 30759 4,3 % 30933 -0,6 %
Nº doentes 3744 4134 10,4 % 3476 18,9 %
Sessões por doente 7,9 7,4 -0,4 % -
-Urgência Geral 68423 69447 1,5 % 69329 0,2 % Pediátrica 30486 32155 5,5 % 33800 -4,9 % Obstectrícia/Ginecologia 12985 13455 3,6 % 13366 0,7 % Total Urgência 111894 115057 2,8 % 116495 -1,2 % Nº médio de Urgências/dia 307 315 8,7 u - -Serviço Domiciliário Nº consultas médicas 55 42 -23,6 % 52 -19,2 % Nº Visitas Enfermagem 497 543 9,3 % 484 12,2 % Nº Outras visitas 1269 1177 -7,2 % 1289 -8,7 %
Total Serviço Domiciliário 1821 1762 -3,2 % 1825 -3,5 %
MCDT´S
Total 1731533 1727997 -0,2 % 1757246 -1,7 %
P06 - Plano de Desempenho 2006 R05 - Realizado 2005; R06 - Realizado 06
Relatório de Actividades e Contas de 2006 13 6.2.1 Internamento
Analisando o quadro em baixo verificou-se no internamento, sem o Berçário, um aumento em 2006 de 0,7% nos doentes saídos com uma diminuição de 0,2 dias na demora média e menos 0,2% na taxa de ocupação. A descida na taxa de ocupação esteve directamente relacionada com uma diminuição dos dias de internamento e ajuste na lotação praticada (menos 7 camas de 2005 para 2006).
2005 2006 ∆
Doentes Saídos 16.784 16.895 0,7%
Dias de Internamento 118.545 116.375 -1,8%
Demora Média (dias) 7,1 6,9 -0,2
Taxa de Ocupação (%) 76,0 75,7 -0,2
Internamento
6.2.1.1 Internamento por Serviço
O quadro da página seguinte mostra, por serviço, a produção de 2005 e de 2006 e indicadores principais do internamento.
Globalmente, mais de metade dos serviços aumentaram a sua produção face a 2005, destacando-se os seguintes que fizeram acompanhar o aumento de produção por uma descida da demora média e aumento da taxa de ocupação: Estomatologia + 29,5%DS, - 0,5DM, + 0,1%TO; Neonatologia +27,8%DS, - 2,0DM, + 5,4%TO; Urologia + 16,1%DS, - 1,3DM, + 6,7%TO; Cirurgia Pediátrica + 13,6%DS, - 0,2DM, + 0,2%TO; Oftalmologia + 9,2%DS, - 0,1DM, + 10,7%TO.
Os Serviços que registaram as maiores descidas na Demora Média face a 2005 foram a UCICOR -4,0 dias, a Psiquiatria -3,2 dias, a Cirurgia Plástica -2,3 dias, a Neonatologia -2,0 dias e a Nefrologia -1,8 dias.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 14 20 05 20 06 ∆ 200 5 200 6 ∆ %2 00 5 20 06 ∆ % 200 5 200 6 ∆ 20 05 2 00 6 ∆ % 2 00 5 2 00 6 ∆ 20 05 20 06 ∆ C ar d io lo gi a 1 2 1 2 0 60 8 7 23 18 ,9 2 .91 5 2 .8 95 -0 ,7 4, 8 4, 0 -0 ,8 66 ,6 66 ,1 -0 ,5 51 ,7 60,8 9,2 0,2 0 ,4 0,3 C iru rg ia Ge ra l 6 6 6 4 -2 2 .12 4 2. 2 29 4, 9 18 .6 0 7 17 .6 88 -4 ,9 8, 8 7, 9 -0 ,8 77 ,2 75 ,7 -1 ,5 32 ,7 35,3 2,5 5,4 3 ,6 -1 ,7 C iru rg ia P e di á tri ca 6 6 0 22 8 2 59 13 ,6 42 5 4 29 0, 9 1, 9 1, 7 -0 ,2 19 ,4 19 ,6 0, 2 38 ,0 43,3 5,3 0,0 0 ,0 0,0 C ir ur g ia P lás tic a e Rec ons tr uti va 1 0 9 -1 31 1 3 57 14 ,8 2 .75 4 2 .3 30 -1 5, 4 8, 9 6, 5 -2 ,3 75 ,5 70 ,9 -4 ,5 31 ,5 40,0 8,5 1,5 0 ,8 -0 ,7 In fe cc io lo g ia 8 8 0 16 1 1 48 -8 ,1 3 .93 4 3 .7 79 -3 ,9 24 ,4 25 ,5 1, 1 13 4, 7 12 9, 4 -5 ,3 21 ,4 19,6 -1 ,8 12,1 9 ,6 -2 ,5 E stom a to lo gi a 2 2 0 61 79 29 ,5 12 7 1 28 0, 8 2, 1 1, 6 -0 ,5 17 ,4 17 ,5 0, 1 30 ,5 39,5 9,0 0,0 0 ,0 0,0 G as tr en ter ol og ia 1 2 1 3 1 43 1 3 67 -1 4, 8 3 .83 1 3 .8 42 0, 3 8, 9 1 0, 5 1, 6 87 ,5 81 ,0 -6 ,5 36 ,4 28,9 -7 ,5 7,1 7 ,7 0,6 G ine co lo gi a 1 0 1 3 3 67 2 7 12 6, 0 2 .23 1 2 .3 91 7, 2 3, 3 3, 4 0, 0 61 ,1 50 ,4 -1 0, 7 67 ,4 55,2 -12,2 0,0 0 ,7 0,7 M edi ci na In ter n a 5 1 5 1 0 1 .64 5 1. 4 21 -1 3, 6 20 .3 6 7 19 .5 66 -3 ,9 12 ,4 13 ,8 1, 4 10 9, 4 10 5, 1 -4 ,3 33 ,4 28,9 -4 ,5 16,5 15,0 -1 ,5 Ne fr ol o gi a 5 4 -1 16 0 1 49 -6 ,9 2 .15 3 1 .7 36 -1 9, 4 13 ,5 11 ,7 -1 ,8 11 8, 0 11 8, 9 0, 9 32 ,6 38,0 5,4 7,0 10,9 3,9 N eon atol gi a 1 1 1 0 -1 21 2 2 71 27 ,8 2 .00 7 2 .0 21 0, 7 9, 5 7, 5 -2 ,0 50 ,0 55 ,4 5, 4 19 ,8 27,9 8,1 0,0 0 ,9 0,9 N eur ol og ia 6 6 0 17 9 1 79 0, 0 2 .18 9 2 .1 60 -1 ,3 12 ,2 12 ,1 -0 ,2 10 0, 0 9 8, 6 -1 ,3 31 ,2 30,7 -0 ,5 2,1 3 ,2 1,1 O bst et rí cia 3 1 2 6 -5 2 .69 5 2. 6 75 -0 ,7 7 .34 4 7 .2 72 -1 ,0 2, 7 2, 7 0, 0 66 ,0 76 ,6 10 ,7 88 ,8 103,4 14,6 0,0 0 ,0 0,0 Of ta lm ol o gia 1 0 9 -1 57 5 6 28 9, 2 2 .17 5 2 .3 10 6, 2 3, 8 3, 7 -0 ,1 59 ,6 70 ,3 10 ,7 57 ,8 70,1 12,3 0,0 0 ,0 0,0 On co lo g ia 4 4 0 11 7 1 13 -3 ,4 1 .34 9 1 .3 04 -3 ,3 11 ,5 11 ,5 0, 0 92 ,4 89 ,3 -3 ,1 30 ,0 28,8 -1 ,3 31,3 45,5 14 ,2 O rt o pe di a 8 6 8 6 0 2 .52 0 2. 4 78 -1 ,7 21 .4 4 0 20 .1 43 -6 ,0 8, 5 8, 1 -0 ,4 68 ,3 64 ,2 -4 ,1 29 ,5 29,0 -0 ,5 0,8 0 ,4 -0 ,3 O tor ri n ol a ri ng ol o gi a 8 8 0 29 7 3 77 26 ,9 1 .44 5 1 .3 19 -8 ,7 4, 9 3, 5 -1 ,4 49 ,5 45 ,2 -4 ,3 37 ,8 47,3 9,5 3,3 0 ,3 -3 ,0 Pe di at ri a 1 9 1 9 0 72 5 8 42 16 ,1 4 .06 6 3 .8 47 -5 ,4 5, 6 4, 6 -1 ,0 58 ,6 55 ,5 -3 ,2 38 ,8 44,9 6,1 0,0 0 ,1 0,1 Pn eu m ol o gi a 3 3 0 17 1 1 26 -2 6, 3 1 .86 7 1 .5 68 -1 6, 0 10 ,9 12 ,4 1, 5 17 0, 5 14 3, 2 -2 7, 3 57 ,7 43,0 -14,7 5,3 9 ,0 3,7 Ps iq ui at ri a 1 6 1 8 2 17 4 2 11 21 ,3 5 .06 9 5 .4 82 8, 1 29 ,1 26 ,0 -3 ,2 86 ,8 83 ,4 -3 ,4 11 ,8 12,4 0,6 1,1 0 ,0 -1 ,1 U ro log ia 16 14 -2 47 1 5 47 16 ,1 3 .70 0 3 .5 80 -3 ,2 7, 9 6, 5 -1 ,3 63 ,4 70 ,1 6, 7 29 ,7 39,4 9,7 1,9 1 ,6 -0 ,3 UC IC OR 6 6 0 14 5 1 88 29 ,7 1 .98 9 1 .8 30 -8 ,0 13 ,7 9, 7 -4 ,0 90 ,8 83 ,6 -7 ,3 25 ,0 32,2 7,2 3,3 1 ,6 -1 ,7 UC I 7 7 0 10 4 69 -3 3, 7 2 .39 7 2 .3 33 -2 ,7 23 ,0 33 ,8 10 ,8 93 ,8 91 ,3 -2 ,5 15 ,9 10,9 -5 ,0 26,7 19,2 -7 ,6 UC M 7 7 0 13 20 0, 0 34 33 ,3 3, 0 1, 3 -1 ,7 0, 1 0, 2 0, 0 0, 1 0, 4 0,3 0,0 0 ,0 0,0 S .O. Ge ra l + 24 h 1 2 1 2 0 1 .49 4 1. 5 21 1, 8 3 .61 6 5 .8 59 62 ,0 2, 4 3, 9 1, 4 8 2, 6 13 3, 8 51 ,2 12 6, 8 12 8 ,2 1,3 6,4 9 ,7 3,3 S. O .Ped iát ri co + 2 4h 4 4 0 50 3 2 23 -5 5, 7 54 5 5 59 2, 6 1, 1 2, 5 1, 4 37 ,3 38 ,3 1, 0 12 6, 5 5 6 ,5 -70,0 0,0 0 ,4 0,4 T o ta l d o C H S s/ B e rç ár io 42 7,5 421 -7 16 .7 84 16 .89 5 0, 7 1 18 .5 45 116 .37 5 -1 ,8 7, 1 6,9 -0 ,2 76 ,0 75 ,7 -0 ,2 39 ,9 40,7 0 ,8 5,5 5 ,8 0,3 B e rç ár io 23 20 -3 ,0 1 .93 0 1. 8 32 -5 ,1 4 .95 0 4 .6 90 -5 ,3 2, 6 2, 6 0, 0 59 ,0 64 ,2 5, 3 84 ,3 92,1 7,8 0,0 0 ,0 0,0 N ot a: O nº d e c am as c ons tan te do ano de 2 0 05 é u m a m é di a c o nf or m e in fo rm aç ão s egu in te : N º ca m a s de J ane ir o a J unh o 20 05 N º ca m as de J ul h o a D ez e m br o de 20 05 - Ob st e trí ci a 3 2 - O bst et rí ci a 2 9 - C iru rg ia G era l 6 8 - C iru rg ia Ge ra l 6 4 - B erçá ri o 26 - B e rçá ri o 2 0 N º ca m a s de J ane ir o a Nov e m br o 20 06 N º ca m as em D ez e m br o de 2 0 06 - UC M 7 - U C M 6 D ia s d e In te rn am en to D o en te s S a íd o s D em o ra M éd ia T ax a d e O c u p aç ão In te rn a m en to p o r S e rv iç o s / t ran s fer ên c ias in te rn a s T a xa M o rt a lid ad e D o en te s T rat ad o s p o r Ca ma Lo ta ç ão
Relatório de Actividades e Contas de 2006 15 30,6% 2,1% 8,7% 33,6% 1,9% 10,1% 2005 2006
Cesarianas Forceps Ventosas
6.2.1.2 Psiquiatria – Unidade de Evolução Prolongada (UDEP)
O serviço de Psiquiatria na sua unidade de evolução prolongada apresenta uma lotação de 44 camas e um total de 50 doentes tratados no ano de 2006.
2005 2006 Δ%
Doentes Tratados 47 50 6,38
Tx.de Ocupação % 88,6 88,8 0,2
Psiquiatria - Evolução Prolongada
6.2.1.3 Nascimentos
Em 2006 observou-se um decréscimo no número de nascimentos e de partos.
2.048 1.984 1.201 1.080 847 904 2.061 2.006 Nº. Partos Nº Partos Eutócicos Nº Partos Distócicos Nascim entos 2005 2006
O número de partos distócicos aumentou num valor de 57 face a 2005. A maior subida foi no tipo de parto por ventosas com mais 12 % tendo-se
registado uma descida no tipo de parto através de forceps de 12%. 2005 2006 ∆ % Cesarianas 626 666 6% Forceps 42 37 -12% Ventosas 179 201 12% Partos Distócicos As cesarianas têm um peso em 2006 de 33,6% face ao número total de partos mais 6% que em 2005, as ventosas de 10,1% e os forceps de 1,9%.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 16 6.2.2 Consulta Externa
O gráfico ao lado mostra o número total de consultas 2005/2006 e sua variação.
Registou-se em 2006 um aumento no número total de consultas, mais 4,7%. Para este aumento contribuíram as consultas subsequentes em 5% e as primeiras em 3,8%.
O peso das primeiras consultas no total de consultas foi em 2006 de 26,8%.
O rácio de consultas/urgências foi em 2006
de 1,61, o que representa um bom indicador da actividade da consulta.
Taxa de Cancelamentos (TC)
O gráfico ao lado mostra a TC por motivo das consultas com agendamento em 2005 e 2006. A TC totalizou em 2006 28% e em 2005 27,2%, registando-se uma subida de 0,8%. Deste total a maior percentagem de cancelamentos em 2006 é motivada pela falta de doentes, 16,7 % e 11,4% por outros motivos.
47.927 49.772
129.494 136.033
177.421 185.805
Primeiras Subsequentes Total
2005 2006 5,0% 3,8% 4,7% 72,8% 11,0% 16% 72,0% 11,4% 17% 2005 2006
Tx consultas realizadas c/ Agendamento Tx cancelamentos por outros motivos
Relatório de Actividades e Contas de 2006 17
O quadro a seguir apresentado mostra, por serviço, a produção de consultas de 2005 e de 2006, primeiras, subsequentes e total, taxa de cancelamentos e taxa de falta de doentes por Serviço e doentes em espera em 31 de Dezembro de 2006.
2005 2006 ∆ % 2005 20 06 ∆ % 2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % Se m cons ul ta ma rc ad a Co m cons u lta ma rc ad a A nes te si ol og ia 3. 734 3.338 -10,6 1.416 1.29 9 -8 ,3 5. 150 4.637 -10,0 11,3% 11,5% 0,2% 10,2% 11,2% 1,0% 00 C ar dio lo gia 1. 674 1.559 -6 ,9 8.236 9.02 0 9,5 9. 910 10.579 6,8 13,4% 9,7% -3 ,7 % 12,6% 14,9% 2,3% 17 4 204 C iru rg ia G era l 4. 938 5.066 2,6 5.163 5.81 3 12,6 10.1 01 10.879 7,7 7,1% 8,0% 0,9% 13,2% 13,1% -0 ,1 % 22 3 94 C iru rg ia Pe di át ric a 925 898 -2 ,9 703 91 8 30,6 1. 628 1.816 11,5 9,3% 11,6% 2,3% 18,7% 18,5% -0 ,2 % 54 6 C iru rgi a P lá sti ca e R ec on str uti va 1. 811 1.477 -18,4 2.327 2.29 6 -1 ,3 4. 138 3.773 -8 ,8 5,1% 8,2% 3,1% 11,9% 13,2% 1,3% 79 9 D er m at o-V en er eol og ia 2. 527 2.485 -1 ,7 2.089 2.35 6 12,8 4. 616 4.841 4,9 10,9% 15,3% 4,4% 20,6% 21,1% 0,5% 1.35 4 36 D oe nça s I nf ecc io sa s 731 1.049 43,5 5.578 5.96 7 7,0 6. 309 7.016 11,2 13,8% 10,2% -3 ,6 % 18,8% 17,6% -1 ,2 % 00 E nd oc rin ol og ia 683 573 -16,1 4.671 3.58 7 -2 3, 2 5. 354 4.160 -22,3 11,7% 20,4% 8,7% 13,3% 12,3% -1 ,0 % 63 50 E sto m ato lo gi a 630 511 -18,9 3.282 2.69 9 -1 7, 8 3. 912 3.210 -17,9 7,9% 8,4% 0,5% 25,0% 22,5% -2 ,5 % 91 55 G as tr en ter ol og ia 1. 553 1.836 18,2 5.499 5.91 7 7,6 7. 052 7.753 9,9 11,0% 16,6% 5,6% 16,5% 14,1% -2 ,4 % 10 2 65 G ine co lo gia 2. 076 2.097 1,0 3.385 3.26 4 -3 ,6 5. 461 5.361 -1 ,8 14,9% 14,8% -0 ,1 % 17,3% 18,6% 1,3% 36 8 15 Im un o-al er go lo gi a 546 509 -6 ,8 3.528 3.12 8 -1 1, 3 4. 074 3.637 -10,7 8,5% 12,2% 3,7% 22,0% 21,0% -1 ,0 % 33 7 0 Im un o-H em ote ra pi a 982 362 -63,1 5.811 5.53 9 -4 ,7 6. 793 5.901 -13,1 8,1% 15,0% 6,9% 18,5% 5,9% -12,6% 00 Me di ci na F is ic a e R ea bilita çã o 1. 881 1.876 -0 ,3 3.112 3.69 6 18,8 4. 993 5.572 11,6 19,2% 15,1% -4 ,1 % 11,7% 14,3% 2,6% 00 M edi ci na Inte rn a 1. 118 1.496 33,8 4.383 5.17 7 18,1 5. 501 6.673 21,3 8,5% 8,9% 0,4% 12,8% 14,1% 1,3% 38 59 Ne fr ol og ia 421 597 41,8 2.684 3.26 3 21,6 3. 105 3.860 24,3 18,5% 11,9% -6 ,6 % 12,0% 12,3% 0,3% 20 25 N eu rol og ia 957 1.000 4,5 1.720 2.68 6 56,2 2. 677 3.686 37,7 17,0% 11,8% -5 ,2 % 19,1% 17,8% -1 ,3 % 40 6 45 Ob st et rí ci a 1. 374 1.394 1,5 1.658 1.50 2 -9 ,4 3. 032 2.896 -4 ,5 9,5% 7,5% -2 ,0 % 19,3% 20,9% 1,6% 12 0 58 O ft al m ol og ia 6. 299 7.282 15,6 10.851 11.13 2 2,6 17.1 50 18.414 7,4 7,4% 6,6% -0 ,8 % 15,7% 16,1% 0,4% 3.40 5 40 On co lo gi a M éd ica 809 1.217 50,4 10.404 12.05 6 15,9 11.2 13 13.273 18,4 0,3% 1,1% 0,8% 23,1% 23,1% 0,0% 00 Or to pe di a 6. 064 6.087 0,4 18.834 18.36 2 -2 ,5 24.8 98 24.449 -1 ,8 13,0% 12,4% -0 ,6 % 12,8% 13,0% 0,2% 18 3 484 O to rrino la ringo lo gia 1. 585 1.854 17,0 3.951 4.18 3 5,9 5. 536 6.037 9,0 13,1% 13,8% 0,7% 13,5% 16,9% 3,4% 57 6 7 Pe di at ria 1. 312 1.291 -1 ,6 2.737 2.90 8 6,2 4. 049 4.199 3,7 11,4% 16,5% 5,1% 19,4% 18,8% -0 ,6 % 52 112 Pn eu m ol og ia 838 852 1,7 3.257 3.30 7 1,5 4. 095 4.159 1,6 13,0% 13,8% 0,8% 16,7% 17,6% 0,9% 53 51 Ps iq ui at ria 417 779 86,8 6.625 7.42 0 12,0 7. 042 8.199 16,4 14,7% 16,8% 2,1% 36,9% 28,9% -8 ,0 % 11 13 Ur ol og ia 1. 610 1.614 0,2 4.590 5.28 7 15,2 6. 200 6.901 11,3 12,8% 10,8% -2 ,0 % 13,1% 13,4% 0,3% 54 6 36 Ou tr a s - N ut riç ão 173 287 65,9 1.032 1.28 0 24,0 1. 205 1.567 30,0 8,9% 9,5% 0,6% 18,2% 20,4% 2,2% 78 3 20 - Ps ic ol og ia 148 189 27,7 1.227 1.10 6 -9 ,9 1. 375 1.295 -5 ,8 9,2% 6,5% -2 ,7 % 21,8% 30,9% 9,1% 15 0 - S au de O cu pa ci on al 111 197 77,5 741 86 5 16,7 852 1.062 24,6 5,3% 0,0% -5 ,3 % 5,3% 50,0% 44,7% 00 TO TA L 47 .927 49 .772 3,8 129.494 136.03 3 5,0 177.4 21 185.805 4,7 11,0% 11,4% 0,4% 16,2% 16,7% 0,5% 8.93 2 1. 614 31-12 -2006 C o n s u lta s por E s pe ci a li d a d e C o n sult as E xt ern as T axa d e C an celam en to s T axa d e Falt as d e do en te s P rime ir as S ub se que nte s T o ta l D o en te s em esp er a
Relatório de Actividades e Contas de 2006 18
Da análise do quadro de consultas por especialidade podemos concluir que em 2006 metade das especialidades apresentam variações positivas em relação ao ano anterior. De entre as primeiras consultas merecem realce a Psiquiatria, +86,8%, a Oncologia, +50,4%, a Infecciologia +43,5%, a Nefrologia, +41,8% e a Medicina Interna, +33,8%.
No total de consultas, merece realce a Neurologia, +37,7%, a Nefrologia, +24,3%, a Medicina Interna, +21,3%, a Oncologia, +18,4% e a Psiquiatria, +16,4%.
O quadro em baixo mostra as Pequenas Cirurgias efectuadas em Consulta Externa que registaram uma diminuição de 10,6% face a 2005, motivada pela transferência do registo de algumas para Cirurgia de Ambulatório.
2005 2006 ∆ %
Consulta 1610 1.439 -10,6
Relatório de Actividades e Contas de 2006 19 6.2.3 Bloco Operatório
Na área cirúrgica registou-se no ano de 2006 um aumento de 17,2% na cirurgia convencional programada (base e adicional) e de 180,2% na cirurgia de ambulatório (base e adicional). De assinalar também uma pequena diminuição de 0,9% na cirurgia urgente.
O peso da cirurgia de ambulatório foi em 2006 de 16%, um aumento de 9 pontos percentuais face a 2005. Para 2007, prevê-se continuar o investimento na Cirurgia de Ambulatório, pelo
registo eficaz das intervenções realizadas e criação de um espaço próprio para o desenvolvimento desta actividade no HSB.
A Taxa de Cancelamentos de cirurgias programadas em 2006 foi de 10,51% no CHS, registando-se no HSB 6,46%, mais 0,01 pontos percentuais de cancelamentos face a 2005 e no HOSO 17,24%, mais 8% de cancelamentos face a 2005.
O quadro seguinte mostra, por especialidade cirúrgica, a actividade de cirurgia programada base (convencional e ambulatório), por serviço, em 2005 e 2006, o desvio face ao programado, a cirurgia urgente e número de doentes a aguardar cirurgia.
2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % P06 ∆ % 2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % Cardiologia 0 0 - 0 0 - 0 0 - 0 - 0 5 - 0 5 - -Cirurgia Geral 1.062 1.093 2,9 4 50 1150,0 1.066 1.143 7,2 1229 -7,0 830 773 -6,9 1.896 1.916 1,1 1236 Cirurgia Pediátrica 174 189 8,6 1 15 1400,0 175 204 16,6 185 10,3 31 26 -16,1 206 230 11,7 244 Cirurgia Plástica 330 384 16,4 17 230 1252,9 347 614 76,9 586 4,8 80 49 -38,8 427 663 55,3 341 Dermatologia 0 0 - 0 254 - 0 254 - 106 139,6 0 0 - 0 254 - -Estomatologia 66 82 24,2 1 21 - 67 103 53,7 89 15,7 0 1 - 67 104 55,2 62 Gastro 0 0 - 0 1 - 0 1 - 0 - 3 7 133,3 3 8 166,7 -Ginecologia 465 425 -8,6 14 6 -57,1 479 431 -10,0 408 5,6 363 127 -65,0 842 558 -33,7 83 Nefrologia 0 7 - 0 189 - 0 196 - 142 38,0 0 2 - 0 198- -Obstetrícia 0 0 - 0 0 - 0 0 - 0 - 766 1.031 34,6 766 1.031 34,6 -Oftalmologia 839 1.013 20,7 18 81 350,0 857 1.094 27,7 989 10,6 22 23 4,5 879 1.117 27,1 610 Ortopedia 2.028 2.005 -1,1 321 286 -10,9 2.349 2.291 -2,5 2436 -6,0 39 47 20,5 2.388 2.338 -2,1 1428 Otorrino 244 255 4,5 0 0 - 244 255 4,5 273 -6,6 13 5 -61,5 257 260 1,2 547 Urologia 309 333 7,8 4 3 -25,0 313 336 7,3 331 1,5 15 47 213,3 328 383 16,8 280 Total 5.517 5.786 4,9 380 1136 198,9 5.897 6.922 17,4 6774 2,2 2.162 2.143 -0,9 8.059 9.065 12,5 4831 P06 - Planeado para 2006
Bloco Operatório - Actividade cirúrgica por Serviço
Serviço Cirurgia de Ambulatório Total Cirurgia Cirurgia Urgente Total Intervenções
Programada
Desvio face ao Programado Cirurgia Programada Base
Cirurgia Convencional Doentes em espera 5.931 2.162 464 6.954 2.143 1.300 2005 2006
Cir. Convencional Cirurgia Urgente
Relatório de Actividades e Contas de 2006 20
Da análise do quadro observa-se um aumento global de 17,4% na cirurgia programada base (convencional e de ambulatório). Os Serviços que mais contribuíram para este aumento foram a Cirurgia Plástica, +76,9%, a Estomatologia, +53,7%, a Oftalmologia, +27,7%, a Cirurgia Pediátrica +16,6, a Urologia, +7,3%, a Cirurgia Geral, +7,2% e a Dermatologia 254 e Nefrologia com 196 cirurgias de ambulatório registadas em 2006.
O desvio face ao programado em 2006 evidencia que a maioria dos serviços cumpriu a meta de produção base estabelecida para 2006. No entanto, alguns Serviços não conseguiram atingir este objectivo, nomeadamente: a Cirurgia Geral, -7%, a ORL, -6,6% e a Ortopedia, -6%2.
Na actividade cirúrgica programada adicional (ver quadro em baixo) registou-se uma subida de 167,5% em 2006 face a 2005, justificado por esta actividade se ter iniciado em Fevereiro de 2006 no HSB. 2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % P06 ∆ % Cirurgia Geral 6 108 1700,0 0 0 - 6 108 1700,0 120 -10,0 Cirurgia Pediátrica 23 76 230,4 0 0 - 23 76 230,4 40 90,0 Cirurgia Plástica 6 71 1083,3 0 0 - 6 71 1083,3 50 42,0 Estomatologia 0 0 - 0 0 - 0 0 - 0 -Ginecologia 0 124 - 0 0 - 0 124 - 80 55,0 Obstetrícia 0 0 - 0 0 - 0 0 - 0 -Oftalmologia 6 25 316,7 0 0 - 6 25 316,7 20 25,0 Ortopedia 369 578 56,6 84 164 95,2 453 742 63,8 400 85,5 Otorrino 0 130 - 0 0 - 0 130 - 100 30,0 Urologia 4 56 1300,0 0 0 - 4 56 1300,0 40 40,0 Total 414 1.168 182,1 84 164 95,2 498 1.332 167,5 850 56,7
Serviço Cirurgia Convencional Total Intervenções
Desvio face ao Programado Cirurgia Ambulatório
Produção Adicional
2 A produção da Cirurgia Geral e da Ortopedia foi afectada por redução temporária do funcionamento do
Relatório de Actividades e Contas de 2006 21 6.2.4 Hospital de Dia
Verificou-se um aumento em 2006 de 4,3% nas sessões de hospital de dia e de 10,4% no número de doentes.
2005 2006 ∆ %
Nº. Sessões 29.490 30.769 4,3 Nº. Doentes 3.744 4.134 10,4
Hospital Dia
O quadro em baixo mostra, por hospital de dia, a produção de 2005 e de 2006 em número de sessões, número de doentes e número de sessões por doente.
2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % 2005 2006 ∆ % Infecciologia 970 802 -17,3 157 184 17,2 6,2 4,4 -29,5 Psiquiatria 4.114 3.838 -6,7 19 17 -10,5 216,5 225,8 4,3 Unidade Dor 1.532 1.640 7,0 261 266 1,9 5,9 6,2 5,0 Hematologia 443 467 5,4 179 117 -34,6 2,5 4,0 61,3 Oncologia Médica 9.507 10.179 7,1 1.028 1.190 15,8 9,2 8,6 -7,5 Neurologia 1.032 1.273 23,4 154 188 22,1 6,7 6,8 1,0 Nefrologia 2.596 2.512 -3,2 430 457 6,3 6,0 5,5 -9,0 Pneumologia 285 316 10,9 191 181 -5,2 1,5 1,7 17,0 Gastro 414 514 24,2 227 277 22,0 1,8 1,9 1,7 Pediatria 653 793 21,4 285 391 37,2 2,3 2,0 -11,5 Cardiologia 292 103 -64,7 286 100 -65,0 1,0 1,0 0,9 Urologia 506 689 36,2 164 220 34,1 3,1 3,1 1,5 Apoio à Nutrição 360 89 -75,3 32 20 -37,5 11,3 4,5 -60,4 Medicina Interna 122 767 528,7 32 250 681,3 3,8 3,1 -19,5 Sub Total 22.826 23.982 5,1 3.445 3.858 12,0 6,6 6,2 -6,2 Hemodiálise 6.664 6.787 1,8 299 276 -7,7 22,3 24,6 10,3 Total 29.490 30.769 4,3 3.744 4.134 10,4 7,9 7,4 -5,5 Nº Doentes
Sessões Sessões por Doente
Sessões Hospital Dia por Serviço
De evidenciar os aumentos de actividade ocorridos nos Hospitais de Dia de Medicina Interna, +528,7%, Urologia, +36,2%, Gastro, +24,2%, Neurologia, +23,4% e Pediatria, +19,9%.
Para 2007 prevê-se que o número de sessões de Hospital de Dia diminua consideravelmente devido à transferência de registo de sessões de Oncologia (Quimioterapia) para GDH’s médicos de ambulatório.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 22 6.2.5 Urgência
No ano de 2006 registou-se uma subida de 2,8% face a 2005 no número total de doentes socorridos.
2005 2006 ∆% 2005 2006 ∆% 2005 2006 ∆% 2005 2006 ∆%
Doentes Socorridos 68.423 69.447 1,5 30.486 32.155 5,5 12.985 13.455 3,6 111.894 115.057 2,8
Doentes Socorridos/dia 187 190 84 88 36 37 307 315
Urgência
Geral Pediátrica Ginecologia / Obstetrícia Total
O peso da urgência geral em 2006 no total de urgências foi de 60,4%, a urgência pediátrica foi de 27,9% e a de Ginecologia/obstetrícia foi de 11,7%.
O número médio de doentes socorridos por urgência em 2006 em período diurno e nocturno por dias úteis e fins-de-semana foi o seguinte:
[08-24[ [00-08[ [08-24[ [00-08[
Urgência Geral 135 30 174 26
Urgência Pediátrica 68 12 81 10
Urgência Obstétrica 26 3 37 3
228 46 293 39
Urgências por dias de semana
Fins-de -semana Dias Úteis
2006
O número de pequenas cirurgias efectuadas na urgência foi de 13296 em 2006 mais 2,1% face a 2005. 2005 2006 ∆ % Urgência 13026 13296 2,1
Pequenas Cirurgias
61,1% 60,4% 27,2% 27,9% 11,6% 11,7%Geral Pediátrica Ginecologia /
Obstetrícia
Relatório de Actividades e Contas de 2006 23 6.2.5.1 Distribuição da urgência por proveniência
0 ,0 % 0 ,0 % 0 ,1% 0 ,3 % 0 ,2 % 1,2 % 1,9 % 19 ,8 % 76 ,6 % Geral Ext erio r C ent ro s d e Saúd e Out ro Ho sp it al SA D U C lí nicas Privad as Serviço s d o Ho sp it al São B ernard o Out ras Est ab eleciment o s Prisio nais
A ut o riz açõ es M éd icas
0 ,0 % 0 ,0 % 0 ,1% 0 ,8 % 0 ,2 % 0 ,6 % 1,3 % 7,2 % 8 9 ,8 % Pediátrica Ext erio r C ent ro s d e Saúd e Out ro Ho sp it al SA D U C lí nicas Privad as Out ras Serviço s d o Ho sp it al São B ernard o Est ab eleciment o s Prisio nais
A ut o riz açõ es M éd icas
0 ,0 % 0 ,0 % 0 ,1% 0 ,2 % 0 ,2 % 1,0 % 2 ,5% 6 ,4 % 8 9 ,5% Obstétrica Ext erio r C ent ro s d e Saúd e Out ro Ho sp it al SA D U Serviço s d o Ho sp it al São B ernard o C lí nicas Privad as Out ras Est ab eleciment o s Prisio nais A ut o riz açõ es M éd icas
Relatório de Actividades e Contas de 2006 24 6.2.6 Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica
Os Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica realizados no Hospital mantiveram-se face ao ano anterior como podemos verificar no quadro ao lado. Nos exames realizados no exterior registou-se um ligeiro aumento de 1%.
Se analisarmos o peso das diferentes linhas de produção no total de exames realizados no Hospital e no exterior, a consulta apresenta o maior peso nos dois casos, 41,9% e 92,8% respectivamente.
A urgência, a seguir às consultas, é a que mais contribui para os exames realizados no hospital com 27,9%, seguido do internamento com 26,9%, hospital de dia, outros e exames requisitados do exterior.
Quanto aos exames realizados no exterior a seguir às consultas, é o internamento que mais contribui com 4,4% seguido do hospital de dia com 2,3%, outros e urgência.
92,8% 4,4%
0,2% 0,3%
2,3%
Urgência Consulta Internamento Hospital Dia Outros
27,9% 41,9% 26,9% 0,2% 1,1% 1,9%
Urgência Consulta Internamento Hospital Dia Outros Exterior
MCDT’s realizados no Hospital 2005 2006 Δ % 2005 2006 Δ % Imagiologia 137.619 134.250 -2,4 4.901 5.490 12,0 Anatomia Patológica 14.363 13.418 -6,6 284 323 13,7 Análises Clínicas 974.821 988.070 1,4 1.111 1.562 40,6 Medicina Nuclear 0 0 - 1.042 1.083 3,9 Gastrenterologia 9.493 8.923 -6,0 167 105 -37,1
Medicina Fisica Reabilitação 303.867 327.028 7,6 65.700 73.140
-Litotrícia 0 0 - 73 68 -6,8 Radioterapia 0 0 - 11 294 2572,7 Cardiologia 28.432 27.792 -2,3 53 31 -41,5 Neurofisiografia 234 347 48,3 293 303 3,4 Oftalmologia 2.904 4.285 47,6 0 31 -Pneumologia/Alergologia 48.720 21.105 -56,7 102 147 44,1 Urologia 1.758 1.450 -17,5 7 21 200,0 ORL 1.798 2.235 24,3 244 309 26,6 Imuno-Hemoterapia 183.948 171.674 -6,7 1 0 -100,0 Ginecologia/Obstetrícia 14.046 14.841 5,7 326 435 33,4 Dermatologia 1.042 1.351 29,7 0 0 -Psiquiatria 7.525 7.712 2,5 0 0 -Pediatria 609 734 20,5 0 0 -Acessos Vasculares 26 21 -19,2 382 125 -67,3 Psiquiatria Forense 328 278 -15,2 0 0 -Outros 0 0 - 648 313 -51,7 Totais 1.731.533 1.725.514 -0,3 75.345 83.780 11,2
Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica
Serviços Realizados no Hospital Realizados no Exterior
Relatório de Actividades e Contas de 2006 25 6.3 Evolução dos principais indicadores Económico Financeiros
Indicadores económico financeiros
Ano 2005 Ano 2006
Imobilização Capitais Permanentes -0,16 0,01
Fundo de Maneio Líquido -41.202.323 -38.347.744
Imobilizações dos Cap. Próprios -0,20 -0,03
Capacidade de Endividamento 1,27 -2,00 Autonomia Financeira -0,09 -0,01 Solvabilidade 0,91 0,99 Liquidez Geral 0,49 0,60 Liquidez Reduzida 0,47 0,58 Liquidez Imediata 0,14 0,32
Prazo médio de Recebimentos (Dias) 133 95
Prazo Médio de Pagamentos (Dias) 958 925
Taxa de Rentabilidade Capitais Próprios -401,92% 1.518,20%
Taxa Rentabilidade das Vendas -54,89% -19,28%
Taxa Rentabilidade do Investimento Total -37,04% -16,23%
Taxa Interna Rentabilidade (TIR) -45,21% -13,05%
De acordo com os rácios de Imobilização dos Capitais Permanentes e Imobilização dos Capitais Próprios, em 2006 o valor do imobilizado líquido é muito superior ao valor, quer dos capitais próprios, quer dos capitais permanentes.
Relativamente à solvabilidade, este rácio indica-nos o grau de independência do Centro Hospitalar face aos credores, na medida em que quanto mais elevado for este indicador maior a garantia de reembolso que o centro Hospitalar oferece aos seus credores. Em 2006, este indicador situa-se em 0,99 sendo um valor superior ao verificado no ano de 2005 (0,91). Outro rácio que importa referenciar é o de autonomia financeira que, em 2006, continua a apresentar um valor negativo, decorrente do facto dos capitais próprios serem também negativos.
O prazo médio de recebimentos situa-se, em 2006, em 95 dias, tendo sofrido uma diminuição de 38 dias, relativamente ao ano anterior.
O prazo médio de pagamentos que se encontra em 925 dias, sofreu também uma ligeira diminuição de 33 dias, relativamente ao ano anterior.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 26 6.4 Evolução dos principais indicadores de Recursos Humanos
2005 Nº Nº % ∆ 06/05 Nº Dirigente 13 11 0,5 -2 Médico 323 324 16,0 1 Enfermagem 612 620 30,6 8 Téc. Diag. Terap. 133 139 6,9 6 Outros Técnicos 78 82 4,0 4 Administrativo 200 196 9,7 -4 Outro Pessoal 642 640 31,6 -2 Total 2001 2012 11
Evolução do Número de Efectivos Grupo Profissional
2006
18-24 25-29 30-39 40-49 50-59 ≥60
Evolução Etária
Relatório de Actividades e Contas de 2006 27 6.5 Investimento
Investimento por rubricas
Unidade: €
Investimento Valor %
Edifícios e Outras Construções 876.118,92 45,7%
Equipamento Básico
Eq. Médico Cirúrgico 304.506,84 15,9%
Eq. De Imagiologia 4.428,60 0,2%
Eq. De Laboratório 2.178,00 0,1%
Mobiliário Hospitalar 111.644,93 5,8%
Eq. De Desinfecção e Esterilização 44.961,91 2,3%
Eq. De Hotelaria 12.519,68 0,7% Outros 137.983,39 7,2% Equipamento de Transporte 0,00 0,0% Ferramentas e Utensílios 734,74 0,0% Eq. Administrativo 40.148,94 2,1% Eq. Informático 366.840,54 19,1%
Outras Imobilizações Corpóreas 14.105,09 0,7%
Total 1.916.171,58 100,0%
O Investimento efectuado pelo Hospital, em 2006, totaliza 1.916.171,58 €. Quanto à natureza do investimento realizado conclui-se que os edifícios e outras construções representam cerca de 46% do investimento total. O investimento ao nível de equipamento informático também foi representativo na medida em que representa 19% do total do investimento.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 28 6.6 Provisões do Exercício
Foi constituída uma provisão para dívidas de clientes de cobrança duvidosa para todas as dívidas de clientes (privados) cujos saldos se apresentavam em mora há mais de um ano.
Para os clientes públicos não foi efectuada qualquer provisão, uma vez que se entendeu que não fazia sentido, numa óptica económica, considerar clientes públicos como clientes de cobrança duvidosa.
O Conselho de Administração entende que o nível de provisões que resulta da aplicação do critério acima referido acautela, com total segurança, os riscos de crédito associados.
Foi constituída uma provisão para processos judiciais em curso, de acordo com os encargos que a empresa poderá vir a suportar com os processos pendentes em tribunal, à data de 31 de Dezembro de 2006. Este cálculo foi efectuado tendo por base a listagem dos referidos processos remetida pelo Gabinete Jurídico aos Serviços Financeiros, da qual foram excluídos alguns processos, pois àquela data já tinham resolução (exs. processo 1633/06 APORMED no valor de €4.597.238,05, processo 6470/06 CDR no valor de €150.000,00, etc.), e ainda o parecer do Advogado do Centro Hospitalar, que refere que, em termos genéricos, apenas 50% dos pedidos poderão vir a obter sentença favorável.
Na opinião do Conselho de Administração, o valor provisionado é suficiente para fazer face aos riscos potenciais que poderão ocorrer com o desenrolar daqueles processos.
Relatório de Actividades e Contas de 2006 29
7. Proposta de aplicação de resultados
O Resultado Líquido apurado no exercício apresenta um valor de – 15.751.963,94 €, sendo a proposta de aplicação de resultados do Conselho de Administração, obtidos no período de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006, a seguinte:
100% para os resultados transitados no montante de - 15.751.963,94 €.
Setúbal, 28 de Fevereiro de 2007
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