Sociedade União 1º Dezembro
MICROCICLO 14
Plano e Balanço
Plano de Microciclo 14 | Planos de Treino 52 a 55 | Reflexões dos Planos
de Treino | Balanço do Microciclo 14.
Conteúdo
PLANO DO MICROCICLO 14 4
Calendarização e Planificação do Microciclo ... 4
Objectivos e Programação do Microciclo ... 5
Objectivos do Microciclo ... 5
Ficha de Programação de Conteúdos ... 6
BALANÇO DO MICROCICLO 14 7 Ficha de Análise Situacional do Microciclo. ... 7
Análise Geral: ... 7
Situações de Treino/ Exercícios ... 8
PLANOS DE UNIDADE DE TREINO 10 Plano de Treino nº 52 ... 11
Relatório do Treino nº 52 ... 12
Plano do Treino nº 53 ... 14
Relatório do Treino nº 53 ... 15
Plano Treino nº 54 ... 17
Relatório do Treino nº 54 ... 18
Plano Treino nº 55 ... 20
Ficha de Presenças ... 23
PLANO DE COMPETIÇÃO 24 Ficha de Convocatória ... 24
Ficha de Jogo ... 25
Caracterização do Recinto Desportivo ... Erro! Marcador não definido. Relatório de Análise do Desempenho da Equipa ... 26
Características do Jogo ... 26
Organização de Jogo ... 27
Avaliação e Controlo da Competição ... 28
Classificação Gráfica ... 30
AVALIAÇÃO E CONTROLO DO MICROCICLO 31 Escala Subjectiva de Esforço e Fadiga ... 31
Índice de Monotonia ... 31
Índice de Fadiga ... 31
Carga de Treino Semanal ... 32
Carga Diária ... 32
Percepção de Fadiga ... 34
Variação Intra-Individual em Cada Sector ... 36
Condicionantes – Componentes - Complexidade ... 40
Componentes ... 40
Condicionantes ... 45
Especificidade ... 46
Complexidade ... 51
AVALIAÇÃO E CONTROLO DO MESOCICLO 53 Escala Subjectiva de Esforço e Fadiga ... 53
PLANO DO MICROCICLO 14
Calendarização e Planificação do Microciclo
Microciclo Início Término Semana Jogos Treinos
14 22/10/12 28/10/12 14 6ª Jornada 52 a 55
HORA SEG
22
10 TER23
10 QUA24
10 QUI25
10 SEX26
10 SAB27
10 DOM28
10M
an
h
ã
OBS: presença no campo às 10h30min.
Ta
rde
Folga
Treino
20 Horas
Treino
20 Horas
Treino
20 Horas
Treino
20 Horas
Folga
Jogo
6ª Jornada
Oeiras
X
1º Dezembro
15H00
Objectivos e Programação do Microciclo
Objectivos do Microciclo
Análise geral da semana anterior:
. Organização defensiva consistente com sectores juntos em grande parte do jogo.
Por vezes o sector avançado não se encontra perto do meio campo, havendo espaços de recepção e construção do adversário. Na 2ª parte, equipa com mais espaço entre sectores, devido à profundidade da defesa.
Sofreu-se golo em bola parada, livre lateral cruzado ao 2º poste, sem comunicação entre jogadores/ GR.
. Organização ofensiva com manutenção da posse de bola entre os corredores, saindo da pressão do adversário, na 2ª e 3ª fase. Poucas situações claras de finalização, situações mais individualizadas de G e CG ganhando livres e campos (pouco acompanhamento dos médios na subida do sector ofensivo). Colocação de poucos cruzamentos em ataque organizado, sem homens no sector ofensivo. Boa organização defensiva do adversário, mantendo 5/ 6 jogadores nos últimos dois sectores.
. Substituições não acrescentaram diferença no jogo: troca de CG por L (pouco acompanhado).
. Criação de perigo numa bola parada (canto com cabeceamento de SA), muito devido à forma em balão como se têm batido os livres e cantos (deveriam ser mais cortados e tensos para dificultar o posicionamento defensivo e favorecer o ataque frontal à bola). Sinto que não está claro onde se vai colocar a bola (uma zona talvez seja genérico, poder-se-ia definir mesmo o local onde se quer a bola).
Antecipação da próxima semana:
. A próxima semana contará com 4 treinos, não havendo variação das horas do treino, relativamente ao microciclo padrão do mesociclo competitivo.
. Avaliação e controlo do treino efectivo, os jogadores já conhecem o processo decorrendo com normalidade.
. A competição será o campeonato, sendo a 6ª jornada com o Oeiras, jogando fora de casa. O treinador conhece o campo, o que favorece a antecipação de cenários. Ter atenção à gestão de emoções devido ao facto de ter sido treinador no ano anterior no clube adversário, devido a ligações emocionais (relações) com intervenientes (jogadores/ adeptos/ treinador/ dirigentes).
.
6º Lugar no campeonato. Últimos resultados: 2 empates (1x1 Leiria e Futebol Benfica), 1 vitória em casa (2x0 Pinhalnovense) e 1 derrota/ eliminação da taça (com Olhanense 3x0).. Reacção positiva da equipa após estar em desvantagem. Coesão entre elementos. Conversa entre elementos no balneário.
Recursos. Disponibilidade do campo durante a semana: 3ª/ 6ª feira apenas com ½ campo; os treinos de 4ª e 5ª feira mantém-se com campo todo.
Momento da equipa:
. Equipa disciplinada. Não interfere com o trabalho do árbitro e concentrada nas suas funções. Palestra antes do jogo sobre as características do adversário, as nuances estratégicas e as características psicológicas como rigor, organização e concentração (valores partilhados e personalidade de equipa). Foco em questões táctico-estratégicas ao intervalo. . Um jogador que não tem sido titular, mostra-se relutante (Ro) em participar na descrição do seu cansaço/ fadiga e na sua percepção de esforço do treino (não tem a ver com o processo de avaliação, mas com questões psicológicas individuais – desinteresse/ falta de objectivos/ falta de resiliência/ ambição e sucessiva frustração e desmotivação que transfer em todas
as tarefas no treino. Toma estas atitudes/ comportamentos negativos de forma a ter a atenção dos colegas/ treinador, sendo um jogador que precisa de reconhecimento externo e não procura a sua efectiva realização pessoal. Poderia ter a mesma atenção que sente necessidade, tendo atitudes e comportamentos que o favorecessem no desenvolvimento correcto das suas funções. Precisa de apoio relacional (fraco na maturidade), precisa de reconhecimento mas ligado a desafio (devido à alta competência na tarefa/ treino).
Objectivos do microciclo:
3ª Feira – Diferenciação do treino entre titulares e não titulares. Recuperação para os titulares através de resistência aeróbia, alongamentos e exercícios de técnica individual. Exercícios de Potencia e jogos reduzidos para os não titulares.
4ªFeira - 5ª Feira – Resistência e Técnica
Físico - Resistência e Potencia aeróbia; Técnico-Táctico - Passe e recepção com deslocamento; Táctico - Meinhos 5x2 e MPB com transição de espaços. Sectorial defesa-ataque 8x7+GR. Fecho e Abertura da equipa e variação directa de corredor; Finalização em contexto de ataque rápido com saída pelos PL’s; GR+7x8+GR sectorial Defesa x Ataque, depois criar situações de finalização. Circulação rápida, finalização e TA-D.
Ficha de Programação de Conteúdos
Mesociclo 3ª Feira
Folga
4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira
S
áb
ad
o
Domingo
2 Data 23/10/12 Data 24/10/12 Data 25/10/12 Data 26/10/12 Data 28/10/12
Competitivo Hora 20h00 Hora 20h00 Hora 20h00 Hora 20h00 Hora 15h
Microciclo Treino Nº 52 Treino Nº 53 Treino Nº 54 Treino Nº 55 Jogo Nº 6
11 Nº Jog. Nº Jog. Nº Jog. Nº Jog. Nº Jog. 18
Predominância Predominância Predominância Predominância
Jogo 6ª Jornada
Oeiras X 1º Dezembro
15h00 Conteúdos Recuperação Táctico Resistência Táctico Técnico Táctico Velocidade Táctico
Física Técnica Táctica Psicológica
Organização de Jogo
Recuperação
Físico
Resistência e Potência Aeróbia.
Táctico
Princípios tácticos defensivos, posse e circulação de bola, zonas de
pressão, torneio de 8
Físico
Resistência – Potencia aeróbia Técnico-Táctico
Passe e recepção com deslocamento.
Táctico
Meinhos 5x2 e MPB com transição de espaços. Sectorial defesa-ataque 8x7+GR. Fecho e Abertura da equipa e
variação directa de corredor
Técnico-Táctico Passe em contexto tático
Táctico
Finalização em contexto de ataque
rápido com saída pelos PL’s
GR+7x8+GR sectorial Defesa x
Ataque, depois criar situações de
finalização. Circulação rápida, finalização e TA-D.
Físico
Velocidade e coordenação
Táctico
Combinações ofensivas/ finalização. Combinações ofensivas/ finalização. Sectorial defesa-ataque 8x7+GR.
Saída de ponta pé de baliza com
pressão alta do adversário.
Bolas paradas– estratégica para o
jogo. Treino de posicionamentos específicos ofensivos e defensivos.
F
o
lg
a
Volume 90’ 70’ 90’ 90’ 90’
BALANÇO DO MICROCICLO 14
Ficha de Análise Situacional do Microciclo.
Análise Geral:
Organização Ofensiva:
Falta de largura dos centrais, favoreceu o posicionamento dos AV à frente da área a anular a saída em construção. Saímos mais vezes na 2ª parte, quando igualdade numérica, embora com passe longo do GR para o DL (treinado na 6ª feira). Esta fase foi onde tivemos mais MPB. Segurança com a bola a circular entre os três corredores. TP facilita o processo através do jogo curto e longo pelo chão variando o corredor como cobertura ofensiva
Pouca ligação entre Médio interior e Defesa Lateral: A - Ca e JD - G, algum receio de subir no espaço pelo CA e JD. Facilidade em sair das zona de pressão após recuperar a posse de bola. Maior objectividade do lado direito, maior preocupação em virar o centro do jogo pelos jogadores do corredor esquerdo. Pouca subida do sector defensivo e dos laterais a apoiar e circular a bola no meio campo ofensivo Quando subiram fizeram cruzamentos perigosos.
Organização Defensiva
Organização defensiva sólida, com sectores juntos em bloco médio e baixo. Ajuda e entre-ajuda entre sectores. Superioridade numérica na zona da bola (corredores). Basculação lenta da equipa e pouca pressão na zona média central.
Questões individuais
As situações de finalização foram criadas maioritariamente por acções individualizadas quer por G ou por CG. Procura de cruzamentos da linha de fundo por CG e passes entre linhas por G e RC. Pouco de remates dos três jogadores mais ofensivos G-CG-RC. Pouca subida a apoiar os AV de RC mantendo-se mais fixo no meio tal como TP, e 2 desmarcações na linha lateral de RC. Alguma lentidão na pressão do DL ao portador da bola após passe longo a variar o corredor.
Momento da Equipa:
. Equipa disciplinada. Árbitro que mostrava muitos cartões amarelos/ vermelhos facilmente. . Reacção da equipa após estar em desvantagem numérica. Coesão entre elementos. Acreditaram em ganhar.
. Penso que se poderia ter mudado a atitude quando a equipa adversária ficou em igualdade numérica (10x10). A nossa equipa que estava em campo estava condicionada mentalmente em organizar-se defensivamente, tendo-se desgastado quase todo o jogo (RC/ A/ CG). Teria sido importante relançar um momento de troca de mentalidade/ condicionalismo, para sair do pensamento defensivo e organizado para uma mentalidade mais dinâmica e agressiva no ataque.
Denota-se fase de assertividade (fase de conflito entre elementos titulares e não titulares) entre os jogadores que não são convocados. Esta evidencia-se maioritariamente no treino de 3ª feira, em que os jogadores criam alguns conflitos entre elementos não convocados. Encontra-se jogadores com grande frustração (L, R, V e TB).
Questões Organizativas:
. Microciclo com 4 treinos.
. Distribuição espacial: 4ª, 5ª com campo de futebol de 11 completo e 3ª e 6ª ½ campo. . Jogo fora. Almoço em restaurante diferente. Almoço da comitiva às 11h.
. 6º Lugar no campeonato. . Últimos resultados:
- Empate: (Leiria 1x1, Fut Benfica 2x2) - Vitória (Pinhalnovense 2x0)
- Derrota (Olhanense 3x0) - Empate (Oeiras 0x0)
Situações de Treino/ Exercícios
O sector médio apresenta uma carga de treino inferior aos restantes sectores, e que o sector avançado detém a maior carga semanal de treino/ competição. Na 2ª e 4ª feira, sendo treinos de recuperação, verifica-se uma percepção baixa de carga, aumentando os valores no treino de 5ª feira. Estes valores diminuem como é de esperar durante o treino de 6ª feira Denota-se que a diferença de percepção, da mesma carga de treino, é menor nos titulares no treino de 4ª feira devido à diferença de intensidade do treino de 3ª feira para os dois grupos, aumentando os valores de carga para os titulares nos treino de 5ª e 6ª feira, acumulando-se a fadiga dos treinos semanais com a fadiga ainda da competição O sector DEF apresenta uma menor percepção de carga no treino de 3ª e 4ª feira revelando que os exercícios de treino apresentam características diferentes para cada sector, variando ao longo das unidades de treino para os diferentes sectores. Ao longo do microciclo denota-se que o sector MED apresentou para a mesma carga de treino, uma menor percepção de carga, devido aos exercícios se focalizarem em finalização com supra utilização do sector AVA (densidade de 1:1 enquanto que o sector médio teve uma densidade de 1:6 e 1:3) e utilização de inferioridade numérica do sector DEF (normalmente com 2/3 defesas com uma densidade de 1:1 e 1:2). O sector GR apresenta valores discrepantes dos outros sectores devido à sua especificidade no treino, acrescentando-se o treino específico para além do treino integrado com os diferentes sectores.
A equipa apresenta um valor médio de fadiga à 2ª feira de 3.6 (entre moderado e um pouco cansado) como seria de esperar, após a competição. Mesmo assim, estes valores foram mais baixos do que normalmente é apresentado devido aos dois dias de folga que obtiveram (domingo e 2ª feira). Os níveis de fadiga dos não titulares mantiveram-se estáveis enquanto os valores de fadiga dos titulares aumentaram durante os treino de 5ª e 6ª feira mantendo-se estável no nível 4 (um pouco cansados), recuperação acontece no sábado e que faz baixar os valores de percepção de fadiga para o dia de competição para 2 (leve). Relativamente à diferença de percepção de fadiga entre sectores, pode-se verificar que cada sector teve uma maior percepção de fadiga ao longo do microciclo entre 3ª e 5ª feira, em dias diferentes, sendo que antes do treino de 3ª feira, é o sector AVA que teve mais dificuldade em recuperar, à 4ª feira o sector DEF apresenta valores superiores, à 5ª feira foi o sector MED. Curiosamente, o sector AVA apresenta maior valor na percepção de fadiga no dia de competição.
Denota-se no geral que a intensidade é tida em conta quer na diferenciação do treino, quer na diminuição com a aproximação à competição.A densidade é superior quando se faz um treino com
maior volume de actividade em comparação com o volume das pausas.
Analisando a variação da média de jogadores por sessão de treino, verifica-se o crescente número de jogadores (soma do nº de elementos com adversários) entre o treino de 3ª 4ª e 5ª feira, revelando a preocupação em aumentar o número de jogadores e o espaço a ser ocupado pelos mesmos. Revela a oscilação adaptativa de informação aos dias da semana e ao cansaço emocional-mental.
De referir, que 45% de tempo do microciclo não são treinados princípios específicos de organização de jogo. São treinados os microprincípios em 11% de tempo, os mesoprincipios em 35% do tempo e os macroprincipios em 9% do tempo. Neste sentido, será importante rever a necessidade de atribuir quase metade do tempo a tarefas pouco específicas, mais direccionadas para o treino das qualidades físicas mas não específicas do futebol. Foi utilizada uma especificidade de 46% utilizando as duas tipologias mais próximas da tipologia do jogo, num total de 154.3 minutos de 337.9 minutos de treino semanal.
3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira
Na 3ª feira apresentou-se valores de densidade superiores
em comparação à 4ª feira, sendo o treino apresentado com
maior volume de actividade favorecendo a recuperação em
regime de resistência, mas tendo um maior tempo de pausa
passiva através de alongamentos entre exercícios
favorecendo valores inferiores de densidade em
comparação com 6ª feira.
Na variação de intensidade, verifica-se a diferenciação do
treino entre titulares e não titulares à 3ª feira,
apresentando-se os não titulares com uma intensidade 3
(média – limite inferior da zona óptima de intensidade) e os titulares com uma intensidade de 2.4 (média baixa – zona de recuperação). Maior parte do tempo de treino em
intensidade de nível 1 foi no treino de 3ª e 6ª feira (de
recuperação e de velocidade). Maior parte do tempo de
treino em intensidade de nível 2 foi no treino de 3ª feira
(recuperação dos titulares).
Na 3ª feira, têm contacto com sub-principios ou
meso-principios durante 25 minutos, neste dia (3ª feira) é
importante ter em conta que os jogadores ainda não
recuperaram emocional/ mentalmente, no entanto, pode-se
ter em conta que estiveram 2 dias de descanso tiveram
algum tempo para recuperar.
Na 3ª feira para os não titulares foram utilizados mais
exercícios de tipologia 1 com 50 minutos.
Na 3ª feira para os não titulares, foram utilizados exercícios
específicos com a maior duração da tipologia 5, com a
duração de 41 minutos.
- Complexidade
no treino de 4ª feira, é perceptível a diminuição da
densidade do treino, uma vez que o foco é a força, onde se
pretende que o haja mais pausas para a recuperação entre
solicitações intensas, sendo mais descontínuo que 6ª feira.
Pode-se verificar o aumento da intensidade à 4ª feira
aproximando-se de valores médios de 2.7 (intensidade
média). Maior parte do tempo de treino em intensidade de
nível 2 foi no treino de 3ª feira (recuperação dos titulares) e
4ª feira (resistência). Maior parte do tempo de treino em
intensidade de nível 4 foi no treino de 3ª feira (treino de não
titulares) e 5ª feira (regime de resistência específica),
mantendo-se com valores médios nos treinos de 4ª e 6ª
feira.
Ao aumentar o nº de jogadores de 3ª feira (6.3) para 4ª
(7.4) com aumento do espaço por jogador em 24m2 se está
a aumentar a tensão e a velocidade de reacção, execução
e aceleração (Silva, M.) Á 4ª feira deve ter espaços mais
reduzidos para maior tensão.
No treino de 4ª feira são incluídos os micro-princípios, com a maior duração da semana de 30 minutos, incluindo ainda
a preocupação com meso-príncipios, com a duração de 16
minutos, trabalhando num nível intermédio da dinâmica
colectiva.
Na 4ª feira a duração foi distribuída mas manteve-se a
prioridade de tempo na tipologia 1 com 31 minutos,
variando entre tipologias mais específicas 4 e 5 com 22 e
16 minutos.
-/+ Complexidade
Aumentando novamente os valores médios da densidade
no treino de 5ª feira, onde os exercícios se apresentam no
sentido de treinar a resistência específica, havendo um
aumento do volume de actividade em comparação com as
pausas.
A intensidade aumenta para 3.3 à 5ª feira. Maior parte do
tempo de treino em intensidade de nível 4 foi no treino de
3ª feira (treino de não titulares) e 5ª feira (regime de
resistência específica). Maior parte do tempo de treino em
intensidade de nível 5 foi no treino de 5ª e 6ª feira
(resistência e velocidade).
O aumento exponencial do nº de jogadores e de espaço de
4ª feira (7.4 e 76.1) para 5ª feira (8.9 e 535.6) se está a
aumentar a duração e a diminuir a tensão e velocidade de
reação, execução.
há 5ª feira deve ter espaços maiores de forma a aumentar
a duração das contracções e diminuir a tensão e
velocidade, em relação ao treino anterior.
No treino de 5ª feira, existe a preocupação de diminuir o tempo do treino dos micro-princípios (0min) e aumentar a
duração dos meso-princípios (40min) e treinar com maior
duração a dimensão mais complexa, ao nível dos grandes
princípios da competição, os macro-princípios (17 min).
Na 5ª feira prevalência da tipologia 1 e 2 (35 e 38 minutos),
pouco específicas sem defesas, mas com alvos e 17
minutos em tipologia 5, mais específica.
++ Complexidade
Terminando com a sessão de treino de 6ª feira com vista
ao treino da velocidade, onde novamente se requer uma
diminuição do tempo de actividade e aumento do tempo
das pausas, diminuindo a duração dos esforços em
comparação a 4ª e 5ª feira (Silva, M. 2008).
A intensidade baixa à medida que chegamos ao treino de
6ª feira para o valor de 2.8. Maior parte do tempo de treino
em intensidade de nível 1 foi no treino de 6ª feira (de
velocidade). Intensidade de nível 4 mantendo-se com
valores médios nos treinos de 4ª e 6ª feira.
Da mesma forma, na 6ª feira, ao diminuir o nº de jogadores
e aumentando o espaço relativamente ao treino de 4ª feira
(7.4 para 6.8 e 76.1 para 158) ter-se-á menos tensão, igual
duração e mais velocidade e, comparativamente a 5ª feira,
diminuindo o nº de jogadores e o espaço (8.9 para 6.8 e
535 para 158), ter-se-á menos tensão, menos duração e
mais velocidade (Silva, M.).
No treino de 6ª feira, foram utilizados espaços inferiores
durante o microciclo, com utilização de velocidade em
pequenos espaços.
No treino de 6ª feira denota-se a ligação entre meso-príncipios trabalhando novamente numa dimensão
intermédia da dinâmica colectiva, procurando algumas
questões estratégico-tácticas, culminando com a
aproximação ao jogo, com pequenas condicionantes e
nuances estratégicas utilizando os macro-príncipios (14
min).
Na 6ª feira, distribuição igual de tempo entre tipologia 1 e 4
com 40 e 48 minutos.
Plano de Treino nº 52
Treino: 52 Tempo Total: 90 min. Mesociclo: 2 Microciclo: 14 Dia: 3ª
Ma
er
ia
l
Balizas 1
Data: 23/10/12 Local: 1º Dezembro Hora: 20h00 Escalão: Seniores Cones 14
Objectivos/Conteúdos Recuperação e Resistência e Potência Aeróbia.
Táctico – Princípios tácticos defensivos, posse e circulação de bola, zonas de pressão, torneio de 8
Bolas 20
Coletes 2x11
Pinos 40
Estacas -
Aquecimento: Activação Funcional. Recuperação e Resistência Tempo de Prática:
20’
Descrição / Organização Variantes Observações
Flexibilidade
Meios
Corrida contínua titulares - trote
Corrida contínua não titulares – 60% Mobilização geral e flexibilidade dinâmica
4’ 5’ 6’ 5’
Exercício 1: Táctico – Princípios tácticos defensivos. Tempo de Prática:
10’
Descrição / Organização Variantes Observações
Meinhos 5x2. Contenção e cobertura defensiva; manutenção da posse de bola com circulação e passe para o jogador central.
Os dois jogadores que se encontram no meio, realizam os princípios defensivos de cobertura defensiva e contenção evitando que a bola entre no espaço central. Os jogadores exteriores procuram circular a bola e fazer passe entre defesas circulando com o jogador central.
Tempo de
actividade 4 x 1’
Tempo de pausa entre repetições
4 x 20’’
Exercício 2: Táctico – Posse e circulação de bola, zonas de pressão Tempo de Prática:
20’
Descrição / Organização Variantes Observações
Diferenciação de exercícios entre titulares e não titulares. Ver notas.
Não titulares: 6x6 posse e circulação de bola, zonas de pressão em
regime de resistência específica.
- Cada equipa ataca e defende 4 balizas. Passe entre portas vale um ponto, na porta do meio vale 2 pontos. A marcação de pontos só vale no sentido do ataque. 1º Jogo 2/3 toques só vale golo através de passe. 2º Jogo livre vale através de passe ou condução (acções individuais).
2x 7’
Recuperação 1’
Exercício 3: Táctico – Torneio, quem sofre golo sai. Tempo de Prática:
25’
Descrição / Organização Variantes Observações
Formação de 3 equipas.
Jogo em GR+8x8+GR
Máximo de 3’ min, equipa que sofre golo sai.
Relatório do Treino nº 52
Formação de Grupos.
Exercício 2
AM AZ
PP-VE-JF-L-MA-DI CH-DA-RP-R-TB-PE
Equipa AM + dificuldade em termo bola – ocupação do espaço – mobilidade Equipa AZ + MPB + juntos a defender + pressing + amplitude no ataque.
Exercício 3
AM AZ VD
DA-RP-R-CH-SE-PE-TB RC-TP-A-G-CG-SA-JD JF-PP-L-VE-MA-CA-DI
AM – jogadores no meio, – pressão sem defender, + individualistas a atacar.
AZ pouca mobilidade, + nº jogadores no centro
de jogo, + MPB em tabelas simples e 2/3
toques.
VD + individualistas, + pressing e concentração
no corredor central saindo apenas um jogador
ao corredor lateral.
Gestão da Dificuldade: o tamanho da baliza; do espaço; a forma de finalização; a quantidade de defesas e de elementos da equipa.
Resistência e potência aeróbia.
Diferenciação do treino entre titulares e não titulares.
Titulares: Aberturas – 8x40m a 60% por vagas.
Não titulares: Exercício de Potência Aeróbia – 3x20m+3x30m+3x50m. 2
Séries recuperação entre séries = 3’.
10’
Notas:
Exercício 2 - Titulares: grupos de 2 – exercícios de coordenação e técnica individual de baixa intensidade – recepção/ passe/ cabeceamento/ paragem de coxa e
peito, condução. (1’ de actividade x 1’ de pausa).
T.T
90’
Instrução Inicial Duração: Questionamento Duração: Retorno à calma. Duração: 5’
Descrição dos exercícios a realizar.
Formação dos grupos de trabalho.Fadiga e Carga de Treino – diferenciação da média da Equipa com Titulares e Não Titulares e entre Sectores
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF Sector MED Sector AVA Sector GR máximo
3ª 3,6 4,1 3,2 3,7 3,4 4,2 2,0 10,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Escala d
e
Fad
ig
a
Fadiga antes de 3ª Feira
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF Sector MED Sector AVA Sector GR máximo 3ª 467,1 368,2 576,0 410,0 510,0 504,0 540,0 900,0 0,0
100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0 800,0 900,0 1.000,0
Car
ga
d
e
Tr
e
in
o
Plano do Treino nº 53
Treino: 53 Tempo Total: 90 min. Mesociclo: 2 Microciclo: 14 Dia: 4ª
Ma
er
ia
l
Balizas 1
Data: 24/10/12 Local: 1º Dezembro Hora: 20h00 Escalão: Seniores Cones 14
Objectivos/Conteúdos
Resistência – Potencia aeróbia
Técnico-Táctico – passe e recepção com deslocamento.
Táctico – Meinhos 5x2 e MPB com transição de espaços. Sectorial defesa-ataque 8x7+GR. Fecho e Abertura da equipa e variação directa de corredor
Bolas 20
Coletes 2x11
Pinos 40
Estacas -
Aquecimento: Activação Funcional. Técnico-Táctico – passe e
recepção com deslocamento. Tempo de Prática: 20’
Descrição / Organização Variantes Observações
Meinhos
Mobilização geral
Passe e recepção em losangolo.
10’ 5’ 5’
Exercício 1: Táctico – Meinhos 5x2 e MPB com transição de espaços Tempo de Prática:
20’
Descrição / Organização Variantes Observações
Formação de 3 grupos
Meinhos de 5 elementos contra 2.
Quem recupera a bola troca com o jogador que recupera.
A – 1 toque B – 2 toques
Formação de 2 espaços com 3 elementos cada.
Jogar 3x1 a 1-2 toques. Quem perde a bola sai a pressionar o outro lado
Espaço 10x10
2x5’ Recuperação 2’
Exercício 2: Táctico – Sectorial defesa-ataque 8x7+GR Tempo de Prática:
15’
Descrição / Organização Variantes Observações
Formação de 2 equipas:
Colocação de 4 mini-balizas, duas nos corredores laterais duas no corredor central, de forma a quem ataca ter que passar pelas mini-balizas antes de finalizar na baliza normal.
Provocar agressividade na bola e posicional na linha defensiva.
Explorar rápida alteração de flancos de jogo para a linha defensiva.
Após ganho da bola, TD-A da linha defensiva, ultrapassando a linha tracejada com a bola para fazer 1x0+GR, ou vale golo quando defesa consegue dar 3 passes entre si (obrigar rápida TA-D).
Exercício 3: Táctico – Fecho e Abertura da equipa e variação directa
de corredor Tempo de Prática: 15’
Descrição / Organização Variantes Observações
GR+10x10+GR (+joker) e corredores de fecho defensivo.
Só equipa em ataque pode preencher todos os corredores, equipa que defende só pode entrar no corredor lateral depois da bola lá entrar.
Relatório do Treino nº 53
Formação de Grupos.
Exercício 3
AM AZ
TB-SE-SA-CA
TP
R-RC-A
L-CG
DI-JF-PE-JD
CH
VE-PP-MA
DA-G
Resistência – Potencia aeróbia
Resistência por acumulação de esforços. Percursos de ida e volta na máxima intensidade durante o tempo pretendido. 1 Repetição de cada distância, em recuperação trocam de percurso de distâncias diferenciadas. 2 Atletas por cada percurso de ida e volta, regime de competição, inicio em extremos.
Sem bola.
5x 35’’ 1’ Recuperação
1:2
12;15;18;22;25 metros.
10’
Notas:
Devido a más condições meteorológicas o campo com excesso de água por falta de escoamento, esteve impróprio para a realização de alguns exercícios que visavam o desenvolvimento de princípios ofensivos em ataque organizado e ainda relativamente a recursos humanos, houve trânsito que provocou o atraso ao treino de 5 jogadores. Neste sentido, o treino iniciou-se mais tarde e alguns exercícios não foram realizados como pretendido (exercício 2).
T.T
90’
Instrução Inicial Duração: Questionamento Duração: Retorno à calma. Duração: 10’
Descrição dos exercícios a realizar.
Formação dos grupos de trabalho.Fadiga e Carga de Treino – diferenciação da média da Equipa com Titulares e Não Titulares e entre Sectores
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF Sector MED Sector AVA Sector GR máximo
4ª 3,5 3,2 3,7 3,7 3,5 3,5 4,0 10,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Escala d
e
Fad
ig
a
Fadiga antes do treino de 4ª Feira
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF Sector MED Sector AVA Sector GR máximo 4ª 356,1 343,6 367,5 318,9 376,3 378,0 420,0 900,0 0,0
100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0 800,0 900,0 1.000,0
Car
ga
d
e
Tr
e
in
o
Plano Treino nº 54
Treino: 54 Tempo Total: 90 min. Mesociclo: 2 Microciclo: 14 Dia: 5ª
Ma
er
ia
l
Balizas 2
Data: 25/10/12 Local: 1º Dezembro Hora: 20h00 Escalão: Seniores Cones 10
Objectivos/Conteúdos Técnico-Táctico - Passe em contexto tático
Táctico –Finalização em contexto de ataque rápido com saída pelos PL’s
Táctico – GR+7x8+GR sectorial Defesa x Ataque, depois criar situações de finalização. Circulação rápida, finalização e TA-D.
Bolas 20
Coletes 2x11
Pinos 40
Estacas 6
Aquecimento: Activação Funcional. Tempo de Prática:
20’
Descrição / Organização Variantes Observações
Aquecimento com mobilização geral, flexibilidade dinâmica.
Passe e Recepção – 20 jogadores num espaço 45x35 em que 10 jogadores têm bola e 10 sem bola, quem tem bola faz condução e quem não tem faz mobilização geral.
Realização de skippings de frente/ laterais e costas, sprints e saltos em duas filas.
15’ 5’
Exercício 1: Técnico-Táctico - Passe em contexto tático Tempo de Prática:
10’
Descrição / Organização Variantes Observações
Formação de 8 posicionamentos com cones, simulando o posicionamento geral dos jogadores no campo. Quem passa desloca-se para a posição a quem passou. A passa a B, B passa para C e C para D que termina em E. E inicia o percurso contrário. A variante inicia-se com o passe de A para B que devolve em combinação simples e A passa para C que faz movimento de rotação no pino e desmarcação de ruptura no espaço recebendo o passe de A, passando a D que passa a E. E inicia o percurso contrário.
Exercício 2: Táctico – Finalização em contexto de ataque rápido com
saída pelos PL’s Tempo de Prática: 40’
Descrição / Organização Variantes Observações
Boa intensidade e deslocamento com bola passada sempre no sentido do jogo. Movimento de finalização ocupando as linhas diferentes na finalização.
Vagas em W: Formação de 5 estações. 3 Estações na linha da baliza,
subdivididas em 1 em cada lateral e 1 central. 2 Estação na linha do meio-campo, 1 para cada avançado. Grupos de 3 partem em vaga de ataque
rápido utilizando os 2 PL’s como apoios em profundidade:
1ª Sequencia: Realização do passe do lateral para o avançado contrário que faz movimento de aproximação, passe em apoio frontal para meio, passe para o lateral do corredor contrário, passe para a desmarcação de ruptura no mesmo corredor do 2º AV que cruza para a finalização dos 4 anteriores jogadores. 2ª Sequência: AV do lado da bola tabela recebe e devolve ao meio e jogador que recebe no corredor tabela com o AV do lado da bola e cruza. 3ª Sequência: directo do meio para o AV entrar no corredor.
8 Séries da 1ª sequência;
4 Séries da 2ª sequência e;
2 Séries da 3ª sequência.
6 Repetições em cada série. Cada
repetição tem 15’’.
Cada série tem
2’15’’ de actividade e 15’’ de pausa
Relatório do Treino nº 54
Formação de Grupos.
Exercício 3
AM AZ
TB-DI
DA-CH-RC-A
G-CG
JD-SE-SA-CA
MA-TP-Q
JD-CA
R-TP-PP-MA
L-VE
TB-JF-PE-DI
DA-CH-Q
Avaliação Qualitativa:
As 1ªs equipas: amarela apresentou mais características de MPB saindo com bolas mais curtas dos MI para os AV, com movimentos de aproximação dos AV e criação de superioridade numérica no meio campo; procura de sair da zona de pressão. A azul subiu os laterais para acompanhar os avançados no meio campo, criando maior aglomeração e menos espaço para MPB.
As 2ªs equipas: amarela apresentou mais saídas e passes longos para a desmarcação de ruptura dos AV, através dos laterais, não realizando tanta MPB. Azul menos pressão no portador da bola.
Os resultados diferem no mesmo exercício, com as mesmas condicionantes por equipas diferentes.
As características individuais e as relações entre jogadores favoreceram um ataque mais planeado, organizado ou mais curto e horizontal quando se utilizou ligações de RC-DA-A-G-CG (Jogadores com idades superiores) e um ataque mais rápido, mais vertical, mais profundidade, menos paciência e menos concentração de jogadores no meio, quando se utilizou ligações JD-CA-TP-R-MA-L-VE (jogadores com idades mais novas).
Exercício 3: Táctico – GR+7x8+GR sectorial Defesa x Ataque Tempo de Prática:
20’
Descrição / Organização Variantes Observações
Ataque: previligiar amplitude de
ataque, dar largura e profundidade. Para finalizar deve passar 1 das 3 portas e depois criar situações de finalização. Circulação rápida, finalização e TA-D.
Defesa: Basculação defensiva e
agressividade posicional, saindo em TD-A para as 4 minibalizas e a Baliza.
A – 1x0+ GR
B – 2x1+ GR 2 x 7’30’’
2’ Recuperação
(troca de equipas)
Notas:
Devido às condições meteorológicas, no início do treino o campo não estava em condições para a realização do exercício 1 – passe em contexto táctico, contendo zonas de grande aglomeração de água. Neste sentido, o mesmo exercício não foi realizado.
T.T
90’
Instrução Inicial Duração: Questionamento Duração: Retorno à calma. Duração: 10’
Descrição dos exercícios a realizar.
Descrição dos objectivos e comportamentos colectivos pretendidos em cada exercício.
Formação dos grupos de trabalho.Fadiga e Carga de Treino – diferenciação da média da Equipa com Titulares e Não Titulares e entre Sectores
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF
Sector
MED Sector AVA Sector GR máximo
5ª 4,0 4,4 3,7 3,9 4,1 3,8 6,0 10,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Escala d
e
Fad
ig
a
Fadiga apresentada antes do Treino 5ª Feira
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF
Sector
MED Sector AVA Sector GR máximo 5ª 403,0 450,0 360,0 430,0 337,5 432,0 540,0 900,0 0,0
100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0 800,0 900,0 1.000,0
Car
ga
d
e
Tr
e
in
o
Plano Treino nº 55
Treino: 55 Tempo Total: 90 min. Mesociclo: 2 Microciclo: 14 Dia: 6ª
Ma
er
ia
l
Balizas 1
Data: 26/10/12 Local: 1º Dezembro Hora: 20h00 Escalão: Seniores Cones 14
Objectivos/Conteúdos
Físico – Velocidade e coordenação
Táctico – Combinações ofensivas/ finalização. Combinações ofensivas/ finalização. Sectorial defesa-ataque 8x7+GR.
Saída de ponta pé de baliza com pressão alta do adversário.
Bolas paradas– estratégica para o jogo. Treino de posicionamentos específicos ofensivos e defensivos.
Bolas 20
Coletes 2x11
Pinos 40
Estacas 4
Aquecimento: Activação Funcional. Tempo de Prática:
20’
Descrição / Organização Variantes Observações
Flexibilidade
Meinhos
Exercícios específicos para o trabalho de velocidade em regime de mobilização geral.
5’ 10’ 5’
Exercício 1: Físico – Velocidade e coordenação Tempo de Prática:
15’
Descrição / Organização Variantes Observações
Formação de 3 estações:
A – aberturas, saída 15m
B – salto barreira pequena, velocidade 8m, trava na estaca. C – apoios a 2 pés a cada lado do losangolo e velocidade 10m.
Exercício 2: Táctico – Combinações ofensivas/ finalização. Tempo de Prática:
25’
Descrição / Organização Variantes Observações
Desenvolver acções dinâmicas de movimentos ofensivos simples.
Finalizar a 1ª bola e médios colocam-se para 2ª bola libertada pelo Tr.
Oposição de dois centrais, fecho de 2 defesas laterais.
6 Repetições a cada lado.
15 Repetições com fecho de 2 defesas laterais
Actividade 10’’ Pausas 10’’
Exercício 3: Táctico – Sectorial defesa-ataque 8x7+GR Tempo de Prática:
15’
Descrição / Organização Variantes Observações
Formação de 2 equipas:
Colocação de 4 mini-balizas, duas nos corredores laterais duas no corredor central, de forma a quem ataca ter que passar pelas mini-balizas antes de finalizar na baliza normal.
Provocar agressividade na bola e posicional na linha defensiva.
Explorar rápida alteração de flancos de jogo para a linha defensiva.
Bolas paradas – estratégica para o jogo. Treino de posicionamentos
específicos ofensivos e defensivos.
Saída de ponta pé de baliza com pressão alta do adversário.
10
Notas: T.T
90’
Instrução Inicial Duração: Questionamento Duração: Retorno à calma. Duração: 5’
Descrição dos exercícios a realizar.
Formação dos grupos de trabalho.Fadiga e Carga de Treino – diferenciação da média da Equipa com Titulares e Não Titulares e entre Sectores
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF Sector MED Sector AVA Sector GR máximo
4ª 3,5 3,2 3,7 3,7 3,5 3,5 4,0 10,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Escala d
e
Fad
ig
a
Fadiga antes do treino de 6ª Feira
Equipa Titulares Não
Titulares SectoR DEF
Sector
MED Sector AVA Sector GR máximo 4ª 457,8 441,8 472,5 410,0 483,8 486,0 540,0 900,0 0,0
100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0 800,0 900,0 1.000,0
Car
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Ficha de Presenças
Nº POS JOGADOR
MICROCICLO 10 – 3ª JORNADA
22 23 24 25 26 27 28
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª S D
GR Miguel Aleixo FG P P P P FG C
GR Marco Pinto FG L L L L FG C
MI Luís Veloso FG P P P P FG C
DD Tó Branco FG P P P P FG C
DD João Damil FG P P P P FG C
DC Ricardo L L L L L L L
DC João Filipe FG P P P P FG C
MD To Pé FG P P P P FG C
DC Sérgio Nunes FG P P P P FG C
DE Carlos Alves FG P P P P FG C
DE Angel FG P P P P FG C
DC Sambinha FG P P P P FG C
MO Ricardo Cunha FG P P P P FG C
MD Francisco FG P P P P FG
MI Dário FG P P P P FG C
MO Pipas FG P P P P FG
MI Roliz FG P P P P FG C
AV Ricardo Pereira FG P F F F FG
AV Luisinho FG P P P P FG C
AV Godinho FG P P P P FG C
MI Mané FG P P P P FG C
DC Pedro FG P P P P FG FG
AV Carlos Gomes FG P P P P FG C
DD Diogo FG P P P P FG FG
PLANO DE COMPETIÇÃO
Ficha de Convocatória
CONVOCATÓRIA
JOGO
Oeiras
vs
S.U. 1º Dezembro
EQUIPA ESCALAO
Seniores
ÉPOCA
12 13
CAMPO/ ESTADIO
Municipal Oeiras
Fora
DATA DO JOGO
Domingo
28/10/12
LOCAL DO JOGO
Oeiras
LOCAL DE CONCENTRAÇÃO
Campo - Casa
HORA DO JOGO
15 Horas
HORA DE CONCENTRAÇÃO
10 h 30 min.
Nº
CONVOCADOS
Nº
ASSINATURA
PROXIMO TREINO
31
31
DIA
30/10/12
1
1
LOCAL
1º Dezembro
20
20
HORA
20 Horas
17
17
3
3
OBSERVAÇOES
23
23
11
11
21
21
10
10
15
15
16
16
5
5
22
22
8
8
2
2
Paulo Mendes
Vítor Cabaça
4
4
TREINADOR
DIRECTOR
9
9
Ficha de Jogo
Nº Atleta S COMPETIÇÃO 2º Divisão B FASE Campeonato 1ª Volta JORNADA 6 S Atleta Nº
Rui Santos Oeiras DIA 1º Dezembro Miguel Aleixo 31
Osvaldo 45 Equipa Titular
Substituições com expulsões no jogo
07 Outubro 12 Encaixe das Equipas Titulares
Expulsão de Dário
João Damilo 20
2 Pedro Ferreira HORA Sérgio 23
4 Nuno Abreu 15 H Sambinha 11
6 Lima ESTADIO Angel 22
3 Diogo Santos Fut. Benfica Tó Pé 21
16 Cuca TEMPO Dário 16
17 Leonel Levi Sol Carlos Alves 5
19 Joazimar 55 RELVADO Carlos Gomes 4
7 Jerry Sitoe Seco R. Cunha 8
11 Érico 81 ESPECTADORES Godinho 25
Filipe Paiva 200 Marco Pinto 1
10 Bruno Constantino ARBITRO João Filipe 3
15 Fábio
AF Veloso 17
ASSISTENTES Mané 15
Roliz 10
Luisinho 9
4º ARBITRO Tó Branco 2
DT - Vitor Cabaça DT
T
Luis Roquete RESULTADOS Paulo Mendes T
TA
C Amarelos Osvaldo/ 2/6/3/11
G 1ªP 0-0 / G 5/ 4 Amarelos
C Manecas
TA
Relatório de Análise do Desempenho da Equipa
Características do Jogo
Análise Geral das Características
Dia:
28 de Outubro 2012
Treinador:
Paulo Mendes e Manecas Resultado Final
0x0
Resultado Intervalo: 0x0
Hora do Jogo: 15 Horas Marcadores:
/
Hora de concentração no campo: 10h30 11h00 almoço da comitiva.
Estádio:
Oeiras – Campo Municipal de Oeiras
Tempo:
Tempo de sol, +/- 20ºC Características do Campo:
Campo relvado sintético, estádio grande com bancadas bem preenchidas, com cadeiras.
Estado do Terreno:
Terreno seco, relvado praticamente novo.
Instrução
Antes da Competição
Características dos adversários - Descrição dos titulares - Características colectivas e individuais - Características psicológicas: como rigor e concentração e organização. Foco emocional-mental.
Durante a Competição
Organização de Jogo
Organização Ofensiva
Aspectos positivos Aspectos a ter em conta para melhorar
1ª Fase
Raras vezes saímos a jogar nesta fase, devido ao posicionamento de 2 AV adversários. Saímos mais vezes na 2ª parte, quando igualdade numérica, embora com passe longo do GR para o DL (treinado na 6ª feira).
Falta de largura dos centrais, favoreceu o posicionamento dos AV à frente da área a anular a saída em construção.
Bola batida no pontapé de baliza, pouco definida a zona de colocação da bola e para quem (An, tem um bom jogo de cabeça).
2ª Fase
Esta fase foi onde tivemos mais MPB. Segurança com a bola a circular entre os três corredores. TP facilita o processo através do jogo curto e longo pelo chão variando o corredor como cobertura ofensiva.
Facilidade em sair das zona de pressão após recuperar a posse de bola.
Pouca ligação entre Médio interior e Defesa Lateral: A - Ca e JD - G, algum receio de subir no espaço pelo CA e JD.
Houve mais subidas na 2ª parte, embora apenas o JD tenha entrado no sector ofensivo, não havendo cruzamentos para a área.
Criação de Situações
Foram criadas situações de finalização com alguma MBP e saídas da zona de pressão, com maior objectividade do lado direito e viragem para o lado esquerdo, onde An teve 3 a 4 oportunidades de finalização.
Pouca subida do sector defensivo e dos laterais a apoiar e circular a bola no meio campo ofensivo, com sentimento de retraído por estarem a jogar com menos 1.
Quando subiram fizeram cruzamentos perigosos, embora o número tenha sido reduzido de cruzamentos.
Finalização
As situações de finalização foram criadas maioritariamente por acções individualizadas quer por G ou por CG. Procura de cruzamentos da linha de fundo por CG e passes entre linhas por G e RC.
CG e L tiveram duas situações de finalização claras mas o GR defendeu.
Pouco de remates dos três jogadores mais ofensivos G-CG-RC.
Pouca subida a apoiar os AV de RC mantendo-se mais fixo no meio tal como TP, e 2 desmarcações na linha lateral de RC.
Organização Defensiva
Aspectos Positivos Aspectos a ter em conta para melhorar
Organização defensiva sólida, com sectores juntos em bloco médio e baixo.
Ajuda e entre-ajuda entre sectores.
Superioridade numérica na zona da bola (corredores). O adversário não conseguiu entrar pelo corredor central.
Os adversários têm escolhido atacar mais pelo corredor esquerdo.
Basculação lenta da equipa e pouca pressão na zona média central.
Alguma lentidão na pressão do DL ao portador da bola após passe longo a variar o corredor.
Por vezes o jogador que pressiona a bola, fá-lo sozinho sem os jogadores mais perto pressionarem as linhas de passe mais próximas.
Esquemas Tácticos
Defensivos
Bom posicionamento defensivo. Activos e a atacarem a bola como é pretendido quer nos cantos como nos livres laterais.
Ofensivos
Avaliação e Controlo da Competição
Fadiga
Os valores apresentados revelam que a equipa recuperou a um nível baixo de fadiga para a competição, sendo os valores médios de 2 (equivalente ao nível de fadiga = leve). O GR apresentou um nível de fadiga superior, sendo valores acumulados de fadiga semanal derivados de um treino mais específico e individualizado.
Carga de Jogo
O valor apresentado pelo sector avançado deve-se à média entre os jogadores que entraram nas substituições. O Sector defensivo e médio apresenta um maior nível de fadiga do que o presente no gráfico, embora como o Dá foi expulso, e o TB entrou 5 minutos, os valores deles são muito inferiores baixando a média. Assim, para a média do sector defensivo a carga de treino foi 764 e para o sector médio foi de 810. Isto revela a importância da análise individual da carga semanal.
Equipa Titulares Não Titulares
SectoR DEF
Sector MED
Sector
AVA Sector GR máximo
D 2,3 2,4 2,2 2,3 1,8 2,8 3,0 10,0
0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Escala d
e
Fad
ig
a
Fadiga apresentada antes da Competição
Equipa Titulares Não Titulares
SectoR DEF
Sector MED
Sector
AVA Sector GR máximo D 568,9 664,2 45,0 639,2 542,0 465,0 540,0 900,0 0,0
200,0 400,0 600,0 800,0 1.000,0
Car
ga
d
e
Tr
e
in
o
Resultados do Desempenho da Equipa
Resultados da 6ª Jornada Jogos da Próxima Jornada
JORNADA 6 2012-10-28
Visitado Visitante
Casa Pia 1-2 Oriental
U. Leiria 0-1 Sertanense
Fut. Benfica 1-0 Fátima
Pinhalnovense 1-1 Mafra
Oeiras 0-0 1º Dezembro
Torreense 1-0 Carregado
Farense 1-1 Quarteirense
Ribeira Brava 0-0 Louletano
JORNADA 7 2012-11-04
Visitado Visitante
Casa Pia 04/11 15:00 Ribeira Brava
Louletano 04/11 15:00 U. Leiria
Sertanense 04/11 15:00 Fut. Benfica
Fátima 04/11 15:00 Pinhalnovense
Mafra 04/11 15:00 Oeiras
1Dezembro 04/11 15:00 Torreense
Carregado 04/11 15:00 Farense
Oriental 04/11 15:00 Quarteirense
Classificação após a 6ª Jornada
Total Casa Fora
Pos. Equipa P J V E D GM GS J V E D GM GS J V E D GM GS
1 Sertanense 13 6 4 1 1 11 6 3 3 0 0 8 3 3 1 1 1 3 3
2 Farense 12 6 3 3 0 8 4 3 0 3 0 3 3 3 3 0 0 5 1
3 Fátima 12 6 4 0 2 8 5 3 3 0 0 4 1 3 1 0 2 4 4
4 Mafra 11 6 3 2 1 9 4 3 3 0 0 7 1 3 0 2 1 2 3
5 Carregado 10 6 3 1 2 13 7 3 3 0 0 12 4 3 0 1 2 1 3
6 1º Dezembro 10 6 2 4 0 8 5 3 1 2 0 4 2 3 1 2 0 4 3
7 Quarteirense 9 6 2 3 1 7 5 3 1 1 1 5 4 3 1 2 0 2 1
8 Oriental 8 6 2 2 2 9 11 3 1 1 1 4 5 3 1 1 1 5 6
9 U. Leiria 8 6 2 2 2 3 3 3 1 1 1 1 1 3 1 1 1 2 2
10 Torreense 8 6 2 2 2 9 9 3 1 1 1 2 2 3 1 1 1 7 7
11 Fut. Benfica 6 6 1 3 2 6 12 3 1 2 0 3 2 3 0 1 2 3 10
12 Pinhalnovense 5 6 1 2 3 5 9 3 1 1 1 4 4 3 0 1 2 1 5
13 Casa Pia 4 6 0 4 2 4 6 3 0 2 1 3 4 3 0 2 1 1 2
14 Ribeira Brava 4 6 1 1 4 7 12 3 1 1 1 4 3 3 0 0 3 3 9
15 Oeiras 3 6 0 3 3 6 9 3 0 1 2 2 4 3 0 2 1 4 5
Classificação Gráfica
A variação da classificação demonstra a equivalência que as equipas apresentam nesta divisão. O lugar na tabela poderá ser enganador existindo um número limitado de pontuação entre as primeiras equipas, sendo que existe a diferença pontual de 5 pontos entre o 1º lugar e o 10º lugar. A mais-valia nesta divisão é a vitória nos jogos em casa. As equipas que estão na frente classificativa são equipas que têm mais vitórias em casa. Consequentemente, as equipas que estão na última parte da classificação são as que têm mais empates/ derrotas em casa.
A nossa equipa apresenta-se com uma classificação média/ alta devido à pontuação fora de casa. Para melhorar e subir na classificação, ter-se-á que fazer uma pontuação superior nos jogos em casa (temos 5 pontos em 9 possíveis), sendo que nos jogos fora, temos apresentado uma boa postura, sem derrotas e ao mesmo tempo pontuando sempre (5 pontos em 9 possíveis).
Neste sentido poder-se-ia definir como objectivo ter uma atitude mais objectiva e mais agressiva pela vitória em casa. Os dois jogos em que empatamos, Casa Pia e Leiria, foram jogos onde faltou uma atitude mais objectiva pela vitória, mostramos que queríamos vencer, mas entendo que houve pouco foco na objectividade do golo, pois a equipa está-se a focar mais em chegar à baliza com processos mais construtivos através da MPB (eficiência) e menos em ataque rápido e agressividade/ profundidade (eficácia), tendo a noção que foi este processo que originou os golos com o Pinhalnovense/ com o Leiria e com o Casa Pia.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Classificação em Igualdade Pontual 2 2 5 8 6 6
Classificação 9 6 5 8 6 6
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
Lu
gar
n
o
Cam
p
e
o
n
ato
Jornada
AVALIAÇÃO E CONTROLO DO MICROCICLO
Escala Subjectiva de Esforço e Fadiga
Índice de Monotonia
Índice de Fadiga
Estes itens de índice de monotonia e de fadiga são itens em que falta ainda uma análise mais aprofundada sobre os conceitos.
1,2 1,3 1,3 1,4 1,4 1,5
Equipa SectoR DEF Sector MED Sector AVA
Série1 1,4 1,3 1,3 1,4
Ín
d
ic
e
d
e
M
o
n
o
to
n
ia
Comparação do Índice de Monotonia da
Equipa e Sectores
2.400,0 2.600,0 2.800,0 3.000,0 3.200,0
Equipa Sector DEF Sector MED Sector AVA Série1 2.931,6 2.802,5 2.655,0 3.141,1
Ín
d
ic
e
d
e
Fa
d
ig
a
Carga de Treino Semanal
Neste gráfico pode-se verificar que o sector médio apresenta uma carga de treino inferior aos restantes sectores, e que o sector avançado detém a maior carga semanal de treino/ competição.
Carga Diária
A média de percepção da carga diária da equipa sofre uma oscilação, como é de esperar, durante a semana
de treinos. Na 2ª e 4ª feira, sendo treinos de recuperação, verifica-se uma percepção baixa de carga, aumentando os valores no treino de 5ª feira, sendo um treino de regime de resistência através da utilização de jogos dinâmicos
1
Equipa 2.133,8
SectoR DEF 2.138,1
Sector MED 2.022,9
Sector AVA 2.184,0
1.900,0 1.950,0 2.000,0 2.050,0 2.100,0 2.150,0 2.200,0
Car
ga
d
e
Tr
e
in
o
S
e
m
an
al
Carga de Treino Semanal percepcionado pela
Equipa e por Sector
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª S D
Equipa 0,0 467,1 356,1 403,0 338,6 0,0 568,9 Titulares 0,0 368,2 343,6 450,0 392,7 0,0 664,2 Não Titulares 0,0 576,0 367,5 360,0 279,0 0,0 45,0
0,0 100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0
Tít
u
lo
d
o
E
ixo
com espaços maiores. Estes valores diminuem como é de esperar durante o treino de 6ª feira, em regime de velocidade, em que os espaços são mais curtos e as pausas aumentam. Relativamente à percepção de carga diária entre titulares e não titulares, denota-se que a diferença de percepção, da mesma carga de treino, é menor nos titulares no treino de 4ª feira devido à diferença de intensidade do treino de 3ª feira para os dois grupos,
aumentando os valores de carga para os titulares nos treino de 5ª e 6ª feira, onde existem a formação de grupos diferenciada nos exercícios que normalmente incluem em mais repetições os titulares (embora possa não ser significativa), acumulando-se a fadiga dos treinos semanais com a fadiga ainda da competição.
Relativamente à diferença de percepção da carga diária de treino entre os sectores, pode-se observar que o sector DEF apresenta uma menor percepção de carga no treino de 3ª e 4ª feira, com a diferença significativa de 100 à 3ª feira e de 60 à 4ª feira, revelando que os exercícios de treino apresentam características diferentes para cada sector, variando ao longo das unidades de treino do Mi 11 para os diferentes sectores. No treino de 3ª Feira, pode-se analisar que a unidade de treino apresentou maior carga perceptiva ao sector MED e AVA devido a um maior número de jogadores existentes nos não titulares, relativamente ao sector DEF, que obtiveram um treino mais intenso. Ao longo do microciclo denota-se que o sector MED apresentou para a mesma carga de treino, uma menor percepção de carga, devido aos exercícios se focalizarem em finalização com supra utilização do
sector AVA (densidade de 1:1 enquanto que o sector médio teve uma densidade de 1:6 e 1:3) e utilização de
inferioridade numérica do sector DEF (normalmente com 2/3 defesas com uma densidade de 1:1 e 1:2).
Diferentemente, o sector GR apresenta valores discrepantes dos outros sectores devido à sua especificidade no treino, acrescentando-se o treino específico para além do treino integrado com os diferentes sectores.
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª S D
Equipa 0,0 467,1 356,1 403,0 338,6 0,0 568,9 SectoR DEF 0,0 410,0 318,9 430,0 340,0 0,0 639,2 Sector MED 0,0 510,0 376,3 337,5 257,1 0,0 542,0 Sector AVA 0,0 504,0 378,0 432,0 405,0 0,0 465,0 Sector GR 0,0 540,0 420,0 540,0 630,0 0,0 540,0 máximo 900,0 900,0 900,0 900,0 900,0 900,0 900,0
0,0 100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0 800,0 900,0 1.000,0
Car
ag
a Sem
an
al
Percepção de Fadiga
A equipa apresenta um valor médio de fadiga à 2ª feira de 3.6 (entre moderado e um pouco cansado) como
seria de esperar, após a competição.Mesmo assim, estes valores foram mais baixos do que normalmente é
apresentado devido aos dois dias de folga que obtiveram (domingo e 2ª feira). Estes valores diminuem para os titulares após o treino de 3ª feira, significando que estes recuperaram e que os não titulares tiveram uma carga superior no treino de 3ª feira. Os níveis de fadiga dos não titulares mantiveram-se estáveis enquanto os valores de fadiga dos titulares aumentaram durante os treino de 5ª e 6ª feira mantendo-se estável no nível 4
(um pouco cansados), recuperação acontece no sábado e que faz baixar os valores de percepção de fadiga
para o dia de competição para 2 (leve). Os valores médios entre titulares e não titulares apenas diferem em menos de um ponto (0.7), não sendo significativo mas que poderá indicar a diferença de recuperação e de fadiga acumulada (em baixa escala) entre titulares e não titulares.
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª S D
Equipa 0,0 3,6 3,5 4,0 3,7 0,0 2,3
Titulares 0,0 4,1 3,2 4,4 4,1 0,0 2,4
Não Titulares 0,0 3,2 3,7 3,7 3,4 0,0 2,2 0,0
0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0
Escala d
e
Fad
ig
a
Relativamente à diferença de percepção de fadiga entre sectores, pode-se verificar que cada sector teve
uma maior percepção de fadiga ao longo do microciclo entre 3ª e 5ª feira, em dias diferentes, sendo que
antes do treino de 3ª feira, é o sector AVA que teve mais dificuldade em recuperar, à 4ª feira o sector DEF
apresenta valores superiores, à 5ª feira foi o sector MED e na 6ª feira, os valores foram idênticos com
superioridade de 0.2 do sector DEF. Curiosamente, o sector AVA apresenta maior valor na percepção de fadiga no dia de competição.
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª S D
Equipa 0,0 3,6 3,5 4,0 3,7 0,0 2,3
SectoR DEF 0,0 3,7 3,7 3,9 3,7 0,0 2,3 Sector MED 0,0 3,4 3,5 4,1 3,5 0,0 1,8 Sector AVA 0,0 4,2 3,5 3,8 3,5 0,0 2,8
Sector GR 0,0 2,0 4,0 6,0 7,0 0,0 3,0
máximo 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 0,0
2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Tí
tu
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E
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Variação Intra-Individual em Cada Sector
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª S D
G MIGUEL 0,0 2,0 4,0 6,0 7,0 0,0 3,0
G MARCO 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
G máximo 10,0 0,0
2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0
Escala d
e
Fad
ig
a
(1
a 10)
Variação da Fadiga nos GR
2ª 3ª 4ª 5ª 6ª S D
G MIGUEL 0,0 540,0 420,0 540,0 630,0 0,0 540,0
G MARCO 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
G máximo 900,0 0,0
100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0 800,0 900,0 1.000,0
C
ar
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