De onde falo?
“Todo ponto de vista é a vista de um ponto.”
estrutura organizacional Sesc SP
Diretor Regional
Danilo Santos de Miranda
Superintendência Técnico-Social Joel Naimayer Padula
Gerências Técnicas
Superintendência de Administração Luiz Deoclécio Massaro Galina
Superintendência de Comunicação Social Ivan Paulo Giannini
Assessoria Técnica e de Planejamento Sérgio José Battistelli
Gerente | Juliana Braga Adjunta | Nilva Luz
Exposições | Juliana Okuda
Exposições | Sandra Leibovici
Tecnologias e artes | Gustavo Torrezan
Tecnologias e artes | Melina Marson
Ação Educativa | Kelly Teixeira
Ação Educativa | Guilherme Cunha
Acervo | Julieta Machado
Acervo | Fabiana Delboni
Secretária | Carla Alegre
competências
Orientar, planejar e coordenar conceitual e
tecnicamente os programas de exposições de artes
visuais ou mostras temáticas, o Acervo Sesc de Arte
Brasileira, o programa de Tecnologias e Artes, além das
Ações Educativas para as artes visuais.
exposições
atuação corrente em 3 formatos
Mostras que apresentam, especialmente, a produção contemporânea na área e/ou obras do Acervo Sesc
de Arte Brasileira
No. 1 | Artes Visuais
No. 2|Temáticas Artísticas
Mostras que apresentamconteúdos relacionados a outras linguagens artísticas.
Queremos Miles | Sesc Pinheiros 2011
No. 3 | Temáticas
Apresentam temas diversos, ligados às diferentes áreas de atuação e/ou interesse da instituição: desenvolvimento esportivo, saúde, infância, educação para a sustentabilidade entre outros.No campo da arte, o termo instalação é designado para nomear trabalhos artísticos que se configuram como um ambiente construído, de
pequena ou grande dimensão,
interativo ou não, imersivo ou não
Escadas, Carmela Gross | Sesc Belenzinho
Inserção de ações ou elementos (visuais, sonoros, olfativos,
textuais etc) em um ambiente
(incluindo o digital) com o objetivo de modificar a relação das
pessoas com o mesmo, de forma inesperada e, muitas
vezes, não mediada.
Érica Mizutani | Sesc Pinheiros
•Exposição Permanente (móvel ou instalada)
•Ação Programática (exposições temporárias, palestras, encontros) •Política de Aquisição
•Catalogação
•Conservação e Restauro •Reserva Técnica
•Ação Educativa
•Difusão (catálogos, portal, postais, entre outros)
•Formação Interna (treinamentos, visitas técnicas, pesquisa) •Parcerias com outras instituições
acervo sesc de arte brasileira
Relação das artes visuais com as tecnologias de forma ampla, desmistificando o conceito de tecnologia enquanto algo restrito ao computador e à
eletroeletrônica.
Ações de democratização do acesso a ferramentas de produção e
experimentação, por meio de espetáculos, instalações e vivências artísticas.
Desenvolvimento artístico: cursos, oficinas, workshops e vivências voltados aos públicos infanto-juvenil e adulto, em níveis de iniciação e aprofundamento.
Programa Educação: cursos de letramento e inclusão digital , com ambiente e recursos que possibilitam o uso criativo e cotidiano dos aparatos tecnológicos e dos softwares livres, além de disponibilizar acesso mediado à internet.
Relação das artes visuais com as tecnologias de forma ampla, desmistificando o conceito de tecnologia enquanto algo restrito ao computador e à
eletroeletrônica.
Ações de democratização do acesso a ferramentas de produção e
experimentação, por meio de espetáculos, instalações e vivências artísticas.
Desenvolvimento artístico: cursos, oficinas, workshops e vivências voltados aos públicos infanto-juvenil e adulto, em níveis de iniciação e aprofundamento.
Programa Educação: cursos de letramento e inclusão digital , com ambiente e recursos que possibilitam o uso criativo e cotidiano dos aparatos tecnológicos e dos softwares livres, além de disponibilizar acesso mediado à internet.
tecnologias e artes
Ação em Exposições:
Práticas ou conjuntos de ações intencionais que propiciem um processo de ensino-aprendizagem de determinado conjunto de conhecimentos ou competências, contribuindo ao mesmo tempo para o incremento crítico, intelectual e sensível do participante do processo, e propiciando a construção de sua autonomia e
protagonismo.
ação educativa
Desenvolvimento Artístico:
Com o propósito de estimular a experimentação de diferentes técnicas em artes visuais, as atividades de desenvolvimento
artístico transitam entre propostas de introdução à linguagem ou mesmo o aprimoramento de públicos já iniciados, dentro da lógica dos cursos livres, buscando oferecer aos público um percurso pelos variados meios de expressão plástica, seja em exercícios individuais ou em processos coletivos.
Desenvolvimento Artístico:
Com o propósito de estimular a experimentação de diferentes técnicas em artes visuais, as atividades de desenvolvimento
artístico transitam entre propostas de introdução à linguagem ou mesmo o aprimoramento de públicos já iniciados, dentro da
lógica dos cursos livres, buscando oferecer aos público um percurso pelos variados meios de expressão plástica, seja em exercícios individuais ou em processos coletivos.
ação educativa
contexto cultural amplo objetocultural comunidade poder público outros públicos comunicação e divulgação educadores setores de atendimento aspectos físicos próximos e identidade visual comunicação nos espaços internos mídia arquitetura do centro cultural
Públicos Expressões culturais (manifestações, objetos, ideias) Processos Relações humanas Espaços Mediação em sentido ampliado
Oficina – Sesc Ribeirão Preto
Programa Sesc Curumim – Ipiranga
Relações humanas
Educação para a saúde
Espaços
Espaço de Brincar – Sesc Belenzinho
valores
acolhimento sociabilidade autonomia respeito à alteridade afetividadeAmpliação da sensibilidade Liberdade de escolha Ampliação de Repertório
objetivos
Públicos Expressões culturais (manifestações, objetos, ideias) Processos Relações humanas Espaços Mediação em sentido específico
histórico
- Ideia de exposição nasce atrelada aos museus (para pesquisadores e especialistas);
- Primeiras iniciativas: educação patrimonial; - No Brasil: construção de identidade nacional; - Iniciativas do MASP e Bienal de SP;
- Sesc: concepção conceitual da expografia; - Ideia de mediação cultural/ ação educativa.
concepção/ conceito
“A mediação cultural é um processo artístico-pedagógico que integra o público e a obra artística. Assim, ao
estimular o potencial e participação criativa do
espectador, é possível desenvolver a sua percepção,
amplificar os seus sentidos e estabelecer um diálogo mais organizado com a obra.”
Sinopse da Conferência Mediação Cultural – Estratégias para Formação de Público, da Fundação Cultural do Estado da Bahia
desafios
A mediação é necessária? Qual é o papel/ lugar da mediação?
Como eliminar as barreiras invisíveis, físicas e simbólicas e legitimar o sentido de pertencimento do público com o espaço cultural e/ou obra artística?
Em atendimentos de massa, como manter a relação “um para um” e com todos ao mesmo tempo?
Como instaurar um processo educativo de forma permanente ao longo do tempo?
Como legitimar o papel do educador como curador?
O trabalho de ação educativa não se restringe à visita à exposição. Como ir além?
Tempo
Espaço
Agentes
Estratégias
tempo
Antes Durante Depois
Desejo Percurso Memória
Expectativa Vivência Relato
Pesquisa Experiência Imagens
espaço
Espaço do Grupo Espaço Expositivo Outros espaços
agentes
CuradorEducativo Coordenador/ Supervisor Educador Visitante
Co-autor em conjunto com o curador artístico
Acompanhamento
cotidiano logístico Recepção dos grupos Participação ativa Orientação
conceitual
Mediação
(estar “com” e
Destaque: formação de educadores
• Repertório
• Pesquisa do conteúdo específico
• Conceitos de educação/ mediação
• Adequação da abordagem/ linguagem para diferentes públicos
• Estrutura de trabalho
• Inventário da voz (exemplo: Belenzinho)
• Estudos do corpo
• Espaço de estudo/ descanso/ reuniões
• Formação continuada
• Aprofundamento da pesquisa, troca entre os educadores,
estratégias
Atendimento aosvisitantes Materiais de apoio Programação integrada
Contratação de
educadores e supervisores Peças gráficas: folderes e programas Encontros/ Seminários Adequação do espaço
físico
Peças gráficas: materiais de
consulta, estudo e/ou interação
Oficinas/ Ateliê
Hot-sites Formação de professores
etapas da visita
Destaque: Públicos
2014
Itinerância VideoBrasil
Sesc Campinas
https://www.youtube.com/watch?v=FwoLWUyiZOQ
Trienal de Artes – Frestas
Sesc Sorocaba
Considerações finais
I – Mediação/ Educação diz respeito às formas de apropriação que se dão tanto por aproximação quanto por estranhamento;
II - O educador é o profissional que conduz a mediação, mas o processo também é acionado pelo público;
III - Implicações para o educador: potencializar sua capacidade de observar e ouvir;
IV- Mediação/Educação tanto é convite quanto provocação, tanto se dá pela participação lúdica e crítica, quanto pela contemplação;
V - Tanto é reflexão quanto ativação de sensibilidades; VI – Mediação/Educação é espaço de trânsito.