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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Projeto de Banco de Dados

(2)

Introdução

Alguns aspectos podem ser expressos

melhor com extensões do modelo E-R

básico;

Para essa finalidade foi criado o modelo

entidade-relacionamento estendido

(modelo EER).

(3)

Relacionamento é-um

Toda entidade do tipo GERENTE é

também uma entidade do tipo

EMPREGADO, com todos os atributos de

EMPREGADO.

(4)

Subclasses e Superclasse

Uma classe é um conjunto de entidades;

Uma subclasse é uma classe cujas

entidades devem pertencer também a outra

classe (a superclasse);

Exemplo:

– SECRETÁRIA  EMPREGADO.EMPREGADO SECRETÁRIA TÉCNICO

(5)

Subclasses e Superclasse

Razões para o uso de subclasses:

Alguns atributos só se aplicam a algumas

entidades (da subclasse);

Alguns relacionamentos só permitem

participação de entidades que são membros

da subclasse;

Selecionar um conjunto de entidades com

uma propriedade comum.

(6)

Subclasses e Superclasse

Herança de atributos:

Uma subclasse herda todos os atributos e

relacionamentos da superclasse;

Os atributos da superclasse não precisam ser

definidos na subclasse. Isto torna os

esquemas mais claros.

(7)

Especialização e Generalização

Uma especialização Z = {S

1

, ..., S

n

} é um

conjunto de subclasses que têm a mesma

superclasse G; i. e., S

i

 G para i = 1, ...,n;

Temos que G é chamada de uma

(8)

Especialização e Generalização

Exemplo:

Seja Z = {SECRETÁRIA, TÉCNICO} e

G = EMPREGADO:

– Z é especialização de G; – G é generalização de Z. EMPREGADO SECRETÁRIA TÉCNICO É-UM É-UM

(9)

Especialização e Generalização

Exemplo de representação no DER:

CLIENTE (0,N) código FILIAL (1,1) código nome nome PESSOA FÍSICA PESSOA JURÍDICA tipo de organização CNPJ sexo CPF

(10)

Especialização e Generalização

Enfoques para a modelagem conceitual:

Refinamento conceitual top-down (por

especialização);

Síntese conceitual bottom-up (por

generalização).

(11)

Especialização e Generalização

Especialização disjunta:

Nenhuma entidade da superclasse pode

pertencer a mais de uma das subclasses de

mesmo nível;

Exemplo:

CLIENTE PESSOA FÍSICA PESSOA JURÍDICA

(12)

Especialização e Generalização

• Especialização com sobreposição:

– Entidades da superclasse podem pertencer a mais de uma das subclasses de mesmo nível;

– Exemplo:

– Não recomendada por alguns autores porque não é possível usar o identificador da superclasse na subclasse. (DESCONSIDERADO)

PESSOA

(13)

Especialização e Generalização

Especialização com sobreposição (cont.):

Possível modificação para o exemplo dado:

PESSOA

(14)

Especialização e Generalização

Especialização total:

Toda entidade da superclasse pertence a

alguma subclasse;

Exemplo:

CLIENTE PESSOA FÍSICA PESSOA JURÍDICA t

indica que todo cliente é ou pessoa física ou pessoa jurídica

(15)

Especialização e Generalização

Especialização parcial:

Entidades da superclasse podem não possuir

uma subclasse correspondente;

Exemplo:

FUNCIONÁRIO

SECRETÁRIO MOTORISTA p

indica que podem existir funcionários

que não são motoristas nem secretários

(16)

Agregação

Abstração que representa tipos de relacionamento

como tipos de entidade;

Exemplo:

– Considere o seguinte DER:

– Como modificá-lo de forma que seja possível saber quais

medicamentos existem e que medicamentos foram prescritos em cada consulta?

(17)

Agregação

Exemplo (continuação):

Uma possível solução:

MÉDICO (0,N) CONSULTA (0,N) PACIENTE

PRESCRIÇÃO

MEDICAMENTO (0,N)

(18)

Projeto de Banco de Dados

Considerações sobre

o Modelo ER

(19)

Comentários sobre o Modelo ER

• Possui limitações e, por isso, foi proposto o modelo EER;

• Recomenda-se que os profissionais de BD projetem o

esquema usando o modelo de ER, que servirá de base se criar o esquema no modelo relacional;

• É muito importante projetar um “bom” esquema porque o esquema pode ser determinante para um bom desempenho da aplicação;

• Não existe um enfoque cientifico para projetar um bom esquema. Ciência oferece algumas dicas, e o resto é arte.

(20)

Projetando um Bom Esquema

Aprenda sobre a aplicação:

– Que problemas a aplicação resolve?

– Que perguntas sobre os dados a aplicação precisa responder?

– Quão comum é cada tipo de pergunta?

– Quão rápido precisa cada tipo de pergunta ser respondida?

– Que dados precisa a aplicação para responder estas perguntas?

(21)

Projetando um Bom Esquema

Projete um esquema preliminar:

– Avalie o desempenho que uma base de dados teria se baseada no esquema preliminar por meio das

suposições sobre a aplicação;

– Também, considere o futuro: quais são as probabilidades de futuras modificações.

Melhore o esquema:

– Eliminação de redundância e ganho em desempenho são dois aspectos importantes nesse processo;

– Por isso é desejável que se conheça o

(22)

Projeto de Banco de Dados

Mapeamento de Esquema ER

em Esquema Relacional

(23)

O Processo de Projeto de

Banco de Dados

MODELAGEM CONCEITUAL MODELAGEM CONCEITUAL PROJETO LÓGICO PROJETO LÓGICO PROJETO FÍSICO PROJETO FÍSICO Requisitos de dados Esquema conceitual Esquema lógico Esquema físico Mapeamento de esquema ER em esquema Relacional

(24)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 1 – Mapeamento de tipos de entidades

(não fracas):

– Para cada tipo de entidade (não fraca) E, crie uma relação que tenha todos os atributos simples de E. Escolha a chave primária de E.

– Exemplo: CLIENTE CPF nome data de nascimento endereço rua número bairro

(25)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 2 – Mapeamento de entidade fraca:

– Para cada entidade fraca F dependente da entidade E, crie uma relação R com todos os atributos simples de F.

– Inclua a chave primária de E como chave estrangeira em F.

– A chave primária de R será a chave parcial de F mais a chave primária de E;

– Exemplo:

EMPREGADO (0,N) (1,1) DEPENDENTE

CPF nome grau de

(26)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 3 – Mapeamento de Relacionamento Binário 1:1:

– Para cada relacionamento R, binário 1:1, entre as entidades S e T, pode-se escolher:

– (a) Incluir a chave primária de T como chave estrangeira em S, e todos os atributos simples de R tornam-se

atributos de S, ou

– (b) Incluir a chave primária de S como chave estrangeira em T, e todos os atributos simples de R tornam-se

atributos de T.

Dica: É melhor escolher uma entidade com participação

(27)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 3 (continuação):

– Exemplo:

EMPREGADO (0,1) GERENCIA (1,1) DEPARTAMENTO data de

início

(28)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 3 (continuação):

– No mapeamento de relacionamentos 1:1 é possível juntar as dois tipos de entidade e o tipo de

relacionamento em um único tipo de entidade.

– Isto pode ser apropriado quando ambos os tipos entidade têm participação total e não participam de outros relacionamentos.

(29)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 4 – Mapeamento de relacionamento binário 1:N:

– Para cada relacionamento R, binário 1:N, entre as entidades S e T,

– Inclui-se a chave primária de S como chave estrangeira em T;

– Todos os atributos simples de R tornam-se atributos de T.

(30)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 4 (continuação):

– Exemplo:

EMPREGADO (1,1) LOTAÇÃO (0,N) DEPARTAMENTO data de

início

(31)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 5 – Mapeamento de relacionamento binário N:N:

– Para cada relacionamento R, binário N:N, entre as entidades S e T,

– Cria-se uma nova relação TR para representar o tipo de relacionamento;

– Inclui-se as chaves primárias de S e T como chaves estrangeiras em TR;

– Esses atributos comporão a chave primária de TR;

– Atributos de relacionamentos devem ser incluídos na tabela TR.

(32)

Passo 5 (continuação):

– Exemplo:

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

EMPREGADO (0,N) TRABALHA (0,N) PROJETO horas

(33)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 6 – Mapeamento de atributo multivalorado:

– Para cada atributo multivalorado A, cria-se uma nova

relação R que inclui um atributo correspondente a A e a chave primária K da relação que representa entidade ou relacionamento que tem A como atributo;

– A chave de R é a combinação de A com K;

– Se o atributo multivalorado é composto inclui-se seus componentes simples.

(34)

Passo 6 (continuação):

– Exemplo:

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

CLIENTE código nome telefone (0,N)

(35)

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

Passo 7 – Mapeamento de relacionamento n-ário, onde n  2:

– Para cada relacionamento n-ário R, n  2, entre os tipos de entidade E1, ..., En,

– Cria-se uma nova relação V para representar R;

– Inclui-se as chaves primárias de E1, ..., En como chaves estrangeiras em V, e todos os atributos simples de R tornam-se atributos de V;

– Os atributos que pertencem aos tipos de entidade, cuja cardinalidade indicada ao lado seja no máximo N

(considerando que a cardinalidade utilizada é a que mostra somente o máximo), comporão a chave primária de V.

– Quando o tipo de entidade possui cardinalidade máxima 1, deve-se analisar se seu atributo comporá a chave.

(36)

Passo 7 (continuação): – Exemplo 1:

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

quantidade código

FORNECEDOR N FORNECE N PEÇA

PROJETO N

código

(37)

Passo 7 (continuação):

– Exemplo 2:

Mapeando Esquemas ER em

Esquemas Relacionais

código

PROFESSOR 1 MINISTRA N TURMA

PERÍODO N

código

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