• Nenhum resultado encontrado

Evolução biologica 2016

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Evolução biologica 2016"

Copied!
87
0
0

Texto

(1)

Evolução biológica

2016

(2)

Objetivos gerais

Apresentar e discutir as principais teorias

evolucionistas:

o

lamarckismo,

o

darwinismo e a teoria sintética da

Evolução biológica.

Apresentar e discutir o conceito de

espécie e os processos de especiação.

(3)

Objetivos específicos

 Entender os conceitos de evolução e Evolução biológica.

 Distinguir a Evolução do principio fixista.

 Compreender e diferenciar as teorias Lamarckista e Darwinista.

 Explicar a adaptação dos seres pela ação da Seleção Natural.

 Aprofundar a idéia de Evolução a partir da compreensão da Teoria Moderna da Evolução.

(4)

Conceito de Evolução

 Evoluir é mudar, transformar-se

 Sentido tecnológico: É progredir; novas funções  Vejamos: A evolução do celular

(5)

Os caminhos da Evolução biológica levam

sempre ao aperfeiçoamento?

(6)

Antiguidade: Explicação mítica e religiosa

Revolução Industrial: Impulsiona a biologia

enquanto ciência e cria as bases para as

teorias evolutivas

Idade contemporânea: Pensamento de

Darwin revoluciona a ideia de evolução

PANORAMA HISTÓRICO SOBRE A EVOLUÇÃO DOS SERES VIVOS

(7)

Evolucionismo X Fixismo

Fixismo: Defende a ideia da imutabilidade

das espécies. É preponderante nas

explicações criacionistas.

Evolucionismo: Defende a ideia de

transformações dos seres vivos. Há a

possibilidade de surgirem espécies novas

partir de outras pré-existentes.

(8)

O pensamento Evolucionista

“Cada espécie de ser vivo atual surgiu

por transformações sucessivas de uma

primitiva, surgida da matéria não-viva.

Cada espécie ocupava um lugar na

"escala natural", na qual o Homem

ocupava o topo.

Ideias evolucionistas deJean-Baptiste de Lamarck (1744-1829) – fins do sec. XVIII

(9)

Para Lamarck...

“O

ambiente

pode

forçar mudanças

de

hábitos de um ser vivo, levando ao

crescimento de certas estruturas e a

atrofia de outros”. (Lei do uso e desuso)

o ambiente condiciona a evolução

,

levando ao aparecimento de

características que permitem aos

indivíduos adaptarem-se às condições do

ambiente onde vivem.

(10)

O pensamento Evolucionista

Idéias evolucionistas de Darwin – fins do sec. XIX

Filho de um médico inglês.

Estuda medicina e desiste do curso.

Estuda teologia.

Acaba por virar naturalista.

É convidado a fazer uma viagem pelo mundo em um navio da marinha britânica.

Deixa a noiva e vai em busca do conhecimento proporcionado pela DIVERSIDADE do novo Mundo.

(11)

A viagem do Naturalista Charles Darwin

A viagem de cinco anos sedimenta uma nova explicação para as transformações das espécies ao longo do tempo

(12)

Os tentilhões de Darwin

(13)
(14)
(15)

O pensamento Evolucionista

 Fato 1: Existe uma tendência natural de crescimento das populações.

 Fato 2: Existe um equilíbrio natural das populações por ação de fatores ambientais e biológicos (predação, parasitismo, etc.)

Conclusão 1: A cada geração morrem muitos indivíduos, sem deixar descendentes.

 SELEÇÃO NATURAL

(16)

O pensamento Evolucionista

 Fato 3: Dentro de uma população os indivíduos podem ter características diferentes, inclusive quanto àquelas que proporcionam mais chance de reprodução.

Conclusão 2: Os indivíduos que sobrevivem e se reproduzem apresentam características que os tornam mais adaptados, ou seja, resistem à seleção natural.

VARIABILIDADE e ADAPTAÇÃO

(17)

O pensamento Evolucionista

 Fato 4: É notório que as características dos indivíduos podem ser herdadas dos pais.

 Conclusão 3: Os indivíduos que sobrevivem tendem a transmitir as características que proporcionam melhor adaptação. A seleção natural favorece a permanência e o aprimoramento das adaptações.

HERDABILIDADE DAS CARACTERÍSTICAS

(18)

Darwinismo

CONCEITO CHAVE:

SELEÇÃO NATURAL

“Os indivíduos mais

adaptados são

selecionados

pelo ambiente, por terem

mais chances de sobreviver e deixar

descendentes, os quais herdam as

características adaptativas”.

(19)

As premissas básicas do

pensamento Darwinista

(20)

Evolução: fenômeno

populacional e temporal

(21)

Lamarckismo X Darwinismo

(22)
(23)

Comparação entre as premissas

lamarckistas e darwinistas

(24)

SELEÇÃO NATURAL

(25)

SELEÇAO NATURAL: Mais um exemplo

(26)
(27)

RESISTÊNCIA A ANTIBIOTICOS: Outro exemplo de seleção natural

(28)
(29)
(30)
(31)

Exercício – Síntese Parcial

 (Vunesp) Analise as frases:

1. “O gafanhoto é verde porque vive na grama”.... 2. “O gafanhoto vive na grama porque é verde”...  Identifique a frase lamarckista e a frase

darwinista, explicando o papel do ambiente, nos dois casos.

(32)
(33)

Evidências da Evolução

(34)

Evidências da Evolução

 Adaptações

 Registro fóssil.

 Semelhanças embriológicas.

 Semelhanças anatômicas e fisiológicas.

(35)

Evidências da Evolução

 Adaptações evolutivas.

 Camuflagem: Características corporais que se assemelham ao ambiente.

Ex: pele cinza ou branca na raposa do ártico.

 Mimetismo : Duas espécies diferentes compartilham semelhanças que conferem vantagens.

(36)
(37)
(38)

Evidências da Evolução

 Registro fóssil.

Fossilização :

•ocorre sobre determinadas condições.

•Organismos são soterrados rapidamente em ambientes alagados.

•A formação de rocha sedimentar preserva os vestígios.

(39)
(40)

 Vestígios fósseis podem ser: ossos, dentes,

pegadas, fezes, animais conservados no

gelo, troncos de árvores, folhas, etc.

 Permitem deduzir o tamanho e forma dos

organismos viventes no passado.

 A relação dos fósseis com os seres atuais

permite

estabelecer

correlações

que

fortalecem a teoria de Evolução das

espécies.

(41)
(42)
(43)
(44)
(45)

DETERMINAÇÃO

(46)

• Datação relativa (Smith-1769/1839): Rochas sedimentares se formam no fundo dos mares e lagos. A deposição sucessiva de camadas de sedimentos indica que as rochas localizadas em camadas inferiores são mais antigas, ou seja, se formaram antes das superiores.

• Neste sentido, os fósseis passaram a ser considerados fosseis-guias, no sentido de estabelecer a idade relativa das rochas (fosseis como “marcas registradas” de diferentes extratos.)

(47)

• Datação radiométrica ou absoluta: Permite estabelecer com certa precisão há quanto tempo um fóssil ou rocha se formou.

• Baseia-se no decaimento de isótopos radioativos de determinados elementos químicos. No decaimento ocorre transformação em outro isótopo ou em outro elemento químico.

• Carbono: 12C (6P + 6N) e isótopo 14C (6P e 8N).

Com o tempo um dos nêutrons tende a se transformar em próton. Com isso, 14C decai para 14N (7P e 7N).

(48)

• MEIA-VIDA: Tempo necessário para o decaimento de 50% de um determinado isótopo. • Meia vida do Carbono = 5.730 anos, ou seja, a

cada 5.730 anos metade dos átomos de 14C decai para 14N. Permite estabelecer com certa precisão há quanto tempo um fóssil ou rocha se formou.

• Meia vida do 235Ur: A cada 704 milhões de anos

(49)

Evidências da Evolução

 Semelhanças anatômicas e

(50)

Evidências da Evolução

 Semelhanças anatômicas e

fisiológicas.

 Há espécies apresentando órgãos com funções diferentes mas com estruturas anatômicas semelhantes.

 São os chamados órgãos HOMÓLOGOS, pois apresentam a mesma origem embrionária mas apresentam funções diferentes, geradas pelo processo de DIVERGÊNCIA EVOLUTIVA.

(51)

Evidências da Evolução

 Orgãos análogos

(52)

Evidências da Evolução

 Semelhanças anatômicas e

fisiológicas.

 Há espécies diferentes apresentando orgãos com as mesmas funções mas com origens diferentes.

 São os chamados órgãos ANÁLOGOS, pois apresentam a mesma função mas origens embrionárias diferentes;

 Este processo é denominado de CONVERGÊNCIA EVOLUTIVA.

(53)

Órgãos Análogos

Evidências Anatômicas e

Fisiológicas da Evolução

(54)

Evidências da Evolução

 Semelhanças embriológicas. “A ontogenia (desenvolvimento individual) recapitula a filogenia (origem de grupos relacionados)”.

(55)

Evidências da Evolução

 Órgãos vestigiais: estruturas pouco desenvolvidas ou sem função. Obs: O apêndice sofreu Regressão e é um Orgão vestigial no Homem.

(56)

Evidências da Evolução

 Semelhanças bioquímicas.

 Em todas as espécies as proteínas são sempre formadas pelos mesmos 20 aminoácidos.

 Foi comprovado que quanto maior a proximidade evolutiva entre as espécies maior a semelhança bioquímica entre as mesmas.

(57)

Evidências da Evolução

 Semelhanças bioquímicas.

 O DNA é uma molécula composta pelos mesmos elementos em todas as espécies.

 O código genético é universal, ou seja, a tradução (síntese de proteínas) obedece as mesmas regras de linguagem em todas as espécies.

(58)

Evidências da Evolução

 Semelhanças genéticas: O papel dos

(59)
(60)

O que Darwin não explicou....

(61)

Teoria moderna da evolução:

Neodarwinismo

 Darwin elaborou sua teoria com base na seleção natural mas desconhecia os mecanismos da hereditariedade que hoje explica a variabilidade dentro das populações.

1930-1940 – Surge a associação entre os conhecimentos genéticos e as ideias darwinistas. Chamamos esta associação de teoria moderna

(62)

Teoria Sintética da Evolução ou

Neodarwinismo

(63)

Os três fatores evolutivos

1.

Seleção natural

2.

Mutação gênica

3.

Recombinação gênica

(64)

2- Mutação gênica:

• Alteração hereditária no DNA.

• Pode promover vantagem morfológica

ou fisiológica que será preservada e

expandida na população.

podem ser espontâneas ou induzidas

por agentes mutagênicos.

(65)

Expressão gênica (Característica)

Alteração por Mutação no DNA Muda

(66)

Mutação no DNA leva a mutação nas proteínas/enzimas dos seres vivos

(67)
(68)

3- Recombinação gênica

-Está relacionada à reprodução sexuada.

-Envolve a combinação aleatória dos

cromossomos (segregação independente)

ou troca de pedaços entre cromossomos

(permutação).

(69)

Segregação independente

Espécie Mostrada de inseto= 23 combinações = 8 gametas

Espécie Humana :

223 combinações = 8.388.608

(70)

Detalhe do Crossing-over (Permutação ou Recombinação)

Aumenta ainda mais a diversidade Genética por gerar diferentes

tipos de Cromossomos (recombinantes)

(71)

Exercício 1

(72)

Exercício 2

(UFC) Um produtor de milho resolveu fazer um experimento em sua propriedade. A partir de uma planta de alta produtividade, escolhida como matriz, foram plantadas duas áreas: na área A o agricultor utilizou sementes daquela planta, e na área B, utilizou mudas produzidas por propagação assexuada através da cultura de tecidos da mesma planta. Nos dois primeiros anos, a área B apresentou produtividade bem superior à da área A. No terceiro ano, com o surgimento de uma espécie desconhecida de lagarta, todas as plantas da área B foram dizimadas, enquanto que parte das plantas da área A conseguiu sobreviver.

a) Explique a diferença de produtividade, nos dois primeiros anos, entre as áreas A e B.

b) Explique a sobrevivência de parte das plantas da área A, no terceiro ano.

(73)

ORIGENS DAS ESPÉCIES

• Conceito de espécie

(74)

Zôo alemão ganha rara cruza de zebra e cavalo

(75)

CONCEITO DE ESPÉCIE BIOLÓGICA

Grupo de populações cujos indivíduos, em condições naturais,

são capazes de cruzar e produzir descendentes férteis,

estando,reprodutivamente,

isolados de indivíduos de outras espécies.

(76)

ESPECIAÇÃO ALOPÁTRICA

Isolamento geográfico seguido de isolamento reprodutivo leva à formação de espécies diferentes.

(77)
(78)
(79)

ESPECIAÇÃO ALOPÁTRICA

Isolamento geográfico seguido de isolamento reprodutivo leva à formação de espécies diferentes.

(80)

ESPECIAÇÃO SINPÁTRICA

QUANDO NÃO HÁ ISOLAMENTO GEOGRÁFICO E O

AMBIENTE FAVORECE A ADAPTAÇÃO DAS

CARACTERÍSTICAS EXTREMAS DENTRO DA

POPULAÇÃO, SELECIONANDO DOIS CONJUNTOS GÊNICOS DISTINTOS NA POPULAÇÃO.

EX: Contaminação por dois agentes poluidores diferentes no mesmo espaço.

(81)
(82)

DIVERSIFICAÇÃO POR ANAGÊNESE

E CLADOGÊNESE

(83)
(84)
(85)

ISOLAMENTO REPRODUTIVO

Ocorre por mecanismos pré-zigóticos ou pós-pré-zigóticos, ou seja antes ou depois da formação do zigoto (célula-ovo). ISOLAMENTO PRÉ-ZIGÓTICO • Isolamento de habitat •Isolamento sazonal •Isolamento etológico ou comportamental

(86)

ISOLAMENTO REPRODUTIVO

ISOLAMENTO PÓS-ZIGÓTICO Ocorre quando há acasalamento, cópula e o zigoto se forma, mas o embrião não se desenvolve, ou O híbrido é estéril.

Zigoto não se forma = inviabilidade Hibrido não reproduz = esterilidade

(87)

EXERCÍCIO – ISOLAMENTO REPRODUTIVO

•Considerando-se que o animal zebralo pudesse, hipoteticamente, produzir descendentes férteis, que conclusões poderíamos tirar sobre as populações de cavalos e zebras?

•O cruzamento entre cavalo e zebra resultou, entretanto, em um indivíduo estéril. Que tipo de isolamento reprodutivo ocorreu entre estas espécies? Justifique.

Referências

Documentos relacionados

Alguns autores descreveram a síntese e a triagem farmacológica de uma série de derivados halogenados das 4-3H-pirimidinonas, a já citada série da ABPP Figura 9, que dentre todas

A ocorrência de fluorescências com densidades celulares superiores a 100.000cels/ml acompanhadas de valores de clorofila a superiores a 10µg/ml detetadas, permitem indicar a

Este tipo de lecturas supone revisar la configuración temporal asociada tanto con el futuro perifrástico como al futuro simple en combinación con verbos modales, a los efectos de

«3. As substâncias referidas no n.º 2, alínea b), não podem migrar para os alimentos ou os simuladores alimentares, em conformidade com o artigo 11.º, n.º 4. O limite de

A comprehensive search strategy was used: (Laryngeal Gran- ulomas or Laryngeal Granuloma or Granuloma of Larynx or Larynx Granuloma or Larynx Granulomas or Vocal Folds Gran- uloma

desenhar, pintar ou construir constitui um processo complexo em que a criança reúne diversos elementos de sua experiência, para formar um novo e significativo todo.

Usuários com vínculo formal com a UFSC podem utilizar o LAMEB na observância de suas normas e do treinamento no uso dos equipamentos. Usuários sem vínculo com a UFSC

(D) Marcelo, você demorou mais do que cinco segundos que é o tempo máximo permitido para que aconteça a cobrança do lateral no futsal pelas regras da Confederação Brasileira