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INTERESSE GERAL DA INDÚSTRIA

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Academic year: 2021

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INTERESSE GERAL DA INDÚSTRIA

Inclusão no RDC dos contratos de ações no âmbito da Petrobrás

PL 03469/2015 do deputado Carlos Marun (PMDB/MS)

3

Destinação mínima de recursos de Fundos Constitucionais de Financiamento para

investimentos em MPE

PL 03446/2015 do deputado Marcos Abrão (PPS/GO)

3

Acesso às declarações de rendimentos e de bens dos administradores de instituições que

estão sujeitas ao controle do TCU

PL 03449/2015 do deputado Alfredo Nascimento (PR/AM)

3

Limitação para movimentação da conta do FGTS em caso de doença grave

PLS 00703/2015 do senador Romário (PSB/RJ)

4

Determinação de taxa máxima de juros a ser praticada por instituições financeiras

PEC 00160/2015 da deputada Zenaide Maia (PR/RN)

4

Elevação da adição obrigatória de biodiesel ao óleo diesel comercializado com o

consumidor final

PLS 00706/2015 do senador Cristovam Buarque (PDT/DF)

4

Sustação da Portaria que estabelece cobrança pelo uso do espaço físico para fins portuários

PDS 00382/2015 da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal

5

Instituição da Contribuição Social sobre Créditos não Tributados (CCNT)

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Acompanhe o dia a dia dos projetos no

LEGISDATA

Prazo para cumprimento das obrigações acessórias

PLP 00184/2015 do deputado Fabricio Oliveira (PSB/SC)

6

Aplicação de advertência precedente à multa em caso de descumprimento de apresentação

de livro contábil

PL 03484/2015 do deputado Fabricio Oliveira (PSB/SC)

6

Instituição do parcelamento ordinário de débitos tributários

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3

INTERESSE GERAL DA INDÚSTRIA

REGULAMENTAÇÃO DA ECONOMIA

DIREITO DE PROPRIEDADE E CONTRATOS

Inclusão no RDC dos contratos de ações no âmbito da Petrobrás

PL 03469/2015 do deputado Carlos Marun (PMDB/MS), que “Revoga o Decreto No. 2.745/1998 que

Regulamenta o Procedimento Licitatório Simplificado da Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRÁS, insere o inciso VIII, no Art. 1º da Lei No. 12.462/2011 e determina os procedimentos licitatórios da PETROBRÁS”.

Revoga o Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Petróleo Brasileiro S.A. e inclui os contratos no Regime Diferenciado de Contratações Públicas - RDC.

MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

Destinação mínima de recursos de Fundos Constitucionais de Financiamento para investimentos

em MPE

PL 03446/2015 do deputado Marcos Abrão (PPS/GO), que “Altera a Lei nº 7.827, de 1989, para estabelecer limite

mínimo de aplicação dos recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento para as atividades de micro e pequenas empresas”.

Determina que os Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste aplicarão pelo menos 20% do total de seus recursos nas atividades produtivas de micro e pequenos produtores rurais e micro e pequenas empresas.

QUESTÕES INSTITUCIONAIS

Acesso às declarações de rendimentos e de bens dos administradores de instituições que estão

sujeitas ao controle do TCU

PL 03449/2015 do deputado Alfredo Nascimento (PR/AM), que “Altera o artigo 4º da Lei no 8.730, de 10 de

novembro de 1993, para estabelecer que as declarações de bens exigidas nas prestações de contas ao Tribunal de Contas da União sejam disponibilizadas mediante acesso aos dados informatizados disponíveis na autoridade tributária”.

Os administradores ou responsáveis por bens e valores públicos da administração direta, indireta e fundacional de qualquer dos Poderes da União, assim como toda a pessoa que por força da lei, estiver sujeita à prestação de contas do Tribunal de Contas da União, são obrigados a juntar, à documentação correspondente, autorização expressa para o acesso do Tribunal às declarações de rendimentos e de bens, relativa ao período-base da gestão. Atualmente, somente é exigida a juntada de uma cópia da declaração de rendimentos e de bens.

Com base na autorização, o TCU poderá requisitar à autoridade tributária responsável pela custódia das informações relativas às declarações de rendimentos e de bens: a) o acesso informatizado à totalidade dos dados da respectiva declaração do agente público que subscrever a autorização; b) em situações excepcionais, mediante solicitação motivada, o acesso às cópias documentais dos mesmos dados. Os extratos impressos das declarações acessadas constituirão elemento hábil à instrução dos respectivos processos de controle que vierem a ser instaurados.

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rendimentos e de bens deverão regulamentar a matéria no prazo máximo de seis meses a contar da data de vigência da lei.

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA

FGTS

Limitação para movimentação da conta do FGTS em caso de doença grave

PLS 00703/2015 do senador Romário (PSB/RJ), que “Altera a Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, que dispõe

sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, e dá outras providências, para conceder ao trabalhador o benefício de saque dos valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) quando ele ou qualquer de seus dependentes for acometido por doença ou condição enquadrada nas categorias elencadas”.

Altera as normas do FGTS para delimitar a movimentação da conta vinculada nas hipóteses de doença grave ou em estágio terminal do trabalhador ou de qualquer de seus dependentes.

Permite a movimentação apenas diante das seguintes doenças: a) grave ou incapacitante; b) enquadrada como doença rara na legislação vigente; c) que acarrete a necessidade permanente de assistência à saúde e demande o uso de medicamento ou tecnologia de apoio médico de alto custo ou o atendimento regular por diferentes profissionais de saúde ou o apoio diário de cuidadores; d) presente em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e da Previdência Social, ou na relação das doenças que ensejam a isenção do Imposto de Renda de Pessoa Física.

CUSTO DE FINANCIAMENTO

Determinação de taxa máxima de juros a ser praticada por instituições financeiras

PEC 00160/2015 da deputada Zenaide Maia (PR/RN), que “Acrescenta o § 4º ao art. 192 da Constituição Federal,

para estabelecer limite às taxas juros”.

Determina que as taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras em suas operações de crédito de qualquer natureza não poderão exceder o limite de três vezes a taxa básica de juros estabelecida pelo Banco Central.

INFRAESTRUTURA

Elevação da adição obrigatória de biodiesel ao óleo diesel comercializado com o consumidor final

PLS 00706/2015 do senador Cristovam Buarque (PDT/DF), que “Altera a Lei nº 13.033, de 24 de setembro de

2014, para instituir a adoção da adição obrigatória de até 30% de biodiesel ao óleo diesel comercializado com o consumidor final até o ano 2040”.

Altera a norma sobre o adicional obrigatório de biodiesel ao óleo diesel comercializado com o consumidor final, para aumentar os percentuais de adição em todo território nacional, medidos em volume, da seguinte forma: a) 7,5%, a partir de 1º de janeiro de 2016; b) 8%, a partir de 1º de janeiro de 2017; c) 8,5%, a partir de 1º de janeiro de 2018; d) 9%, a partir de 1º de janeiro de 2019; e) acréscimo de 1% ao ano, de 1º de janeiro de 2020 a 1º janeiro de 2040.

Portanto, será adotado a adição obrigatória de até 30% de biodiesel ao óleo diesel comercializado com o consumidor final até o ano 2040.

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Sustação da Portaria que estabelece cobrança pelo uso do espaço físico para fins portuários

PDS 00382/2015 da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal, que “Susta a Portaria nº 404,

de 28 de dezembro de 2012, da Secretaria do Patrimônio da União”.

Susta a Portaria nº 404 da Secretaria do Patrimônio da União que estabelece normas e procedimentos para a cobrança da cessão pelo uso de espaço físico em águas públicas da União para fins de exploração de atividade portuária privada.

SISTEMA TRIBUTÁRIO

CARGA TRIBUTÁRIA, CRIAÇÃO DE TRIBUTOS E VINCULAÇÃO DE RECEITAS

Instituição da Contribuição Social sobre Créditos não Tributados (CCNT)

PLS-C 00710/2015 do senador Roberto Requião (PMDB/PR), que “Institui a Contribuição Social sobre Créditos

não Tributados - CCNT”.

Institui a Contribuição Social sobre Créditos não Tributados (CCNT), que incide, com alíquota de 10%, sobre o total de créditos depositados nas contas bancárias de cada pessoa jurídica, deduzidos desses créditos os valores que estejam devidamente contabilizados e tributados.

Operações não tributadas - ficam excluídos da incidência do tributo os créditos decorrentes: a) de lançamentos

errados e seu respectivo estorno; b) de devolução de cheques; c) dos lançamentos a crédito em conta especial destinada ao registro e controle do fluxo de recursos, aberta exclusivamente para pagamento de pessoal na forma regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional; d) dos lançamentos a crédito provenientes de contas de mesma titularidade; e) das operações e os contratos de compra e venda de ações, em contas abertas exclusivamente para essa finalidade; f) de lançamentos nas contas de depósitos judiciais e de depósitos em consignação em pagamento; g) de lançamento a crédito, por instituição financeira, em contas correntes que apresentem saldo negativo, até o limite de valor da redução do saldo devedor.

Sujeitos não tributados - a Contribuição não incidirá sobre: a) União, Estados, Distrito Federal, Municípios, suas

autarquias e fundações; b) as pessoas naturais por lei registradas no CNPJ, mas que sejam tributadas para efeito de imposto de renda como pessoas físicas, inclusive os candidatos a cargos públicos eletivos; c) as instituições que compõem o sistema financeiro nacional; d) as missões diplomáticas; e) as repartições consulares de carreira; f) as representações de organismos internacionais e regionais de caráter permanente, de que o Brasil seja membro; g) as entidades beneficentes de assistência social; h) os fundos e provisões de plano de benefício de caráter previdenciário; i) as entidades de previdência complementar.

Faculdade do Executivo - fica facultado ao Poder Executivo: a) alterar a alíquota para 20%, com vistas a ampliar a

arrecadação; b) proceder a lançamento com base em receitas presumidas, na falta ou insuficiência de informações e dados; c) abrir processo fiscal para verificar possível ocorrência do fato gerador, por meio de conta bancária de pessoa física, devendo, para tanto, as instituições financeiras realizarem as comunicações necessárias para que a Receita Federal tenha conhecimento dos fatos.

Medidas de combate à sonegação - são medidas de combate a sonegação, previstas no projeto: a) limitar o

instituto do endosso de cheque a uma única vez e desde que não haja redução do imposto devido; b) considerar a omissão ou a falsificação de informações exigidas na lei como crime de sonegação fiscal.

Arrecadação - os recursos decorrentes da CCNT serão distribuídos da seguinte forma: a) 40% à seguridade social, sendo metade para a saúde; b) 30% aos Estados; c) 30% aos Municípios, ambos para gastos com a saúde.

Depósito das receitas em conta bancária - as pessoas jurídicas ficam obrigadas a depositar todas as receitas em

contas bancárias, exceto as sediadas em municípios em que não haja agência bancária, posto dos correios ou agência lotérica.

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OBRIGAÇÕES, MULTAS E ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIAS

Prazo para cumprimento das obrigações acessórias

PLP 00184/2015 do deputado Fabricio Oliveira (PSB/SC), que “Modifica a Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966

- Código Tributário Nacional, para dispor sobre anterioridade mínima de exigibilidade na implementação de obrigações acessórias”.

Altera o Código Tributário Nacional (CTN) para estabelecer que a obrigação acessória somente será exigível seis meses após a publicação do ato que a instituir. Nos seis meses posteriores, somente será aplicada penalidade pecuniária pelo descumprimento da obrigação acessória após a aplicação de advertência, salvo nos casos de dolo, fraude ou simulação.

Aplicação de advertência precedente à multa em caso de descumprimento de apresentação de livro

contábil

PL 03484/2015 do deputado Fabricio Oliveira (PSB/SC), que “Modifica o Decreto-lei nº 1.598, de 26 de

dezembro de 1977, para dispor sobre a sanção de advertência”.

Serão precedidas de advertência as multas pela não apresentação do livro de apuração do lucro real ou apresentação de livros contendo inexatidões, incorreções ou omissões.

Ficam ressalvadas as hipóteses de dolo, fraude ou simulação, que serão penalizadas com multa ainda que na primeira infração.

Instituição do parcelamento ordinário de débitos tributários

PL 03487/2015 do deputado Odelmo Leão (PP/MG), que “Altera a legislação tributária federal relativa ao

parcelamento ordinário de débitos tributários; concede remissão nos casos em que especifica; e dá outras providências”.

Institui parcelamento especial de dívidas tributárias administradas pela Receita Federal e de débitos com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Poderão ser incluídos o saldo remanescente dos débitos consolidados nos programas de financiamento existentes bem como os débitos decorrentes do aproveitamento indevido de créditos do IPI, oriundos da aquisição de matérias-primas, material de embalagem e produtos intermediários relacionados na TIPI, com incidência de alíquota zero ou como não-tributados.

Do parcelamento - o parcelamento será efetuado em até 180 meses, observados os requisitos estabelecidos em

ato conjunto do Procurador-Geral da Fazenda Nacional e do Secretário da Receita Federal do Brasil. Os débitos que não foram objeto de parcelamentos anteriores poderão ser pagos ou parcelados da seguinte forma:

a) à vista, com redução de 100% das multas de mora e de ofício, de 40% das multas isoladas, de 45% dos juros de mora e de 100% sobre o valor do encargo legal;

b) parcelados em até 30 prestações mensais, com redução de 90% das multas de mora e de ofício, de 35% das multas isoladas, de 40% dos juros de mora e de 100% sobre o valor do encargo legal;

c) parcelados em até 60 prestações mensais, com redução de 80% das multas de mora e de ofício, de 30% das multas isoladas, de 35% dos juros de mora e de 100% sobre o valor do encargo legal;

d) parcelados em até 120 prestações mensais, com redução de 70% das multas de mora e de ofício, de 25% das multas isoladas, de 30% dos juros de mora e de 100% sobre o valor do encargo legal;

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multas isoladas, de 25% dos juros de mora e de 100% (cem por cento) sobre o valor do encargo legal.

Utilização de prejuízos fiscais - as empresas poderão liquidar os valores correspondentes a multa, de mora ou de

ofício, e a juros moratórios, inclusive as relativas a débitos inscritos em dívida ativa, com a utilização de prejuízo fiscal, até o limite de 25%, e de base de cálculo negativa da CSLL, até o limite de 9%.

Rescisão do parcelamento - a recisão ocorrerá na hipótese de três parcelas inadimplidas, consecutivas ou não,

após comunicação ao sujeito passivo. As parcelas pagas com até 30 dias de atraso não configurarão inadimplência.

Pagamento ou Parcelamento de Dívidas Decorrentes de Aproveitamento Indevido de Créditos de IPI -

poderão ser pagos ou parcelados os débitos de pessoas jurídicas, junto à SRFB e à PGFN, decorrentes do aproveitamento indevido de créditos do IPI, oriundos da aquisição de matérias-primas, material de embalagem e produtos intermediários relacionados na TIPI, com incidência de alíquota zero ou não tributados. O valor mínimo de cada prestação não poderá ser inferior a R$ 2.000,00.

A opção pela modalidade de parcelamentos ocorrerá mediante: a) antecipação de 5% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser menor ou igual a R$ 1.000.000,00; b) antecipação de 10% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser maior que R$ 1.000.000,00 e menor ou igual a R$ 10.000.000,00; c) antecipação de 15% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser maior que R$ 10.000.000,00 e menor ou igual a R$ 20.000.000,00; e d) antecipação de 20% do montante da dívida objeto do parcelamento, após aplicadas as reduções, na hipótese de o valor total da dívida ser maior que R$ 20.000.000,00.

REFIS ou outros programas de parcelamentos - no caso de débitos que tenham sido objeto do REFIS,

observar-se-á o seguinte: a) serão restabelecidos, à data da solicitação do novo parcelamento, os valores correspondentes ao crédito originalmente confessado e seus respectivos acréscimos legais, de acordo com a legislação aplicável em cada caso, consolidado à época do parcelamento anterior; b) computadas as parcelas pagas, atualizadas pelos critérios aplicados aos débitos, até a data da solicitação do novo parcelamento, o pagamento ou parcelamento do saldo que houver poderá ser liquidado pelo contribuinte; e c) a opção pelo pagamento ou novo parcelamento importará desistência compulsória e definitiva do programa de parcelamento anterior ou do REFIS.

Serão observadas as seguintes reduções: a) os débitos anteriormente incluídos no Refis terão redução de 40% das multas de mora e de ofício, de 40% das multas isoladas, de 25% dos juros de mora e de 100% sobre o valor do encargo legal; b) os débitos anteriormente incluídos nos parcelamentos ordinários ou especiais, terão redução de 100% das multas de mora e de ofício, de 40% das multas isoladas, de 40% dos juros de mora e de 100% sobre o valor do encargo legal.

INFORME LEGISLATIVO | Publicação Semanal da Confederação Nacional da Indústria - Unidade de Assuntos

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