sobre as
As
Título original: Le Più Belle Barzellette in Vacanza Autor do texto: Geronimo Stilton
Segundo uma ideia original de Elisabetta Dami Projeto gráfico da capa: Cecilia Flegenheimer Ilustrações: Arquivo Piemme
Grafismos: Chiara Cebraro com a colaboração de Daria Colombo
Copyright © 2014 Edizioni PIEMME S.p.A. – Palazzo Mondadori, Via Mondadori, 1, 20090 Segrate, Italia
International Rights © Atlantyca S.p.A., Via Leopardi, 8 – 20123 Milano, Italia [email protected] – www.atlantyca.com
Tradução © Editorial Presença, Lisboa, 2016 Tradução: Carlos Grifo Babo
Revisão: Maria João Carmona/Editorial Presença Composição: Ana Seromenho
Impressão e acabamento: Multitipo – Artes Gráficas, Lda. Depósito legal n.º 407 597/16
1.ª edição, Lisboa, junho, 2016 Reservados todos os direitos
para a língua portuguesa (exceto Brasil) à EDITORIAL PRESENÇA
Estrada das Palmeiras, 59 Queluz de Baixo
2730-132 Barcarena [email protected] www.presenca.pt
Copyright e licença exclusiva de nomes, personagens e símbolos de «Geronimo Stilton» © Atlantyca S.p.A. Todos os direitos reservados. Direito moral do autor certificado. Nenhuma parte deste livro poderá ser reproduzida sob qualquer forma ou meio, eletrónico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou armazenamento de informação, sem o consentimento prévio, por escrito, do proprietário. Para mais informações contactar Atlantyca S.p.A., Itália, Via Leopardi, 8, 20123 Milano – Italy. [email protected].
www.geronimostilton.com
Stilton é o nome de um famoso queijo inglês. É uma marca registada da Associação de Fabricantes de Queijo Stilton. Para mais informações, visita o site www.stiltoncheese.com
3
Férias...
são férias!
Era um dia de verão muito,
muuuuuuito
quente e eu estava a escrever um artigo sobre a Feira do Queijo, que acabara de ser inaugurada pelo presidente da Câmara de Ratázia. De repente, a porta do meu escritório escancarou-se. Era o Benjamim, o meuquerido
sobrinhito!Oh, desculpem, ainda não me apresentei! O meu nome é Stilton, Geronimo Stilton, e dirijo o Diário dos
Roedores, o jornal mais famoso da Ilha dos Ratos.
Ora então… dizia eu… estava a
escrever
o tal artigo sobre a Feira do Queijo, quandoapareceu o Benjamim com um gelado enorme e exclamou:
− Tio, tiozinho, aonde me vais levar nas
férias?
− Férias??? − exclamei eu, surpreendido. − Mas ainda não é a altura de ir de férias. Quando é que acabam as aulas?
− Mas, tio, já acabaram há um bom bocado. Estamos em agosto!
4
−
NAAAÃO…
Já em agosto??? Tens a certeza? ACERTEZA
CERTEZINHA?
− Certezíssima, tio!
O meu sobrinho tinha razão: nos últimos tempos, eu tinha trabalhado tanto que o tempo
voara
e nem me dera conta de que já tinha chegado a altura de ir para férias!Tentei mostrar-me à vontade e perguntei ao Benjamim: − E para onde gostavas tu de ir de férias?
− Para onde quer que prefiras, tio. Por mim basta-me
partir
...
É bom que vos diga que eu sou um senhor, ou melhor,
um roedor muito tranquilo. Não gosto de viajar e o sí-
tio de que mais gosto é a minha casa. Mas, para fazer feliz o meu sobrinhito, iria até ao fim do
mundo
, de maneira que exclamei:− Está bem, Benjamim, vai fa- zer a mala que no resto penso eu. Partimos amanhã!
− Obrigado, tio! Fixe!!! − disse ele, todo contente.
Assim que o Benjamim saiu, voltei a trabalhar no meu arti- go. Tinha de acabá-lo depressa, para ir a
CORRER
à agên- cia marcar as férias!5
Mas nem tive tempo de tocar no teclado, porque a porta se escancarou outra vez.
PTUUUNC!!!
Era o meu primo Esparrela. Trazia debaixo do braço uma prancha de surf, e a tiracolo um saco com tudo o que era preciso para ir à praia.
− Olá, primo! Não me digas que ainda estás a trabalhar! Basta, é altura de par- tir para o
MAR!
Já escolheste a praia?Alugaste o guarda-sol? Quanto ao mergulho, ao surf e ao vólei de praia, não te preocupes. No
equipa-
mento
penso eu!− Praia? Guarda-sol? Equipamento? Ouve, eu tenho é de acabar o meu artigo sobre a Feira do Queijo e, além disso, prometi ao Benjamim levá-lo de férias. Mas estava a pensar em qualquer coisa para descontrair… Nesse momento, entrou também a minha irmã Tea. − Olá, maninho! Mas o que estás
tu a fazer no
e scritório
em agosto? Já devias estar de férias! És preguiçoso demais para te orga- nizares? Deixa que eu trato disso! Podemos partir para uma viagem deaventura
. Aliás, sabes6
o que te digo? Vou já telefonar para a companhia aérea e marcar o voo!
Mas
porquê,
porquê,
porquê
esta- vam todos a atormentar-me com a história das férias? Em primeiro lugar, o que eu queria era acabar o meu artigo sobre a Feira do Queeeeeijo!!!Mas não havia nada a fazer. Tive de me render e des- ligar o computador. Depois, tentei escolher com a Tea e o Esparrela um
destino
que conviesse a todos. Ao cabo de uma discussão interminável, lá decidimos que, no dia seguinte, a Tea nos meteria no automóvel dela e decidiríamos o itinerário já na estrada.Nessa noite meti numa
mala
um pouco de tudo: roupa, creme de proteção solar, camisolão de lã, botas para caminhada, alguns livros, uns binóculos…Antes de me deitar,
telefonei
ao Benjamim a explicar o que tínhamos combinado.− Mas, tio − interrompeu-me ele −, vamos passar horas e horas no carro…
Vai ser tão aborrecido!...
E foi nesse momento, nesse preciso momento, que tive uma ideia extrarrática:
− E que me dizes, Benjamim, de levarmos connosco o meu último e extrarrático
livro
de anedotas e piadas?7
E assim começámos umas férias que foram realmente inesquecíveis, talvez das mais
divertidas
que alguma vez fizemos. E sabem porquê? Porque rir com companhia nos põe de bom humor e, quando estamosalegres,
tudo se torna mais fácil…Se também gostam de rir, voltem a folha e descubram as piadas mais divertidas sobre as férias.
8
sobre as
As
9
PREVISÃO DO TEMPO
Dois amigos estão de férias numa cabana perdida na montanha e preparam-se para dar um passeio.
O guia local vai ter com eles e diz:
− Não vale a pena prepararem-se para amanhã. Vai cho- ver imenso.
E, no dia seguinte, chove mesmo.
Alguns dias depois, o guia vai de novo ter com os dois turistas e afirma:
− Não vale a pena prepararem-se para amanhã. Vai ha- ver uma tempestade de neve.
E, no dia seguinte, há mesmo uma tempestade de neve. Os dois amigos ficam admiradíssimos.
Depois, durante alguns dias, o guia não anuncia nada. Na véspera dum passeio muito difícil, os dois amigos vão ter com ele e dizem-lhe:
− Estamos nas suas mãos. Amanhã vamos fazer uma ca- minhada realmente difícil. Como é que vai estar o tempo? O guia abana a cabeça.
10
RATOS NO TEATRO
Dois ratos em férias decidem ir à estreia dum grande espetáculo musical. Assim que se aproximam do teatro, um deles pergunta ao outro:
− Então? Entramos ou quê?
O amigo olha para ele com estranheza e responde: − Nem pensar!
− Mas porquê?
− Não sabes inglês? Não vês que a peça se chama CATS,
que significa «gatos» em inglês?
ESPÍRITO DE CARANGUEJO
Um caranguejo vê passar uma carangueja muito bonita e, querendo armar-se em engraçado, diz-lhe:
− Olá, linda caranguejola!
OPORTUNIDADE…
Entre vizinhos de guarda-sol numa praia, um diz para o outro:
− Você consegue nadar? − Depende…
− Depende? Mas depende do quê? − De eu estar dentro de água!
11
À HORA EM PONTO
Um turista de viagem pelo México perde o relógio. Vai dar um passeio, mas tem medo de não voltar a tem-po para o jantar. Debaixo de uma árvore, num camtem-po, encontra um mexicano a dormir debaixo do seu sombre-ro, enquanto o burro que lhe pertence pasta por perto. − Desculpe − diz-lhe o turista −, pode dizer-me as horas? O mexicano entreabre os olhos, tira o sombrero, levanta a cauda do burro e responde:
− São três e vinte e cinco em ponto!
No dia seguinte, o turista compra um relógio, mas, curioso, volta a aproximar-se do mexicano.
− Desculpe, podia dizer-me as horas?
De novo o mexicano entreabre os olhos, tira o som brero, levanta a cauda do burro e diz:
− São quatro menos dez em ponto! O turista confirma-o no seu relógio. − Perfeito!
Depois de dar uma volta, torna a passar pelo mexicano e a perguntar-lhe as horas. Este entreabre os olhos, tira o sombrero, levanta a cauda do burro e afirma:
− Cinco e trinta e dois em ponto!
− É incrível! − exclama o turista. − Para saber que horas são basta-lhe levantar a cauda do seu burro?
− Não é isso − replica o mexicano. − É que, quando a
12
A PLANTA
Duas ratazanas patetas viajam até uma cidade para visi- tarem um palácio. É um edifício muito antigo, com muitos salões e corredores onde elas nunca estiveram e onde facilmente se poderão perder.
− Espera aqui por mim. Tive uma ideia − diz uma delas. Daí a pouco volta, muito sorridente.
− O que vais fazer com essas flores? − pergunta-lhe a outra, muito espantada.
− É que, como não conhecemos este palácio, fui arran-
jar uma planta!
IGUALDADE?
Uma figueira-da-índia que cresce perto do mar diz à sua vizinha:
− É bem verdade que os turistas são todos iguais… − Porque dizes isso?
− Venham de que país vierem, falam todos a mesma língua!
− A sério? E que língua é essa?
− Ora, quando se chegam a mim, dizem sempre «Ai, ai, ai!».
13
SAFARI
Dois amigos estão de férias em África e, durante um safari, deparam-se com um leão.
Um deles tenta tirar-lhe uma fotografia, mas desequi- libra-se e vira a câmara para outro lado. Volta-se então para o amigo e comenta:
− Saiu mal!
O amigo, que tinha entretanto visto o leão a aproximar- -se, já vai a fugir e grita-lhe:
− Olha que se não foges quem se sai mal és tu!
HÁ NADAR E NADAR…
Num navio de cruzeiro, alguns passageiros estão a nadar na piscina.
A certa altura, da ponte acima deles, grita-lhes o co- mandante:
− Força, valentes, continuem a nadar… que o navio está
14
HELP!
Um rato inglês, de férias numa praia, lança-se à água para tomar um belo banho.
Mas, de repente, sente uma cãibra e mal consegue boiar. Então, começa a agitar os braços e a gritar:
− Help! Help!
Duas ratazanas patetas, que estão a comer uma sanduí- che sentadas numa toalha, olham-no com indiferença. A certa altura, diz uma para a outra:
− Olha para aquele! Tinha feito melhor em aprender a nadar, em vez de estudar línguas!
CINTO DE SEGURANÇA
Uma ratazana pateta, ao voltar de férias, desembarca no aeroporto e apanha um táxi.
Entra para o banco de trás e diz ao motorista:
− Olhe que o passageiro que vai sentado ao seu lado não pôs o cinto de segurança. É ilegal. Se ele não puser o cinto, vejo-me obrigada a chamar a polícia!
O motorista, contrariado, volta-se para ela e explica calmamente:
− Não é um passageiro. É o urso de peluche da minha filha!
15
BARCO DE BORRACHA
O Joãozinho vai ter com o pai e diz-lhe:− Paizinho, este ano não vamos poder ir de férias para a praia com o barco de borracha!
− Porquê?
− Porque, de tanto andarmos para a frente e para trás, de certeza que… apagámos o mar!
MOCHILAS
As já nossas conhecidas ratazanas patetas encontram-se quando estão a passar férias na montanha e uma per-gunta à outra:
− Lembras-te das duas mochilas que encontrámos quan- do caminhávamos na semana passada? Na que eu abri havia cinco euros e gastei-os todos a mandar postais aos meus amigos. Mas o que é que havia na que tu abriste? − 100 euros de faturas para pagar.
− E o que é que lhes fizeste? − Estou a pagá-las aos poucos!