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RELATÓRIO TRIMESTRAL DE INVESTIMENTOS
APLICAÇÕES FINANCEIRAS SOB GESTÃO DO IPMC
01/01/2016 A 31/03/2016
1 - O Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba – IPMC, apresenta o Relatório de Investimentos referente ao primeiro trimestre de 2016, atendendo ao determinado no artigo 3º V, da Portaria nº 519 de 2011 do Ministério da Previdência Social e ao dispositivo 10.1 da Política de Investimentos do IPMC.
O Instituto conta com o Comitê de Investimentos, o qual busca aplicar os recursos financeiros em operações com segurança, liquidez e rentabilidade. Todas as decisões sobre investimentos são deliberadas em reuniões do Comitê, as quais são devidamente registradas em atas. Mensalmente é publicado no Portal/IPMC, resumo da posição da Carteira de Investimentos do Instituto e as APR – Autorização de Aplicação e Resgate, onde constam as informações sobre as movimentações dos recursos. A divulgação das informações é um importante instrumento utilizado pela Diretoria para a transparência na gestão dos recursos do Instituto.
Seguindo as diretrizes supracitadas, as aplicações dos recursos financeiros geridos pelo IPMC foram concentradas em Renda Fixa (98,71%) e em Renda Variável (1,29%).
Destaque-se que a Meta Atuarial (INPC + 6% ao ano) no período de jan/mar 2016 foi de 4,44 e que a Carteira de Investimentos do IPMC apresentou uma rentabilidade de 6,90, ou seja, um desempenho de 156% da Meta Atuarial.
2/13 1 http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/os-melhores-e-piores-investimentos-de-marco acesso em 20/04/2016 Mês Carteira IPMC Meta Atuarial
(INPC + 6% a.a) % Atingido da Meta
Janeiro 1,8413 2,00 92%
Fevereiro 1,6202 1,44 100%
Março 3,2966 0,93 156%
Acumulado no ano 6,90 4,44 156%
2 – O IPMC ao longo do primeiro trimestre de 2016 apresentou variação financeira positiva na ordem de R$ 114.340.340,61 (Cento e quatorze milhões, trezentos e quarenta mil, trezentos e quarenta reais e sessenta e um centavos) decorrentes de recursos previdenciários.
2.1 Os recursos da taxa de administração obtiveram, no mesmo período, rentabilidade financeira na ordem de R$ 98.003,04 (Noventa e oito mil, três reais e quatro centavos).
3 – O saldo em aplicações financeiras dos recursos previdenciários, em 31/03/2016 totalizava a quantia de R$ 1.800.298.103,99 (Hum bilhão, oitocentos milhões, duzentos e noventa e oito mil, cento e três reais e noventa e nove centavos)). Valores já acrescidos das rentabilidades das aplicações no mercado financeiro, dos valores recebidos de aluguéis, Comprev, Lei 12821/08 e das contribuições patronais e dos servidores, deduzidas as despesas com folha de pagamento dos aposentados, pensionistas, auxílio-doença, salário- maternidade e salário-família.
3.1 O total de recursos da taxa de administração em aplicações financeiras totalizaram, em 31/03/2016, o valor de R$ 1.728.044,01 (Hum milhão, setecentos e vinte e oito mil, quarenta e quatro reais e um centavo).
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4 - Investimentos dos Recursos por Instituição Financeira – Posição de 31/03/2016
4.1 Recursos Previdenciários
Recursos por Instituição Investimentos Rec Prev
% Banco do Brasil R$ 437.020.121,13 24,27%
Caixa R$ 394.957.883,28 21,94%
Banco do Brasil Custódia R$ 399.067.188,10 22,17% Bradesco R$ 214.870.207,64 11,94% Santander R$ 195.635.200,39 10,87% Itaú Unibanco R$ 60.524.246,64 3,36% HSBC R$ 53.715.059,04 2,98% Incentivo R$ 23.828.195,65 1,32% SulAmerica R$ 16.068.205,28 0,89% Geração Futuro R$ 2.126.049,71 0,12% Votorantim R$ 1.298.097,77 0,07% BTG Pactual R$ 1.187.649,36 0,07% TOTAL R$ 1.800.298.103,99 100,00%
4.2 Taxa de Administração – Posição de 31/03/2016
Recursos por Instituição Investimentos Tx Adm
% Banco do Brasil R$ 966.297,46 55,92% Caixa R$ 761.746,55 44,08%
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5 - Distribuição da Carteira de Investimentos por Segmento (Recursos previdenciários + Taxa de Administração). Posição de 31/03/2016
Recursos por Benchmark R$ %
CDI R$ 394.161.781,05 21,87% IMA B R$ 357.098.106,78 19,82% IMA B5+ R$ 265.414.403,90 14,73% IMA GERAL R$ 177.731.458,50 9,86% IMA B5 R$ 168.637.267,38 9,36% IRF M R$ 134.011.439,04 7,44% Idka IPCA 2 R$ 136.421.674,80 7,57% IRF M1 R$ 91.891.845,05 5,10% IMA GERAL Ex C R$ 52.132.412,21 2,89% IGC R$ 8.270.898,55 0,46% IBOVESPA R$ 5.487.458,73 0,30% IDIV R$ 2.795.308,12 0,16% Setorial R$ 2.685.327,47 0,15% ICON R$ 2.188.246,75 0,12% Valor R$ 1.800.421,90 0,10% Disponibilidades R$ - - Depósito Judicial R$ 1.469.215,77 0,08% IRF M1+ R$ 1.298.097,77 0,07% TOTAL R$ 1.803.495.363,77 100,08%
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6- Distribuição da Carteira por fundos de investimento – Renda Fixa – Posição de 31/03/2016
Fundo Benchmark Saldo
Retorno No Mês No Ano 12 meses Renda Fixa
BB IRF-M TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA
PREVIDENCIÁRIO IRF M R$ 134.011.439,04 3,38% 7,87% 13,40%
Renda
Fixa CAIXA NOVO BRASIL IMA-B FIC RENDA FIXA LP IMA B R$ 96.600.380,67 5,23% 9,26% 15,37% Renda
Fixa
CAIXA BRASIL IMA-GERAL TÍTULOS PÚBLICOS FI
RENDA FIXA LP IMA GERAL R$ 92.521.724,36 3,34% 7,10% 14,12%
Renda Fixa
BRADESCO INSTITUCIONAL IMA-GERAL FIC
RENDA FIXA IMA GERAL R$ 85.209.734,14 3,31% 7,07% 14,46%
Renda
Fixa BB PERFIL FIC RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CDI R$ 126.645.635,96 1,11% 3,16% 13,93% Renda
Fixa
BB IDKA 2 TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA
PREVIDENCIÁRIO Idka IPCA 2 R$ 68.262.368,10 0,53% 4,93% 16,29%
Renda Fixa
CAIXA BRASIL IDKA IPCA 2A TÍTULOS PÚBLICOS
FI RENDA FIXA LP Idka IPCA 2 R$ 68.159.306,70 0,62% 4,92% 16,44%
Renda Fixa
SANTANDER IMA-B INSTITUCIONAL TÍTULOS
PÚBLICOS FIC RENDA FIXA LP IMA B R$ 62.070.488,06 5,32% 9,73% 16,39% Renda
Fixa
BRADESCO INSTITUCIONAL IMA-B FIC RENDA
FIXA IMA B R$ 58.802.971,86 5,08% 9,26% 15,86%
Renda
Fixa HSBC FI REFERENCIADO DI LP CDI R$ 53.715.059,04 1,15% 3,26% 13,95% Renda
Fixa
CAIXA BRASIL IMA-B TÍTULOS PÚBLICOS FI
RENDA FIXA LP IMA B R$ 54.303.790,35 5,31% 9,62% 14,80%
Renda Fixa
BB IMA-GERAL EX-C TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO
IMA GERAL Ex
C R$ 52.132.412,21 3,38% 7,12% 14,30% Renda
Fixa BRADESCO PREMIUM FI REFERENCIADO DI CDI R$ 45.468.942,77 1,15% 3,23% 13,87% Renda
Fixa
CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FI
RENDA FIXA IRF M1 R$ 41.548.993,59 1,23% 4,00% 14,35%
Renda
Fixa SANTANDER CORPORATE FIC REFERENCIADO DI CDI R$ 95.556.989,60 1,14% 3,21% 13,89% Renda
Fixa
SANTANDER IMA-B 5 TÍTULOS PUBLICOS FIC
RENDA FIXA IMA B5 R$ 31.073.843,18 0,74% 5,30% 16,45%
Renda Fixa
BB IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FIC RENDA FIXA
PREVIDENCIÁRIO IRF M1 R$ 28.415.188,03 1,21% 3,99% 14,23%
Renda
Fixa ITAÚ INSTITUCIONAL INFLAÇÃO FIC RENDA FIXA IMA B R$ 26.405.596,24 5,26% 9,61% 15,99% Renda
Fixa
CAIXA BRASIL IMA-B 5 TÍTULOS PÚBLICOS FI
RENDA FIXA LP IMA B5 R$ 25.281.049,35 0,73% 5,24% 16,15%
Renda Fixa
PIATÃ FI RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CRÉDITO
PRIVADO LP CDI R$ 23.828.195,65 0,25% 0,43% 11,51%
Renda Fixa
BRADESCO INSTITUCIONAL IMA-B TÍTULOS
PÚBLICOS FIC RENDA FIXA IMA B R$ 20.748.373,29 5,33% 9,70% 16,03%
Renda
Fixa CAIXA BRASIL FI REFERENCIADO DI LP CDI R$ 16.554.500,71 1,18% 3,25% 13,90% Renda
Fixa
ITAÚ INSTITUCIONAL PRÉ-FIXADO FIC RENDA
FIXA LP IRF M R$ 0,00 3,37% 7,81% 13,22%
Renda
Fixa SUL AMÉRICA INFLATIE FI RENDA FIXA LP IMA B R$ 15.455.432,74 5,59% 10,14% 16,31% Renda
Fixa
BB IMA-B TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA
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Renda
Fixa ITAÚ IMA-B ATIVO FIC RENDA FIXA IMA B R$ 6.717.893,28 5,38% 9,76% 16,30% Renda
Fixa
ITAÚ INSTITUCIONAL FI RENDA FIXA
REFERENCIADO DI CDI R$ 24.540.798,33 1,16% 3,24% 13,93%
Renda
Fixa BB FLUXO FIC RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CDI R$ 2.434.311,00 1,05% 2,98% 12,87% Renda
Fixa
SANTANDER MASTER FI RENDA FIXA CRÉDITO
PRIVADO LP CDI R$ 5.417.347,99 1,16% 3,22% 14,21%
Renda
Fixa VOTORANTIM IRF-M 1+ FIC RENDA FIXA LP IRF M1+ R$ 1.298.097,77 4,90% 10,83% 12,34% Renda
Fixa
CAIXA BRASIL 2016 V TÍTULOS PÚBLICOS FI
RENDA FIXA IMA B R$ 749.884,10 0,91% 0,52%
Renda Fixa
ITAÚ INSTITUCIONAL INFLAÇÃO 5 FIC RENDA
FIXA IMA B5 R$ 557.254,08 0,72% 5,24% 16,14%
TOTAL R$ 1.379.731.298,38
7- Distribuição da Carteira por fundos de investimento – Renda Variável – Posição em 31/03/2016
Fundo Benchmark Saldo Retorno
No Mês No Ano 12 meses
Renda
Variável BB GOVERNANÇA FI AÇÕES PREVIDENCIÁRIO IGC R$ 8.270.898,55 11,85% 11,50% -1,34%
Renda
Variável BRADESCO PLUS IBOVESPA FI AÇÕES IBOVESPA R$ 3.970.927,17 17,07% 15,79% 0,53% Renda
Variável GERAÇÃO FUTURO DIVIDENDOS FI AÇÕES IDIV R$ 2.126.049,71 -6,29% -9,70% -6,73%
Renda Variável
BTG PACTUAL ABSOLUTO INSTITUCIONAL FIC
AÇÕES Valor R$ 1.187.649,36 9,15% 10,35% 6,09%
Renda
Variável BB INFRAESTRUTURA FIC AÇÕES Setorial R$ 1.471.940,50 15,63% 8,08% -2,29%
Renda Variável
SANTANDER IBOVESPA ATIVO
INSTITUCIONAL FI AÇÕES IBOVESPA R$ 1.516.531,56 14,30% 11,99% -2,16%
Renda
Variável ITAÚ INFRA-ESTRUTURA FI AÇÕES Setorial R$ 1.213.386,97 6,90% 10,19% -4,79%
Renda
Variável BB CONSUMO FIC AÇÕES ICON R$ 1.098.929,01 7,02% 6,70% -1,51%
Renda
Variável ITAÚ CONSUMO FI AÇÕES ICON R$ 1.089.317,74 7,30% 7,18% -0,29%
Renda
Variável BRADESCO DIVIDENDOS FI AÇÕES IDIV R$ 669.258,41 12,66% 11,80% -1,73%
Renda
Variável SUL AMÉRICA TOTAL RETURN FI AÇÕES Valor R$ 612.772,54 14,70% 15,75% -3,15%
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8- Distribuição da Carteira por fundos de investimento – Títulos Públicos Federais - Posição em 31/03/2016 TPF Dt de Negociação Tx de Juros Vencimento Valor Atual
Retorno a Mercado Retorno na Curva
No Mês No Ano 12 Meses No Mês No Ano 12 Meses NTN - F 02/08/2007 10,56% 01/01/2017 R$ 8.569.626,74 1,38% -0,19% 1,51% 0,84% 0,84% 10,56% NTN - F 23/11/2007 11,90% 01/01/2017 R$ 3.186.284,05 1,38% -0,19% 1,51% 0,94% 0,94% 11,90% NTN - F 10/03/2008 12,10% 01/01/2017 R$ 4.382.138,77 1,38% -0,19% 1,51% 0,96% 0,96% 12,10% NTN - F 26/08/2008 13,20% 01/01/2017 R$ 5.789.613,87 1,38% -0,19% 1,51% 1,04% 1,04% 13,20% NTN - B 05/05/2015 6,68% 15/05/2019 R$ 21.740.326,34 0,66% 6,55% - 0,97% 3,17% - NTN - B 17/06/2015 6,69% 15/05/2019 R$ 23.036.107,38 0,66% 6,55% - 0,97% 3,18% - NTN - B 30/06/2015 6,70% 15/05/2019 R$ 22.604.180,36 0,66% 6,55% - 0,97% 3,18% - NTN - B 25/08/2015 7,22% 15/05/2019 R$ 32.106.574,66 0,66% 6,55% - 1,02% 3,22% - NTN - B 02/12/2015 7,38% 15/05/2019 R$ 4.607.221,48 0,66% 6,55% - 1,03% 3,23% - NTN - B 02/12/2015 7,38% 15/05/2019 R$ 7.630.710,57 0,66% 6,55% - 1,03% 3,23% - NTN - B 05/05/2015 6,40% 15/05/2023 R$ 21.471.371,44 3,80% 8,96% - 0,95% 3,15% - NTN - B 19/05/2015 6,37% 15/05/2023 R$ 5.085.324,81 3,80% 8,96% - 0,95% 3,15% - NTN - B 19/05/2015 6,37% 15/05/2023 R$ 12.148.275,94 3,80% 8,96% - 0,95% 3,15% - NTN - B 26/03/2014 6,490% 15/05/2023 R$ 12.148.275,94 3,80% 8,96% 7,04% 0,96% 3,16% 16,48% NTN - B 21/05/2014 6,239% 15/05/2023 R$ 6.215.396,99 3,80% 8,96% 7,04% 0,94% 3,14% 16,20% NTN - B 25/03/2015 6,350% 15/05/2023 R$ 28.251.804,52 3,80% 8,96% 7,04% 0,95% 3,15% 16,33% NTN - B 08/04/2015 6,320% 15/05/2023 R$ 11.300.721,81 3,80% 8,96% 7,04% 0,94% 3,15% 16,29% NTN - B 15/07/2000 6,100% 15/08/2024 R$ 4.282.985,53 4,08% 6,45% 7,04% 0,93% 3,13% 16,05% NTN - B 11/12/2013 6,339% 15/08/2030 R$ 13.035.066,22 7,87% 9,81% 5,66% 0,95% 3,15% 16,31% NTN - B 29/01/2014 6,889% 15/08/2030 R$ 53.804.315,89 7,87% 9,81% 5,66% 0,99% 3,19% 16,92% NTN - B 07/05/2014 6,300% 15/08/2030 R$ 3.882.785,68 7,87% 9,81% 5,66% 0,94% 3,14% 16,27% NTN - B 25/02/2015 6,300% 15/05/2035 R$ 62.638.228,26 10,54% 14,98% 4,88% 0,94% 3,14% 16,27% NTN - B 05/05/2015 6,160% 15/05/2035 R$ 16.425.135,41 10,54% 14,98% - 0,93% 3,13% - NTN - B 11/12/2013 6,450% 15/08/2040 R$ 13.101.531,26 11,39% 11,79% 4,18% 0,95% 3,16% 16,44% NTN - B 15/07/2000 6,00% 15/05/2045 R$ 1.623.184,18 11,67% 15,51% 2,61% 0,92% 3,12% 15,94% TOTAL R$ 399.067.188,10
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09– Gestão dos recursos financeiros e previdenciários:
A gestão dos recursos financeiros do IPMC é feita pelo Comitê de Investimentos, composto por 10 membros. As decisões são tomadas em colegiado e devidamente registradas em atas. A partir de 2012, os recursos provenientes dos repasses da Lei 12.821/2008 (Aportes para Cobertura do Déficit Atuarial) são alocados em contas separadas dos demais recursos previdenciários de forma a evidenciar a vinculação para qual foram instituídos, conforme determinação da Portaria nº 746 do Ministério da Previdência Social de 28/12/2011.
10 – Repasses de Recursos Previdenciários 10.1 Lei 12.821/2008 – Posição em 31/03/2016 REPASSES LEI 12821/2008 Meses Valores Jan/16 - Fev/16 - Mar/16 - Total - 10.2 Compensação Previdenciária Competência Valores Jan/16 R$ 1.118.328,77 Fev/16 R$ 1.082.388,28 Mar/16 R$ 1.103.327,52 Total R$ 3.304.044,57
11. Esclarecimentos sobre repasses de recursos
Em janeiro de 2016, a PMC regularizou os repasses referentes às contribuições do 13º salário e do mês de dezembro de 2015. Salientamos que os repasses referentes à Lei 12821/2008 encontram-se pendentes.
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12. Riscos das diversas modalidades nas aplicações dos recursos
A administração de risco tem como objetivo principal a transparência e a busca pela aderência às políticas de investimento e conformidade à legislação. Desta forma, os riscos da carteira de investimentos são monitorados e avaliados pela área financeira do IPMC. A correta mensuração e controle do risco é ponto crucial no processo de gestão de uma carteira de investimentos, uma vez que, em termos gerais, o objetivo do gestor previdenciário é montar uma carteira que proporcione pouca volatilidade (risco) e retorno compatível com a sua meta. 13. Aderência à Política Anual de Investimentos - Posição de 31/03/2016
Enquadramento Valor (R$) Participação
art. 7º I a R$ 399.067.188,10 22,15% art. 7º I b R$ 716.192.066,32 39,74% art.7º II R$ - 0,00% art. 7º III a R$ 269.377.451,01 14,95% art. 7º III b R$ - 0,00% art. 7º IV a R$ 364.916.237,41 20,25% art. 7º IV b R$ - 0,00% art. 7º V a R$ - 0,00% art. 7º V b R$ - 0,00% art. 7º VI R$ - 0,00% art. 7º VII a R$ - 0,00% art. 7º VII b R$ 5.417.347,99 0,30% art. 8º I R$ 5.487.458,73 0,30% art. 8º II R$ - 0,00% art. 8º III R$ 17.740.202,79 0,98% art. 8º IV R$ - 0,00% art. 8º V R$ - 0,00% art. 8º VI R$ - 0,00% Em enquadramento R$ 23.828.195,65 1,32% Disponibilidades R$ - 0,00% TOTAL R$ 1.802.026.148,00 100,00%
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14. Considerações
Os investimentos financeiros efetuados pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba – IPMC - são devidamente enquadrados na Resolução 3922/2010 do Conselho Monetário Nacional, a qual delimita os limites de alocações dentre as diversas classes de ativos. As alocações de recursos são feitas de acordo com as diretrizes da Política de Investimentos, aprovada pelo Conselho de Administração.
Os investimentos dos recursos do IPMC são bem diversificados, buscando segurança e a melhor rentabilidade. Todo o esforço é concentrado na busca de um melhor desempenho nas aplicações financeiras do Instituto e no cumprimento da Meta Atuarial.
No primeiro trimestre de 2016 a carteira de investimentos do Instituto obteve uma rentabilidade expressiva. Podemos destacar no mês de março: a recuperação dos investimentos em renda variável e a queda da curva de juros futuros que precificou para cima os títulos públicos.
A exposição do IPMC em ativos vinculados ao índice de preços (IMA ‘s) que fechou março em, aproximadamente, 54% do total de investimentos, trouxe uma boa rentabilidade para a carteira.
A baixa da inflação em março também contribuiu para o melhor desempenho da carteira em relação à meta atuarial (INPC + 6% a.a), fechando o acumulado no ano em 156%.
Em artigo publicado na Revista Exame, Priscila Yasbek, faz um comparativo entre os melhores e piores investimentos em março:
“São Paulo – O título público Tesouro IPCA, com vencimento em 2035, apresentou o maior
rendimento do balanço de investimentos de março, com alta expressiva de 20,81%.
Em seguida, a maior rentabilidade foi apresentada pelo Ibovespa, o principal índice de referência da bolsa, que subiu 16,67%, a maior alta mensal desde outubro de 2002.
As fortes valorizações, tanto do Tesouro IPCA, quanto do Ibovespa, são resultado da melhor percepção de risco do país, decorrente do aumento da probabilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff e de um movimento de valorização das commodities no mês.
Veja, na tabela a seguir, as variações de alguns dos principais índices e investimentos do mercado em março:
11/13 1 http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/os-melhores-e-piores-investimentos-de-marco acesso em 20/04/2016 Aplicação Desempenho em março Desempenho em 2016
Tesouro IPCA+ 2035 (NTN-B Principal) 20,81% 22,86%
Ibovespa 16,97% 15,17
Fundos de Ações Indexados 14,79% 13,06%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050
(NTN-B) 11,76% 13,92%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035
(NTN-B) 9,97% 14,13%
Tesouro Prefixado 2021 (LTN) 9,77% 16,21%
Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix) 9,16% 5,44%
Fundo de Ações Dividendos 8,06% 8,27%
Fundos de Ações Livre 6,90% 6,38%
Fundos de Ações Small Caps 5,14% 4,57%
Fundos Renda Fixa Indexados 2,33% 5,71%
Fundos de Renda Fixa Investimento no Exterior 2,25% 5,54% Fundos de Ações Investimento no Exterior 1,83% -1,48%
Tesouro Prefixado 2017 (LTN) 1,45% 4,92%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2017
(NTN-F) 1,42% 4,86%
Fundos Multimercados Juros e Moedas 1,17% 3,62%
Tesouro Selic 2017 (LFT) 1,15% 3,19%
CDI* 1,10% 13,71%
Selic* 1,10% 13,73%
Tesouro IPCA+ 2019 (NTN-B Principal) 1,02% 6,95%
Fundos Renda Fixa Simples 0,98% 3,04%
Tesouro Selic 2021 (LFT) 0,87% 2,90
Fundos Multimercados Macro 0,86% 3,51%
Fundos Multimercados Investimento no Exterior 0,86% 3,51%
Poupança 0,61% 7,52%
IGP-M (estimativa do Banco Central)** 0,55% 7,68%
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Ouro BM&F -9,73% 5,46%
Dólar comercial -10,17% -8,91%
Os rendimentos de todos os fundos da tabela são referentes ao fechamento do dia 24 de março, assim como as expectativas sobre o IGP-M e o IPCA. Já os dados sobre a poupança, Selic, CDI e ouro são relativos ao dia 30. As rentabilidades dos títulos públicos, do Ibovespa, dólar e do Ifix tiveram como base o fechamento do dia 31.
(**) Expectativa de inflação para o mês de março de 2016, segundo o Boletim Focus do Banco Central.
(*) O desempenho mensal se refere aos últimos 30 dias até a data de fechamento. Fontes: Anbima, Banco Central, BM&FBovespa e Tesouro Nacional
Vale ressaltar que os rendimentos apresentados pelos títulos públicos da tabela são referentes ao mês de março. Eles refletem, portanto, o retorno que o investidor teria ao comprar os títulos no início de março e vendê-los no final do mês. Caso os títulos sejam mantidos até o prazo de vencimento, eles apresentarão exatamente a rentabilidade indicada no momento da compra do título.
Títulos públicos brilham no mês de março
Com alta de mais de 20%, o Tesouro IPCA+ com vencimento em 2035 foi o grande campeão de rentabilidade do mês de março. O título, que é vendido pelo site Tesouro Direto, paga ao investidor uma taxa de juro prefixada, mais a variação da inflação, medida pelo IPCA.
Conforme explica André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimento, o título foi beneficiado pela melhoria da percepção de risco do Brasil. “Com uma percepção de risco mais favorável, a curva de juros do país - que reflete seu risco - cai e assim o preço do título sobe, gerando uma forte alta no mês”, diz.
Perfeito acrescenta que o sentimento de que a situação do país está melhor provoca um aumento na demanda dos títulos. Assim, se um título era vendido no início do mês a um determinado valor, com a maior procura, seu preço sobe. É possível notar que os títulos de prazo mais longo tiveram resultados melhores no mês. Isso ocorre, segundo o economista da Gradual, pois as oscilações dos títulos são fortemente correlacionadas às decisões do Banco Central sobre a meta da taxa básica de juros, Selic.
"Como o BC não deve fazer grandes movimentos agora, os títulos de curto prazo não apresentam grandes variações, já os títulos mais longos sobem diante da percepção de que no longo prazo a situação do país deve melhorar”, diz Perfeito.
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Ele ressalta que o crescimento do otimismo não é explicado apenas pelo aumento da probabilidade de impeachment, que é visto com bons olhos pelo mercado, mas também pelo fato de que a percepção de risco dos países emergentes melhorou. “O Brasil é visto como uma enorme fazenda. Assim, como os preços das commodities subiram no mês, os ativos brasileiros se apreciam”, afirma Perfeito.
Enquanto títulos públicos apresentaram fortes altas, a poupança continua rendendo 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR), rentabilidade muito inferior ao retorno de outros investimentos de renda fixa que se aproveitam do momento de alta dos juros.
Vale lembrar que, de acordo com as novas regras de remuneração da poupança, a caderneta rende sempre 70% da taxa Selic mais a TR quando a taxa básica é menor ou igual a 8,5% ao ano e passa a render sempre 0,5% ao ano mais a TR quando a Selic é superior a 8,5% ao ano.
Ibovespa é grande destaque na renda variável
A melhor percepção de risco do país também puxou os investimentos de renda variável, especialmente o Ibovespa, que teve seu melhor mês desde outubro de 2002.
“A alta do Ibovespa segue o mesmo raciocínio: em um momento em que vários papéis são vistos como muito baratos e as perspectivas melhoram, por motivos domésticos e externos, a bolsa sobe fortemente”, diz o economista-chefe da Gradual Investimentos.
Já o dólar ficou entre os destaques negativos da renda variável, ao apresentar queda de mais de 10% no mês. Perfeito destaca que a moeda americana se desvalorizou não só no Brasil, como em outros países. “Isso mostra que o impeachment influenciou o mercado, mas não só isso. A melhor percepção sobre os países emergentes também contribuiu para a alta da bolsa e do real”, afirma.”
É o que temos a relatar Curitiba, 20 de abril de 2016.
Sandra Maria S. Escobar CPA 10 – ANBIMA
Rodrigo Nishimura de Lima Diretor Administrativo Financeiro