PALAVRAS-CHAVE: RESTAURAÇÃO DENTÁRIA PERMANENTE, CIMENTAÇÃO, COLAGEM DENTÁRIA.

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USO DE FRAGMENTO HOMÓGENO PARA RESTAURAÇÃO BIOLÓGICA EM DENTE POSTERIOR - RELATO DE CASO

Fabiana Madalozzo Coppla 1 Heloisa Forville de Andrade 2 Cleyson Jose Crovador 3 Kaprice Chemin 4 Vânia Ap. Oliveira Queiroz 5

RESUMO: O objetivo do estudo foi relatar o uso de colagem de fragmento

empregando a técnica de restauração biológica, onde utilizou-se fragmento de um elemento dentário, obtido pelo Banco de Dentes Humanos da Universidade Estadual de Ponta Grossa, para restaurar primeiro molar inferior permanente com extensa lesão cariosa envolvendo cúspide. Paciente do sexo feminino, 18 anos, compareceu ao atendimento com queixa de restaurar elemento dental (36) após tratamento endodôntico, cuja anamnese constatou grande destruição coronária com perda das cúspides vestibulares. O tratamento escolhido foi a restauração biológica, sendo realizada orientação sobre o procedimento e assinado termo de consentimento. O campo operatório foi isolado, a cavidade selada com ionômero de vidro e realizada restauração em resina composta para regularização. O fragmento dental, para confeccionar a colagem, foi demarcado e seccionado. Ambos, dente e fragmento, foram condicionados com ácido fosfórico 37% por 15s na dentina e 30s no esmalte, lavados e secados, e sofreram aplicação do sistema adesivo, sendo o fragmento colado com resina composta e fotopolimerizado. Os excessos foram removidos e em seguida o acabamento, checagem oclusal e orientações de higienização foram realizados. A restauração apresentou boa adaptação marginal imediatamente e após acompanhamento de um ano. A técnica de restauração biológica apresentou-se como alternativa viável a grandes perdas de estrutura dental, sendo considerada conservadora e recuperando funções mastigatórias e proporcionando estética excelente.

PALAVRAS-CHAVE: RESTAURAÇÃO DENTÁRIA PERMANENTE, CIMENTAÇÃO,

COLAGEM DENTÁRIA.

1 Universidade Estadual de Ponta Grossa, departamento de Odontologia, Dentistica Restauradora. e-mail:fcoppla@hotmail.com .

2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, departamento de Odontologia, Dentistica Restauradora. e-mail: heloisafandrade@hotmail.com

3 Graduando em Odontologia – CESCAGE. e-mail: cleysoncrovador@gmail.com

4 Faculdade UNICESUMAR Ponta Grossa, departamento de Ciências da Saúde. e-mail:kapricechemin@gmail.com.br

5 Universidade Estadual de Ponta Grossa, departamento de Odontologia, Dentistica Restauradora e-mail:vaniaq@globo.com

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USE OF HOMOGENOUS FRAGMENT FOR BIOLOGICAL RESTORATION IN BACK TOOTH - CASE REPORT

ABSTRACT: The objective of the study was to report the use of fragment bonding

using the biological restoration technique, where a fragment of a dental element, obtained by the Human Teeth Bank of the State University of Ponta Grossa, was used to restore the first permanent lower molar. with extensive carious lesion involving cusp. An 18-year-old female patient came to the clinic complaining of restoring a dental element (36) after endodontic treatment, whose anamnesis found great coronary destruction with loss of the vestibular cusps. The treatment chosen was biological restoration, with guidance on the procedure and a consent form was signed. The operative field was isolated, the cavity sealed with a glass ionomer and a composite resin restoration was performed for regularization. The dental fragment, to make the collage, was demarcated and sectioned. Both, tooth and fragment, were conditioned with 37% phosphoric acid for 15s in the dentin and 30s in the enamel, washed and dried, and underwent application of the adhesive system, the fragment being glued with composite resin and light-cured. The excesses were removed and then the finishing, occlusal checking and hygiene instructions were carried out. The restoration showed good marginal adaptation immediately and after a one-year follow-up. The technique of biological restoration was presented as a viable alternative to great losses of dental structure, being considered conservative and recovering masticatory functions and providing excellent aesthetics.

KEYWORDS: PERMANENT DENTAL RESTORATION, CEMENTATION, DENTAL

BONDING.

1 INTRODUÇÃO

As reconstruções dos dentes posteriores ainda são um desafio para a odontologia restauradora devido à ausência de materiais restauradores suficientemente resistentes com propriedades biológicas favoráveis compatíveis com os tecidos dentários (Correa-Faria 2010). Embora ao longo de muitos anos o amálgama tenha sido referenciado como o material de escolha para restaurar os dentes posteriores em diferentes partes do mundo, apesar de sua relação custo-benefício relativamente baixa e a longo prazo, (Alcaraz 2014, Forss 2004) a limitação estética continua a ser uma desvantagem.

Atualmente, muitos materiais e técnicas diferentes, como resina composta, em restauração direta ou indireta, ou porcelana, tem sido utilizado para reabilitar a função e a estética, porém o uso do julgamento clínico é essencial para modificar as técnicas existentes ou mesmo para criar novas. A reutilização de dentes naturais para restaurações tem se mostrado possível sendo uma boa

alternativa para recuperar

anatomicamente a perda de uma estrutura dental (Teneri 1978, Albuquerque 2015) podendo ser considerada como uma das primeiras alternativas de tratamento (Demarco 2008, Yilmaz 2008).

Alguns autores têm utilizado a restauração biológica como um método

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eficiente para restaurar dentes anteriores fraturados (Tosun 2012, Vedpathak 2016, Iftekhar 2014), mas essa técnica é pouco utilizada para dentes posteriores (Albuquerque 2015, Busato1998). Considerando as vantagens propostas por esta técnica e sua utilização de forma generalizada, a maioria desses casos é selecionada empiricamente pelos profissionais, já que ainda existem poucos estudos sobre o sucesso à longo prazo em restaurações posteriores. No entanto, considerando que a reconstrução de cúspide em resina composta sofre desgaste com o passar do tempo, sendo essa uma condição inerente ao material, à reconstrução em esmalte dental acaba se tornando uma ótima opção para execução dessa técnica (Barroso 2013, Albuquerque 2015).

A técnica conhecida como restauração biológica, tem como principal material restaurador um fragmento obtido de um dente humano extraído do próprio paciente ou até mesmo a utilização de dentes adquiridos a partir do Banco de Dentes Humanos (Albuquerque 2015) e compreende a utilização de adesivos, compósitos, cimentos resinosos. Esse

procedimento é considerado

conservador e permite a recuperação de funções mastigatórias, combinando as propriedades naturais como cor, forma, aspectos superficiais, brilho, proporcionando um resultado estético e funcional excelentes (Barroso 2013, Correa-Faria 2010, de Alcantara 2010, Moura 2013). Desta forma, informações como preparação e origem dos materiais empregados, assim como a técnica a ser utilizada devem ser explicados ao paciente e/ou responsável legal para obter o consentimento para realização do procedimento (Albuquerque 2015, Demarco 2008, Yilmaz 2008).

O objetivo do presente estudo foi relatar o uso de colagem de fragmento empregando a técnica de restauração biológica onde utilizou-se fragmentos de um elemento dentário obtido

através do Banco de Dentes Humanos da Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG para restaurar primeiro molar inferior permanente com extensa lesão cariosa envolvendo cúspide, após tratamento endodôntico.

2 RELATO DE CASO CLÍNICO

Paciente do gênero feminino, 18 anos, compareceu para atendimento na clinica odontológica da Universidade Estadual de Ponta Grossa, sua queixa principal era a necessidade de restaurar um elemento dentário após a realização de tratamento endodôntico no mesmo. Após a realização da

anamnese, exame clinico e

radiográfico, constatou-se grande destruição coronária com perda das cúspides vestibulares no elemento dentário 36.

A paciente foi informada das possíveis técnicas restauradoras incluindo a restauração biológica, suas vantagens da realização, bem como durabilidade e efetividade, além de apresentar-se uma técnica consagrada na literatura (Macedo et al. 2008; Tosun et al. 2012; Barroso et al. 2013; Iftekar et al. 2014; Albuquerque et al. 2015). Após estar ciente dos princípios éticos do procedimento e a prévia esterilização do fragmento dental, a paciente assinou o termo de consentimento autorizando o procedimento.

Após o isolamento absoluto do campo operatório realizou-se um selamento da cavidade com ionômero de vidro modificado por resina composta (Vitremer, 3M ESPE, St Paul, MN, USA)(Fig.1), em seguida o

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elemento dentário foi reconstruído com resina composta (Opallis – FGM, SC, Brasil) (Fig.2).

O dente obtido através do banco de dentes da Universidade estadual de Ponta Grossa (Fig.4) foi esterilizado em uma autoclave a 121ºC por 15 minutos e preparado para aquisição do fragmento, com o auxilio de um grafite foi demarcado a região a ser seccionada (Fig. 5 e 6). Com uma ponta diamantada em alta rotação, sob forte refrigeração, realizou-se o corte (Fig.7). Obtido o fragmento, o elemento dentário foi demarcado (Fig.9) e em seguida efetuado o preparo da cavidade (Fig.10). Posicionado o fragmento na cavidade, verificou-se a adaptação do mesmo (Fig.11). Ambos,

dente e fragmento, foram

condicionados com acido fosfórico 37% (Acid Gel: Dentalville, Joinville, SC,

Brasil) por 15s na dentina e 30s no esmalte, lavados e secados. O sistema adesivo (Adper Single Bond 2, 3M ESPE, St Paul, MN, USA) foi aplicado em ambos os substratos (Fig.12). O fragmento foi colado com resina composta e fotopolimerizado (Opallis – FGM, SC, Brasil) (Fig.13). Os excessos foram removidos com auxílio de uma espátula e em seguida procedeu-se o acabamento. Assim, foi removido o isolamento absoluto, checada a oclusão e realizados os ajustes necessários. A paciente recebeu orientações com respeito a higiene oral e foi informada que deveria comparecer para avaliações periódicas. A figura 14 mostra o aspecto clínico final da restauração biológica. A restauração foi avaliada 1 ano apos apresentando aspecto satisfatório (fig. 17).

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3 DISCUSSÃO

O tratamento das lesões de cárie passou por diversas mudanças de abordagens no decorrer dos anos. Inicialmente, as intervenções restauradoras com amálgama de prata começaram a ser praticadas, sendo viáveis por se caracterizarem pela biocompatibilidade, longevidade, facilidade de manipulação e baixo custo do material, restabelecendo a função mastigatória do paciente, evitando a extração do elemento dental (Santos et al. 2016). Além do amálgama, com o passar dos anos muitos materiais vêm sido estudados a fim de terem uma aplicação eficaz, com durabilidade e propriedades mecânicas e biológicas compatíveis com os tecidos dentais (Correa-Faria et al. 2010).

Apesar do amálgama dental ter sido utilizado com grande sucesso na odontologia e ainda ser aplicado, alguns pontos começaram a ser questionados, principalmente considerando a estética desfavorável e a impossibilidade de preservação da estrutura dental para a aplicação do material, permitindo um desgaste da estrutura para que a técnica fosse desenvolvida com excelência (Alcaraz et al. 2014). Ao surgirem novos conceitos, o foco começou a ser estabelecido na preservação da estrutura dental, visando a longevidade do dente em boca. Com isso, surgiram as restaurações de resina composta, as quais proporcionam estética e função, com propriedades condizentes com as necessidades restauradoras, que com o passar dos anos foram cada vez mais aprimoradas, associadas também a técnicas de adesão que favoreceram seu uso (Chandrapal 2016).

Atualmente, a resina composta é o material de escolha em situações

onde a estrutura dental dispõe das características necessárias para seu bom desempenho. Esse material é amplamente utilizado na odontologia e abrange sua aplicação em diversas situações clínicas, desde tratamento das sequelas da cárie dental até tratamentos estéticos, proporcionando um excelente custo-benefício. No entanto, quando comparada à estrutura dental, a resina composta possui menor resistência, podendo vir a sofrer desgastes e fraturas no decorrer do tempo (Fernandes et al. 2014).

Quando uma situação clínica demanda de maior resistência de um material para maior efetividade, principalmente em casos de extensas destruições do tecido dentário, as

porcelanas são uma opção

restauradora. Elas são materiais extremamente resistentes, com boa adaptação a estrutura remanescente, longevidade, e podem ser aplicadas como restaurações indiretas (inlays, onlays e overlays), facetas e coroas. No entanto, apesar das características favoráveis e de sua estética ímpar, esses materiais são de custo elevado e nem sempre o paciente consegue arcar com o tratamento (Hopp, Land 2013).

Tendo em vista que a odontologia restauradora procura buscar características nos materiais semelhantes a estrutura dental, uma alternativa viável para a restauração de um elemento dental prejudicado é o uso de fragmentos dentários, mais conhecidas como restaurações biológicas (Chosak, Eidelman 1964; Santos, Bianchi 1991). Essa técnica foi aplicada pela primeira vez em 1964 e relatos vem sido publicados desde então, enfatizando a aplicação de fragmentos de dentes humanos em grandes cavidades, observando-se maior resistência se comparado a

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outros materiais. Relatos clínicos demonstraram resultados favoráveis após acompanhamento (Albuquerque et al. 2015, Carvalho et al. 2013, Barcelos et al. 2003).

Além do material apresentar características ideais, pelo uso da estrutura dental homógena para a restauração, o tratamento torna-se de fácil acesso e pode vir a ser uma excelente alternativa, proporcionando resistência, preservação da vitalidade do elemento dental e da estrutura remanescente, biocompatibilidade, baixo custo e excelente estética, sendo superior à estética de qualquer outra técnica (Albuquerque et al. 2015; Correa-Faria et al. 2010; Grewal, Seth 2008). O procedimento é simples,

semelhante à confecção de

restaurações indiretas e o acompanhamento a longo prazo demonstrou resultados satisfatórios, no entanto demanda de boa habilidade profissional para seu completo sucesso e aceitação do paciente quanto a seu uso (Sanchez et al. 2007, Albuquerque et al. 2015).

Apesar de todos os materiais

apresentados possuírem

características excelentes e estarem em constante aprimoramento ao longo dos anos, é viável o aprofundamento em estudos científicos que permitam o conhecimento do comportamento das restaurações biológicas a longo prazo e em diferentes indivíduos. Muitos são os casos onde os pacientes possuem dificuldades de acesso a materiais adequados a sua situação clínica e essa técnica permite com que o elemento dental seja restabelecido de forma simples, com baixo custo e estética adequada, sendo acessível e cumprindo com o restabelecimento da função mastigatória, desde que as opções de tratamento sejam bem consideradas em todos os casos.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O uso de fragmento homógeno para restaurações em dentes posteriores refletiu bons resultados imediatos e após um ano de aplicação, demonstrando-se ser uma técnica viável para restabelecimento de estética e função, proporcionando uma relação de custo-benefício relevante.

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