Relatório de atividades e prestação de contas 2002

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Texto

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Presidente Vice-presidentes Vogais

Suplentes

Presidente Vice-presidente Vogais

Suplentes

FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS PRESIDENTE FUNDADOR

Luiz Simões Lopes PRESIDENTE Carlos Ivan Simonsen Leal

DIRETOR-GERAL José Affonso Fausto Barbosa

CONSELHO DIRETOR Carlos Ivan Simonsen Leal Francisco Oswaldo Neves Dornelles Manoel Fernando Thompson Motta Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque Armando Klabin

Carlos Alberto Pires de Carvalho e Albuquerque Emane Galvêas

José Luiz Miranda Manoel Pio Corrêa Jr. Mardlio Marques Moreira Roberto Paulo Cezar de Andrade Alfredo Américo de Souza Rangel Cristiano Buarque Franco Neto Eduardo Vianna Félix de Bulhões Geraldo José Carbone José Júlio Senna Lindolpho de Carvalho Dias Maria SílVIa Bastos Marques Nestorjost

CONSELHO CURADOR Carlos Alberto Lenz Cesar protásio Pedro José da Matta Machado (Klabin Irmãos & Cia.) Alexandre !Com Torres de Assis

Antonio Monteiro de Castro Filho (Souza Cruz SAl Carlos Moacyr Gomes de Almeida Diogo Lordello de Mello Domingos Marques Grello Edmundo Penna Barbosa da Silva Estado da Bahia Heitor Chagas de Oliveira João Carlos Rocha (Banco CCF Brasil S.A.) Jorge Gerdau Johannpeter (Gerdau SA) Lâzaro de Mello Brandão (Banco Bradesco SAl Lídio Duarte (Instituto de Resseguros do Brasil- IRB) Luiz Chor (Chozil Engenharia Ltda.)

Marcelo Serfaty

Mauro Salles (Salles DMB&B Publicidade SAl

Oswaldo Mário de Azevedo (Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização do Rio de Janeiro) Ricardo Malfitano (S.A. White Martins)

Sérgio Ribeiro da Costa Werlang

Walber José Chavantes (Associação de Bancos do Estado de São Paulo) Fernando Roberto Moreira Salles (Unibanco セ@ União de Bancos Brasileiros SAl GilbE'rto DuartE' Prado

Guilherme Augusto Frering (CaE'mi Mineração e Metalurgia S.A.) João Pedro Gouvêa Vleira Filho (Refinaria de Petróleo Ipiranga SAl Luiz Roberto do Nascimento Silva

Márcio João de Andrade Fortes Ney Coe de Oliveira

Patrick de Larragoiti Lucas (Sul América Companhia NaCional de Seguros) Paulo Mário Freire (Universal Comércio e Empreeendimentos Ltda.) Pedro HenriquE' Mariani Bittencourt (Banco BBM SAl

Rodngo Ielles da Rocha Azevedo (Banco de Investimentos Credit Smsse Fmt Boston Garantia SAI Rui Barreto (Café Solúvel Brasllia S.A.)

CONSELHO CONSULTIVO Antonio Carlos Lemgruber Carlos Moacyr Gomes de Almeida Cesar Cunha Campos Daniel Dantas Eliezer Baptista Luiz Fernando da Silva Pinto

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SUMÁRIO

Introdução 7 Relatório de Atividades 9 Administração Superior 11

1. Assembléia Geral 11 2. Conselho Curador 77 3. Conselho Diretor 72 4. Presidência 72 Diretoria Geral 15

Institutos, Escolas e Centros 23

1. Instituto Brasileiro de Economia -IBRE 23

2. Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas - EBAPE 33 3. Escola de Administração de Empresas de São Paulo - EAESP 37 4. Escola de Pós-Graduação em Economia - EPGE 48 5. Centro de Pesquisa e Documentação de História

Contemporânea do Brasil- CPDOC 54 6. Escola de Direito do Rio de Janeiro - EDERJ 55 7. Escola de Direito de São Paulo - EDESP 56 Editora FGV 59

Programas Especiais: FGV Consulting e FGV Management 63 Órgão Desvinculado: Comitê de Cooperação Empresarial- CCE 67 Prestação de Contas 69

Prestação de Contas do Exercício de 2002 71 Balanço Patrimonial 72

Balanço Orçamentário 73

Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 74

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Anexos 77

Anexo 1. Pesquisas e Estudos 79

Anexo 2. Produção Intelectual de Professores, Pesquisadores e Técnicos 95 Anexo 3 Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado Aprovadas 129 Anexo 4. Congressos. Conferências e Seminários 145

Anexo 5. Cursos Ministrados pela FGV 195 Anexo 6. Publicações Editadas pela FGV 261

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INTRODUÇÃO

Atividades inovadoras e eventos marcantes caracte-rizaram o ano de 2002 na Fundação Getulio Vargas.

Em março, depois da extinção, há 19 anos, do curso de graduação em administração, a FGV reto-mou a atividade, agora com cursos de administra-ção e economia.

Ainda em março foi instalada a Câmara FGV de Conciliação e Arbitragem, um novo empreendimen-to que permite a resolução de confliempreendimen-to entre empre-sas de forma mais rápida, sem submeter a causa ao Poder Judiciário.

A Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE) comemorou em abril 50 anos de existência. Entre os vários festejos e homenagens, destacou-se a sessão solene realizada pela Câmara dos Deputados, em Brasília.

o programa de educação continuada da (GVPec), da Escola de Administração de Empresas de São Pau-lo (EAESP), inaugurou novas instalações na cidade de São Paulo para melhor desenvolver suas ativida-des. Foi igualmente inaugurada a nova sede do FGV Online, responsável pelos projetos de ensino a dis-tância da FGV no Rio de Janeiro.

Foi lançada, na embaixada do Brasil em Lisboa, a Re-vista Portuguesa e Brasileira de Gestão, uma iniciativa da EBAPE em conjunto com o Instituto para o Desenvolvi-mento da Gestão Empresarial, de PortugaL O lança-mento da nova publicação no Brasil aconteceu em setembro, no Consulado de Portugal do Rio de Janeiro.

Em 18 de dezembro, dois dias antes de a FGV co-memorar o seu 582 aniversário, a Biblioteca Mario Henrique Simonsen (BMHS), recebeu o selo de quali-dade ISO 90001-2002. É a primeira biblioteca no Bra-sil a ter esta certificação.

Foi também destaque no ano o lançamento de um novo núcleo de pesquisa e análise de dados pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). Trata-se do FGV Opinião, cuja missão é transformar a informação em conhecimento útil para que seus clientes possam al-cançar. com sucesso, suas metas.

Mais um curso de mestrado foi aprovado pela Co-ordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para ser ministrado. no Rio de Ja-neiro, pelo CPDOe. O mestrado em história, política e bens culturais terá sua primeira turma no próximo ano.

Alguns números complementam a visão das ati-vidades da FGV em 2002.

Foram concluídos 184 estudos e pesquisas; a FGV participou em 719 congressos. conferências e semi-nários. ao mesmo tempo que promoveu 281 desses eventos.

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matricula-dos 1.746 alunos nos cursos de graduação e 359 foram graduados.

Os cursos de educação continuada tiveram 50.100 matriculas, em programas em mais de 20 estados.

A FGV editou 71 livros e os periódicos alcança-ram a marca de 357.400 exemplares.

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RELATÓRIO

DE

ATIVIDADES

... FUNDAÇÃO

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ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR

1. ASSEMBLÉIA GERAL

Em 24 de abril de 2002, realizou-se a 56.a. sessão da Assembléia Geral Ordinária da Fundação Getulio Var-gas, no edifício-sede. à praia de Botafogo, 190, no Rio de Janeiro, sob a presidência do professor Carlos Ivan Simonsen Leal, presidente da instituição e de seu Conselho Diretor.

Nessa sessão, foram aprovados, por unanimidade, o Relatório de Atividades e a Prestação de Contas da FGV referentes ao exercício de 2001, com fundamento nos pareceres dos conselhos Diretor e CUrador, elabo-rados, respectivamente, pelos conselheiros Lindolpho de Carvalho Dias e Marcelo Serfaty, e em auditoria da firma Audicone. A execução orçamentária apresentou resultado negativo de R$1.564.926,18, tendo custea-do investimentos da ordem de R$14.181.077.50. para atender a obras, instalações, aquisição de equipa-mentos e materiais permanentes.

o Conselho Curador ressaltou, em seu parecer, terem ficado evidenciados, no exercício, o controle de custos e o aumento das receitas operacionais não oriundas de verbas governamentais, e endossou in-tegralmente a proposta do Conselho Diretor. nos termos do §6Q do art. 13 do Estatuto, no sentido de que fosse aprovada pela Assembléia Geral a cobertu-ra do déficit da execução orçamentária por disponi-bilidade financeira do Fundo de Modernização Insti-tucional e que o resultado patrimonial, no montante de R$11.165.027,94, fosse incorporado ao Fundo Pa-trimonial.

Após pronunciamento do presidente Carlos Ivan Simonsen Leal sobre a estratégia desenvolvida no exercício de 2001. foram submetidos à Assembléia Geral e aprovados, por unanimidade, o Relatório de Atividades e a Prestação de Contas referentes ao exercício de 2001.

A Assembléia Geral aprovou ainda. também por unanimidade. as indicações do presidente da FGV para preenchimento de vagas de membros nos conse-lhos Diretor e Curador. Para membros vogais do Con-selho Diretor, foram eleitos Sérgio Franklin Quintella, com mandato de 2002 a 2006, e Armando Klabin, com mandato de 2002 a 2008, sendo reconduzidos os conselheiros drs.}osé Luiz Miranda, Mardlio Marques Moreira e Roberto Paulo Cezar de Andrade, todos com mandato de 2002 a 2008. Para membros suplentes do Conselho Diretor, com mandato de 2002 a 2008, foi eleito Felix de Bulhões e reconduzida a conselheira Maria Sílvia Bastos Marques, para o período 2002 a 2008. No Conselho Curador. foram eleitos para vagas de membros vogais Alexandre Koch Torres de Assis e Chozil Engenharia Ltda., ambos com mandato de 2002 a 2008; reconduzida, como suplente, a Refinaria de Petróleo Ipiranga. e eleitos como suplentes, todos com mandato de 2002 a 2008, Gilberto Duarte Prado, Universal Comércio e Empreendimentos Ltda .• repre-sentada por Paulo Mario Freire, e Café Solúvel Brasília S.A., representada por Ruy Barreto.

2. CONSELHO CURADOR

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assuntos que seriam submetidos à Assembléia Geral Ordinária em 24 de abril, e em 7 de outubro.

Especialmente convidado pelo presidente do Con-selho Curador, conselheiro Carlos Alberto Lenz Cesar Protásio, estiveram presentes às duas reuniões o pre-sidente da Fundação Getulio Vargas, professor Carlos Ivan Simonsen Leal, e, na forma estatutária, o diretor-geral José Affonso Fausto Barbosa.

Na sessão de 24 de abril, o Conselho Curador aprovou, por unanimidade, o parecer do conselheiro Marcelo Serfaty sobre o Relatório de Atividades e a Prestação de Contas da FGV, referentes a 2001, en-dossando a proposição do Conselho Diretor no sen-tido de que fosse submetida à Assembléia Geral proposta de que o déficit orçamentário fosse cober-to pelo Fundo de Modernização Institucional e o re-sultado patrimonial recolhido ao Fundo Patrimonial.

Na sessão de 7 de outubro, o presidente Carlos Ivan Simonsen Leal incluiu, em seu pronunciamen-to, aspectos relevantes da execução orçamentária e informações sobre os cursos de graduação em admi-nistração e economia, iniciados em 2002, e a criação das escolas de direito no Rio de Janeiro e em São paulo.

3, CONSELHO DIRETOR

O Conselho Diretor reuniu-se 12 vezes em sessões ordinárias mensais.

No cumprimento de suas atribuições estatutá-rias, o Conselho Diretor, entre outras, aprovou por unanimidade: a) a criação, na FGV, de cursos de gra-duação em direito, no Rio de Janeiro e em São Paulo: b) a homologação de portaria que atualiza o Plano de Contas; c) o parecer do conselheiro Lindolpho de Carvalho Dias sobre o Relatório de Atividades e a Prestação de Contas da Fundação Getulio Vargas, re-lativos ao exercício de 2001; d) a criação do Fundo de Bolsas financiadas para os cursos de graduação em administração e em ciências econômicas da

EBA-PE e da EPGE, respectivamente; e e) a criação de escolas de graduação em direito, uma na FGV-Rio, outra na FGV-São Paulo, a partir de 1.0. de julho de

2002,

Em todas as reuniões, o presidente Carlos Ivan Simonsen Leal fez um pronunciamento sobre a Fun-dação Getulio Vargas, seus planos, ações, desafios, perspectivas e estratégias. Em todas as sessões, o presidente, em observância ao inciso VI do art. 9.0. do Estatuto, apresentou ao Conselho Diretor os indica-dores da execução orçamentária.

4, PRESIDÊNCIA

O presidente Carlos Ivan Simonsen Leal, exercendo plenamente suas atribuições, liderou e participou ativamente da formulação e implementação das no-vas realizações, presidiu a Assembléia Geral, as ses-sões do Conselho Diretor e as reuniões do Grupo de Coordenação Geral (GCG), e tomou parte nas sessões do Conselho Curador, a convite de seu presidente, conselheiro Carlos Alberto Lenz Cesar Protásio.

4.1 Câmara FGV de Conciliação

e

Arbitragem

Coroando os trabalhos realizados no segundo se-mestre de 2001 e nos dois primeiros meses de 2002, a Câmara FGV de Conciliação e Arbitragem foi for-malmente constituída em 4 de março, em sessão so-lene presidida pelo presidente da Fundação Getulio Vargas e com a presença de autoridades do mundo juridico e empresarial. Merece destaque a conferên-cia sobre o tema arbitragem, pronunconferên-ciada na oca-sião pela ministra do Superior Tribunal de Justiça, Nancy Andrighi.

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Uma das primeiras tarefas realizadas foi a ヲッイュ。セ@ ção de um corpo permanente de conciliadores e £イ「ゥセ@ tros - tarefa que consumiu tempo, porque se fez a partir de um regime de consultas aos possíveis £イ「ゥセ@ tros, complementado ainda por um convite formal do presidente da Câmara FGV e do presidente da Funda-ção Getulio Vargas. Atualmente, esse corpo é consti-tuído de 43 membros (podendo chegar a 60, segundo o Regimento), estando nele representados o direito, a economia, a administração e a engenharia.

Cumpre mencionar, como trabalho que antece-deu a instalação da Câmara FGV, a elaboração de seu Regulamento, que foi cuidadosamente redigido pelo dr. Pedro Paulo Cristofaro, posteriormente nomeado diretor jurídico da Câmara. O Regulamento foi sub-metido ao exame do Conselho Diretor da FGV e por este aprovado.

Também cabe assinalar a preparação de um exten-so banco de dados. contendo nomes e endereços de dirigentes e diretores jurídicos de empresas, incluin-do os 50 maiores bancos brasileiros. as 200 maiores empresas, assim como confederações, federações e representantes consulares.

Após o trabalho de implantação do banco de da-dos, foram encaminhados às diversas empresas, por carta, o Regulamento e o folheto explicativo da Câ-mara FGV.

Em meados de 2002, foi contratada a dra. Gisela de Queirós Mattoso como consultora da Câmara, por sua experiência na Câmara de Arbitragem de Belo Horizonte (Camarb), onde várias arbitragens já fo-ram realizadas com sua participação n.a condução do processo. A contribuição da dra. Gisela tem sido importante para o desenvolvimento da câmara FGV.

Em 2002 foi também criado um site na Internet com o seguinte conteúdo: apresentação, administração, re-gulamento, atos normativos, cláusula compromissória, tabela de rustas, corpo de árbitros, honorários sugeri-dos, legislação e doutrina.

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DIRETORIA GERAL

Além de exercer as atribuições definidas no Regimen-to da FGV; a DireRegimen-toria Geral promoveu e coordenou atividades centradas: no cumprimento das diretrizes e dos objetivos da Presidência; na adequação da FGV à modernidade organizacional; na busca da excelên-cia nas áreas de apoio e suporte do Rio de Janeiro; na reestruturação do lBRE; na assessoria à direção da EBAPE; e no crescimento da Instituição. Cabe citar, en-tre outras:

u o programa de redução de custos operacionais e obtenção de benefidos tangíveis e intangíveis. como vem promovendo desde 1998;

':I o prosseguimento dos seminários de integração e estabelecimento de metas, com a definição de planos de ação para 195 metas, e que, inidados em maio de 2002, terão seu término em abril de 2003. Até dezembro de 2002, foram implantadas 60% das metas, estando 15% delas com mais de 60% das ações de implantação concluídas;

o a promoção do seminário de integração e defi-nição de metas de 2002 para a Secretaria Ad-ministrativa da EBAPE. seguindo o mesmo mo-delo implementado nas áreas de apoio e suporte, com a defrnição de 27 metas;

'::J a revogação de 126 portarias, circulares e atos ob-soletos, bem como o início do projeto para a edi-ção das Nonnas operacionais da FGV;

!::J a coordenação geral do planejamento e a con-tratação do sistema ERP - Enterprise Resource Planning, sistema integrado de gestão

adminis-trativa cuja implantação está prevista para o pri-meiro trimestre de 2003;

o a reestruturação das áreas frnanceira, de conta-bilidade e de patrimônio, com a criação, pela pri-meira vez na FGV, da função de controller;

o a criação do Núcleo de Patrimônio Imobiliário e Marcas. para absorver e consolidar atividades antes desenvolvidas pela antiga Divisão de In-vestimentos (DIN);

w a obtenção da certificação de qualidade ISO 9001 :2000 pela FGV, tendo como escopo inicial a Biblioteca Mario Henrique Simonsen.

Entre as atividades desenvolvidas nas áreas de apoio e suporte do Rio de Janeiro diretamente subordi-nadas à Diretoria Geral, cumpre destacar:

Arquivo Central (Arq. C)

o implantação do serviço de pesquisa no acervo do Arquivo Central via e-mail;

Q conclusão das avaliações dos aCervos da EPGE! CERES; das aquisições da BMHS; dos acervos dos fundos CRMF - Comissão de Refonna do Mi-nistério da Fazenda, DPe, ETC e DPD e dos do-cumentos contábeis relativos ao ano de 1993;

o conclusão do inventário de acordos, contratos e convênios, totalizando 8.614 registros;

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o atualização dos códigos de classificação de as-suntos e temporalidade dos documentos da FGV; o transferência dos filmes da FGV para a Cine-mateca Brasileira, que dispõe de condições ide-ais para a conservação do acervo;

:.J registro dos atos relativos ao período 2000-01 e das portarias emitidas de 1998 a 2002 para dis-ponibilizá-los aos usuários da rede FGV;

LJ criação da página do Arquivo Central na Intranet da FGV:

Biblioteca Mario Henrique Simonsen

(BMHS)

o implantação de pesquisa sistemática de satis-fação do cliente em relação aos serviços pres-tados pela BMHS, como base para a defmição de metas de qualidade;

o implantação do Sistema de Gestão da Qualidade da FGV na BMHS, que recebeu o certificado ISO 9001:2000 em 22 de novembro de 2002, toman-do-se a primeira biblioteca certificada no Brasil;

....J implantação de rotina para pesquisa e substitui-ção de material bibliográfico não localizado no acervo da BMHS;

o implantação de política global de aquisição de material bibliográfico, com base na análise e na aprovação das coordenações e dos responsáveis pelas unidades da FGV, de forma a adequar o acervo às necessidades dos cursos, à demanda e à disponibilidade de recursos;

o implantação de sistemática de integração entre o cadastro de alunos das escolas e o cadastro de usuários da BMHS, de modo a BMHS au-mentar o controle, eliminar o retrabalho, agi-lizar a atualização e facilitar o acesso, adotando o código de barras da BMHS nos crachás dos alunos;

o implantação da nova versão do sistema de au-tomação de bibliotecas (pergamum), com o ob-jetivo de aumentar os recursos disponíveis e sanar erros de versões anteriores; o implantação do posto avançado da BMHS, no

3Q andar, para atender aos cursos de graduação em economia e administração;

:J instalação de 68 escaninhos para a guarda de volumes, visando oferecer maior conforto e in-dependência aos usuários;

:J iniciação do processo de inclusão retrospectiva, no sistema de automação de bibliotecas, de tí-tulos não constantes na base de dados; o implantação de projeto de integração entre a

BMHS e a biblioteca da unidade regional de Bra-sília;

o estabelecimento de uso de caixa de sugestões, instalada no setor de atendimento, de sistemá-tica de análise e resposta mensal ao usuário; o reorganização do espaço físico do serviço de fo-tocópias, de forma a dar maior conforto aos fun-cionários e maior agilidade no atendimento ao usuário .

Divisão de Administração Geral (DAG)

o elaboração de projetos de segurança patrimo-nial, incluindo controle de acesso e implanta-ção de circuito fechado de TV no edifício-sede; o elaboração de projetos de melhoria na infra-es-trutura operacional do edifício-sede, incluindo a ampliação da subestação de força e a au-tomação predial;

o elaboração de projetos de proteção contra incên-dio no edificio-sede, incluindo: sistema contra

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de força, a sala dos geradores e a subestação ele-vatória dos geradores;

u elaboração de projetos para a melhoria das ins-talações fisicas do edifido-sede, induindo: refor-ma das instalações do IBRE/CECON no g<> pavi-mento, instalação de recepção da EBAPE no 2.0. pa-vimento, reforma do 52 pavimento. refonna da BMHS, refonna parcial do lQº: pavimento e re-forma da portaria central;

.J complementação das instalações da Editora FGV e da Livraria no edifício-sede;

u levantamento das plantas do edifício-sede, obje-tivando sua atualização;

:.J implantação de controle automatizado das bom-bas de recalque do edificio-sede;

o implantação de dois GMGs de

450j405kVA-380-220V, no 1 Q pavimento do edifício-sede;

o execução de reformas parciais no 30. andar do edi-fício-sede para acomodar o Curso de Graduação em Economia e Administração e o posto avançado da Biblioteca Mario Henrique Simonsen. com ins-talação de cabearnento estruturado para voz e da-dos;

:J execução de reforma parcial no 40. pavimento do edificio-sede para acomodar a secretaria, a coordenação lato sensu e o call center da EBAPE. com a instalação de ar-condicionado central e cabeamento estruturado para voz e dados;

u reforma dos laboratórios dos 3.0. e 4.0. pavimen-tos do edifício-sede;

:.J elaboração de projeto e reforma da área do IBREI CEAE no 80. pavimento do edifício-sede, ado-tando o conceito de escritórios abertos e ins-talando cabeamento estruturado para voz e da-dos;

o construção de auditório com capacidade para 133 pessoas no 8.0. andar do edifício-sede;

o conclusão da obra do 14.0. pavimento do edifício-sede, com a adoção do conceito de escritórios abertos e instalação de ar-condicionado central e cabeamento estruturado para voz e dados. Nessa nova área estão funcionando a Controladoria, a Auditoria, a DIJUR. a DIFI e o Setor de Creden-ciamento e Cadastro;

o conclusão da obra do 150. pavimento do edi-fício-sede, com a adoção do conceito de es-critórios abertos, aproveitamento da luz na-tural e instalação de ar-condicionado central e cabeamento estruturado para voz e dados. Nes-ta nova área estão funcionando a DREH. a DAG, a DOC, o SESMT e a Assessoria de Comunicação e Marketing;

o elaboração de projeto e reforma das novas ins-talações do FGV-Online na rua Jornalista Or-lando Dantas, com a instalação de cabeamento estruturado para voz e dados;

o reforma das duas salas do Edifício Darke de Ma-tos para instalação do FGV-Opinião; o informatização do controle de saída de bens de

informática, para agilizar o processo e gerar eco-nomia de papel e tempo;

o substituição do formulário de transferência de bens móveis por processo online via e-maU;

[j formalização do processo de solicitação de pas-sagens aéreas, a fim de possibilitar a infonnação de alternativas de vôos, companhias aéreas e preços para escolha dos usuários; o implantação de sistema de controle de estoque

de materiais e manutenção predial, para pos-sibilitar maior controle gerencial;

::J elaboração de projeto para a construção de novo prédio para a FGV-Brasília;

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Divisão de Investimentos

e

Finanças (DIFI, ex-DIN)

u implantação (em fase final) do ERp, com o le-vantamento, a análise e a melhoria dos pro-cessos atualmente desenvolvidos e definição de processos futuros e possíveis "não-aderências";

:::J reestruturação da divisão, com a criação dos nú-cleos de Investimento e de Tesouraria e trans-ferência das atividades relativas ao controle do patrimônio e marcas para o Núcleo de Patri-mônio Imobiliário e Marcas, subordinado dire-tamente à Diretoria Geral;

u mudança para as novas instalações no 14Q

an-dar.

Divisão de Tecnologia da Informação (DI TI}

u nos aspectos relativos à infra-estrutura. conclu-são: da migração do software gerenciador de rede para o Windows 2000; da integração das redes CIDS, BVRJ e FGV-Brasília; da instalação de um novo servidor de acesso remoto e implantação de sistema de segurança da rede FGV; da im-plantação de um plano de contingência; da mi-gração do sistema de automação de bibliotecas (pergarnurn) para base de dados MS-SQL Server 2000; e da elaboração de normas para envio de mensagens internas e regras de acesso à In-ternet;

o desenvolvimento de sistema de processamento de requisições de serviços da gráfica;

o desenvolvimento do portal da Editora FGV na Internet;

(J implantação (inicial) de programas de qualidade para o Núcleo de Apoio ao Usuário (NAU) e para a área de suporte;

:J expansão do servidor (de banco de dados de desenVOlvimento), para prover infra-estrutura adequada para a área de desenvolvimento de sistemas;

:::l desenvolvimento de sistema de apoio de di-gitalização de entrevistas para o Setor de His-tória Oral do CPDOC;

o inclusão de serviços de comunidade EBAPE e de relacionamento com ex-alunos, e produção de versões simplificadas, em língua inglesa e espanhola. para o portal da EBAPE na Internet;

o desenvolvimento e implantação de novo sistema para o call center da EBAPE;

o desenvolvimento de sistema e execução de pro-jeto de banco de dados para seguro de acidentes de trabalho;

o expansão do site da graduação em administração e economia da FGV no Rio de Janeiro;

:J desenvolvimento de módulo local do sistema Siga; o reformulação do site da FGV Management;

.J desenvolvimento e implantação de sistema de coleta de preços via paim top;

u reformulação do sistema de entrada de dados no banco de preços e de subsistema de automação dos processos de solicitação de insumos;

u desenvolvimento de subsistema de gerencia-mento e importação dos preços informados pelo Sima;

o reformulação do módulo de aitica do sistema de vendas de terras;

o desenvolvimento de sistema de cálculo do ín-dice de preços pagos.

Divisão de Orçamento e Contabilidade (DOC)

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u implantação (em fase fInal) do ERP, com o le· vantamento. a análise e a melhoria dos processos e a definição de requisitos para parametrização;

u implantação de manual contábil, visando disci-plinar a apropriação e o lançamento dos atos e fatos administrativos e padronizar procedimen-tos;

o alteração da gestão contábil com base nas di· retrizes da Lei nO 64.047/76;

o reestruturação da DOe, com a criação dos nú· cleos de Contabilidade e Convênios, de Orça-mento e Contratos e de Obrigações Fiscais. e transferência das atividades relativas à Tesou· raria para o Núcleo de Tesouraria, subordinado à DIFI;

u mudança para as novas instalações no 15.0. an· dar.

Divisão de Recursos Humanos (DREH)

o economia de R$560.59s,80, proveniente da re· dução de custos na área social (recursos de ins-tituições públicas). na área de pessoal (desliga-mento de dois funcionários) e da renegociação de acordo coletivo (assistência médica e odon-tológica);

u mudança para as novas instalações no 15.0. an-dar, incluindo o SESMT, o Ambulatório Médico, o Serviço Social e o Setor de Segurança do Tra-balho;

o implantação do programa de orientação nutri· cional para os funcionários da FGV;

u elaboração de mapas de risco de todos os pa· vimentos do edifício-sede da FCV, em conjunto com a Cipa;

u elaboração do Programa de Orientação Educa· cional para patrulheiros e estagiários de 2.0. grau; o elaboração de projeto de informatização da

fi-cha de registro de funcionários, com o objetivo

de reduzir a carga de trabalho, eliminar o re-trabalho, evitar redundâncias e disponibilizar os dados relativos aos funcionários em tempo hábil;

:J aprimoramento da comunicação interna, com a promoção de reuniões periódicas e melhor uti· lização dos recursos de comunicação eletrônica; o conclusão de projeto de ampliação do horário de atendimento do Ambulatório Médico, com início previsto para janeiro de 2003;

o otimização das atividades da área, com redução do trabalho extraordinário;

o revisão e retornada dos processos de entrevistas de desligamento de funcionários, estagiários e patrulheiros;

o ampliação do programa de imunização de todo o corpo funcional e de seus dependentes.

Auditoria

o realização de 35 auditorias internas em setores e unidades da FGV-Sede e de três auditorias

ex-ternas (EAESP, Isae-Mercosul e Isae-Amazonas);

:J prestação de assistências técnicas, destacando-se: abertura de propostas de fornecimento de produtos e serviços, análise de demonstrativos financeiros, revisão do plano de contas, pare-ceres e exames de documentação e exame dos planos de aplicação de recursos;

o execução de auditorias preventivas, incluindo exame diário parcial dos processos de paga-mento. verificação da documentação das trans-ferências bancárias, verificação da documenta-ção dos resgates e aplicações financeiras e exa· me da prestação de contas da FGV·Sede e FGV· Brasília;

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Assessoria de Comunicação e Marketing

o elaboração de laudos técnicos para lançamento do FGV-Opinião;

o prestação de assessoria à FGV Consulting na pre-paração de materiais de apresentação relativos à candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos Pan-Americanos;

:J finalização da produção do vídeo institucional da FGV na versão em língua portuguesa; :.J elaboração e execução de pesquisa de opinião

(Rio de Janeiro e São Paulo) sobre o jornal interno

(FGVeja) com o objetivo de reformulá-Io;

:J mudança para as novas instalações no 152 andar.

Assessoria da Qualidade

u coordenação dos seminários de integração e de-finição de metas da DAG, DIT!, DIJUR, DREH, BMHS e Arquivo Central, incluindo elaboração de relatórios e formulação do plano de metas para as áreas de apoio;

o coordenação do seminário de integração e dis-cussão da implantação do ERP, com a participação da Doe e da DIFI (ex-DIN);

::J coordenação de seminário de integração e de-finição de metas da Secretaria Administrativa da EBAPE, com elaboração de relatório, plano de metas e ferramentas para acompanhamento; o coordenação do seminário para avaliação da ゥョセ@

ter-relação das áreas de apoio e das unidades da FGV-Rio;

o acompanhamento mensal do plano de metas das áreas de apoio e elaboração de planilhas automatizadas para sua instrumentalização;

:J promoção de palestras de sensibilização para a qualidade. dirigidas a executivos das áreas de apoio;

:::J promoção de palestras sobre indicadores de de-sempenho para os funcionários da DIJUR e do Bibliodata;

u promoção de cursos de ISO 9000 versão 2000 e de auditoria da qualidade para os funcionários da BMHS;

o desenvolvimento e implantação do sistema de gestão da qualidade da FGV, tendo como escopo inicial a Biblioteca Mario Henrique Simonsen, e incluindo a elaboração de toda a documentação pertinente, coordenação das auditorias internas e externas e certificação de conformidade pela nor-ma pertinente (ISO 9001 :2000);

o consultorias à DAG e à DI11 (NAU) para desen-volvimento de sistemas de qualidade para essas áreas;

:J consultoria ao Bibliodata para elaboração de pes-quisa de opinião abrangendo aspectos relativos ao conhecimento e à qualidade do serviço e sua importância para o cliente;

o elaboração do manual de organização para ゥュセ@ plantação da nova estrutura contábil-financeira e apoio a sua implementação;

o consultoria à DREH para elaboração do progra-ma de remuneração variável.

Núcleo de Patrimônio Imobiliário e Marcas

[] acompanhamento do desembaraço da documen-tação dos terrenos do projeto da praia de Bo-tafogo junto ao RGI, INSS, Secretaria Municipal de Urbanismo e DGPM;

(16)

do ITBI junto à Prefeitura; emissão de certidões de quitação fiscal imobiliária, de situação en-fitêutica, de pagamento de IPTU junto à Pre-feitura e de ônus reais; baixa do CNPJ do IBCA; reativação junto ao INSS dos dados cadastrais do IBCA para emissão da CND;

'...J regularização do habite-se do prédio da FCV, que se encontra em fase final.

Divisão de Assuntos Jurídicos (DIJUR)

A DlJUR foi criada em 26 de dezembro de 2000, pela Portaria nº 32, em cumprimento a decisão do Conse-lho Diretor. em sua SOg.a. sessão ordinária.

Subordinada à Diretoria Geral, presta assessora-mento jurídico a esta e à Presidência nos assuntos de interesse da FGV, especialmente no que diz respeito à edificação do novo prédio na praia de Botafogo, e no acompanhamento dos procedimentos para regulariza-ção e atualizaregulariza-ção dos dorumentos relativos aos imó-veis da FGV, bem como dos processos administrativos

e judiciais decorrentes de lançamentos de IPTIJ e de-mais taxas incidentes. Foram acompanhados 334 pro-cessos administrativos e 111 judiciais decorrentes do lançamento de IPTU e taxas.

Entre outras atividades desenvolvidas em 2002, merecem destaque:

u implantação de fórum para acompanhamento per-manente da legislação referente a assuntos de in-teresse da FGV, com encaminhamento às unidades e áreas de apoio da legislação pertinente às suas atividades;

o coordenação das atividades dos esc.ritórios es-pecializados referentes aos processos judiciais em que a FGV figura como parte ou interve-niente, nas esferas trabalhista, fiscal e cível. Fo-ram 47 processos judiciais na área trabalhista e 46 na área cível;

(17)

INSTITUTOS, ESCOLAS E CENTROS

1. INSTITUTO BRASILEIRO DE ECONOMIA -IBRE

o Instituto Brasileiro de Economia (lBRE). criado em 1951, é a unidade da FGV responsável pelo levanta-mento e pela análise de dados econômicos, financei-ros e empresariais. Pioneiro no cálculo do PIB brasi-leiro, é a única instituição a formular o Índice de Pre-ços por Atacado (IPA). Criou ainda o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), o mais tradicional de todos, e que durante muitos anos foi o índice oficial da inflação brasileira.

Com o tempo, a FGV elaborou outros índices ge-rais de preços (IGPs), como o IGP-M e o IGP-I0, que se tornaram importantes referências de preços. O IGP-M. contratado pelas instituições financeiras como baliza-dor da taxa de juros, é hoje o indexabaliza-dor das tarifas de energia elétrica. Além disso, com a alta do dólar no segundo semestre de 2002, o mercado financeiro lan-çou diversos fundos de investimentos referenciados ao IGP-M, que, desde novembro, passou a ser também negociado a futuro na BM&E Já o IGP-DI é usado na correção das tarifas de telefonia e também do endivi-damento dos estados com a União. Os IGPs são ainda usados em uma infinidade de contratos privados, como aluguéis. leasing, provedores de Internet, pla-nos de saúde, entre outros.

A apuração do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi ampliada para 12 regiões geográficas. alcan-çando, no país, abrangência igual à do IPCA, que é usado para as metas de inflação.

Em 2002. outros índices foram criados, como, por exemplo, o Núcleo da Inflação (core inflation), que ex-trai da variação de preços as pressões voláteis e tran-sitórias, tornando-se um indicador respeitado e cada vez mais utilizado.

o

IBRE notabiliza-se também por suas sondagens industriais, comerciais e de agribusiness. que compõem uma completa radiografia da economia brasileira. Suas projeções antecipam sua base de indicadores e as ten-dências da taxa de inflação. do crescimento etc. Os es-tudos de negócios visando o planejamento estratégico de empresas, a avaliação de empresas e marcas e pa-tentes, além de estudos do mercado com o exterior e indicadores sociais, entre outros, são amplamente uti-lizados pelas empresas na tomada de decisões estra-tégicas de curto, médio e longo prazos, embasando iniciativas decisivas para a manutenção da competiti-vidade num mercado cada vez mais globalizado.

Em 2002, foi iniciada uma nova Pesquisa de Orça-mentos Familiares (POF), que se estenderá por um ano e abrangerá 20 mil domicílios nas 12 capitais em que o IBRE elabora pesquisas de preços. A POF permitirá a atualização dos pesos usados no cálculo dos índices de preços ao consumidor, sendo a partir dela que se deu o início à sondagem da expectativa do consumidor.

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To-cantins S.A., Deten Química SA., Distribuidora de Pro-dutos de Petróleo Ipiranga S.A., Gerdau S.A., Latasa Nordeste S.A., Mahle Metal Leve S.A., Mineração Rio do Norte S.A., Refinaria de Petróleo de Manguinhos SA, Souza Cruz S.A., Telemat Celular S.A., e Votorantin Ce-lulose e Papel S.A. Foi concedido também, mais urna vez e com o apoio do Isae-Manaus, o prêmio Destaques Empresariais a três empresas do Amazonas.

Em dezembro de 2002 foi inaugurado no g.Q. an-dar da sede da FGV o auditório Mario Henrique Si-monsen, importante espaço para que continuem a ser realizados os seminários e eventos do IBRE nas instalações da FGV.

No ano de 2002 a diretoria do IBRE implementou ampla reestruturação na organização do instituto, in-crementando a sinergia entre suas áreas de atuação e favorecendo a expansão de suas atividades. Com o novo modelo organizacional foram criadas condições para que o lERE, a médio prazo, busque o equilíbrio orçamentário e mantenha seus serviços públicos e suas pesquisas econômicas, sociais e políticas.

Os diversos centros que compunham o instituto foram reorganizados em três divisões: Divisão de Ges-tão de Dados (DGD), Divisão de Publicações e Eventos (DPE) e Divisão de Economia Aplicada (DEA).

A DGD incorporou os processos afetos aos antigos centros de Estudos de Preço (CEP) e de Estatísticas e Análises Econômicas (CEAE), entre os quais pesquisas de preços, apurações de índices gerais e setoriais de preços e de custo, sondagens conjunturais, rankings empresariais, índices de ações, pesquisas de preços agrícolas e pesquisa diária do preço do milho.

A DPE reuniu as atividades relativas às revistas Con-juntura Econômica e Agroanalysis, ampliando recente-mente sua atuação com o lançamento do programa Conjuntura econômica,levado ao ar semanalmente pela nr Educativa, em cadeia nadonal, e com a publicação do boletim trimestral GV Prevê - uma parceria lEREI EAESP -, que proporciona uma visão das tendêndas atuais e dos cenários que integram a economia, a

dên-cia política e a análise de políticas públicas como ins-trumento para o planejamento estratégico das empre-sas e para a análise de risco no Brasil.

A DEA englobou sob um só comando as diversas áreas dedicadas a estudos e projetos econômicos: economia agrícola, economia internacional. econo-mia social, econoecono-mia do meio ambiente, econoecono-mia regional e industrial, finanças públicas, economia de energia, finanças e mercado de capitais, economia empresarial, economia fiscal, economia política, es-tudos quantitativos e de conjuntura e economia do conhecimento.

Divisão de Gestão de Dados - DGD Foi na DGD que ·as mudanças organizacionais mais se fizeram sentir. A estrutura dos antigos centros CEP e CEAE apresentava alto grau de segmentação e hierarquização funcional. No processo de reestrutu-ração, procurou-se um modelo mais moderno, com poucos níveis e alto grau de integração, favorável ao aprimoramento dos processos e da comunicação in-terna, bem como ao alinhamento de foco dos execu-tivos e técnicos.

Todos os processos estão sendo documentados e revistos. Ao longo de 2002 algumas mudanças rele-vantes já foram implementadas:

o extinguiram-se as chefias setoriais e modificou-se o leiaute, a fim de reduzir as barreiras fisicas e funcionais que prejudicavam a integração e a co-municação;

':::1 ajustou-se o quadro aos requisitos fundonais e à demanda de trabalho, promovendo-se o nivela-mento dos padrões de produtividade dos escri-tórios;

(19)

Brasília -, a registrar diretamente no Banco de Preços o resultado de suas pesquisas; o reorganizaram-se os produtos dos antigos CEP

e CEAE, a fim de eliminar redundâncias e pro-piciar melhor aproveitamento de sinergias; u transferiram-se para a Divisão de Tecnologia da

Informação (DITI). da Diretoria Geral, as ativi-dades especializadas. mantendo-se na DGD ape-nas um pequeno núcleo de gestão da demanda e de interaçào com os técnicos daquela divisão; o redesenhou-se a estrutura e contrataram-se no-vos recursos. No novo desenho organizacional, buscou-se valorizar as atividades voltadas para a ampliação dos serviços e o aumento da receita, bem como propiciar condições favoráveis à qua-lidade dos produtos e da gestão.

Vale ressaltar que as mudanças introduzidas, além de propiciar melhorias nas condições de operação e gestão. constituíram significativa contribuição para o resultado econômico-financeiro, tanto mediante re-dução de custos, quanto através de disponibilização de espaço fisico, possibilitando a geração de receita marginal com cursos e seminários.

Contando já com o novo modelo organizacional, a DGD implementou uma série de decisões, que co-meçaram a contribuir para o desempenho e a quali-dade dos produtos ainda em 2002. Entre estas podem ser citadas:

o implantação de controles sobre vendas, fatura-mento e cobrança. Esses controles. embora com-preendam todas as modalidades de serviços. fo-ram especialmente importantes para criar con-dições para a expansão dos serviços vendidos mediante assinatura;

o desenvolvimento de novo material promocional para divulgação institucional e apoio à venda dos produtos e serviços da DGO;

o reformulação do modelo de divulgação dos Ín-dices gerais, que passou a ser feita em equipe,

com participação tanto do divulgador oficial quanto dos supervisores de cada um dos índices; u divulgação alternada de prévias das sondagens conjunturais no Rio de Janeiro e em São Paulo. Os resultados dessa pesquisa, realizada com em-presas industriais, vêm sendo amplamente di-vulgados pela mídia. o que permitiu manter o segundo mais importante veículo de divulgação do IBRE-DGD, atrás somente dos índices gerais; o além das sondagens tradicionais. realização de pesquisa de opinião sobre o futuro do gás natural junto a 200 empresas industriais selecionadas en-tre as que participam do painel da sondagem in-dustrial;

o lançamento, no âmbito dos rankings de empresas. como acréscimo aos já tradicionais -500 maiores sociedades anônimas ョ ̄ッセヲゥョ。ョᆳ

ceiras, 200 maiores empresas do Rio de Janeiro, 300 maiores empresas do Sul e maiores em-presas do Amazonas -, do anuário financeiro. por encomenda do jornal Valor Econômico. Ao todo, o anuário contemplou nove rankings, en-tre os quais os de corretoras, distribuidoras, empresas de leasing, fundos de pensão e pre-vidência privada;

o adição, aos índices de ações divulgados diaria-mente - FGV-100 e FGV-100E -, do Índice de Ações de Distribuidoras de Energia Elétrica (IDE), por encomenda da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica; o início da unificação dos serviços Index e

FGV-Dados. Este último, que deverá absorver os cli-entes do primeiro, foi indicado ao prêmio Ibest, o mais importante certificado de distinção da Internet brasileira.

(20)

o realização de nova Pesquisa de Orçamento Fa-miliar (POF), base para a estruturação do Índice de Preços ao Consumidor;

o desenvolvimento do produto Clube FGV de

Aná-lises e Informações Econômicas, que correspon-de a uma cesta correspon-de serviços correspon-destinados a sub-sidiar as empresas em suas análises de inves-timento, planejamento estratégico e dedsões executivas;

u desenvolvimento de produtos-padrão para pre-feituras de grande, médio e pequeno portes; O fornecimento pela Internet, o que propicia

am-plas facilidades de consulta, de legislação e nor-mas sobre comércio exterior e imposto de ren-da, bem como de sinopses e análises dos atos normativos recém-editados;

:J desenvolvimento e implantação de indicadores gerenciais;

o reestruturação dos bancos de dados do IBRE!

DGD;

o desenvolvimento e implantação de critérios-pa-drão de definição de preços de produtos e ser-viços, de elaboração de propostas e de admi-nistração de projetos;

o desenvolvimento e implantação do portal do IBRE; o revisão metodológica dos sistemas de cálculo dos

índices de preços setoriais e gerais; :.J revisão e documentação dos processos

opera-cionais (embrião de um projeto ISO); o migração dos sistemas ainda em Clipper para

o ambiente Orade (IPA, indices setoriais, POF).

Divisão de Publicações

e

Eventos

-DPE

A DPE, criada em 2002 com objetivo de agregar as atividades da revista Conjuntura Econômica, da revis-ta Agroanalysis e os seminários e eventos do IBRE, teve sua atuação recentemente ampliada com o

lançamento do programa Conjuntura econômica, levado ao ar semanalmente pela TV Educativa. em cadeia nacional, e também com a publicação do bo-letim trimestral GV Prevê - uma parceria entre o IBRE e a EAESP.

Revista

Conjuntura Econômica

(CECON) Durante o ano de 2002, a CECON publicou 12 edi-ções mensais. com uma tiragem média anual de 16.400 exemplares e circulação média paga de 12 mil Os demais exemplares da revista destinaram-se a reparte promocional de agências e anunciantes, material de apoio a vendedores de assinaturas e es-paços publicitários, distribuição interna e externa para jornalistas. Mantém-se um estoque estratégico médio de 250 exemplares por edição.

Entre as 12 edições. algumas foram especiais: se-guros, capitalização e previdência privada (abril); os melhores bancos do Brasil (maio); as 500 maiores (agosto); e os bancos que mais crescem (novembro).

o ano de 2002 foi marcado pelo crescimento das renovações de assinaturas, que bateram o pico de 91,5% em outubro e 90,6% em novembro. fechando o ano com a média de 84%. Tal nível de satisfação foi acompanhado pela queda no nível de reclama-ções dos assinantes. Dos 2,5% em média registrados em 2001, as reclamações caíram quase à metade em 2002, para 1,3% dos assinantes. À guisa de ilustra-ção, dados do mercado de revistas consideram acei-tável um percentual de até 3% de reclamações em relação às tiragens distribuídas aos assinantes.

As vendas em bancas registraram leve cresci-mento em relação ao ano de 2001, fechando o exer-cício com média de 65% de venda do reparte enviado ao distribuidor de bancas, contra média de 56% do ano anterior. O pico do ano foi registrado com a edição de julho, que bateu o recorde de 73% de exemplares vendidos em bancas.

(21)

um crescimento próximo dos 15% no faturamento em relação a 2001, quando o mercado publicitário (dados divulgados pelo jornal Meio & Mensagem, ci-tando pesquisa do Ibope e depoimentos do presiden-te da Associação Brasileira de Propaganda) recuou 5% no volume global dos investimentos em todos os se-tores e até 15% no que se refere ao meio "revistas".

Em 2002, iniciou-se a parceria com a Editora Re-cord. Foi divulgado o lançamento de um dos livros da editora na revista Conjuntura Econômica e, em contrapartida, obteve-se um número de exemplares correspondente ao custo de uma página publicitá-ria. Esses livros foram usados em campanha promo-cional para estimular a venda de assinaturas da revista, sendo dado como brinde o livro Vexame, que conta histórias de bastidores do FMI.

Pelo segundo ano consecutivo, foi editada com sucesso a edição dos bancos que mais cresceram no Brasil, edição que registrou boa participação de anun-ciantes.

Também foi bem-sucedida a edição de agosto, a tradicional publicação do ranking das 500 maiores sociedades anônimas não-financeiras do Brasil, que em 2002 contou com o patrocínio da empresa Tele Centro-Oeste, que, além de investir na compra de espaço publicitário na revista, apoiou financeira-mente a realização do evento de entrega do Prêmio Excelência Empresarial.

Foram iniciadas negociações com grandes redes distribuidoras de livros e revistas, como as livrarias Nobel, nas quais serão feitos investimentos objeti-vando abrir novos canais de distribuição e exposi-ção da revista.

A área comercial da revista fez alguns investi-mentos em ações promocionais que pouco ou nada oneraram a revista. À exceção do evento de entrega do Prêmio de Melhor Banco do Brasil, todas as de-mais ações foram efetuadas usando-se os créditos da revista em espaços publicitários permutados com os seguintes veículos: Valor Econômico, Jornal do

Commercio, Gazeta Mercantil, Scientific American e Maior.

É importante ressaltar que as edições têm gerado o que se chama de "mídia espontânea", provocada pela divulgação de notas e matérias em jornais, revis-tas e emissoras de rádio e TV a partir de paurevis-tas da re-vista divulgadas pela assessoria de imprensa. Registra-se que a maior projeção de Conjuntura Econômica deu-se, também de forma espontânea, através da pu-blicidade feita por alguns bancos - Bradesco, Nossa Caixa e BMG - em todos os jornais de maior impor-tância no país: Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil, O Globo, Jornal do Brasil, Jornal do Commercio, entre ou-tros, e revistas Exame e IstoÉ Dinheiro. Alguns tam-bém utilizaram outdoors. Em todos os casos, os anun-ciantes reproduziram a capa da edição dos "Melhores Bancos do Brasil" (maio), ou fizeram menção à fonte da informação que veicularam: revista Conjuntura Econômica, da Fundação Getulio Vargas.

Vale considerar essa maior exposição: além de a revista ser destacada como fonte de informação confiável por essas empresas, orgulhosas de terem sido premiadas pela FGV; também ganhou mais prestígio junto ao cada vez mais retraído mercado publicitário.

Finalizando, sempre foi preocupação da Conjun-tura Econômica evitar qualquer embate comercial com veículos já consolidados entre agências e anun-ciantes. Mas, graças à campanha nacional executada pelo Bradesco, fomos colocados lado a lado com a Exame, maior revista do segmento no país.

(22)

Revista Agroana/ysis

Em outubro de 2002, foi formalizado o distrato do contrato assinado entre a FGV e a RCW Consultores, que tinha como objetivo a cessão de direito de uso e exploração da marca da revista Agroanalysis.

Na área editorial, além das seções permanentes - estatísticas, opiniões e entrevista -, as edições da revista trataram dos seguintes assuntos:

o agronegócio em Goiás, e artigos sobre balanço dos anos 1990, avaliação do estatuto da terra para os anos 2000 e censo agropecuário;

..J plantio direto e agricultura sustentável corno alternativa à "crise energética", e artigos sobre a Alca, cacau, BM&F, boi gordo e aves;

:J política tributária na cadeia da carne bovina brasileira, e artigos sobre pesquisa agropecuá-ria na ótica da Embrapa, Mercosul e coalizões comerciais e pecuária brasileira;

o grãos: a insuperável competitividade brasileira, e artigos sobre crédito rural, insumos agrícolas. o Congresso Brasileiro de Agribusiness e o Agrishow 2002 (matéria especial);

u Congresso Brasileiro de Agribusiness, com a co-bertura completa do evento promovido pela As-sociação Brasileira de Agribusiness, análises e diagnósticos da cadeia do agronegócio;

..J Farm Bill em xeque, a questão dos subsídios nos países desenvolvidos. análise da conjuntura e perspectivas. a visão dos empresários a respeito do agribusiness brasileiro, panorama da citri-cultura no Brasil, a força da produtividade na agricultura: os últimos 22 anos;

o o agro negócio e as eleições presidenciais, com entrevistas com os quatro principais candida-tos;

o novas reflexões a respeito dos subsídios agrícolas nos países desenvolvidos, e análise do novo pla-no de safra;

o as 100 maiores empresas do agribusiness: ranldng e avaliação do desempenho setorial, com desta-que para as principais empresas, além de gestão estratégica no agronegócio: síntese de pesquisa da FGV;

o as SO maiores cooperativas agropecuárias: ranking e análise do desempenho, os efeitos da crise ar-gentina na agropecuária do pais, a rastreabilidade que o Brasil precisa na pecuária de corte, e novo alento no agronegódo de cacau na Bahia; :J análise do Programa Fome Zero, com Graziano,

Suplicy, Rabello de Castro, Wedekin, Francisco Menezes e Marcelo Neri, o agro negócio e o novo governo, anâlises por cadeias produtivas, reali-zadas por empresários e analistas de mercado.

Na área de projetos, em fevereiro de 2002 foi as-sinado contrato com a BM&F para a prestação de serviços, incluindo a redação de matérias.

No tocante a participação em eventos, promo-ções e permutas, cabe destacar:

[J distribuição, pela Secretaria de Indústria e Co-mércio do Estado de Goiás, de 25 mil exem-plares da edição de janeiro, seguida de patro-cínio;

u apoio de Agroanalysis à 5.a. Conferência Anual de Açúcar e Álcool, promovida pela International Business Communications (IBC do Brasil), tendo sua logo marca estampada em todo o material de divulgação do evento e sendo a revista in-cluída nas pastas distribuídas aos participantes da conferência;

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o divulgação, por permuta, da Agrishow - Feira de Tecnologia Agrícola em Ação, realizada em Ribeirão Preto, SP;

o apoio e divulgação da logomarca da revista em todos os materiais do XL Congresso Brasileiro de Economia e Sociologia Rural (Saber), realizado em Passo Fundo, RS;

o divulgação e cobertUra do Congresso Brasileiro de

Agribusiness, promovido pela Abag em São Paulo; o permuta de publicidade entre a revista e os anuá-rios FNPIAgrianual (2002 e 2003) e Anualpec (2002);

o permuta de publicidade em três edições da re-vista Indústri.a de Laticínios;

u permuta de publicidade com o Guia Xclusive, da Editora Gessuli;

:J permuta de publicidade com o Anuári.o Estatístico do Café, da Editora Coffee Business.

Na área de publicidade, a revista Agroanalysis con-tou com os seguintes anunciantes: Embrapa; Bayer; Governo de Goiás; EnipecfFamato; Agrishow/Abimaq; Indústria de Laticinios; Agrianual 2002/FNP; Agria-nua120031FNP; Anualpec 20021FNP; CBAfAbag; Sober; IBe do Brasil; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Bunge Fertilizantes; Basf; Embratel; Banco do Brasil; Guia Xclusive, e Coffee Business.

Boletim GV Prevê

Em 2002 a DPE passou a comercializar as assinatu-ras do GV Prevê. Elaborado por pesquisadores do IBRE e da EAESP, esse boletim trimestral em portu-guês e inglês, editado em março, junho, setembro e dezembro, oferece uma visão das tendências atuais e dos cenários prováveis para a política, a economia e o governo do Brasil nos próximos anos. O boletim procura antever as mudanças que irão ocorrer no processo de evolução do mercado, a fim de atender às necessidades das empresas que buscam uma

fon-te de informações sólidas que permitam a realização de previsões de médio e longo prazos.

A DPE comercializa o GV Prevê oferecendo assina-turas anuais, individuais ou corporativas, nacionais e internacionais. Nesse primeiro ano de vida, o GV Prevê conquistou 37 clientes, incluindo a Petrobras, que adquiriu a assinatura na modalidade corporati-va por acesso exclusivo via Internet.

o

periódico possui uma home page que pode ser acessada tanto em português quanto em inglês e re-quer, para leitura do conteúdo na íntegra, código e senha do assinante.

A cada lançamento de um novo número é realiza-da urna conferência de imprensa, sendo convirealiza-dados a participar alguns clientes em potenciaL

Divisão de Economia Aplicada - DEA

Centro de Estudos Agrícolas - CEA Em 2002, o CEA concentrou suas atividades de negá· cios nos campos do agribusiness e do cooperativismo, e realizou 11 cursos em parceria com os convenia-dos do IBRE - FGV Management, FGV Consulting e EAESP·Gvpec -. nas cidades de Bom Despacho, Cam-pinas, Campo Grande, Cuiabá, Ji·paraná. Patos de Mi-nas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e São Paulo. Entre os cursos em andamento, destaca-se o Curso de Ges-tão em Agribusiness, de Campinas, que está em fase de conclusão da 211 turma e com inscrições abertas para a 3.a. turma.

Na área de projetos, foi celebrado contrato com a J. A. Agropecuária para o desenvolvimento de um estudo econométrico sobre preços de terra, que foi objeto de um aditivo para a inclusão no estudo de novos estados da Federação.

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Development (Unctad), com o duplo objetivo de ela-borar um guia oficial do mecanismo de desenvolvi-mento limpo do Protocolo de Quioto e de propor um modelo para o funcionamento do mercado brasileiro de certificados de redução de emissões de carbono. Durante a realização do trabalho, o CEA coordenou dois eventos importantes: um workshop fechado, rea-lizado na sede da FGV em 7 de outubro, para a dis-cussão da proposta do modelo de funcionamento do mercado de carbono, e um seminário nacional, reali-zado na sede do BNDES com a presença de 250 parti-cipantes, para a discussão pública do Guia do MDL. O guia, depois de incorporadas as contribuições dos participantes do seminário, foi publicado pela Edito-ra FGV.

Ao longo de 2002 foram mantidos contatos com diversas empresas e instituições do setor do agribusi-ness, tendo sido encaminhadas inúmeras propostas de serviços a diversos clientes em potencial. Apesar das dificuldades e restrições enfrentadas por parte do setor, sobretudo no segundo semestre do ano, os con-tatos deram alguns bons resultados.

Com a Organização das Cooperativas do Brasil, está sendo negociada uma pesquisa, junto aos diri· gentes cooperativistas, destinada a identificar as ten-dências relevantes sobre as quais serão fundamen· tadas as estratégias da instituição para o setor nos próximos anos.

Com a Sociedade Rural Brasileira, teve início a ne· gociação para um programa de desenvolvimento de executivos agrícolas, a ser conduzido pela entidade com o apoio do CEA.

O CEA foi convidado pela Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) a coordenar um dos módulos de um concorrido seminário realizado pela instituição em junho em São Paulo. O evento contou com a participa· ção em peso dos dirigentes do agribusiness nacional e propiciou grande visibilidade ao IBREjCEA. Como con-seqüência desse trabalho, o CEA foi convidado a parti· cipar do programa de planejamento estratégico do

grupo AGCO - Massey Ferguson, que deve passar a ser um novo parceiro na área de projetos.

Com o objetivo de aumentar a visibilidade no exte· rior e captar o interesse que o agribusiness brasileiro vem despertando nas instituições de pesquisas estran· geiras e nas comunidades de negócios, foi estruturada a versão em inglês do site do CEA.

Em janeiro de 2002, a equipe do CEA esteve em Washington, a convite do Banco Mundial, para partici-par do evento de seleção dos projetos semifinalistas do concurso Development Market Place, edição 2001. A equipe foi ganhadora do concurso em sua edição de 2000 e o convite do Banco Mundial teve o propósito de destacar o trabalho de desenvolvimento e execução do projeto pela equipe do eEA. Posteriormente, o CEA re· cebeu a visita dos monitores do Banco Mundial, que elogiaram o desenvolvimento do trabalho e os resulta-dos obtiresulta-dos, entre os quais a instituição das modalida-des de consórcios e condomínios de produtores na legislação brasileira por meio de medida proviSÓria e a criação do Programa Nacional de Arrendamento Rural do Ministério da Reforma Agrária.

o CEA desenvolveu, ainda, um trabalho sobre a nova política agrícola norte-americana e seu impac-to sobre as exportações brasileiras de soja, no âmbi-to do convênio com o Ministério da Fazenda.

Centro de Políticas Sociais - CPS

o

CPS busca, fundamentalmente, estreitar as rela-ções entre a pesquisa aplicada e a implantação de politicas públicas nas áreas social e do trabalho.

Os objetivos das atividades do centro são gerar re· tornos nos níveis institucional. financeiro e social. in· cluindo a difusão de conhecimentos para a sociedade e o subsídio à formulação de políticas sociais espedfi· cas, mantendo as atividades regulares, que são:

(25)

o contribuir para o desenho, a implementação e, principalmente, a avaliação de políticas públicas, setoriais e gerais, nacionais e internacionais. e de estratégias privadas;

o constituir fórum permanente de discussão de idéias e diagnósticos relativos à sociedade brasileira;

:J realizar pesquisas de campo e formar quadros para o setor público e para a sociedade civil.

Em 2002, merecem destaque as seguintes ativi-dades desenvolvidas pelo CPS:

u na área de saúde ocupacional e segurança no trans-porte rodoviário: pesquisa envolvendo a análise de um conjunto amplo de bases de dados e a realização de duas pesquisas de campo. A pes-quisa cobriu a totalidade do país. abordando temas como saúde ocupacional. segurança no trânsito, aspectos ergonômicos no transporte ro-doviário de passageiros e cargas, condições de vida e trabalho dos trabalhadores rodoviários e suas famílias. e transporte de cargas perigosas. Os produtos gerados foram uma monografia e um conjunto de COs;

lJ apoio microempresarial: no âmbito de projeto rea-lizado junto ao CNPq sobre políticas de apoio microempresarial, está sendo elaborado um es-tudo sobre abordagem dinâmica dos conta-pró-prias e dos pequenos empreendimentos; o seguro de acidentes de trabalho (SAT): dando

se-qüência a urna parceria com o Centro de De-senvolvimento de Seguros e Previdência (CDSP) da EPGE, foram desenvolvidos trabalhos sobre o desenho de um novo modelo privado de se-guros de acidentes de trabalho;

u metas sociais para o estado de Alagoas: realização de pesquisa de monitoramento das condições so-ciais do estado de Alagoas e elaboração de um plano visando o combate sustentável da pobre-za, para a Secretaria de Estado de Assistência

Social. Os produtos gerados foram uma mono-grafia e um conjunto de CDs;

[j mapa do conhecimento sobre o universo das pes-soas portadoras de deficiência: realização de pes-quisa para a formulação de um plano de in-clusão social das pessoas portadoras de defi-ciência, redação de monografia, elaboração de um banco bibliográfico e de dados em CD-ROM e via Internet, assessoramento relativo ao te-ma, promoção de seminários. entre outros, para a Fundação Banco do Brasil;

:J microcrédito: elaboração de projeto visando con-tribuir para o aprimoramento das iniciativas de apoio ao trabalho microempresarial do Minis-tério do Trabalho e Emprego (MIE). Em parti-cular, fornecimento de subsídios para reflexões e proposições de políticas relativas a programas na área de microcrédito para nanonegócios; o qualidade do ensino e alguns problemas de

men-suração: pesquisa, em parceria com a EPGE, para adaptar a mensuração da qualidade do ensino às mudanças, num contexto de uni-versalização do ensino e de introdução de no-vas políticas sociais, como bolsa-escola, po-líticas educacionais e ciclos automáticos de aprovação;

o mapa de oportunidades: gestão do estudo "mapa de oportunidades", que complementará a trilo-gia iniciada pelo "mapa do fim da fome" e pelo "mapa de ativos", com a realização de um le-vantamento de dados georreferenciados, que vi-sam subsidiar a formação de cenários estraté-gicos públicos para as diversas localidades bra-sileiras. O estudo analisa a distribuição espacial da agenda de reformas estruturais e flutuações macro em termos de suas conseqüências sociais. econômicas e editoriais, em particular para a rea-lização de desenhos e implementação de polí-ticas;

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Referências