• Nenhum resultado encontrado

Análise de microclima e cobertura de dossel em áreas refloestadas nas estações de chuva e seca no Reservatório de Capivara, Paraná

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2017

Share "Análise de microclima e cobertura de dossel em áreas refloestadas nas estações de chuva e seca no Reservatório de Capivara, Paraná"

Copied!
18
0
0

Texto

(1)

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

Campus de Botucatu

Instituto de Biociências

Departamento de Botânica

Análise de microclima e cobertura de dossel em áreas

refloestadas nas estações de chuva e seca no Reservatório

de Capivara, Paraná.

Carolina Capel Godinho

Orientador: Prof. Dr. José Marcelo D. Torezan

(2)

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

Instituto de Biociências

Departamento de Botânica

E

Universidade Estadual de Londrina

Centro de Ciências Biológicas

Departamento de Biologia Animal e Vegetal

Análise de microclima e cobertura de dossel em áreas

refloestadas nas estações de chuva e seca no Reservatório

de Capivara, Paraná.

Carolina Capel Godinho

Monografia apresentada ao Departamento de Botânica

do Instituto de Biociências de Botucatu para obtenção

do título de Bacharel em Ciências Biológicas

Orientador: Prof. Dr. José Marcelo D. Torezan

(Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Laboratório de Biodiversidade e Restauração de Ecossistemas)

Supervisora: Profª. Drª. Carmen Silvia Fernandes Boaro

(3)

Agradecimentos

- Aos meus pais e avós, por todo amor, atenção e compreensão que sempre me deram; e aos meus irmãos, que são os grandes amores da minha vida, pedacinhos de mim;

- Aos meus queridos amigos da faculdade e da vida, Tixa, Layra, Kutí e Leandro, por todo o companheirismo, amor, alegria e a capacidade de tornar qualquer momento divertido;

-À Rita, por toda a ajuda científica e por todas as conversas e risadas;

-Às minhas companheiras londrinenses, Paulinha, Michele e Karen, por me receberem em suas vidas com tanto carinho;

-Ao Wadt, por todos os momentos, alegrias e expectativas compartilhados nos últimos meses;

-A minha querida amiga Marina, por todas as coisas e cores que colocou em minha vida;

- À XLIII Turma de Biologia, pelos cinco inesquecíveis anos juntos;

- A todos os irmãos e amigos do CAVJ, Seção da Biologia, Área de Vivência e Comissão deRecepção dos Bixos, por compartilharem angústias, anseios e conquistas;

- A todos os professores, técnicos, funcionários e pós-graduandos do Departamento de Botânica, por todo suporte durante a minha formação como bióloga e toda a diversão e criatividade noscursos de férias;

-À minha querida supervisora, professora Carmen Boaro, por todos os ensinamentos, pelo apoio em tantos trabalhos e sonhos, e por todo o carinho;

- A todos que me acolheram e ajudaram no Labre – UEL; à Lya,pela nova amizade,toda disposição e infinita paciência em ajudar sempre que precisei; e aos técnicos Oda e Ed, por todo o suporte nos campos e todos os mais variados ensinamentos;

(4)

Resumo

O estudo das analises microclimáticas foi desenvolvido no Laboratório de

Biodiversidade e Restauração de Ecossistemas da Universidade Estadual de Londrina,

Paraná, e foramselecionados cinco talhões de reflorestamento de diferentes idades ao

longo do Reservatório de Capivara, Paraná. Em cada talhãoforam registrados dados de

temperatura, umidade do ar e cobertura de dossel,nos meses de março e agosto, período

de chuva (verão) e de seca (inverno), respectivamente.Os dados foram comparados

em busca de uma relação entre cobertura de dossel e microclima nos talhões de

diferentes idades e nas diferentes estações. As amostragens demonstram que há uma

diferença significativa entre as estações considerando as variáveis estudadas e que as

variações estruturais do reflorestamento e a arquitetura das diferentes espécies que a

compõem resultam em variações na cobertura do dossel, que por sua vez implicam em

(5)

Sumário

1. Introdução__________________________________________10

2. Objetivo____________________________________________14

3. Material e Métodos___________________________________15

4. Resultados e Discussão________________________________19

4.1. Comparação entre as estações_________________________20

 

(6)

Índice de figuras:

Figura 1: Mapa indicando os municípios onde foi desenvolvido o estudo...pag. 8

Figura 2: Fotografia do perfil do reflorestamento do município de Sertaneja – PR..pag. 9

Figura 3: Coletor de dados preso ao tronco de uma árvore em uma área estudada no município de Sertaneja – PR...pag. 10

Figura 4: Câmera fotográfica para registro da cobertura de dossel...pag. 11

Figura 5:Fotografias hemisféricas do dossel de um reflorestamento estudado no município de Rancho Alegre – PR. À esquerda, imagemobtida no mês de março, referente ao período de chuva (verão; março de 2011), e à direita, imagem obtida no período seco (inverno, agosto de 2011)...pag. 12

Figura 6:Comparativo da temperatura (ºC) com as estações de chuva (agosto) e seca (março)...pag. 13

Figura 7:Comparativo da umidade do ar (ºC) com as estações de chuva (agosto) e seca (março)...pag. 13

Figura 8:Comparativo da cobertura de dossel (%C) com as estações de chuva (agosto) e seca (março)...pag. 14

Figura 9:Comparativo da cobertura de dossel (%C) por áreas...pag. 15

Figura 10:Comparativo da umidade (ºC) por áreas...pag. 16

(7)

1.Introdução

O clima é um dos fatores mais importantes do ambiente, afetando a estrutura e o

funcionamento dos ecossistemas (Zheng et al., 2000). Embora os efeitos do macroclima

dominem as maiores escalas temporais e espaciais, o microclima influencia diretamente

os processos ecológicos em escalas menores (Campbell & Norman 1998, Waring &

Running 1998). O microclima de uma floresta é caracterizado principalmente pela

modificação da luz que penetra através do dossel (Gandolfi 2003), mas também pela

presença de gradientes de temperatura e umidade. A cobertura promovida pelo dossel

controla a quantidade, a qualidade e a distribuição temporal e espacial da radiação solar,

determinando níveis diferenciados de umidade do ar, temperatura e de umidade do solo

(Jennings et al. 1999) Dependendo do processo ecológico estudado, uma avaliação

ambiental em pequena escala (e.g., medidas de temperatura do ar) pode expressar as

interações locais relevantes, mas que em muitos casos não são passíveis de extrapolação

para escalas maiores (Root & Schneider, 1995). Portanto, a compreensão da interação

entre as condições climáticas e a estrutura do ambiente em diferentes sítios é importante

para avaliar a dinâmica dos processos ecológicos de uma região (Chen et al.,1999).

Desta forma, o presente trabalho busca identificar possíveis diferenças microclimáticas

e de cobertura de dossel em reflorestamentos de floresta estacional semidecidual.

2.Objetivos

Verificar as diferenças microclimáticas (temperatura, umidade do ar) e de porcentagem

de cobertura do dossel nas estações de chuva (verão) e seca (inverno), em cinco

(8)

3.M

O est

do es

ocup

Köep

Os p

2x3,

ocasi

Material e M

tudo foi rea

stado do Pa

pado com c

ppen, com c

Figura 1

plantios fora

com manut

ião da amos

Métodos

alizado em r

araná), situa

cultivo de s

cerca de 140

1: Mapa ind

am feitos c

tenção (cap

stragem os r

reflorestame

ados sobre L

soja. O clim

00mm de ch

icando os m

om cerca d

ina manual

reflorestame

entos ao lon

Latossolo R

ma da regiã

huva por an

municípios o

de 50 espéc

e roçada m

entos tinham

ngo do Rese

Roxo Eutrófi

ão é caracte

no.

onde foi des

cies arbórea

mecânica ape

m 76, 84, 88

ervatório de

ico, em terr

erizado com

senvolvido o

as nativas, e

enas) até o s

8, 93 e 99 m

e Capivara (

reno previam

mo Cfa seg

(9)

Foram

área.

totali

(EL-1,0m

F

m monitora

A amostr

izando 24 r

USB2, Las

m de altura n

Figura 2: Fo

adas a temp

ragem foi

registros po

scar Eletron

no centro de

otografia do

peratura (oC)

realizada d

or dia atrav

nics). Os co

e cada ponto

perfil do re

) e a umida

durante 7 d

vés de colet

oletores fora

o.

eflorestamen

ade relativa

dias consec

ores de dad

am acoplad

nto estudado

do ar em 5

cutivos, de

dos eletrôni

os em tronc do.

5 pontos em

hora em

icos automá

cos de árvo m cada

hora,

áticos

(10)

Fig Opto após hemi posic tripé próxi utiliz arcos

gura 3: Col

ou-se por tra

o registro d

isféricas, co

cionada com

ajustável d

ima a cada

zado o soft

seno da raiz

letor de dad

abalhar com

dos dados. A

om uma len

m a parte su

de forma a

coletor de d

tware Gap

z quadrada d

dos preso ao municípi

m os valores

A cobertura

nte de distâ

uperior alin

a ser alinha

dados. Para

Light Anal

da proporçã

o tronco de u io de Sertan

s máximos

a de dossel

ância focal

nhada com

ada horizon

a estimar a p

lyzer 2.0, t

ão da cobert

uma árvore neja – PR.

e mínimos

(CD) foi m

de 8 mm,

o norte ma

talmente. P

porcentagem

transforman

tura do doss

em uma áre

das variáve

medida atrav

com a câm

gnético, mo

Produziu-se

m de cobertu

ndo-se as p

sel.

ea estudada

eis, identific

vés de fotog

mera fotogr

ontada sobr

e uma fotog

tura de doss

(11)

Os d operí époc respe Para utiliz a cob Figu dados foram

íodo das ch

as em qu

ectivamente

verificar as

zada Anova

bertura de d

ura 4: Câmer

m coletados

huvas (verã

ue o doss

e, devido à p

s possíveis d

a (p£0,05)

dossel foi ut

ra fotográfi

duas vezes

ão), e outra

el apresen

presensa de

diferenças n

e para aval

ilizada anál

ca para regi

em um an

no mês de

nta maior

espécies ab

nas variávei

liar as intera

lise de regre

istro da cob

o, uma vez

e agosto,no

e menorp

bóreas decíd

is entre os s

ações entre

essão.

bertura de do

no mês de

período de

orcentagem

dua.

sítios de refl

os dados m ossel.

e março. Du

e seca (inve

m de cobe

(12)

4.Re

4.1.C O ho relati verão de 1 pluvi A co 74,33 difer Figur muni refer perío No m 42,5

esultados

Comparaçã orário das

iva do ar n

o, a temper

5,5oC. A u

iométrica du

obertura do

3%, com a

rença signifi

ra 5: Fotogr icípio de Ra rente ao perí odo seco (in

mês de agos

e 10,5oC,

e Discuss

ão entre as

15:00 hora

nos reflorest

atura variou

umidade at

urante as ob

dossel entr

média dos

ficativa entre

rafias hemis ancho Alegr íodo de chu nverno, agos

sto, amostra

, com amp

são

estações

as correspo

tamentos. N

u entre 35,5

tmosférica v

bservações.

re os ponto

reflorestam

e as áreas.

sféricas do d re – PR. À e uva (verão; m

sto de 2011)

agem do pe

plitude tér

ondeu à ma

No mês de m

5 e 17,0oC,

variou entr

os de observ

mentos varia

dossel de um esquerda, im março de 20 ).

eríodo de se

rmica diári

aior temper

março, rela

com ampli

re 98,5 e 4

vação neste

ando de 77,

mreflorestam magemobtid

011), e à dir

eca-inverno,

a máxima

ratura e à

ativo ao per

tude térmic

47,5%. Hou

e período va

,15 a 81,82

mento estud da no mês d

reita, image

, a temperat

de 20,29o

menor um

ríodo de ch

ca diária má

uve precipi

ariou de 86

2%, não hav

dado no de março,

em obtida no

tura variou

o

(13)

atmosférica variou entre 94,5 e 29,5%.A cobertura do dossel entre os pontos de

observação variou de 74,95 a 60,00%,na mesma estação.

Estações

F(1, 47)=118,69, p=,00000

agosto março

estações 28,5

29,0 29,5 30,0 30,5 31,0 31,5 32,0 32,5 33,0

T

emper

atur

a (

o C)

Figura 6: Comparativo da temperatura (ºC) com as estações de chuva (agosto) e seca(março).

Estações

F(2, 46)=189,20, p < 0,0001

agosto março

estações 40

45 50 55 60 65 70

U

m

idade (

(14)

Figura 7: Comparativo da umidade do ar (ºC) com as estações de chuva (agosto) e seca (março).

Estações

F(2, 46)=189,20, p < 0,0001

agosto março

estações 64

66 68 70 72 74 76 78 80 82 84

%C

Figura 8: Comparativo da cobertura de dossel (%C) com as estações de chuva (agosto) e seca (março).

As comparações feitas durante as amostragens das duas estações indicam a maior

porcentagem de cobertura de dossel na estação chuvosa, no mês de março, e menor, na

estação seca, respectivamente, devido ao caráter decíduo da mata.

A temperatura média, na estação chuvosa foi menor que na estação seca e a umidade do

ar mostrou comportamento contrário, tendo maiores índices no período de chuva e

menores na seca. Estas duas variáveis acompanham a diferença na cobertura de dossel,

onde menor porcentagem de cobertura permite o aumento da temperatura, que reduz a

(15)

4.2.Comparação entre as áreas de diferentes idades

Não houve diferença significativa nas variáveis microclimáticas entre os

reflorestamentos, indicando que, embora os mesmos tenham diferentes idades, outras

fontes de variação, a heterogeneidade na cobertura florestal em cada área, podem

influenciar mais fortemente.Assim, no intervalo de idades amostrado, a variação da

estrutura florestal é menor do que a variação existente entre os diferentes pontos

amostrais dentro de cada talhão, como pode se depreender dos resultados de cobertura

florestal, que variaram entre estações mas não entre talhões/idades.

Cobertura do dossel %C: F(4;45) = 0,3023; p = 0,8749 Modelo = 76,507-1,6821*x+0,2589*x^2

1 2 3 4 5

área 58

60 62 64 66 68 70 72 74 76 78 80 82 84 86 88

%C

(16)

Umidade

Umidade: F(4;44) = 0,2802; p = 0,8892 Modelo = 60,3894-1,3582*x+0,0175*x^2

1 2 3 4 5

área 35

40 45 50 55 60 65 70 75

U

m

idade (

oC)

Figura 10: Comparativo da umidade (ºC) por áreas.

Temperatura

Temperatura: F(4;44) = 0,7404; p = 0,5696 Modelo = 30,1934+0,2752*x-0,0523*x^2

1 2 3 4 5

área 27

28 29 30 31 32 33 34 35

T

emper

atur

a (

oC)

(17)

Com efeito, observou-se que o microclima depende significativamente da cobertura

florestal, tanto com relação à umidade atmosférica, quanto à temperatura do ar. As

variações na densidade da folhagem nas copas das diferentes espécies e na densidade de

árvores sobreviventes nos reflorestamentos resultam em variações na cobertura do

dossel, que por sua vez implicam em variações microclimáticas. Estas fontes de

variação mostraram-se mais importantes do que a pequena diferença de idades dos

reflorestamentos estudados, que pode ter sido insuficiente para permitir diferenciação

no desenvolvimento da estrutura florestal. Esta heterogeneidade nos reflorestamentos

pode implicar em diferentes oportunidades para o estabelecimento de juvenis de

espécies mais tardias na sucessão (Gandolfi 2003).

5.Conclusão

As variações na cobertura do dossel dos reflorestamentos, sejam causadas por

diferenças na densidade de árvores, sejam por diferenças na arquitetura das copas,

implicam em variações microclimáticas importantes, que por sua vez podem influenciar

os processos de estabelecimento de plântulas no estrato inferior destas áreas.

6.Referências

CHEN, J.; SAUNDERS, S.C.; CROW, T.R.; NAIMAM, R.J.; BROSOFSKE, K.D.; MROZ, G.D.;

BROOKSHIRE, B.L.; FRANKLIN, J.F. Microclimate in forest ecosystem and landscape ecology.

BioScience, v. 49, n. 4, p. 288-297, 1999.

(18)

GANDOLFI, S. 2003. Regimes de luz em florestas estacionais semideciduais e suas possíveis conseqüências. Páginas 305 -311 em V. Claudino-Saler, editor. Ecossistemas brasileiros: Manejo e conservação. Expressão gráfica editora, Fortaleza, CE.

JENNINGS, S.B., N.D. BROWN, e D. SHEIL. 1999. Assessing forest canopies and understory illumination: canopy closure, canopy cover and other measures. Forestry 72(1):59-73.

ROOT, T.L.; SCHNEIDER, S.H. Ecology and climate: research strategies and implications .Science, v. 269, p. 334-340, 1995.

WARING R, RUNNING SW. Forest ecosystems: analysis at multiple scales. Academic Press, San Diego, 1998.

ZHENG, D.; CHEN, J.; SONG, B.; XU, M.; SNEED, P.; JENSEN, R. Effects of

Imagem

Figura 6: Comparativo da temperatura (ºC) com as estações de chuva (agosto) e  seca(março)
Figura 7: Comparativo da umidade do ar (ºC) com as estações de chuva (agosto) e seca  (março)
Figura 9: Comparativo da cobertura de dossel (%C) por áreas.
Figura 10: Comparativo da umidade (ºC) por áreas.

Referências

Documentos relacionados

• Os municípios provavelmente não utilizam a análise dos dados para orientar o planejamento de suas ações;. • Há grande potencialidade na análise dos micro dados do Sisvan

Porém, a partir dos meados do século XIV, e até antes para algumas regiões como o Baixo-Alentejo ou o concelho de Santarém, medidas defensivas, procurando conservar as matas para

 Local da prova objetiva seletiva para o mestrado e prova subjetiva seletiva para o doutorado em Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, Departamento de

Afastamento da sala de audiências: reflete a sensibilidade dos juízes quanto ao impacto das condições físicas, sobretudo das características austeras da sala da audiência de

Therefore, the analysis of suitability of the existing transportation network for riding bicycle in Coimbra should address two important aspects: (i) identifying

Com a investigação propusemo-nos conhecer o alcance real da tipologia dos conflitos, onde ocorrem com maior frequência, como é que os alunos resolvem esses conflitos, a

species of the closest genera: Ralstonia pickettii LMG 5942 T and Cupriavidus necator

 Executar serviços de limpeza interna e externa e, atividades afins, nos prédios públicos e, nos bens de uso comum como ruas, praças, jardins e outros;.  Executar