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(2) DANIELE GAMBARINI PEREIRA. ESTUDO COMPARATIVO DA DETERMINAÇÃO DO TIPO FACIAL POR MEIO DE ANÁLISE CEFALOMÉTRICA E PELO ÍNDICE MORFOLÓGICO DA FACE. Dissertação Metodista de. apresentada São. Paulo,. à como. Universidade parte dos. requisitos para obtenção do Título de MESTRE pelo. programa. de. Pós-Graduação. em. ODONTOLOGIA. Área de Concentração: Ortodontia Orientador: Prof. Dr. André Luis Ribeiro de Miranda. São Bernando do Campo - SP 2012 pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! I Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(3) DEDICATÓRIA pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(4) DEDICATÓRIA. Ao meu Deus “Pois os meus pensamentos não são como os seus pensamentos, nem os seus caminhos são os meus caminhos”. declara o Senhor. “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os seus pensamentos”. “Assim como a chuva e a neve descem dos ceús, e não voltam para ele sem regarem a terra e fazerem-na brotar e florescer para produzir semente para o semeador e pão para o que come, assim ocorre com a palavra que sai da minha boca: ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei”. Isaías 55:8-11. pdfMachine III A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(5) Ao meu marido querido: Eduardo Meu professor, meu amigo, meu marido. Agradeço pelo incentivo ao estudo da Ortodontia e por abrir meus olhos e meus caminhos na vida profissional. Sempre me fez ver que todo meu esforço valeria a pena, apesar da minha ausência em muitos momentos. Obrigado pela sua calma, paciência e sabedoria em lidar com momentos delicados e por simplesmente me aceitar como sou e estar sempre ao meu lado. Te amo!. Aos meus pais: Claudio e Nina Dedico a vocês a realização de mais uma etapa na minha vida profissional e declaro minha eterna gratidão pela minha formação moral e pelo esforço e dedicação que fizeram para que eu me tornasse a profissional realizada que sou hoje. Sem vocês nada disso seria realidade. Vocês são os meus exemplos de honestidade e encorajamento. Amo vocês!. Ao meu irmão: Claudio Gambarini Nossa união nos leva a lugares altos e juntos este caminho é mais suave. Sei que sempre estará ao meu lado assim como sempre estarei com você onde quer que você vá. Obrigado por sempre demostrar que minha felicidade é a sua felicidade. Nós dois juntos sempre! Te amo!. pdfMachine IV A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(6) AGRADECIMENTOS ESPECIAIS pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(7) Ao meu orientador: Prof. Dr. André Luis Ribeiro de Miranda. O professor não ensina, desperta interesse.Por isso lhe agradeço por despertar em mim o gosto e o interesse pelo Mestrado em Ortodontia.. Em nenhum momento você usou técnicas especiais para transmitir seus ensinamentos. Em verdade, os artifícios empregados foram o entusiasmo e a dedicação. Olhou para mim, dando a impressão de que estava satisfeito, mais ao mesmo tempo me deu encorajamento para que eu pudesse ir além.. Você me abriu portas, me pediu calma, me criticou, me elogiou, me orientou,. me. passou. seus. conhecimentos. clínicos,. meu. sincero. reconhecimento.. Obrigada pelas oportunidades que me concedeu. A vida são feitas de oportunidades.. Sou grata também pela confiança depositada em mim e acima de tudo pela nossa amizade construída ao longo deste tempo.. Serei eternamente grata por tudo que fez por mim. Obrigada!. pdfMachine VI A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(8) Ao Prof. Dr. Marco Antônio Scanavini, Obrigada por não medir esforços para o nosso aprendizado e pela dedicação apresentada ao longo do nosso curso.. Aos funcionários do Departamento de Ortodontia: Ana, Marilene, Célia e Edilson Obrigada pela dedicação e carinho.Vocês fazem toda a diferença no convívio diário, sem vocês nada seria igual.. À professora Tarcila Trivino, Obrigada pela nossa amizade, pelo carinho com que conduz o curso de especialização, pelos ensinamentos, pelos momentos de convívio que levarei para sempre. Suas orientações fizeram toda diferença na etapa final do meu trabalho, com certeza, sem a sua ajuda minha jornada seria mais longa.. Aos amigos e amigas do curso de Pós-Graduação em Ortodontia:. Aluísio. Galiano, Eduardo Carpinski, Fabíola Francio, Geraldo Marchiori, Felipe Nunes, Mariana Carvalho, Octávio Margoni, Sabrina Rocha, Silvana Kairalla e Valéria Nicodemos. pelos momentos maravilhosos que passamos juntos e a. saudade que já aperta. Aprendemos juntos nos momentos difíceis e nos divertimos nos momentos de alegria. Obrigado pelo convívio.. A minha querida amiga Mariana Carvalho. grande exemplo de. força e superação. Obrigada por não demostrar barreiras nem limites para me. pdfMachine VII A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(9) ajudar. Suas palavras e orientação foram fundamentais para minha jornada. A você amiga, meus mais sinceros agradecimentos e minha eterna amizade.. A minha companheira e amiga nos seminários Silvana Kairalla. agradeço pelos momentos que passamos juntas. Sua experiência e. alegria me contagiaram ao longo da nossa convivência. Espero ter outras oportunidades de convívio contigo.. Aos meus eternos professores da Apcd Santo Amaro e amigos Fábia e Maurício. agradeço pelas palavras de força e. encorajamento. Serei sempre grata pela confiança depositada e pelas oportunidades oferecidas. Minha sincera gratidão.. A minha equipe de trabalho da JE Odontologia I e II: Edvânia, Mayara, Jaci, Miquésia, Andréia Obrigada pela paciência diante da minha impaciência. Edvânia e Mayara agradeço por me ajudarem com minha amostra, sem a colaboração de vocês tudo seria ainda mais difícil.. Ao Prof. Dr. José Roberto Lauris. pela colaboração com o trabalho. estatístico.. Ao colega. Armando Kaieda. agradeço pela paciência nos ensinamentos com. o programa EndNote, contribuindo muito no desenvolver do trabalho escrito.. pdfMachine VIII A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(10) SUMÁRIO RESUMO.................................................................................................... XII. ABSTRACT................................................................................................. XIII. LISTA DE FIGURAS ................................................................................... XIV. LISTA DE TABELAS .................................................................................. XV. LISTA DE QUADROS ................................................................................. XVI. 1. INTRODUÇÃO .................................................................................... 1. 2. REVISÃO DA LITERATURA ............................................................... 4. 3. PROPOSIÇÕES .................................................................................. 35. 4. MATERAL E MÉTODO ........................................................................ 37. 4.1. Material .................................................................................... 38. 4.2. Método ....................................................................................... 39. 4.2.1 Desenho Anatômico.......................................................... 39. 4.2.2 Pontos Cefalométricos...................................................... 40. 4.2.3. Linhas e Planos Cefalométricos...................................... 41. 4.2.4. Grandezas Cefalométricas ........................................ 42. 4.2.5. Determinação do Tipo Facial........................................... 44. 4.2.5.1 Índice Morfológico da Face............................................. 44. pdfMachine X A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(11) 4.2.5.2 VERT de Ricketts. ......................................................... 46. 4.2.5.3 Quociente de Proporcionalidade de Siriwat & Jarabak. 48. 4.2.6 Análise Estatística....................................................................... 49. 4.2.6.1. Erro do Método............................................................ 49. 4.2.6.2. Testes Estatísticos Realizados.................................... 50. 5. RESULTADOS...................................................................................... 57. 6. DISCUSSÃO....................................................................................... ... 65. 6.1. Metodologia e Precisão na Obtenção das Medidas Cefalométricas e Antropométricas.......................................... 6.2. Comparação entre o Índice Morfológico da Face e o Vert de Ricketts.................................................................................... 6.3. 72. Comparação entre as variáveis cefalométricas e as análises dos tipos faciais........................................................ 73. Considerações Gerais............................................................. 73. CONCLUSÃO.................................................................................... 75. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................. 77. 6.6. 7. 71. Comparação entre o Vert de Ricketts e o Quociente de Jarabak.................................................................................... 6.5. 70. Comparação entre o Índice Morfológico da Face e o Quociente de Jarabak............................................................. 6.4. 66. pdfMachine XI A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(12) RESUMO. A determinação do tipo facial é importante para o diagnóstico e planejamento ortodôntico, tendo em vista que na atualidade vários protocolos de tratamento utilizam este método para individualizar a terapêutica nos pacientes. O objetivo deste trabalho consistiu em verificar a correlação existente entre o Índice Morfológico da Face e o Vert de Ricketts, entre o Índice Morfológico da Face e o Quociente de Jarabak; também entre o Vert de Ricketts e o Quociente de Jarabak. Outro objetivo foi verificar se há correlação entre o Índice Morfológico da Face, Vert de Ricketts e o Quociente de Jarabak com as grandezas cefalométricas: FMA, Eixo Facial, Sn.GoGn, Sn.Gn e Ar.GoMe. A amostra foi constituída de telerradiografias em norma lateral e de mensurações antopométricas da face de 60 voluntários, sendo 30 do sexo feminino e 30 do sexo masculino. Entre os resultados obtidos observamos correlação entre o Índice Morfológico da Face e o VERT de Ricketts (r = -0,42) e entre o Índice Morfológico da Face e o Quociente de Jarabak (r = -0,32), considerado em ambos os casos como uma fraca correlação negativa. Já na correlação entre o VERT de Ricketts e o Quociente de Jarabak o valor obtido foi de r = 0,61, sendo considerada como uma correlação positiva moderada. Houve uma moderada correlação entre os métodos para determinação dos tipos faciais Índice Morfológico da Face e Quociente de Jarabak com as variáveis cefalométricas. Já para a correlação entre as variáveis cefalométricas e o método para determinação do tipo facial Vert de Ricketts, houve uma forte correlação. Com base nos resultados obtidos concluímos que houve uma concordância fraca entre os métodos Índice Morfológico da Face, Vert de Ricketts e Quociente de Jarabak; e sugerimos que outros estudos devem ser realizados a fim de corroborar com este trabalho para comprovar a aplicabilidade do Índice Antropométrico para a determinação do tipo facial.. Descritores: cefalometria; antropometria; diagnóstico; ortodontia.. pdfMachine XII A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(13) ABSTRACT Determining the type of face is important for diagnosis and orthodontic treatment, considering that nowadays many treatment protocols use this method to individualize therapy for patients. The objective of this study was to investigate the correlation between the index and the morphology of the Face Vert Ricketts, between the morphology of the Face Index and Ratio Jarabak; also between Ricketts and Vert Jarabak Quotient. Another objective was to determine whether a correlation exists between the morphological index of the Face, Vert Ricketts and Quotient Jarabak with cephalometric: FMA, Facial axis, SN.GoGn, and Sn.Gn Ar.GoMe. The sample consisted of lateral cephalograms measurements and anthropometric variables of the face of 60 volunteers, 30 female and 30 male. Among the results showed a correlation between the morphology of the Face Index and Ricketts VERT (r = -0.42) and between the morphology of the Face Index and Jarabak Quotient (r = -0.32), considered in both cases as a weak negative correlation. In the correlation between the Ricketts VERT Jarabak Quotient and the value obtained was r = 0.61, regarded as a moderate positive correlation. There was a moderate correlation between the methods for determining the types of facial morphology Face Index and Ratio Jarabak with the cephalometric variables. As for the correlation between cephalometric variables and the method for determining the type of facial Vert Ricketts, there was a strong correlation. Based on the results we conclude that there was a weak agreement between the methods Morphological Index of the Face, Vert and Ricketts Jarabak Quotient, and suggest that further studies should be performed in order to corroborate this work to demonstrate the applicability of the anthropometric index for determining the type of face.. Keywords: cephalometry, anthropometry, diagnosis, orthodontics.. pdfMachine XIII A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(14) LISTA DE FIGURAS. FIGURA 4.1. Medição da Largura Bizigomática da Face....................... 45. FIGURA 4.2. Medição da Altura Morfológica da Face............................ 45. FIGURA 4.3. Desenho Anatômico.......................................................... 51. FIGURA 4.4. Pontos Cefalométricos...................................................... 52. FIGURA 4.5. Grandezas Cefalométricas VERT de Ricketts.................. 53. FIGURA 4.6. Pontos R1, R2, R3 e R4.................................................... 54. FIGURA 4.7. Ponto Xi........................................................................ 54. FIRURA 4.8. Quociente de Jarabak....................................................... 55. FIGURA 4.9. Pontos das Grandezas Cefalométricas............................. 56. pdfMachine XIV A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(15) LISTA DE TABELAS. Tabela 5.1. Média, desvio padrão, valor mínimo e valor máximo das medidas avaliadas......................................................................... Tabela 5.2. Média, desvio padrão das duas medições e teste “t” pareado e erro de Dahlberg para avaliar o erro sistemático e o erro casual. Tabela 5.3. 59. Correlação de Pearson entre Índice Morfológico da Face, VERT de Ricketts e Quociente de Jarabak.............................................. Tabela 5.4. 58. 60. Correlação de Pearson entre Índice Morfológico da Face, VERT de Ricketts e o Quociente de Jarabak com as demais medidas cefalométricas avaliadas.............................................. Tabela 5.5. Concordância entre as classificações do Índice Morfológico da Face e o VERT de Ricketts....................................................... Tabela 5.6. 63. Concordância entre as classificações do Índice Morfológico da Face e o Quociente de Jarabak.................................................... Tabela 5.7. 62. 63. Concordância entre as classificações do VERT de Ricketts e o Quociente de Jarabak..................................................................... 64 48. pdfMachine XV A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(16) LISTA DE QUADROS. Quadro 4.1. Normas e desvios clínicos para crianças caucasianas “normais”, aos 9 anos de idade e índices médios de mudança do crescimento. 46. Quadro 4.2. Exemplo para o cálculo VERT de RICKETTS.................................. 47. Quadro 4.3. Classificação do tipo facial modificada por ALBUQUERQUE2...... 48. Quadro 4.4. Quadro 4.5. Classificação do tipo facial para o Quociente de Jarabak........... Interpretação da Estatística Kappa.............................................. 49. 50. Quadro 5.1. Correlação entre o Índice Morfológico da Face e o Vert de Ricketts......................................................................................... 60. Quadro 5.2. Correlação entre Índice Morf. e o Quociente de Jarabak............ 61. Quadro 5.3. Correlação entre o Vert de Ricketts e o Quociente de Jarabak.... 61. pdfMachine XVI A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(17) 1. INTRODUÇÃO pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(18) Introdução 2. INTRODUÇÃO. A cefalometria radiográfica tem sido empregada como um dos meios mais importantes meios de diagnóstico na Ortodontia. Algumas análises foram desenvolvidas ao longo do tempo, fornecendo dados que conduziriam o problema ortodôntico a ser corrigido, dentre eles, uma informação de suma importância para o planejamento e tratamento ortodôntico consistia na determinação do tipo facial de cada paciente. A literatura especializada na determinção do tipo facial quase sempre se concentrou na cefalometria. Entre as análises que abordam este assunto destacamse a de RICKETTS67 (1982), bastante difundida e que, de forma detalhada, divide os tipos faciais em: dolicofacial (suave, médio e severo), mesofacial e braquifacial (suave, médio e severo) e a de SIRIWAT & JARABAK72 (1985) que, de forma mais simples, classifica o tipo facial do paciente em: hipodivergente, neutro e hiperdivergente. O tipo facial nestas duas análises é definido por medidas cefalométricas que avaliam apenas as posições espaciais da mandíbula por meio da telerradiografia lateral. Outros autores como TWEED78,79 (1962 e 1966), SASSOUNI70 (1969), NANDA & NANDA45 (1969), CREEKMORE22 (1967) e ALBUQUERQUE2 (1988) também desenvolveram estudos para determinação dos tipos faciais, onde utilizaram. radiografias. para obtenção de medidas. angulares, lineares. ou. proporcionais, podendo também o tipo facial ser determinado por fotografias, realizando assim uma análise subjetiva do padrão facial (CAPELOZZA FILHO18, 2004). O tipo facial influencia o plano de tratamento, uma vez que determinados procedimentos ortodônticos podem acentuar ou atenuar esta característica facial, interferindo na estética e na estabilidade dos resultados. Outro método que pode ser empregado para determinação do tipo facial é o Índice Morfológico da Face ou Índice Antropométrico Facial, como descrito por pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(19) Introdução 3. ÁVILA6 (1958), obtido pela relação centesimal entre a altura morfológica da face e a respectiva largura. A antropometria é a ciência que estuda a mensuração do corpo humano e envolve basicamente a localização de pontos e a execução das medições (FARKAS26, 1994), seu uso na ortodontia ainda não foi totalmente explorado, onde muitos aspectos ainda permanecem ocultos. Segundo JACOBSON33 (1995), é considerado um método de análise efetivo, não invasivo e de fácial execução. Para estabelecer maior confiabilidade e auxiliar na determinação da tendência do crescimento facial apresentada pelo paciente, adotamos também medidas cefalométricas as quais constituem parâmetros utilizados por uma grande parcela dos ortodontistas, como: FMA (TWEED77, 1946), Ângulo do Eixo Facial (RICKETTS67, 1982), Ângulo SN.GoGn (STEINER74, 1953), Eixo Y de crescimento (STEINER74, 1953), Ângulo Goníaco (BJÖRK13, 1969), AFAI (McNAMARA41, 1984) e o Ângulo N.S.Ba: (BJÖRK11, 1955) A correlação dos achados cefalométricos e antropométricos pode promover uma integração das especialidades multidisciplinares (MIRANDA43, 2009), como a fonoaudiologia e a ortodontia na determinação do tipo facial, uma vez que a solicitação da análise cefalométrica fica restrita ao ortodontista. Na fonoaudiologia a antropometria é utilizada para avaliação, diagnóstico, prognóstico e planejamento terapêutico (RAMIRES57, 2008 ). Este estudo correlacionou quatro formas de avaliar as estruturas craniofaciais na determinação do tipo facial: Antropometria por meio do Índice Morfológico da Face; Análises Cefalométricas utilizando o VERT de Ricketts e o Quociente de Jarabak e por grandezas cefalométricas angulares e linear. Diante destas considerações, a finalidade desta pesquisa foi verificar a correlação dos achados cefalométricos com os antropométricos para a determinação dos tipos faciais e consequentemente uma interação multidisciplinar das áreas relacionadas.. pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(20) 2. REVISÃO DA LITERATURA pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(21) Revisão da Literatura 5. REVISÃO DA LITERATURA. Temos a cefalometria como uma excelente ferramenta onde podemos fazer traçados predictivos, estudar alterações no perfil facial, planejar e analisar os requisitos para o tratamento ortodôntico. As telerradiografias passaram por um processo de padronização garantindo assim uma ferramenta para quantificar, classificar, comparar e comunicar nossos dados (RICKETTS63,1960). Todavia, alguns pontos negativos da celalometria radiográfica devem ser considerados:. uso da. radiação, a imagem utilizada pode estar aumentada ou diminuída, o que pode levar em adulteração dos resultados esperados e a representação bidimensional de um objeto pode resultar em distorção dos achados (JACOBSON33, 1995). A antropometria é outra ferramenta que estuda o corpo humano por meio de análise quantitativa, ou seja, segundo medidas de tamanho, peso e proporções (FARKAS26, 1994), sendo considerada um método de análise efetivo e não invasivo (JACOBSON33, 1995). Vários autores estudaram as análises cefalométricas abordando aspectos relacionados à determinação dos tipos faciais e que, diante de suas publicações e importância no meio odontológico, são amplamente utilizadas no dia-a-dia, nos auxiliando no planejamento e tratamento ortodôntico clínico. Em 1946, TWEED77 apresentou um método para o diagnóstico e prognóstico do tratamento ortodôntico, baseado na análise do ângulo FMA formando pelo plano de Frankfurt e o plano mandibular. Sengundo o autor, este ângulo deve estar entre 16 e 28 graus para o crescimento mandibular ser considerado favorável; acima ou abaixo desses valores, o padrão de crescimento seria classificado como desfavorável, podendo assim limitar o tratamento ortodôntico. Em 1953, STEINER74 com o objetivo de diagnosticar e planejar o tratamento ortodôntico descreveu um método para avaliar cefalométricamente o padrão dentoesquelético. Em sua amostra utilizou 20 casos de oclusão normal de DOWNS25 (1948), 18 casos de RIEDEL (1952) e diversos casos finalizados em sua clínica com características normais de oclusão e de estética facial. O objetivo principal. pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(22) Revisão da Literatura 6. de sua análise foi posicionar corretamente o incisivo inferior em relação à linha NB, de tal forma que o ponto mais vestibular de sua coroa estivesse situado 4mm à frente dessa linha com inclinação axial de 25°. Substituiu o plano de Frankfort pela linha SN para o relacionamento maxilomandibular com os ângulos SNA, SNB e ANB de RIEDEL e o ângulo interincisivos de DOWNS. Em 1959, STEINER75 idealizou uma análise cefalométrica com o objetivo de ajudar no diagnóstico e planejamento dos casos ortodônticos. Em sua análise, adaptou o Eixo Y de crescimento de DOWNS25 (1948), substituindo o Plano de Frankfurt pela linha representativa da base do crânio (SN) criando o ângulo formado pela intersecção das linhas SN e SGn, definindo assim a resultante vetorial de crescimento anterior e inferior da mandíbula. O autor afirmou que o maior valor da cefalometria encontra-se no campo dos estudos comparativos indicando as mudanças ocorridas e as respostas ao tratamento empregado. Afirmou ainda que a cefalometria demonstra não somente a efetividade do tratamento, mas também suas deficiências. Modificou seu ponto de vista em relação à sínfise, reconhecendo as idéias externadas por HOLDAWAY30 (1956) quanto à influência do mento e suas relações com a estética do terço inferior da face. Como demonstração dessa nova preocupação, incluiu em sua análise, além da proposição de HOLDAWAY, a utilização do ponto D. Em 1960, RICKETTS63 avaliou uma amostra de 1.000 casos com problemas ortodônticos e descreveu uma análise cefalométrica para avaliação do padrão dento-facial, composta de 5 medidas: - Ângulo Facial (F.N.P): média 85.4° - Ângulo do Eixo Facial (BaN.PtGn): média 93° - A-NP: média 4.1mm -1-AP : média 0.5mm - Lábio Inferior ao Plano E: média 0.3mm Afirmou que uma análise cefalométrica não é uma fórmula para tratamento, mas um método que descreve condições segundo as quais os planos de tratamento devem ser elaborados partindo de considerações como cooperação do paciente, ancoragem dos dentes e fase de crescimento.. pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(23) Revisão da Literatura 7. Em 1962, TWEED78 publicou um estudo clínico e cefolométrico realizado em um período de 25 anos, obtendo valores médios em sua amostra, para os ângulos FMA, IMPA e FMIA utilizados como meta para o tratamento de seus pacientes. Definiu que: 1) nos casos em que o FMA varia entre 20° e 30°, o valor do FMIA deve ficar em torno de 68°, conseguentemente, o IMPA será menor que 87°; 2) quando o ângulo FMA estiver acima de 30°, o FMIA deverá ser igual a 65°; e 3) nos casos onde o valor do FMA estiver abaixo de 20°, o IMPA não deve exceder a 92°. Em 1963, BJÖRK12 utilizando implantes metálicos no setor anterior da sínfise mandibular, afirmou ser este relativamente estável após a idade de 6 e 7 anos. Em seus resultados não encontrou para a maior parte da amostra estudada, nenhuma aposição óssea significante nessa área, ocorrendo no entanto, aumento da sínfise na superfície posterior, e apreciável aposição na borda inferior. Em 1964, SCHUDY71 realizou um estudo cefalométrico em 120 telerradiografias de pacientes, de ambos os sexos, na faixa etária de 11 a 14 anos de idade, considerando como um grupo 60 pacientes que apresentavam equilíbrio de proporções faciais e em outro grupo, 60 pacientes subdivididos em retrognáticos e prognáticos. O objetivo deste estudo foi verificar o relacionamento da Altura Facial Posterior com a Altura Facial Anterior, registrar algumas mudanças no crescimento, tentando determinar quais relacionamentos faciais são básicos e mais importantes para o ortodontista, ilustrar o mecanismo de crescimento dos maxilares, e como estes produzem a má-oclusão dentária.Em seus resultados, o autor encontrou para a Altura Facial Anterior os valores médio de 117,8mm, 125,8mm e 114,8mm e para a Altura Facial Posterior 74mm, 72mm e 79,5mm para indivíduos do tipo ortognata, retrognata e prognata, respectivamente. Em relação à Ar-Go, encontrou os valores de 45,2mm, 42,8mm e 50mm e a relação entre as Alturas Faciais Totais Anterior e Posterior nos três grupos estudados foram, respectivamente, 68,91%, 57,23% e 69,28%.O autor salientou que o Eixo Y de Crescimento mostrou-se uma medida inadequada para expressar o tipo facial assim como os termos prognata e retrognata também são inadequados à descrição do mesmo. Variações nas dimensões verticais são mais significantes na identificação de tipos faciais do que nas dimensões ânteroposteriores. Os termos hipodivergente e hiperdivergente foram introduzidos como expressão da divergência facial, e preferidos pelo autor, uma vez que a nomenclatura pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(24) Revisão da Literatura 8. braquifacial e dolicofacial está relacionada principalmente a proporções e relações entre comprimento e altura. Em 1967, CREEKMORE22 estudou a inibição ou a estimulação do crescimento vertical da face e mostrou que, se fosse possível controlar esta variável, resolveríamos boa parte dos problemas ortodônticos. Sua pesquisa foi realizada em pacientes tratados e não tratados ortodonticamente em consultório particular, com média de idade de 14 anos, onde avaliou radiografias iniciais e após 4 anos de crescimento. O autor documentou a influência do tratamento ortodôntico no crescimento vertical do crânio e mostrou a relação deste com o crescimento ânteroposterior. Concluiu que as alterações do crescimento vertical afetam de modo distinto os vários tipos faciais, e nem todos os casos podem ser tratados similarmente, visto que as faces são distintas umas das outras. Diz ainda que levemos em consideração o tipo facial do paciente a utilizar uma técnica ortodôntica. Em 1969, SASSOUNI70. estabeleceu uma classificação para os tipos. faciais, onde descreveu anomalias ântero-posteriores e verticais. As ânteroposteriores representariam as Classe II e III esqueléticas; já as verticais, as mordidas profundas e abertas esqueléticas. Na mordida profunda esquelética, os quatro planos da face, vistos lateralmente por meio das radiografias supra-orbital, palatina, oclusal e mandibular, dispõe-se mais horizontalmente e paralelos entre si. O ângulo da base craniana (Supraorbital à Sela: Sor – S) e o ângulo goníaco (do ramo com o corpo) são pequenos, e a borda posterior do ramo é quase vertical. Além disto, a -altura facial posterior (S - Go) se iguala à anterior (Sor – Me) e a altura facial inferior (Ena – Me) é menor que a superior (Sor – Ena). A maioria das características na mordida aberta esquelética estão diretamente divergentes às da mordida profunda. Na mordida profunda esquelética a sínfise é curva verticalmente e larga ântero-posteriormente divergindo na mordida aberta esquelética, onde a sínfise é longa verticalmente e ântero-posteriormente é estreita. Em 1969, NANDA; NANDA45 estudaram 50 indivíduos do norte da Índia, portadores de oclusão normal e perfil facial hamonioso, determinando os valores de normalidade da Análise de DOWNS, e comparando com as metas por ele preconizadas para leucodermas e com os resultados obtidos no trabalho de COTTON; TAKANO; WONG21 (1951) para melanodermas e xantodermas. Concluíram ser as pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(25) Revisão da Literatura 9. normas esqueléticas obtidas no hindus lucknos da Índia do Norte quase similares as dos brancos americanos, porém, menores em comparação ao chineses, negros e japoneses. O padrão dentário da amostra mostrou incisivos mais protruídos que dos brancos americanos, embora fossem retruídos, quando comparados com os chineses e negros. Contudo, os valores médios presentes no estudo foram bastante similares aos dos japoneses. A comparação das medidas obtidas nos grupos masculino e feminino revelou que as mulheres apresentaram um padrão esquelético-dentário mais protrusivo. Comparando as mulheres da Índia do Norte com as da Índia Ocidental, os autores concluíram que as mulheres da Índia Ocidental possuem um pasrão dentário mais protrusivo, embora os padrões esqueléticos sejam semelhantes aos das mulheres da Índia do Norte. Em 1969, BJÖRK13 realizou um estudo do crescimento facial utilizando implantes metálicos instalados na base óssea dos maxilares com o objetivo de servir como ponto de referência para os estudos cefalométricos. Sua amostra foi composta de 100 crianças de cada sexo, com e sem má oclusão, acompanhadas em um estudo longitudinal dos 4 aos 24 anos de idade. Por meio deste estudo foi possível localizar os centros de crescimento, reabsorção nos ossos individuais, variações na direção e intensidade de cada indivíduo da amostra. A altura ântero inferior da face (AFAI) foi um dos centros de crescimento encontrado (sinais de rotações severas). Em 1970, THOMAZINHO76 realizou um estudo cefalométrico em 120 telerradiografias em norma lateral, de indivíduos brasileiros, leucodermas, de ambos os sexos, que foram divididos em três grupos quanto ao tipo de má-oclusão: 1) Oclusão Normal; 2) Classe I; 3) Classe II, divisão 1. O objetivo do estudo foi estabelecer um padrão facial para uma amostra controle de oclusão normal e verificar o comportamento dos amostras de má-oclusão de Classe I e Classe II, divisão 1 de Angle em relação ao padrão facial da amostra controle de oclusão normal; foi avaliado também o prognóstico do tratamento ortodôntico a partir do padrão facial estabelecido. O autor relatou em seus resultados, após análise estatística, que:. em. indivíduos portadores de oclusão normal e má-oclusão de Classe I de Angle há um padrão facial médio estabelecido; o padrão esquelético da face, projetado em uma radiografia cefalométrica em norma lateral, pode ser diagnosticado por meio da análise cefalométrica proposta, que nos permite estabelecer o prognóstico do pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(26) Revisão da Literatura 10. tratamento ortodôntico de acordo com o desvio que as variáveis apresentam em relação aos valores que determinam o padrão facial médio do paciente. WATNICK81 (1972), afirmou que a genética exerce um papel considerável na determinação do tipo facial. Em seu estudo utilizou uma rigorosa análise quantitativa dos contorno ósseos mandibulares em 70 pares de gêmeos (do mesmo sexo). Em suas conclusões verificou que a variabilidade da sínfise, da superfície lateral dos ramos e da curvatura do corpo mandibular são determinadas predominantemente por influência genética e que o ortodontista deve sempre considerar o papel que a genética exerce na determinação da morfologia facial de seu paciente. Em 1973, MAUCHAMP; SASSOUNI40 realizaram um estudo com objetivo de acompanhar a previsão de crescimento do perfil esquelético e dos tecidos moles de 51 pacientes com ausencia de patologia, selamento labial passivo, presença de todos os dentes e oclusão normal. Baseando-se em trabalhos anteriores a amostra foi dividida de acordo com a displasia vertical apresentada, mordida aberta ou mordida profunda (1964 e 1969). Em suas conclusões verificaram que as alterações na convexidade esquelética foram mais previsíveis quando comparadas com a convexidade dos tecidos moles. Em 1975, JARABAK; FIZZELL34 realizaram um estudo basenando-se nos valores médios obtidos de uma amostra de 200 indivíduos, com até 5 anos após o tratamento ortodôntico, procuraram predizer as direções e velocidades de crescimento da face. Este estudo revelou que predições a curto prazo, pertinentes às direções de crescimento da face, são influenciadas pelo tratamento. As mudanças de crescimento que se processam após o período de tratamento, constituem a medida mais digna de confiança da direção de crescimento que um indivíduo normalmente teria antes do tratamento ter sido iniciado. Os autores, não podendo predizer o desenvolvimento exato, trataram na medida do possível, extrapolar a informação, a partir das direções nas quais se vai realizar o crescimento e como estas seram incluídas dentro do plano de tratamento. De acordo com os propósitos descritos, o crescimento crânio-facial pode ser dividido em três categorias, de acordo com sua direção: em sentido horário, direto para baixo e em sentido anti-horário. No crescimento em sentido horário, a Altura Facial Posterior é curta em relação à Anterior. No crescimento em sentido antipdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(27) Revisão da Literatura 11. horário, a Altura Facial Posterior é maior em relação à anterior. Para estabelecer uma definição, o padrão de crescimento em sentido horário significa que a parte anterior da face está crescendo para baixo e para frente ou para baixo e para trás, numa velocidade maior que a Altura Posterior da face. Neste tipo de crescimento, a proporção da Altura da face corresponde de 56% a 62%. O crescimento para baixo ocorre quando as velocidades de crescimento das Alturas Anterior e Posterior da face são da mesma magnitude. Neste tipo de crescimento, a proporção da Altura da face corresponde de 62% a 65%. Em uma face que apresenta crescimento em sentido anti-horário, a Altura Facial Posterior e a Profundidade Facial estão crescendo para baixo e para frente ou para baixo e para trás, com velocidade maior que a parte anterior da face. Neste tipo de crescimento, a proporção da altura da face corresponde de 65% a 80%. A fórmula realizada para a proporção foi: Altura Posterior X 100 Altura Anterior. Em 1977, CHRISTIE19. procurou estabelecer padrões cefalométricos. dentofaciais em adultos com oclusão dentária normal utilizando as medidas da análise cefalométrica de RICKETTS64 (1961) correlacionando com os três tipos faciais (meso, braqui e dólico). Sua amostra foi constituída de telerradiografias em norma lateral e frontal de 43 mulheres e 39 homens, todos caucasianos, adultos, sendo 39 pacientes com padrão braquifacial, 39 mesofaciais e 4 dolicofaciais. Em seus resultados o autor relatou que os indivíduos com oclusão dentária normal tendem a ter um padrão mais braquifacial do que dolicofacial e que muitas normas variam significantemente com diferentes padrões faciais. Considerou o padrão facial do indivíduo, um fator determinante na seleção do tratamento e que o crescimento ósseo e o desenvolvimento do crânio têm sido estudados e avaliados por ortodôntistas, mas do que por qualquer outro profissional. Destacou não ser possível aplicar os mesmos parâmetros para os mesmos objetivos quando tratamos indivíduos com diferentes padrões faciais. O Ângulo da Altura Facial Inferior (RICKETTS), juntamente com o Ângulo da Profundidade Facial foram considerados os maiores responsáveis pelo aumento ou diminuição da Altura Facial Anterior neste referida análise. Os padrões pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(28) Revisão da Literatura 12. verticais dolicofacial ou dolicofacial severo não foram numerosos na sua amostra de oclusões normais, portanto, houve dificuldade de avaliá-los significativamente. Em 1978, DAVOODY; SASSOUNI24 realizaram um estudo comparativo em telerradiografias de crianças iraquianas, pertecentes a uma amostra da Univerdidade de Pittsburg procurando estabelecer normas cefalométricas para crianças iranianas e o grau de diferença dento-esquelética, quando comparadas com crianças americanas. A amostra foi composta de 68 telerradiografias, sendo 35 meninas e 33 meninos, com faixa etária variando de 10 anos e 11 meses a 14 anos e 9 meses, portadores de oclusão dentária normal. A análise utilizada para as avaliações foi a de DOWNS25 (1948) e um método de superposição para o estudo do perfil. Desse estudo, as principais conclusões foram: os iranianos apresentaram um perfil mais reto, quando comparados aos americanos, devido à retrusão da maxila e maior protusão do mento. Estes apresentaram também maiores dimensões verticais, anterior e posterior. Devido à maior biprotusão dentária, os iranianos demonstraram maior convexidade labial do que os americanos. A sobremordida mostrou-se diminuída no grupo iraniano quando comparada ao grupo dos americanos. Em 1979, FREITAS et al29 realizaram um estudo onde analisaram o perfil mole de adolescentes brasileiros leucodermas com oclusão normal, descendentes de pais ou avós brasileiros, italianos, portugueses ou espanhóis por meio das análises de STEINER75 (1959), BURSTONE15 (1958), RICKETTS65 (1975) E MERRIFIELD42 (1966) e HOLDAWAY30 (1956). Concluíram que o perfil facial mole de adolescentes brasileiros do sexo masculino é mais convexo que o dos norte-americanos, enquanto o perfil das adolescentes brasileiras coincide com o das norte-americanas. Verificaram que, as análises de STEINER e BURSTONE foram as que melhor se adequaram com os perfis estudados, sendo, portanto, as mais indicadas para a análise cefalométrica do perfil facial mole em jovens brasileiros leucodermas que apresentam a mesma descendência da amostra estudada. Em 1981, MARTINS38 determinou valores cefalométricos de uma amostra constituída por 85 telerradiografias, obtidas na cidade de Bauru-SP após o exame de 4.000 escolares do 2ª grau, sendo 42 do sexo masculino e 43 do sexo feminino, com idade média de 13 anos e 6 meses, todos brasileiros, leucodermas, descendentes de grupos mediterrâneos como portugueses, italianos e espanhóis, apresentando pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(29) Revisão da Literatura 13. oclusão normal. Em seus resultados concluiu que os valores cefalométricos da análise de TWEED (1953) e DOWNS (1948) evidenciaram diferenças significativas. O FMA da amostra de Bauru é similar ao valor de Tweed, embora não significante, indica confiabilidade em jovens leucodermas descendentes de mediterrâneos. O autor sugeriu, com base nos dados encontrados, que os ortodontistas brasileiros, ao analisarem cefalometricamente os jovens da mesma descendência da amostra podem utilizar as análises de Downs e Tweed, mas com restrições. Em 1982, RICKETTS et al67. utilizando cinco grandezas angulares classificaram a face humana em 3 tipos faciais. Dólicofacial - padrão de crescimento vertical; Mesofacial - padrão de crescimento equilibrado; e Braquifacial - padrão de crescimento horizontal. O resultado da combinação dos ângulos do eixo facial, profundidade facial, plano mandibular, altura facial inferior e arco mandibular os autores definiram os tipos faciais. O ângulo do Eixo Facial (Na-Ba / Pt-Gn) é medido na parte posterior do ângulo. A norma aos 9 anos de idade é de 90°, com desvio clínico de +/- 3° não sofrendo alteração com a idade. O ângulo Facial (Po-Or / Na-P) apresenta sua norma em 87° aos 9 anos de idade, desvio clínico de +/- 3° aumentando 0,3° por ano (1° a cada 3 anos). O ângulo do Plano Mandibular (Po-Or / Sg-Me) apresenta sua norma de 26°, desvio clínico de +/- 4° diminuindo 0,3° por ano (1° a cada 3 anos). O ângulo da Altura Facial Inferior (Ena-Xi-Pm) com sua norma aos 9 anos de idade de 47°, desvio clínico +/- 4° , permanecendo constante com a idade. O ângulo do Arco Mandibular (Dc-Xi-Pm) apresenta sua norma clínica de 26° aos 9 anos de idade aumentando 0,5° por ano. No cálculo do Índice VERT, para cada um dos ângulos acima referidos calcula-se o desvio a partir da norma. Os desvios para o padrão dolicofacial recebem o sinal negativo (-) e os desvios para o padrão braquifacial recebem o sinal positivo (+). Obtem-se, a seguir, a média dos cinco desvios, com seus sinais correspondentes. Em 1984, FIELDS28 realizaram um estudo cefalométrico radiográfico em 42 crianças, de 6 a 12 anos de idade e 42 adultos jovens de tipos faciais variados, com o objetivo de avaliar a morfologia facial vertical. A amostra foi dividida em três grupos: face longa, normal e face curta. Os resultados indicaram que a face torna-se desproporcionalmente longa quando o ângulo SN.GoGn e a altura facial anterior total aumentam e/ou a porcentagem da altura facial anterior diminui. O comprimento do pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(30) Revisão da Literatura 14. ramo e do corpo apresentou-se similar ao dos pacientes equilibrados, mas o ângulo goníaco foi maior para o grupo com face longa do que para o grupo de face curta ou normal. As diferenças entre os pacientes de faces longas e curtas estavam localizadas abaixo do plano palatino. Afirmaram que, ainda que os padrões faciais sejam estabelecidos precocemente, podem ocorrer eventos durante a adolescência que alteram ou mantêm as diferenças faciais. Em 1984, McNAMARA Jr.41 propôs uma análise cefalométrica na tentativa de relacionar os dentes entre si, os dentes com as bases ósseas, a maxila com a mandíbula e estas com a base do crânio.Os padrões normais obtidos nesta análise, foram derivados das telerradiografias pertencentes ao estudo longitudinal de Bolton, do Centro de Pesquisas Ortodônticas de Burlington e da Universidade de Michigan (Ann Arbor). Para analisar a maxila em relação à base do crânio, o autor observou a posição do ponto A em relação a linha N-perp e o perfil mole do paciente através do ângulo nasolabial; a distância normal do ponto A é de 0mm na dentição mista, e de 1mm à frente da linha N-perp em adultos de ambos os sexos.O relacionamento da maxila com a mandíbula é feito analisando-se o comprimento efetivo da maxila (CoA), o comprimento efetivo da mandíbula (Co-Gn), a diferença maxilo-mandibular (DMM) e também através da altura facial ântero-inferior (AFai). O autor elaborou uma tabela com valores compostos, baseada em padrões normais de amostras citadas anteriormente, estes padrões representam uma relação geométrica entre os comprimentos maxilo-mandibulares e não estão diretamente relacionados à idade ou sexo do paciente. O autor concluiu que, esta análise depende, principalmente, de medidas lineares em vez de angulares, facilitando particularmente o planejamento de cirurgias ortognáticas. Este método é mais sensível na avaliação das alterações. verticais do que as análises que se baseiam no ângulo ANB; e que a análise oferece ao clínico um método específico que o auxilia não só no diagnóstico, mas também no planejamento e avaliação do tratamento. Em 1985, SIRIWAT E JARABAK72 realizaram um estudo com 500 telerradiografias em norma lateral selecionadas aleatóriamente de pacientes em prétratamento com idade de 8 a 12 anos, com o objetivo de encontrar correlações entre as más oclusões e as dimensões faciais. Utilizaram para a classificação dos tipos faciais o Quociente de JARABAK, baseado na altura facial posterior (S-GO) sobre a pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(31) Revisão da Literatura 15. altura facial anterior (Na-Me) multiplicado por 100, definidos como: Hiperdivergente com predominância do crescimento vertical (índice de 49-58%) e rotação da face para baixo e posterior – onde a altura facial anterior desenvolve-se mais rapidamente e em maior proporção que a altura facial posterior e alguns ângulos, como o Eixo Y de Downs, entre outros, tendem a abrir; Neutro sendo o mais prevalente dos tipos faciais (índice 59-63%) e direção de crescimento para baixo e para frente e com desenvolvimento anterior e posterior equilibrado; Hipodivergente com predominância do crescimento horizontal (índice 64-80%), com alguns ângulos tendendo a fechar, além de um menor desenvolvimento da altura facial anterior, em relação aos demais tipos. Estes três padrões estão comumente associados a alterações rotacionais da mandíbula provocadas pelo crescimento e tendem a acentuar as características próprias de cada um dos tipos faciais. Em seus resultados encontratam que: - Padrão Neutro foi dominante nas más-oclusões de Classe I e Classe II, divisão 1; - Padrão Hipodivergente foi dominante nas más-oclusões de Classe II, divisão 2 e Classe III; - A maioria dos pacientes do sexo feminino demonstrou um Padrão Facial Neutro e maior tendência a ortognatismo e retrognatismo, enquanto a maioria do dos pacientes do sexo masculino demonstrou um Padrão Facial Hipodivergente e maior tendência a prognatismo; -Os valores médios de todas as medidas lineares foram maiores nos pacientes do sexo masculino do que no sexo feminino. -Nos padrões de Classe II, divisão 1 e Classe III foi encontrado um maior dimorfismo sexual; NANDA46 (1988), comparou os tipos de crescimento vertical da face com as desproporções na altura facial. Sua amostra foi composta de 32 indivíduos (16 homens e 16 mulheres), onde realizou um estudo longitudinal dos 3 aos 18 anos, dividindo-os em quatro grupos: homens face longa, mulheres face longa, homens face curta e mulheres face curta. Advertiu a importância da individualização para cada tipo facial e ressaltou as simplificações clínicas durante o tratamento ortodôntico e ao período de contenção pós-tratamento. pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(32) Revisão da Literatura 16. ALBUQUERQUE2 (1988) realizou um estudo com o objetivo de analisar os padrões de desenvolvimento e desvios clínicos para crianças com crescimento normal em diferentes idades. Determinou valores médios de referência, aos 9 anos de idade, e valores médios de mudanças anuais decorrentes do crescimento para cada idade. Utilizando os valores pré-estabelecidos por Ricketts em 1982 (Índice VERT), propôs a seguinte classificação: -Braquifacial suave (maior ou igual a + 0,5); -Braquifacial médio (maior ou igual a + 1,0); -Braquifacial severo (maior ou igual a + 2,0); -Mesofacial (entre - 0,5 e + 0,5); -Dolicofacial suave (menor ou igual a - 0,5); -Dolicofacial médio (menor ou igual a - 1,0); -Dolicofacial severo (menor ou igual a - 2,0). BÜTOW; MÜLLER; MÛELENAERE16 (1989) realizaram um estudo que consiste da combinação de uma análise fotocefalométrica (margem da órbita como referência) a uma análise craniofacial, estrutural e arquitetural ( baseada em tecidos duros), resultando numa Análise Perfilo-Cefalométrica. Os autores afirmaram não haver análise que concorde mais de 60% com o tratamento proposto quando comparadas, e que, 40% a 60% de correlação estatística positiva é considerada como pobre e inconsistente. Em suas conclusões, salientaram que, esta combinação de análises de pontos do tecido mole com alguns pontos do tecido ósseo e dentário, não deve ser considerada como uma ferramenta isolada no diagnóstico, além de serem observadas em proporções individuais. Em 1989, AIDAR; SCANAVINI1 realizaram um estudo da avaliação cefalométrica dos padrões de crescimento facial segundo o método de SIRIWAT e JARABAK (1985). Analizaram pacientes portadores de oclusão normal e de másoclusões de Classe I; Classe II divisão 1; Classe II divisão 2 e Classe III de Angle. A amostra foi composta de 200 telerradiografias cefalométricas, de jovens brasileiros, leucodermas, de ambos os sexos, não tratados ortodonticamente, apresentando pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(33) Revisão da Literatura 17. dentição permanente, com idade entre 11 anos e 2 meses a 19 anos e 10 meses, da região do ABC Paulista e de Santos. A amostra foi dividida em 5 grupos: um de oclusão normal e quarto com as distintas más-oclusões. Cada grupo foi dividido igualmente quanto ao sexo. Em seus resultados, com exceção das grandezas angulares. e. do. quociente. de. JARABAK,. foram. encontradas. diferenças. estatisticamente significantes, apresentando os pacientes do sexo masculino médias gerais maiores que as do sexo feminino. Os pacientes portadores de oclusão normal e más-oclusões de Classe II divisão 2 apresentaram padrão de crescimento facial hipodivergente, enquanto os pacientes portadores de más oclusões de Classe I, Classe II divisão 1 e Classe III apresentaram um padrão de crescimento facial neutro. Em 1990, NANDA47 estudou os fatores esqueléticos associados com o desenvolvimento das desproporções faciais verticais. Utilizou em sua amostra 32 telerradiografias laterais (16 pacientes do sexo masculino e 16 do sexo feminino) com idades entre 4 e 18 anos. Os participantes foram selecionados com base na altura facial inferior (ENA-Me) com uma porcentagem da altura morfológica da face (N-Me) e classificados de acordo com a oclusão apresentada: mordida aberta ou mordida profunda. Em suas conclusões, salientou que, com excessão do ângulo S-N / Plano Palatino e ângulos da base do crânio, todas as medições angulares demonstraram uma redução progressiva ao longo do desenvolvimento em ambas as mordidas (aberta e profunda). Dentre outras, a magnitude do ângulo do plano mandibular não foi adequado para avaliação do diagnóstico ou prognóstico na determinação do padrão de crescimento facial. Em 1993, CZARNECKI; NANDA; CURRIER23; realizaram um estudo com silhuetas do perfil facial de pacientes com o objetivo de avaliar as estruturas do nariz, lábios e mento e a sua relação com um perfil facial equilibrado. Estas foram avalizadas por 545 profissionais da odontologia (ortodontistas, clínico geral, odontopediatras, cirurgiões e acadêmicos) com a finalidade de classificar na ordem de sua preferência. Os dados foram computados, e verificou-se que no sexo masculino, um perfil reto foi preferido em comparação com um perfil ligeiramente convexo no sexo feminino. A protusão labial foi considerada aceitável para ambos os sexos, principalmente quando um nariz grande ou um mento grande estava presente. Concluíram que deve fazer parte do objetivo do tratamento ortodôntico a busca pela pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(34) Revisão da Literatura 18. harmonia das características faciais, sendo necessário examinar o crescimento com as alterações dos tecidos moles da face, com especial atenção às áreas do nariz, lábios e mento. Em 1994, ZAHER; BISHARA; JACOBSEN83 realizaram um estudo com 66 indivíduos. portadores de má oclusão de Classe II divisão 1, com o objetivo de. determinar como as mudanças pós-tratamento diferem nos tipos de face curta, média e longa. Os pacientes foram divididos em três grupos e utilizaram as medidas para a determinação do tipo facial: altura facial posterior, altura facial anterior, inclinação do plano mandibular em relação à base do cranio e em relação ao Plano de Frankfurt. Em seus resultados apresentados após o tratamento ortodôntico, os três grupos não apresentaram diferenças significantes. Em 1995, SAITO & LIMA69 estudaram 50 telerradiografias de pacientes portadores de má oclusão de Classe II divisão 1, tratados com aparelho ortodôntico fixo, associado ao uso do extra bucal (ancoragem) e do bionador de Balters (ortopedia). Foram utilizadas uma telerradiografia ao início do tratamento e uma ao final, totalizando 100 telerradiografias na amostra. Os autores propuseram verificar a coincidência entre os métodos de RICKETTS e de SIRIWAT & JARABAK quanto à classificação dos tipos faciais e possíveis modificações entre si. Nesses casos, sendo coincidentes ou não. Também verificou se o método empregado (ortodontia ou ortopedia) influenciam no tipo facial ao final do tratamento. Em seus resultados concluiram que a classificação do tipo facial , tanto no início, como no fim do tratamento, apresentou estatisticamente, tendência à concordância nos três tipos faciais considerados. A proporção de mudança de um tipo facial para outro, em ambos os métodos, foi similar, com os resultados indicando não haver diferença significativa nesta ocorrência. Por fim, o tipo de tratamento empregado não teve influência significativa em alterar o tipo facial ao final do tratamento. Em 1995, JACOBSON33 realizou em estudo no sul da Califórnia-USA com indivíduos caucasianos que apresentavam balanceamento estético e normoclusão, com o objetivo de acompanhar o crescimento facial e planejar o tratamento ortodôntico. Realizou o que deu o nome de “cefalometria tridimensional”, na qual dentre outros achados, determinaria o tipo facial de cada paciente. Alguns pontos foram marcados na face dos pacientes e estas medidas foram mensuradas, a partir pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
(35) Revisão da Literatura 19. destas foi calculado o índice facial. Diante dos cálculos, marcou a tendência do tipo facial do paciente analisado. O cálculo poderia resultar em diferentes classificações, mas esse dado era indispensável para a análise de seus casos clínicos. Em 1997, URSI80 realizou estudo com o propósito de determinar a natureza, a extensão e a presença de dimorfismo sexual nas alterações verificadas no tamanho, forma e posição mandibulares dos 6 aos 18 anos de idade e esclarecer o relacionamento das alterações relativas ao comprimento mandibular, altura facial ântero-posterior e grau de prognatismo manbibular. Foi utilizada uma amostra semilongitudinal de 53 indivíduos sendo 23 do sexo masculino e 28 do feminino, apresentando oclusão normal, não tratados ortodonticamente. De acordo com os resultados obtidos , o autor concluiu que houve aumento do comprimento mandibular e este acompanhou a curva de desenvolvimento esquelético geral, apresentando um pico de crescimento pubescente. O pico de crescimento pubescente mandibular foi mais longo e significante no sexo masculino. Após o pico de crescimento, as taxas de crescimento mandibular diminuíram consideravelmente, tornando-se clinicamente insignificantes após este período; a presença de dimorfismo sexual só se caracterizou nas dimensões lineares (Co-Gn e AFAI) e após a adolescência; Em 1998, CANUTO; MARTINS17 estudaram o comportamento das grandezas cefalométricas ANB, AO-BO (Wits), APMax-BPMax e “Projeção USP”, em telerradiografias de 96 jovens brasileiros, leucodermas, de ambos os sexos, com oclusões clinicamente aceitáveis eperfis faciais harmoniosos, considerando-se a divergência facial, medida pelo ângulo SN.GoMe. A amostra foi dividida em três grupos de 32 jovens, obedecendo o seguinte critério: grupo A (horizontal), formado por jovens que apresentavam SN.GoMe menor ou igual a 32°; grupo B (equilibrado), com SN.GoMe entre 32,5° e 36, e grupo C (vertical), por jovens que exibiam um ângulo SN.GoMe igual ou maior que 36,5°. Após a análise dos resultados, concluiram que o ângulo SN.GoMe não influenciou significantemente a leitura dos valores médios do ângulo ANB, da distância AO-BO e da “Projeção USP”, apesar dessas grandezas apresentarem valores médios ligeiramente diferentes, nos três grupos estudados. A distância APMax – BPMax mostrou-se influenciada pelo grau de divergência facial. A “Projeção USP” apresentou uma correlação estatisticamente significante com o ângulo ANB, avaliação “Wits” e com a distância APMax-BPMax, enquanto estas exibiram pdfMachine A pdf writer that produces quality PDF files with ease! Produce quality PDF files in seconds and preserve the integrity of your original documents. Compatible across nearly all Windows platforms, simply open the document you want to convert, click “print”, select the “Broadgun pdfMachine printer” and that’s it! Get yours now!.
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