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UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
NOVA MEDICAL SCHOOL | FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS
RELATÓRIO FINAL
ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE | 6º ANO
MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA
2012/2018
MARIANA INOCÊNCIO MARTINHO | Nº ALUNO 2012279
Relatório realizado sob a orientação de: Drª. Ana Alexandra Sousa Machado Leitão
ÍNDICE
I. INTRODUÇÃO ... 3
II. SÍNTESE DE ATIVIDADES ... 4
1. Medicina Interna ... 4
2. Cirurgia Geral ... 5
3. Pediatria ... 5
4. Ginecologia e Obstetrícia ... 6
5. Saúde Mental ... 6
6. Medicina Geral e Familiar ... 7
III. UC PREPARAÇÃO PARA A PRÁTICA CLÍNICA ... 7
IV. ELEMENTOS VALORATIVOS ... 8
V. REFLEXÃO CRÍTICA FINAL ... 8
VI. ANEXOS ... 11
"[Being a doctor] offers the most complete and constant union of those three qualities which have the greatest charm for pure and active minds – Novelty, Utility, and Charity."
I. INTRODUÇÃO
O Mestrado Integrado em Medicina (MIM) da Faculdade de Ciências Médicas conclui-se no 6º ano com a Unidade Curricular (UC) Estágio Profissionalizante, que inclui a participação em estágios parcelares de seis áreas clínicas diferentes – Medicina Interna, Cirurgia Geral, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Saúde Mental e Medicina Geral e Familiar. Com este relatório pretendo apresentar e analisar o trabalho que desenvolvi ao longo do 6º ano. Assim, começo por fazer uma Introdução à organização do Relatório Final, aos objetivos gerais da Unidade Curricular (UC) Estágio Profissionalizante e aos objetivos pessoais que estabeleci no início do ano letivo; de seguida, apresento a Síntese de Atividades, onde descrevo os objetivos específicos e o trabalho desenvolvido em cada estágio integrante da UC; posteriormente, faço uma breve referência à UC integradora do 6º ano Preparação para a Prática Clínica e comento alguns Elementos Valorativos extracurriculares (cujos certificados se encontram em Anexo); e por fim, termino com uma Reflexão Crítica ao trabalho realizado.
A formação médica pré-graduada tem como principal objetivo a capacitação dos licenciados médicos para o exercício autónomo da sua profissão, tendo por base não só a aquisição de conhecimentos sólidos, mas também de valores e aptidões específicos que permitam o desenvolvimento competências científicas, éticas e humanistas. O 6º ano é o culminar do ensino pré-graduado e assume-se como a transição para a prática clínica futura. Os objetivos gerais da UC Estágio Profissionalizante, partilhados pelos estágios parcelares que a integram, reforçam estas características e prendem-se com a aquisição de um conjunto de aptidões clínicas e interpessoais. No que pertence às aptidões clínicas, é espectável que o aluno seja capaz de utilizar, de forma eficaz, as competências previamente adquiridas no reconhecimento, diagnóstico e tratamento dos problemas mais frequentes na prática clínica, sem, no entanto, descurar a promoção da saúde e a prevenção da doença. Quanto às aptidões interpessoais, o aluno deverá perceber o paciente no seu contexto biopsicossocial e desenvolver a capacidade de comunicação com o doente e a sua família, assim como com outros profissionais, privilegiando o trabalho em equipa e a multidisciplinaridade. Como ano profissionalizante,
pretende-se também e sobretudo que o aluno desenvolva, de forma tutelada, maior sentido de autonomia e responsabilidade perante o doente e a equipa em que está inserido.
Tendo por base estes pressupostos, defini no início do ano letivo, três objetivos pessoais. Em primeiro lugar, integrar-me na equipa em que fosse inserida e participar no máximo de atividades possível, independentemente da carga horária que dai resultasse, de forma a adquirir mais conhecimento e de no futuro estar mais informada para a escolha de uma especialidade. Depois, ser capaz de reconhecer dúvidas e inseguranças que naturalmente surgem com a prática mais autónoma, mas sobretudo tentar encarar essas falhas como oportunidades de crescimento e aprendizagem, aproveitando para as esclarecer através do estudo ou da discussão com outros profissionais. Por fim, e tendo em mente que esta é uma profissão que exige a capacidade de aperfeiçoamento e atualização constantes ao longo da vida, identificar e explorar diferentes oportunidades para adquirir experiência e competências não abrangidas pelos estágios, através da realização de atividades extracurriculares.
II. SÍNTESE DE ATIVIDADES
Depois da descrição dos objetivos nucleares da UC e das metas estabelecidas a nível pessoal, apresento os objetivos específicos de cada um dos estágios que compõem esta UC, fazendo uma breve síntese dos elementos considerados representativos de cada um.
1. MEDICINA INTERNA
Sob a regência do Prof. Doutor Fernando Nolasco, o estágio decorreu entre 11 de Setembro e 3 de Novembro de 2017 (8 semanas), no Serviço de Medicina 2.5 do Hospital de Santo António dos Capuchos (HSAC) e foi tutorado pelo Dr. Paulo Barreto. Como objetivo específico, destaca-se a capacitação do aluno para a gestão de um doente internado.
A maior parte do estágio decorreu na Enfermaria, onde participei quase autonomamente, tendo ficado responsável por 2-3 doentes/dia, realizado notas de entrada, diários clínicos, notas de alta, requisição e interpretação de exames complementares, discussão com outros profissionais e apresentado doentes nas reuniões de equipa semanais. Dei ainda apoio a colegas do 3º ano do MIM. Passei pela Consulta Externa de Patologia Autoimune e pelas
diferentes valências do Serviço de Urgência, onde observei doentes com autonomia parcial no Balcão. Esta componente prática foi enriquecida por Seminários teórico-práticos semanais na faculdade e por sessões formativas nos Serviços 2.3 e 2.4. Numa destas sessões apresentei com 2 colegas um trabalho sobre “Abordagem ao Doente com Fibrilhação Auricular” e, com a ajuda dos nossos tutores, escrevemos um artigo de revisão sobre o mesmo tema – Anexo 4.1. Tendo a Medicina Interna um caráter generalista e integrador, considerei relevante alargar o meu contacto com a especialidade e realizei o meu Estágio Opcional de 2 semanas no Serviço de Medicina 2.3 do HSAC, sob orientação da Drª. Catarina Patrício e do Dr. Vitor Brotas.
2. CIRURGIA GERAL
O estágio decorreu sob a regência do Prof. Doutor Rui Maio, entre 6 de Novembro de 2017 e 12 de Janeiro de 2018 (8 semanas) e foi orientado pelo Dr. Pedro Maurício, no Hospital das Forças Armadas (HFAR). Os objetivos específicos do estágio consistiram na capacitação para a realização de diversos procedimentos de assepsia, anestesia e pequena cirurgia.
Depois de uma semana de aulas teórico-práticas lecionadas no Hospital Beatriz Ângelo e da realização do curso TEAM (anexo 2.5), participei em atividades em contexto de Bloco Operatório, Pequena Cirurgia, Sala de Tratamentos, Enfermaria, Técnicas de Gastrenterologia, Sessões Clínicas e Reuniões Multidisciplinares. Neste período assisti sempre aos procedimentos anestésicos e participei como 1ª e 2ª ajudante em várias cirurgias. No Internamento fiquei responsável por 2-3 doentes por dia, onde realizei diários clínicos, notas de alta e expliquei aos doentes as recomendações da alta. Tive a oportunidade única de visitar valências exclusivas de um hospital militar, como o Centro de Medicina Aeronáutica, de Medicina Subaquática e Hiperbárica e de Epidemiologia e Intervenção Preventiva. No último dia de estágio ocorreu o Mini-congresso, onde apresentei, juntamente com 3 colegas, um trabalho sobre volvo do cólon sigmóide, denominado “O cólon virado do avesso”.
3. PEDIATRIA
O estágio decorreu sob regência do Prof. Doutor Luís Varandas, entre 22 de Janeiro e 16 de Fevereiro de 2018 (4 semanas), no Serviço de Endocrinologia do Hospital de Dona Estefânia
(HDE) e foi orientado pela Drª. Catarina Diamantino. Os principais objetivos específicos deste estágio consistiram no reconhecimento do normal desenvolvimento da criança, bem como a capacitação para avaliar a semiologia pediátrica e abordar as principais patologias desta faixa etária. Durante o estágio assisti a Reuniões de Passagem de Doentes diárias e a Reuniões Científicas, a Consultas de Endocrinologia, Diabetes e Obesidade e participei com autonomia parcial no Serviço de Urgência. Passei ainda pela Consulta Externa de Imunoalergologia e Internamento de Cardiologia Pediátrica, no Hospital de Santa Marta. No último dia, apresentei com 3 colegas um trabalho sobre “Intoxicações Involuntárias em Pediatria”.
4. GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Sob regência da Profª. Doutora Teresa Ventura, o estágio decorreu entre 19 de Fevereiro e 16 de Março de 2018 (4 semanas), na Maternidade Dr. Alfredo da Costa e foi orientado pela Drª. Rita Silva e pela Drª. Celina Ferreira. Os objetivos específicos consistiram na aquisição de autonomia para avaliar a semiologia da Mulher, sensibilização para a prevenção e diagnóstico dos problemas nas várias fases da vida e nos vários trimestres da gestação e ainda para critérios de referenciação e de intervenção cirúrgica, em contexto obstétrico ou ginecológico.
O estágio consistiu em duas semanas de Obstetrícia e duas semanas de Ginecologia. Participei ativamente no Serviço de Medicina Materno-Fetal, nas Consultas de Hipertensão, Gravidez de Alto Risco e Grupo de Estudo de Morte Fetal, nas Consultas de Ginecologia, Serviço de Urgência, Bloco Operatório e Histeroscopia. Durante este período observei grávidas com autonomia parcial, escrevi diários clínicos, realizei procedimentos como colheita de exsudados vaginais e do endocolo, rastreio do Streptococcus do grupo B e citologias cérvico-vaginais e participei como 2ª ajudante em cesarianas eletivas. Por fim, assisti a reuniões nos Serviços de Obstetrícia e de Ginecologia e à Consulta Multidisciplinar de Mama, que decorre no Hospital de São José. Na última semana de estágio apresentei, juntamente com 1 colega, um trabalho sobre “Infeções Urinárias na Gravidez”.
5. SAÚDE MENTAL
Abril de 2018 (4 semanas), na Unidade de Internamento de Pedopsiquiatria do Hospital de Dona Estefânia e foi orientado pela Drª. Maria Antónia Silva. O Internamento de Pedopsiquiatria presta cuidados diferenciados a crianças e adolescentes com menos de 16 anos, sendo os objetivos específicos para este estágio o reconhecimento de sinais de alarme ao normal desenvolvimento psicológico e cognitivo e ainda aprendizagem da colheita de dados e técnicas de intervenção nesta faixa etária, considerando a criança/adolescente no seu meio, particularmente o familiar.
Para além da participação nos Seminários teórico-práticos na NMS|FCM, observei crianças no Internamento e em outras Enfermarias através da Equipa de Ligação, na Consulta Externa, em avaliações Neuro-cognitivas e intervenções terapêuticas de grupo, nomeadamente na Psicomotricidade e na Consulta Comunitária. Assisti a reuniões multidisciplinares diárias a Sessões formativas para internos da especialidade. Acompanhei ainda o Serviço de Urgência de Adultos, no Hospital de São José. Por fim, realizei um trabalho escrito sobre “Perturbação de Oposição Desafiante”, juntamente com 2 colegas.
6. MEDICINA GERAL E FAMILIAR (MGF)
Sob regência da Profª. Doutora Maria Isabel Santos, o estágio decorreu entre 23 de Abril e 18 de Maio de 2018 (4 semanas), na Unidade de Saúde Familiar (USF) Marginal e foi orientado pelo Dr. Luís Heitor. Os objetivos específicos passaram por desenvolver uma abordagem sistemática centrada no paciente e orientada para o indivíduo, família e comunidade. Participei em Consultas de Saúde Infantil e Juvenil, Saúde Materna, Planeamento Familiar, Saúde do Adulto e Consultas Abertas. Tive ainda oportunidade de realizar algumas consultas com autonomia parcial (consulta de ombro-a-ombro) e de acompanhar as consultas de Enfermagem. Por fim, realizei um folheto sobre “Vacinas Extra-Plano Nacional de Vacinação no 1º ano de vida”, dirigido aos pais. No último dia discutiu-se o Diário de Exercício Orientado.
III. UC PREPARAÇÃO PARA A PR ÁTICA CLÍNICA
Sobre esta UC semestral, regida pelo Prof. Doutor Roberto Palma dos Reis, destaca-se o seu caráter integrador, justificando a sua consideração neste relatório. A UC consiste na discussão multidisciplinar de sete situações clínicas frequentes, em forma de aulas
teórico-práticas, dando espaço a uma discussão em formato de mesa redonda e levando assim ao desenvolvimento do raciocínio clínico e à integração de conhecimentos teóricos e práticos.
IV. ELEMENTOS VALORATIVOS
Ao longo do curso e particularmente durante o 6º ano, procurei realizar diversas atividades que me trouxessem proveito e valorizassem o meu percurso académico, mas que me preenchessem também a nível pessoal. Participei num estágio, em cursos e congressos, fui monitora da UC Fisiologia do 1º ano do MIM durante 4 anos, participei como instrutora em alguns cursos e realizei um artigo de revisão sobre “Abordagem ao Doente com Fibrilhação Auricular”. Estas atividades extracurriculares estão apresentadas na secção VI. Anexos.
V. REFLEXÃO CRÍTICA FINAL
Terminado o ano, torna-se importante refletir sobre o papel que o Estágio Profissionalizante teve na minha formação pessoal e enquanto futura médica e analisar o cumprimento dos objetivos globais e pessoais a que me propus inicialmente. Confesso que, sendo este o culminar de vários anos de ensino teórico e observacional, parti para os vários estágios com enorme entusiasmo por poder finalmente pôr em prática todo o conhecimento adquirido e poder aproximar-me do exercício da profissão que escolhi.
Relativamente aos objetivos globais, comuns aos vários estágios, que descrevi na Introdução, considero tê-los cumprido na íntegra. A autonomia e a responsabilidade que me foram confiadas e às quais sempre tentei responder com profissionalismo contribuíram para me estimular a aprender mais e a desenvolver um raciocínio clínico mais estruturado. Não esqueço, no entanto, que mesmo nas situações mais frequentes o que está recomendado para uns doentes pode não se aplicar a outros e devemos ter a humildade de reconhecer que nem sempre dominamos todos os temas. O sentido de autonomia não deve isolar-nos, mas antes levar-nos ao aperfeiçoamento constante das nossas competências e à busca de soluções em equipa. Nesse sentido, reconheço que a terapêutica foi a competência que menos pratiquei ao longo do curso e que, apesar de ter sentido enormes ganhos com este ano, continua a ser uma
área na qual sinto alguma dificuldade. Ainda assim, acredito que esta é uma capacidade que poderei ir desenvolvendo com a prática e com a ajuda de colegas mais experientes.
Numa análise mais focada em cada especialidade e começando pela Medicina Interna, considero que este foi o estágio que me trouxe maior crescimento pessoal e académico, por ter sido o primeiro estágio profissionalizante que realizei e porque me foi dada muita autonomia, obrigando-me a encarar a realidade com uma responsabilidade que nunca tinha sentido, a procurar soluções, a interagir com outras especialidades e a refletir sobre questões éticas, como decisões de fim de vida de forma a evitar a obstinação terapêutica. Hoje considero que este estágio me permitiu ter uma experiência plena da profissionalização numa especialidade hospitalar. Relativamente à Cirurgia Geral, aponto apenas como aspeto menos positivo, ainda que alheio aos coordenadores do estágio, o facto de a minha vivência em contexto de urgência ter sido muito limitada, uma vez que no HFAR a urgência de Cirurgia Geral é feita com base numa escala de prevenção. Ainda assim, considero que ter realizado o estágio neste hospital foi uma mais valia porque o rácio tutor:aluno de 1:2 me permitiu participar em muitas cirurgias, em algumas como 1ª ajudante, o que em termos académicos considero fundamental; por outro lado, tive oportunidade de ficar a conhecer valências que não são acessíveis a todos, como o Centro de Medicina Aeronáutica e de Medicina Subaquática e Hiperbárica. Gostaria de salientar que a duração mais alargada destes dois estágios foi preponderante para me integrar na equipa e poder participar em todas estas atividades. No que respeita a formação em Pediatria, penso que faltou o contacto com a criança saudável, um dos objetivos específicos da UC. Esta é uma dificuldade inerente à realização do estágio a nível hospitalar, mas que considero ter sido compensada pela realização do estágio de MGF, onde observei maioritariamente crianças saudáveis e avaliei o seu normal desenvolvimento. Relativamente ao estágio de Ginecologia e Obstetrícia saliento que ter acompanhado a prática de um interno da especialidade e assistir à geração de dúvidas me permitiu tomar consciência das minhas próprias dúvidas, o que foi particularmente interessante e proveitoso. Sobre o estágio de Saúde Mental, esta foi a primeira vez que tive contacto com a área da Pedopsiquiatria e por isso a experiência mostrou-se
interessante nesse sentido. No entanto, o estágio foi quase exclusivamente observacional e, apesar de ter participado em atividades com outros profissionais, tenho pena de não ter tido mais oportunidades de contacto com as crianças. Por fim, foi no estágio de MGF que me apercebi da importância da abordagem holística do paciente e da influência da relação médico-doente em algumas situações. Foi também aqui que mais assisti e pratiquei a promoção de saúde e prevenção da doença. Por isto, pela grande diversidade de patologias em todas as faixas etárias, e por ser a disciplina que menos tempo de contacto tem em anos anteriores, julgo que o seu alargamento pudesse ser benéfico.
Acredito que enquanto futuros médicos devemos reconhecer a importância da formação ao longo da vida e procurar participar em ações extracurriculares que permitam alargar os nossos conhecimentos e que fomentem o interesse em aprender mais. Saliento que participar enquanto monitora durante 4 anos na UC de Fisiologia do 1º ano do MIM me trouxe mais responsabilidade e permitiu adquirir competências e uma experiência que, naturalmente, não podemos obter enquanto alunos. Ser instrutora nesta e em outras ações e para diferentes públicos-alvo ajudou-me a aprender e a valorizar o trabalho em equipa, a procurar respostas e “formas de responder” e, desta forma, a consolidar os meus conhecimentos.
Assim, concluo que as minhas espectativas foram largamente ultrapassadas e é com grande satisfação que penso ter conseguido, globalmente, alcançar e até superar os objetivos a que me propus inicialmente e adquirir competências que considero fundamentais para a minha formação académica e enquanto futura médica.
Gostaria de terminar agradecendo à NMS pelas oportunidades que me foram sendo proporcionadas; em particular ao Departamento de Fisiologia e ao Prof. Doutor Pedro Freire Costa, bem como a todos os tutores e colegas que me acompanharam, pela forma acolhedora e simpática com que me receberam e por todos os conhecimentos transmitidos, sempre estimulando em mim a vontade de dar o meu melhor. O seu espírito de colaboração pronta e solidária, foram um exemplo que procurarei sempre seguir no meu futuro. Por fim, agradeço à minha família e amigos a paciência, apoio, partilha de conhecimentos e amizade incondicional.
VI. ANEXOS
GRUPO 1 REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES
ANEXO 1.1 Estágio de Cardiologia, orientado pelo Prof. Doutor Nuno
Cardim
(09 a 17/07/2015 – Hospital da Luz)
GRUPO 2 REALIZAÇÃO DE CURSOS / WORKSHOPS
ANEXO 2.1 Introdução à Eletrocardiografia Clínica – Prof. Doutor Eduardo
Antunes, AEFCML
(07/04/2015 – Edifício Escolar NMS|FCM)
ANEXO 2.2 Obstetrics and Ginaecology Emergencies – Workshop iMed
(25/10/2017 – Edifício Escolar NMS|FCM)
ANEXO 2.3 Curso Rápido de Intervenções e Técnicas no Doente Crítico
(CRITIC) – Workshop iMed
(26/10/2017 – Nova Medical Simulation Centre, NMS|FCM)
ANEXO 2.4 Curso de Suporte Básico de Vida (SBV), creditado pelo INEM
(05/12/2017 – Centro de Formação CR Sul, Lisboa)
ANEXO 2.5 Curso de Trauma Evaluation and Management (TEAM)
(09 e 10/12/2017 – Nova Medical Simulation Centre, NMS|FCM)
GRUPO 3 PARTICIPAÇÃO COMO MONITORA
ANEXO 3.1 Monitora da Unidade Curricular de Fisiologia do 1º ano do
Mestrado Integrado em Medicina da NOVA Medical School
(Anos letivos de 2013/2014, 2014/2015, 2015/2016 e 2017/2018 – Edifício Escolar NMS|FCM)
ANEXO 3.2 Instrutora de SBV no Mass Training realizado na Comunidade Vida e Paz em Mafra
(13/12/2017 – Comunidade de Inserção da Comunidade Vida e Paz em Sapataria, Sobral de Monte Agraço)
Esta participação está reportada no website do INEM em: http://www.inem.pt/2017/12/14/inem-promove-mass-training-em-suporte-basico-devida-na-comunidade-vida-e-paz/.
ANEXO 3.3 Monitora do Curso Trauma Evaluation and Management
(TEAM), para alunos do 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina da NOVA Medical School
(23/03/2018 – Nova Medical Simulation Centre, NMS|FCM)
ANEXO 3.4 Participação ativa em Rastreios Médicos na População,
organizados pelo Projeto “MarcaMundos” da AEFCML
(13/05/2015 – Centro Comercial Atrium Saldanha)
GRUPO 4 REALIZAÇÃO DE ARTIGO DE REVISÃO
ANEXO 4.1 “Abordagem do doente com Fibrilhação Auricular” – não
publicado
(Outubro de 2017 – Serviços de Medicina 2.4 e 2.5 do Hospital de Santo António dos Capuchos)
GRUPO 5 PARTICIPAÇÃO EM CONGRESSOS
ANEXO 5.1 I Jornadas de Medicina Geral e Familiar, Academia CUF
(13/10/2017 – Hotel Olissippo Oriente, Lisboa)
ANEXO 5.2 Jornadas de Cardiologia de Lisboa Ocidental
ANEXO 5.3 iMed Conference 6.0
(10 a 12/10/2014 – Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa)
iMed Conference 7.0 – Participação enquanto elemento da
Crew
(17 a 20/09/2015 – Centro Cultural de Belém, Lisboa) iMed Conference 9.0
(27 a 29/10/2017 – Teatro Camões, Lisboa)
ANEXO 5.4 Bariatric Endoscopy Surgery Trends (B.E.S.T.) 2017
(04 e 05/12/2017 – Centro Cultural de Belém, Lisboa)
ANEXO 5.5 5ªs Jornadas do Departamento de Cirurgia
GRUPO 1 REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES
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GRUPO 2 REALIZAÇÃO DE CURSOS / WORKSHOPS
ANEXO 2.2 Obstetrics and Ginaecology Emergencies – Workshop iMed
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GRUPO 3 PARTICIPAÇÃO COMO MONITORA
ANEXO 3.1 Monitora da Unidade Curricular de Fisiologia do 1º ano do Mestrado
ANEXO 3.2 Instrutora de SBV no Mass Training realizado na Comunidade Vida e Paz em Mafra
ANEXO 3.3 Monitora do Curso Trauma Evaluation and Management (TEAM), para alunos do 6º ano do Mestrado Integrado em Medicina da NOVA Medical School
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GRUPO 4 REALIZAÇÃO DE ARTIGO DE REVISÃO
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GRUPO 5 PARTICIPAÇÃO EM CONGRESSOS
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