• Nenhum resultado encontrado

# A sentença que concede o divórcio é declaratória, constitutiva ou condenatória?

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "# A sentença que concede o divórcio é declaratória, constitutiva ou condenatória?"

Copied!
11
0
0

Texto

(1)

DIVÓRCIO: O divórcio extingue um casamento válido, podendo ser judicial ou extrajudicial

(1571, §1º, CC e 1124-A CPC).

# Como se extingue um casamento válido?

# A sentença de divórcio possui efeitos ex tunc ou ex nunc?

# A sentença que concede o divórcio é declaratória, constitutiva ou condenatória? # Qual é a natureza da sentença que julga o pedido de divórcio improcedente? # Qual o número máximo de vezes que uma pessoa pode se divorciar?

# Pessoa separada judicialmente pode restabelecer o estado civil de casado? E após o divórcio? # Há reconciliação extrajudicial?

# Pode ser decretado o divórcio ex oficio? # Quem pode requerer o divórcio?

# A sogra pode requerer o divórcio de sua filha?

# O instituto da separação ainda integra o nosso ordenamento jurídico após a EC 66/10? Espécies:

Judicial: É o divórcio realizado por meio de processo judicial.

Extrajudicial: É aquele em que o divórcio é formalizado por escritura pública. O divórcio

extrajudicial foi introduzido em nosso sistema pela Lei 11.441/07, que inseriu o artigo 1124-A no CPC, in verbis:

Art. 1124-A. A separação consensual e o divórcio consensual, não havendo filhos menores ou incapazes do casal e observados os requisitos legais quanto aos prazos, poderão ser realizados por escritura pública, da qual constarão as disposições relativas à descrição e à partilha dos bens comuns e à pensão alimentícia e, ainda, ao acordo quanto à retomada pelo cônjuge de seu nome de solteiro ou à manutenção do nome adotado quando se deu o casamento.

§1º. A escritura não depende de homologação judicial e constitui título hábil para o registro civil e o registro de imóveis.

§2º. O tabelião somente lavrará a escritura se os contratantes estiverem assistidos por advogado comum ou advogados de cada um deles, cuja qualificação e assinatura constarão no ato notarial.

§3º. A escritura e demais atos notariais serão gratuitos àqueles que se declararem pobres sob as penas da lei.

(2)

REGIME MATRIMONIAL DE BENS: É o conjunto de normas e princípios que regem o aspecto

patrimonial do casamento.

Pacto antenupcial: É a convenção solene que trata do aspecto patrimonial do casamento (1653 CC e seguintes).

# Noivos que possuem dezesseis anos podem fazer pacto antenupcial? Tal será válido? # Pacto antenupcial é obrigatório?

# As causas que impedem (obstam), suspendem ou interrompem a prescrição se aplicam à usucapião?

# A prescrição corre entre os cônjuges na constância da sociedade conjugal? # Cônjuge ou companheiro pode usucapir imóvel pertencente ao casal?

Princípios do regime matrimonial de bens:

Pluralidade do regime de bens

 Liberdade das convenções antenupciais

# É possível que os cônjuges criem um regime matrimonial misto?

# Quais são os requisitos para a validade e a eficácia do pacto antenupcial? # Podem os cônjuges afastar o dever de fidelidade em pacto antenupcial? # Nulidade do casamento induz a nulidade do pacto antenupcial? E o inverso?

 Imutabilidade relativa do regime matrimonial (artigo 1639, §2º, CC)

# Exemplifique um caso em que terceiro poderia ser prejudicado se não houvesse a ressalva prevista na parte final do artigo 1639, §2º, CC.

# É possível a modificação do regime matrimonial de bens durante o matrimônio?

# A possibilidade de mudança no regime matrimonial de bens pode ser aplicada a casamentos celebrados antes da vigência do CC de 2002?

# Cônjuge alegando que o outro está dissipando bens requer a conversão do regime matrimonial de comunhão parcial para o da separação. Tal é possível?

(3)

Regime da comunhão parcial: É aquele em que os bens adquiridos na constância da sociedade

conjugal, a título oneroso, se comunicam (1658 e seg CC): # O que é regime da comunhão de aquestos?

# O que é regime legal? Existem quantos regimes legais?

# Um dos cônjuges casado sob o regime da comunhão parcial jogou na sena e ganhou. O prêmio se comunica ao outro cônjuge? # E se o jogo foi realizado antes do casamento e o sorteio depois? # E se o bilhete premiado foi doado por um amigo?

Bens excluídos da comunhão (artigos 1659 e 1661 CC): Não se comunicam os bens que cada cônjuge já possuía ao casar, os adquiridos por doação ou direito sucessório, nem os bens que forem adquiridos em sub-rogação a bens incomunicáveis.

Bens de uso pessoal, instrumentos profissionais, obrigações anteriores ao casamento, etc, também não entram na comunhão.

Bens incluídos na comunhão (artigo 1660 CC): Se comunicam os bens adquiridos a título oneroso na constância do casamento, as benfeitorias feitas em bens particulares de cada cônjuge, etc.

# O artigo 1662 CC menciona que os bens móveis presumem-se adquiridos na constância do matrimônio. Tal presunção é absoluta (iuris et de iure) ou relativa (iuris tantum)?

# A administração dos bens comuns cabe a ambos os cônjuges. Havendo má administração poderá esta ser atribuição de apenas um deles?

# Pode ser deliberado em pacto antenupcial que apenas um dos cônjuges será o administrador? # Dívidas se comunicam? E as decorrentes da administração dos bens?

# O salário é um bem comunicável no regime da comunhão parcial de bens?

Regime da comunhão universal: É aquele em que os bens de ambos os cônjuges se comunicam,

pouco importando se adquiridos antes ou durante o matrimônio (artigo 1667 e seg CC). # Existem “bens incomunicáveis” no regime da comunhão universal?

# Dívidas se comunicam? E as decorrentes da administração dos bens?

# A administração dos bens comuns cabe a ambos os cônjuges. Havendo má administração poderá esta ser atribuição de apenas um deles?

# O salário é um bem comunicável no regime da comunhão universal de bens?

Regime da separação de bens: É aquele em que os bens dos cônjuges não se comunicam, pouco

(4)

Pode ser legal ou convencional:

Legal (1641 CC): A lei impõe tal regime ora como uma sanção civil, ora por razões de ordem

pública.

No artigo 1641, I, CC, é imposto o regime da separação de bens como uma sanção pela inobservância das causas suspensivas.

No artigo 1641, II e III, CC, as razões para imposição da separação de bens são de ordem pública, seja pela idade do nubente ser superior a 70 anos, seja pelo fato de ter havido suprimento judicial de consentimento ou de idade para o casamento.

# Se o regime matrimonial é o da separação de bens o cônjuge precisa da vênia conjugal do outro para alienar determinado imóvel?

# Nas hipóteses do artigo 1641 CC deverá ser observado o regime da separação de bens, por isso conclui-se que os bens adquiridos na constância do matrimônio são incomunicáveis. Comente a aludida assertiva.

APELAÇÃO CÍVEL. REGIME DE BENS DO CASAMENTO. SEPARAÇÃO LEGAL. NÃO INCIDÊNCIA DA SÚMULA 377 STF. PEDIDO DE PARTILHA DE BENS. DESCABIMENTO. 1. Caso em que os recorrentes, casados pelo regime da separação

de bens imposto pela lei em face da idade avançada do varão ao tempo do enlace, pretendem esclarecer cabalmente que vige a separação total de bens, de forma a se esquivarem de uma possível interpretação não desejada, acerca da comunhão de aquestos, com base na orientação consolidada ao tempo do regime anterior na súmula 377 STF, que teve esteio no artigo 259 CC/1916, não reprisado no CC de 2002. 2. Não obstante isso, descabido o pleito de partilha de bens, visto que, com tal solução, resta assegurada aos interessados a titularidade dos bens que registrados estão em nome de cada um. Apelação parcialmente provida, por maioria (8ª Câmara Cível - TJRS)

OBS: O STJ e o STF entendem que na união estável em que vigora o regime da separação legal de

bens, só existirá comunicação patrimonial se for comprovada a prova do esforço comum na aquisição patrimonial. Tal posicionamento se fundamenta no fato de que, outro entendimento, daria aos companheiros, mais direitos do que aqueles deferidos aos cônjuges.

# Como é feita a administração dos bens?

# Pessoas casadas pelo regime da separação legal de bens (1641 CC) podem requerer a modificação deste com fundamento no artigo 1639, §2º, CC ?

Convencional : É o regime de bens oriundo de opção realizada em pacto antenupcial.

(5)

# Quem administra os bens na separação convencional?

# O que são bens parafernais? Foram previstos no CC de 2002?

# O legislador acertou ao não tratar do regime dotal no Código Civil de 2002? # Na vigência do Código Civil de 2002 pode alguém adotar o regime dotal?

Regime de participação final nos aquestos (1672 e seg CC): Neste regime cada cônjuge possui seu

patrimônio particular, constituído pelos bens adquiridos antes e durante o casamento. Ao fim da sociedade conjugal, cada cônjuge terá direito à metade dos bens adquiridos, individualmente ou pelo casal, a título oneroso, na constância do casamento.

Os bens que cada cônjuge já possuía, os que sobrevierem por direito sucessório ou liberalidade e aqueles que forem adquiridos em sub-rogação a bens incomunicáveis, não entram na partilha do casal (1674 CC).

Na participação final nos aquestos presumem-se adquiridos na constância do matrimônio os bens móveis (1674, PÚ, CC), assim como ocorre na comunhão parcial (1662 CC).

Há presunção relativa no sentido de que o proprietário dos bens imóveis é aquele em cujo nome o bem estiver registrado (1681 CC).

# O patrimônio amealhado pelo casal será verificado na data em que cessar a convivência ou na data do divórcio?

# Neste regime, para a alienação de bens imóveis é necessária a vênia do outro cônjuge? # Como a administração do patrimônio é feita?

# As dívidas contraídas por um dos cônjuges obrigam o consorte?

# Execução fundada em dívida exclusiva de um cônjuge pode atingir bem que integra a meação de seu consorte?

ALIMENTOS: É a verba destinada a satisfação das necessidades básicas de quem não tem

condições de provê-las, de acordo com a sua condição social. Os alimentos incluem as despesas com alimentação, saúde, lazer, vestuário, habitação e educação.

O dever alimentar pode decorrer do parentesco, do casamento, da união estável, etc. # Os alimentos sempre compreendem as despesas com educação?

(6)

# Despesas com o funeral de alguém são consideradas alimentos? # Mútuo feito a menor para prover a verba alimentar é válido?

# O devedor da verba alimentar falece, seus sucessores terão o dever de continuar a pagar os alimentos?

# Serão devidos alimentos ao parente se a situação de necessidade decorrer de sua culpa? # Quais parentes tem a obrigação e o direito aos alimentos? Há uma ordem de preferência?

# Quando o devedor da verba alimentar não puder pagar os alimentos integralmente o que deverá ser feito?

# Ao invés de realizar o pagamento dos alimentos em dinheiro pode o devedor concedê-los in natura? É necessária a anuência do alimentado?

# Alimentos fixados podem ser revistos? Há violação da coisa julgada? # Ação de revisão de alimentos é sinônimo de ação de modificação de cláusula? # São devidos alimentos entre os concubinos?

# É cabível ação de prestação de contas ajuizada pelo pai em face da mãe que recebe os alimentos do filho absolutamente incapaz?

Características dos alimentos:

 É direito personalíssimo

 É irrenunciável

 É incessível, incompensável e impenhorável

 É imprescritível

 É irrepetível

Renúncia e dispensa dos alimentos entre os cônjuges:

# Distinga renúncia e dispensa.

# Cônjuges podem renunciar expressamente o direito aos alimentos?

(7)

Alimentos gravídicos (Lei 11804/08): Compreendem a verba necessária para o custeio das

despesas adicionais do período de gravidez, da concepção ao parto, incluindo as decorrentes de alimentação especial, assistência médica e psicológica, exames médicos, internações, medicamentos e demais prescrições médicas preventivas e terapêuticas.

# O dever de custear as despesas com a gravidez é exclusiva do futuro pai?

# Para a fixação dos alimentos gravídicos é necessária prova da paternidade?

# Após o nascimento é necessária a propositura de outra ação de alimentos?

# Qual procedimento deve ser observado na ação em que se pleiteiam os alimentos gravídicos? # Existem alimentos gravídicos provisionais ou provisórios?

# Qual o foro competente para processar e julgar a causa em que se pleiteiam alimentos gravídicos? # Há necessidade de exame de DNA para fixação dos alimentos gravídicos?

# Caso a gravidez não seja viável por qualquer razão, anencefalia por exemplo, os alimentos gravídicos serão devidos?

# A partir de que momento são devidos os alimentos gravídicos?

ORDEM DE VOCAÇÃO HEREDITÁRIA (art. 1829 e seguintes CC): Falecendo o de cujus sem

deixar testamento (ab intestato) ou sendo o testamento nulo , rompido ou caduco, se observará a ordem legal de sucessão, denominada “ordem de vocação hereditária”.

# O que é legítima?

# Equivale a que parcela da herança? # Quais são os herdeiros necessários? # Companheiro é herdeiro necessário?

# Se o herdeiro não é necessário pode o mesmo ser excluído da sucessão?

(8)

SUCESSÃO DOS COMPANHEIROS (artigo 1790 CC): Terão os companheiros direito à

sucessão sobre os bens do outro, sem prejuízo da meação, em relação aos bens adquiridos onerosamente na vigência da união estável. As regras sucessórias são as seguintes:

 Se existirem filhos comuns o quinhão do companheiro será igual ao dos filhos (1790, I, CC);

 Se existirem descendentes só do autor da herança o companheiro terá direito à metade do quinhão dos descendentes (1790, II, CC);

 Se concorrer com outros parentes sucessíveis terá direito à 1/3 da herança (1790, III, CC);

 Não havendo parentes sucessíveis o companheiro terá direito à totalidade da herança (1790, IV, CC).

# Se existirem filhos comuns e só do autor da herança, qual será a participação do companheiro na sucessão?

# Quais são os outros parentes sucessíveis mencionados no artigo 1790, III, CC?

# Na hipótese do artigo 1790, III, CC, o companheiro terá direito à herança ainda que os bens não tenham sido adquiridos onerosamente durante a união estável?

# O companheiro falece sem deixar outros sucessores legítimos, contudo há testamento contemplando uma terceira pessoa com todos os seus bens. A companheira poderá pleitear a herança?

# O companheiro pode concorrer com o cônjuge na sucessão?

# União estável putativa gera direito sucessório? # União estável homoafetiva gera direito sucessório?

HERDEIROS NECESSÁRIOS (artigo 1845 e seg CC): São as pessoas que possuem, por lei,

direito à herança, sendo-lhes reservada uma parcela desta denominada legítima. # Como a legítima é calculada?

(9)

ORDEM LEGAL DE SUCESSÃO:

1) artigo 1829, I, CC: Descendentes em concorrência com o cônjuge sobrevivente, salvo se o regime matrimonial de bens for o da comunhão universal (art. 1667 CC), separação obrigatória (art. 1641 CC) ou se na comunhão parcial de bens (art. 1658 CC) inexistirem bens particulares.

# Cônjuge separado judicialmente é herdeiro? E se a separação era de fato?

# O direito real de habitação vidual existirá em todos os regimes matrimoniais de bens?

# Companheiro tem direito real de habitação? # O direito real de habitação é vitalício?

# Qual ou quais requisitos para a existência do direito real de habitação vidual?

# No regime da participação final nos aquestos o cônjuge tem direito à sucessão em concorrência com os descendentes?

O cônjuge terá quinhão igual ao dos descendentes que sucederem por cabeça. Quando o cônjuge for ascendente dos herdeiros com que concorrer, seu quinhão não poderá ser inferior à ¼ da herança (artigo 1832 CC).

# Qual a diferença da sucessão por cabeça da sucessão por estirpe?

Os descendentes com grau mais próximo excluem os mais remotos, salvo os casos de direito de representação (artigo 1833 CC).

# Quais são as hipóteses em que pode existir direito de representação?

Os descendentes da mesma classe possuem os mesmos direitos sucessórios de seus ascendentes (artigo 1834 CC).

# Qual a aplicação prática do dispositivo?

Na linha descendente, os filhos sucedem por cabeça, e os outros descendentes, por cabeça ou por estirpe, conforme se achem ou não no mesmo grau (artigo 1835 CC).

(10)

2) artigo 1829, II, CC: Ascendentes, em concorrência com o cônjuge.

Na sucessão dos ascendentes os mais próximos excluirão os mais remotos, sem distinção de linhas (artigo 1836, §1º, CC).

# Qual o significado da expressão “sem distinção de linhas”?

# Em concorrência com os ascendentes o cônjuge será sempre herdeiro?

Havendo igualdade em grau e diversidade em linha, os ascendentes da linha paterna herdarão a metade, cabendo a outra aos da linha materna (artigo 1836, §2º, CC).

O cônjuge terá direito à 1/3 da herança quando concorrer com ascendentes em 1º grau. Terá direito à metade da herança se os ascendentes forem de maior grau, ou sendo de 1º grau só existir um (artigo 1837 CC).

3) artigo 1829, III, NCC: Cônjuge sobrevivente.

Não existindo descendentes nem ascendentes o cônjuge terá direito à totalidade da herança (artigo 1838 CC).

# Se o cônjuge for casado pelo regime da separação de bens haverá direito à herança?

4) artigo 1829, IV, NCC: Colaterais até o 4º grau (artigo 1839 CC).

Não existindo descendentes, ascendentes nem cônjuge nas condições do artigo 1830 CC, a herança será deferida aos colaterais até o 4º grau (artigo 1839 CC).

# Quais são os colaterais sucessíveis?

Os colaterais mais próximos excluem os mais remotos, salvo o direito de representação existente em relação aos filhos de irmãos (artigos 1840 e 1853 CC).

# Quem são os filhos de irmãos? Tal sucessão se dá por cabeça ou por estirpe?

Existindo irmãos unilaterais e bilaterais, os unilaterais herdarão a metade do que os bilaterais tiverem direito (artigo 1841 CC).

# E se todos os irmãos forem unilaterais? # O que são irmãos germanos?

(11)

Se concorrerem à herança somente filhos de irmãos falecidos, estes herdarão por cabeça (artigo 1843, §1º, CC).

Se concorrerem filhos de irmãos bilaterais com filhos de irmãos unilaterais, cada um destes herdará a metade do que herdarem os bilaterais (artigo 1843, §2º, CC).

Se todos forem filhos de irmãos unilaterais ou bilaterais o quinhão será igual (artigo 1843, §3º, CC).

Referências

Documentos relacionados

DIREITO CIVIL E FAMÍLIA - RECURSO ESPECIAL - AÇÃO DE DIVÓRCIO - PARTILHA DOS DIREITOS TRABALHISTAS - REGIME DE COMUNHÃO PARCIAL DE BENS - POSSIBILIDADE - Ao cônjuge casado pelo

II – Assim, se A, casado com B, for comproprietário com C, de certo imóvel constituindo o respectivo direito parte integrante do seu património próprio, como bens próprios se

I) A exigência para a sub-rogação indirecta da menção da natureza de bens próprios de um dos cônjuges do dinheiro ou valores utilizados na aquisição, constante do artigo 1723.º,

a) Comunhão universal de bens: os bens que cada um possuía antes de se casar, assim como os bens adquiridos durante o casamento pertencerão ao casal. b) Comunhão parcial de bens:

No regime de comunhão parcial, comunicam-se os bens havidos a título oneroso na constância do casamento, ainda que só em nome de um dos cônjuges; os bens adquiridos por fato

Ora, não havendo bens particulares, desnecessário prever o cônjuge sobrevivo como herdeiro necessário, tendo ele se casado no regime da comunhão parcial, vez que se comunicam os

Bens excluídos da comunhão (artigos 1659 e 1661 CC): Não se comunicam os bens que cada cônjuge já possuía ao casar, os adquiridos por doação ou direito

A estrutura do incidente de reclamação de bens no processo de inventário é compatível com a decisão definitiva da questão da data da aquisição de determinado carrossel, pelo