Átomo de hidrogênio
elétron
+ e
- e
próton
r
Energia potencial
Simetria esférica
Equação de Schrödinger
Solução
Estado fundamental:
Usando:
Laguerre Harmônicos esféricos
Ref. David J. Griffiths, Introduction to Quantum Mechanics, pg. 139.
● Probabilidade de encontrar o elétron entre r e r +dr :
Não depende de θ e φ
Mostrar:
A probabilidade de encontrarmos um elétron é máxima para uma distância do núcleo igual ao Raio de Bohr !
n = 3
n = 2
n = 1 l = 0
l = 1 l = 0 l = 0 l = 1 l = 2
0
0 0
-1 0 +1 +2
0
-2
0
+1 -1 -1 +1
Camada Subcamada Orbital
1 s 3 s
2 p 3 p
3 d
2 s
s, p, d, f
l = 0, 1, 2, 3
Orbitais
Ligação Covalente: A primeira descrição da ligação covalente em termos de orbitais atômicos foi feita por W. Heitle, F. London, J. Slater e Linus Pauling.
Exemplo: dois átomos de hidrogenio, aproximam-se superpondo os orbitais.
Orbital 1s Orbital 1s Ligação s
(sigma)
A ligação σ ocorre em torno do eixo internuclear com elevada densidade eletrônica.
Teoria da ligação de valência
Superposição de dois orbitais s ou px (considerando a aproximação dos dois átomos ao longo do eixo dos xx). Uma nuvem eletrônica de simetria cilíndrica é formada em torno do eixo internuclear.
Ligação s (sigma).
Orbital 2px Orbital 2px Ligação s (sigma)
Teoria da ligação de valência
A superposição de dois orbitais py ou pz, que ocorrendo lateralmente, originará uma ligação p (pi) que, à semelhança dos orbitais p, será constituída por dois lóbulos.
Ligação p (pi).
Orbital 2p LIgação p
(pi) Orbital 2p
Teoria da ligação de valência
●Quando entre dois átomos ocorrer mais de uma ligação, a primeira será σ e as demais serão π (envolvendo os orbitais p contidos em eixos paralelos);
●Uma ligação σ é mais forte do que uma π, em virtude de a superposição de topo ser superior à superposição lateral.
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp3
6C - 1s2 2s2 2px1 2py1 2pz0
hibridação
s p sp3
Um orbital s e três orbitais p, produzem uma hibridação sp3
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp3
6C - 1s2 2s2 2px1 2py1 2pz0
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp3 - Metano
Estes orbitais fazem entre si ângulos de aproximadamente 109º, o que corresponde exatamente aos ângulos de ligação observados na molécula de metano. Esta vai então formar-se por superposição de cada um dos quatro orbitais híbridos com o orbital 1s de um átomo de hidrogênio, resultando em quatro ligações s.
Cada esfera representa o centro de um átomo de carbono. Cada átomo forma
uma ligação covalente híbrida sp3 com cada um de seus quatro vizinhos.
Hibridação sp3 - Diamante
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp2
6C - 1s2 2s2 2px1 2py1 2pz0
Um orbital s e dois orbitais p, produzem a hibridação sp2
hibridação
s p sp2 p
“Um dos orbitais p, não participa da hibridação”
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp2
6C - 1s2 2s2 2px1 2py1 2pz0
Um orbital s e dois orbitais p, produzem três orbitais hibridas sp2
Teoria da ligação de valência
Três orbitais sp2 + orbital p
Vista de lado Vista de topo
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp2 –Eteno (ligação dupla)
A ligação dupla entre os dois átomos de carbono é formada por uma ligação s e outra p, dizendo-se que tem multiplicidade dois.
Vista de lado Vista de topo
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp
6C - 1s2 2s2 2px1 2py1 2pz0
Um orbital s e um orbital p, produzem a hibridação sp
hibridação
s p sp p
“Dois dos orbitais p, não participam da hibridação”
Teoria da ligação de valência (TLV)
Hibridação sp
6C - 1s2 2s2 2px1 2py1 2pz0
Um orbital s e um orbital p, produzem dois orbitais híbridos sp
Teoria da ligação de valência
Os dois orbitais sp e os dois orbitais p
Teoria da ligação de valência
Hibridação sp –Etino (ligação tripla)
A ligação tripla entre os dois átomos de carbono é formada por uma ligação s e duas p, dizendo-se que tem multiplicidade três.
fulereno
Diamante Grafite
● O carbono apresenta, como variedades alotrópicas, o diamante, o grafite e os fulerenos, que possuem estruturas diferentes, decorrentes de diferentes hibridações.
● diamante... sp3
● grafite... sp2
● fulerenos...sp2
● Alotropia é o fenômeno em que um mesmo elemento químico forma substâncias diferentes
● Fulereno (C60), 60 átomos de carbono arranjados em subestruturas de 12 pentágonos e 20 hexágonos acopladas e que
formam uma esfera oca. (Ref. H. W. Kroto, et al. Nature, v. 318, 162 (1985)).
Subestruturas hexagonais de átomos de carbono formam "folhas" que podem ser enroladas em cilindros ocos e que formam os nanotubos.
Nanotubos
Ref. S. Iijma, Nature, v. 354, 56 (1991).
Nanotubos de carbono (CNT) são uma nova classe de materiais descobertos em 1991 por Sumio Iijima e apresentam extraordinárias propriedades mecânicas, elétricas e térmicas. Possuem a maior resistência a ruptura sob tração conhecida, 100 vezes superior ao mais resistente aço com apenas 1/6 de sua densidade.
Diamante hexagonal (Lonsdaleite)-nome em homenagem a Kathleen Lonsdale, foi identificado em 1967. Essa forma alotrópica do carbono é mais duro que
o diamante regular
Frondel, C.; U.B. Marvin (1967). "Lonsdaleite, a new hexagonal polymorph of diamond". Nature 214: 587–589.