Testes de Avaliação e Fichas de Trabalho

Texto

(1)

Português

Fichas Trabalho

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– Matrizes de conteúdos

– Grelhas de cotações

– Grelhas de classif icação, por teste,

em formato Excel

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(Educação Literária, Leitura, Gramática)

Soluções

para alunos NEE

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© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

Índice

1.

Fichas de trabalho para alunos NEE

Ficha de trabalho 1 – Fábula . . . 4

Ficha de trabalho 2 – Lenda. . . 5

Ficha de trabalho 3 – Texto narrativo . . . 6

Ficha de trabalho 4 – Texto dramático . . . 7

Ficha de trabalho 5 – Texto poético . . . 8

Ficha de trabalho 6 – Notícia. . . 9

Ficha de trabalho 7 – Texto informativo. . . 10

Ficha de trabalho 8 – Classes de palavras 1. . . 11

Ficha de trabalho 9 – Classes de palavras 2. . . 12

Ficha de trabalho 10 – Funções sintáticas 1 . . . 13

Ficha de trabalho 11 – Funções sintáticas 2 . . . 14

Testes de avaliação para alunos NEE

Teste de Avaliação 1 (Unidade 1) • Matriz . . . . 16

• Teste . . . . 17

Teste de Avaliação 2 (Unidade 2) • Matriz . . . . 22

• Teste . . . . 23

Teste de Avaliação 3 (Unidade 3) • Matriz . . . . 28

• Teste . . . . 29

Teste de Avaliação 4 (Unidade 4) • Matriz . . . . 34

• Teste . . . . 35

Teste de Avaliação 5 (Unidade 5) • Matriz . . . . 40

• Teste . . . . 41

Teste de Avaliação 6 (Unidade 6) • Matriz . . . . 46

• Teste . . . . 47

Grelha de classificação-modelo* . . . 52

Grelhas de classificação, por teste, disponíveis, em formato Excel®, em

2.

Cenários de resposta / Grelha de cotações ... 53

(4)

Fichas de trabalho

para alunos NEE*

(Educação Literária/Leitura/Gramática)

Ficha 1 – Fábula

Ficha 2 – Lenda

Ficha 3 – Texto narrativo

Ficha 4 – Texto dramático

Ficha 5 – Texto poético

Ficha 6 – Notícia

Ficha 7 – Texto informativo

Ficha 8 – Classes de palavras 1

Ficha 9 – Classes de palavras 2

Ficha 10 – Funções sintáticas 1

Ficha 11 – Funções sintáticas 2

*Materiais disponíveis, em formato editável, em

(5)

ESCOLA:

DATA: / /

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

FICHA DE

TRABALHO 1

NOME:

N.

O

: TURMA

1.Assinala com X, de 1.1. a 1.3., a opção que completa corretamente cada frase, de acordo com o sentido do texto.

1.1.A ação da fábula decorre

A. no início da tarde.

B. com o Sol no centro do céu.

C. ao entardecer.

D. de manhã.

1.2.O lobo considerou que devia ser o Rei da Selva, porque

A. não devia temer o leão.

B. a sua sombra era grande e comprida.

C. era um gabarolas.

D. estava muito ocupado.

1.3.No final da fábula, o lobo foi comido pelo leão, porque

A. foi vaidoso e distraído.

B. não confiou nele.

C. achava que era o Rei da Selva.

D. o leão tinha um salto poderoso.

FÁBULA

Lê a seguinte fábula.

O lobo e a sua sombra

Ao fim da tarde, um lobo corria pelo prado enquanto o Sol ia ficando baixo no céu. À medida que corria, reparou que a sua sombra corria ao seu lado ao longo do chão. Era tão comprida e tão grande!

– Olha que alto que sou – gabou-se para si mesmo. – E olha que grande que sou! Porque é que eu tinha medo de um leão? Eu é que devia ser o Rei da Selva, e não ele – e continuou a vangloriar-se nestes modos. Mas estava tão ocupado a gabar-se para si mesmo que não repa-rou no enorme leão que o perseguia. Com um salto poderoso, o leão caiu-lhe em cima, e foi esse o fim do lobo vaidoso.

A vaidade só te causará problemas.

Esopo, As fábulas de Esopo (recontadas por Fiona Waters),

Porto, Civilização Editora, p. 50

(6)

5 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

1.Classifica as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F), de acordo com o texto.

a)D. Isabel era uma pessoa muito atenta a si própria.

b)D. Dinis reconheceu-a como Santa.

c)D. Isabel saiu do palácio, escondendo pães no seu manto.

d)D. Dinis questionou D. Isabel sobre o que ela levava consigo.

e)A rainha respondeu ao rei, dizendo-lhe que levava rosas consigo.

f)Envergonhada, D. Isabel mostrou ao rei o pão que levava no manto.

LENDA

Lê a seguinte lenda.

O milagre das rosas

D. Isabel, mulher de D. Dinis, era tão boa e tão atenta aos outros que ainda em vida lhe atribuíam mi-lagres. Mais tarde o Papa veio a canonizá-la, ou seja, a reconhecê-la como santa.

Numa manhã fria de inverno a rainha saiu do pa-lácio levando pães nas pregas do manto para distri-buir. O rei encontrou-a e perguntou-lhe o que levava ali tão bem escondido. Ela ficou embaraçadíssima, porque não gostava de divulgar as suas boas ações, e respondeu-lhe:

– São rosas, senhor! O rei estranhou. – Rosas em janeiro?

Muito corada e de olhos baixos, Santa Isabel abriu o manto. O pão transformara-se em rosas!

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Portugal – histórias e lendas, 10a. ed.,

Lisboa, Editorial Caminho, 2014, p. 60

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FICHA DE

TRABALHO 2

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ESCOLA:

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NOME:

N.

O

: TURMA

1.Ordena as seguintes afirmações, de 1 a 7, de acordo com a sequência do texto. A primeira já se encontra assinalada.

A. Indicação de que a bebé cresceria rapidamente.

B. Consciência de que a irmã não crescerá rapidamente.

C. Desapontamento face ao nascimento da irmã da narradora.

D. Recordação de momentos que passam num instante.

E. Nascimento da irmã da narradora.

F. Constatação da mentira da mãe.

G. Dúvida quanto ao significado de “num instante”.

1

TEXTO NARRATIVO

Lê o seguinte texto.

Num instante

Quando a minha irmã nasceu, o meu desapontamento foi tão evidente que a minha mãe, abafada entre lençóis e cobertores da cama do hospital, me disse:

– Ela vai crescer num instante!

Assim como se me pedisse desculpa nem ela saberia ao certo de quê. Num instante.

Num instante?

Num instante descia eu a rua para ir a casa da Rita trocar cromos (“não te compro mais enquanto não colares na caderneta todos os que tens!”, dizia a mãe tantas vezes), ou para lhe emprestar um livro, ou ela a mim.

Num instante bebia eu o leite nos dias em que me atrasava, para apanhar a carrinha da es-cola, a voz de Margarida nos meus ouvidos: “Olhe que por sua causa vamos chegar tarde!”

Num instante ficava em água o gelo, em tempos de calor – e o que eu e a Rita tínhamos rido no dia em que a Chica estava cheia de medo que os cubos de gelo entupissem a pia...

Não, a minha irmã não ia crescer num instante. E eu não entendia por que razão a minha mãe tinha dito aquilo, se ela sabia, tão bem como eu, que não era verdade.

Alice Vieira, Rosa, minha irmã Rosa, Lisboa, Editorial Caminho, 2004, pp. 7-8

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FICHA DE

TRABALHO 3

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ESCOLA:

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NOME:

N.

O

: TURMA

1.Classifica as afirmações seguintes como verdadeiras (V) ou falsas (F), de acordo com o sentido do texto.

a)O Zé das Moscas não respondia ao médico porque não sabia falar.

b)Os zumbidos eram a causa do desassossego do Zé das Moscas.

c)O barulho das moscas está expresso através de uma personificação.

d)A última indicação cénica traduz o estado de espírito do médico.

e)“Cachola” (linha 13)é um sinónimo de “cabeça”.

f)O médico tinha a cura para a doença do Zé das Moscas.

TEXTO DRAMÁTICO

Lê o texto que se segue com atenção.

No médico

Médico: Então do que é que se queixa?

Zé das Moscas, de boca colada, exprime-se por gestos, mencionando as azamboadelas.

Médico: Não consegue falar?

Zé das Moscas: Consigo, sim, senhor Doutor. Mas como o senhor Doutor me mandou fechar a boca...

Médico: Então, não tem queixas?

Zé das Moscas: Tenho, sim, senhor Doutor. São assim uns zumbidos, bzz-bzz... bzz-bzz, que vêm e vão, passam e voltam, desandam e tornam, bzz-bzz... bzz-bzz.

Coro (a meia distância, em eco): Bzz-bzz... bzz-bzz... bzz-bzz... bzz-bzz... Médico: O senhor costuma lavar a cabeça?

Zé das Moscas: Por dentro ou por fora?

Médico (impaciente): Por fora, já se vê. Quem diz a cabeça, diz o cabelo. Porque o que eu vejo é que o senhor tem uma quantidade de moscas à volta da sua cachola. Para o seu caso, os meus estudos de nada servem.

António Torrado, Teatro às três pancadas, Lisboa, Editorial Caminho, p. 61

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FICHA DE

TRABALHO 4

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ESCOLA:

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NOME:

N.

O

: TURMA

1.Assinala com X, de 1.1. a 1.3., a opção que completa corretamente cada frase, de acordo com o sentido do texto.

1.1.A menina tinha na palma da mão

A. um pescador. C. um monge.

B. um rio. D. um menino.

1.2.A mãe respondeu ao pescador que, nas mãos da filha,

A. os peixes são transparentes. C. existe um coração.

B. a pureza da água é intransmissível. D. a água é fresca.

1.3.O menino pediu à mãe para

A. beber água fresca. C. ver a filha.

B. beber o coração da filha. D. nadar na palma da mão da filha.

TEXTO POÉTICO Lê o seguinte texto. Na palma da mão 5 10 15

Uma menina tinha um rio na palma da mão. Veio um pescador e pediu:

“Dá-me a mão da tua filha.” E a mãe lhe respondeu: “Na mão da minha filha os peixes são transparentes.” Veio um monge

e idêntico pedido fez e a mãe lhe respondeu: “Na mão da minha filha

A pureza da água é intransmissível.” A seguir surgiu um menino.

E pediu: “Deixa-me nadar na palma da mão da tua filha.” E a mãe lhe respondeu:

“A água fresca bebe-se pelo coração.”

João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas,

Breviário da água, Lisboa, Editorial Caminho, 2004, pp. 41-42

FICHA DE

TRABALHO 5

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ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

1.Classifica as afirmações seguintes como verdadeiras (V) ou falsas (F), de acordo com o sentido do texto.

a)Esta notícia surge a partir de um mito.

b)O mito nasceu em 1938, muito antes de o Homem chegar ao Espaço.

c)Durante o dia pode observar-se do Espaço construções feitas pelo Homem.

d)O capitão Yang Liwei, da missão Apolo 12, afirmou que da Lua se via claramente tudo o que havia na Terra.

e)O capitão Alan Bean foi o primeiro astronauta chinês a orbitar a Terra.

f)A NASA confirmou que apenas se podem ver algumas cidades iluminadas.

NOTÍCIA

Lê a notícia que se segue com muita atenção.

A grande muralha da China é visível do Espaço?

MITO

A Grande Muralha da China é visível do Espaço. REALIDADE

Longe disso. A construção humana atravessa terre-nos irregulares, é feita de materiais que se confundem com a natureza envolvente, e por isso não é visível do espaço (a olho nu, obviamente). Contrariando o que os manuais diziam, o astronauta Alan Bean, da missão Apolo 12, garantiu que “a única coisa que se pode ver a partir da Lua é uma bela esfera, especialmente branca, azul e com algumas manchas de amarelo, e de vez em quando alguma vegetação”. O próprio Yang Liwei, o

pri-meiro astronauta chinês a orbitar a Terra, confirmou que a construção não era visível lá de cima. E a NASA clarificou que algumas supostas paredes eram, afinal, um rio, explicando que o terreno e as condições atmosféricas afetam muito a visibilidade a partir do Espaço.

O máximo que se consegue ver são cidades iluminadas à noite e grandes obras de enge-nharia, como barragens e autoestradas. O mais irónico é que o mito nasceu em 1938 – muito antes de o Homem chegar ao Espaço.

Visão Júnior online, 7 de fevereiro de 2016

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FICHA DE

TRABALHO 6

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TEXTO INFORMATIVO

ESCOLA:

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NOME:

N.

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: TURMA

Um novo planeta

Quando os teus pais andavam na escola, aprenderam que o Sistema Solar tem nove planetas. Entretanto, em 2003, numa reunião entre astró-nomos de todo o mundo, ficou deci-dido que Plutão, por ser tão pequeno (mais pequeno que a nossa Lua) e es-tar tão longe, seria classificado como planeta anão. E, assim, aprendeste que os planetas do Sistema Solar são oito.

Só que o conhecimento sobre o Espaço está sempre a evoluir, porque há novos telescópios e mais pessoas a olhar para o céu. Numa destas ob-servações, um grupo de astrónomos americanos descobriu que há um grupo de planetas anões, muito para lá de Plutão, nos confins do Sistema Solar, que tem um movimento estranho, imprevisível. Fizeram as contas e perce-beram que aquelas órbitas só podem ser assim porque há um objeto grande que os puxa – ou atrai. E que este objeto só pode ser um planeta, quatro vezes maior do que a Terra. Para já, ficou com o nome de Planeta Nove. E ainda são precisas outras confirmações – de preferência com observação feita por telescópios – até que entre para os livros da escola. Mas é bem pos-sível que seja ainda no teu tempo!

Visão Júnior, no. 141, fevereiro de 2016

FICHA DE

TRABALHO 7

1.Classifica as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F), de acordo com o sentido do texto.

a)Sempre se considerou que o Sistema Solar tinha oito planetas.

b)Plutão foi classificado como planeta anão por ser pequeno e estar distante.

c)Plutão é tão pequeno como a Lua.

d)Um grupo de astrónomos ingleses descobriu que há um grupo de planetas anões.

e)Astrónomos descobriram um novo planeta, o Planeta Nove.

f)O Planeta Nove já aparece nos manuais escolares.

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11 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

CLASSES DE PALAVRAS 1 Lê o seguinte texto. As fadas

Era uma vez uma viúva que tinha duas filhas. A mais velha era tão parecida com a mãe que ver uma era ver a outra. Mãe e filha eram tão mal-humoradas e orgulhosas que ninguém as podia suportar. A filha mais nova, porém, muito parecida com o pai, era gentil e boa e tão linda que não havia outra igual. Como cada um gosta do seu igual, a mãe fazia tudo pela filha mais velha, ao passo que detestava a mais nova, obrigando-a a comer na cozinha e a trabalhar sem descanso.

Charles Perrault, Os mais belos contos de Perrault, Porto, Civilização Editora, 2007, p. 40

5

Nome Adjetivo Verbo Determinante Pronome Preposição Advérbio

1.Completa a tabela, colocando no respetivo local as palavras sublinhadas no texto.

2.Faz a associação correta entre cada nome coletivo, na coluna A, e o respetivo conjunto que designa, na coluna B. Coluna A Coluna B A.Cordilheira B.Turma C.Arquipélago D.Pinhal E.Cardume F.Multidão G.Souto H.Matilha 1.Conjunto de cães 2.Conjunto de peixes 3.Conjunto de ilhas 4.Conjunto de pessoas 5.Conjunto de pinheiros 6.Conjunto de alunos 7.Conjunto de castanheiros 8.Conjunto de serras A. B. C. D. E. F. G. H.

FICHA DE

TRABALHO 8

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ESCOLA:

DATA: / /

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NOME:

N.

O

: TURMA

1.Completa as frases seguintes com preposições contraídas.

Tenho dificuldades de orientação. a) (em + isso) sou parecida com a minha mãe, mas, b) (de + esta) vez, percorri o caminho certo. Saí

c) (de + aqui) cedo, passei d) (por + a) escola, segui para o tribunal e estive e) (em + aquela) loja onde vendem miniaturas. Depois virei

f) (a + a) esquerda e cheguei g) (a + o) meu destino: o mercado.

2.Assinala as frases em que as preposições estão usadas de forma correta.

A. O Miguel mascarou-se de cavaleiro.

B. O Miguel mascarou-se à cavaleiro.

C. Todos discordaram com essa proposta.

D. Todos concordaram com essa proposta.

3.Completa os seguintes provérbios com quantificadores numerais cardinais.

a)Em abril, águas .

b)Perdido por , perdido por .

c)Homem prevenido vale por .

d) Ladrão que rouba a ladrão tem anos de perdão.

4.Reescreve as frases apresentadas, substituindo os elementos sublinhados pelo pronome pessoal correspondente.

a)O Ricardo foi comprar uma mota.

____________________________________________________________________________

b)Os rapazes trouxeram a lenha.

____________________________________________________________________________

c)Ela traz um chocolate na carteira.

____________________________________________________________________________

CLASSES DE PALAVRAS 2

FICHA DE

TRABALHO 9

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13 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

4.Rodeia, na frase seguinte, a palavra ou expressão que desempenha a função sintática de complemento direto.

O André trouxe uma camisola nova.

FUNÇÕES SINTÁTICAS 1

1.Associa os sujeitos da coluna A aos predicados que consideres mais adequados na coluna B.

Coluna A Coluna B A.O Luís B.A turma C.Todos os alunos D.Tu E.Nós 1.fomos ao cinema. 2.saiu sozinho.

3.fez Prova de Aferição de Português.

4.foste ao parque de diversões.

5.trouxeram os exercícios feitos.

A. B. C. D. E.

2.Identifica a função sintática dos elementos sublinhados na coluna A.

3.Identifica a função sintática dos elementos sublinhados nas seguintes frases, assinalando-a com um X na coluna correta.

Coluna A Coluna B

A.Parabéns, minha querida.

B.Mãe, a Sofia fez o recado que eu pedi?

C.As crianças, realmente, trazem felicidade à nossa vida.

D.O filme é incrível!

1.Sujeito

2.Vocativo

A. B. C. D.

Frases Complemento direto Complemento indireto a)Eu comi um chocolate delicioso.

b)Li uma página às minhas sobrinhas.

c)Os jogadores marcaram golo.

d)O Rui contou uma história ao Manuel.

FICHA DE

TRABALHO 10

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ESCOLA:

DATA: / /

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

NOME:

N.

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: TURMA

1.Indica, nas frases seguintes, se os elementos sublinhados correspondem ao sujeito ou ao predicado.

a) As árvores estavam secas.

____________________________________________________________________________

b)O jardineiro e o apicultor ficaram preocupados.

___________________________________________________________________________

2.Copia o vocativo das frases seguintes.

a)Ó mãe, posso chegar mais tarde? _______________________________________________

b)Anda cá, meu filho querido!_____________________________________________________

FUNÇÕES SINTÁTICAS 2

4.Transcreve, da frase seguinte, os elementos que correspondem às funções sintáticas indi-cadas.

A Maria ofereceu uma rosa à mãe.

a)sujeito ______________________________________________________________________

b)predicado ___________________________________________________________________

c)complemento direto __________________________________________________________

d)complemento indireto ________________________________________________________

3.Faz corresponder cada frase da coluna A à constituição do predicado que lhe corresponde, na coluna B.

Coluna A Coluna B

A.Todos sorriram.

B.O Miguel chutou a bola aos colegas.

C.A Mariana ligou à mãe.

D.Ela perdeu a carteira.

1.verbo + complemento direto

2.verbo

3.verbo + complemento direto + complemento indireto

4.verbo + complemento indireto

A. B. C. D.

FICHA DE

TRABALHO 11

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Testes de avaliação

para alunos NEE*

• Matriz de conteúdos

• Grelha de cotação

• Cenários de resposta

• Grelha de classificação-modelo, por teste,

disponível, em formato Excel®, em

*Materiais disponíveis, em formato editável, em

2

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PORTUGUÊS 5.

O

ANO – MATRIZ DO TESTE DE AVALIAÇÃO 1

Grupo I – Leitura

•Ler e compreender uma biografia.

Leitura

•Características do texto; •Inferências;

•Relacionação de informações.

20%

Grupo II – Leitura, Educação Literária e Escrita •Ler e compreender uma fábula;

•Classificar o narrador de um texto quanto à presença;

•Diferenciar introdução de desenvolvimento e de conclusão;

•Identificar personagens; •Caracterizar personagens; •Identificar recursos expressivos:

personificação;

•Compreender a moralidade de uma fábula.

Leitura, Educação Literária e Escrita •Características da fábula;

•Narrador participante e não participante; •Ação: introdução, desenvolvimento

e conclusão;

•Personagens: principais e secundárias; •Caracterização de personagens; •Recursos expressivos: personificação; •Moralidade.

30%

Grupo III – Gramática

•Classificar palavras quanto à posição da sílaba tónica;

•Diferenciar palavras derivadas por prefixação de palavras derivadas por sufixação;

•Formar família de palavras;

•Distinguir classes de palavras: nomes .

Gramática

•Classificação de palavras quanto à posição da sílaba tónica;

•Derivação de palavras: palavras derivadas por prefixação e palavras derivadas por sufixação; •Família de palavras;

•Classes de palavras (nomes).

20%

Grupo IV – Escrita

•Produzir, correta e adequadamente, um texto narrativo, a partir de um tema proposto; •Produzir um texto coerente e coeso,

obedecendo a regras de encadeamento lógico das partes que o integram; construção do parágrafo e da frase; ortografia, pontuação, sintaxe e vocabulário;

•Respeitar as fases da escrita: planificação, textualização e revisão.

Escrita

•Texto orientado (fábula).

30%

Objetivos/descritores Conteúdos Cotações

TESTE DE

AVALIAÇÃO 1

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ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

17 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

TESTE DE

AVALIAÇÃO 1

GRUPO I Lê o texto. Sobre Esopo

Apesar de as fábulas de Esopo serem muito conhecidas, pouco se sabe acerca dele. A maior parte do que foi escrito sobre Esopo foi registado muito depois da sua morte e por isso tem de ser tratado com algum cuidado. Pensa-se que Esopo viveu entre cerca de 620 e 560 a. C. Nem o local do seu nascimento se conhece ao certo – pode ter sido a Trácia, Samos ou até Atenas. O que sabemos é que foi um escravo que foi libertado pelo seu senhor e é muito provável que tenha morrido de forma violenta às mãos do povo de Delfos. É muitas vezes representado como sendo muito feio, mas uma estátua sua esculpida cerca de 200 anos depois da sua morte pelo famoso escultor Lísipo mostra um homem de grande nobreza. A primeira referência escrita sobre a sua vida é de Aristóteles e à sua narrativa seguiu-se a do historiador grego Heródoto, que chamou a Esopo “escritor de fábulas”.

É pouco provável que Esopo tenha escrito as suas fábulas com a própria mão, mas terá recitado as mesmas em reuniões públicas. A primeira compilação escrita deve ter aparecido por volta de 320 a. C. Esta desapareceu e só quando Fedro, ele próprio um escravo liberto, as traduziu para latim no século I d. C. é que foi criada uma versão duradoura. A partir daí houve muitas versões e tornaram-se muito conhecidas na Europa medieval. Eventualmente, William Caxton traduziu uma edição alemã, que depois se tornou num dos primeiros livros impressos na língua inglesa. É bastante provável que as fábulas

que nos são tão familiares hoje tenham poucas semelhanças com as originais contadas por Esopo. No entanto, são conhecidas em todo o mundo ocidental por as fábulas de Esopo e a sua sabedoria é incontestável.

Esopo, As fábulas de Esopo (recontadas por Fiona Waters),

Porto, Civilização Editora, 2011, pp. 126-127

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Estátua helenística que se julga representar Esopo.

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© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

1.Assinala com X, de 1.1. a 1.5., a opção que completa corretamente cada frase, de acordo com o sentido do texto.

1.1.Pouco se sabe acerca da vida de Esopo, porque

A. as suas fábulas eram muito conhecidas.

B. ele era um escravo.

C. os registos sobre ele foram realizados muito depois da sua morte.

D. ele não existiu.

1.2.Esopo terá nascido

A. na Trácia.

B. em Samos.

C. em Atenas.

D. num dos três locais apontados anteriormente.

1.3.Esopo é usualmente representado como um homem

A. rico e nobre. C. famoso e nobre.

B. feio e distinto. D. bonito e calmo.

1.4.Esopo

A. escreveu as suas fábulas com a própria mão.

B. criou uma versão duradoura das suas fábulas.

C. fez uma compilação das suas fábulas por volta de 320 a. C.

D. recitou as suas fábulas em público.

1.5.As fábulas que conhecemos hoje

A. são textos de enorme sabedoria.

B. são iguais às fábulas originais de Esopo.

C. são histórias impossíveis de compreender.

D. têm de ser lidas em voz alta.

2.Associa cada elemento da coluna A ao elemento da coluna B que com ele se relaciona, de acordo com a informação do texto.

A B A.Lísipo B.Aristóteles C.Heródoto D.Fedro E.William Caxton

1.Traduziu as fábulas de Esopo para inglês.

2.Apelidou Esopo de “escritor de fábulas”.

3.Esculpiu uma estátua de Esopo.

4.Foi o autor da primeira referência sobre a vida de Esopo.

5.Traduziu as fábulas de Esopo para latim.

A. B. C. D. E.

TESTE DE

AVALIAÇÃO 1

(20)

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO 1

19 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL GRUPO II

Lê a seguinte fábula de Esopo, com muita atenção.

O cão, o galo e a raposa

O cão e o galo tornaram-se muito amigos e concordaram em viajar juntos. Estavam bastante longe de casa, por isso, quando encontraram uma árvore alta com uma toca no tronco, decidiram parar para descansar durante a noite. O galo voou até aos ramos da árvore e o cão enroscou-se na toca e ambos passaram uma noite muito tranquila.

Mal raiou o dia na manhã seguinte, o galo acordou e, como sempre, cantou bem alto para anunciar o novo dia. A raposa ia a passar e pensou logo em comer o galo ao pequeno-almoço, por isso aproximou-se da árvore e gritou para o galo:

– Gostaria muito de conhecer o dono desta voz tão esplêndida. Desce da árvore, por favor. O galo respondeu docemente:

– Mas é claro, querida Raposa. Se acordares o porteiro que está a dormir aí em baixo, ele deixar-te-á entrar com certeza.

Assim, a raposa descuidada deu a volta até chegar ao buraco no fundo da árvore e, esprei-tando para dentro da abertura escura, disse com arrogância:

– Oh, porteiro! Abre imediatamente a porta, pois desejo conhecer o Galo com a voz gloriosa! Mas é claro que o cão esperto sabia exatamente o que a raposa estava a tramar e saltou de lá de dentro; e foi esse o fim da raposa!

Quando estiveres em perigo, lembra-te que os teus verdadeiros amigos te podem ajudar muito.

Esopo,As fábulas de Esopo (recontadas por Fiona Waters),

Porto, Civilização Editora, 2011, p. 120

5

10

15

1.Numera as frases seguintes, de 1 a 8, de acordo com a sequência do texto. A primeira encontra-se já assinalada.

A.O galo cantou quando o Sol iluminou a manhã.

B.O galo sugeriu que a raposa acordasse o cão.

C.Uma raposa decidiu comer o galo ao pequeno-almoço.

D.O cão atacou a raposa.

E.Um galo e um cão resolveram dormir numa árvore.

F.A raposa elogiou o canto do galo.

G.A raposa ordenou ao cão que abrisse a porta.

H.Os dois amigos instalaram-se na árvore para dormir.

(21)

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

2.Classifica o narrador desta fábula, quanto à sua presença.

_______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

3.Estabelece a associação entre as duas colunas, de maneira a delimitares os momentos que constituem a fábula. Não contes com o último parágrafo.

A.Introdução B.Desenvolvimento C.Conclusão 1.8.oparágrafo. 2.1.oparágrafo. 3.2.o, 3.o, 4.o, 5.o, 6.oe 7.oparágrafos. 4.6o, 7oe 8oparágrafos. 5.1.oe 2.oparágrafos.

4.Identifica as personagens do texto.

_______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

5.Transcreve da fábula as expressões que caracterizam a raposa.

_______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

6.Assinala com X a opção que completa a frase de acordo com o sentido do texto.

6.1.A moral desta fábula

A.revela a importância de se ter amigos verdadeiros.

B.mostra que podemos viver sozinhos.

C.revela que a raposa atinge sempre o seu objetivo.

D.mostra que o galo canta muito bem.

7.Identifica o recurso expressivo presente na seguinte passagem: “O galo respondeu doce-mente” (linha 9).

_______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

8.Refere duas características da fábula presentes neste texto.

_______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

A. B. C.

TESTE DE

AVALIAÇÃO 1

(22)

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO 1

21 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL GRUPO III

1.Classifica as palavras da tabela quanto à posição da sílaba tónica.

Palavras Aguda Grave Esdrúxula

a)manhã b)tranquila c)viajar d)árvore e)descuidada f) esplêndida

2.Identifica o processo de formação das palavras indicadas na tabela.

Palavras Derivação por prefixação Derivação por sufixação a)descansar

b)docemente

c)porteiro

d)gloriosa

GRUPO IV

Escolhe dois animais e escreve uma fábula em que eles sejam as personagens principais. O teu texto deve: ter um título adequado; ter introdução, desenvolvimento e conclusão bem marcados; ser correto e bem estruturado; ter o mínimo de 100 e o máximo de 140 palavras.

3.Assinala com um X todas as palavras que pertencem à mesma família.

A.árvore B.alvorada C.arborizado D.arvoredo

4.Identifica os nomes presentes nas frases seguintes e classifica-os, quanto à classe e sub-classe.

• “Mal raiou o dia…”

• “Mas é claro, querida Raposa.” • Os animais estavam no arvoredo.

(23)

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – MATRIZ DO TESTE DE AVALIAÇÃO 2

Grupo I – Leitura

•Ler e compreender um texto informativo.

Leitura

•Características do texto; •Inferências;

•Relacionação de informações.

20%

Grupo II – Leitura, Educação Literária e Escrita •Ler e compreender uma lenda;

•Classificar o narrador de um texto, quanto à sua presença;

•Localizar a ação no tempo e no espaço; •Identificar personagens;

•Caracterizar personagens;

•Identificar sentimentos evidenciados pelas personagens;

•Compreender a intenção do autor dos textos; •Identificar recursos expressivos: enumeração.

Leitura, Educação Literária e Escrita •Características da lenda;

•Narrador participante e não participante; •Localização no tempo e no espaço; •Personagens principais e secundárias; •Caracterização de personagens;

•Sentimentos evidenciados pelas personagens; •Intenção do autor;

•Recursos expressivos: enumeração.

30%

Grupo III – Gramática

•Distinguir classes de palavras: nomes, adjetivos e verbos;

•Identificar formas verbais não finitas: particípio;

•Diferenciar as conjugações verbais; •Distinguir verbos regulares de verbos

irregulares;

•Identificar os paradigmas flexionais dos verbos regulares (tempos simples); •Flexionar adjetivos em género, número e grau.

Gramática

•Classes de palavras (nomes, adjetivos e verbos);

•Formas verbais não finitas: particípio; •Conjugações verbais;

•Verbos regulares e irregulares;

•Paradigmas flexionais dos verbos regulares (tempos simples);

•Flexão do adjetivo em género, número e grau.

20%

Grupo IV – Escrita

•Produzir, correta e adequadamente, um texto narrativo, a partir de um tema proposto; •Produzir um texto coerente e coeso,

obedecendo a regras de encadeamento lógico das partes que o integram; construção do parágrafo e da frase; ortografia, pontuação, sintaxe e vocabulário;

•Respeitar as fases da escrita: planificação, textualização e revisão.

Escrita

•Texto orientado (texto narrativo).

30%

Objetivos/descritores Conteúdos Cotações

TESTE DE

AVALIAÇÃO 2

(24)

23 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

GRUPO I Lê o texto.

Férias Debaixo de Água – Natal 2015

O Oceanário de Lisboa convida os pequenos “marinheiros” a passarem as férias de Natal em “alto mar”. Trocar terra firme pelos oceanos, o pinheiro pelas algas marinhas e os presentes pelo conhecimento das espécies marinhas é a proposta para viver uma ex-periência única através do programa “Férias Debaixo de Água”.

De 18 a 31 de dezembro, as crianças, dos 4 aos 12 anos, vão “viajar” pelos diferentes habitats do planeta e conhecer a biodiversidade marinha. Tudo isto enquanto aprendem sobre a impor-tância dos oceanos para o planeta e para todos nós. Um programa tão convidativo que até o Pai Natal vai querer trocar o trenó pelo kit de mergulho.

Das lontras marinhas do Pacífico aos pinguins do Antártico, passando pelas florestas tropicais e pelos corais do Índico, estas férias vão ser recheadas de atividades divertidas e educativas. No fim, vão poder descobrir quais os melhores “presentes” para a conservação dos oceanos.

No dia 22 de dezembro, os pequenos “exploradores” podem prolongar o programa noite dentro com a atividade “Dormindo com os Tubarões”. Os mais atentos poderão ver os impo-nentes tubarões a “entrarem”, não pela chaminé, mas sim pelas águas do Aquário Central. No dia seguinte, continua a aventura das “Férias Debaixo de Água”. Quem estará pronto para passar dois dias inesquecíveis e sem interrupção no Oceanário?

O programa, com atividades hands on, artes plásticas e dramáticas, observação de animais, investigação e muito mais, tem horários flexíveis, que se ajustam à rotina dos pais. O programa visa também promover momentos de tranquilidade e descanso no período de férias, no ambiente tranquilo e relaxante do Oceanário.

Dias*: De 18 a 31 de dezembro de 2015 (*exceto fins de semana e feriados) Horário: Das 8h30 às 18h30

Idades: Dos 4 aos 12 anos

Preços: 40 € por dia, por participante; pacotes de 4 dias, 150 €; pacotes de 5 dias, 180 € (inclui entradas nas exposições do Oceanário, atividades, materiais, almoço, lanche, seguro e uma lembrança). O preço de pacote já inclui desconto, pelo que não acumula com outras promoções ou descontos.

http://www.oceanario.pt/ (consultado em dezembro de 2015, texto adaptado)

5 10 15 20 25

TESTE DE

AVALIAÇÃO 2

(25)

TESTE DE

AVALIAÇÃO 2

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

1.Assinala com X, de 1.1. a 1.5., a opção que completa corretamente cada frase, de acordo com o sentido do texto.

1.1.O grande desafio do programa é

A.passar as férias de Natal a dormir no Oceanário.

B.conhecer a biodiversidade marinha.

C.nadar todos os dias com tubarões.

D.fazer uma árvore de Natal com algas.

1.2.Este programa é dirigido

A.exclusivamente a escolas.

B.exclusivamente a particulares.

C.apenas a crianças acompanhadas pelos pais.

D.a crianças dos 4 aos 12 anos.

1.3.As atividades poderão realizar-se

A.todos os dias do ano, entre as 8h30 e as 18h30.

B.na maior parte dos dias, entre as 8h30 e as 18h30.

C. entre os dias 18 e 31 de dezembro, das 8h30 às 18h30.

D.entre os dias 18 e 31 de dezembro, das 8h30 às 18h30, exceto fins de semana e feriados.

1.4.O preço do pacote de 4/5 dias contempla

A.entradas nas exposições do Oceanário, atividades, materiais e almoços.

B.entradas nas exposições do Oceanário, atividades, materiais, almoços e lanches.

C.entradas nas exposições do Oceanário, seguro, atividades, materiais, almoço, lanche e uma lembrança.

D.atividades, materiais e almoços.

1.5.Quem optar por um dos pacotes

A. tem desconto na apresentação do cartão de estudante.

B.tem desconto de 10% numa segunda inscrição.

C.não tem qualquer desconto.

(26)

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO 2

25 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL GRUPO II

Lê a lenda que se segue, com muita atenção. A meia do Natal

Lenda tradicional da Alemanha e de países de língua inglesa

Em tempos que já lá vão, havia um fidalgo cuja mulher morrera, deixando-o muito desgos-toso com três filhas para criar.

Encerrado no seu gabinete, o fidalgo afogava as mágoas desenhando e projetando objetos que, segundo ele, haviam de revolucionar e facilitar muito as vidas das pessoas: telhados de vidro, máquinas voadoras, carros sem cavalos e outras maravilhas tais.

Convencido da importância dos seus inventos, gastava com eles muito dinheiro. Um dia, dizia ele, as pessoas haviam de os apreciar devidamente e pagar bem por eles.

A verdade é que, aos poucos, o fidalgo gastou tudo o que tinha e a família não teve outro remédio senão mudar-se para uma modesta casinha no campo, onde a vida era mais barata. As três filhas passaram a encarregar-se de todas as tarefas quotidianas. Limpavam, lavavam, cosiam, passajavam e cozinhavam.

Os anos foram correndo e chegou a altura de casar as filhas. O fidalgo andava triste e de-primido, porque não tinha o suficiente para lhes dar um dote e, sem ele, jamais elas encontra-riam um marido.

Uma noite, depois de terem lavado toda a sua roupa, as raparigas penduraram as meias na lareira para secarem. Nessa noite, o Pai Natal, sabendo do desespero do velho fidalgo, parou diante da casa. Olhou pela janela e viu que a família já se recolhera. Também reparou que as meias das meninas estavam penduradas na lareira. Então, decidido a ajudar, agarrou em três bolsinhas de ouro e, com pontaria certeira, atirou-as pela chaminé, fazendo com que aterras-sem dentro de cada uma das meias.

Na manhã seguinte, quando acordaram, as meninas descobriram, com alegria, que tinham o dinheiro suficiente para os dotes. E foi assim que o fidalgo pôde casar as três filhas e viver feliz para sempre.

Ainda hoje, em várias partes do mundo, muitas são as crianças que penduram as meias na lareira na véspera de Natal.

João Pedro Mésseder e Isabel Ramalhete (seleção, adaptação e reconto),

Contos e lendas de Portugal e do mundo, Porto, Porto Editora, 2015, pp. 58-59

5

10

15

20

25

1.Classifica o narrador desta lenda, quanto à sua presença.

_______________________________________________________________________________

2.Transcreve do primeiro parágrafo do texto uma expressão que localize a ação no tempo.

_______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

3.Identifica as personagens da lenda.

_______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________

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© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

4.Indica o sentimento do fidalgo depois da morte da mulher.

_______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________

5.Classifica as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).

a)O fidalgo projetava objetos para tornar a vida das pessoas mais simples.

b)Os desenhos do fidalgo renderam muito dinheiro.

c)O fidalgo e a família mudaram de casa porque tinham dificuldades económicas.

d)O fidalgo sentia-se preocupado porque as filhas não tinham pretendentes.

6.As lendas propõem uma explicação fantástica para o nome das terras ou para a origem dos costumes.

6.1.Retira do texto uma frase que comprove a afirmação anterior.

___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________

7.Assinala com X a opção que completa corretamente a frase, de acordo com o sentido do texto.

7.1.O recurso expressivo presente na expressão “telhados de vidro, máquinas voadoras, carros sem cavalos e outras maravilhas tais.” (linhas 5-6)é a

A. comparação. B. enumeração. C. personificação.

1.Assinala com um X a classe da palavra sublinhada na frase seguinte. O fidalgo casou as três filhas e viveu feliz para sempre.

A.Nome B.Verbo C.Adjetivo D.Determinante

2.Assinala com um X a frase que inclui uma forma verbal no particípio.

A.O fidalgo afogava as mágoas com projetos e desenhos.

B.Os anos foram correndo.

C.As meninas tinham lavado a roupa.

D.O fidalgo gastou tudo o que tinha.

GRUPO III

TESTE DE

AVALIAÇÃO 2

(28)

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO 2

27 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL 3.Lê a frase seguinte.

Havia um fidalgo com três filhas que ficou muito desgostoso.

3.1.Transcreve da frase

a) uma forma verbal pertencente a um verbo da 1a. conjugação.

_________________________________________________________________________

b) uma forma verbal pertencente a um verbo irregular.

_________________________________________________________________________

4.Completa cada uma das frases seguintes com a forma do verbo apresentado entre parên-teses, no tempo e modo indicados.

a)As raparigas (pendurar, pretérito perfeito do indicativo) as meias na lareira para secarem.

b)O Pai Natal (saber, pretérito imperfeito do indicativo) do desespero do velho fidalgo.

c)As três bolsinhas de ouro (cair, presente do indicativo) dentro das meias.

d)As três filhas (viver, futuro do indicativo) felizes para sempre.

5.Lê a frase seguinte.

O fidalgo viveu feliz para sempre.

5.1. Identifica o adjetivo presente na frase.

___________________________________________________________________________

6.Assinala com um X a frase que inclui o adjetivo que identificaste em 5.1. no grau superlativo absoluto sintético.

A.O fidalgo viveu muito feliz para sempre.

B.O fidalgo viveu tão feliz como as filhas.

C.O fidalgo viveu mais feliz do que as filhas.

D.O fidalgo viveu felicíssimo.

GRUPO IV

Escreve um pequeno conto de Natal. As personagens terão de ser o Pai Natal e os duendes. Tenta ser criativo e original.

O teu texto deve: ter um título adequado; ter introdução, desenvolvimento e conclusão bem marcados; ser correto e bem estruturado; ter o mínimo de 100 e o máximo de 140 palavras.

(29)

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – MATRIZ DO TESTE DE AVALIAÇÃO 3

Grupo I – Leitura

•Ler e compreender um texto informativo.

Leitura

•Características do texto; •Inferências;

•Relacionação de informações.

20%

Grupo II – Leitura, Educação Literária e Escrita •Ler e compreender um texto narrativo; •Identificar personagens;

•Localizar a ação no espaço;

•Identificar sentimentos evidenciados pelas personagens;

•Identificar sensações sugeridas; •Identificar recursos expressivos:

personificação;

•Explicar o sentido de frases, provérbios e/ou expressões idiomáticas;

•Compreender a intenção do autor dos textos.

Leitura, Educação Literária e Escrita •Texto narrativo;

•Personagens: principais e secundárias; •Localização no espaço;

•Sentimentos evidenciados; •Sensações sugeridas;

•Recursos expressivos: personificação; •Sentidos da linguagem figurada; •Intenção do autor.

30%

Grupo III – Gramática

•Distinguir classes de palavras: nomes, adjetivos, verbos, determinantes, quantificadores e pronomes;

•Identificar os determinantes possessivos; •Reconhecer antecedentes de pronomes pessoais; •Utilizar os pronomes pessoais;

•Identificar os paradigmas flexionais dos verbos regulares (tempos simples).

Gramática

•Classes de palavras (nomes, adjetivos, verbos, determinantes, quantificadores e pronomes); •Determinantes possessivos;

•Pronomes pessoais;

•Paradigmas flexionais dos verbos regulares.

20%

Grupo IV – Escrita

•Produzir, correta e adequadamente, um texto narrativo, a partir de um tema proposto; •Produzir um texto coerente e coeso,

obedecendo a regras de encadeamento lógico das partes que o integram; construção do parágrafo e da frase; ortografia, pontuação, sintaxe e vocabulário;

•Respeitar as fases da escrita: planificação, textualização e revisão.

Escrita

•Texto descritivo.

30%

Objetivos/descritores Conteúdos Cotações

TESTE DE

AVALIAÇÃO 3

(30)

29 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

TESTE DE

AVALIAÇÃO 3

GRUPO I 5 10 15 Lê o texto.

Quem tem medo do lobo bom

Este texto deveria começar com um uivo. Um sonoro e prolongado uivo em forma de celebração de uma convivência de milhares de anos entre o ser humano e o lobo. Mas esta história já tem barbas. Crescemos a ouvir e a ler histórias do lobo mau, que iam do “Capuchinho Vermelho” aos “Três Porquinhos” ou até à de “Pedro e o Lobo” (Pedro, em quem já ninguém acreditava). Sempre que era preciso afastar fantasmas, o lobo parecia estar sempre ali, à mão de semear.

Se o lobo recusa deixar-se domesticar pelo ser humano, lá terá as suas razões. E conve-nhamos – mais que instinto de sobrevivência, é um sinal de inteligência. Não tardava nada e estava alguém a mandá-lo ir ao quarto buscar os chinelos ou o jornal.

No início do século XX, o lobo ocupava quase todo o território da Península Ibérica. No entanto, e como resultado da perseguição pelo ser humano, da redução das populações de corços, veados e javalis, principalmente, e da destruição e fragmentação do seu habitat, ao longo do século passado, houve uma drástica redução da sua área de distribuição e efetivo populacional. E, se em grande parte dos países europeus, o lobo foi mesmo extinto, estando agora a ser reintroduzido, em Portugal o lobo desapareceu progressivamente, ao longo do século XX, do litoral e do sul do país. Encontra-se atualmente limitado a algumas áreas do norte e centro do país, representando a sua área de distribuição atual apenas cerca de 20% da original.

http://visao.sapo.pt (consultado em dezembro de 2015, texto adaptado)

(31)

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

1.Assinala com X, de 1.1. a 1.5., a opção que completa cada frase, de acordo com o sentido do texto.

1.1.O texto deveria começar com um uivo,

A. para mostrar que os lobos existem.

B.porque se trata de uma história muito antiga.

C.uma vez que a história já tem barbas.

D.para comemorar a relação entre o ser humano e o lobo.

1.2.Crescemos a ouvir e a ler histórias do lobo mau, porque

A. gostamos deste animal.

B.não acreditamos nelas.

C.o lobo servia para afastar fantasmas.

D.o lobo estava muito perto.

1.3.O lobo não se deixa domesticar, porque

A. é um animal inteligente.

B.não tem instinto de sobrevivência.

C.sabe que teria de ir ao quarto buscar os chinelos ou o jornal.

D.tem instinto de sobrevivência.

1.4.No início do século XX, o lobo

A. não existia na Península Ibérica.

B.existia em praticamente toda a Península Ibérica.

C.desapareceu da Península Ibérica.

D.existia apenas no norte e centro do país.

1.5.Atualmente, o lobo

A. existe apenas em algumas áreas do norte e centro de Portugal.

B.desapareceu do norte e centro de Portugal.

C.vive numa zona que representa cerca de 80% da original.

D.existe apenas no litoral e no sul do país.

TESTE DE

AVALIAÇÃO 3

(32)

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO 3

31 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL GRUPO II

Lê o texto que se segue, com muita atenção.

O lobo do outono

O lobo fez uma voz muito simpática e perguntou: – Posso finalmente sair dos cortinados?

Catarina estremeceu toda. Era a primeira vez que o lobo lhe falava, e ela não sabia o que responder.

Voz meiga tinha ele, mas lobo era sempre lobo, tinha comido a avó do Capuchinho Verme-lho, e mais os sete cabritinhos, e deitado por terra as casas dos três porquinhos, e feito a vida negra a meio mundo.

– Posso ou não posso? – insistia ele.

Das outras vezes ele deixava apenas sair o focinho de entre as ramagens e pássaros dos cor-tinados do quarto, mas não dizia nem palavra. Olhava para a Catarina, e a Catarina olhava para ele, em silêncio os dois, e depois tudo voltava ao normal, o despertador tocava, a mãe dizia “des-pacha-te”, ela engolia o leite e ia para a escola.

– Vá lá, decide-te! Olha que começa a ficar frio e eu não estou habituado ao frio. Não ouves o barulho da chuva lá por fora?

Catarina pensa que o lobo não está bom da cabeça. Se calhar a história do Capuchinho Ver-melho deu -lhe volta ao juízo. Ou então o lenhador bateu-lhe com demasiada força.

– Posso sair daqui ou não? – insistia ele. – Já começo a estar farto desta passarada e das flo-res destes cortinados. Lá no bosque há árvoflo-res enormes, tão grandes que às vezes até tapam o Sol, e dessas é que eu gosto!

Na escuridão do quarto Catarina não lhe consegue ver o focinho, mas tem a certeza de que o lobo deve ter, neste momento, o seu mais doce sorriso, como no dia em que procurou enganar os sete cabritinhos, ou quando convenceu o Capuchinho Vermelho a fazer com ele uma corrida na floresta. Um sorriso igual ao do avô Duarte quando acende o cachimbo, e se senta na pol-trona da sala à espera do telejornal.

– Mas afinal, posso ou não posso sair daqui? – pergunta o lobo. – Sempre gostava de saber por que razão me trazes aqui para dentro, sempre que chove!

Catarina quer falar, mas, de súbito, secam-lhe as palavras todas dentro da boca. E depois, dizer o quê?

Como é que se fala a um lobo?

– Saio ou não saio? Bem sabes como este tempo de chuva faz mal à garganta. Estou aqui, es-tou a ficar rouco.

A voz do lobo já não era tão simpática. Catarina começa a sentir medo, um medo pequenino, um medo fininho a nascer mesmo no meio do coração.

E se o lobo sair de repente do meio dos cortinados?

E se o lobo pensar que ela é a menina do Capuchinho Vermelho? E se o lobo...

Neste preciso momento Catarina acordou.

Lá fora ainda é muito escuro, a casa está povoada de estranhos ruídos, e um cheiro adoci-cado entra pela janela.

Alice Vieira, Trisavó de pistola à cinta e outras histórias, Lisboa, Editorial Caminho, 2008, pp. 77-80 (texto com supressões)

5 10 15 20 25 30 35

(33)

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

1.Ordena as seguintes afirmações, de 1 a 8, de acordo com a sequência do texto. A primeira já se encontra assinalada.

A. Era habitual o lobo espreitar através dos cortinados do quarto da Catarina.

B.Catarina compara o sorriso do lobo ao do avô Duarte.

C.Catarina acorda.

D.O lobo fala com Catarina pela primeira vez.

E. Quando quer falar, Catarina não consegue.

F.Catarina desconfia do lobo apesar do tom meigo da sua voz.

G.O lobo mostra vontade em abandonar as cortinas.

H.Catarina acha que o lobo não está bom da cabeça.

2.Identifica a personagem principal do texto.

_______________________________________________________________________________

3.Localiza a ação do texto no espaço.

_______________________________________________________________________________

4. Identifica um sentimento revelado por Catarina naquela noite.

_______________________________________________________________________________

5.Assinala com um X as opções que completam as frases corretamente.

5.1.A passagem “Lá fora ainda é muito escuro, a casa está povoada de estranhos ruídos, e um cheiro adocicado entra pela janela.” (linhas 38-39)desperta sensações

A. visuais e táteis. B.auditivas e táteis. C.visuais, auditivas e olfativas.

5.2.O recurso expressivo presente em “– Posso finalmente sair dos cortinados?” (linha 2)é a

A. comparação. B.enumeração. C.personificação.

1

TESTE DE

AVALIAÇÃO 3

GRUPO III

1.Preenche a tabela com as palavras sublinhadas na seguinte frase. Era a primeira vez que o lobo lhe falava e os dois fitavam-se em silêncio.

2.Indica a classe e a subclasse da palavra sublinhada na frase seguinte. Catarina sente as suas palavras secas dentro da boca.

_______________________________________________________________________________

3.A palavra sublinhada na frase seguinte substitui outra. Identifica-a.

“Se calhar a história do Capuchinho Vermelho deu-lhe volta ao juízo.”(linhas 15-16)

_______________________________________________________________________________

(34)

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO 3

33 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

4.Reescreve as frases seguintes, substituindo cada expressão sublinhada pelo pronome pessoal adequado.

a)Catarina ouviu o lobo com atenção.

___________________________________________________________________________

b)O lobo pediu a Catarina para sair dos cortinados.

__________________________________________________________________________

5. Associa as formas verbais sublinhadas na coluna A aos tempos verbais correspondentes da coluna B.

Coluna A Coluna B

A.“– Posso finalmente sair dos cortinados?”

(linha 2)

B.“Voz meiga tinha ele (…)” (linha 5)

C.“Neste preciso momento Catarina acordou.”

(linha 37)

D.O lobo terá, com certeza, o seu sorriso mais doce.

1.Presente do indicativo

2.Pretérito perfeito do indicativo

3.Pretérito imperfeito do indicativo

4.Futuro do indicativo

A. B. C. D.

GRUPO IV

Procede à descrição pormenorizada da seguinte imagem.

O teu texto deve ter um título adequado e três parágrafos bem marcados. Deves utillizar conectores apropriados e recorrer a sensações. Escreve um mínimo de 100 e um máximo de 140 palavras.

(35)

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – MATRIZ DO TESTE DE AVALIAÇÃO 4

Grupo I – Leitura

•Ler e compreender um texto informativo.

Leitura

•Características do texto; •Inferências;

•Relacionação de informações.

20%

Grupo II – Leitura, Educação Literária e Escrita •Ler e compreender um texto dramático; •Localizar a ação no tempo e no espaço; •Explicar o sentido de frases, provérbios

e/ou expressões idiomáticas; •Caracterizar personagens;

•Diferenciar texto principal de indicações cénicas ou didascálias;

•Compreender a intenção do autor dos textos.

Leitura, Educação Literária e Escrita •Texto dramático;

•Localização no tempo e no espaço; •Sentidos da linguagem figurada; •Caracterização física e psicológica

de personagens;

•Texto principal e indicações cénicas ou didascálias;

•Intenção do autor.

30%

Grupo III – Gramática

•Distinguir classes de palavras: verbos; •Distinguir funções sintáticas;

•Identificar os pronomes pessoais;

•Utilizar os pronomes pessoais em adjacência verbal em frases afirmativas e negativas; •Identificar os paradigmas flexionais

dos verbos regulares (tempos simples).

Gramática

•Classes de palavras (verbos);

•Funções sintáticas: predicado, complemento direto e complemento indireto;

•Pronomes pessoais;

•Pronome pessoal em adjacência verbal em frases afirmativas e negativas;

•Paradigmas flexionais dos verbos regulares.

20%

Grupo IV – Escrita

•Produzir, correta e adequadamente, um texto narrativo, a partir de um tema proposto; •Produzir um texto coerente e coeso,

obedecendo a regras de encadeamento lógico das partes que o integram; construção do parágrafo e da frase; ortografia, pontuação, sintaxe e vocabulário;

•Respeitar as fases da escrita: planificação, textualização e revisão.

Escrita

•Texto de opinião.

30%

Objetivos/descritores Conteúdos Cotações

TESTE DE

AVALIAÇÃO 4

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35 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL

ESCOLA:

DATA: / /

NOME:

N.

O

: TURMA

GRUPO I Lê o texto.

Proteger os nossos oceanos

O SEA LIFE desempenha um papel de dupla importância na preservação dos oceanos e das gerações futuras. Além de proporcionar a milhões de pessoas, diariamente, uma experiência única de descoberta das maravilhas do mundo marinho, promove a sua conservação pela via da consciencialização social e da educação.

Qualquer que seja a ameaça à vida marinha, seja ela fruto da atividade humana, de alterações na população selvagem ou resultado de fenómenos como o aquecimento global, não nos limitamos a identificar e apontar. Agimos!

Reprodução

Somos pioneiros na reprodução de cavalos-marinhos em cativeiro, uma das espécies mais incríveis do oceano, mas, também, uma das mais ameaçadas de extinção. Até à data, já repro-duzimos nove espécies distintas.

Salvamento

Os Santuários são uma submarca do SEA LIFE que tem como missão salvar, cuidar e devolver à Natureza focas e tartarugas, entre outros animais marinhos, que dão à costa doentes ou feridos. Todos os anos salvamos cerca de 100 focas bebés!

Realojamento

Providenciamos um lar para animais ma-rinhos gravemente feridos ou debilitados que foram salvos e que, de outro modo, não sobre-viveriam.

Dar uma casa a estes animais fantásticos, exemplos de sobrevivência, é uma oportuni-dade única para, todos os dias, mostrarmos aos nossos visitantes como os pequenos gestos do dia a dia podem realmente fazer a diferença.

https://www.visitsealife.com/ (consultado em dezembro de 2015, texto adaptado)

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TESTE DE

AVALIAÇÃO 4

(37)

© Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5

1.Assinala com X, de 1.1. a 1.5., a opção que completa corretamente cada frase, de acordo com o sentido do texto.

1.1.O objetivo do SEA LIFE é

A. receber visitantes.

B.proteger os oceanos e as gerações futuras.

C.ameaçar a vida marinha.

D.experimentar as maravilhas do mundo marinho.

1.2.O SEA LIFE desempenha um papel de dupla importância, porque

A. leva as pessoas à descoberta do mundo marinho e diverte-as.

B.conserva a Natureza pela consciencialização e promove a sua marca.

C.proporciona a descoberta do mundo marinho e promove a conservação através da consciencialização.

D.tem projetos de conservação e de diversão.

1.3.O SEA LIFE

A. já reproduziu oito espécies distintas de cavalos-marinhos.

B.é pioneiro na reprodução de cavalos-marinhos em cativeiro, uma das espécies menos ameaçadas de extinção.

C.já reproduziu nove espécies distintas de cavalos-marinhos.

D.é pioneiro na reprodução de tartarugas.

1.4.Os Santuários

A. permitem salvar centenas de tartarugas por ano.

B.têm como missão salvar, cuidar e criar focas e tartarugas, entre outros animais marinhos.

C.permitem salvar cerca de noventa focas bebés por ano.

D.têm como missão salvar, cuidar e devolver ao seu habitat focas e tartarugas, entre outros animais marinhos.

1.5.O SEA LIFE

A. oferece uma casa aos animais marinhos feridos ou debilitados.

B.oferece uma casa aos animais marinhos que não sobrevivem.

C.apenas cuida de animais marinhos gravemente feridos.

D.mostra aos visitantes como os pequenos gestos são insignificantes.

TESTE DE

AVALIAÇÃO 4

(38)

PORTUGUÊS 5.

O

ANO – TESTE DE AVALIAÇÃO 4

37 © Edições ASA | 2016 | Pala vr a P uxa P ala vr a 5 E D I T ÁV E L FOTOCOPIÁVEL GRUPO II

Lê o texto dramático que se segue, com muita atenção. Tempestade

Cena 1

Sótão.

Meio da tarde.

Dia de tempestade. A chuva bate furiosamente na janela, o vento agita as cortinas. O ruído do mar embravecido ao fundo.

O gemido da ronca.

Quando abre o pano, Manuel e Ana estão, de pé, em silêncio, olhando pela janela. Água caindo pelas vidraças.

ANA (De costas, diante da janela) – Que tempestade! Se algum barco sai hoje ao mar, afunda-se!

MANUEL (Também de costas) – Os barcos hoje não saem. O mar está muito bravo... ANA – O mar e a terra...

MANUEL – E o céu, e o céu também... Vem aí uma trovoada... ANA – Uma trovoada? Deus nos livre! Não dês azar!

MANUEL (Volta-se para Ana, erguendo os braços ameaçadoramente) – Brrrrrrrummm!... ANA (Recua, assustada) – Não sejas palerma! Assustaste-me...

MANUEL (Rindo) – Não me digas que tens medo de trovoadas... ANA – E tu não tens?... Palerma...

MANUEL (Dá-lhe a mão) – Pronto, Ana, desculpa! (Ainda a rir:) Eu não trovejo mais...

Um trovão lá fora.

Ana e Manuel estacam, assustados.

MANUEL – Eu não te dizia?...

Ana puxa Manuel para o centro da cena.

ANA – Sai da janela! Pode cair algum raio! MANUEL – Ora, um raio!... Os raios caem no mar!

Ana senta-se num banco.

Manuel vai sentar-se numa cadeira. A cadeira tem uma perna partida e Manuel quase se desequilibra.

ANA (Rindo alto) – Ah, ah! Os raios a cair no mar e tu a cair no chão...

Manuel muda de cadeira e vem sentar-se ao lado de Ana.

MANUEL (Voltando-se para a janela) – Lembras-te do naufrágio?... Foi num dia de tempes-tade assim...

ANA – Não fales nisso... É triste... (Olha em volta, procurando mudar de assunto:) As coisas que a tua mãe aqui guarda! (Pega numa boneca semidesfeita:) Não me digas que tu também brincavas com bonecas!

Manuel António Pina, Os piratas (Teatro), Porto, Porto Editora, 2014, pp. 7-10 (texto com supressões)

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Referências