Manal de prátcas
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Coordenação Modlar
Coordenação Modlar
Caderno 2 – Vedações
Caderno 2 – Vedações
EquipE EquipE Sérgio R. Leusin Sérgio R. Leusin de Amorim, Supervisor de Amorim, Supervisor Silke Kapp, Colaboradora Silke Kapp, Colaboradora Christine Fontenele Christine Fontenele Eksterman, Autora Eksterman, Autora Ramon Miranda Ramon Miranda Chaves, Estagiário Chaves, EstagiárioCaderno 2 - Revestimentos/ Sergio Roberto Leusin de Amorim;
Caderno 2 - Revestimentos/ Sergio Roberto Leusin de Amorim;
Silke Kapp; Christine Fontenele Eksterman – Rio de Janeiro,
Silke Kapp; Christine Fontenele Eksterman – Rio de Janeiro,
2010.
2010.
25p.
25p.
1. Coordenação Modular.
1. Coordenação Modular. 2. V2. Vedações Verticais.edações Verticais.
3. Projeto. 4. Construção. 3. Projeto. 4. Construção. I. Título. I. Título. Editora Editora CDU - xxxxx CDU - xxxxx
EquipE:
EquipE:
Sérgio R. Leusin de Amorim, Supervisor
Sérgio R. Leusin de Amorim, Supervisor
Silke Kapp, Colaboradora
Silke Kapp, Colaboradora
Christine Fontenele Eksterman,
Christine Fontenele Eksterman, AutoraAutora
Ramon Miranda Chaves, Estagiário
O Manual de Práticas Recomendadas de Coordenação Modular Aplicada ao Projeto de Revestimentos é uma inicia-tiva do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para a difusão da norma NBR 15.873/2010-Coordenação Modular, parte do esforço de modernização da construção no Brasil, em conjunto com o Ministério das Cida-des e a Agencia Brasileira de Desenvolvimento Industrial.
Este caderno faz parte de um conjunto de cinco Manuais de Práticas Recomendadas de Coordenação Modular, cobrindo os seguintes temas: Habitação de Interesse Social, Vedações Verticais, Revestimentos, Coberturas e Esquadrias. O objetivo principal dos cadernos é habilitar e incentivar os
fornecedo-res, profissionais e construtores a trabalhar com a
Coordena-ção Modular de maneira corrente.
A coordenação modular é parte fundamental do proces-so de desenvolvimento da interoperabilidade técnica e da construção industrializada aberta no país, sendo estratégica e essencial para que se criem as condições necessárias para que sejam alcançados os níveis de produtividade necessários para a sustentabilidade do crescimento econômico do setor.
Apresentação
Para o desenvolvimento deste texto e das
soluções que o exemplificam foram consulta-dos especialistas e bibliografia especializada.
Entretanto, por se tratar de tema novo no mer-cado nacional, ainda sem oferta de uma ampla gama de produtos conformes, sua aplicação em casos reais certamente vai resultar em um aprimoramento das propostas aqui apresenta-das. Por isto os autores pedem a colaboração de todos os interessados no sentido de apon-tarem possíveis incorreções ou sugestões de melhorias, através do endereço eletrônico
Resumo
Este CADERNO apresenta as práticas a serem observadas no projeto e na fabricação de componentes de vedações verticais estruturais e não estruturais, bem como recomendações para sua
inserção no projeto arquitetônico de edificações coordenadas
modularmente. Ele compõe-se de breve introdução da norma de coordenação modular e seus princípios, e das formas de aplicação
específicas para os diferentes tipos de vedações. São tratadas as
vedações estruturais em alvenaria e blocos cimentícios, e as em sistemas de estruturas independentes (concreto armado,metálicas), de chapas de gesso e cimentícias.
SUMÁRIO
Apresentação ... 3
Nota dos autores ... 3
Resumo ... 4
Introdução ... 6
Princípios da Norma ... 6
Vocabulário aplicado ... 7
PRÁTICAS RECOMENDADAS PARA VEDAÇÕES VERTICAIS ... 9
1. TIPOS DE VEDAÇÕES ... 9
1.1 Vedações estruturais: Coordenação Modular ... 9
1.2 Coordenação Vertical ... 11
Alvenaria estrutural – componentes ... 12
1.3 Vedações não-estruturais - Coordenação Modular ... 16
1.3.1 Componentes de vedação vertical – não estruturais ... 17
Blocos Cerâmicos não estruturais ... 17
Chapas de Gesso e Chapas Cimentícias ... 18
Introdução
A coordenação modular é um instrumento de compati- bilização de medidas para projeto e construção baseado no
módulo único M de valor igual a 100mm .
Assim, elementos e componentes da construção são localiza-dos em planos de referência tridimensionais(Figura 1).
pRiNCÍpiOS DA NORMA
A norma de coordenação modular norteia-se por 6 princí-pios1. São eles:
• 1. O valor do módulo básico M = 100mm
• 2. A definição do espaço de coordenação (quadro 1) , que
inclui, além do componente, suas folgas e tolerâncias, além do processo de instalação (ajustes de coordenação).
Fgra 1 - planos de Referênca trdmensonas 1A Norma 15.873/2010, vigente desde 1º de outubro de 2010, substitui as normas de
Coordenação Modular brasileiras anteriores.
A Coordenação Modular (decimal) se baseia num único princípio fundamental: o espaço ocupado por um ele-mento ou componente construtivo deve ter medidas múltiplas de 100mm nas três dimensões.
• 3. Definição das medidas de fabricação, ou medida nomi-nal (ver quadro 2).
Mc =Mn + Ac
Onde
Mc é a medida de coordenação do elemento ou componente;
Mn é a medida nominal;
Ac é o ajuste de coordenação
Mc =Mn - Ac
Onde
Mc é a medida de coordenação do elemento ou componente, determinada primeiro;
Mn é a medida nominal;
Ac é o ajuste de coordenação
qadro 1 - Medda de Coordenação (fonte: NBR 15.873/2010)
2Para uma visão mais detalhada dos princípios de coordenação modular veja o
CA-DERNO DE PRÁTICAS RECOMENDADAS DE COORDENAÇÃO MODULAR - Projeto em Habitação de Interesse Social, VOL 1 dessa série.
• 4. Posicionamento de elementos e componentes mo-dulares
O posicionamento preferencial de elementos e compo-nentes, atualmente3 , é o alinhado com a malha(ver figura
2). Isto permite uma legibilidade melhor da coordenação
dos outros componentes. Os elementos e componentes
podem, eventualmente, ter posicionamento em eixo, em ângulo ou de forma assimétrica em relação à malha, mas estes devem ser evitados e justificados quando necessários.
A interseção dos planos de referência modulares pode eventualmente dar lugar a espaços ou planos amodulares. Esses espaços serão essenciais no projeto e na construção para priorizar elementos e componentes a serem coordena-dos modularmente.
• 5. Séries de Medidas Preferenciais ou Séries de Mul-timódulos
Apresentam a possibilidade de reduzir a variedade de medidas praticadas por fabricantes e projetistas mediante o uso de séries de multimódulos, como, por exemplo, as séries n x 2M, n x 3M ou séries de incremento variado.
• 6. Incrementos Submodulares
Nem todos os componentes podem ou necessitam apre-sentar medidas sempre múltiplas do módulo. Pode haver também a necessidade de se utilizar incrementos submo-dulares. Eles têm como valores normalizados M/2 (50mm), M/4 (25mm) e M/5(20mm).
De acordo com a norma este recurso dimensional só pode ser utilizado em alguns casos, basicamente para ajus-tar a medida de coordenação decomponentes construtivos com medidas menores ou maiores que 1 M que precisem de incrementos menores que 1M.
qadro 2 - Defnção da medda nomnal de fabrcação (fonte: NBR 15.873/2010)
A tolerância dimensional admi-tida para cada tipo de componente é definida por norma técnica, e na ausência da definição por norma a função cabe ao próprio fabricante. As diretrizes de qualidade aplicadas à produção industrial – como por exemplo, a utilização da metodo-logia Seis Sigma4 , podem também
auxiliar na definição e na redução das tolerâncias dimensionais.
VOCABuLÁRiO ApLiCADO
Atualmente, a terminologia do conjunto de Normas para produtos para a construção está em revisão pela ABNT, visando uma homogeneidade na compreensão das regras
Fgra 2 - Vocabláro alcado 4Fonte: hp://www.pdp.org.br
de coordenação modular entre fabricantes, projetistas e usuários finais (colocadores e compradores). Como suges-tão, este caderno propõe, a partir do vocabulário da norma de coordenação modular, o seguinte vocabulário aplicado
PRÁTICAS RECOMENDADAS
PARA VEDAÇÕES VERTICAIS
1. TipOS DE VEDAÇÕES
Neste texto serão abordados os tipos de vedações verti-cais mais comuns nos empreendimentos de HIS no Brasil. Eles podem ser estruturais ou ter a função apenas de ve-dação. Para efeito de aplicação da coordenação modular há poucas diferenças, mas convém analisar separadamente cada grupo
1.1 Vedações estrtras:
Coordenação Modlar
O primeiro passo para um projeto modularmente coor-denado é a escolha da malha modular de referência. Se o projeto se inicia com o método construtivo já selecionado, em geral é mais simples a escolha da malha de referência, que é sempre múltipla de MxM (10cmx10cm). Cada siste-ma construtivo costusiste-ma ter possibilidades dimensionais diferentes , resultando em séries e malhas de referencia modular otimizadas , sendo usuais malhas de 20x20cm ou 40x40cm. Quanto maior a dimensão da malha básica, menos flexibilidade de soluções ela terá. Por outro lado a malha básica deve ser articulada com um sistema
estru-tural, este sim com vãos maiores. Ou seja, é comum haver mais de uma malha de referência em um mesmo projeto.
O segundo passo é a marcação inicial das paredes na ma-lha modular – em geral alinhadas com a mama-lha modular pelo mesmo lado(Figura 3).
Fgra 3 - Malha de referênca e marcação ncal de estrtra ortante – malha de 40x40cm
Projetos de alvenaria estrutural são aplicados no Brasil há muitos anos e são modulares por natureza. O que a coorde-nação modular via contribuir neste caso é com uma melhor articulação deste sistema com os demais componentes. Além disso, a terminologia adotada até
agora nestes projetos apresenta algumas diferenças em relação aos conceitos apresentados pela Norma de coordenação.
Em terceiro lugar, são inseridos os ele-mentos com os quais haverá interface das vedações (vãos de esquadrias, paginação de piso, estrutura de cobertura).
E, por fim, são marcados os ele-mentos que poderão necessitar de alteração dos componentes de vedação – instalações sanitárias e elétricas, por exemplo.
1.2 COORDENAÇÃO VERTiCAL
Vale ressaltar que a coordenação modular vertical, de acordo com as normas da ISO, dependem da forma como a coordenação vertical é tratada no projeto.
A norma ISO 6512/1982 estabelece que deve-se compreender, na coorde-nação modular de alturas, as alturas da seguinte maneira:
•A menos que as espessuras da laje
e do piso sejam modulares, as alturas de pé-direito e de piso a piso não podem ambas ser modulares;
•A norma internacional prioriza,
para edifícios de mais de um andar, a altura modular de piso a piso em detri-mento da altura de pé-direito.
Fgra 4 - Coordenação Vertcal
•A norma internacional admite a priorização da altura modu-lar do pé-direito em casos de edificações de um pavimento.
ALVENARiA ESTRuTuRAL – COMpONENTES
Os blocos estruturais podem ser de concreto, cerâmicos ou sílico-calcáreos. Estes últimos hoje em dia são raros no mercado nacional e por isso não foram considerados neste estudo.
Blocos de Concreto são regidos pela NBR 6136:2007. As
dimensões definidas pela norma dão origem a duas famílias
de blocos estruturais, a de M15 de largura e a de M20 de lar-gura. Ambas são produzidas com medidas nominais de 1cm a menos para incluir nas medidas de coordenação os ajustes e folgas e a espessura do acabamento em gesso (0,5cm).
Medidas:
14x19x4cm 14x19x9cm 14x19x14cm
14x19x19cm 14x19x29cm 14x19x34cm
14x19x39cm 19x19x19cm 19x19x39cm
14x19x39cm 14x19x54cm
Tabela 1 - Medidas praticadas, de blocos de concreto, por fabricante no Rio de Janeiro e certificadas
ela norma NBR 6136:2007
Os Blocos estruturaisde cerâmica são regidos pela NBR
15812-1:20105 e pela Portaria 127/2005 do INMETRO.
5ABNT NBR 15812-1:2010 - Alvenaria estrutural — Blocos cerâmicos - Parte 1: Projetos
Medidas normalizadas para blocos de concreto são: Família 14 (ou M15) – dimensões nominais: Todos os blocos têm largura de 14cm e altura de 19cm, com
com-primentos de 19 e 39cm. Outras dimensões são fabricadas como blocos complementares, como 4, 9, 14, 34, etc.
Na família 19 (ou M20) as dimensões são 19cm em altu-ra e 19cm na largualtu-ra, podendo ser fabricados com compri-mentos de 19 ou 39cm. Nos blocos de 19cm de largura não são admitidos os blocos de 4cm.
Os blocos de largura 11,5 são remanescentes da coor-denação octamétrica (módulo básico = 1m/8 = 12,5cm), defendida pelo arquiteto Ernst Neufert Há várias décadas e utilizada sobretudo na Alemanha, antes do predomínio
Dimensões Nominais do Bloco cerâmico estrutural
Largura (cm) Altura (cm)
Comprimento (cm) Comprimento
do bloco Comprimento do½ bloco Amarração L Amarração T
11,5 11,5 24 11,5 36,5 19 24 11,5 29 14 26,5 41,5 39 19 31,5 51,5 14 19 29 14 44 39 19 34 54 19 19 29 14 34 49 39 19 59
Tabela 2 - Dmensões nomnas do Bloco cerâmco estrtral (fonte: iNMETRO)
A portaria 127:2005 do Inmetro define as seguintes di-mensões para blocos de cerâmica estruturais:
da coordenação modular decimal. Seus componentes são coordenados entre si, mas, tendo em vista o módulo bási-co abási-cordado internacionalmente em 10cm, não podem ser denominados modulares.
Já existem no mercado diversos componentes de alve-naria estrutural para sua perfeita compatibilização com a coordenação modular. Por exemplo, os blocos “J” e compen-sadores para a espessura das lajes.
Os blocos tipo “U” são utilizados como compensadores nas espessuras das lajes, e na fabricação de vergas e contravergas para a instalação de esquadrias.
A família 15 (largura de coordenação = 15cm) adota um incremento submodular de 50 mm e considera 15 cm como a medida de coordenação modular, incluindo revestimen-tos, Ela pode ser facilmente integrada à edificações coor-denadas modularmente, desde que os respectivos projetos de alvenaria operem com conjuntos pares em todas as dimensões afetadas por essa medida ou que sejam providos componen-tes de compensação. A mesma família 15, quando utilizada com bloco básico de comprimento de coordenação de 40cm, apresenta o inconveniente de não ter largura e comprimento coordenados entre si, exigindo a introdução de uma maior quantidade de componentes de compensação.
Fgra 5 - Blocos comensadores - Bloco BJ e Bloco Bu (fonte:ABCp)6
6Embora estes blocos estejam representando blocos de concreto, as mesmas famílias
Fgra 6 - Bloco comlementar ara coordenação horzontal
A utilização de incrementos submodulares é utilizada na coordenação horizontal so- bretudo para ajustar a família
M-15 aos princípios da coor-denação modular. A Figura 6 apresenta um exemplo de utilização de um bloco comple-mentar submodular de 5 cm para o ajuste das dimensões à malha modular.
1.3 VEDAÇÕES NÃO-ESTRuTuRAiS
COORDENAÇÃO MODuLAR
Para vedações não estruturais, os passos são os mesmos da alvenaria estrutural :
•Decide-se a malha de referência e
insere-se a estrutura básica;
•A vedação vertical sem função
estrutural é inserida alinhada com a malha modular;
•Inserem-se os elementos com os
quais haverá interface das vedações (vãos de esquadrias, paginação de piso, estrutura de cobertura)
•Marcam-se os elementos que
poderão necessitar de alteração dos componentes de vedação – instalações sanitárias e elétricas, por exemplo.
A marcação das vedações não estruturais, novamente, vai depen-der do tipo escolhido e da maneira como este trabalha em relação aos outros componentes.
A estrutura pode estar agregada ou separada das paredes de veda-ção, mas deve sempre estar ali-nhada e coordenada com a malha
1.3.1 Comonentes de
vedação vertcal – não estrtras
A vedação vertical usualmente é realizada com blocos cerâmicos sem função estrutural (ti- jolos furados), ou com chapas prontas de gesso
ou cimentícias.
BLOCOS CERÂMiCOS
NÃO ESTRuTuRAiS
Já existem normalização e diretrizes metroló-gicas que determinam as dimensões para os blo-cos cerâmiblo-cos de vedação. Contudo, ainda existe um grande número de fabricantes que utiliza métodos artesanais e pouco precisos na fabrica-ção dos tijolos cerâmicos, gerando blocos com grande diversidade dimensional e inundando o mercado com produtos não normalizados.
As dimensões definidas pelo INMETRO são:
Dimensões Nominais do Bloco Cerâmico de Vedação
Largura (cm) Altura (cm) Comprimento (cm)
9
Do bloco Do meio bloco
9 19 9 24 11,5 14 19 9 24 11,5 29 14 19 19 9 24 11,5 29 14 39 19 11,5 11,5 24 11,5 14 24 11,5 19 19 9 24 11,5 29 14 39 19 14 19 19 9 24 11,5 29 14 39 19 19 19 19 9 24 11,5 29 14 39 19 24 24 24 11,5 29 14 39 19
Os blocos de cerâmica de vedação norma-lizados são fabricados no mercado de acor-do com as seguintes famílias: 9 (M10), 11,5 (M12,5), 14 (M15), 19 (M20) e 24 (M25). A famí-lia de 12,5, assim como nos blocos estruturais, é remanescente da coordenação octamétrica preconizada por Neufert e não serão considera-dos nesta análise8.
CHApAS DE GESSO E
CHApAS CiMENTÍCiAS
As chapas de gesso encontradas no mercado nacional hoje são passíveis de serem coordena-das modularmente. Elas são comercializacoordena-das em larguras de 6 e 12 módulos e alturas entre 18 e 36 módulos, e as dimensões de coordena-ção coincidem com as dimensões nominais, por não haver necessidade de juntas de argamassa (o acabamento é feito com papel colado).
Deve ser considerado que a espessura das chapas de gesso não é modular.
A marcação dos sistemas de chapas de gesso acartonado
(dry-wall) em projetos coordenados modularmente é
de-monstrada na figura 8:
8Poderiam ser considerados através da utilização de conjuntos
mo-dulares. Mas com a abundância de soluções coordenáveis encontrada,
As chapas são fixadas sobre montantes metálicos a cada 6
ou 4 módulos, independentes da estrutura do prédio.
Fgra 9 - Coordenação dos montantes - mda no encontro com a estrtra
No encontro da parede de gesso com outros elementos da construção, a coordenação dos montantes é limítrofe. No meio da chapa ou entre duas chapas, a coordenação do mon-tante é axial.
O plano de referencia de coordenação está hora na face, hora no eixo do montante.
As placas de gesso são facilmente coordenadas em altura
porque podem ser cortadas em tamanhos predefinidos, e
porque vem em tamanhos modulares de 18 e 36 módulos.
Recomendação impor-tante: Ao coordenar esqua-drias com placas de gesso, não se deve coincidir o vão das janelas e portas com os montantes das placas de gesso. Isso gera trincas nas placas, com o trabalho dos materiais das esquadrias. Deve-se marcar e cortar as esquadrias fora do montan-te das placas de gesso. Ou seja os planos de referência de esquadrias seguem uma malha modular diferente dos planos de referencia dos montantes(Figura 11).
LARGURA COMPRIMENTO
de coordenação (cm) modular de coordenação (cm) modular
60 6M 180 a 360 18M a 36M 120 12M 120 12M 180 18M 200 20M 250 25M 360 36M
Tabela 3 - panés de gesso: meddas recorrentes (fonte: catálogos de fabrcantes)
A consulta preliminar evidenciou que os três principais
fabricantes de drywall no Brasil já produzem componentes
Referências:
ABNT, NBR 15.873/2010 – Coordenação Modular
ABNT, NBR 13531/1995 – Elaboração de Projetos de Edi-ficações – Atividades Técnicas
ABNT, NBR 13.816/1997 – Placas cerâmicas para revesti-mento – Terminologia
ABNT, NBR 13.817/1997 – Placas cerâmicas para revesti-mento - Classificação
ABNT, NBR 13.818/1997 – Placas cerâmicas para reves-timento – Especificação e método e ensaio.
ABNT, NBR 13753/1997 – Revestimento de piso interno ou externo com placa cerâmica e com utilização de arga-massa colante – Procedimento.
ABNT, NBR 13754/1996 – Revestimento de paredes in-ternas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento.
ABNT, NBR 13755/1996 – Revestimento de paredes ex-ternas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento.
BNH/IDEG, Coordenação Modular da Construção. Edi-ção da Secretaria de DivulgaEdi-ção, BNH, 1978.
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dúvdas o acesso a rotótos, enve m emal
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LUCINI, Hugo Camilo, Manual Técnico de Modulação de Vãos de Esquadrias. Editora PINI, São Paulo, 2001.
GREVEN, Hélio Adão, BALDAUF, Alexandra Staudt Foll-mann, Introdução à Coordenação Modular da Construção no Brasil – Uma abordagem atualizada. (Coleção
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ISO 1040 – Building Construction – Modular Coordina-tion –Multimodules for horizontal coordinaCoordina-tion dimensions. International Organization for Standardization, 1983 (2nd Edition).
ABNT, NBR 15575-4:2008 Emenda 1:2010 - Edifícios ha- bitacionais de até cinco pavimentos - Desempenho - Parte 4:
Sistemas de vedações verticais externas e internas
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Parte 4: Sistemas de vedações verticais externas e internas ABNT, NBR 15270-1:2005 - Componentes cerâmicos - Par-te 1: Blocos cerâmicos para alvenaria de vedação - Termino-logia e requisitos
ABNT, NBR 10837:1989 Versão Corrigida:2000
Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de con-creto – Procedimento
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ABNT, NBR 14.715:2001 Chapas de gesso acartonado -Requisitos.
ABNT, NBR 14.716:2001 Chapas de gesso acartonado
-Verificação das características geométricas.
Determinação das características físicas
ABNT, NBR 15.217:2005 – Perfis de aço para sistemas de
gesso acartonado - Requisitos
ABCP, Metodologia de Execução – Passo a passo para construir alvenarias em blocos vazados e concreto,
dispo-nível em: hp://www.abcp.org.br/conteudo/wp-content/
uploads/2010/01/AE_metodo_executivo.pdf; consultado em 20/11/2010
ABCP, Alvenaria estrutural com blocos de concreto - Prá-tica recomendada 1 Como Escolher e Controlar a
Quali-dade dos Blocos, disponível em: hp://www.abcp.org.br/ colaborativo-portal/download.php?selected=Alvenaria
estrutural#selAnch ; consultado em 10/11/2010
ABCP, Alvenaria estrutural com blocos de concreto - Prá-tica recomendada 2 Alvenaria: Como Projetar a Modulação,
disponível em: hp://www.abcp.org.br/colaborativo-portal/ download.php?selected=Alvenaria estrutural#selAnch;
con-sultado em 10/11/2010
Tabela de fabricante de blocos de concreto, disponível em:
hp://www.ct.com.br/tabela.bl.conc.html; consultado em
12/11/2010.
ANICER, Relatório Setorial, disponível em: hp://www.
anicer.org.br/images/psq/relatorio-Setorial-PSQ-BC-ANICER-001.pdf; consultado em: 11/11/2010
FERRAMENTAS E METODOLOGiA SEiS SiGMA:
Disponíveis em:
hp://www.isixsigma.com