Atividades não presenciais Página 5
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
PROFESSORA: ALEXANDRA SEMIRUCHA
TURMAS: 305, 306, 307, 308
ESTUDANTE:
ATIVIDADE
CONTINUANDO COM O CONTEUDO DA SEMANA PASSADA, HOJE
VEREMOS VOCATIVO, QUE É O TERMO DA ORAÇÃO(FRASE) USADO
PARA CHAMAR ALGO OU ALGUÉM. GERALMENTE VEM ISOLADO POR
VÍRGULAS OU EXCLAMAÇÃO. EXS:
1.
MEU DEUS! O QUE ACONTECEU AQUI...
2.
MARIA, SAIA JÁ DAÍ!!
3.
JOSÉ PAULO, VENHA AQUI AGORA MESMO!
4.
VI TUDO QUE VOCÊ FEZ, ANA.
O VOCATIVO SIGNIFICA UM CHAMAMENTO. ELE NÃO TEM RELAÇÃO
COM OS DEMAIS TERMOS DA FRASE, NEM SUJEITO NEM PREDICADO,
APENAS FAZ O CHAMAMENTO.
Atividades não presenciais Página 6 EEB Prof. José Arantes Atividades Não
Presenciais
Disciplina: BIOLOGIA
DEIXE EM SEU CADERNO COLADO
Professor: CARLA QUEIROZ
Aluno: Turma: 308 - 307
Sistema urinário e a excreção
Você sabia que a urina não é nossa única maneira de eliminar as excretas
? Não? EntãoVamos estudar o sistema urinário e a excreção.
Você sabe que nosso corpo é todo conectado. Dividimos os componentes de nosso organismo em
“sistemas” para facilitar seu estudo. Porém, tudo é integrado, trabalhando junto para manter a
“homeostase” do organismo.
Essa palavra complicada significa, basicamente, “equilíbrio”, ou seja, todos os órgãos do seu corpo
trabalhando juntos para manter o equilíbrio perfeito das suas funções e mantê-lo vivo.
O sistema urinário é “top na balada” da homeostase. Ele ajuda a equilibrar a quantidade de água
e sais de seu corpo e eliminar suas excretas.
A excreção consiste na eliminação de substâncias que se encontram em excesso em nosso
organismo e que podem prejudicar a homeostase de nosso corpo. Sendo assim, o corpo conta
com algumas maneiras de eliminar esse lixo e assim permitir que o organismo mantenha o
equilíbrio. A expiração, por exemplo, é uma maneira de eliminarmos excretas. Estranho, não é?
Mas, sim, seus pulmões eliminam o CO2, que é uma excreta. Outro exemplo de excreção é o
suor, que elimina o excesso de água e de sais minerais. Porém, a principal função da sudorese é
regular a temperatura e, do sistema respiratório, é trocar gases. Para realizar a maior parte
da excreção, nosso organismo conta com um sistema específico: o sistema urinário.
O sistema urinário trabalha para manter em equilíbrio a quantidade de água e sais presentes no
seu corpo, ou seja, para manter a osmorregulação do seu organismo. Isso ajuda, por exemplo, a
manter sua pressão arterial em taxas aceitáveis.Além disso, seu sistema urinário também é
responsável por eliminar os resíduos celulares, o “lixo” produzido por suas células. Para entender
como isso acontece, conheça os órgãos que fazem parte do sistema urinário:
Atividades não presenciais Página 7
Rins: Os rins são dois órgãos na forma de feijão, com aproximadamente 11cm de comprimento e
5cm de largura, que se situam na região posterior do abdómen (próximo às suas costas). Esses
órgãos são responsáveis por filtrar todo o seu sangue inúmeras vezes por dia. Ao filtrar o sangue,
os rins retiram dele o excesso de água, sais minerais e ureia (o lixo proveniente do metabolismo
de aminoácidos de todas as células do seu corpo), produzindo a urina. O rimé um órgão altamente
vascularizado composto, basicamente por duas partes: o córtex (parte mais externa do órgão, onde
se localizam os néfrons – as unidades filtradoras dos rins) e a medula (parte mais interna, onde
estão as pirâmides de Malpighi, que coletam a urina e a levam até os ureteres).
Ureteres: Os ureteres são dois tubos que saem de cada rim. Eles levam a urina dos rins até a
bexiga.
Bexiga: A bexiga é um órgão muscular que armazena a urina até o momento em que ela será
eliminada. Geralmente, o estímulo para liberar a urina (vontade de fazer xixi), se dá quando há
entre 200 e 300ml de urina dentro da bexiga. Porém, a bexiga de um adulto pode armazenar até
800ml de urina (mas, não é legal guardar tanto xixi assim, pois este acúmulo facilita a proliferação
de bactérias que podem te causar uma infecção urinária).
Uretra: A uretra é um tubo condutor de urina, que começa na base da bexiga e termina no exterior
do corpo. Nas mulheres a uretra é mais curta do que nos homens, pois neles a uretra percorre
todo o caminho do pênis. Além disso, a uretra masculina também serve para conduzir o esperma
durante o ato sexual.
Fezes também são excretas?
Não. Apesar de a palavra “excreta” parecer “combinar” com as
fezes, elas não fazem parte da excreção. As fezes nada mais são que restos de comida não
aproveitados pelo organismo. A palavra excreta só é utilizada para se referir a substâncias que
passaram pelo interior das células, como a ureia e o gás carbônico.
Agora que você já ESTUDOU! O sistema urinário e a excreção, que tal testar seus
conhecimentos?
1)Uma pessoa passará a excretar maior quantidade de ureia se aumentar, em sua dieta alimentar,
a quantidade de
Atividades não presenciais Página 8
a) amido.
b) cloreto de sódio.
c) glicídios.
d) lipídios.
e) proteínas.
2) As fezes e ureia são resíduos produzidos pelos mamíferos. Entretanto somente um deles é
considerado excreção”. Escolha a alternativa que condiz com este enunciado:
a) as fezes, porque resultam da atividade de absorção de água pelo intestino grosso.
b) a ureia, porque é produzida por células flama, as quais são encontradas nos rins dos
mamíferos.
c) as fezes, porque resultam da ação da flora intestinal.
d) a ureia, por ser uma substância nitrogenada tóxica produzida durante o metabolismo celular.
3) Os rins artificiais são aparelhos utilizados por pacientes com distúrbios renais. A função desses
aparelhos é
a) oxigenar o sangue desses pacientes, uma vez que uma menor quantidade de gás oxigênio é
liberada em sua corrente sanguínea.
b) nutrir o sangue desses pacientes, uma vez que sua capacidade de absorver nutrientes
orgânicos está diminuída.
c) retirar o excesso de gás carbônico que se acumula no sangue desses pacientes.
d) retirar o excesso de glicose, proteínas e lipídios que se acumula no sangue desses pacientes.
e) retirar o excesso de íons e resíduos nitrogenados que se acumula no sangue desses
Atividades não presenciais Página 9 EEB Prof. José
Arantes
Atividades Não Presenciais
Disciplina: BIOLOGIA
Entrega: REGISTRO NO CADERNO Professor: CARLA QUEIROZ
Aluno: Turma: 308 307
Anatomia do sistema nervoso
Você conhece os órgãos do sistema nervoso central? Sabe como ele funciona? Então não perca a chance de revisar biologia para o Enem!
O sistema nervoso, juntamente com o sistema endócrino, coordena o nosso organismo. Todos os animais, exceto as esponjas, possuem um sistema nervoso. Esse sistema recebe informações do ambiente, elabora e comanda as respostas a estes estímulos.
É também o sistema nervoso que possibilita suas emoções, seus sentimentos e o armazenamento de suas lembranças. Quer saber mais sobre a classificação do sistema nervoso e seu papel fundamental em nosso organismo?
Células do sistema nervoso: As principais células do sistema nervoso são os neurônios. São eles que
permitem a transmissão dos impulsos nervosos que vão levar informações dos órgãos para o sistema
nervoso central e destes, respostas para os órgãos. Os neurônios possuem um corpo celular (onde está a
maior parte do citoplasma desta célula, assim como seu núcleo) e prolongamentos – os dendritos (curtos) e o axônio (longo).
Anatomicamente podemos dividir o sistema nervoso em duas partes: sistema nervoso
central e sistema nervoso periférico.
Sistema nervoso central: Como o próprio nome diz, o SNC é o centro de comando de seu corpo. Essa
parte do sistema nervoso é protegido por três membranas –as meninges. A mais externa
dessas membranas é a dura-máter, a do meio é a aracnoide e a mais interna e próxima dos órgãos do SNC é a pia-máter. Além disso, a caixa craniana protege os órgãos do encéfalo (aqueles dentro de sua cabeça) e a coluna vertebral protegem sua medula espinal.Fazem parte do sistema nervoso central os órgãos do encéfaloe a medula espinal. Veja a seguir as principais funções desses órgãos:
Atividades não presenciais Página 10 Cérebro: Dividido em dois hemisférios – direito e esquerdo, que se ligam através de uma estrutura chamada
de corpo caloso. Cada hemisfério do cérebrose divide em lobos, delimitados por sucos presentes em sua superfície – frontal, occipital, temporal e parietal. A parte mais externa do cérebro, chamada de córtex, tem uma cor acinzentada, por conta da grande quantidade de corpos celulares dos neurônios. A parte mais interna é esbranquiçada e é formada principalmente por axônios dos neurônios. O cérebro controla a percepção de estímulos e elabora respostas para estes estímulos. Além disso, o cérebro é o centro das emoções, pensamentos, aprendizagem, linguagem, memória e inteligência.
Hipotálamo: Localizado abaixo do cérebro, é responsável pela regulação da pressão sanguínea e pelo
equilíbrio hídrico do corpo. Além disso, também é responsável pela percepção de fome e sede, assim como pela estimulação de comportamentos como a raiva, o medo e o prazer sexual. O hipotálamo também atua no controle da liberação de hormônios da tireoide e da hipófise (como o FSH e o LH, produzidos pelaneuroipófise, que atuam nas características sexuais).
Tálamo: Localizado abaixo do cérebro, sobre o hipotálamo. O tálamo recebe os estímulos vindos dos
órgãos dos sentidos (exceto o olfato) e os envia para o córtex cerebral.
Mesencéfalo: O mesencéfalo controla os reflexos relacionados à audição (como virar a cabeça em direção
a um som). Além disso, o mesencéfalo possui a função de “filtrar” os estímulos que chegam ao cérebro, processo fundamental no processo do sono.
Bulbo: O bulbo controla as funções automáticas do nosso corpo, como os batimentos cardíacos, a
respiração, a tosse e o ato de engolir.
Ponte: A ponte ajuda o bulbo em algumas funções, como o controle da respiração. Além disso, assim como
o mesencéfalo, ajuda na retransmissão e “filtragem” de estímulos que são enviados ao cérebro.
Cerebelo: O cerebelo ajuda o cérebro a coordenar os movimentos do corpo, assim como manter o
equilíbrio e a postura.
Medula espinal ou espinhal:A medula espinhal, localizada dentro da coluna vertebral, possui (ao contrário
do cérebro) substância cinzenta internamente e branca externamente. Ela liga os órgãos do encéfalo ao restante.
Sistema nervoso periférico: O sistema nervoso periférico corresponde à parte do sistema nervoso que
sai do SNC para todas as parte do corpo. É composto por nervos, que se estendem por todo o organismo. Os nervos são, basicamente, agrupamentos de neurônios. Eles podem ser classificados quanto à sua origem (cranianos, que saem do encéfalo e espinhais, que saem da medula) ou quanto à sua função (aferentes ou sensoriais, que levam os estímulos até o SNC; eferentes ou motores, que levam respostas do SNC para os órgãos efetores; mistos, quando realizam ambas as funções).
Atividades não presenciais Página 11 RESPONDA EM SEU CADERNO AS PERGUNTAS ABAIXO.
1.Qual é a função do sistema nervoso?
2.Quais são os órgãos que compõem o sistema nervoso central?
3. Qual o comportamento que envolve maior número de órgãos do sistema nervoso? 4.Qual é a divisão do sistema nervoso?
5.Quais são as três funções do sistema nervoso?
6.Qual a função do sistema nervoso e como ele é dividido? 7.O que faz parte do sistema nervoso central?
8.Quais são os órgãos que compõem o sistema nervoso?
Atividades não presenciais Página 12
EEB. PROF. JOSE ARANTES
Disciplina: Ed. Fisica Prof. Douglas R. Bellasalma Turmas: 210, 212, 213, 214, 305, 306, 307 e 308
Estudante:
Sistemas táticos do voleibol
Posições da quadra e rotação.
Os sistemas táticos do voleibol são baseados nas posições do voleibol, que são as seguintes: A posição n.º 1 chama-se defesa direita, e é a posição de saque.
A posição n.º 2 chama-se saída de rede. A posição n.º 3 chama-se meio de rede. A posição n.º 4 chama-se entrada de rede. A posição n.º 5 chama-se defesa esquerda. A posição n.º 6 chama-se defesa central.
As posições 4, 3 e 2 são de ataque, portanto, somente os jogadores que as ocupam podem atacar e bloquear dentro da zona de ataque. As posições 1, 6 e 5 são de defesa, os jogadores que as ocupam não podem bloquear, e só podem atacar se estiverem posicionados atrás da linha de ataque, na zona de defesa.
Os jogadores da linha de ataque (posições 2, 3 e 4) podem participar normalmente das jogadas de rede (ataque e bloqueio). O jogador de defesa (posições 5, 6 e 1), caso apoie os pés na zona de ataque, não poderá efetuar ataques com a bola estando a uma altura superior à borda da rede. Para tanto, ele deverá saltar de trás - antes da linha, ainda na zona de defesa - da linha de ataque, sem pisar nesta. Ele também não poderá em qualquer circunstância realizar bloqueios.
O posicionamento no voleibol ocorre da seguinte forma:
O jogador da posição 1 deverá estar atrás do jogador da posição 2 a direita do jogador da posição 6; O jogador da posição 2 deverá se posicionar a frente do jogador da posição 1 e a direita do jogador da posição 3;
O jogador da posição 3 deverá se posicionar entre os das posições 4 e 2 e à frente do jogador da posição 6;
O jogador da posição 4 se posicionará a esquerda do jogador da posição 3 e à frente do jogador da posição 5;
O jogador da posição 5 deverá estar atrás do jogador da posição 4 e à esquerda do jogador da posição 6; O jogador da posição 6 estará entre os das posições 5 e 1 e atrás do jogador da posição 3.
Sistema 6x0 - MAIS UTILIZADO EM NOSSAS AULAS NA ESCOLA
No sistema 6x0, também chamado de sistema 6x6, todos farão a função tanto de levantadores como de atacantes ou defensores. É o sistema mais simples de todos, é normalmente usado em equipes que estão iniciando o treinamento no esporte.
Neste sistema, o levantador será aquele que estiver na posição 3 (no meio da rede, onde normalmente fica o jogador "meio-de-rede"). Por isso, este sistema provoca pouca efetividade na cortada e na utilização do bloqueio.
Com o advento do líbero, esta tática voltou a ser usada algumas vezes dentro da partida (explicação na seção "líbero")
Atividades não presenciais Página 13
EEB. PROF. JOSE ARANTES
Disciplina: Ed. Fisica Prof. Douglas R. Bellasalma Turmas: 210, 212, 213, 214, 305, 306, 307 e 308
Estudante:
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO SOBRE VOLEIBOL- PARA FUTURA AVALIAÇÃO
Não devolver! Logo enviarei folha para correção individual.
1. Quais são os movimentos do voleibol?
2. Quantos sets tem uma partida de voleibol e quantos pontos é necessário para fechar o set? 3. O que é o saque no voleibol?
4. Qual o número de jogadores numa partida de voleibol? 5. Qual a altura da rede num jogo oficial masculino e feminino?
Atividades não presenciais Página 14 DISCIPLINA: ED. FISICA PROFESSOR: DOUGLAS R. BELLASALMA
TURMAS: 210,212, 213,214,305,306,307,308 TEMA: VOLEIBOL – APENAS PARA LEITURA
História
O voleibol é uma modalidade com mais de 100 anos e que se renova de tempos em tempos. Ao observarmos a dimensão que o vôlei ocupa no cenário mundial, fica difícil imaginar que ele foi criado no longínquo ano de 1895. Isso aconteceu no dia 9 de fevereiro, em Holyoke, cidade do estado norte-americano de Massachusetts.
O novo jogo foi desenvolvido na Associação Cristã de Moços, pelo diretor de Educação Física William George Morgan.
O desporto foi batizado de mintonette e reunia conceitos de beisebol, tênis, handebol e basquete. Ao criar a modalidade, Morgan tinha como intuito fazer o público mais velho praticar atividade física, já que o esporte da moda naquele momento, o basquete, tinha muito contato físico e era intenso demais.
Graças ao excelente trabalho da ACM, o vôlei cresceu de maneira espetacular após a virada do século, mas foi a partir da Primeira Guerra Mundial que ele se propagou de vez pela Europa e, depois, pela Ásia, principalmente pela prática constante dos soldados norte-americanos nas bases militares.
Regras básicas do voleibol: O objetivo do jogo é não deixar a bola cair no próprio lado da quadra e, mais
do que isso, fazê-la cair na quadra adversária. É um jogo muito dinâmico, pois, ao mesmo tempo que um time realiza a defesa, coordena o contra-ataque.
Medidas: Essa modalidade esportiva é disputada em uma quadra de 9 metros de largura por 18 metros de
comprimento. A única diferença nas competições oficiais entre as categorias feminina e masculina é a altura da rede: 2,24 metros para as mulheres e 2,43 metros para os homens.
Tempo de jogo: Não existe tempo predeterminado para uma partida de vôlei. Os jogos são disputados em
melhor de cinco sets, e cada set termina quando uma equipe atinge 25 pontos ou mais (lembrando que é necessária a diferença de dois pontos para se ganhar o set).
Caso ocorra empate nos quatro primeiros sets, disputa-se um quinto set, conhecido como tie-break, até que uma das equipes atinja 15 pontos.
Número de jogadores: Em partidas oficiais, é permitida a participação de 12 atletas no jogo, sendo seis
titulares e seis reservas. No vôlei, não há limite de substituições.
Número de toques na bola: Cada equipe pode tocar três vezes consecutivas na bola para tentar marcar
ponto, e vale lembrar que o toque do bloqueio não entra nessa conta. Ou seja, se uma equipe realizar o bloqueio e permanecer com a posse de bola, ela ainda pode realizar três toques para tentar pontuar.
Toque na rede ou na antena: Ao realizar um ataque próximo à rede, o atleta necessita de muita técnica,
pois é proibido tocar qualquer parte do corpo na rede ou na antena.
Atividades não presenciais Página 15 Líbero
Posição introduzida no voleibol a partir de 1993, com função, especificamente, de recepção e defesa. Um jogador que atua nessa posição não pode sacar nem concluir uma ação de ataque.
Levantador: Essa posição tem como principal objetivo passar a bola da melhor maneira para quem está
atacando, ou seja, quanto melhor for a técnica do levantador, mais fácil será para o atacante marcar o ponto.
Atacante de meio ou central: Além de ter papel fundamental no ataque, o jogador auxilia também na
defesa, pois costuma ter altura privilegiada, facilitando o bloqueio do ataque adversário.
Atacante de ponta ou ponteiro passador: Assim como a posição anterior, os atacantes de ponta ou
ponteiros passadores também têm função dupla. Além de se preocuparem com as ações ofensivas, têm função defensiva importante. Geralmente, são atletas que apresentam bom passe.
Oposto:Jogador especialista em ações ofensivas da equipe. Recebe esse nome justamente pelo fato de o
jogador atuar na posição oposta à do levantador.
Fundamentos do voleibol
Saque: Além de ser a ação que inicia o jogo, o saque também é a primeira ação após o término de uma
jogada. A equipe que marcou o ponto no último rali disputado permanece com a posse de bola e a chance de sacar.
Recepção: Trata-se de uma ação direta contra o saque adversário e consiste em receber e controlar esse
ataque da melhor maneira possível, amortecendo a bola, com o intuito de fazê-la chegar, por exemplo, às mãos do levantador para que ele efetue o levantamento.
Levantamento:É a ação do jogo que prepara para a finalização de um ataque e costuma ser o segundo
toque dos três que a equipe pode realizar. Por ser um fundamento que exige muita habilidade, técnica e percepção de jogo, os levantadores são considerados “a alma” da equipe.
Ataque: o fundamento que finaliza uma jogada de ataque. Sua execução começa desde o momento da
recepção até a ação do levantamento e, normalmente, esse movimento encerra o rali.
Bloqueio: Consiste no ato de impedir, próximo à rede, que o adversário concluir o ataque com sucesso.
Esse fundamento tem papel muito importante no jogo, pois, dependendo da maneira como é utilizado, pode ter tanto função ofensiva como defensiva.
Atividades não presenciais Página 16 Defesa: Como o próprio nome diz, esse fundamento tem como base defender e impedir o ataque
adversário quando o bloqueio não foi capaz de fazê-lo. Vale lembrar que é permitido usar qualquer parte do corpo para realizar uma defesa.
Atividades não presenciais Página 17 Disciplina: FILOSOFIA Professor: MESSIAS H.
SALVIANO
Turma:
212;213;214;305;306;307;308
Estudante:
Este texto traz uma reflexão sobre a nossa participação na sociedade para mudá-la para melhor. As ferramentas dessa participação são a política, o sistema de governo, a informática e o conhecimento. Leia o texto com bastante atenção e reflita sobre a importância da participação dos indivíduos na vida pública e como poderemos ajudar a melhorar nossa sociedade com conhecimento e responsabilidade. O objetivo desta leitura é fazer um posicionamento diante da ideia de que todos nós fazemos política em cada ato, pequeno ou grande, do cotidiano.
UMA ÁGORA VIRTUAL PARA O PLANETA
As redes de computadores, como internet, proporcionam ao ser humano uma recuperação das características primordiais da democracia.
Ágora era a praça pública onde os antigos gregos atenienses reuniam-se para debater e deliberar acerca de suas questões políticas. Era ali que tomava corpo a ecclésia, ou a assembléia dos cidadãos, para decidirem sobre os destinos de sua polis, a sua cidade. Este texto defende a ideia de que entramos em uma época na qual, a partir da emergência das novas tecnologias intelectuais, poderemos reviver o sentido político daquela ágora.
A democracia é uma forma de governo em respeito da qual se diz existirem três princípios fundamentais. Em primeiro lugar, a democracia é uma forma de governo em que o povo exerce, ele mesmo, o poder. A própria formação da palavra “democracia” indica a definição: Demos significa povo e cracia significa poder, logo, democracia é o poder do povo. A democracia busca o interesse da maioria e é governada pela maioria. Em segundo lugar, a democracia é um regime que se define conforme
a liberdade, diferentemente da aristocracia e da oligarquia, as quais se definem respectivamente pelo mérito e pela riqueza. A
democracia é um governo no qual governam as pessoas livres em maioria. A democracia tem, pois, como fundamento a liberdade. É preciso que os cidadãos mandem e obedeçam alternadamente. [...] A alternância no mando e na obediência é o primeiro atributo da liberdade. O segundo é viver como se quer. Em terceiro lugar, a democracia é um regime de igualdade de direitos, ou, como diz. Aristóletes, o princípio segundo o qual “unanimemente se fundam” as democracias, é o direito que fazem resultar da “igualdade numérica”. Sem este princípio da igualdade é impossível falar de democracia, pois o poder deve ser exercido por todos e cada um deve ter o mesmo peso na deliberação.
Entretanto, o fato de que a maioria participe das deliberações públicas não significa necessariamente que tais decisões sejam automaticamente as melhores. Duas, pelo menos, são condições indispensáveis para dar forma a uma cidadania capacitada a tomar boas decisões. Em primeiro lugar, é preciso que os cidadãos possuam tempo livre para debater e deliberar. Em segundo, é preciso que eles possam dedicar-se à sua formação. Assim, formação e tempo livre são condições indispensáveis na assembléia deliberativa. A deliberação implica em análise, reflexão, debate. Sem tempo livre, o cidadão é impedido de ouvir e argumentar, suas decisões são naturalmente precipitadas, instintivas. Da mesma forma, um cidadão pouco ou malformado tem maiores dificuldades de raciocínio e clareza; sem esclarecimento, a tendência é fazer deliberações imprudentes, erradas. [...]
Nossa atualidade anuncia uma época até então insondável para a civilização. Estamos entrando no marco de uma sociedade na qual o computador, como principal meio técnico do fazer e do pensar social, está transformando grande parte das relações sociais, políticas, culturais, econômicas, imemoriais.
As fronteiras não são mais facilmente delimitadas. As noções tradicionais de tempo e espaço estão se alterando. A memória e o conhecimento ganham uma dimensão cibernética universal. Podemos nos comunicar com o mundo todo de nossas casas. A antiga praça pública (ágora) está se transformando em praça virtual planetária. Toda a questão, do ponto de vista político, será como organizar os debates e as tomadas de decisões a partir destes meios cibernéticos que são os computadores em rede, tais como a internet, por exemplo.
A médio prazo, o fluxo de informações pela internet será tão intenso e ela será provavelmente o principal lugar de comunicação e informação da cidadania. Com os novos meios técnicos digitais interativos de comunicação e informação, o antigo sujeito passivo da informação de massa, passa a ser ativo neste novo ambiente ecointelectual – cada um é um emissor e receptor de informação: trata-se da informação do conhecimento “interessado”.
O grande impacto acontecerá pois, quando o computador for para cada um o que são hoje ou foram, por exemplo, o rádio e a televisão.
Atividades não presenciais Página 18
Aqueles países, estados ou cidades que enfrentarem com lucidez tais questões não poderão deixar de tomar iniciativas imediatas no sentido de promover esta superestrada, condição tecno-intelectual do que estamos chamando a Ágora Virtual. Com efeito, esta praça pública digital oferecerá não só a possibilidade do exercício direto do poder público... colocará à disposição de todos grandes riquezas culturais, tais como a “memória cibernética” e o “conhecimento acumulado” de todas as gerações, condições sem as quais a democracia mesma jamais poderá ser uma boa forma de governo. (CÂNDIDO, Celso. Uma ágora virtual
para o planeta. Zero Hora, Porto Alegre, 4 jan. 1997. Cultura, p.6.)
QUESTOES PARA AJUDAR NA INTERPRETAÇÃO DO TEXTO:
1) Compare a antiga ágora grega e nova ágora virtual. 2) Diferencie a antiga democracia grega da democracia atual. 3) Quais os princípios necessários para que a democracia seja uma forma de governo? 4) Comente sobre o papel do computador e da internet para a possível nova democracia? 5) O que é tempo livre? 6) Quais as duas condições para que as decisões democráticas sejam as melhores? 7) O que é ecclésia e Pólis? Dê um exemplos de ecclésia e Polis hoje. 8) O que é conhecimento interessado? 9) Seria possível que cada pessoa, tendo seu computador com acesso a internet, decida sobre política e sobre os rumos sociais e políticos do país e da nação?
Atividades não presenciais Página 21 Disciplina: Física Professora: Mari Lúcia Machado Turmas:307 e 308 Estudante:
Querido Estudante, continue fazendo sua parte com boa vontade e dedicação.
Responda as questões em seu caderno, de preferência que você copie as questões e em seguida responda.
Exercícios sobre Resistores. 1. O que são resistores?
2. Como podemos calcular a resistência?
3. Refere-se a Lei de…
4)
Uma ddp de 72 V foi aplicada a um resistor, resultando na formação de uma corrente elétrica
de 6 A. Indique o valor da resistência elétrica desse resistor:
Atividades não presenciais Página 22 Disciplina: Física Professora: Mari Lúcia Machado Turmas:307 e 308 Estudantes:
Queridos, continuem fazendo a sua parte com dedicação e boa vontade. Resistores
Resistores
A resistência elétrica é uma propriedade que os materiais em geral têm, de dificultar o movimento dos elétrons. Sendo assim, a corrente elétrica tem sua intensidade reduzida naqueles material cuja resistividade é maior.
Conhecida a resistividade de um material, pode-se criar um dispositivo, composto do respectivo material, que tenha um valor conhecido para a resistência elétrica. Assim sendo, pode-se controlar as respectivas intensidades das correntes elétricas que atravessam um determinado circuito eletrônico.
O efeito joule causa a liberação de calor. Exemplos de equipamentos que utilizam esse princípio são os chuveiros, aquecedores de cabelo, lâmpadas incandescentes, etc.
Resistor de circuitos eletrônicos
Nos circuitos eletrônicos em geral, os resistores são encontrados associados em série ou em paralelo, e muitas vezes em associações mistas, que são compostos por conjuntos de associações em série e em paralelo.
Atividades não presenciais Página 23 DISCIPLINA: SOCIOLOGIA PROFESSORA TATIANE TURMAS: 307 -308
ALUNO (A)
DEMOCRACIA
A democracia é um modelo político que surgiu na Grécia, em Atenas, sendo a junção de “demos” e “kratos”,
que significam, respectivamente: “povo” e “governo”, sendo definida como “governo do povo”, ou
“governo popular”, em contraposição a outras formas de governo, que também remontam à Idade Antiga,
como a aristocracia, a monarquia, a oligarquia, entre outros. Entretanto, quando pensamos em democracia no
mundo contemporâneo, algumas questões devem ser abordadas.
TIPOS DE DEMOCRACIA
DEMOCRACIA DIRETA: É uma forma de organização social, na qual todo e qualquer cidadão pode
participar ativamente da tomada de decisões. Pense numa reunião em que todas as pessoas têm direito a se
manifestar e votar: isso é uma maneira direta de exercer a democracia. As democracias mais antigas da história
começaram assim, instigando a participação popular, a discussão e o debate entre as pessoas, para que então
fossem tomadas decisões coletivamente. A democracia direta pode já ser vista como um tipo de sistema onde
os cidadãos discutem e votam diretamente as principais questões de seu interesse
Na democracia direta, a população não delega o seu poder de decisão. Sobre este tipo de democracia nos
dias atuais, a Suíça é o maior exemplo de uma democracia semidireta no mundo. É classificada como
semidireta, pois coexistem dois sistemas políticos: o representativo, com deputados eleitos que trabalham no
parlamento, e o direto, de participação popular no processo de tomada de decisões. O sistema bicameral de
parlamento com deputados eleitos, assim como no Brasil, coexiste com uma prática de consulta popular
corriqueira no país: ao menos quatro vezes por ano, os suíços recebem envelopes em suas casas com convites
para opinar sobre determinados assuntos. Mas esse é só um dos exemplos, uma vez que a participação da
população suíça pode ser muito mais intensa na política de seu país.
DEMOCRACIA REPRESENTATIVA: O modelo de democracia representativa significa, brevemente,
que o povo delega o seu poder de decisão a outras poucas pessoas, que deverão tomar decisões por eles. Irá
depender do que cada político profissional considera melhor para a cidade, o estado ou país. Esse modelo tem
vários princípios, sendo alguns deles:
O sufrágio universal – direito ao voto total e irrestrito a todos os
cidadãos (no Brasil, esse direito é opcional a partir dos 16 anos, e obrigatório a partir dos 18);
Observância
constitucional;
Igualdade de todos perante a lei;
Mandatos eletivos com temporalidade definida – no Brasil,
de quatro anos para cargos do Executivo e da maioria do Legislativo, exceto para senadores, que é de
oito anos. A democracia representativa nada mais é do que uma alternativa encontrada pelos países da
contemporaneidade para continuar a ter um modelo democrático que seja viável para o mundo atual, em
que sociedades aumentaram numericamente, atingindo uma organização social que se tornou muito mais
complexa. Seria impossível num país como o Brasil, com 200 milhões de habitantes, fazer uma assembleia
para discutir uma questão política, como era feito na democracia direta da Grécia Antiga. Há que se refletir
em torno do número de pessoas que as cidades têm nos dias de hoje, mas não somente nisso. Já imaginou onde
seria feita uma assembleia nacional no Brasil? Como um país de dimensões continentais faria para centralizar
toda a população num mesmo local?
A democracia representativa não surgiu do nada: no século XIX já havia países que utilizavam esse modelo de governança. Mas foi principalmente no século XX, que foi sendo usada com maior complexidade em alguns lugares e, devido ao seu sucesso, replicada em outros diversos. Começou com alguns valores da Revolução Francesa, adquiriu atributos do Governo Liberal Inglês e da Revolução Americana, por exemplo.
Numa democracia representativa, o instrumento normalmente mais utilizado é o voto. O objetivo principal é que os cidadãos tenham o direito de escolher quem vai ocupar determinado cargo eletivo. A cidadania, portanto, é exercida em grande parte por meio do voto universal, quando todo e qualquer cidadão tem o direito de votar, independente de gênero, cor, credo, idade, escolaridade.
Esse voto vai para um representante: uma pessoa que se dispõe a levar propostas, soluções, discussões da sociedade
para o “local oficial” de deliberação – que seria uma Câmara de Vereadores ou de Deputados, por exemplo. Nesse sistema político, os cidadãos elegem representantes, que deverão compor um conjunto de instituições políticas dos poderes Executivo e Legislativo. Eles são encarregados de gerir a coisa pública – por meio de políticas públicas, obras, serviços públicos, etc. –, estabelecer e executar leis. Logo, os cidadãos escolhem o seu representante, dentro de uma
Atividades não presenciais Página 24 gama de opções, de acordo com uma afinidade de bandeiras, de pautas que consideram importantes e com a “agenda” que propõem ser discutida com a sociedade e com os outros representantes, para ser colocada em prática na cidade, no estado, no país.
DEMOCRACIA PARTICIPATIVA: A democracia participativa é uma forma de
democracia em que
há exercício de poder direto do povo, em que há participação inclusive na tomada de decisões políticas.
Democracia participativa pode ser chamada também de semidireta: é um modelo democrático que está entre
a democracia direta e a representativa. Ou seja, é perfeitamente replicável às sociedades contemporâneas, pois
não consiste nem em fazer assembleias gerais da população de um país inteiro nem em ter decisões tomadas
somente pelos seus representantes. A democracia participativa é uma alternativa às democracias
representativas, pois essas instituições têm se mostrado limitadas para abarcar a maioria das demandas da
sociedade. E, mais: têm sido ineficazes em se comprometer na existência de um regime democrático, que
conceda poder à população. Na democracia brasileira, em que há o desejo de que a população participe, opine
e discuta sobre questões inerentes a atividades políticas governamentais. O diferencial desse modelo é que
atividades que são consideradas parlamentares, passam a ser cotidianas do povo.
.
O QUE É NECESSÁRIO EM UMA DEMOCRACIA
?
Existem vários modelos e teorias que tentam caracterizar e descrever os sistemas democráticos. Para termos
uma referência sobre o que define uma democracia vamos analisar o modelo desenvolvido pelo teórico
político Robert Dahl, modelo moderno que lista as condições necessárias para que os processos de escolha
representem ao máximo a vontade das pessoas.
Estas condições focam mais no processo – no “como” – do que no resultado final (no “o quê”). Um sistema
que apresenta todas estas condições foi denominado por ele como poliarquia, um “governo de muitos”, que
seria uma espécie de democracia que consegue absorver melhor as diferenças dentro da sociedade e refletir
melhor a vontade da população. As características da poliarquia são: Liberdade de formar e aderir a
organizações; Respeito às minorias e busca pela equidade; Liberdade de expressão; Direito de voto;
Elegibilidade para cargos públicos; Direito de líderes políticos disputarem apoio e, consequentemente,
conquistarem votos; Garantia de acesso a fontes alternativas de informação; Eleições livres, frequentes e
idôneas; Instituições para fazer com que as políticas governamentais dependam de eleições e de outras
manifestações de preferência do eleitorado. Um sistema que tenha todas estas características poderia ser
classificado como uma poliarquia, ou uma democracia perfeita segundo o modelo desenvolvido por Dahl. Mas
nos sistemas democráticos reais, muitas destas qualidades estão ausentes ou não são completamente satisfeitas.
Atividades não presenciais Página 25 Disciplina: Inglês Professora: Sônia Ariza Turmas :
301-304-305-306-307-308 Aluno(a):
Obs.: Bastante atenção aos auxiliares e verbos da primeira oração, para fazer a tag. A – Complete usando tags:
a) Sue was born in Rome, _______________?
b) It’s a beautiful day, ___________________?
c) They aren’t on holiday, ________________?
d) You are smoker, ____________________?
e) We are tired, _______________________?
f) You can’t play the piano, ______________?
g) The film wasn’t very good, _____________?
h) You haven’t got a car, ________________?
i) Those weren’t your parents, ____________?
j) Paul was ill last week, ________________?
k) The children are hungry, ______________?
l) They could run fast, _________________?
m) The boys run every day in the park, __________________?
n) Your parents traveled yesterday, ______________________?
Atividades não presenciais Página 26
Disciplina: Inglês
Professora: Sônia Ariza
Turmas
301-304-305-306-307-308
Aluno(a):
QUESTION TAGS
Question tags são pequenas perguntas que vêm no final das frases com o intuito de
questionar/confirmar algo. São regras gerais:
* Os question tags devem vir sempre após vírgulas;
* Para defini-los é necessário antes de tudo perceber em que tempo verbal se encontra a oração
principal, para assim saber qual auxiliar deverá ser usado no question tag.
* Se a oração principal estiver na afirmativa, o question tag deverá vir na forma negativa. Mas se
a oração principal estiver na negativa o question tag deverá vir na forma afirmativa.
Exemplo:
They play the guitar, don't they? (Eles tocam violão, não tocam?)
Na frase o verbo da frase anterior à tag question está na forma afirmativa “play” e por isso, o
verbo da tag question “don’t they “está na forma negativa.
Sally isn’t Doug’s sister, is she? (Sally não é irmã de Doug, é?)
Repare que o verbo da frase anterior à tag question está na forma negativa (
isn’t) e por isso, o
verbo da tag question "is she?" está na forma afirmativa (is).
Estrutura gramatical
Como vimos, as tag questions são sempre formadas por duas orações. A primeira frase é composta pela seguinte estrutura:
Sujeito + Auxiliar + Verbo principal + Complemento
Já a segunda frase, chamada de question tag, segue outro formato. Acompanhe: Auxiliar da oração principal + Sujeito da oração principal
Os auxiliares que formam uma question tag são to do, to be, to have, will e os verbos modais, como could, would e should, por exemplo. Mais alguns exemplos:
1. You can speak German and Italian, can’t you?
2. It’s nine o’clock. He should be back by now, shouldn't he? 3. Raquel didn’t send you an invitation, did she?
4. You wouldn’t do that to me, would you?
5. Fernanda couldn’t draw like this a year ago, could she?
ATENÇÃO: É importante prestar atenção ao verbo da frase inicial, isso indicará como será a question tag. Quando a frase inicial estiver na forma negativa, é só utilizar o mesmo auxiliar para fazer a question tag, mas de forma afirmativa como no exemplo 3 e 4 acima.
Quando não houver auxiliar na frase inicial sendo ela afirmativa, analise o verbo e seu tempo (presente ou passado), para construir a question tag na forma negativa utilizando o auxiliar correto (don’t – doesn’t – didn’t).
Atividades não presenciais Página 27
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PROF. JOSÉ ARANTES Disciplina: HISTÓRIA
Professor: Roberto A. Maraschin. Turmas: 301,302,303,304,307,308
Estudante: (cole esse texto no seu caderno) TEMA:
A Era Vargas no Brasil..
O governo de Getúlio Vargas
A ascensão de Getúlio Vargas em 1930 ao poder rompeu com quatro décadas de revezamento entre paulistas e
mineiros na presidência, conhecida como política do “café-com-leite”. Irritados com a hegemonia paulista nas decisões políticas, os mineiros se uniram aos gaúchos e paraibanos e formaram a Aliança Libertadora, para bater de frente com o Governo de Washington Luís, que apoiou o candidato paulista Júlio Prestes para substituí-lo. Vargas foi derrotado nas eleições, porém com a morte do seu candidato a vice João Pessoa por questões locais, juntou um grupo de militares que saíram do Sul, passaram por São Paulo e na capital do país promoveram a derrubada do presidente e a instauração de um
novo comando político no país, liderado por Getúlio Vargas. Como presidente, Vargas criou o Ministério do Trabalho, Indústria
e Comércio, para satisfazer a elite industrial que crescia exponencialmente, e o Ministério da Educação e Saúde, além de diminuir a autonomia dos governadores de estados para elevar seu poder intervencionista. Mas o grande trunfo de Vargas em seu primeiro mandato foi a atenção dada aos trabalhadores. O presidente sabia que greves e revoltas trabalhistas poderiam dar margem para que o ideal do comunismo, fortemente disseminado após a Revolução de 1917 na União Soviética, criasse vigor. O Partido Comunista Brasileiro (PCB), nesta época, foi colocado na ilegalidade. Para atender os trabalhadores, Getúlio Vargas criou a Lei da Sindicalização, que permitiu avanços na legislação trabalhista. Ele criou o registro CLT, Carteira de Trabalho, a carga horária de trabalho, o direito às férias remuneradas, descanso no domingo, licença-maternidade e proibição do emprego a menores de 14 anos.
Em 1931, Getúlio Vargas derrubou a Constituição vigente, desencadeando em revoltas no estado de São Paulo. Eles alegavam que Vargas estava centralizando o poder e diminuindo a autonomia dos estados. Os paulistas planejaram uma rebelião armada para defender os direitos constitucionais mas, nessa investida, quatro jovens soldados são assassinados em 23 de maio de 1932. No dia 9 de julho, a sociedade paulista se uniu de forma isolada para lutar na Revolta Constitucionalista, apesar das fracassadas tentativas de buscar apoio de outros estados. Enfraquecidos diante do cerco armado pelo governo de Getúlio, os paulistas se entregaram em outubro do mesmo ano. Apesar de derrotar os paulistas, Getúlio Vargas atendeu às reivindicações e criou uma nova Constituição em 16 de julho de 1934, permitindo o voto secreto, o voto feminino e exigindo a formação básica do cidadão com o ensino primário. O documento também alegava que o próximo presidente seria eleito pelos votos da Assembleia Constituinte. Getúlio Vargas ganhou e deu continuidade ao mandato, denominado de Governo Constitucionalista até o decreto do Estado Novo, em 1937. As instituições tradicionais de direita, como o Exército, o empresariado e os cafeicultores, apoiaram o fortalecimento do Poder Executivo, com medo de que mais revoltas fossem incitadas e, consequentemente, seus empregados revogassem mais direitos trabalhistas. Com apoio das classes dominantes
do país, Getúlio Vargas quebrou novamente a Constituição e declarou “estado de sítio”, através do Plano Cohen arquitetado
pelos integralistas de direita. Para conter a ameaça comunista, o presidente instaurou a ditadura do Estado Novo em 1937, centralizando o Poder Executivo nas mãos da presidência. Mandou fechar as Assembleias Legislativas, a Câmara dos Deputados e o Congresso Nacional e ampliou seu poder político como chefe do Executivo. Também fechou todos os partidos e organizações civis.
Para se promover junto à população, criou o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) para controlar rádios e
jornais. Através dos veículos de comunicação, principalmente o rádio que era o grande instrumento de massa na época, Getúlio Vargas propagou discursos favoráveis à honra do trabalho e ao sentimento nacionalista. Getúlio Vargas sustentou sua propaganda populista com a ideia de uma nação soberana (assim como faziam os totalitaristas Mussolini e Hitler) enquanto controlava a máquina do Estado de forma autoritária, criando o Departamento Administrativo de Serviço Público para fiscalizar os governos estaduais.
Seu governo era tão centralizado, que ele chegou a fechar todos os sindicatos e tratou a organização trabalhista como patrimônio do Estado. Em 1943, editou a Consolidação das Leis de Trabalho, que atendeu a ala operária e lhe deu a alcunha de ‘pai dos pobres’. Após a derrota dos nazistas e fascistas na Segunda Guerra Mundial, os ideais democráticos suplantaram o ar nacionalista imposto pela ditadura do Estado Novo, principalmente com o envolvimento dos Estados Unidos na guerra. No dia 29 de outubro de 1945, Getúlio Vargas foi deposto do poder pelos militares, pois não havia mais sustentação ideológica que desse prosseguimento ao ideal estadista. O mundo passava por uma importante transição, e o Estado Novo já estava
mais do que esgotado politicamente. O Brasil assim, de 1945 a 1950, foi governado por Eurico Gaspar Dutra. Em 1951, Getúlio
Vargas retornou a presidência da República, dessa vez por meio do voto popular. Vargas se candidatou pelo PTB e recebeu apoio do Partido Social Progressista (PSP), vencendo o pleito de 1950 com 48,7% dos votos. O segundo mandato presidencial de Getúlio Vargas foi marcado por importantes iniciativas nas áreas social e econômica. Sem dúvida, um dos maiores legados do varguismo foi a implementação de um projeto desenvolvimentista baseado na forte presença do Estado em áreas consideradas cruciais para o desenvolvimento do país. Atuando como regulador ou empreendedor de certas atividades econômicas, a intervenção estatal tinha por objetivo estimular a industrialização e modernização do país, atrasada alguns
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séculos em função do modelo exploratório implantado no século XVI.
Este tipo de política desenvolvimentista começou a ser posta em prática na década de 1930, e praticamente todos os governos que vieram depois adotaram algum tipo de planejamento econômico conferindo ao Estado papel preponderante e central. Foi com esse objetivo que, em seu segundo mandato, Vargas elaborou uma política desenvolvimentista baseada no fortalecimento da indústria de base: siderurgia, petroquímica, energia e transportes, obtendo excelentes resultados e
grandes conquistas pelo país.
No primeiro ano de seu governo, Vargas estabeleceu o monopólio estatal sobre o petróleo, a partir de uma campanha
de cunho nacionalista que recebeu forte apoio popular. A campanha foi denominada de "O petróleo é nosso", e conseguiu galvanizar o apoio do povo ao governo federal. A partir dela, criou-se a empresa estatal Petrobrás, que monopolizou as atividades de exploração e refino do todas as reservas de petróleo encontrado em território brasileiro, proibindo a atuação de empresas petroleiras internacionais no país. A oposição ao governo varguista foi crescendo paulatinamente à medida que o país era agitado por manifestações de protesto e greves trabalhistas. Críticas e pressões oposicionistas minaram rapidamente a estabilidade governamental. Na área da política institucional, os principais grupos oposicionistas ao governo de Getúlio Vargas faziam parte da União Democrática Nacional (UDN), que o acusavam constantemente de planejar um golpe em conluio com líderes sindicais objetivando criar um regime socialista no país, baseado nos governos da União Soviética e do país latino-americano de Fidel Castro em Cuba, que com o apoio de Che Guevara, Raul Castro e Camilo Cienfuegos haviam
liderado a revolução em 1959.
Na área da imprensa, o antigetulismo ganhou força com a atuação do jornalista Carlos Lacerda, que em seus pronunciamentos e artigos denunciava recorrentes casos de corrupção e desmandos administrativos do governo. O presidente se defendia das críticas argumentando que grupos subalternos ligados a interesses internacionais e nacionais se uniram na tentativa de impedir que o governo avançasse na área de proteção ao trabalho, limitações de remessa de lucros das empresas multinacionais para o estrangeiro e fortalecimento das empresas públicas, sobretudo ligadas a área de energia. Em 1954, a crise política desestabilizou o governo Vargas. No início do ano, o então ministro do Trabalho, João Goulart, concedeu um aumento salarial de 100 por cento aos que recebiam salário mínimo. As pressões de grupos oposicionistas contrárias à medida foram tão violentas que o governo recuou, e o ministro João Goulart foi obrigado a renunciar ao cargo. O episódio desencadeador da crise final do governo Vargas ocorreu com o atentado fracassado contra a vida do jornalista Carlos Lacerda. Esse episódio ficou conhecido como "o crime da rua Toneleros". Carlos Lacerda apenas se feriu,
mas Rubens Vaz que conduzia o carro morreu.
Nunca foi esclarecido quem foi o mentor do atentado, mas sabe-se que pessoas ligadas a Getúlio estavam envolvidas. As investigações apontaram, porém, que o responsável pela tentativa de assassinato foi Gregório Fortunato, principal guarda-costas do presidente Getúlio Vargas. Depois do episódio da rua Toneleros, os grupos oposicionistas exigiram o afastamento de Vargas da presidência da República. Setores das Forças Armadas e da sociedade civil se uniram aos grupos de oposição e exigiam que Vargas renunciasse. No dia 24 de agosto, um ultimato dos generais, assinado pelo ministro da Guerra, Zenóbio
da Costa, foi entregue. O presidente se encontrava no Palácio do Catete, quando redigiu uma carta-testamento (que será
trabalhada na próxima semana) e suicidou-se com um tiro no peito. Com a morte de Vargas, assumiu o governo o
vice-presidente Café Filho, que ficou encarregado de completar o mandato até o fim de 1955. O suicídio de Vargas, porém, acabou
sendo muito explorado, tanto por políticos que o apoiavam como grupos da oposição, nas disputas eleitorais legislativas e presidencial seguintes. Isso tudo contribuiu ainda mais para marcar a trajetória política e populista de um dos mais emblemáticos ex-presidentes da história republicana brasileira.
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