-MENSAGEM DO DIRETOR DA FACULDADE DE MEDICINA DA UFG
Prezado Interno,
Esta é a segunda edição do Manual do Internato/2008, contendo todo o planejamento e calendário de suas atividades no corrente ano. O primeiro volume (2007) inaugurou a implantação do internato em dois anos, ou seja, para as 5as e 6as séries.
As metas foram praticamente atingidas e neste ano faremos algumas correções de ordem téc-nica. Entretanto, queremos ressaltar a avaliação positiva registrada pelos internos de 2007, o que nos animou a prosseguir na estratégia e método de treinamento.
Acreditamos que essas mudanças têm contribuído para desenvolver o espírito crítico do interno, tanto sobre a realidade da Saúde em nosso Estado, quanto para a aquisição de habilidades, atitudes e formas de decisão na sua formação generalista.
Este programa foi montado criteriosamente com tais objetivos, graças ao empenho da Coor-denação do Internato, atendendo às diretrizes da Faculdade de Medicina.
Desejamos a todos um estágio muito proveitoso durante esses dois anos. Saudações.
Prof. Dr. Heitor Rosa
APRESENTAÇÃO DO MANUAL DO INTERNATO
Prezado Interno
Este Manual foi revisado em 2008 para atender a você. A intenção é de que sejam lidas as recomendações gerais em primeiro lugar. Depois, no início de cada estágio, é importante ler o programa daquele mês e tirar as dúvidas com o professor responsável, propiciando aos preceptores e internos avaliarem se os objetivos propostos foram atingidos. Com as suas sugestões, o manual pode ser aperfeiçoado a cada ano.
O internato do quinto ano tem como finalidade aumentar a participação de discentes e docentes no ambiente extra-hospitalar, no atendimento primário e secundário de atenção à saúde, além de maior carga horária em urgências, daí os estágios estarem sendo realizados predominantemente fora do Hospital das Clínicas. A saída extramuros da Faculdade de Medi-cina propicia um maior contato com a realidade profissional e de saúde, uma vez que o SUS é responsável pelo atendimento à maioria da população, além de ser o maior empregador dos profissionais da saúde. A proximidade com as necessidades da população favorecerá a formação de um profissional ético, competente, resolutivo e comprometido com o usuário, oferecendo ao mesmo tempo o melhor em qualidade científica e humana, substituindo o “doente e sua doença” pela pessoa e sua condição de vida.
No sexto ano, o ambiente hospitalar predomina, com atividades de média complexidade, no ambulatório especializado. A formação médica no Hospital faz parte da integralidade de ações da saúde e não sua terminalidade. O ciclo de cuidados à saúde se completa com o paciente retornando à Unidade de Saúde ou ao ambulatório especializado quando necessário.
Sugiro também que o processo de educação continuada que os acompanhará por toda a vida profissional se torne uma rotina já no internato. A prática gera a reflexão sobre a prática, a busca de conhecimentos preenche lacunas e aprofunda os conhecimentos já adquiridos. Sejam amáveis com todos!
Um excelente aproveitamento!
Profa. Edna Regina Silva Pereira
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Reitor: Prof. Edward Madureira Brasil Vice-Reitor: Benedito Ferreira Marques
Pró-Reitora de Graduação: Profª Sandramara Matias Chaves Coordenação de Estágios: Profª Marilda Schuvartz
FACULDADE DE MEDICINA
Diretor: Prof. Dr. Heitor Rosa
Vice-Diretor e Coordenador do Curso de Medicina: Prof. Vardeli Alves de Moraes Coordenadora do Internato: Profª Drª Edna Regina Silva Pereira
CHEFES / DEPARTAMENTOS - FM
Chefe do Departamento de Clínica Médica: Prof. Mauro Felix de Souza
Chefe do Departamento de Pediatria e Puericultura: Profª Drª Fátima Maria Lindoso da S.Lima Chefe do Departamento de Cirurgia Geral: Prof. Hélio Ponciano Trevenzol
Chefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia: Prof. Ruy Gilberto Ferreira Chefe do Departamento de Saúde Mental: Prof. João Alberto Oliveira Chefe do Departamento de Moléstias Infecciosas e Dermatologia: Prof. Aiçar Chaul Chefe do Departamento de Imagenologia e Patologia: Prof. Carlos Alberto Ximenes
ESTÁGIO LOCAL PROFESSOR RESPONSÁVEL Clinica Médica CIAMS Novo Horizonte Prof. Renato Sampaio
Pediatria e Puericultura CIAMS Novo Horizonte Dr. Guilherme Lopes BarbosaDrª Eliane Terezinha Afonso Dr. Solomar Martins Marques Clínica Cirúrgica Hospital Araújo Jorge Dr. Carlos da Costa Neves Ginecologia e Obstetrícia Maternidade Nascer Cidadão Prof. Alexandre Vieira Santos Vieira Moléstias Infecciosas Hospital das ClínicasHDT Dr. Lélio Leonardo
Saúde Mental Hospital das ClínicasPAX
Wassily Chuc Prof. Abrão Marcos da Silva Urgência Hospital das Clínicas Dr. Ênio Chaves de Oliveira
Internato Comunitário
Firminópolis - Go
São Luís de Montes Belos -Go Jataí - Go
Uruaçu - Go Morrinhos - Go
Mauro Molina Pedrosa (Dir. Campus) Dr. José Antonio Navarro Drª Michelle de Morais Duarte Drª Márcia Carolina Mazzaro Dr. Fernando Santos Cardoso Dr. Rafael Troncoso Chaves Núcleos Livres Conforme Programas Específicos Ver página (Núcleos Livres)
SUMÁRIO
PROGRAMA GERAL DO INTERNATO ... 11
PROGRAMA DOS ESTÁGIOS 1. Estágio Supervisionado em Clínica Médica ... 19
2. Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica ... 27
3. Estágio Supervisionado em Ginecologia e Obstetrícia ... 36
4. Estágio Supervisionado em Pediatria ... 41
5. Estágio Supervisionado em Doenças Infecciosas e Parasitárias ... 54
6. Estágio Supervisionado em Urgências ... 59
7. Estágio Supervisionado em Saúde Mental ... 62
8. Programa dos Internatos Comunitários ... 65
DISCIPLINA DE NÚCLEOS LIVRES 1. Atenção à saúde integral do adolescente ... 78
2. Especialidades pediátricas ... 79
3. Dermatologia ... 86
4. Hipertensão Arterial e Fatores de Risco ... 87
5. Medicina Física e Reabilitação (CRER) ... 89
6. Telemedicina ... 92
7. Oftalmologia Comunitária ... 95
8. Nefrologia ... 97
9. Diagnóstico por Imagem Aplicado a Clínica ... 99
10. Pronto-socorro de Queimaduras ... 99
11. Mastologia ... 101
12. Ginecologia Oncológica ... 103
13. Gestão Pública ... 104
14. Medicina de Família e Comunidade ... 105
ANEXOS Anexo 1 . Ficha de Avaliação ... 111
Anexo 2 . Folha de Freqüência ... 112
PROGRAMA GERAL DO INTERNATO
I - CONCEITO - INTERNATO
(Manual do Internato MEC - 1984)
É o último ciclo do curso de graduação em Medicina, livre de disciplinas acadêmicas, durante o qual o estudante deve receber treinamento intensivo, contínuo, sob supervisão docente, em instituição de saúde vinculada, ou não, à escola médica.
Política de Estágio e Prática:
(Projeto político-pedagógico da UFG - 2006)
A formação do médico incluirá, além de atividades práticas médicas desde o início do curso, o estágio curricular de treinamento em serviço, em regime de internato e sob supervisão direta dos docentes da própria Faculdade de Medicina. O referido estágio incluirá necessariamente aspectos essenciais nas áreas de Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia, Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva, devendo incluir atividades no primeiro, no segundo e no terceiro níveis de atenção em cada área.
II - OBJETIVOS
1. Capacitar o estudante para resolver, ou bem encaminhar, os problemas de saúde da população;
2. Ampliar, integrar e aplicar os conhecimentos adquiridos nos ciclos anteriores do curso de graduação;
3. Promover o aperfeiçoamento, ou a aquisição de atitudes adequadas à assistência dos pacientes;
4. Permitir melhor adestramento em técnicas e habilidades indispensáveis ao exercício de atos médicos básicos;
5. Possibilitar a prática da assistência integrada, pelo estímulo à interação dos diversos pro-fissionais da equipe de saúde;
6. Permitir experiências em atividades resultantes da interação escola médica-comunidade, pela participação em trabalhos extra-hospitalares, ou de campo;
7. Estimular o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças; 8. Desenvolver a consciência das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico,
perante o paciente, a família, a instituição e a comunidade;
9. Desenvolver a idéia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado.
III - PRÉ-REQUISITO
A inscrição no Internato implica aprovação em todas as disciplinas que compõem os ciclos básico e profissional do curso de graduação em medicina.
IV - DURAÇÃO E CARGA HORÁRIA
Carga horária total por disciplina:
DISCIPLINA CARGA HORÁRIA
Clínica Médica 560 Pediatria e Puericultura 560 Clínica Cirúrgica 560 Ginecologia e Obstetrícia 560 Moléstia Infecciosa 240 Saúde Mental 160 Urgência 240 Plantões 1104 Internato Comunitário 320 TOTAL 4304
Total - Núcleo Livre 470
INTERNATO – 5° ANO: I- 5
Início:
07/01/2008Término:
07/12/2008Férias:
4 semanas ao longo do anoDuração de cada rodízio:
4 semanas (total de 12 rodízios)Carga horária semanal:
52 horas - 40 horas + 1 plantão semanal de 12 horas (noturno ou de final de semana.)Urgência:
60 horas semanais - correspondendo a plantões de 12 horas de segunda a sexta-feira.V - DISPENSA DO INTERNATO COMUNITÁRIO
Critérios para Dispensa:
1. Ser mãe de criança com idade inferior a 02 anos
2. Ser portador de doença crônica de difícil controle fora do domicílio (comprovar)
3. Não ser liberado pelo empregador; essa dispensa, entretanto, não pode acarretar prejuízo para o aluno, nem interferir na carga horária de cada rodízio.
4. Ser casado ou arrimo de família (comprovar com declaração de imposto de renda). Reposição:
• Quando não for possível cumprir o internato comunitário, o aluno participará da equipe do PSF de Goiânia, em período integral.
Observação: Não preenchendo os critérios acima, o aluno (a) ficará devendo o estágio para ser cumprido posteriormente.
VI - TABELA DE RODÍZIOS (I - 5)
TABELA DE RODÍZIOS I - 5 / 2008
12 grupos: 11 em estágios diferentes e 1 grupo em férias
DIAS SEM CM CC GO PD NL1 NL2 NL3 MI UR SM IC FÉRIAS 07/01 a 03/02 4 A L K J I H G F E D C B 04/02 a 02/03 4 B A L K J I H G F E D C 03/03 a 30/03 4 C B A L K J I H G F E D 31/03 a 27/04 4 D C B A L K J I H G F E 28/04 a 25/05 4 E D C B A L K J I H G F 26/05 a 22/06 4 F E D C B A L K J I H G 23/06 a 20/07 4 G F E D C B A L K J I H 21/07 a 17/08 4 H G F E D C B A L K J I 18/08 a 14/09 4 I H G F E D C B A L K J 15/09 a 12/10 4 J I H G F E D C B A L K 13/10 a 09/11 4 K J I H G F E D C B A L 10/11 a 07/12 4 L K J I H G F E D C B A Legenda: SEM - Semana CM - Clínica Médica CC - Clínica Cirúrgica GO - Ginecologia e Obstetrícia PD - Pediatria NL - Núcleo Livre MI - Moléstias Infecciosas UR - Urgências SM - Saúde Mental IC - Internato Comunitário
PRECEPTORES RESPONSÁVEIS DE CADA ESTÁGIO - INTERNATO (I-6) - 2009
ESTÁGIO LOCAL PROFESSOR RESPONSÁVEL
Clínica Médica Hospital das ClínicasHGG Dr. Renato SampaioDr. Antonio Carlos Ximenes Pediatria e Puericultura Hospital das Clínicas Drª Maly de Albuquerque
Drª Maria Selma Neves da Costa Clínica Cirúrgica Hospital das ClínicasHGG
HUGO
Prof. Tarciso Dagolberto Borges Dr. Theobaldo Silva Costa Dr. Vail Izidoro da Costa
Ginecologia e Obstetrícia
Hospital das Clinicas MNS Lourdes Materno Infantil
Prof. Tarciso Dagoberto Borges Dr. Belchior Calaça Jr. Dr. Augusto Vidal
Dr. Marcelo Braga Viggiano
INTERNATO - 6° ANO: I-6
Início: 08/12/2008
Término:08/11/2009
Férias: 09/11/2009 a 08/12/2009
Duração de cada Rodízio: 4 rodízios de 12 semanas
Carga horária: 40 horas + 12 horas de plantão semanal: total 52 horas
TABELA DE RODÍZIOS ( I – 6)
04 Grupos DIAS SEM. CM CC PD GO 08/12 a 01/03 12 A D C B 02/03 a 24/05 12 B A D C 25/05 a 16/08 12 C B A D 17/08 a 08/11 12 D C B A 09/11 a 08/12 FÉRIAS Legenda: CM - Clínica Médica CC - Clínica Cirúrgica PD - Pediatria GO - Ginecologia e ObstetríciaVII – METODOLOGIA DE ENSINO
• Treinamento em serviço - sob supervisão
• Acompanhamento dos programas de educação continuada de cada serviço
• Atividades didáticas especialmente desenvolvidas para o interno de responsabilidade de cada serviço - de preferência utilizando metodologias ativas de ensino com conteúdo observado na prática
VIII – FREQÜÊNCIA
É obrigatória a freqüência integral, devendo a carga horária corresponder a 100% do total de horas de cada estágio.
Ficha de freqüência (anexo 2)
IX – AVALIAÇÃO
A avaliação deve basear-se em medidas de conhecimento, habilidades e atitudes, conforme a natureza, objetivos e duração dos diferentes estágios que compõem o programa do inter-nato.
• Avaliação de desempenho conforme ficha (anexo 1) • Avaliação final ao término do I-6:
• Avaliação de conhecimentos – testes de múltipla escolha
1. PROGRAMAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA MÉDICA
Chefe do Departamento de Clínica Médica: Prof. Mauri Félix de Sousa Subchefe: Prof. Marcelo Fouad Rabahi
Corpo Docente: Professores e Médicos do Departamento de Clínica Médica Chefe dos Serviços:
• Cardiologia: Prof. Salvador Rassi • Endocrinologia: Profa. Silvia Lêda
• Gastroenterologia: Prof. Jofre Rezende Filho • Hematologia: Prof. Renato Sampaio
• Nefrologia: Profa. Edna Regina Pereira • Neurologia: Prof. Marcelo Michel Hanna
• Pneumologia: Profa. Maria Auxiliadora Carmo Moreira • Reumatologia: Prof. Nílzio Antonio da Silva
• Coordenação do Internato de Clínica Médica: Prof. Renato Sampaio Tavares • Responsáveis pelo Internato em cada Serviço
• Pneumologia: Dra. Maria Conceição Queiroz • Nefrologia: Dra. Valéria Pigozzi Veloso • Reumatologia: Profa. Vitalina Souza Barbosa • Hematologia: Prof. Renato Sampaio Tavares • Cardiologia: Profa. Maria Heloísa Perillo Daher • Gastroenterologia: Prof. Jofre Rezende Filho • Neurologia: Profa. Marcelo Hanna
• Endocrinologia: Profa. Silvia Lêda
• Preceptores do Internato no CIAMS Novo Horizonte: I-5: Dr. Frederico Ribeiro Oliveira – Preceptor responsável da Unidade Dr. Ricardo Dantas
Dr. Alano de Carvalho Soares Dr. Heitor Godinho – Nefrologia
Profa. Maria Auxiliadora Carmo Moreira – Pneumologia Prof. Sérgio Baiochi - Cardiologia
Profa. Renata M. Yamamoto - Endocrinologia Prof. Fernando Henrique - Gastroenterologia
• Responsáveis pelos Programas de Saúde do CIAMS Novo Horizonte Enfermeira Maria Aparecida dos Santos
• Secretária do Internato no CIAMS Novo Horizonte Marília Danyela de Jesus
EMENTA
Estudo global das patologias clínicas mais comuns. Medidas de prevenção e tratamento. Rela-ção médico-paciente. Aspectos éticos, morais, sociais e fisiopatológicos na prática médica.
OBJETIVO GERAL
Treinamento na identificação e tratamento das enfermidades clínicas mais comuns e aplicação de medidas de prevenção dos males.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I-5:
1. Colocar em prática conhecimentos de anamnese e exame físico em pacientes atendidos na rede primária de saúde, sob assistência direta (preceptores);
2. Integrar os conhecimentos teóricos desenvolvidos dentro da Universidade e colocá-los em prática no sistema público de saúde, dentro da realidade brasileira;
3. Capacitar o aluno no atendimento de problemas comuns de saúde em pacientes adultos, em nível de assistência primária de saúde (ambulatorial – Unidade Básica de Saúde), tanto em casos eletivos como em casos de urgência;
4. Atuar na prevenção e aconselhamento das doenças mais comuns, participando nos pro-gramas de saúde:
a. Hiperdia – pacientes diabéticos e/ou Hipertensos b. Hanseníase
c. Tuberculose d. Tabagismo e. AIDS – DSTs
f. Vigilância Epidemiológica 5. Atuar em Equipe Multiprofissional;
6. Utilizar adequadamente o sistema de referência e contra-referência, através de registros e relatórios bem elaborados.
I- 6
1. Atender de forma integral ao doente portador de problemas clínicos mais comuns em enfermarias e ambulatórios;
2. Planejar a terapêutica de acordo com as evidências
3. Indicar internação hospitalar e conhecer os critérios de alta;
4. Prestar assistência ao doente, buscando aliviar o seu sofrimento, mesmo sendo portador de doenças incuráveis;
5. Realizar procedimentos como: suporte básico e avançado de vida, punção venosa, aplicar medicação parenteral, punção abdominal e torácica;
PROGRAMA DO INTERNATO EM CLÍNICA MÉDICA: I-5 – 2008
PERÍODO E LOCAL:
O Internato em Clínica Médica I-5 terá início em 07 de janeiro de 2008, e término em 07 de dezembro de 2008.
Os alunos serão divididos em 12 grupos de 9 - 10 alunos cada. Cada rodízio terá duração de 4 semanas. No período das 8:00 – 12:00h e das 14:00 - 18:00 h, intervalo de almoço de 12:00 – 14:00.
Os alunos deverão realizar plantões de 12 horas, de segunda a domingo das 19:00 às 07:00h e das 07:00h às 19:00h aos sábados e domingos.
Nos feriados, os alunos que estarão no Pronto Atendimento farão suas atividades normalmente. Todas as atividades do Internato em Clínica Médica I-5 serão desenvolvidas no CIAMS Novo Horizonte, localizado na Avenida Engenheiro José Martins Filho, s/n (seguir até o final da avenida T-9, contornar Terminal das Bandeiras, seguir pela Avenida César Lattes, e virar à esquerda após segunda lombada –Posto Ipiranga–, virando na segunda rua à direita). Os alunos deverão se deslocar por conta própria até o CIAMS, da mesma maneira que o farão para qualquer local de aprendizado durante seu curso. A Universidade não fornecerá condução para os alunos. Refeições e lanches serão fornecidos apenas durante plantões.
METODOLOGIA:
Serão desenvolvidas atividades tanto teóricas como práticas, conforme o cronograma abaixo:
SEGUNDAS TERÇAS QUARTAS QUINTAS SEXTAS
08:00 - 09:30 Seminários / Disc. Casos Seminários / Disc. Casos Seminários / Disc. Casos Seminários / Disc. Casos Reposições e Livre para Outros 09:30 - 12:00 / Urgência / Ambulatório Programas Ambulatório / Urgência / Programas Ambulatório / Urgência / Programas Ambulatório / Urgência / Programas Ambulatório / Urgência / Programas 14:00 - 18:00 / Urgência / Ambulatório Programas Ambulatório / Urgência / Programas Ambulatório / Urgência / Programas Ambulatório / Urgência / Programas Ambulatório / Urgência / Programas
O enfoque será eminentemente prático, com carga teórica no início das manhãs. Estas atividades teóricas acontecerão sob a supervisão dos vários serviços de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFG, com a participação dos preceptores diretos do posto de saúde.
Os diversos serviços visitarão o CIAMS Novo Horizonte para desenvolver atividades teóricas segundo o seguinte cronograma:
• Quartas-Feiras: Reumatologia (1ª e 3ª semanas) e Neurologia (2ª e 4ª semanas); • Quintas-Feiras: Hematologia (1ª e 3ª semanas) e Endocrinologia (2ª e 4ª semanas); Nas duas primeiras semanas serão organizados seminários sobre os temas mais relevantes em Clínica Médica, e nas duas últimas semanas serão discutidos casos clínicos selecionados e preparados pelos alunos, conforme sua experiência adquirida no período. Assim, cada serviço participará de um seminário e de uma discussão de casos clínicos por rodízio. Temas de cada seminário, em ordem cronológica de apresentação:
1. Pneumologia: Doença Pulmonares Obstrutivas 2. Nefrologia: Prevenção da Doença Renal Crônica 3. Reumatologia: Dor Articular
4. Hematologia: Abordagem ao Paciente Anêmico 5. Cardiologia: Abordagem ao Paciente Cardiopata
6. Gastroenterologia: Distúrbios Gastrointestinais Funcionais 7. Neurologia: Diagnóstico Diferencial das Cefaléias
8. Endocrinologia: Orientações sobre o Diabetes e os Nódulos Tireoidianos
Os seminários serão preparados pelos alunos, com auxílio ou supervisão dos preceptores, quando possível.
As atividades práticas do estágio serão subdivididas em atendimentos gerais, atendimentos de urgências e participação nos programas de saúde instalados no CIAMS Novo Horizonte. • Atendimento Ambulatorial Geral: 6 a 8 alunos
• Atendimento de Urgência: 2 a 3 alunos
• Programas de Saúde: 2 a 3 alunos (quando houver atividades nos programas) Os alunos serão subdividos em 4 grupos:
Grupo1: 1,2 Grupo 2: 3,4 Grupo 3: 5,6,7 Grupo 4: 8,9,10
A distribuição das atividades por semana, conforme o quadro abaixo:
SEMANA GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4
PRIMEIRA AmbulatórioProgramas AmbulatórioProgramas Pronto atendimento AmbulatórioProgramas SEGUNDA AmbulatórioProgramas AmbulatórioProgramas AmbulatórioProgramas Pronto atendimento TERCEIRA Pronto atendimento AmbulatórioProgramas AmbulatórioProgramas AmbulatórioProgramas QUARTA AmbulatórioProgramas Pronto atendimento AmbulatórioProgramas AmbulatórioProgramas
No início do rodízio, entregar a escala de plantões noturnos e de final de semana conforme a distribuição sugerida:
SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA SÁBADO DOMINGO
19:00 - 7:00 ALUNO Ambulatório/ Programa 19:00 - 7:00 ALUNO Ambulatório/ Programa 19:00 - 7:00 ALUNO Ambulatório/ Programa 19:00 - 7:00 ALUNO Ambulatório/ Programa 19:00 - 7:00 ALUNO Ambulatório/ Programa 7:00 - 19:00 ALUNO Pronto Atend. 7:00 -19:00 ALUNO Pronto Atend./ Ambulatório
AVALIAÇÃO
1. Nota de conceito conforme a ficha de avaliação própria do CIAMS Novo Horizonte (em anexo) – correspondendo a 80% da nota final.
2. Nota da discussão de caso – correspondendo a 20% da nota.
3. A nota final será obtida pela somatória das notas de conceito e da discussão de caso.
I- 6 – 2009
O Internato em Clínica Médica I-6 terá início em 08 de dezembro de 2008, e término em 08 de novembro de 2009.
Os alunos serão divididos em 2 grupos (um de 14 e outro de 13 alunos). Cada rodízio terá duração de 12 semanas.
As atividades do I-6 serão desenvolvidas no Hospital das Clínicas (HC) e do Hospital Geral de Goiânia (HGG) sob coordenação:
• Hospital das Clínicas: Prof. Renato SampaioTavares
• Hospital Geral de Goiânia (HGG): Prof. Antonio Carlos Ximenes Tabela dos rodízios em clínica médica:
DIAS SEM. CM 10/12 a 02/03 12 A 03/03 a 25/05 12 B 26/05 a 17/08 12 C 18/08 a 09/11 12 D 10/11 a 09/12 FÉRIAS
As atividades práticas serão desenvolvidas em ambulatórios e enfermarias das especialida-des: cardiologia, gastroenterologia, endocrinologia, hematologia, nefrologia, neurologia, pneumologia e reumatologia. No HGG farão atividades também na enfermaria de clínica médica. Atividades serão em período integral conforme a especificidade de cada serviço. Distribuição entre os Serviços:
Grupos de 2 a 3 internos passarão por 2 serviços simultaneamente. Serviços Agrupados:
1. Cardiologia e Endocrinologia 2. Pneumologia e Neurologia 3. Nefrologia e Reumatologia 4. Gastroenterologia e Hematologia
ATIVIDADES
Período Matutino
Segundas às Sextas-Feiras – Atividades em Enfermarias – 07:30 - 12:00 h Quartas-Feiras – Sessões Clínicas do Departamento – 09:00 - 10:00 h
ATENÇÃO: A presença nas Sessões Clínicas do Departamento de Clínica Médica (4as Feiras)
é OBRIGATÓRIA, com controle de freqüência dos internos. Qualquer atividade neste período é PROIBIDA, exceto com a liberação expressa da preceptoria do Internato (Prof. Renato S. Tavares).
Período Vespertino
Segundas às Sextas-Feiras - Ambulatórios Visita aos Pacientes - Após ambulatórios Período Noturno
Escala de Plantão em UTI/HC e na Enfermaria de Clínica Médica do HC-UFG - 19:00 - 00:00h. Os plantões serão para todos os internos (HC e HGG), mas serão realizados apenas no HC.
ESCALA DOS AMBULATÓRIOS – ATIVIDADES VESPERTINAS
AMBULATÓRIO 1 Reumatologia:
Quartas-Feiras: Ambultório C – Salas 6 e 7 Sextas-Feiras: Ambulatório C – Salas 6 e 7 Nefrologia:
Segundas-Feiras: Ambulatório A – sala 20-A Terças-Feiras: Ambulatório A – Sala 20A Quintas-Feiras: Ambulatório A – Sala 20A AMBULATÓRIO 2
Pneumologia:
Segundas-Feiras: Ambulatório de DPOC Quintas-Feiras: Ambulatório Geral Sextas-Feiras: Ambulatório de Asma Neurologia:
Terças-Feiras: Ambulatório com Dr. Leonardo (após da pneumo) Quartas-Feiras: Ambulatório com Dr. Marcelo Hanna
Quintas-feiras: Ambulatório com Profa. Denise Sisteroli AMBULATÓRIO 3
Hematologia:
Terças-Feiras: Ambulatório com Dra. Camila Lorena Quintas-Feiras: Ambulatório com Dra. Adriana
Sextas-Feiras (pela manhã): Ambulatório de Hemoglobinopatias Gastroenterologia:
Segundas-Feiras: Ambulatório C – Salas 3 e 4 Sextas-Feiras: Ambulatório C – Salas 3 e 4
AMBULATÓRIO 4 Cardiologia:
Segundas-Feiras: Ambulatório com Dra. Neusa Quartas-feiras: Ambulatório com Dra. Neusa Sextas-Feiras: Seminários
Endocrinologia:
Terças-Feiras: Ambulatório com Dra. Estela Quintas-Feiras: Ambulatório com Dra. Estela
AVALIAÇÃO
O aluno será avaliado segundo seu desempenho prático, seu interesse pelo aprendizado, sua pontualidade e apresentação, seu relacionamento médico-paciente e seu conhecimento teórico (ficha avaliação clínica médica, em anexo).
Observações para o I-5 e I-6
1. A presença é OBRIGATÓRIA em 100% DAS ATIVIDADES, conforme regula o estatuto do Internato. Faltas somente serão aceitas quando o motivo for doença ou morte na família (parentes em 1º Grau). Serão exigidas cópias de comprovantes.
2. Faltas em plantões e outras não comprovadas serão motivo de REPROVAÇÃO NO ESTÁ-GIO DE CLÍNICA MÉDICA.
3. Faltas para comparecimento em Congressos ou outros eventos científicos só serão permi-tidas após liberação pelo Coordenador do Internato de Clínica Médica (Prof. Renato S. Tavares)
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
1 - Cecil: Textbook of Medicine 22ª edição, W.B.Saunders, Philadelphia, dezembro, 2003 2 - Harrison’s Principles of Internal Medicine, 16 ª edição, McGra Hill, New York, 2004 3 - Current Medical – Diagnosis and Treatment. 42ª ed McGraw-Hill. 2003
4 - Atualização Terapêutica. 20ª ed. Arts Medicas. 2001 5 - Vademecum de Clínica Médica. Guanabara Koogan. 2005 6 - Consensos de Especialidades
2. PROGRAMAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA CIRÚRGICA
DISCIPLINA DE CLÍNICA CIRÚRGICA
Chefe do Departamento de Cirurgia: Prof. Hélio Ponciano Trevenzol Coordenador do Internato: Dr. Carlos Costa Neves
SERVIÇO DE CIRURGIA GERAL
Chefe do Serviço: Prof. Claudemiro Quireze Júnior Coordenação: Prof. Carlos da Costa Neves
CORPO DOCENTE
Professores Efetivos
Prof. Claudemiro Quireze Júnior Prof. Félix André S. Penhavel Prof. Hélio Ponciano Trevenzol Prof. Luiz Arantes Rezende Prof. Joel Neder
Prof. Paulo Evangelista da Rocha Professores Substitutos
Prof. Oscar Barrozo Marra Prof. Rennel Pires de Paiva
Médicos em disponibilidade do Serviço Dr. Berivaldo Dias Ferreira
Dr. Carlos Costa Neves Drª. Daniella Milhomem Drª. Fátima Murié
Dr. Fernando Correia de Amorim Dr. Leósarte Alves
Dr. Manoel Maria Pereira dos Santos Dr. Ruver Andrade Martins
Dr. Wagner Costa Braga
PROGRAMAÇÃO DO CURSO TEÓRICO-PRÁTICO
EMENTA
Estudo para a formação de médicos com conhecimento científico na área de cirurgia, compreendendo os diagnósticos das principais patologias cirúrgicas, suas complicações e indicações cirúrgicas eletivas e emergenciais.
OBJETIVOS
• Diagnosticar doenças de tratamento cirúrgico mais comuns • Indicar e contra-indicar cirurgias
• Saber avaliar o risco cirúrgico • Fazer pré-operatório
• Fazer pós-operatório
• Conhecer rotina de centro cirúrgico • Realizar cirurgias ambulatoriais • Conhecer critérios de alta hospitalar
METODOLOGIA
ATIVIDADE TEÓRICA
Aulas expositivas e seminários de temas específicos de Cirurgia Geral previamente programa-dos pelos professores do serviço.
ATIVIDADE PRÁTICA
Ambulatorial
O aluno realizará o atendimento dos pacientes agendados sob a orientação do professor escalado, com anamnese, interrogatório sintomatológico e exame físico. Em seguida, haverá discussão em grupo do diagnóstico clínico, dos exames laboratoriais a serem solicitados e avaliação interdisciplinar pertinente ao caso em estudo, estabelecendo a conduta e análise das complicações e dos aspectos éticos.
Professores responsáveis
A atividade ambulatorial será desenvolvida sob orientação dos professores em escala previa-mente estabelecida.
Enfermaria
Discussão em grupo, dos pacientes admitidos na Clínica Cirúrgica, sob orientação de um professor em escala previamente estabelecida. Serão confeccionadas as histórias clínica e semiológica e discutidos: diagnóstico, indicação cirúrgica, avaliação pré-operatória, conduta, avaliação pós-operatória, complicações e os aspectos éticos pertinentes a cada caso.
LOCAL DAS ATIVIDADES PRÁTICAS
a) Ambulatorial: Hospital das Clínicas – 1° andar Ambulatório A - Salas 8-A e 10-A.
Hospital Araújo Jorge
b) Enfermaria: Hospital das Clínicas – 3° andar
Serviço de Cirurgia Geral - Departamento de Cirurgia. Hospital Araújo Jorge
AVALIAÇÃO DO SERVIÇO
O serviço de Cirurgia Geral avaliará as subturmas, no final de cada rodízio, na forma de conceito, prova escrita ou teste e prática. O conteúdo da avaliação será composto dos temas desenvolvidos durante a programação.
PROGRAMA TEÓRICO DO SERVIÇO DE CIRURGIA GERAL
TEMAS GERAIS
• Pré e Pós-operatório
• Alterações Metabólicas do Trauma • Infecção e Cirurgia
• Cicatrização da Ferida Cirúrgica • Hidratação Pós-operatória • Suporte Nutricional
• Princípios da Videolaparoscopia • Princípios da Oncologia
• Afecções clínicas e cirúrgicas do Aparelho Digestivo • Afecções cirúrgicas da parede abdominal
TEMAS ESPECÍFICOS
• Hérnia Inguino-Crural
• Hérnias da Parede Abdominal
• Hérnia Hiatal e Doença do Refluxo Gastroesofágico • Megaesôfago
• Colelitíase
• Colestase Hepática • Hipertensão Portal • Apendicite Aguda • Úlcera Péptica Perfurada • Abdome Agudo • Trauma Abdominal • Politraumatismo • Obstrução Intestinal • Bócio • Neoplasia da Tireóide • Procedimentos Ambulatoriais • Neoplasia de Esôfago • Neoplasia Gástrica
01. ATIVIDADES PRÁTICAS
O interno participará de atividades de Enfermaria, Centro Cirúrgico, Cirurgia Ambulatorial, Atendimento Ambulatorial e Unidade de Emergência.
1.1. Enfermaria
O interno terá um número de leitos, sendo responsável pela história clínica, evolução, pres-crição e apresentação dos leitos nas visitas.
1.2. Centro Cirúrgico
O interno participará do ato cirúrgico como 2º ou 3º auxiliar, instrumentador ou, ainda, como assistente.
1.3. Pequena Cirurgia
Realizará pequenos procedimentos cirúrgicos, sob anestesia local e orientação de médicos do Hospital das Clínicas e médicos residentes de Cirurgia Geral.
1.4. Ambulatório
Atenderá pacientes de 1ª e 2ª consultas, discutindo os casos com o professor ou residentes. 1.4.1. Nenhum paciente poderá ser liberado antes da discussão com o professor ou residente presente no ambulatório.
1.5. Unidade de Emergência (HUGO e HC)
1.5.1. Todos os dias das 07:00 às 19:00 horas por volta de 04 semanas, sendo que metade da turma ficará no Hugo e a outra no HC, com inversão após 02 semanas.
Participará das urgências cirúrgicas na Sala de Sutura, na Enfermaria e no Centro Cirúrgico, com escala predeterminada.
02. AVALIAÇÃO
INTERNATO__________________________________________________
Avaliação do Serviço de: _______________________________________ TURMA: ________ Período de: ___/___/___ a ___/___/___ Assinatura do Preceptor: ____________________
Data:____/____/____
Nome do Interno Conceito
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Média
01. Interesse pelo aprendizado 06. Relação/equipe 02. Conhecimentos gerais 07. Responsabilidade 03. Capacidade de trabalho 08. Relacionamento/Paciente 04. Ética profissional 09. Apresentação
05. Pontualidade 10. Iniciativa
03. INDUMENTÁRIA
3.1. Masculino: Calça, camisa, sapatos e meias brancas ou jaleco branco.
3.2. Feminino: Vestido, calça comprida, saia, blusa e sapatos brancos ou jaleco branco. Não usar minissaia nem miniblusa.
04. NORMAS EDUCATIVAS
4.1.Observar a hierarquia 4.2. É proibido sentar nos leitos
4.3. É proibido fumar nas dependências do Serviço
ATIVIDADES DO I-5
As atividades do internato I-5 serão todas desenvolvidas no Hospital Araújo Jorge, onde serão ministradas as atividades teóricas e práticas com rodízios semanais nas subespecialidades. (Veja tabela com escala no final).
Internato 2008. I-5
Turma _____ ___/___/___ a ___/___/___ Hosp. Araújo Jorge
TURMA _____ __/__ a __/__ __/__ a __/__ __/__ a __/__ __/__ a __/__
PT/URO CP AP. DIG. TC
CP AP.DIG. TC PT/URO
AP. DIG. TC PT/URO CP
TC PT/URO CP AP. DIG.
PT - pele e tórax URO - urologia CP - cabeça e pescoço AP.DIG - aparelho digestivo TC - tecido conjuntivo
ATIVIDADES DO I-6
Serão desenvolvidas no HGG, HC e HUGO.
No HC com escala preestabelecida com rodízio no PS, CLÍNICA CIRURGICA e ESPECIALI-DADES (urologia, proctologia, cirurgia vascular), como modelo que segue (Veja tabela escala no final).
Internato 200__
Subturma ___ – De ___/___/___ a ___/___/___
___/___ a ___/___ ___/___ a ___/___ ___/___ a ___/___
Subturma ___ Cirurgia Geral P.S. Especialidades
Subturma ___ P.S. Especialidades Cirurgia Geral
Subturma ___ Especialidades Cirurgia Geral P.S.
Divisão dos subgrupos: Subturma ___ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ Subturma ___ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ Subturma ___ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________
05. CRONOGRAMA SEMANAL
5.1. Segundas, Quartas e Sextas-Feiras (de acordo com a escala do interno): Das 07:00 às 07:30h – Evolução e prescrição
Das 07:30 às 11:00h – Centro Cirúrgico/Pequena Cirurgia
Das 13:00 às 16:00h – Centro Cirúrgico/Ambulatório/Pequena Cirurgia Das 16:00 às 17:00h – Visita às enfermarias nas 2ª e 4ª feiras
5.2. Terças e Quintas-Feiras (de acordo com a escala do interno): Das 07:00 às 07:30h – Evolução e prescrição
Das 07:30 às 08:30h – Seminário e Clube de Revista com médico residente Das 08:30 às 09:30h – Visita geral às enfermarias
Das 09:30 às 10:30h – Discussão de casos, marcação de cirurgia e tirar dúvidas. Das 13:00 às 17:00h – Ambulatório/ centro cirúrgico
5.3. Sábado, Domingo e Feriado (de acordo com a escala do interno): Das 07:30 às 09:00h – Evolução e prescrição.
BIBLIOGRAFIA
CIRURGIA GERAL
1 - AMÂNCIO, A; BARBOSA, H. Controle clínico do paciente cirúrgico. 4. ed. Rio de Janeiro: Ateneu, 1976.
2 - BURIHAN, Emil; RAMOS, Rudge Ramos. Condutas em cirurgia. São Paulo: Atheneu, 2001.
3 - FREIRE, Evandro. Trauma: Cirurgia do Século. São Paulo: Atheneu, 2003.
4 - GOFFI, FS et al. – Técnica cirúrgica: bases anatômicas, fisiopatológicas e técnica da cirurgia. 4ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
5 - RAIA, A.A et.al. – Clínica cirúrgica ALÍPIO CORRÊA NETTO. 4. ed. São Paulo: Savier, 1988.
6 - ROCHA, PRS et al. Abdômen agudo. 2. ed. Rio de Janeiro MEDSI, 1993.
7 - SCHWARTZ, S.I et al. Princípios da cirurgia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1976.
8 - SILVA, A.L et. al. Hérnias. São Paulo: Rocca, 1992.
9 - SOBOTTA, Atlas de anatomia humana. 22 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
10 - TOWNSEND JR, C.M. SABISTON. Tratado de cirurgia bases biológicas da prática cirúrgica moderna 16. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
11 - VINHÁES, JC. et. al. – Clínica e terapêuticas cirúrgicas. 1ª ed. Rio de Janeiro: Gua-nabara Koogan, 1997.
UROLOGIA
LIVROS/CDs/DVDs REVISTAS/CDs
1 - Brazilian Journal of Urology – Revista Bimestral – SBU 2 - Journal of Urology – Revista Mensal – AUA
CIRURGIA VASCULAR
1 - BONAMIGO, T, P. Doenças da Aorta e seus ramos: Diagnósticos e tratamento. Fundo Editorial BYK.
2 - LANE, J,C. O exame do paciente vascular. Fundo Editorial BYK. 3 - MAFFEI, F.H.A. Doenças vasculares periféricas.
4 - ZERBINI, E.J.; NETO, Alípio Correia. Clínica Cirúrgica, 2º volume, Editora Sarvier. COLOPROCTOLOGIA
1 - BECK, David E; WEXNER, Steven D. Fundamentals of Anorectal Surgery. 2 - CRUIZ, Magela Gomes da. Coloproctologia – vol. I, II, III, Ed. Revinter. 3 - MOREIRA, Hélio. Coloproctologia – Conceitos. Ed. Escaleno.
4 - PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. Ed.Guanabara Koogan.
3. PROGRAMAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GINECOLOGIA
E OBSTETRÍCIA
Chefe do Departamento: Prof. Rui Gilberto Ferreira Subchefe do Departamento: Waldemar Naves do Amaral Coordenador do Internato 5: Alexandre Vieira Santos Moraes Coordenador do Internato 6: Tarciso Dagoberto
Médicos e Professores do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia: José Miguel de Deus Francisco Lobo
Luiz Fernando Pádua Oliveira Fernando Mesquita de Almeida Luis Augusto A. Batista Frederico Faria Rodrigues Luso Guedes de Amorim Gilberto de Matos Filho
Marcos Augusto Filisbino Jaqueline de Aquino Castro Soares Mariluza Terra Silveira José Donizete Nunes Fidalgo Mário Silva Approbato José Wesley Benicio Soares Marta curado Franco Finotti Julio Eduardo Ferro
Mauricio Campos Viggiano Marcos lázaro de Sousa Godim Mirian Socorro Seixas Regis Resende Paulinelli
Rodopiano Florêncio de Sousa Reinaldo Satoru Azevedo Sasaki Ruffo de Freitas Junior Rosemar Macedo Souza
Rui Gilberto Ferreira Ruth Carla Alves da C. Souza Tarciso Dagoberto Sergio Raul Aquino e Silva Vardeli Alves de Mores Virginea Meireles Reis Waldemar Naves do Amaral Zulmirene Cardoso Fonseca Washington Luiz Ferreira Rios Rita de Cássia Borges Dejan Rodrigues Nonato Zelma Bernardes Costa Pabline B. Lima Almeida Marcelo Braga Viggiano Alexandre V. Santos Moraes João Baptista de Alencastro Luiza Emylce Plar Rasado Schmaltz
EMENTA
Semiologia em ginecologia. Função menstrual. Alteração da função menstrual. Vulvovagini-tes.Infertilidade. Fisiologia do ciclo grávido-puerperal. Diagnóstico da gravidez. Propedêutica clínica da gestação. Medicina Fetal. Assistência ao ciclo puerperal. Climatério. Patologia cervical. Oncologia ginecológica. Hemorragias obstétricas. Intercorrências clínica e obstétri-cas do ciclo grávido-puerperal. Relação médico-paciente. Aspectos éticos, morais, sociais e fisiopatógicos na prática médica.
OBJETIVO GERAL
Treinar o aluno para identificação dos problemas ginecológicos mais freqüentes e para a orientação adequada. Treinar o aluno para o conhecimento das modificações da gravidez e para a assistência adequada à gestante durante o ciclo grávido puerperal. Capacitar o aluno no atendimento:
• Integral à saúde da mulher • Ao parto e suas intercorrências
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1) Reconhecer a mulher como ser uno, devendo sempre ser vista de maneira global, do ponto de vista biopsicossocial;
2) Atuar preventivamente nas áreas de Pré-Natal, DST, Climatério, Anticoncepção, Infanto Plueral, Mastologia, dentro do programa de Assistência Integrada da Saúde da Mulher. 3) Realizar adequada observação clínica da mulher com anamnese e exame físico, com a
elaboração de hipótese diagnóstica e condutas através de um raciocínio clinico coerente; 4) Diagnosticar e tratar de forma objetiva os problemas comuns do ambulatório, bem como
as principais emergências no período da gravidez e também em períodos não-gravidícos. 5) Conhecer as normas de atendimento da gestante na sala de parto e acompanhá-la na
enfermaria.
6) Acompanhar as cirurgias ginecológicas e o pós-operatório na enfermaria, dar plantões noturnos e aos sábados e domingo em tempo integral.
7) Desenvolver atitudes adequadas de relacionamento médico-paciente-família, levando em consideração os princípios da Ética médica.
8) Promover a valorização dos diversos aspectos da Saúde Mental.
9) Atuar dentro dos princípios bioéticos que regem a relação médico-paciente-família. 10) Estimular a capacidade reflexiva e crítica do aluno e a busca constante do conhecimento
METODOLOGIA
• Haverá aula inaugural da disciplina, com apresentação de proposta de seu desenvolvimento. • As atividades teóricas das disciplinas serão ministradas no horário de 7:30h às 9:00h. • Os alunos serão divididos em 4 subturmas (A, B, C, D) e locados nos diversos setores:
Ambu-latórios de Ginecologia, Obstetrícia, Emergência e Enfermaria, onde serão desenvolvidos os objetivos propostos, sempre sob a supervisão e orientação de um profissional docente. • Após o atendimento, haverá discussão dos casos atendidos e/ou assuntos teóricos
previa-mente definidos.
DESCRIÇÃO DOS RODÍZIOS E SEUS RESPECTIVOS PROFESSORES E MÉDICOS
• O internato 5 terá duração de 4 semanas com atividades na Maternidade Nascer Cida-dão - Goiânia, em período integral, onde todas as atividades teóricas e práticas serão desenvolvidas.
• O internato 6 terá duração de 12 semanas.
1) Será realizado na Maternidade do HC-UFG (7 alunos), Maternidade NSL (7 alunos), HMI-GO (14 alunos), onde os alunos terão todas as atividades teóricas e práticas ministradas por profissionais habilitados, sempre sobre a supervisão de um docente.
2) Ambulatório: nos períodos matutino e vespertino, de Ginecologia Geral, Pré-Natal, e nas diversas áreas de atuação da especialidade.
3) Enfermaria: Evolução, prescrição, discussão de casos dos pacientes internados na enfermaria. 4) Plantões: Este estágio é eminentemente prático. O aluno terá oportunidade de atender
e acompanhar gestantes e mulheres com as mais diversas patologias em situações de emergência.
REGRAS DE FUNCIONAMENTO BÁSICAS
• Vestimentas: Os internos devem comparecer ao hospital de jalecos brancos.
• Plantões: Os internos devem apresentar escalas dos plantões dos respectivos setores de cada rodízio:
a) cada interno receberá uma folha de freqüência dos plantões, que deverá obrigatoriamente ser assinada no horário de entrada e saída, pelo Staff ou Residente, com os quais trabalhou no plantão, e ser entregue no Departamento de Ginecologia e Obstetrícia no último rodízio. b) Os plantões só terminam no momento da chegada do próximo interno plantonista.
c) O não-comparecimento aos plantões sem justificativa prévia aceita pelo Departamento implica:
- 1 plantão: Advertência e reposição em forma de 2 plantões (finais de semana e feriados) - 2 plantões: Segunda advertência e reposição de 3 plantões (finais de semana e feriados) - 3 plantões: reprovação no rodízio
AVALIAÇÃO CONCEITUAL
Os alunos serão avaliados através de:
a) Avaliação conceitual e individual nos Ambulatórios, Pronto-Socorro, Centro Cirúrgico e Enfermaria.
- Ficha de Avaliação: Ótimo (9,1 a 10,0) Bom (7,1 a 9,0) Regular (5,0 a 7,0) Insuficiente (<5,0)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL
• Interesse pelo aprendizado • Responsabilidade • Relacionamento/equipe • Pontualidade • Iniciativa • Relação/Paciente • Conhecimentos Gerais • Capacidade de trabalho • Ética profissional • Apresentação
OBS: O aluno que obtiver a nota Insuficiente será avaliado como INAPTO b) Avaliação de conhecimentos teóricos, utilizando-se:
• Testes de múltipla escolha e questões discursivas, sessões clínicas e atividades expositivas. (O desenvolvimento das atividades pedagógicas é realizado pelo docente responsável pelo interno naquela unidade)
• Aulas ministradas por professores convidados especialistas sobre alguns temas propostos, com metodologia dinâmica e participativa.
• Seminário desenvolvido pelos alunos com aplicação de pré e pós-testes; • Discussão de casos clínicos sob coordenação.
• Discussão de casos ambulatoriais no próprio ambulatório; • Discussão de casos clínicos das manifestações mais freqüentes; • Seminários sobre as intercorrências mais freqüentes;
• Discussão dos casos clínicos dos pacientes internados em enfermarias.
PROGRAMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA - INTERNATO I-5
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
• Preceptor responsável pelo Estágio-Internato: Prof. Alexandre Vieira Santos Moraes - Hospital Nascer Cidadão
a) Aulas Expositivas e Práticas ambulatoriais 1) Pré-natal
PP Pré-natal – exames laboratoriais 2) Assistência ao parto normal 3) Partograma
4) Prevenção do câncer ginecológico 5) DST
6) Anticoncepção e climatério
7) Indicações e complicações da cesariana 8) Cardiotocografia e perfil biofísico-fetal 9) Aborto.
PROGRAMA TEÓRICO-PRÁTICA - INTERNATO I-6
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
• Preceptores Responsáveis pelo Estágio-Internato Prof. Tarciso Dagoberto – Hospital das Clínicas Prof. Belchior – MNS Lourdes
a) Aulas Expositivas e Seminários 1) Gravidez de alto risco
2) Assistência ao parto distórcico 3) Fórceps
4) Aborto terapêutico 5) DHEG
6) Hemorragia do III trimestre da gravidez 7) Infecção puerperal 8) Diabetes e gravidez 9) Cesariana 10) Patologia cervical 11) DST 12) Anticoncepção 13) Climatério
15) USG em ginecologia e obstetrícia 16) Medicina fetal
17) Morte materna
18) Prolapsos e distopias genitais 19) Ciclo menstrual
20) Sangramento uterino anormal 21) Miomas uterinos
22) Amenorréia
23) Endometriose e adenomiose 24) Cervicovaginites e DIPA 25) Embriologia e malformações
26) Neoplasias do colo, corpo uterino, ovários e mamas 27) Incontinência urinária 28) Planejamento familiar b) Sessão Clínica 1) Eclâmpsia 2) AIDS e gravidez 3) CIUR 4) Cardiopatia e gravidez 5) Prolapso de cúpula vaginal 6) Complicação de histerectomia
AMBULATÓRIO DE ÁREAS DE ATUAÇÃO
1) Pré-natal de alto risco 2) Violência contra a mulher 3) DST e patologia cervical 4) Reprodução humana 5) Planejamento familiar 6) Climatério 7) Medicina fetal 8) NTG
BIBLIOGRAFIA:
1 - Tratado de Ginecologia da Febrasco, 2001
2 - Ginecologia de Consultório – Geraldo Rodrigues de Lima, 2003 3 - Manual de Conduta em Ginecologia e Obstetrícia - SGGO, 2005 4 - Neme – Obstetrícia Básica – Sarvier, 2006
4. PROGRAMA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PEDIATRIA - 2008
EMENTA
Integração da Universidade com a Rede Básica de Saúde em ação conjunta interdisciplinar. Ensino voltado à formação holística, visando a um melhor atendimento nas várias etapas do desenvolvimento desde a fase neonatal à adolescência. Levar ao conhecimento do aluno os programas de educação em saúde do Ministério da Saúde.
1. OBJETIVO GERAL
Capacitar o aluno para a atenção à saúde da criança e adolescente pautada no importante princípio da integralidade e da ética, respeitando-se os diferentes ciclos de vida que permeiam o período do nascimento ao final da adolescência; contribuir para a formação de profissionais capazes de atuar em equipes interdisciplinares com mudança do foco assistencial e hospitalar para o da promoção da saúde, através de ações educativas, com foco na prevenção das doenças e na preocupação com a qualidade de vida de crianças e adolescentes.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
O estágio em pediatria tem por objetivos específicos capacitar o aluno a:
1. Reconhecer a criança como ser uno, devendo sempre ser vista de maneira global, do ponto de vista biopsicossocial;
2. Conhecer as práticas de educação à saúde, ações de prevenção e promoção à saúde da criança e adolescente;
3. Realizar adequada observação clínica da criança com anamnese e exame físico detalhado com a elaboração de hipóteses diagnósticas e condutas através de um raciocínio clínico coerente;
4. Diagnosticar e tratar de forma objetiva os problemas comuns do ambulatório de pediatria; 5. Reconhecer e conduzir com prontidão as principais urgências e emergências no período
da infância e adolescência;
6. Realizar adequada assistência ao recém-nascido na sala de parto;
7. Acompanhar o RN em alojamento conjunto e estar apto para identificar e interferir em situações que possam dificultar o aleitamento materno exclusivo;
8. Estar apto a atender à criança e ao adolescente com doenças crônicas em situações rotineiras e reconhecer o momento de encaminhamento ao especialista;
9. Conhecer e aplicar as ações preconizadas pelo Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança do Ministério da Saúde;
10. Desenvolver atitudes adequadas de relacionamento médico-paciente-família, levando em consideração os princípios da Ética médica;
11. Promover a valorização dos diversos aspectos da Saúde Mental da criança e do adoles-cente e seu núcleo familiar;
12. Promover o direito da criança e do adolescente à cidadania e conhecer os princípios que regem o estatuto da criança e do adolescente;
13. Desenvolver a capacidade reflexiva e crítica para a busca constante do conhecimento.
METODOLOGIA
O desenvolvimento das atividades pedagógicas é realizado pelo corpo docente utilizando-se diferentes métodos, com ênfase na importância das metodologias ativas;
• Utilização da problematização como metodologia ou estratégia de discussão;
• Aulas ministradas por professores convidados em alguns temas propostos, com metodologia dinâmica e participativa;
• Seminários desenvolvidos pelos alunos com aplicação de pré e pós-testes;
• Discussão de casos clínicos na forma de sessão clínica com participação de todo o depar-tamento de pediatria;
• Evolução e discussão de casos de pacientes internados em enfermarias;
• Discussão de casos ambulatoriais de puericultura e pediatria geral no próprio ambulatório; • Discussão de casos atendidos em serviços de pronto atendimento ou emergências.
ESTÁGIO: ATENÇÃO PRIMÁRIA EM PEDIATRIA - INTERNATO I-5
Duração: 4 semanas
Local: Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia Distrito Sanitário Sudoeste
Unidade Básica de Saúde - CIAMS Novo Horizonte Responsáveis (Departamento de Pediatria)
Eliane Terezinha Afonso Guilherme Lopes Barbosa Solomar Martins Marques
Considerando a necessidade de integrar o saber crítico e o conhecimento científico produ-zido nas universidades com o saber dos profissionais de saúde e práticas da comunidade, impõe-se também a necessidade de revisão da prática clínica com redirecionamento do foco assistencial para a atenção básica e cuidados primários de saúde.
Nessa perspectiva, o estágio em atenção primária em pediatria contempla, em sua progra-mação teórica e prática, não apenas a abordagem clínica da criança e adolescente, mas também a apresentação e as práticas em projetos desenvolvidos no serviço visando à atuação interdisciplinar. Inicialmente destaca-se o projeto de humanização da atenção e acolhimento do usuário na unidade. Em seguida desenvolve-se o programa de atenção e promoção da saúde bucal da criança. O Núcleo de Prevenção às Violências e Promoção à Saúde, apesar de vinculado ao nível central, desenvolve capacitação e divulgação da ficha de notificação, mensalmente, para os grupos de alunos e profissionais da unidade.
PROGRAMAÇÃO PROPOSTA
Primeiro dia:
Acolhimento dos alunos: gestores do CIAMS da SMS (Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia) e outros profissionais, Departamento de Pediatria (Eliane, Solomar, Guilherme); Apresentação e discussão dos objetivos e metas da disciplina (Departamento de Pediatria -Eliane);
Exposição sobre a rede municipal de saúde de Goiânia; conceito de Distritos Sanitários (coordenador da rede ambulatorial da SMS, Dr. Rafael) Apresentação da unidade de saúde CIAMS Novo Horizonte (gestora Vânia).
Abordagem teórico-prática
1- Programa de atenção integral à saúde da criança do Ministério da Saúde (PAISC): ações e projetos desenvolvidos nas unidades da SMS incluindo Estratégia de Saúde da Família (facilitadores do serviço: técnico(a) da Divisão da Mulher, Criança e Adolescente da SMS); 2- Vigilância do crescimento e desenvolvimento da criança (CD); utilização da caderneta da criança pelos profissionais de saúde e pais; Programa de CD nas unidades da SMS e ESF acompanhamento do recém-nascido de risco; ambulatórios de referências distritais da SMS (facilitadores do serviço: técnico(a) da Divisão da Mulher, Criança e Adolescente da SMS); 3- Programa Nacional de Imunização – Estágio supervisionado na sala de imunização da unidade (facilitadores do serviço: enfermeira Líliam, técnicas de enfermagem Gessi e Maria Aparecida);
4- Pneumonias comunitárias – Programa de atenção às infecções respiratórias agudas do Ministério da Saúde; (IRAs) na infância – protocolos de diagnóstico e de tratamento;
5- Antibióticos nas doenças comunitárias;
6- Alimentação saudável na infância e aleitamento materno;
7- Anemias carenciais – Abordagem de prevenção segundo a SBP e programa de uso sema-nal proposto pelo Ministério da Saúde;
8- Diarréia aguda, TRO, gastróclise e hidratação venosa;
9- Oficina – Política Nacional de Prevenção da Morbimortalidade por Violências e Acidentes: apresentação da Rede de Atenção à Mulher, Criança e Adolescentes em Situação de Violência da SMS Goiânia (facilitadores do serviço: psicólogas Railda, Cida Alves e assistente social Arleide);
10- Política nacional – Programa de Humanização do SUS – apresentação e estágio super-visionado no setor de acolhimento ao usuário do CIAMS Novo Horizonte (facilitadores do serviço: psicóloga Rosane, enfermeiras Enilsa e Fabiana);
11- Saúde bucal da criança – Programa da SMS de atenção à criança: Apresentação de aspectos preventivos e de promoção da saúde; participação supervisionada nas atividades educativas com mães e gestantes no CIAMS Novo Horizonte (facilitadores do serviço: odon-topediatras Hugo Montalvão e Liliam);
12- Asma – Programa Catavento da SMS: atenção à criança portadora de asma em Goiânia (facilitadores do serviço: penumopediatras Lusmaia e Ariadne);
13- Dengue na Infância (facilitadores do serviço: técnico(a) do Departamento de Epidemio-logia da SMS);
14- Dermatoses mais comuns na infância.
Observação: Sessão clínica de pediatria na última quarta feira do mês às 13:30h (Faculdade de Medicina).
ATIVIDADES PRÁTICAS E PROGRAMAÇÃO DOS RODÍZIOS
Facilitadores no ambulatório (pediatras do serviço): Adriana Helena Abe
Ariadne Marolina Maria Conceição Maria Sueli Gomes
Facilitadores no pronto atendimento/emergência (pediatras do serviço): Antônio Fernando
Gilson Carlos Nilda Gomes Jesse Willi
Facilitadores/ áreas interdisciplinares envolvidas: Luiza Helena (nutricionista)
Líliam e Hugo Montalvão (odontopediatria) Liliam, Enilza (enfermeiras)
Gessi e Maria Aparecida (técnicas de enfermagem) Rosane, Railda e Cida Alves (psicologia)
Vânia Lúcia (gestora local)
As atividades no período matutino acontecerão de segunda a sexta das 8 às 12:00 horas. No período vespertino as atividades acontecerão das 13h30min às 17 horas.
Plantão noturno ou fim de semana diurno uma vez por semana no SERUPE;
Segue planilha com locais de desenvolvimento das práticas no CIAMS Novo Horizonte e exemplificação da lógica dos rodízios:
RODÍZIO MENSAL (atenção primária em pediatria)1 8 9 10 11 12 15 16 17 18 19 22 23 24 25 26 29 30 31 01 Emergência abc def ghi abc def ghi abc def ghi abc def ghi abc def gih abc def ghi abc ghi abc def ghi abc def ghi abc def ghi abc def ghi abc def ghi abc def Ghi Sala de Imunização d g a f i c e h b d g a f i c e h b D e h b d g a f i c e h b d g a f i c E f i c e h b d g a f i c e h b d g a F
PROGRAMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA - INTERNATO I-6
Estágio em Pediatria realizado integralmente no Hospital das Clínicas.
Estruturado em quatro rodízios: Ambulatório, Berçário, Enfermaria, Urgência pediátrica (SERUPE).
Atividades teóricas comuns a todos ocorrerão no período de 15h às 16h30min, com progra-mação que será detalhada no início do estágio.
Duração: 12 semanas.
1- AMBULATÓRIO
1.1 - Ambulatório matutino: 07h30min às 12h. Pediatria geral: às segundas, quartas e sextas-feiras Especialidades pediátricas:
Nefropediatria – segunda-feira Infecções congênitas – segunda-feira Adolescência – terças e quintas-feiras Gastropediatria – quarta-feira
Asma – sexta-feira
Reumatopediatria – sexta-feira
Distribuição dos alunos nos ambulatórios: a) Segunda-feira:
Nefropediatria: dois alunos Infecções congênitas: dois alunos Pediatria geral: três alunos b) Terça-feira:
Todos no ambulatório de adolescência c) Quarta-feira:
Gastropediatria: dois alunos Pediatria geral: cinco alunos d) Quinta-feira:
Todos no ambulatório de adolescência e) Sexta-feira:
Reumatopediatria: dois alunos Asma: dois alunos
Pediatria geral: três alunos
Obs: os alunos deverão organizar a escala para o acompanhamento dos ambulatórios de especialidades, para que cada aluno acompanhe cada ambulatório de especialidade em pelo menos um dia.
1.2 - Ambulatório Vespertino: Horário:13h às 15h
Pediatria geral
Sala de imunização: PNI e CRIE, um aluno a cada dia.
2. BERÇÁRIO
Período matutino: Alojamento conjunto e berçário de médio risco (todos); Plantões: um aluno por período de 12h todos os dias.
Atendimento em sala de parto e acompanhamento de RN em berçário e alojamento conjunto. O grupo deverá organizar a escala de plantões: diurnos e noturnos.
Programação teórica: realizada no período matutino 1. Reanimação neonatal 2. Doença respiratória RN 3. Distúrbios metabólicos no RN 4. Icterícia neonatal 5. RN de mãe diabética 6. Sepse neonatal
3. ENFERMARIA
3.1 - Período Matutino: 7 às 12h. Evolução, prescrição e discussão de casos dos pacientes internados na enfermaria de pediatria;
Programação:
Terça-feira: visita clínica da reumatologia pediátrica;
Quarta-feira: discussão de casos nefrologia pediátrica e discussão dos temas teóricos; Quinta-feira: visita clínica de gastroenterologia pediátrica;
Sexta-feira: visita clínica da nefrologia pediátrica. 3.2 - Cobertura na enfermaria:
Cobertura iniciada após o encerramento das atividades de prescrição até as 18h, de segunda a sexta-feira;
Dois alunos deverão acompanhar os residentes na realização de internações e na condução de intercorrências clínicas;
Dois alunos deverão ser escalados para prescrição de final de semana. Programação teórica:
1. Infecção do trato urinário; 2. Diarréia crônica;
3. Nefropatias / síndrome nefrótica e nefrítica; 4. Doença do refluxo gastroesofágico;
5. Dor em membros;
6. Antibiótico na prática de enfermaria; 7. Febre reumática;
8. Leucemia linfóide aguda;
9. Prevenção de doença renal crônica. 3.3 - Cirurgia Pediátrica – CIPE
Programação:
Ambulatório: segundas e quartas feiras;
Cirurgias – Centro Cirúrgico: terças, quintas e sextas-feiras;
Visitas aos leitos na enfermaria de CIPE, acompanhados por docentes e residentes; Aulas teóricas – programação detalhada no início do curso;
Participarão todos os alunos, exceto os que estão de cobertura na enfermaria.
4. SETOR DE URGÊNCIAS PEDIÁTRICAS (SERUPE)
Atendimento e acompanhamento de crianças e adolescentes em situações de urgência e emergência.
Programação:
1- Período matutino: 7 às 11h. Evolução, prescrição e discussão de casos de pacientes internados na enfermaria do SERUPE ou que estejam em observação.
2- Plantões:
2.1- Plantões diurnos (07 às 19h) de segunda à sexta-feira. A cada dia três, alunos deste grupo estarão de plantão.
2.2- Plantões noturnos (19 às 07h) de segunda a sexta-feira e finais de semana e feriados são divididos por toda a turma.
Deverá ser escalado para o plantão um aluno todos os dias e dois alunos para o plantão diurno do sábado e dos feriados.
No período sem alunos do I-5, deverá ser feita escala com dois alunos em todos os dias.
5. ATIVIDADES COMUNS A TODOS OS RODÍZIOS
1. Sessão clínica geral do Departamento na última quarta-feira do mês; 2. Atividade teórica diária no período de 15h às 16h.
* Programação Teórica:
a) Aulas expositivas e práticas ambulatoriais 1 - Adolescência:
Consulta do adolescente;
Aspectos éticos, biológicos e psicológicos do adolescente. 2 - Imunização:
Calendário da Sociedade Brasileira de Pediatria; Vacinas CRIES;
3 - Hipertensão arterial;
4 - Puberdade precoce e variações da puberdade; 5 - Cirurgia pediátrica;
6 - Tuberculose na infância;
7 - Alergias na criança: rinite alérgica e dermatite atópica 8 - Hidratação EV e distúrbios hidroeletrolíticos ;
9 - Distúrbio ácido básico; 10 - Anafilaxia;
11 - Atendimento da crise convulsiva na emergência e convulsão febril; 12 - Descompensação do paciente diabético: cetoacidose e hipoglicemia.
b) Seminários
1 - Pneumonias/pneumonias hospitalares e complicações de pneumonia; 2 - Doenças exantemáticas;
3 - Hepatites virais;
4 - Cefaléia na infância e adolescência. c) Sessões clínicas:
1 - Geral do Departamento uma vez ao mês;
2 - Diagnóstico diferencial de síndrome monolike e hepatoesplenomegalia; 3 - Febre de origem indeterminada;
4 - AIDS. Profilaxia da transmissão vertical do HIV.
6. ORIENTAÇÕES GERAIS:
• Os internos devem realizar sorteio para definir os grupos (6 ou 7 alunos) e em qual rodízio iniciarão o estágio.
• Cada rodízio tem a duração de 3 semanas e a seqüência será: Ambulatório - Enfermaria - Berçário – SERUPE
• A divisão das turmas e a definição do primeiro rodízio deverão ser realizadas antes do início do estágio sob a coordenação do representante de turma.
No primeiro dia:
- Cada grupo deve se encaminhar para o local do rodízio inicial às 7 h (no ambulatório 7h30min). - Às 15h todos os grupos se reunirão na sala 4 da Faculdade de Medicina, onde será feita a apresentação do curso (programação teórica, esclarecimento de dúvidas etc.).
- O representante de turma deverá ainda coordenar a organização das atividades comuns ao grupo todo, como a divisão dos plantões noturnos e de final de semana e feriados realizados no SERUPE.
- As escalas – de plantões, coberturas, prescrições de final de semana – deverão ser entregues na secretaria do Departamento de Pediatria e afixadas no mural de cada setor.
Plantões:
Berçário: equipe do berçário
SERUPE: 2ª a 6ª feira (dia): equipe que atua no SERUPE;
Plantões noturnos, final de semana e feriados no SERUPE: toda a turma. Prescrições final de semana:
Berçário: equipe do berçário; Enfermaria: equipe da enfermaria; SERUPE: equipe de plantão.
Obs: o aluno não poderá realizar plantão no SERUPE e prescrição no berçário ou enfermaria no mesmo dia, nem realizar plantão no berçário e SERUPE no mesmo período.
RESUMO DAS ATIVIDADES EM CADA RODÍZIO
Ambulatório:
Atividades de segunda à sexta-feira: matutino e vespertino. Enfermaria:
Manhã: evolução na enfermaria;
Berçário:
Matutino: berçário e alojamento conjunto Vespertino: ambulatório de pediatria
Plantões no berçário – todos os dias: um aluno a cada 12h. Este será responsável pela prescrição no final de semana.
SERUPE:
Evolução diária pela manhã.
Plantões de segunda à sexta-feira de 7h às 19h: 3 alunos a cada dia. TODOS:
Plantões noturnos e nos finais de semana no SERUPE: Um aluno nos plantões noturnos e no domingo diurno. Dois alunos nos plantões de sábado – diurno – e feriados. Atividades teóricas de 15h às 16h.
Chefe do Departamento: Profª. Drª. Fátima Maria Lindoso da S. Lima Subchefe do Departamento: Profª. Drª. Alessandra Vitorino Naghettini Coordenador do Internato 5:
Guilherme Lopes Barbosa Eliane Terezinha Afonso
Coordenadoras do Internato 6:
Maly de Albuquerque (atividades teóricas e ambulatório vespertino) Maria Selma N. da Costa (atividades práticas e SERUPE)
Médicos e Professores do Departamento de Pediatria e Puericultura Atenção primária – CIAMS Novo Horizonte
Eliane Terezinha Afonso Guilherme Lopes Barbosa Solomar Martins Marques Ambulatório Matutino
Fatima Maria Lindoso da S. Lima (gastropediatria) Lusmaia Damaceno (pneumopediatria)
Guilherme Lopes Barbosa (pediatra) Patrícia Marques Fortes (nefropediatria) Claudia Maria Salgado (nefropediatria) Alessandra V. Naghettini (nefropediatria) Breno Alvares de F. Pereira (reumatopediatria) Mariza Avelino Martins (doenças congênitas) Ambulatório Matutino – Adolescente Maria Helena Canuto
Roque Fernandes Gomide Elisa Oliveira Dafico Pfrimer Ambulatório Vespertino
Maly de Albuquerque (infectopediatra) Isabela Moura de Paula (endocrinopediatria)