IiíerÍr'n ric em iirÍiren çâo i'iaiiani ;: .". r i-,:iiii sii*cilo Escoini
Escola
-Cosmétiça
fuíestrando
Inácio
M.
Ambrósio
dos
Santos
Orientador
professor doutor
José
L.
C. Verdasca
"Esta dissertação não
inclui
as
críticas
e
sugestões
feitas pelo
júri"
irír:rÍr'n dri em iirírieneíio i','
a ii en i i: -,.. ri ii: i ii i si ia cr) a i-:s r:,-: lai
Escola
-Cosmética
Mestrando
Inácio
M.
Ambrósio
dos
Santos
Orientador
professor doutor
José
L.
C. Verdasca
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U
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"Esta dissertação não
inclui
as
críticas
e
sugestões
feitas
pelo
júri"
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-
it : ii".,;tir, r'l-t\ l.ririo ;,t'i,; ;ri'irlili,_ .1. I1;r rI;',i:,í i;.;i.;ii , i:I ,.r,i;ti'
Nota de Agradecimento
Agradecer!....Tarefa tão incontornável, quanto frequentemente inábil, poÍ defrcit de abrangência e de inclusão de todos aqueles que (a títrlo colectivo ou individual), pessoalmente são merecedoÍes dos laudatórios encómios inerentes à dádiva do seu tempo, do seu espago, da sua disponibilidade, do seu conhecimento, enfirq aos prestimosos contribúos paÍa a taÍefa t io ardua quanto magnetizante que, no caso, se revela o desenvolvimento de um projecto de investigação como o presente.
Tais considerandos não obstam todavia, outrossim acentuam,
a
necessidade de endereçar agradecimentos, sem que esse endereço (que inevitavelmente é exclusivo), padeça de uma ingrata exclusividade.Os primeiros agradecimentos são de âmbito familiar,
e
destinam-se àqueles que sentiram bem fundo as ausências de um pai e de um esposo envolvido em impeditivos trabalhos...impeditivos de atenção acrescida, de amor fundamental, de acompanhamento necessário, de
companheiÍismo merecido,....À Rosa, ao José Eduardo e à Margmidq os primordiais e
especiais agradecimentos de um esposo e de um pai que, acima de tudo, os ama!... A ele é
sentidamente dedicado este trabalho....
Particulares 4gradecimentos também aos meus pais,
plo
facto de existirem...e de continuarem a existir...Uma agradecimento dedicado, à minha sogra e à memória do meu sogro, pela grata anizade e pela retaguarda tranquila que sempre proporcionaram...
Ao José Verdasca, distinto orientador, companheiro de velhos e novos tempos, confrade de perseguição e de concretização de alguns sonhos, amigo e seÍnpre insigne professor, ulÍlda
excelsa homenagem.
Ao painel de ilustres professores com os quais tive o privilégio de aprender, durante a parte curricular do curso, os académicos agradecimentos'
Ao
professor doutor Carlos Estêvão,pelo
caminho que deixou, acrescidorecoúecimento.
Reconhecimento manifesto também, a todos (professores, alunos, encarregados de
educação, frrncionários não docentes,...) os que, nas escolas envolvidas na parte empírica do
estudo, tiveram a generosidade e a amabilidade de disponibilizarem algo de
si
...algo de essencial para os resultados conseguidos....(um agradecimento especial ao Manuel Martins e à Quinita).Um sentido 4gradecimento a todos os colegas do curso, e em especial ao José Carlos e ao Fernando Quintas pela insubstituível e muito agradável companhia.
ffi
:. tr,: ír*rit' r'iii {;-,rii;r''iir'!:,rt,,;l;,,,:"ll;,:;;; ii,;'.','. i . " i";'
Resumo
lnscreve-se
a
presente investigação, no cruzamento êntrea
teoia
díptica protagonizada por Lima (1998) e as coffentes institucionaLisÍas de entendimento das organizações.Da primeira colhe
a
possibilidade quea
organização escola tem,de
ser perspectivada em duas dimensões: a dimensão das orientações para a acçãoe
a dimensão da acção propriamente dita (dimensôes onde pode o@Irer um jogo de nãocoincidências e de infidelidades várias).
Da segunda, angaria a ideia de as organizações (e em especial a escola, por especificidades diversas) serem influenciadas por aquilo que
a
sociedade considera como modelar (as instituições).Gera-se assim a metáfora da esco/a cosmética, como veículo de uma ideia de
ostentação
(no
plano das orientações para acção)de
determinadas instituições induzidas por um normativo de pendor central (o Dec.Lei no115-A/98 de 4 de Maio), a que não conespondem, no plano da acção, as posturas organizacionais evidenciadas.c^hn'fn§"frl"t
It is enrolled to present inquiry, in the crossing between the "díptica" theory
canied by Lima (1998) and the institutional chains of perception of the organizations.
Of the first
reapthe
possibility thatthe
school organization has,of
beperceptioned in two dimensions: the dimension of the orientation for the action and the dimension
of
the action (dimensions where a game of not coincidences and several infidelities can occur).Of second, to ideia of the organizations (and in special the school, by several specifics) he shall be afected by it than it is to the socie§ considers how to model (the institutions).
Generates-itself tike this the metaphor of the cosmetic school, as vehicle of an ideia of ostentation (in the plan of the orientation for action) of institutions induced by a normative of central inclination (the Dec.Lei no115-A/98), to that do not conespond, in the plan of the action, the evidenced organizational positions.
. ir,: it':iriei. r,1i., i:_ri;ir,lir,iiri
iil';lt;i;i: .1., ii',;i;:i,,ii'rtr ;ir'. i::,' ,,i;i;'
Capítulo
lll
-Autonomiallniforme
Pronto a Vesür de Tamanhollnico
lntrodução aa
í-
A
agitada
Bandeira
da
Autonomia
Políüca,
depois
doconshucto Jurídico ag
2-Autonomia
no
registo
Macro-Político
ou
a
procura
dosSentidos da Autonomia 52
3-U ma percpectiva Estrutu ro-F u ncional ista- Autonom ia
Uniformen Pronto a Vestir de Tamanho Único
ou
O Equívoco sa 4- Autonomia- uma perspectiva Sociológica os4.l.Autonomia-uma ideia de relatividade e de inevitabitidade 65 4.2. AAutonomia Sociológica da escola 67
Conclusão za
Capítnlo lV-Formalização Local
da
Autonomia-
O Projecto EducativoNlodelo
do
Dec.Lei no 11&N98 de 4 de Maiolnbodução ao
í.Projecto
Educativo-contributo
para
uma clarificação
doconceito at
l.l.Projecto Educativo-Uma Tipolog1a 81
1.2.8m busca dos sentidos do Projecto Educativo 83
13.O
Projecto
Educaúivo consecucionam 88em
alguns nomativos
que
o2.Projecto Educativo
- do
constructo
teórico
à
suaconcretização
ou
Proiecto
Educaüvo Modelo-avercão
cosméücado
ProjectoEducativo ga
,:"írt í i":iric
cri
fl{iiic,rr:,: íi"'r;iilii-,i,, . :,, i i;: i i, i :ti i;:r ":ir, J:. :.r: i', i ;-ri
Capítnlo V
-A
Faláciada
Comunidade Educaüvado
Dec. Lei no 175. N98 de 4 de Maiolntrodução 117
í.Do
indivíduo aogrupoà
procura do iardim do éden?? 1202.Aproximação ao conceito de comunidade tzs
2J.Amavisão sobre o conceito de Comunidade a
paúir
da teoria daDinâmica dos Grupos í23
2.1.1.Comunidade e Grupo
-
proximidade conceptual tzs2.1.2.O grupo
-
conceito e tipologias 124 2.1.3. Coesão, ldentidadee
Pertençana
2.1.4.4 Comunidade à luz da DinâmÍca dos Grupos
tst
Gonclusão ou a falácia da comunidade educaüva
do
tlec-Lei noíí5-A/98tst
Capítulo W -Democracia
e
Participação-Participaçãofluida
latente na organização escoraIntrodução 143
í.Democracia e Participaçáo 1iM
1.1.4 Pertinência da aproximação ao conceito de l)emocracia pela dimensão Participaçlo 1 44
l.2.Democracia
Paúicipativt
veÍsus DemocraciaRepresentaúiva-duas concepções estruturantes í45
l.3.Democracia Participativa, versus Democracia Representativa em B'ormosinho 152
2.4
aplicação
à
escola
do
conceito
de
DemocraciaParticipCtiva
de
Formosinhoda
democracia paÉicipativa
àdemocracia domesticada e adequadamente apresêntada
tst
3-Participação fluida Iatente, na
organiaçâo
escola toaConclusão 1To Parte 2-Conclusáo
tru
. i,,:.í i',trir: r,;;; V.r)ii, ;, 1 ',;1,
- ,.:...-. i..-:,,:..,-. : i ;... .ltl.l!J;' ,illtirll- Íi.:'.;:,r I-'! I lill
PArTE 3- QUESTÕES METODOLOGICAS E O ESTUDO DE CAMPO Etapas metodológicas: quinta
Parte 3-lntroduçâo
tzt
CapítuIo Vll-Aspectos metodológicos lntrodução tBo
1. Alguns
aspectos
e
opçôes metodológicas
consideradasimportantes
tal
1.1. Configuração do estudo empírico
í8í
1.2.4 Investigação de Campo í821.2.1.Delimitação do Objecto de Estudo tez
1.2.2.
O
presente Objectode
Estudo apresentado comoum Estudo de Caso tao
1.2.3. As unidades de Obseruação
ns
1.3.O modelo de análise í901.3.1.Delimitação e decomposição de conceitos tgo
1 .S.2.Esquema analÍtico t ga
1.4. Arecolha de dados 206
1.4.1.A Configuração
e
Construçãodo
Questionárioe
O Que Através Dele Pretendemos Saber z0tCapÍtulo Vlll-Análise dos dados do questionário lntrodução 21s
í.Gonceito
de
Autonomia Uniforme
Pronto
a
Vestir
deTamanho tlnico zto
1.1.4 Penspectiva fnsütucion ilista 21 6
1 .1 .1 .Dimensão:Capacidade de construção local dos
pincípios que oientam a própria acgão, em otdem ao bem comum 216
l. 1. 1. l.Componente : Participação convergente 2í 7
1 . 1 . 1 .2.Componente : Fomalização da Autonomia 21
I
#
:.:i r.r' í í"r rírt r,ii; i"-riiir';io-;iri
';:
:'i; ri-iii: -1., ii,, i i-, i : ; i;1i:irr, í'": i.,.; i;i j'
l2.O
Veredicto da Realidalle 2221 . 2. 1 . Di men são : Autono mi a Modelar/Autonomia Sociológica zzz
l.2.1.l.Componente : Modelo de Gestiio 222
l.2.l.2.Componente : Formalização da Autonomia 233
l3.Conceito lle Autonomia Uniforme Pronto
a
Yestir de TamonhoÚnico+onclusões 236
2.Gonceito de Comunidade Educativa
zst
2.1.A Perspectiva Institucionalista 23S
2. 1 . 1 . Dimensão: Constituição da Comunidade zse
2.1.2.Dimensão: Sentimento de comunidade ztz
2.2.O Verrcdicto da Realidalle 246
2. 2. 1 . Dimen são: Constitu ição da
hmunidade
2462. 2. 2. Di mensão.' Sentimento de com u nidade zso
2S.Conceito deComunidade Educativa*onclusõ
s
2523.Conceito
de
Democracia e Participaçãoza
3.1.4 Perspectiva InstitucionalisÁ 2A4
3. 1 - 1 . Dimensão: Paúicipação Colaboração 255
3. I . I . I .Componente:Participação activa-formal-convergente 255
3.2.O Yeredicto da Realidade 256
3. 2. 1 . Dimensão : Pafticipação fluida latente
zst
3.2.l.l.Componente : Participação formal passiva 257
3.2. l.2.Componente: Participação reserrrada 2oo
3.2. l.3.Componente: Participação activa divergente dhecta 266 3.3.Conceito de l)emocracia e Participação<onclusões 268
Conclusãa 2To
sft
t'"'l'j,'."'u""ntn;';'i;'l'i''l';':'1:'""'1"' índice de QuadrosQuadro l-Análise do Dec-Leino115-A/98 de14de Maio Quadro ll-Análise dos proiectos educativos das escolas x e
y
Quadrolll-Estímutoseconstragimentosàautonomianosvárioslocusdo
sistema educativo
Quadro lV- Pressupostos teóricos da gestão estratfuica
e a escola
;tõã"
Pelo Dec'Lei no 115-A/98Quadro V- Estratégia, planeamento estratfuico e a escola
proposta pelo Dec.Leinoll$A/98
QuadroVl-Gorrespondênciaentreas.atribuiçõesteóricasdoinsÚumento
de consecuçã"
dJyiJ;àãiã*rá
r"iãrúJ"
p"lo Dec-Lei no 11sA/e8 e
as orientações do proiecto educativo rãiãúr"ào pelo mesmo normativo
QuadroVll.Levantamentodasrdelasforçasuscitadalletospincípios
oientadore"
"
r"il'ã""
aãumidasnãõ prqeaos educativos das escolas estudadas
euadro Vl[- Algumas ldeÍas foça identificadas nos projec{os
educativos
das
escola".,
t"tiáál
t
áo"'-'entos que as diwlgamQuadro lX-Tipologia proposta por Maisonneuve
Quadro X-Adaptação da tipologia proposta por Jacques Quadro Xl-Adaptação da tipologia de Gruére
Quadro Xll-ldentidade e coesão grupal
QuadroXtll.Factoresfavoráveisedesfavoráveisàcoesãodosgrupos'
segundo Gruére
QuadroXtV.Proiecçãodadefiniçãodecomunidadenosváriostiposde
grupo
euadro XV_Garac{erísticas dos grupos e comunidade educativa Quadro XVr_Definições das duas concepções estruturantes de democracir, oo,
"ãúÁLnmento*
f;l*;i[ã
respectivas manifestaçóeseuadro xvlll- Duas concepçôes de democracia, segundo
Formosinho 13 19 7A 85 85 94 100 1M (1989,4)
Quadro )Ulll-Critérios de afinidade das duas escolas
do estudo Quadro XtX-Vantagens e desvantagens do estudo
de caso 125 126 127 129 129 132 137 150 155
1U
188 D(ffi
,,'ilrl; g'l rir; r,i;; iltiii,'l: r-ir, ';:i i;tit1*: -'.,iii;l*ir ii;,r'i,', ]i: r,, 'i;iilndice de Tabelas
Tabela l-Estudo estatístico da relação entre deras força suscitadas
pelos princípios orientadores e finalidades dos projectos educativos em análise, e objedivos operacionals das escolas da amostra
Tabela ll-Frequências
das
disposiçõesde
eanz locale
centralidentificadas
nos
regulamentos intemosdas
escolasx e
y,relativamente aos órgãe de administração e gestão
Tabela lll-Frequências das disposições
de
cariz locale
centralidentificadas
nos
regulamentos intemosdas
escolasx e
Y,relativamente às estruturas de orienta@o
Tabela lV-Frequências das disposições
de
aru
locale
centralidentificadas
nos
Regulamentos lnternosdas
escolasx e
y, relativamente aos serviços especializados de apoio educativoTabela V-Frequências
das
disposiçõesde
cariz locale
centralidentificadas
nos
regulamentos intemosdas
escolasx e
Y,relativamente aos deveres
e
direitos dos membros da comunidade escolarTabela Vl-Frequências das disposições
de
cariz locale
centralidentificadas
nos
regulamentos internosdas
escolasx e
Y,relativamente a outros serviços e estuturas de apoio educativo Tabela Vll- Definição genérica de escola
Tabela Vlll-Deftnição especÍfica de escola
Tabela lX-Cruzamento das definições genérica e especíÍica de escola
Tabela
X-
Documentosde
formalizaçãolocal
da
aúonomia(imposição legal)
Tabeta
Xl-Documentosde
formalizaçãoIocal
da
autonomia(influência)
Tabela Xll-Conhecimento manifesto dos documentos de formalização
Iocalda autonomia
Tabela Xlll- lntegração de listas sujeitas a escrutínio Tabela X|V-lntegra@o de órgãos
Tabela XV-Votação nos escrutínios para os vários órgãos Tabela XVI-Poder da assembleia de escola
Tabela XVll-Poder do órgão executivo e do conselho pedagfuico
Tabela XVlll-Poder do órgão execúivo
105 109 109 110 í10 110 217 217 218 219 219 219 223 223 224 226 227 229
i i r': í r;' rí r t t' v;i fri tt r' ;', r' fi ti
,i';;riti,,,;;i;;i,; ii;;,.:;, i''.,,i.i;'
Tabela X|X-Expressão
e
entusiasmo da eleição de representantes (número de listas candidatas/entusiasmo participaüvo nos processos eleitorais/visão global das duas anteriores)Tabela XX-Conhecimento/desconhecimento
do
projecto educativo, regulamento intemo e plano anualde actiúdadesTabela XXI-Conhecimento/desconhecimento do projecto educativo, regulamento intemo e plano anual de actividades-recodificação Tabela XXllQuem fazparte da escola
Tabela
Xxlll-
Formasde
relação como
meio institucionalmente divulgadasTabela
)«lV-
Existênciade
objec{ivos comunse
sentimento de comunidadeTabela XXV- Tipo de vínculo à escola
Tabela )OryF Tipo de vínculo à escola (recodificação) Tabela rc(VlF Tum over
Tabela
»(Vlll-
Formas prevalecentes de relação com o meio Tabela XXIX- Entidades que colaboram com a escolaTabela
)«X-
Entidades que colaboram com a escola (recodificação)Tabela XXXI- Participação
na
elaboraçãodo
projecto educativo, regulamento intemo e plano anualde actividadesTabela
)()«ll-
Participação técnico pedagqica(professores)Tabela XXXlll- Participação
dos
funcionáriosnão
docentes no planeamento da sua actividade profissionalTabela )(XX|V- Participação dos alunos na actividade corrente da turma
Tabela Xrc(V- Participaçáo dos encaÍregados de educação, quando convocados pelos professores
Tabela Xrc(Vl -Participação activa divergente directa
231
2A
235 239 241 242 24324
245 247 248 249 251 261 2622U
265zffi
#
t t,,ii',,i(iít ,.tii 1..(;iit :..í'; ,i;tr'i;;Íti' .''i;iii;;i,ii;:, ;:,,
i,,,í,i;'
indice de Gráficos
Gráfico l-Documentos de Formalização Local da Autonomia(imposição legal) Gráfico ll-Documentos de Formalização Local da Autonomia(eficacia)
G ráfico I t t-Docu mentos de Form a! i zaÉo Local da Autonom ia(conheci mento
manifesto)
GÉfico lVJntegração de listas Gráfico V-Participação na Votação
GÉfico Vl€lobal:integração de listas e votação nas elei@es GráficoVll- Poder da Assembleia de Escola
Gráfico Vtlt-Poder do Órgão Executivo e do Conselho Pedagógico Gráfico I X-Poder do Órgão Executivo
Gráfico X-Processo eleitoralglobaUlistas/entusiasmo participativo
Gráfico X!-Conhecimento/desconhecimento do Projecto Educativo, Regulamento lntemo e Plano Anual de Actividades-recodificação
Gráfico XllQuem iazparle da escola Gráfico Xlll-Formas de relação com o meio
Gráfico XIV- Tipo de vínculo à escola (recodiftcação) Gráfico XV-Tum Over
Gráfico XVI- Formas Prevalecentes de relação
om
o Meio Gráfico XVll-Entidades que colaboram com a escolaGráfico XVlll-Entidades que colaboram com a escola (recodiftca@o)
Gráfico XIX- Participação na elaboração do Projecto Educativo, Regulamento lntemo e Plano Anual de Actividades
Gráfieo XX- Participação técnico pedagógica(professores)
Gráfico XXI- Participação dos funcionários não docentes no planeamento da sua actividade profissional
Gráfico XXlt-Participação dos alunos na actMdade corrente da turma
Gráfico Xxlll- Participação dos encarregados de educação, quando convocados pelos professores
GráficoXXlV-Participação activa divergente direcÍa
220 220 220 223 224 225 226 228 229 232 235 240 241
24
245 247 248 249 251 261 2632U
265 267.' i r'.: í i"",; ri r t
riij
l:ri iir' :ici' rr;li'liri ii, j .i., i j;: rii ri : i i";rr,:li-, i:: r.,, jl]i'
INTRODUÇÃO
Caracterísüicas do
*tudo
e SínÍesedo
percurso inve.stigativo-um
pracessoex p I o rató rt o m u lti-etápi co
Assenta
o
presentetrabalho
num
pressuposto capitular, indutivamenteadquirido,
de
não
correspondênciaentre
o
discurso
e a
prática.
Maisespecificamente, partiu de uma ideia então ainda muito genérica e subliminar, de
não correspondência entre
o
postulado no Dec-Leiíí5-A/98
de 4 de Maio (onormativo que consagra
o
actual regime de autonomia, administraçãoe
gestão dos estabelecimentos de ensino básicoe
secundário),e o
quoüdianode
uma determinada escolal.A
generalidadedesta
impressão indutiva inicial,o
seu
débilgrau
deprecisão,
levaria
a
um
estudo
que
adquiriria,desde logo,
característicasexploratóriasz
e
que manteria esta condição, ao longo de uma substantiva parteda sua construção. Com efeito, não saberemos dizer se alguma vez
o
estudodeixou
de
ter
características heurísticas
e
exploratórias3. Parece-nosparticularmente aplicável ao Gaso, a perspectiva de Quivy e Campenhoudt (1992,
85) quando referem que
"...a reflexão heurÍstica nâo se intenompe de uma vez por todas a paftir de um
momento preciso. É necessáia uma fase exploratória no inÍcio do trabalho, mas,
ao longo de qualquer investigação digna desse nome, o investigador não deixará de se intenogar sobre as formas mais peftinentes de abordar o seu objecto de investigação e conigirá o seu ponto de vista sempre gue isso se revelar necessánb
e possíve[..."
De facto, poderemos adiantar ser este um estudo que, não tendo partido
de
um
desenho inicial categórico (antesde
uma
ideia
inicial genérica) seconcretizou num processo metodológico multi-etápico, originando um percurso,
1 A
temática parecia-nos tão mais peúinente e actual, num tempo e num contexto de procura de novos
modelos e de redefinição de políticas educativas, nomeadamente no que ao Ensino Básico respeita (a
escolaridade obrigatória de 12 anos), ou no que à reestnrturação da rede escolar conceme (os agrupamentos
horizontais, verticais,-..), ou ainda no que toca à problemática da gestão rlas escolas (o gestor profissional, a
eleiçÍIo inter pares,...)....
' Qoiry e Campenhoudt (lgg2,47), apofiam como missão do estudo exploratório "...aiudw o trwestigador a
adoptar uma abordagem do sea objecto de estudo e assim, a enconÍrar ídeias e pistas de retlaão
esclqrecedoras...".
3
Ainda os mesmos autores, afirmam a este propósito que "Uma investigação é, por defnição, algo que se
ffi-
' i,.. I r:,ri:, :".",',. i:1i1it'7: t ;1iI;:i'i',,iit,'. .' .'t:;"ii-::i: i'i'ti';i' ' 1:r ' ' i'ri
em que aS conclusões
de
cada etapa Seriam determinantes paraa
génese e sentido da etapa seguinte, um pouco na linha do adiantado por Bell (1997' 36) aodeclararque,emalgunsestudosqualitativos,".''osinvestigadorestêmumaideia
daquilo que
esfão
a
fazer,
ínas não
estabelecerampreviamente
umprocedimento potmenorizado....É mais
o
trabalho
em
si
que
estrutura ainvestigação...".
Desta
forma
o
estudo ganhou
substânciaem
etapas
exploratóriasSUCESSNAS.
uma primeira
etapa,
levar-nos-iaa
mergulhar avidamenteno
nossoobjecto
de
estudo, recuperando perspectivasde
observação paúicipante, emque,
metodologicamente, desenvolvemosuma
""'abordagem
que
dependiagrandementedaobseruação...'(ibid,25),natentativadeobter"pistas'oquenos
permitissem, de alguma forma, construir desde inÍcio, a partir daquela realidade'
o estudo que nos interessava desenvolver'
Estas pistas constituÍram, na segunda etapa do estudo, uma es@cie de guia para
a
análise efectuada ao Dec.-Lei no 115-A/98 de4
de Maio' que tevecomo
objectivo,a
percepção
das suas ideias
forç;a'tendo sido
possível'evidenciar
quatro destas
categorias:Autonomia,
Gomunidade
Educativa'DemocraciaeParticipaçãoeFormalizaçãoLocaldaAutonomia.
Nafaseseguinte(aterceiraetapa)ganhariarelevância(econsagrar.se.ia
objectivo dominante) a busca de conÍirmação ou infirmação das referidas
ideias-força nos prqiectos educativos das escolas estudadasa'
À
quarh
etapa presidiria um movimento dedutivo, procurando, tal como odão a entender Quivy e Gampenhoudt
(o'c''
135)'situar "...o concerto
em
retaçãoa
outros conceitos"'[ raciocinanlo)
"'
a paftirde
paradigmr"o"r"rritiioo"
pár"
autores mais importantes e cuia'eicáci
a 1àpOO"-""t ÍesÍada empiicamente
"'''
procurou-se assim, nesta etapa metodológica, esclarêcer
os
conceitosangariados na segunda etapan bem assim encontrar
iustificaÉo
teórica parao
cenário
que
começavaa
ganhar contornos,
e
que dizia
respeitoa
umapostura dúplice da escola, 9uê, ostentando em sede dos seus instrumentos de
a O plural refere-se ao facto de, Pormotivos e seguindo Procsssosexplicados em sede de caPítulo dedicado
aos aspectos metodológicos, termos decidido comPlementar o nosso
constituído Por duas escolas'
2
quedando-se ele, a partir desta etapa,
#
" 'ír': it-',,tiri ,'iii i:.ri'tir';:r íit::r;:ji'itiit' .'.,1;,-,il,i: :;';:;-:i'. i .,.,',jt:;'
hierárquica..."(ibid,
41). No
caso vertente,os
desenvolvimentos preconizados,ver-se-iam organizados em três partes, subdivididas em oito capítulos com as
respectivas secções e sub-secções.
A
parte
1,
@n@rrendopara
a
definiçãodo
problema,e
criando osantecedentes exploratórios necessários
à
definição
de
uma
problemática,envolve o
Capítuto
l-
onde
se
procura esquematicamente clartficar uma viagemexploratória inicial,
que
iniciando-se numa preambularimpressão,
emfases sucessivas vai evoluindo, guindando-se à condição de problema e
angariando um grau de maturidade que o torna possibilitador de aceder a
uma problemática;
Engtoba três das etapas metodológicas preconizadas, nomeadamente a
primeira
de
obseruação exploratória inicialda
realidade,a
guese
segue uma outra de anátise do dec. Lei no 11&A/98, no sentido de o confrontar com as ideiaspista
angariadasna
anterior,e
a
terceira etapa
de
análisedos
proiectoseducativos
das
escolasem
estudo,no
sentidode
conformarou
infirmar a presença das ideias força extraídas do normativo em referência.A
parte
2
do
estudo, prosseguindoa
quarta etapa
metodológica, aconstrução
de
um
problemática, (entendidaesta, no
contributode
Quivy e Campenhoudt -1992, 91- como "...a abordagemou
a
perspectiva teÓrica que decidimos adoptar para tratar o problema..."),
a
partir das supra citadas ideiasforça,
@mpreende os capÍtulosll
(que apresenta um modelode
análise teÓrica,consubstanciado
na
metáfora escola-cosmética),lll
(contendoo
conceito de Autonomia),e
IV,
V
e
Vl
(referindo-seà
as
questõesda
concretização da autonomia, retomando temáticas relativas quer aos seus aspectos formais, comoo
Psecto
Educativo, quer aos seus princípios funcionais, comoas
ideias deComunidade Educativa ou
de
Democraciae
Participação) cujos conteúdos se distribuem da seguinte forma:CapÍtuto
tt- onde
se
apresentam esclarecimentospara
a
opção
deaproximação organizacional
à
escola, consubstanciada
numametáfora(escola-cosmética), bem assim
o
sentidoe
pertinência desseffi
. i,'i.;:. . ' ; ; íl.riii';., jl ,;...,.-. :._... - -.. : t i.... 1.1:it'. ' ilitj t.:',;. i ' ".:i
Capítulo ///- que apresenta um
conceito
de Autonomia, estremado nassuas visões de autonomia modelar ( do tipo autonomia uniforme pronto a
vestir
de
tamanho único,em
certa
medidae
segundoa
perspectivadefendida, inaplicável em contexto escolar), e autonomia sociológica (que,
seguindo
a
perspectivade
um
painel
de
concettuadosautores,
éconsiderada uma inevitabilidade no seio da escola);
Capítulo
lV-
que se debruça sobre a questão da Formalização Local daAutonomia,
retomandoa
noçãode
Projecto Educativo (que inclui, naacepção preconizada,
o
Plano Anualde
Actividadese o
RegulamentoIntemo),
e
envolvendotambém
uma
análise
documental empírica,sustentada
em
técnicasde
análisede
conteúdo, atravésda
qual
seprocura observar
a
preservação das grandes ideias força postuladas pelo Dec.-Lei no 115-A/98 em sede dos documentos em referência, bem como as lógicas de produção local versus produção central de orientagões, que suportam;CapÍtulo V- procura definir
o conceito
de Gomunidade Educativa, paraalém
de
uma problemattzaçâoque
questionaa
sua
aplicabilidade emcontexto escolar
e a
sua
pertinêncialeficáciacomo
princípioem
queassenta a Autonomia preconizada;
Capítulo V/- intenta, para além da definição do conceito de Democracia e
PaÉicipação, perceber
as
modalidadesde
participação cuja pertinênciaem contexto escolar se avoluma e se justifica considerar;
A
parte
3,
engloba
a
quinta
etapa
metodol@icaque
se
refere
àconfrontação do quadro teorico edificado com a realidade- Embora havendo lugar
à
ocupaçãode
(amiúdee
ao
longode
todo
o
texto),
ir
explicando opçõesmetodológicas consideradas importantes
para
a
compreensão
dosdesenvolvimentos preconizados, optou-se, nesta última parte do trabalho, pela criação de um capítulo onde se assumem explicaçoes mais aprofundadas que,
neste particular
se
creêm devidas,e
que
possibilitam,tanto
quantose
nosafigura, a percepção de questões metodologicos de inultrapassável importância,
como seja, por exemplo, a questão do modelo de análise. Assim se estruturam os
capítulos Vll e Vll! da forma que segue:
Capítulo Vll- no qual se esclarecem aspectos como sejam
a
Configuraçãodo
Estudo Empírico, questões relativasà
lnvestigação de Campo comopor
exemploa
Delimitaçãodo
Obiectode
Estudoou
as
Unidades de Obseruação, ainda o Modelode
Análise, para além de opçÕes relativas à. it,: ir;;riti r,i:; i:-ri;l'-rir:irr
;ii t:t;,ií- .'.i.iii;i;l;: i;;;i-,;i, i,'r r,!;;1
Ao Capítulo
Vlll
caberá a análise dos dados do questionário. Não se descura, obviamente, a Introdução e a ConclusãoRelativamente
à
articulação entre as diversas partes assim constituídas,crê-se que ela fica razoavelmente salvaguardada, pela existência de elementos articulatórios do nosso ponto de vista interessantes, como sejam a introdução e a
conclusão
nas
diversas
partes
e
capítulosdo
texto (onde
se
procuramestabelecer etações na transição entre as várias parcelas do trabalho), para além
de remissões para outras partes e/ou capítulos esclarecedores das matérias em reflexão,
e
alguns pontos de situação, quando são considerados oportunos (cf.Lima, 1998, 473),
bem
assim
a
presente explicação sintéticado
percursoefectuado, a que se junta a história resumida do percurso metodologico inicial, no
capÍtulo I e, em última análise o índice (que, com SeraÍini, se propõe como"...um plano muito geral de distribuição de matéia no interior do livro..."-1994, 41) .
Objecüvos do trabalho
Colocando
o
presente trabalhoum
universo inquiridoTde
duas escolas (aquela sobre a qual nos interessava efectivamente obter conclusões, a que sejuntou uma outra,
por
motivosque
esclareceremosem
sede
de
capÍtulometodológico) ele angaria a configuração de, como referem Hill e Hill (2002,
M),
um
projectode
pequena escala que, Segundoos
aúores, não
exige testesestatísticos
das
hipóteses, acres@ntando-seque,
a
não
Ser
em face
deorientações
em
contrário,'...o
esfabelecimento...dos obiectivosé
geralmentesuficiente... "(ibid).
No caso vertente, a assumpção do trabalho como um estudo multi-etápico
de características exploratórias, foi dando azo ao surgimento de uma sucessão de objectivos parciais, orientadores dos desígnios de cada uma das etapas, em cujo conjunto nos parece poder ser lido
o
sentido totale a
lógicae
coerênciaevolutiva de toda a investigação.
, Hi11 e Hill (2002, 44) referem o untverso inquirido como "...o coniunto total de casos...sobre os quais o
-ffi
i ir,: ii":tri.;t';;
l'""r;rt7;',r'ilr; ;;;'i;:iij,: :,i;;:i;,i, ii';t,,:;,' i.',.,,ir,;'Assim
Sendo, assumiram-Se progressivamente,e
por esta
ordem
oSobjectivos de:
-perceber quais as leituras plasmadas no senso comum daqueles que com
a
escola mantémuma
relaçãomais
sistemática (professores, alunos,encarregados de educação, funcionários não docentes), relativamente à questão da Autonomia , Gestão e Administração das escolas;
-baseados
na
percepçãoassim
recolhida, perceberquais
as
grandesideias
-
força do dec.Lei no115-A/98;-perceber se essas idéias são assumidas pelos Projectos Educativos das
escolas em estudo;
-procurar
esclarecimentoe
justificação teÓricapara
a
suspeita
deexistência de uma dúplice postura em que, por um lado se posicionaria a ostentação ( por parte das escolas em quest€lo) de uma determinada ideia de organização veiculada pelos instrumentos oficiais, e por outro lado, uma
realidade não coincidente com os desígnios ostentados;
-procurar esclarecer teoricamente
as
no@s
de
Autonomiae
da
suaFormalização Local
e
aindaos
conceitosde
Comunidade Educativa, eDemocracia e Paúicipação;
-perceber se os documentos de Formalização Local da Autonomia levam até às últimas consequências (até à fase da operacionaliza$o) as grandes orienta@es retomadas do Dec. - Lei no 115-A/98;
-perceber Se aS representações dos prOfessores, alunos, encaregados de educação, funcionários não
doentes
e
representantes autárquicos das escolas em estudo, sobre os mesmos conceitos, colTespondem ao que é assumido pelosP§ectos
Educativos das Escolas;-perceber se aS representa@es dos professores, alunos, encaÍTegados de
educação, funcionários não docentes
e
representantes autárquicos dasescolas
em
estudo,
sobre
a
operacionaliza$o daqueles
conceitospatenteia coerência relativamente
à
mnfigura@o dos mesmos, em sede,ffi
. i. :,'.'titt r ii\ i^titt,'.,,'i,r' ;r i.iii. "j|it)tt tt-,:-,;t' i ::'i;iParte
1
DEFTNIÇÃO
DO
PROBLEMA
Etapas
metodológicas: primeira
segunda
ffi-
, ir': l ,'l. ri,, ' ;;; :,".riit:'',;t ::t, ,:t'i,'ti:;, .',,i;lll:,i' i;i;,.,;r, i-,'',il:l'PARTE
íJntrodução
Compete
à
primeira parte do presente trabalho,a
missão de, explicitando um problema, não deixar de clartficar tambémo
conjunto de passos iniciais que foram sendo concebidos, bem assim a respectiva lógica e articulação. Cabem-lhe aliás, especiais responsabilidades no esclarecimento de um percurso exploratórioiniciat, em que a articulação se constitui elemento preponderante na evolução de
todo um trabalho conseguido a expensas de esforços exploratórios construtores de etapas que, sucessivamente se foram constituindo génese de outras etapas :
-Uma
primeira etapade
procurade
pistas,num
banho controlado eintencional de realidade;
-Uma segunda etapa do estudo, versando a análise do Dec.- Lei no
115-A/98, no intuito de perceber as suas ideias força;
-Sucedendo
a
esta, um
terceiro enfoqueno
estudoda
realidade das escolasem
questão, consubstanciadana
verificaçãoda
existência (ounão), no seu projecto educativo, das ideias força constatadas no normativo
supra referenciado,
e
no
reencontro coma
genérica questão inicial (no sentido de a apurar e redefinir, à luz do que até então houve construído, naperspectiva de que, num projecto de investigação, não existem esquemas estruturais perfeitos,
tanto mais
na fase
iniciala
que nos
referimossl, angariandopor
estavia
uma plataformade
lançamento paraa
quarta etapa que envolverá a procura, em alguma literatura da especialidade, de caminhos para a constru@o de uma possível problemática, entendida estacomo "a abordagem
ou
perspectiva teóricaque
decidimos adoptar paratratar o problema..."(Quivy e Campenhoudt, 1992, 91).
lncumbe também
a
esta parte do estudo,a
obrigaçãode
não deixar poresclarecer
algumas
opções
metodológicas ocorrentesnos
percursos
nela efectuados.t
eoiry e Campeúoudt afinnam a este propósito que *Uma investigação é, por definição, algo que se
i' :;:; r)., ' ii; i rii;''.;,' j,'
::,:,'itl rilriljl: r' ,' . j. ',i,:i
&
Capítulo
I
incEpiente
lmpressao
preambulaÍ...
a
uma
abordagem
exploratória
iniciaE.,,
e
ao
avanço
para
a
defi
stição
de
uma
#ft
. i r,:.i r';irit, r'il; ilriiirlir:;1ri::i
i:,iti,.
,;;iii;:i: ii't:,,:' '
, ' i,,i'lndice
lntrodução-Dê uma incipiente questão preambuleÍ.-- 11
í.
...a uma abordagem exploratória inicial -,-- 11l.l.Primeira etapa- procura de otpistas'- um mergulho na realidade
íí
l.2.Segunda etapa- análise do dec.lei n'11S4/98 de 4 de Maio í3l.3.Terceira etapa- análise dos Projectos Educativos das escolas x ey
e redeÍiniçâo da questão
inicial
í9Conclusão-.,.e
ao
avanço
para
a
definição
de
uma'M
, lr,, i l-t:,': t, r';";; i:.ai,i:.;i.'it i,',ri'l;iiii,r' .":"i",i,; i.;t,,-,1,, i,:,."ill;'
lnhodução -De uma incipiente impressão
prêambular----Sabíamos
que
o
problemaque
desejávamos estudarse
localizava noâmbito muito genérico
do
modelo de esoola (pública) que temosem
Portugal,reportando-se
à
problemáticado
regimede
Autonomiae
Administração dos estabelecimentos de ensino básicoe
secundário, preconizado pelo Dec. Lei no 115-A/98 de4
de
Maio. Ele era induzido pela forte sensação que tÍnhamos daexistência de algum desfazamento e não
corespondência
entre oinstituído
por aquele normativo e a vida de uma determinada escola.Assumindo, como o fazem Quivy
e
Campenhoudt (1992, 25) que "...uma grandepaúe
das nossas rdéÍasse
inspiram nas aparências imediatasou
emposições parciais....[que não são 1.... mais do que íIusões
e
preconceitos", e que" ...construir sobre tais permissa equivale a construir sobre areia...." (ibidem), uma
primeira tentativa
de
ultrapassar esta situação, remete-nos para procedimentosexploratórios que explicitaremos a seguir.
í....a
uma abordagem exploratóriainicial...
l.l.Primeira etapa- procura de'opistas'- um mergulho na realidade
Assim, considerando que
a
literatura da especialidade comete ao EstudoExploratório várias procedimentos operatórios, tendo cada um deles obiectivos diversose, optámos
por
iniciartodo
o
processo(de
consecuçãoda fase
quedesignámos
por
primeiraetapa
do
estudo), procurandoo
contactocom
a realidade, metodologicamente seguindo a perspectiva de que,"De uma maneira geral, os métodos muito formais
e
estruturados, como os inquéritos por questionáio...não são tão apropiadas para o trabalho exploratÓio como os que apÍesentam uma gnnde maleabilidade de apliaÉo, @nto por exemplo as enÍreyisfas pouco dircctivas ou os métdos de obserua@o quedeixam um elevado grau de liberdade ao obseruado,"(ibid'67).
Deste
modo,
retomandoum
estilo
de
investigação referenciado naliteratura da especialidade como observação participante (ct. Bell, 1997,24 e s.) ,
eú"y e Campenhoudt adiantam que "ls operações de leitura visam essencialmente as§eg?rrar a qualidade
di probtenAúaçaq ao passo qae qs entrevistas e os métodos complementares ajudam essencialmente o
-
ir.íi-;,,',r, r ;:, [lririr';,í:]íl ill i;lili,r,,;,,ti"ti' ii';r,.j:,, ! .1 i.,',i:;;"
em que beneficiámos da nossa integração completa no ambiente a estudarío, e usando como instrumento
de
recolhade
informaçãoa
entrevista não directivaexploratória,
êffi
que,
segundo
Quivy
e
Campenhoudt,"...o
entrevistadorcontenta-se em colocar
o
temada
entrevista...." (o.c., 92 ) tratando-se mais de"...abir
o
espírito.. t el.. . de ouvir...[ do que]...pôr perguntas precrbas..."(ibid, 68),mais
de
'...descobrir novas maneiras de pôro
problema.. [doque]...
testar avalidade dos nossos proprios esquemas.."(ibid,68), procurámos no senso comum
daqueles
cuja
relaçãocom
a
escolaé
inultrapassável (professores, alunos,encaÍregados de educação, funcionários não docentes), algumas "pistas" que nos
pemitissem
cortar
o
cordão
umbilical
com
a
nossa leitura
pessoal
das inquietações que nos assolavam.Este primeiro contacto intencional com a realidade deu azo ao surgimento
de várias "pistas' que nos orientaram nos passos seguintes. De forma Iapidar,
foram elas:
o
Comunidade Educativa.
Listaso
Eleições.
Participaçãoo
Projecto Educativo.
Regulamento Interno.
Plano Anual de Actividadeso
Autonomiao
DescentralizaçãoA abordagem exploratória ao Dec. Lei no íí5-4198 que se segue, toma
como ponto
de
paÉidae
como
fio
condutor da
análise,este coniunto
dequestões.
l0
Be11 1o.c., 25) refere que este tipo de observação depende grandemente da integraçao completa ou parcial do observador na sociedade a estudar;
'i 'í r: irlirit; r'i';i i:.ririr;: t'iti: ::I j;iili,-'.ri;.i;:iri: :;';lr';:t-, i:",,-,illi
l.2.Segunda etâpa-Estudo do Dec-lei n'115-A/98 de 4 de Maio
A fase da análise assim encetada, intentará responder a uma ainda muito
basilar questão:
QuaÍs as idéias-força Preconizadas pelo decreto lei no 11&N98?
Parte-se desta para
um
estudo exploratóriodo
supra citado normativo,recorrendo
às
técnicas comumente designadasna
literaturada
especialidade como técnicas de análise de conteúdo (cf. Bell, 1997, 97; Ghiglionee
Matalon, 1gBS, 197-251, Quivy e Campenhoudt ,1992,224-229), tentando sistematizar osconteúdos percebidos, através de categorias (entendidas estas como "...rubricas
ott
cíassesque
reúnem
um
grupo
de
elementossoó
um
título
genérico,agrupamento
esse
efecÍuadoem razão das
características comuns desseselementos"-Bardin citado por Leite e Tenasêca, 1993, 76), colocadas a montante
da
análise efectuada(as
"ideias pista" angariadasem
sede
de
observação participante),num
trabalho
analíticoque
se
procura evidenciarno
quadroseguinte:
ldeias pista O que diz o Dec-Lei
noíí5-Ar98 ldéias
-
força do normaüvo a Descentralização o Autonomia"A
autonomia
e
adescentralização
constituemaspecÍos fundamentais de uma
nova
organização
daeducação..."
(preâmbulo)
"O
desenvolvimento
da autonomiadas
escolas exige,porém,
que
se
tenham
emconsideração
as
diversasdimensões
da
escola..-" (preâmbulo)"O
reforço
da
autonomia. (preâmbulo)D
"A
autonomia...constitui ....umaforma de as
escolas#
, ir'.i; ;irir; ;'ui i:.riiir';ir-ir;.:f iiiÍli,:: . l., i;i ;i i ;;: i ;'lrr,i1i, j :",'' ,r'';
a Comunidade
Educativa
desempenharem
melhor
oseruiço público de educação...."
(preâmbulo)
"...autonomia determina gue se
parta das
srfuações concretas,distinguindo
os
projectos educativose
as
escoras que estejam mais aptasa
assumir,em grau
mais
elevado
essa autonomia... " (preâmbulo)"O
desenvolvimento
daautonomia
desenvolve-se emduas fases...."(arP49o. Ponto 1)
"A
autonomia constitui
uminvestimento nas esco/as
e
naqualidade
da
educação..."(preâmbulo)
n....o
presente
diploma....[consagraJ...rcgras cíaras de
responsabilidade e.... [prevê1..a
frgura inovadora
dos
cantratos de autonomla. " (preâmbulo)"...construir
a
sua autonomia apartir da
comunidade..."(preâmbulo)
"A
assemb/eiaé o
orgão
depafticipação
e
representação dacomunidade
educativa...."(arP 80, ponto 2) "...salvaguardar a.. própria....fdas (preâmbulo) identidade escolasl..." "...estratégiasde
agrupamentode
esco/as
resultantes
dasdinâmicas
locais...." (preâmbulo)"...administração
educativacentrada
na
escola
e
nosrespecfivos
tenitórioseducativos...
"
(preâmbulo)Gomunidade Educativa
ffi
, ir': ii";' rii't r';it lsiiir''"ir i.:t ' ;;;'ir:;ti': .: r;;i"riili:':!.ii; ;;r r i- -I LegitimaçãoFormal
da Autonomia, Documentos LocaisDemocracia
e Participação"...identidade
ecomplementaidade
...dosdlVersos
interuenienfes..." (preâmbulo)" No
quadro
....[do]... desenvolvimentoda
autonomiada escola, deve considerar-se:
a)a
integraçãocomunitária....
b)a
iniciativa
dosmembros
da
comunidadeeducativa...o
(arP4o, ponto 2)
"Autonomia
é o
poderreconhecido
à
escola
pelaadministração educativa
detomar decisões.. ...no quadro do seu projecto educativo..." (anf
3o, ponto 1)
"O
projecto
educativo,
o regulamento intemoe
o
plano anual de actividades constituem instrumentosdo
processo
deautonomia
das
escoías..."(arP3o, ponto 2)
"...iniciativa
e
pafticipação dasociedade civi 1..." (preâmbulo)
nA
assembleiaé
o
orgão
departicipação
e
representação dacomunidade educativa...."
(arP 80, ponto 2)
'Aos
pars
e
alunos
éreconhecido
o
direito
departicipação na vida da escola.'
(arP 40o)
"O
direitode
particiPação dosda
na
vida Regulamento lnternoPlano
Anual
de Actividades Participação a O O o Projecto Educativoffi
; ir:.Í i'r: ti1 r'.i; l:.rii;r;ir ;irtitl'i;ti1i,". .,:;:,i;,i' ii";i,::r,, i"'',,-,i:ri
escola...-concretiza-se através
da
organização
e
dacolaboração
em
iniciativasvisando
a
promoção
damelhoria
da
qualidade
e
dahumanização
das
escu,las, emacÇões
motivadoras
deaprendizagens
e
daassiduidade
dos
alunose
emprojectos
de
desenvolvimentosócio-educativo
daescola."(are41 o, pontol ).
"A
autonamia
das escoras...como
objectivo de concretizar na vidada
escola a democratização... ."(preâmbulo)u....o
quadro
organizativo quemelhor responda
âsnecessrdades
actuais...daconsolidação
da
vida d e mocráti ca, "(p reâmbu lo)"A
administraçãodas
escorassubordina-se
aos
seguinfesprincí pios orientadore s :
a)
democraticidade e participação defodos
os interuenienfes no processo educativo...-"c)
representatividadedos
orgãosda
escola,garantida
Pela eleiçãodemocrática
de representantesda
comunidade educativa; (arP4o, ponto 1)"Os representantes dos alunos,
do
pessoal
docente
e
dopessoal
não
docente
naassembleia
sâo
elelfos
Pordistintos eleitorais...."
ffi
i r,t''i. r' r ti"
t r i-' ; 7.ti t; t ;: t ii t,
: 1l'i; t;;i, :,' ., i;:rt, r,i : i i :,i-
j,,
i - r'r. ;' i ; r iListas
(arP12o, ponto 1)
"A
cCInversãodos
vofos
emmandatos..."
(arto130, ponto 4)
"...cessagâo dos mandatos dos membros eleitos-.." (arP14o, ponto 4)
'Os
representantes....candidatam-se
à
eleição,contituídos
em
/isfas separadas.." (arP13o, ponto 1)7ts
ÍsÍas
devem
conter
aindicação
dos
candidatos
amembros efectivos - . .."
(arP13o, ponto 2)
7[s /isÍas do pessoal docente..." (arP130, ponto 3)
1Js
membros
da
ConselhoExecutivo
ou
o
Director
sâoeleitos em
assembleiaeleitoral..." (arf190, ponto 1)
"os
candidatos
constituem-seem
lista
e
apresentam umprograma..."
(arP20o, ponto 1)
"Considera-se eleita
a
alista queobtenha maioria absoluta....'
i ill li';irii; r,ii; il.ri;ii :;r íir:
i !, ". ..;t,,rl .'.'.f:l,,rr',,' ."'' r:,:',
Quadro l-Análise do Dec-Lei no1í5-A/98
Obtiveram-se assim, nalguns
casos
poÍ
recategorizaçãocom base
naanálise conseguida, algumas ideias determinantes para
a
análise oonsequente:Autonomia,
Democracia
e
PaÉicipação, Gomunidade Educativa,
eLegitimação Formal
da
Autonomia
(consubstanciada atravésda
constru@oparticipada
de
alguns documentos locais, dos quais destacaremoso
projectoeducaüvo, por ser este "...o documento que consagra a oientação educativa da
escola"- Dec-Lei no115-A/98, arP3o, ponto
2,
alínea a).Parece também haver Iugarà
leiturada
existênciade
alguma intersecção entreas
ideias forças do diploma em questão e as paisagens obtidas por via da auscultação do sentimentocomum, dos vários sectores que se movimentam na escola.
Concebe-se assim uma Autonomia, perspectivada com objectivos e por via
da
concretiza@oda
Democraciana vida da
escola, construídaa
partir
daGomunidade Educativa
e
expressa '....no quadrodo
seu projecto educativo ..."(Dec-Lei no115-A/98, arP3o, ponto
1), em que
ganha relevoa
ideiade
umaparticipação alargada envolvendo "...representantes
dos
docentes, dos pats e encaffegados de educação, dos alunos, do pessoal não docente e da Autarquialocal..." (Dec-Lei
no115-A/98, arP8o,ponto
2),
podendo
"...ainda integrarrepresentantes
das
actividadesde
carácter
cultural,
artístico,científico
eeconómico
da
respectiva área, com relevo parao
projecto educativoda
escola"(Dec-Lei n"115-A/98, arP8o, ponto 3).
Destaca-se
ainda uma
participação-colaboração expressada
seguinteforma:
"O direito de pafticipação dos pais na vida da escola....concretiza-se através
da organização
e
da crilabora,ção em iniciativas visando a promoção damelhoia da qualidade e da humaniza$o das esmJas, em aqôes motivadoras
de
aprendizagense
da
assiduidadedos
alunose
em
proieúos de desenvolvimento sócieeducativo da esco/a.'(arP 41 o, pontol ).Os
desideratos observadosneste
quadro,de
forma mais
incisiva oconstructo dominante
(o
de Autonomia) merece-noso
seguinte comentário de ordem crítica:--ffi
| ír.: ír'zrir'' ii;";;;tii,:''i:iiii'i: r,;1i illriiir';ii:iri1i'i;i ir-i i-.r t.r-,i;:i'A
Autonomia, preconizada, sendo entendidade
uma forma faseada (emque
o
cumprimento com sucessode
uma prameira fase-
correspondendo àinstalação
do
modelode
gestão
determinadono
normativoem
estudo- édeterminante para
a
passagem à segunda fase-
a da Autonomia propriamentedita)
e
consubstanciadaem
contrafosde
autonomia, nãoviu,
até
à
data daconstrução deste estudo, uma única escola, ao nível nacional, passar
à
referidasegunda fase (o próprio poder central, não regulamentou ainda os ditos contratos
de autonomia).lsto apesar de serem passados mais de
6
anos sobre a entrada em vigor do regime de autonomia em questão. Vemos assim, afastado da vidadas escolas
a
grande fatia da Autonomia preconizada,o
que,de
certa formasuportará,
nesta
fase
do
estudo,
a
manutençãode
algum
descréditorelativamente
às
restantes
ideias
força
identificadas (Fonnalização daAutonomia, Comunidade Educativa, e Democracia e Participação).
I3-Terceira etapa- anáIise dos Projectos Educativos das escolas
x
ey
Todavia
tal
leitura não obsta, antes motiva,a
passagemà
preconizadaterceira etapa deste estudo exploratório,
que
intentará vertficarem
sede de projecto educativo('...o
documento que consagraa
orientação educativa da escola"- Dec-Lei no115-A/98, arP3o, ponto2,
alíneaa )
das escolas objecto do nosso esfudo, a existência (ou não) das grandes linhas orientadoras constatadas no normativo supra referenciado, seguindo a seguinte pergunta:É
possivelconfur,
nosProjecÍc
EducatÍvos das escotrasx
e
y,
aassunçáo
das
ideiasde
:
Autononi4
Democncia, ConunidadeEdualiyq
Paficipe4Éo,LqÍümafu
furmal da AutonomialDocumerúosLocais?
Retomar-seáo,
nesta fase,
as
técnicas
de
análise
de
conteúdo ecategorização de informa@o usadas no primeiro caso.
Projecto Educativo
da escola X
Proiecto Educativo da
e§cola y
ldéias -força
"O
projecto educativo emergê de uma co,nce,pçãode
esoola loomunidade"...O infercsse da esco/a pelos assunÍos
da
comunidade.--"(oroiecto educativo da escola
educativa educativo da
2002-2003,'t)
(projecto
escola x,
"...permitir que
a
esco/asirua
de forma eficaz acomunidade
escolar..-"(projecto educativo da escola x,20O2-2OO3, 1)
"Seruiço
de
Psicologia e Oientação...destinado aestabelecer relações entre
os
váios
membros dacomunidade educativa..."
(p§ecto
educativo daescola x,2402-2003,7) "...outras [entidades]...que
sempre que solicitadas têm
colabondo
activamentecom a
comunidadeeducativa..."
(projecto educativoda
escola x, 2002-2003,71 "...espíitode
abertura ereceptividade face a outras
comu n idades ed ucativas... "
(projecto educativo da escola x,2002-2003,8)
"-...uma escola aberta..."
(projecto educativo da esco/a x, 2002-2003, 1 3)
uma
cultura de na participação comunidade..." educativo da 2002-2003,13) (projecto escola x, "...manifestações culturais Iocals que constituem a identidadecultural
daregião...."
(projecto educativoda
escola x,2002-2003, 13)
"...que esÍas parcenas se
alarguem
a
outrasi n stitu ições n ome ad a me nte
a
empresas locaise
daregião..."
(projecto educativoda
escola x,2002-2003,13)
"...rcfotçar
a
ligação daescola com a comunidade
y,2002-2003, 1)
"Este
é
um dos
objectivosfundamentais
para
aparticipação
da
comunidadeeducativa..."
(prqecto educativo da escola y,2O02-2003,2)
"...devendo contar para isso com
o
apoio da comunidadeque
serue..."
(projectoeducativo da escola y,
2OO2-2003,2)
"...um trabalho de diagnóstico
e
caracteização
daComunidade
Educativa..."(projecto educativo da escola y,2002-2003, 5)
educativa..."
(projecto educativoda
escola x, 2002-2003,151"...avaliação
do mesmo...[projecto educativol...ser realizada por parte da comunidadeeducativa..."
(projecto educativoda
escola x, 2002-2003,15)"...uma cultura
departicipação
na comunidade..." (projecto educativoda
escola x, 2002-2003,13)"A
construçãode
um documento deste tipo exigeuma
ampla participação...o
mesmo
é,....um documento aberto[devendo] ser preocupação
dos
orgãosde
gesfão desÍa escola, a divulgação deste documento e que ofuncionamento
desfa instituiçãose
aproximedesÍas
linhas orientadoras." (projecto educativoda
escola x, 2002-2003,15) "..promover a pafticipaçãodos
alunos em drVersasmanifestações culturais e
desportivas"
(projectoeducativo
da
escola x,2002-2003, 15)
"Os valores democráticos
que
a
escola defende estão consagrados na Leide
Basesdo
SisÍemaEducativo...."
(projectoeducativo
da
escola x,2002-2003, 13)
"é impoftante que esse meio
tenha
uma
partícipaçãoactiva
e
actuante
na Escola...' (projecto educativoda escola y, 2002-2003, 1)
"A
concepçãode
escola participada não está isenta dedifrculdades..."
(p§ectoeducativo da escola y,
2O02-2003, 1)
"....participação
dos
agenteslocais.." (projecto educativo da escola y,2002-2003,1)
"...participação
activa
eempenhada..."
(projectoeducativo da escola y, 2002-2003, 1)
"...o início de uma participação
cívica
activa..."
(projecto educativo da escola y,2OO2-20O3,'l e2)
"...participação da comunidade
educativa..."
(projectoeducativo da escola y,
2OO2-2003,2)
"...sentido
concreto
aosprincípios
da
participação..."(p§ecto educativo da escola
y,2QO2-2O03,2)
"....iniciativa
e
participação da sociedade civil..." (projectoeducativo da escola y,
2OO2-2003, 3)
"...o objectivo de concretizar,
na
vida
da
esco/a
a democratização..." (projectoeducativo da escola y,
2OO2-2003. 3)
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"O projecto educativo é um
instrumento de autonomia
da
escola..." (projecto educativoda
escola x,2002-2003,1)
"O
projecto
educativo....[pressupõel...na sua
elaboração princípios de
autonomia."
(projecto educativoda
escola x,2002-2003,1)
"O projecto educativo é um
instrumento de autonomia
da
escola..." (projecto educativoda
escola x,2002-2003,1)
"A
construçãode
um documento deste tipo exigeuma
ampla pafticipação...o
mesmo
é,....um documento aberto[devendo] ser preocupação
dos
orgãosde
gesÍão desta esco/a a divulgação deste documento e que ofuncionamento
desÍa instituiçãose
aproximedesfas
linhas orientadoras." (projecto educativoda
escola x, 2002-2003,15)"O
projecto
educativo emerge de uma concepçãode
esco/a /comunidadeeducativa
(projecto educativoda
escola x,2002-2003,1)
"O Plano
de
Actividadesconstitui
um
importante"...consolidação
da
vidademocrática..."
(projectoeducativo da escola y, 2002-2003,27)
"...um
papel
'pivot'
naarticulação
da
autonomia..." (projecto educativo da escola y,20o2-2oo3,2)"A esco/a que
se
pretendeautónoma,..."
(projectoeducativo da escola y,
2OO2-2003,2)
"O
desenvolvimento daautonomia
das
esco/asexige,...." (projecto educativo
da escola y, 2OO2-2O03, 3)
"...um
documento
queconstitua um instrumento do processo
de
autonomia..." (projecto educativo da escolay,2002-2003,4)
"O
desenvolvimento doProjecto Educativo..." (projecto
educativo da escola y,
2002-2OO3,2)
"O projecto educativo deve
reduzir
a
margem
dasdiferenças,..."
(projectoeducativo da escola y,
20O2-2003,2')
"O Projecto Educativo assume um papel'pivot' na articulação
da
autonomia..." (projectoeducativo da escola y, 2002-2003,2)
"...é necessário elaborar um
documento que constitua um
instrumento do processo de
autonomia..."
(projectoeducativo da escola y, 2002-2003,4)
"-...aposta na elaboração....do
nosso
própno
projectoeducativo
como
umdocumento que será a base do
nosso
desenvolvimentoorganizaciona..."
".--umdocumento que constitua um
Autonomia
Formlização
Autonomia