APRESENTAÇÃO DA AULA 4 ... UNIDADE 1 - Avaliação da Aprendizagem ... UNIDADE 2 - Medida, Verificação e Avaliação: Três Processos Distintos ... UNIDADE 3 - Instrumentos de Avaliação de Aprendizagem...
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Anotações
APRESENTAÇÃO DA AULA 4
Olá! Você está na aula 4 do curso de Formação de Formadores.
Nesta quarta aula serão discutidos os conteúdos das seguintes unidades:
A partir dos conhecimentos tratados nesta aula você será capaz de:
Bom Estudo!
- Analisar e aplicar as orientações sobre avaliação de aprendizagem
- Conhecer os instrumentos de avaliação de aprendizagem. - Compreender a importância da avaliação na educação por
competências.
Objetivos da aula
1.
Avaliação da aprendizagem.2.
Medida, verificação e avaliação: três processos distintos.3.
Instrumentos de avaliação de aprendizagem.Anotações
UNIDADE 1
Avaliação da Aprendizagem
Para iniciar, apresentamos uma história do Prof. Waldemar Setzer, aposentado da USP, que vai lhe ajudar a refletir sobre o que você estudará nesta aula.
O BARÔMETRO
Há algum tempo, recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota zero. O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma «conspiração do sistema» contra ele.
Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.
Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova que dizia: «Mostre como se pode determinar a altura de um edifício bem alto com o auxílio de um barômetro».
A resposta do estudante foi a seguinte: «Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe o barômetro até a calçada e, em seguida, levante-o, medindo o comprimento da corda; este comprimento será igual à altura do edifício».
Sem dúvida, era uma resposta interessante e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado. Por instantes, vacilei quanto ao veredicto. Mas... depois respondi ao aluno...
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FORMAÇÃO DE FORMADORESAnotações
AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
O que será que o professor respondeu ao aluno? O que você responderia? Registre sua resposta e depois a compare com a resposta do professor.
A história continua, vamos lá!
Registre no ambiente virtual.
E a história continua...
Recompondo-me, rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter a nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um Curso de Física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa de responder à questão. Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio.
Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio.
Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder à questão, isto, após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de Física. Passados cinco minutos, ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe, então, se desejava desistir, pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder.
Anotações
E a história continua...Mais surpreso ainda fiquei, quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade, tinha muitas respostas e estava justamente escolhendo a melhor. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse.
No momento seguinte, ele escreveu a resposta: «Vá ao alto do edifício, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula h = (1/2) gt^2, calcule a altura do
edifício.
Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a resposta, e se ele concordava com a minha disposição em conferir praticamente a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez inconformismo.
Ao sair da sala, lembrei-me de que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.
«Ah! Sim.» - disse ele - «há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro». Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações...
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FORMAÇÃO DE FORMADORESAnotações
AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
Quais seriam as outras respostas que o aluno deu aos professores? Você poderia arriscar pelo menos uma. Depois siga em frente e confira as respostas dadas pelo aluno.
Veja agora as respostas que o aluno deu aos professores. Registre no ambiente virtual.
Por exemplo, num belo dia de sol, pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo, bem como a do edifício. Depois, usando-se uma simples regra de três, determina-se a altura do edifício. Um outro método básico de medida, aliás, bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas, tem-se a altura do edifício em unidades barométricas.
Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g´s, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base
nessa diferença.
Finalmente, se não for cobrada uma solução Física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer, diz-se: - Caro Sr. Síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente. Professores eu sabia qual era a resposta esperada para o problema, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar meu raciocínio e cobrar respostas prontas, com base em informações mecanicamente arroladas, que eu resolvi contestar aquilo que considerava, principalmente, uma farsa.
Anotações
Bem, o professor Waldemar termina sua história com a seguinte reflexão:
A partir dessa história, a seguir temos um desafio para você.
Reflexão
«Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto».
Desafio
Analisando a história do prof. Waldemar, para você, o que seria a melhor atitude de um educador, um formador, nesse caso? Você concorda com professores que controlam o raciocínio dos alunos e cobram respostas prontas, com base em informações mecanicamente arroladas?
Registre sua opinião no ambiente virtual.
Continuando a unidade sobre avaliação de aprendizagem, você estudará agora um texto elaborado por Elizabeth Ladislau, especialista em avaliação.
Ao longo dos anos, a avaliação tem passado por acalorados debates no interior do sistema educacional, sofrendo modificações importantes e evoluindo em sua forma, métodos e critérios. Porém, no cotidiano da sala de aula, os problemas de hoje são os mesmos de 10, 20, 30 anos atrás. Na prática, a avaliação tradicional é utilizada como instrumento para manter a autoridade do professor.
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FORMAÇÃO DE FORMADORESAnotações
AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
E Você utiliza a avaliação em suas aulas como instrumento de autoridade? Pense sobre isso.
Então, o que significa avaliar um indivíduo?
Agora que você leu e refletiu o texto de Elizabeth Ladislau, vá em frente! Na próxima unidade estudará sobre medida, verificação e avaliação.
É preciso superar antigos paradigmas, tais como: evento; medo; boletim de notas; imposição; autoritarismo; atitude secreta; o ser arbitrário; o ser classificatório e implantar novos paradigmas, tais como: processo; coragem; registro de anotações; negociação; participação; transparência; o ser criterioso; o ser promocional. Nessa concepção, não há espaço para discriminações, pressões manipulativas, competição e rotulações. Ao contrário, a avaliação deve servir para consolidar entendimentos, apoiar necessárias atuações e ampliar o comprometimento e o aperfeiçoamento de indivíduos, grupos, programas e instituições, enquanto permite a formulação de juízos e recomendações, que geram ações, políticas e conhecimentos.
Portanto, avaliar o indivíduo significa observar o seu desenvolvimento contínuo na comunicação em suas diversas formas; no pensamento crítico; na busca de ideais; na convivência coletiva; na conquista de novas aprendizagens; e nas diversas situações de mobilização de forma articulada de conhecimentos, habilidades, atitudes e suas várias inteligências - as inteligências múltiplas - para a resolução de problemas não só rotineiros, mas também inusitados em seu campo de atuação.
Anotações
UNIDADE 2
Medida, Verificação e Avaliação:
Três Processos Distintos
Na unidade anterior você pode refletir uma concepção de avaliação de aprendizagem não tradicional. Nesta unidade você irá conhecer três processos distintos: Medida, verificação e avaliação.
Relembrando...
Veja, a medida, verificação e avaliação estão presentes em cada ação educativa.
Conheça a seguir a definição de cada um e seus instrumentos.
-
A primeira levanta informações frias e acuradas, descreve quantificando;-
A segunda verifica a veracidade, a validade e a confiabilidade dessas informações;-
A terceira ajuíza o valor relativo de cada uma destas informações, atribuindo-lhes significados e orientando as ações a serem implementadas.82
FORMAÇÃO DE FORMADORESAnotações
AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
A ilustração, a seguir, mostra as definições e os instrumentos utilizados em cada um dos processos. Assim, você pode observar com clareza a diferença entre avaliar, medir e verificar.
Definição:
grau, alcance,
padrão: aquilo
que serve de
base ou norma
para a avaliação
de qualidade ou
quantidade.
Instrumentos:
testes, trabalhos,
atividades práticas
etc.
MEDIDA
Definição:
investigação
e/ou prova da
veracidade de ...
Instrumentos:
gráficos, tabelas
etc.
VERIFICAÇÃO
Definição:
determinação da
valia ou do valor
de ..., emissão
de juízo de valor
a partir de dados
fornecidos por
instrumentos
de medida,
comprovados pela
verificação.
Instrumentos:
critérios
preestabelecidos.
AVALIAÇÃO
Bem, você pôde entender então, que avaliar é muito mais do que aplicar um teste, uma prova, fazer uma observação. A avaliação deve ser um processo contínuo, envolvendo não apenas o aspecto quantitativo, mas também, e principalmente, o aspecto qualitativo, que fornecerá informações valiosas para os processos de ensino e de aprendizagem. Ela deve julgar o grau de aceitabilidade do que foi descrito no ambiente educacional, ou seja, ela deve ser um controle de qualidade, medindo a efetividade ou não do processo, para que mudanças possam ser feitas, objetivando garantir essa efetividade.
A seguir você estudará os instrumentos de avaliação. Vamos em frente!
Dica
Pense sobre isso, sempre que estiver planejando o processo de avaliação de suas aulas.
Anotações
UNIDADE 3
Instrumentos de Avaliação de Aprendizagem
Veja bem, é importante você entender que, todas as vezes que se avalia, é interessante preocupar-se com as técnicas empregadas e suas finalidades. Se estas estão condizentes com a filosofia e os objetivos que caracterizam a instituição e se o aluno, que porventura vier a ser declarado aprovado alcançou os objetivos propostos como metas educacionais, e se está realmente apto a desenvolver o que lhe confere a sua habilitação.
E quanto aos instrumentos utilizados para avaliar? Veja a seguir.
No decorrer do desenvolvimento das atividades curriculares, o professor pode fazer o acompanhamento de seus alunos de várias formas:
Você observou que o processo de avaliação inclui instrumentos e procedimentos diversificados. Algumas formas são mais sistemáticas, outras menos; algumas mais formais, outras mais informais. O que não pode faltar no processo de avaliação é a definição de seus reais propósitos.
Em razão disso, professores, alunos e todos que fazem parte dos processos de ensino e de aprendizagem têm como dever conhecer o regimento, as normas da instituição e os princípios comuns que são fixados por leis e que regem aquela modalidade de ensino.
-
exercícios;-
estudos dirigidos;-
trabalho em grupo;-
observação do comportamento;-
conversas informais;-
verificações formais por meio de provas de questões dissertativas e de questões objetivas;-
argüição oral;84
FORMAÇÃO DE FORMADORESAnotações
AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
Instrumentos formais e menos formais
Os instrumentos formais utilizados com maior freqüência são as verificações por
meio de provas escritas, dissertativas e objetivas, e provas práticas.
Os outros procedimentos de acompanhamento de alunos nas várias situações diárias, que são de caráter mais informal - como a observação, a entrevista, e
outros - são menos utilizados, embora tenham um grande valor na compreensão e na apreensão da real aprendizagem do aluno.
No caso de educação baseada em competências e habilidades, é importante
pensar numa forma de avaliação que se aproxime mais de sua realidade. É necessário que sejam estabelecidos critérios essenciais para realização de uma avaliação que ofereça, de forma abrangente, informações acerca de tudo o que foi apreendido. Professor e alunos devem se certificar se ocorreu ou não ensino e aprendizagem compatíveis com o desenvolvimento das competências desejáveis. Falando em competências, é o que você estudará mais detalhadamente na próxima unidade: Avaliação na educação por competências. Mas, antes
propo-mos uma atividade.
Utilizando as orientações recebidas nesta unidade. Escolha dois instrumentos de avaliação e elabore uma avaliação. Além da elaboração dos instrumentos, explique como será sua aplicação e a pós-avaliação. Socialize sua avaliação com os demais colegas de turma por meio da ferramenta Fórum.
Atividade
Anotações
UNIDADE 4
Avaliação na Educação por Competências
Na unidade anterior você estudou sobre os instrumentos de avaliação. Nesta unidade discutiremos como se avalia em educação baseada em competência.
Relembrando...
Na educação baseada em competências, as atividades de avaliação devem ser definidas segundo objetivos, competências e habilidades, em cujos âmbitos deve
ser medida a aprendizagem do indivíduo. E, obviamente, estas atividades devem considerar as situações de aprendizagem e os objetivos previamente definidos.
Assim, é importante avaliar cada parte que compõe o todo. Isso se deve ao fato de que o indivíduo não pode ter meia competência, ou seja, ou ele domina ou não domina determinada competência. Portanto, o professor deve lançar mão de técnicas e de instrumentos de avaliação que lhe permitam definir se o aluno
possui ou não a competência desejada. Uma das técnicas que se presta a esse fim é a observação.
Veja a seguir o que Libâneo tem a dizer sobre a avaliação observacional.
Nesse tipo de educação, faz-se necessário avaliar se o aluno adquiriu o saber e o saber fazer, além do saber ser e do aprender a aprender, uma vez que o conceito de competência envolve a conhecimentos, habilidades e atitudes.
Libâneo agrupa os parâmetros da avaliação obser-vacional em quatro critérios:
LIBÂNEO, B.C. A formação das áreas profissionais. Semelhanças e dessemelhanças. Palestra no seminário de validação da proposta de matriz curricular para a área
de construção civil.
Belém, 1992.
-
Desenvolvimento intelectual;-
Relacionamento social;86
FORMAÇÃO DE FORMADORESAnotações
AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
Esses critérios contemplam o saber, o saber fazer, o saber ser e o aprender a aprender. Além disso, preconiza que, no processo educacional, os parâmetros – ou quesitos – ligados ao desempenho intelectual sejam avaliados para cada competência ou habilidade e que os quesitos ligados aos demais critérios sejam avaliados para cada grupo de competências, bloco ou módulo.
Veja no quadro, a seguir, os parâmetros ou quesitos para cada critério de avaliação.
Desempenho Intelectual
O desempenho intelectual pode contemplar, dentre outros, os seguintes aspectos: atenção nas aulas e no trabalho; persistência na execução das tarefas; absorção de novos conhecimentos; aplicação de conhecimentos anteriores; expressão escrita e verbal; conhecimentos gerais necessários ao cidadão moderno; além dos quesitos particulares da atividade em questão.
Relacionamento Social
O relacionamento social trata das relações com colegas e professores e inclui os seguintes quesitos: lealdade; respeito; sinceridade; cooperação; solidariedade; e cumprimento de normas. Este critério busca avaliar a construção do cidadão e a progressão do aluno como indivíduo inserido em um grupo social.
Desenvolvimento Afetivo
O critério que avalia o desenvolvimento afetivo inclui quesitos ligados à situação humana do aluno. Neste caso, a avaliação contempla parâmetros do tipo: responsabilidade; iniciativa; auto-estima; espontaneidade; controle emocional; e bom humor.
Organização e Hábitos Pessoais
Para fazer face a um mundo exigente e que observa, em primeiro lugar, as aparências, têm-se o critério organização e hábitos sociais. Os quesitos mais expressivos desse critério são: ordem e asseio; cumprimento de prazos e horários; postura física; linguajar compatível com o contexto social; indumentária adequada; respeito ao meio ambiente; cumprimento às normas de saúde ocupacional; e conhecimento dos programas de prevenção de acidentes.
Anotações
Portanto, a partir do mapeamento das competências necessárias ao indivíduo nos seus vários níveis para um campo profissional, devem emergir procedimentos criativos para avaliadores e avaliados, juntos, observarem, num processo contínuo, manifestações, expressões e evidências que apontem na direção da formação plena do profissional.
Você concluiu a última unidade da aula 4. A seguir vamos ao fechamento da aula e as atividades de auto-avaliação
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AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
FECHAMENTO E ATIVIDADES
DE CONCLUSÃO DA AULA
Fechando a aula 4!
Nesta aula você pode descobrir que:
- A avaliação educacional é um instrumento que, quando utilizado corretamente, permite ao avaliador obter informa-ções que lhe serão úteis para uma profunda reflexão sobre a sua prática pedagógica, e pode confirmar o estado em que se encontram os elementos envolvidos no contexto.
- Que o papel da avaliação é altamente significativo para o processo educacional.
- Que a essência do processo avaliativo está em ser útil na informação que oferece; viável na realização de sua trajetória; ética em seus propósitos e conseqüência; e precisa na elaboração de seus instrumentos e tratamento de seus dados.
Desejamos que você aplique com sucesso as orientações rece-bidas nesta aula.
Anotações
Atividade de auto-avaliação
Realize as atividades no ambiente virtual.1. Procure no caça-palavras as palavras que preenchem esta afirmativa.
Na educação baseada em competências, as atividades de avaliação devem ser definidas segundo _______, ____________ e _____________, em cujos âmbitos deve ser medida a aprendizagem do indivíduo.
2. Encontre no jogo da memória as definições de Medida, Verificação e Avaliação.
FAVORNIVETIVTOSED
ALKOBJETIVOSISUNC
HSBCCIEIONJUJSNKO
COMPETÊNCIASHSBE
VUROMJHGGTTORENN
WERNAHABILIDADES
MEDIDA
VERIFICAÇÃO
Definição: determinação da valia ou do valor de ..., emissão de juízo de valor a partir de dadosforne-cidos por instrumentos de medida, comprovados
pela verificação.
Definição: investigação
e/ou prova da veracidade de ...
AVALIAÇÃO
Definição: grau, alcance,
padrão: aquilo que serve de base ou norma para a avaliação de qualidade ou
Anotações
FECHAMENTO DO CURSO
Fechando o curso...
Desejamos que você aproveite os conhecimentos adquiridos neste curso. Que aplique, como professor os fundamentos para sua ação formativa, as orientações sobre planejamento de ensino; as técnicas de ensino aqui apresentadas e os conhecimentos sobre avaliação de aprendizagem.
Lembre-se: você é peça-chave para a aprendizagem do seu aluno.
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FORMAÇÃO DE FORMADORESAnotações
AULA 4: Avaliação da Aprendizagem
REFERÊNCIAS
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2001.
BOOG, Gustavo G. Manual de Treinamento e Desenvolvimento. São Paulo:
Makron Books, 1999.
CORDEIRO, Bernadete M. P. e SILVA, Suamy. S. Direitos Humanos: referencial prático para docentes do Ensino Policial. 2ª ed. Brasília: CICV, 2005
GARDNER, H. Inteligências Múltiplas : a teoria na prática. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1995.
JACIRA S. L.WILSON C. A avaliação: do texto ao contexto. [on-line] disponível
em www.conciani.inter-fox.com.br. Acesso em 08/03/2004.
LIBÂNEO, B.C. A formação das áreas profissionais. Semelhanças e dessemelhanças. Palestra no seminário de validação da proposta de matriz
curricular para a área de construção civil. Belém, 1992.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. Série Formação do Professor. São Paulo: Cortez,
2001.
MAMEDE, S. PENAFORTE, J. Aprendizagem baseada em problemas. Fortaleza:
Hucitec, 2001.
MENDES, Eunice. Falar em Público: Prazer ou Ameaça? Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1997.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (Brasília). Educação Profissional. Brasília, 2000.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (Brasília). PCN: Ensino Médio. Brasília, 2000.
PERRENOUD, Phillipe. Pedagogia diferenciada das intenções à ação. Porto
Alegre: Artmed, 2000.
ROSENBAUM (apud Feltes, 2002) in Cadernos Adenauer IV (2003), nº 3.
Segurança cidadã e polícia na democracia. Rio de janeiro: Fundação Adenauer,
outubro 2003.
SANT’ANNA, I.M. Por que avaliar? Como avaliar? Critérios e instrumentos bem sucedidos. Secretária Executiva n° 11, set, p. 6, 1995.
SHÖN, Donald. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000.