Relatório e Contas do 1º Semestre de 2004 (Consolidadas)

Texto

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SAG GEST – Soluções Automóvel Globais, SGPS,SA Sociedade Aberta

Capital Social: EUR 150 000 000 NIPC: 503 219 886

Matriculada na CRC da Amadora sob o n.º 10 853 Sede: Estrada de Alfragide, km 1,5 – Alfragide 2614-519 Amadora

Escritórios: Estrada de Alfragide, km 1,5 – Alfrapark - Edifício SGC, 2º Piso Alfragide

2614-519 Amadora

Tel. 21 359 66 64 / 71 Fax: 21 359 66 74 www.sag.pt

Relatório e Contas do 1º Semestre de 2004 (Consolidadas)

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De acordo com as disposições em vigor, e o Contrato Social da Sociedade, submetemos à apreciação dos Exmos. Accionistas o Relatório de Gestão e as Demonstrações Financeiras Consolidadas do Grupo SAG referentes ao Semestre findo em 30 de Junho de 2004.

Considerações Gerais

A SAG SGPS registou, no primeiro semestre de 2004, um resultado líquido consolidado de EUR 8,4 milhões, o que corresponde a um aumento de 3,9% relativamente a idêntico período de 2003.

Ao abrigo das Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS), previstas para vigorarem a partir de Janeiro de 2005, o resultado líquido, ajustado pelo impacto dos itens identificados, seria de EUR 11.5 milhões.

O volume de negócios consolidado atingiu os EUR 373 milhões, 14,2% acima do valor registado no período homólogo do ano anterior.

Comércio Automóvel

Na área da Distribuição Automóvel, e comparando com o período homólogo de 2003, a SIVA registou um aumento de 6%, no número de viaturas comercializadas, sendo de salientar que o mix de vendas de viaturas se apresentou favorável graças à boa performance da Audi, com 3.350 unidades vendidas (+13,2%).

A SIVA manteve-se no primeiro semestre de 2004 no topo do mercado nacional de veículos de passageiros (VP) com uma quota de 14,1%, a que correspondem 14.942 viaturas vendidas das marcas Audi, Skoda e Volkswagen. No total, incluindo os veículos comerciais ligeiros, a SIVA comercializou neste período 16.294 veículos, o que significou um aumento da quota de mercado de 11,3% para 11,5%.

Na área do Retalho, e também em comparação com o período homólogo de 2003, o volume de vendas aumentou 14,4% (mais 338 unidades), sendo de destacar o contributo do sector das viaturas usadas, com mais 229 unidades.

Serviços Automóvel

Na área dos serviços automóvel, sobressai o desempenho da Multirent, que viu a facturação e o volume da sua carteira crescerem, respectivamente, 20,3% e 22,1%, em comparação com os valores registados no final dos primeiros seis meses do ano passado.

Quanto à Globalrent, beneficiando do efeito positivo do Euro 2004 no mercado de rent-a-car, registou um volume de negócios 13,4% superior ao de 2003.

As operações da Unidas nos mercados brasileiros de “rent-a-car” e de “fleeting” (gestão de frotas) ficaram algo aquém das expectativas devido a condicionantes específicas da situação económica local. No “rent-a-car”, a quebra de volume que se verificou (menos 18,5% no número de dias de aluguer) foi marginalmente compensada pelo aumento de 19,2% que se registou no valor do RPD, enquanto no “fleeting” o número de contratos em carteira conheceu um aumento de 10% em relação ao 1º Semestre de 2003.

Serviços Financeiros

O Interbanco contribuiu positivamente para o resultado da SAG obtendo um resultado líquido consolidado de EUR 1.7 milhões no primeiro semestre, o que representa um acréscimo de 119% relativamente ao período homólogo de 2003.

Actividade Económica e Financeira

Durante o 1º semestre de 2004 foram efectuadas algumas operações de restruturação do passivo financeiro do Grupo, que contribuíram para melhorar significativamente a sua solidez financeira, sendo de destacar:

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Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

1. a emissão de Obrigações no valor de EUR 58 milhões por um prazo de 5 anos;

2. a alienação, a um Fundo de Investimento Imobiliário, de uma parte significativa do património imobiliário do Grupo. Todos os imóveis abrangidos por esta operação encontram-se arrendados por Empresas do Grupo.

O endividamento de médio prazo representa agora 58% de um endividamento líquido total de EUR 357 milhões comparando com um endividamento de médio prazo de 26,1% e com um endividamento líquido total de EUR 401 milhões em Junho de 2003.

Impactos Extraordinários

O EBITDA atingiu os €35,3 milhões, registando um decréscimo de 8,6% em relação ao 1º semestre do ano passado, tendo para isso contribuído o impacto da alienação e normalização do stock de veículos semi-novos provenientes de operações de recompra de viaturas contratadas com empresas de ‘rent-a-car’, nomeadamente em 2003, que geraram uma margem bruta negativa de EUR 5,2 milhões

Por outro lado, a operação de alienação de activos imobiliários, que foi efectuada a valores de mercado, com base em avaliações independentes, permitiu a realização de mais valias contabilisticas que totalizaram EUR 10,5 milhões.

No entanto, os resultados do Semestre apenas incluem o reconhecimento de mais valias no valor de EUR 5,0 milhões. O valor remanescente será reconhecido em exercícios futuros, até ao exercício, pelo Grupo, da opção de compra de que dispõe nos termos do contrato de arrendamento relativo a alguns dos imóveis em questão.

Por estes factos, o impacto positivo desta operação no resultado líquido consolidado do Grupo foi de EUR 4,7 milhões.

Impacto da Adopção das Normas Internacionais de Relato Financeiro

O Grupo iniciou atempadamente a implementação das acções necessárias para permitir a plena e integral adopção das Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS) na preparação das suas Demonstrações Financeiras Consolidadas, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2005.

Com o objectivo de garantir a aderência ao princípio da comparabilidade, as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício de 2004 serão igualmente ajustadas de acordo com aquelas Normas.

Com este objectivo, e com base nos trabalhos já desenvolvidos, as Demonstrações Financeiras Consolidadas relativas ao 1º Semestre de 2004, preparadas de acordo com as IFRS, são como segue:

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As alterações mais significativas que se encontram reflectidas são as seguintes:

• O método utilizado no reconhecimento da participação do Grupo no capital do Interbanco foi alterado, passando a ser adoptado o método da equivalência patrimonial.

• De acordo com a IFRS 22, o “goodwill” reconhecido em resultado de combinações de negócios está sujeito à realização de testes de imparidade destinados a verificar eventuais perdas de valor nas entidades ou operações adquiridas ou objecto de combinação. Desta forma, deixa de ser registado o valor correspondente à amortização de “goodwill”. Por outro lado, e de acordo com a IFRS 1, o valor do

“goodwill” registado na data da adopção inicial dos IFRS deverá corresponder ao respectivo valor líquido contabilistico nessa data.

Desta forma, e de acordo com a IFRS 22, foi eliminado das Demonstrações Financeiras Consolidadas referentes ao 1º Semestre de 2004 o valor correspondente à amortização de “goodwill”.

Até ao final de 2004, serão elaboradas avaliações independentes das entidades adquiridas. No entanto, o Conselho de Administração entende que o valor das entidades a avaliar – nomeadamente o que resulta da aquisição das operações da Unidas, no Brasil e do Interbanco – não requer o reconhecimento de quaisquer perdas por imparidade.

• Finalmente, foi reconhecido o impacto na Situação Líquida Consolidada dos

“warrants” emitidos em 2003 no âmbito de uma emissão de um empréstimo obrigacionista.

Distribuição de Dividendos

Tomando em consideração a boa situação financeira da empresa, nomeadamente a sua actual estrutura de endividamento bancário e de fundos próprios, o Conselho de Administração da SAG irá recomendar aos seus accionistas em Assembleia agendada para o próximo dia 12 de Outubro, o pagamento de um dividendo intercalar referente ao 1º semestre do exercício de 2004 no valor de EUR 0,028 por acção, correspondente a 50% do resultado líquido consolidado.

Perspectivas para o 2º Semestre de 2004

Apesar de as previsões para a economia portuguesa apontarem para a consolidação dos índices que antecipam a tão aguardada retoma da actividade económica, ir-se-á prosseguir uma estratégia de preparação de toda a estrutura da empresa para a desejada recuperação do mercado automóvel e do conjunto de negócios a ele associado.

Também em relação ao contexto económico brasileiro, recentes indicadores apontam para uma aumento da actividade económica, o que permitirá melhorar o desempenho global da operação Unidas.

Reconhecendo o interesse de estar presente num índice bolsista de cariz internacional, a SAG prevê formalizar a sua entrada no segmento NextPrime da Euronext até ao final de 2004.

Alfragide, 3 de Setembro de 2004

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O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

João Manuel de Quevedo Pereira Coutinho - Presidente

Esmeralda da Silva Santos Dourado Carlos Alexandre Antão Valente Coutinho

Fernando Jorge Cardoso Monteiro

António Carlos Romeiras de Lemos

Manuel Ferro da Silva Meneses

Rui Eduardo Ferreira Rodrigues Pena

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ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS DO EXERCÍCIO DE 2004 – 1º SEMESTRE

NATUREZA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

As Demonstrações Financeiras Consolidadas foram preparadas em conformidade com os princípios contabilísticos e normas de consolidação expressas no Plano Oficial de Contabilidade. As Demonstrações Financeiras Consolidadas englobam as demonstrações financeiras das Empresas que compõem o perímetro actual da SAG GEST – Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA (ou abreviadamente SAG SGPS, SA).

As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano Oficial de Contabilidade.

As notas cuja numeração se encontra ausente, não são aplicáveis, ou a sua apresentação não é relevante para a apreciação das demonstrações financeiras consolidadas.

Todos os valores constantes das notas e para as quais não esteja indicada a unidade monetária, estão expressos em EUROS.

1. ACTIVIDADE

O Grupo SAG, do qual a SAG SGPS, SA é a Empresa-Mãe, é constituído pelas Empresas enumeradas na Nota 1, que actuam em diferentes áreas de negócio, designadamente comércio de distribuição e retalho das marcas Volkswagen, Skoda, Audi, Bentley e Lamborghini, comercialização de usados multi- marca, preparação de viaturas novas e reparação de carroçarias, fleet management e renting – produtos e serviços de aluguer automóvel de médio e longo prazo, contratos de manutenção, serviços de rent-a- car e short rent e mediação de seguros.

2. BASES DE APRESENTAÇÃO E DE CONSOLIDAÇÃO E PRINCÍPIOS CONTABILÍSTICOS i) Bases de Apresentação e consolidação

As Demonstrações Financeiras Consolidadas incluem as contas da SAG SGPS, SA e das filiais em que participa directamente no respectivo Capital Social de modo maioritário ou exercendo o controlo da sua gestão, que foram englobadas pelo método de consolidação integral.

ara as Empresas englobadas, os saldos e as transacções significativas (com os correspondentes proveitos e custos) realizadas com outras Empresas, também englobadas, foram eliminados.

As diferenças entre o valor contabilístico dos investimentos financeiros e os valores das aquisições estão levados nas seguintes rubricas:

Diferenças de consolidação, das Empresas consolidadas pelo método integral, sendo levadas ao activo (imobilizado incorpóreo), no caso de as diferenças para o valor dos capitais próprios adquiridos ser positiva, e aos capitais próprios no caso da diferença ter natureza inversa.

As diferenças apuradas na data da primeira consolidação, independentemente da sua natureza positiva u negativa, foram contabilizadas em capitais próprios de acordo com as normas transitórias constantes o Decreto-Lei nº 410/91, de 2 de Julho.

P

re

o d

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O valor correspondente à participação de terceiros é apresentado no Balanço Consolidado e na emonstração de Resultados Consolidada na rubrica “Interesses Minoritários”.

As parti sto de

aquisiçã

) Princípios contabilísticos

lo método das quotas constantes por um período de 3 anos.

sta rubrica também inclui as diferenças entre o valor contabilístico das Empresas englobadas na o integral e o respectivo valor dos capitais próprios à data da sua entrada no rupo. Estas diferenças são amortizadas por um período de 20 anos, excepto para as aquisições fectuadas em 2001, cujo período de amortização é 10 anos.

se registadas ao custo ou ao valor reavaliado ao abrigo de iversos diplomas legais, a última das quais efectuada em 1998 com referência a 31 de Dezembro de 997. Contudo, todos os terrenos do Grupo são, a partir de 2001, reavaliados periodicamente com base s amortizações são calculadas sobre o valor de custo ou de reavaliação, pelo método das quotas

nsta a a amortizar totalmente os bens no fim da sua vida útil tima

% D

cipações que não são objecto de consolidação pelo método integral estão registadas ao cu o.

iii

a) Geral

As Demonstrações Financeiras Consolidadas foram preparadas segundo a convenção do custo histórico, modificado pela reavaliação das imobilizações corpóreas, em conformidade com os princípios contabilísticos fundamentais da continuidade, da especialização, da prudência, da substância sobre a forma e da materialidade.

b) Imobilizações incorpóreas

As imobilizações incorpóreas estão mostradas pelo seu valor de aquisição, deduzido das amortizações acumuladas, calculadas pe

E

consolidação pelo métod G

e

c) Imobilizações Corpóreas As imobilizações corpóreas encontram- d

1

em reavaliações técnicas efectuadas por peritos independentes.

A

co ntes, excepto como referido abaixo, de form es da, como segue:

Edifícios e outras construções 2,00 a 16,66

Equipamento básico 10,00 a 31,25

Equipamento de transporte 14,28 a 25,00

a 33,33 ações do equipamento básico são calculadas de forma a reflectir a amo

Ferramentas e utensílios 10,00 a 25,00

Equipamento administrativo 10,00 a 33,33

Outras imobilizações corpóreas 10,00

Na empresa Multirent, as amortiz

perda de valor estimada da viatura durante a vigência do contrato a que respeitam, que corresponde á rtização de capital teoricamente incluída nas respectivas rendas.

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Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

d) Investimentos Financeiros

Os investimentos financeiros relativos a partes de capital em Empresas associadas e filiais excluídas da consolidação e os títulos, encontram-se valorizados ao custo de aquisição. Os dividendos decorrentes de articipação de capital, no que respeita a estas Empresas, só são reconhecidos quando se encontra . Os juros provenientes de títulos são contabilizados no período a s restantes investimentos financeiros encontram-se valorizados ao custo de aquisição, modificado pela uada ao abrigo do Decreto-Lei nº 31/98, no que respeita aos investimentos efectuados té 31 de Dezembro de 1997.

s ao custo ou valor de realização, dos dois o mais baixo.

custo é determinado da seguinte forma:

As operações em moeda estrangeira (fora da zona Euro) são registadas ao câmbio da data da operação.

s valores a receber e a pagar em moeda estrangeira estão expressos em euros às taxas em vigor à

cidade

s despesas de publicidade são contabilizadas em resultados no ano em que ocorrem (fornecimentos e p

assegurado o respectivo recebimento que respeitam.

O

reavaliação efect a

As amortizações acumuladas relativas a estes investimentos são efectuadas pelo método das quotas constantes, de forma a amortizar totalmente os investimentos durante o seu período de vida útil.

e) Existências

As existências encontram-se valorizada O

• Viaturas Novas - Custo de aquisição e outras despesas adicionais de compra;

• Viaturas Usadas - Estas existências são resultantes da actividade de Buy-Back e estão valorizadas ao custo de aquisição encontrado na avaliação pela retoma;

• Peças e restantes mercadorias - Custo médio de aquisição e outras despesas incorridas até à respectiva entrada em armazém.

f) Dívidas de terceiros

As provisões para devedores de cobrança duvidosa são calculadas com base na respectiva antiguidade dos saldos e tendo em conta a expectativa de cobrabilidade dos saldos.

g) Dívidas de e a terceiros em moeda estrangeira

O

data de referência do balanço.

h) Despesas de publi A

serviços externos), excepto as que se relacionem com campanhas a realizar em exercícios futuros, que são contabilizadas em custos diferidos. Adicionalmente, parte deste tipo de despesas são recuperadas por débito a terceiros.

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i) Pensões

Não existe qualquer responsabilidade com pensões de reforma.

j) Instrumentos financeiros

Operações de SWAP de taxas de juro – Os juros a receber ou a pagar são periodificados por contrapartida de proveitos ou custos até ao vencimento das operações.

Contratos de futuro sobre taxas de juro – Os contratos utilizados para cobertura de riscos (hedging) não são reavaliados ao valor de mercado, sendo os respectivos resultados, obtidos na data de liquidação, periodificados durante o prazo da operação, por contrapartida de proveitos ou custos.

k) Imposto sobre o rendimento

do IRC dos grupos de sociedades, para o exercício de 2004.

ntes a cada uma das

De stão sujeitas a revisão e correcção por

parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos (dez anos para a Segurança Social).

s

pod visão, embora o Grupo SAG considere que eventuais correcções sultantes de revisões fiscais àquelas declarações de impostos não poderão ter efeito significativo nas demonstrações financeiras consolidadas à data de 30 de Junho de 2004.

Em 2002, o Grupo adoptou como procedimento o reconhecimento de impostos diferidos, de acordo com estabelecido na Directriz Contabilística nº 28, como forma de especializar adequadamente os efeitos

movimento da conta de impostos foi como segue:

3.532.689

Pagamentos por conta e retenções 188.241

stimativa de imposto (1.912.596)

As Empresas incluídas na consolidação que cumprem os requisitos do artº 63º do Código optaram pelo regime especial de tributação

O Imposto sobre o Rendimento é o resultado do somatório dos impostos refere Empresas englobadas na consolidação.

acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais e

De te modo, as declarações fiscais das empresas incluídas na consolidação dos anos de 2000 a 2003 erão vir ainda a ser sujeitas a re

re

o

fiscais das suas operações e de excluir as distorções relacionadas com os critérios de natureza fiscal que contariam os efeitos económicos de determinadas transacções.

O

Saldo em 31.12.2003 E

Imposto a recuperar 1.808.334

A estimativa de impostos do exercício foi calculada como segue:

stimativa de imposto corrente (309.060)

2.221.656

stimativa de imposto do exercício 1.912.596

E

Estimativa de imposto diferido E

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Conciliação entre o imposto do exercício e o imposto corrente:

posto do exercício 1.912.596

Im

Impostos diferidos:

justamento derivado do critério de amortizações da Globalrent 86.518

ortizações da Multirent 1.762.459

386.505 postos diferidos da Inovision (por prejuízos fiscais) (13.826) A

Ajustamento derivado do critério de am Ajustamentos de consolidação

Im

2.221.656

Imposto corrente (309.060)

Perímetro de Consolidação Fiscal

Imposto devido por Empresas com lucro tributável 5.331.384

rédito de imposto por utilização de prejuízos fiscais (6.028.386) (697.002) C

Outras Empresas fora do Perímetro de Consolidação Fiscal

SAG do Brasil 145.191

387.942

SAG IFC – Irlanda 242.751

(309.060) Os movimentos ocorridos nas rubricas de impostos diferidos foram como segue:

Impostos Diferidos Activos

Saldo inicial 9.112.846

Multirent 731.319

Globalrent 428.838

Margem da SIVA no retalho 24.882

SAG Brasil 1.391.158

SIVA 2.386.782

4.962.979 Saldo final

Impostos Diferidos Passivos

Saldo inicial 1

ultirent 2.493.778

515.356 da UsadoOk

argem nas vendas UsadoOk / Globalrent 267.571

SAG Brasil 2.248.029

Saldo final 1.977.495

3.141.183 M

Globalrent

Mais / menos valias da Globalrent (17.888)

Provisão SAG IFC 218.806

Recondicionamento de existências SIVA

(57.102) (538.105) M

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I – INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO as incluídas na consolidação

das na consolidação são os segu Activo Capitais

Próprios Resultado

Líquido % Particip.

Nota 1 – Empres

Os principais indicadores financeiros das empresas filiais incluí intes:

Empresa Sede Total %

Controle SIVA, SA Azambuja 284.998.282 53.474.920 11.970.544 100%

arlar, SA Lisboa 2.893.735 503.152 199.662 100% 100%

Castelimo, SA Lisboa 11.240.701 3.429.188 234.205 100% 100%

4.632.321 2.248.224 771.504 100% 100%

3.126.558 1.201.917 100%

151.890 36.182 100%

SADO OK, SA Amadora 46.897.806 (3.662.070) (4.166.897) 100%

75.958 248.161 100% 100%

Oeiras 3.174.617 217.432 145.352 100%

Porto 7.889.446 4.281.391 377.974 95%

ultirent, SA Lisboa 174.993.606 (12.314.285) (6.184.563) 100%

rotarent, Lda Lisboa 251.614 106.797 - 100%

lobalrent, Lda Loures 58.103.122 (2.147.093) (1.386.805) 100% 100%

100% 100%

100% 100%

CQ, Lda Azambuja 3.178.681 (207.449) (212.740) 100% 100%

Lírios & Nobre, Lda Lisboa 1.366.872 911.501 809.774 100% 100%

sboa 733.761 511.632 220.800 100% 100%

, SA Amadora 19.264.499 17.351.915 (446) 100%

omepor, SA Lisboa 4.906.038 144.840 62.655 100% 100%

iços, SA Amadora 2.801.845 141.140 (112.136) 100%

A Lisboa 1.010.232 234.775 (36.454) 50%

boa 1.089.335 452.695 (81.394) 100%

OM , SA Amadora 297.896 138.980 (42.705) 100%

llation Finance Luxemb. 1.260.685 918.907 - 100%

Irlanda 116.970.260 32.133.820 1.589.334 100%

AG Espanha, SL Espanha 78.700.545 49.723.881 (495.131) 100% 100%

SAG BRASIL, Ltda Brasil 65.464.031 39.202.183 1.367.114 100% 100%

Empresas excluídas na consolidação

Sede Total Activo Capitais Próprios Resultado

Líquido % Particip. % C nco, S A Lisboa 737,847,000 49,200,000 3,897,000 50%

100%

C

Justocar, SA Barreiro

JM Seguro, SA Lisboa 11.393.261 100%

AA00, SA Amadora 486.140 100%

U 100%

Cervag, SA Oeiras 6.131.961 1.6

Cercascais, S A 100%

Rolporto, SA 100%

M 100%

F 100%

G

Autoimpor, SA Azambuja 728.486 724.737 8.073 LGA, SA Azambuja 4.360.119 2.925.811 978.283 G

Parque Laranjeiras Li

Soauto SGPS 100%

C

SAG Serv 100%

Inovision , S 50%

SIVA On Line, SA Lis 100%

SAG DOT C 100%

Conste 100%

SAG IFC 100%

S

Nota 2 –

Empresa ontrole

Interba 50%

O INTERBA influência si

NCO, SA foi excluído da consolidação, porque a SAG SGPS, SA entende que n gnificativa que justifique a sua integração no perímetro de consolidação.

ão detém

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Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

Nota 7 – Número de trabalhadores

O número médio de trabalhadores ao serviço das Empresas consolidadas durante o exercício foi de proximadamente de 1.514, menos 19 pessoas que no exercício anterior.

III – ÇÕES RE AS AO CEDIM CO ÃO

Discrimina r de c

s Empres ada ação de ão l, de a

tos divul not , resu gu ças solida

a

INFORMA LATIV S PRO ENTOS DE NSOLIDAÇ

Nota 10 – ção da rub ica diferenças onsolidação Do conjunto da as englob

g s na consolid pelo método consolidaç integra cordo com procedimen ados na a introdutória ltaram as se intes diferen de con ção:

Devedoras - reflectidas e ções corpóreas, q novas empres

o entre 1999 e 2002.

Empr o

Próprios

rença solid

m imobiliza ue resultam da entrada de as no

Grup

esa Valor

Aquisição

Proporçã

Capitais Dife s de Con ação

Lírios & Nobre, Lda 1 009 83

SA 863 87

Lda 56) 4.95

693

SA 497 35

.014 2.08

3 237 3.05

.479 70

72 .802 51.873

37 .000

1 .000 1

124 60.1 .238 64.75

.711.585 880. 1.576

Comepor, 905.318 31. 3.455

Globalrent, 2.992.787 (1.966.3 9.143

Usados OK, S A 50.000 42. 7.307

Parque Laranjeiras, 592.312 239. 2.815

Rolporto, S A 2.843.148 762 1.134

Cervag, S A .616.285 557. 9.048

Cercascais, S A 732.570 29 3.091

SAG Brasil .950.203 21.076 .401

SAG ESPANHA .503.000 37.500 3.000

SAG IFC .010.000 1.000 0.000

.907.208 53 3.970

Credoras - reflectidas no l pró esult ns ctua 1998

entrada de Empresas durante o exercício de 2000:

Valor Aquisição

Proporção Capitais Próprios

Diferenças de Consolidação capita prio, e que r am da 1ª co olidação efe da em e da

Empresa

SIVA, S 38

Carlar, 46

Castelimo, SA 0 1.591 585.569

.265 1.136

M Seguro, SA 1.819.899 1.474.826 345.073

268.454.864 A

SA 299.278.7

1.391.6 1.697.16

34.54 86 1.11

8.633

2.352 264.730.105 529.294

Justocar, SA 1.534.342 398 .077

J

Rolporto SA 1.239.972 1.289.537 -49.566

Autoimpor, SA 2.189.723 1.011.412 1.178.310

309.151.480 40.696.616

Multirent, SA 7.990.658 880.473 7.110.184

Frotarent, Lda 99.760 (320.024) 419.783

LGA, SA 1.097.355 1.384.269 (286.914)

GCQ, Lda 249.399 (232.320) 481.719

318.588.651 42.409.014 276.179.637

19

(20)

Nota 12 – Razões que justificaram a não eliminação de transacções entre empresas

utras foram anuladas. Esta decisão ndamenta-se no facto de que, embora contabilizados no activo da Empresa, todos os bens em causa já m contrato celebrado com terceiros, o que determina que, não obstante o respectivo valor não se

sua substância as ansacções já se encontram realizadas.

ota 15 – Critérios valorimétricos não uniformes

specífico que, pela sua natureza, difere da actividade das restantes Empresas englobadas na onsolidação, as viaturas afectas à actividade são registadas como equipamento básico. Assim, as taxas se a ser am das que são utilizadas pelas restantes Empresas englobadas na consolidação. As diferenças das taxas encontram-se expressas ativa a Bases de Apresentação e de ão e Princípios Contabilíst alínea c es C

No entanto, estes critérios de amortização são uni aplicad as a rupo que desenvolvem actividades idênticas, como é o caso das Empresas acima ref ridas.

érios valorimétricos relativos a assoc conta sas en nsolidação

elo conjunto das Empresas englobada lidação q ontabili associadas foi a do custo histórico. Est de contabilização das parti m partes de capital pelo custo de aquisição previ as Int

(IFRS), nomeadamente na norma nº sidera nte para a medida em que a adopção destas normas s rigatóri 1 de Jan 005.

Nota 21 – Comp inanceiros que não figuram no Balanço e cobertura de risco de flutuação de taxa d de ta

No imobilizado corpóreo da Multirent, encontram-se reflectidas as transacções ocorridas com o Empresas do Grupo relativamente às quais as respectivas margens não

fu tê

encontrar facturado, pelo facto de se tratar de contratos com facturação parcelar, na tr

N

Devido ao facto de a actividade da Multirent, da Globalrent e da Sag do Brasil terem um carácter e

c

de amortização dos bens incluídos no consolidado, com origem nas contas destas Empresas, encontram- ortizadas a taxas diferentes

na nota rel ) Imobilizaçõ os em tod

Consolidaç icos, na

formemente

orpóreas.

s Empresas do

G e

Nota 18 – Crit iadas nas s das Empre globadas

na co

A opção usada p s na conso uanto à c zação das

participações em a opção cipações

financeiras e encontra-se sta nas Norm ernacionais

de Contabilidade 27, que con mos pertine nossa

decisão, na e tornará ob a a partir de eiro de

2

V – INFORMAÇÕES RELATIVAS A COMPROMISSOS romissos f

Operações d e juro (Swaps xa de juro)

Tendo como objectivo a cobertura de riscos de taxa de j da à acti a das E atou operações de Swap de taxa de juro, têm viv e 30 de J perações têm um valor teórico de EUR 10 EUR 36.5 EUR 4

dade global de 48, 36 e 24 meses. A Em prevê u ento an ções, pelo que não procedeu à determ monta esultaria

Durante o 1º semestre de 2004, a Emp ou, em estas o roveitos no valor de EUR 827.378 e custos no montante de EUR 1.131.49

sa contratou futuros de taxa de juros de razo c teórico 0.

uro associa vidade, um mpresas

do Grupo contr que se man as à data d unho de

2004. Estas o .000.000, 00.000 e 2.500.000

com uma maturi presa não m cancelam tecipado

destas opera inação do nte que r do seu

cancelamento. resa regist relação a perações,

p 1.

A mesma Empre curto p om o valor de EUR

29.000.00

20

(21)

Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

Operações e cobertura de taxa de câmbio d

Duas Empresas do Grupo contrataram instrumentos financeiros derivados para cobertura de variações

a favor de Empresas do Grupo, prestadas por ntidades bancárias, no montante aproximado de EUR 54.576.485. A responsabilidade das Empresas do

odificações o capital próprio, designadamente aumentos de capital.

Nota 27 – do nas rubricas do activo imobilizado:

da taxa de câmbio (EUR/USD), com o valor nominal de USD 30.000.000, USD 18.000.000 e USD 1.200.000. Durante o1º Semestre de 2004 estas Empresas registaram, em relação a estas operações, proveitos no valor de EUR 31.220 e custos no montante de 397.379. O valor de mercado destes instrumentos financeiros, em 30 de Junho de 2004, era de EUR 49.372.543.

Nota 22 – Garantias Prestadas

À data de 30 de Junho de 2004, existiam garantias e

Grupo por garantias bancárias prestadas é de EUR 262.602.453.

VI – INFORMAÇÕES RELATIVAS A DETERMINADAS RUBRICAS Nota 25 – Comentário às despesas de instalação

As despesas de instalação referem-se na sua grande maioria a despesas incorridas com as m n

Movimento ocorri

A rubrica “Equipamento Básico” inclui o valor líquido aproximado de EUR 120.078.488, referente a viaturas em regime de aluguer que se encontram na posse dos respectivos Clientes. A rubrica “Partes de Capital em Empresas Associadas”, inclui o montante de EUR 68.629.789 referente ao INTERBANCO.

Os movimentos ocorridos nas contas do Activo Imobilizado foram os seguintes:

21

(22)

Saldo

inicial Aumentos Alienações Transf. e

Abates Saldo fin IMOBILIZAÇÕES

INCORPÓREAS

Despesas de instalação 969.445 274.584 15.12

al 2 275.346 1.504.253 esp. investigação

esenvolvimento 264.536 365 3.970 (8.165) 252.766

s 421.035 0 0 (421.035) 0

iferenças de consolidação 64.753.970 0 0 0 64.753.970

66.408.986 274.949 19.092 (153.854) 66.510.989 D

d

Trespasse D

IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS

Terrenos e recursos naturais 20.553.390 0 20.159.380 0 394.0

Edifícios e outras construções 39.074.420 29.540.614 10

32.497.762 90.314 36.207.586 quipamento básico 244.591.277 77.499.411 59.622.289 (53.011) 262.415.388 quipamento de transporte 1.542.126 7.230 115.094 603.457 2.037.719

0 0 1.946.516

quipamento administrativo 12.243.532 381.855 33.340 821 12.592.868 utras imobilizações corpóreas 8.419.036 387.366 124.158 0 8.682.244

e .845.551 6.044.184 (632.523) 9.692.188

diant. por conta de imob.

orpóreas 3.815.113 6.010 0 (869.388) 2.951.735

54 E

E

Ferramentas e utensilios 1.879.065 67.451 E

O

Imobilizaçõ s em curso 4.523.344 11 A

c

336.641.303 119.735.488 118.596.207 (860.330) 336.920.2

INVESTIMENTOS

FINANCEIROS

Partes capital em emp.

0 65 68.808.132

ítulos outras aplicações

nanceiras 4.987 0 0 (65) 4.922

54

associadas 68.808.067 0

T fi

68.813.054 0 0 0 68.813.0

471.863.343 120.010.437 118.615.299 (1.014.184) 472.244.297

22

(23)

Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

Os movimentos ocorridos nas contas de Amortizações foram os seguintes:

inicial umentos Alienações Tra

ates Saldo final

ção 5.8 14. 549

o

41.564 1.288 4

2.9 8.5

.9 15 9

Saldo

A nsf. e

Ab IMOBILIZAÇÕES

INCORPÓREAS Despesas de instala

igaçã

558.407 04 705 270 .776

Desp. invest

desenvolvimento iferenças de consolidação

406.645 0 46.921

D 15.664.981

16.630.033 15.609

62.977 0

.993 0 1

270 1 80.590 77.287

2 .5

IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS

Edifícios e outras construções 14.634.899 127.997 11 76. 3.6

1 13 (64 3

(26 1

6 1.57

6 4 (1.561 9.4

4 2 (105 5.2

7 1 24. (1 4.77

.209.790 051 29.157

Equipamento básico 40.774.407

1.533. 6.151.932

53 .508.623

4 .924) 4 .352.792

.51

Equipamento de transporte 072 .583 1.206

0 .582)

0 8.867

Ferramentas e utensilios 1.504.708 5.854 0.562

Equipamento administrativo 8.773.770

4.823.29 67.016 .228 )

) 34.997 7

Outras imobilizações corpóreas 9 68.734 0.673 1.255

2.044.155 7.535.116 784.520 7.121) 6 7.630

INVESTIMENTOS

FINANCEIROS

Títulos outras aplicações

(7

0 76.051 0 76.051) 0

financeiras

0 76.051 0 6.051) 0

(

88.674.188 20.574.144 24.800.513 (92.902) 84.354.917

23

(24)

24 Vendas e prestações de serviços por Segmentos

Veículos Novos Veículos Usados Peças Serviços de Alu

Viat / cond O Consolida

Jun-04 Jun-03 Jun-04 Jun-04 Jun-03 Jun-04 Jun- Ju Ju un 3 -04 J 3

Réditos

Vendas Externas 287.784.872 216.429.858 31.732.975 37.559.801 32.991.872 10.435.810 21.598.462 (16.1 4) .21 7 21. 047 41.600.809 41 888

Vendas Inter-segmentais 61.665.012 58.861.756 15.149.340 958.454 839.932 2.794.722 5.896.117 (80.5 8) (82.79 0 17. 220

Réditos Totais 349.449.884 275.291.614 46.882.315 38.518.255 33.831.804 13.230.532 27.494.579 (96.7 2) (82.79 0.6 .21 7 38. 267 41.600.809 41. 888

Resultados

Resultados Segmentais 17.246.063 19.446.476 (5.207.561) 5.228.509 3.917.385 213.124 389.727 (2.502.161) (3.43 7.9 .70 4 (614.327)

Resultados Operacionais 17.246.063 19.446.476 (5.207.561) 0 (614.327)

Gastos de juros 2.386.088 2.978.847 876.758 5.228.509 3.917.385 213.124 389.727 (2.502.161) (3.43 7) 14.977.97 .708.934 1.119.835 Proveitos de juros 550.008 427.127 53.160 9.865.390 11.053.820 9.125.647 8.608.230 (7.175.785) (6.86 7) 15.078.098 .895.455 42.541 Imposto sobre os lucros 4.920.736 5.729.774 (1.661.242) 2.468.331 5.244.666 8.469.110 6.661.672 (5.708.494) (6.129.811) 5.832.115 6.246.195 (575.736) Resultados activid. ordinárias (6.756.816) (8.281.494) 837.644 (1.126.478) (1.160.596) (220.420) (4.020.591) 1.912.596 (27.149) (501.558)

Perd/Gan extraordinários 4.275.824 94.493 (9.320) (6.270.581) (4.648.558) (436.117) 2.074. 0 (10 ) (62.171)

Resultado líquido 14.765.071 11.259.475 (4.379.237) (697.913) (677.662) 982.174 8.839. ( (1 ) (1.178.056) 0 0

Outras informações (1.739.985) (1.408.835) 759.181 11.303. (2.502.161) (1

Activos do Segmento 336.879.386 236.011.015 50.076.487 58. 760

Activos totais consolidados 323.898.916 363.500.731 3.561.175 19.605. 67

Passivos do segmento 262.491.974 170.228.453 53.946.006 67 57. 251

Passivos totais consolidados 312.158.037 325.131.760 16.771.656 57.984.

Dispendio de capital fixo (19.279.246) 1.094.940 (12.453) 645.367.673 611.304.285 57.855

Depreciações 21.381.828 31.146.425 15.270 15.082.936 77.415.807 0 0 0 14.594

58.189.925 38.726.660 4.767.894 13.884. 84.3 7 8 2

do un-0

.578.

578.

guer utor

n-04 53.60 67.52 21.13 ura s

03 utra

n-03

2.02 2.02 0.32 0.32 5.27

s op

5) 5) 7)

era J 392 392

ções un-

.96 .96 14.97

04 0.66

Elim -03

8.12 8.12 8.93

inações Ju

3

0 63 74

0 4

J 334 334

19 19 16

n-0 619.

194.

813.

Jun

033 502 262 821 821

73 9.206 1.90

5.46 .18 1.04 6 8) 9)

(11.

4 8 714 714 645.

158 .55 .37 .41 .41 36

.579 0.76 0.16 5.96 5.96 7.67 ) 5 0 4 4 3

.622.

.012.

8.074 7.604 7.604 .304

111 026 .79 .32 .32 .285

7 7 7

486.

959.

611

0

613 54.91 3.772.29

Nota 36 –

(25)

Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

25 Nota 39 –

Órgã Não exi

Nota 41 – As imobili legai De

base em aval

Nota 44 –

Os resultado

Cus

Juros sup Dif. câ desfavor Desc. p.p. co Out. cust financeira Provis financeira Resul Finan

Remuneração atribuída aos Órgãos de Administração os de Administração – EUR :1.339.081.

stem compromissos assumidos com pensões de reforma.

Reavaliação de Imobilizações corpóreas

zações corpóreas foram geralmente reavaliadas ao abrigo de diversos diplom s, tendo a última sido efectuada com referência a 31 de Dezembro de 1997, ao abrigo creto-Lei nº 31/98, de 11 de Fevereiro de 1998. Os terrenos encontram-se reavaliados com

iações independentes.

Demonstração Consolidada dos Resultados Financeiros

s financeiros consolidados do período discriminam-se como segue:

tos e perdas Jun-04 Jun-03 Proveitos e Ganhos Jun-04 Jun-03

ortados 9.668.715 11.228.197 Juros obtidos 863.565 906.08 mbio

áveis 1.257.374 3.468.801

Rend. Particip.

capital 1.656.225 755.22

ncedidos 17.073 12.922 Dif. câmbio

favoráveis 733.295 1.574.90

perd

s 4.134.325 2.185.535 Desc. p.p. obtidos 20.860 31.480 ões aplic.

s 611 0 Out. prov. financeiros 2.558.170 2.978.50 tados

ceiros (9.245.983)

(10.649.26

0)

5.832.115 6.246.195 5.832.115 6.246.19

as do

0 5 9

1

5 Nota 45 –

Os resultado

tos e pe

tivos 30.849 s existê

s imobil . r re cust

tado d

Demonstração Consolidada dos Resultados Extraordinários

s extraordinários consolidados do período discriminam-se como segue:

Cus rdas Jun-04 Jun-03 Proveitos e Ganhos Jun-04 Jun-03

Dona 6.737 Ganhos existências 465.133 715.201

Perda ncias 600.214 282.270

Ganhos

imobilizações 15.571.561 7.642.368 Perda izações 11.151.249 8.673.809 Red. amort.

provisões 100.076 21.523

Multas penalidades 13.028 16.472

Cor. rel. exerc.

anteriores 9.560 744.569

Correc el. exerc.

anterio s 2.901 955.872 Out. prov. extraord. 903.091 139.692 Out. perd

extraord. 699.742 340.219

Resul s

Extraor inários 4.551.438 1.012.026

(26)

17.049.421 9.263.353 17.049.421 9.263.353 Os ganhos e perdas em imobilizações registados em 2004 correspondem, em grande parte, às

contratos de locação financeira e de aluguer operacional de viaturas.

Nota 46 – Movimentos nas contas de provisões

Saldo

inicial Aumentos Reduções Saldo final

Para cobranças duvidosas 6.029.005 622.466 669.063 5.982.408

ara riscos e encargos 352.763 38.331 25.000 366.094

484.726

Para investimentos financeiros 5.935 0 5.935 0

rovisões para outros devedores 51.157 0 -5.935 57.092

.61 75 6.8

mais e menos valias originadas pelas alienações das viaturas afectas a

O movimento ocorrido nas rubricas de provisões no período foi o seguinte:

P

Para depreciação existências 1.730.752 -1.185.128 60.898 P

8.169 2 -524.331 4.961 90.320 Parte d

respectiva nota 45 (re

as re o exercício oram efectuadas

não é coincidente apartida d ta da Balanço, pe

amortizaçõe que o valo

provisões elatado no q dro da

Nota 50 –

trações fin ceiras con olidadas a) Mo

duções ocorridas n f por contr irec

conta de lo r com o r ua

dução de s e ).

Outras informações relevantes para melhor compreensão das

demons an s

vimentos ocorridos nos Capitais Próprios

Aplicação

dos Outros

imentos Saldo final

Capital 150.000.000 0 0 150.000.000

0) (1.936.294) Acções próprias-Descontos e prémios (1.972.538) 0 (14.063) (1.986.601)

Prémio de emissão 149.664.308 0 0 149.664.308

cons 76 0 0 7)

Ajustamento de transposiçã (10.030.425) 0 (1.696 1) (11.7 )

rvas de reavaliaç 1 0 0 6.577

Reservas legais 12 1.704.487 363 14.019.361

as 534.922 1 6.954

Resultados transitados 21 4.389.736 278.821 26.358.730

o 0 (20.114.314) 60 8.370.160

Dividendos antecipados 0 0 0

5 (13.485.170) 81 68.716.832

Saldo inicial resultados mov

Acções próprias-Valor nominal (1.931.194) 0 (5.10

Diferenças de olidação (2 .179.637) (276.179.63

o .30 26.726

Rese ão 1 .506.577 11.50

.314.511 92.031

Outras reserv 62

.690.173 .114.314

Resultado líquid do exercício 2 8.370.1

0 .268.120

7 6.933.8

a.1) Capital social

ial enco es 1 .000.000 de acções de 1 Euro/ca a.

O capital soc ntra-se repr entado por 50 d

26

(27)

Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

.2) Acções Próprias

tinha 1.931.194 acções próprias, com o valor nominal de 1 Euro cada, que foram adquiridas pelo preço global de 3.903.732 EUR e a mpresa Rolporto, S A detinha 5.100 acções da SAG SGPS, S A com um valor nominal de 1

l de 19.163,00 EUR

Os prémios de emissão que resultara essão de Suprimentos que o então Accionista

Único detinha sobre a Empresa, e apen m se c pr

mentos de capital, à semelhança do que acontece quanto às Reservas Legais.

ação

Corresponde à diferença entre o va ilístic estim nce spectivos valores de aquisição (Nota 10).

da SAG do B ira, preconizado pela NIC 21.

Dos resultados obtidos no ano de 2003 foram distribuídos d rma:

s accionistas 12.150.000

es a Órgãos Sociais e trabalhado 91

6.4 85.

a

Em 30 de Junho de 2004 a SAG SGPS, SA de e

Euro cada, que foram adquiridas por um preço globa

a.3) Prémios de emissão

m da c

as pode r utilizados na obertura de ejuízos e em au

a.4) Diferenças de consolid

lor contab o dos inv entos fina iros e os re

a.5) Ajustamento de transposição

Esta rubrica engloba o efeito da transposição das Demonstrações Financeiras das operações rasil, através do método da entidade estrange

a.6) Dividendos

a seguinte fo

Ao

Gratificaçõ res 1.4 .596

Acções Próprias (15 26)

13.4 170 b) Adiantamentos de clientes

enta o valor das cauçõe s en los locatá isa

ento contratual e ade ata de o

m-se eviden a gue:

conclusão até 30 de Junho de 2005) 5.056.064

Médio e longo praz contratos com conclusã e 5) 6.0

5.502.136

Esta rubrica repres s e penhore tregues pe rios, v ndo

garantir o bom cumprim m conformid com a d conclusã dos respectivos contratos, e encontra ciados no b lanço como se

Curto prazo (contratos com

o ( o após 30 d Junho de 200 44 72

27

(28)

c) Estado e outros entes públicos

posição do Grupo perante o Estado é como segue:

75.093 14.605.726

IRC – retenções 188.241 55.439

3.950.181 2.897.097 160 22.626 12.413.674 17.580.888 A

Jun-04 Jun-03

Saldos devedores

IVA 8.2

IRC

Restantes Impostos Saldos credores

Imposto automóvel 11.705.907 10.516.480

IRC 2.330.087 1.030.088

IRS – retenções 595.367 649.431

IVA 36.529.211 21.766.511

949.381 996.675 201.563 726.891 52.311.516 35.686.076

Segurança social Outros

Alfragide, 3 de Setembro de 2004

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

João Manuel de Quevedo Pereira Coutinho - Presidente Esmeralda da Silva Santos Dourado

Antão Valente Coutinho na

Manuel Ferro da Silva Meneses

ui Eduardo Ferreira Rodrigues Pena

Carlos Alexandre

Fer ndo Jorge Cardoso Monteiro

António Carlos Romeiras de Lemos

R

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(29)

Relatório & Contas – 1º Semestre 2004

O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS

eira Clotilde Neves Per

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Referências

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