ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
AMPLIAÇÃO DA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANTÔNIA BARRETO PITON
2020
1. SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1. LOCAÇÃO DO TERRENO
Consiste na execução da locação de todos os elementos necessários à perfeita implantação da obra. Será executada inicialmente através de equipe habilitada, que deverá executá-la rigorosamente a partir de pontos de referência previamente estabelecidos, lançados, sobre gabaritos de tábuas corridas pontaletadas a cada 2,0m, com reaproveitamento de 2 vezes, os eixos e níveis imprescindíveis à fiel execução da obra de acordo com as exigências contratuais. O gabarito deverá ser desmanchado somente após a concretagem do primeiro nível da obra.
1.2. PLACA DA OBRA
Será fixada uma placa em chapa de aço galvanizado no início da obra no padrão exigido pelo ministério da saúde, com dimensões de 3,00x 2,00m.
2. INFRAESTRUTURA
2.1. ESCAVAÇÃO
Haverá escavação para implantação da fundação projetada. Será utilizada a escavação manual, devendo ser seguido rigorosamente as indicações do projeto e as especificações no que se refere a locação, profundidade e declividade para escavação.
2.2. REATERRO E APILOAMENTO
O reaterro de vala consiste no preenchimento ou recomposição de escavações, utilizando- se o próprio material escavado.
As operações de aterros ou reaterros compreendem a descarga, espalhamento, homogeneização, conveniente umedecimento ou aeração, e compactação quando previsto em projeto.
A operação será procedida da remoção de entulhos, detritos, pedras, água e lama, do fundo da escavação.
Os controles e ensaios de compactação serão feitos baseando-se nos critérios estabelecidos pela NBR 7182.
2.3. FORMAS
Serão feitas em placas de madeira serrada, de primeiro uso, na espessura mínima de 25mm, com 4 utilizações.
Em peças altas e estreitas, deverão ser deixadas janelas de inspeção e limpeza na parte inferior das peças.
Imediatamente antes das concretagens as formas deverão ser molhadas até a saturação, a fim de se evitar a absorção da água de amassamento do concreto por parte dos painéis.
Cuidados com emendas, diâmetro de pontaletes, detalhe construtivos deverão seguir as recomendações da NBR 6118.
2.4. ARMADURAS
As barras ou peças, ao serem armazenadas na obra deverão ser colocadas em estrados, afastados do solo, não sendo permitido o uso de aço oxidado. As barras ou peças ao serem utilizadas deverão estar isentas de manchas de óleos, argamassas aderidas ou quaisquer outras substâncias que possam prejudicar a aderência do concreto. Deverão ser utilizados espaçadores para permitir o cobrimento especificado.
2.5. PREPARO E LANÇAMENTO DO CONCRETO
O concreto a ser utilizado deverá apresentar FCK 30MPA em todas as peças componentes da infraestrutura.
O amassamento deverá ser em betoneira, num tempo nunca inferior a 1 minuto, após a colocação da totalidade dos materiais da betonada; o adensamento deverá ser feito com vibrador de imersão ou régua vibratória (preferível, em lajes).
A cura deverá ser feita a partir do inicio da pega até, no mínimo 7 dias, após a concretagem.
3. SUPERESTRUTURA
3.1. FORMAS
Serão feitas em placas de madeira serrada, de primeiro uso, na espessura mínima de 25mm, com 4 utilizações.
Em peças altas e estreitas, deverão ser deixadas janelas de inspeção e limpeza na parte inferior das peças.
Imediatamente antes das concretagens as formas deverão ser molhadas até a saturação, a fim de se evitar a absorção da água de amassamento do concreto por parte dos painéis.
Cuidados com emendas, diâmetro de pontaletes, detalhe construtivos deverão seguir as recomendações da NBR 6118.
ARMADURAS
As barras ou peças, ao serem armazenadas na obra deverão ser colocadas em estrados, afastados do solo, não sendo permitido o uso de aço oxidado.
As barras ou peças ao serem utilizadas deverão estar isentas de manchas de óleos, argamassas aderidas ou quaisquer outras substâncias que possam prejudicar a aderência do concreto.
Deverão ser utilizados espaçadores para permitir o cobrimento especificado.
3.2. PREPARO E LANÇAMENTO DO CONCRETO
O concreto a ser utilizado deverá apresentar FCK 25MPA em todas as peças componentes da mesoestrutura e superestrutura.
O amassamento deverá ser em betoneira, num tempo nunca inferior a 1 minuto, após a colocação da totalidade dos materiais da betonada; o adensamento deverá ser feito com vibrador de imersão ou régua vibratória (preferível, em lajes).
A cura deverá ser feita a partir do início da pega até, no mínimo 7 dias, após a concretagem.
3.3. DESMOLDAGEM
Os prazos mínimos de desmoldagem serão os seguintes:
Laterais de vigas e pilares: 3 dias;
Fundo de vigas e lajes: 14 dias, deixando-se os pontaletes bem encunhados, somente sendo retirados após 21 dias.
4. PAREDES E PAINÉIS
4.1. ALVENARIA DE BLOCO
Serão de vedação em blocos cerâmicos furados com dimensões de 9x19x19cm com espessura de 9cm, com argamassa mista com cal hidratada, traço 1:4 (cimento e areia).
O assentamento será iniciado pelos cantos principais ou pelas ligações com quaisquer outros componentes e elementos da edificação. Como guia das juntas deverá ser utilizado o escantilhão.
Após o levantamento dos cantos, será utilizada uma linha entre eles, fiada por fiada, para que o prumo e a horizontalidade sejam garantidos.
A partir de aproximadamente 1,50m de altura, deverá ser providenciado um sistema de cavaletes com andaimes, para que o pedreiro possa trabalhar de forma adequada.
As fiadas deverão ser individualmente niveladas e aprumadas, com a utilização do nível de bolha e prumo.
Todas as juntas deverão ser rebaixadas com a ponta da colher para que o emboço adira facilmente.
A amarração das alvenarias de alvenaria deverá ser feita em todas as fiadas, de forma a se obter um perfeito engastamento.
5. ESQUADRIAS E VIDROS
5.1. VIDROS
Os vidros serão do tipo temperado incolor com espessura de 10mm. Serão fixados por meio de baguetes de alumínio, guarnições de Neoprene ou com massa de vidraceiro.
Havendo folga entre o vidro e a baguete, esta deverá ser reduzida com a introdução de massa.
5.2. ESQUADRIAS DE MADEIRA
Todas as portas serão de abrir, com dimensões especificadas em projeto.
As esquadrias serão entregues nas dimensões em projeto, devidamente aparelhadas e lixadas. Antes da pintura, deverão receber uma demão de selador para madeira.
Deverão ser armazenadas na posição vertical, sobre calços, e em local isento de cal, cimento, óleo, graxas e barras de aço.
A montagem dar-se inicialmente com os montantes e quadros que deverão ser montados com sistema de encaixe tipo espiga ou cavilha. Todos os batentes serão fixados com parafusos e chapuzes. Os parafusos terão suas cabeças rebaixadas e os rebaixados e os respectivos orifícios tarugados com a mesma madeira dos batentes.
5.3. FORRO
Será instalado forro PVC.
6. REVESTIMENTOS
Deverá seguir especificações da NBR-279 da Associação Brasileira de Norma Técnicas.
Os revestimentos devem apresentar parâmetros perfeitamente desempenados, aprumados, alinhados e nivelados, as arestas devem ser vivas e os cantos perfeitos.
6.1. CHAPISCO
Trata-se da camada de argamassa, constituída de cimento, areia grossa, água e, eventualmente aditivo, possuindo baixa consistência, destinada a promover maior aderência entre a base e a camada de revestimento.
A argamassa será utilizada no traço 1:3, com espessura de 5mm, devendo ser aplicada sobre qualquer base a ser revestida. Nas paredes externas, será adicionada à mistura impermeabilizante.
Para a aplicação do chapisco, a base deverá estar limpa, livre de pó, graxas, óleos, eflorescências, materiais soltos ou quaisquer produtos que venham a prejudicar a aderência.
Quando a base apresentar elevada absorção, deverá ser pré-molhada suficientemente.
6.2. MASSA ÚNICA
A massa única só será iniciada após a completa pega da argamassa das alvenarias e chapisco e após embutidas todas as canalizações e instalações que por ela devam passar.
Deverá ser fortemente comprimida contra as superfícies que deverão apresentar paramento áspero ou sulcada para fácil aderência. Antes da aplicação da massa única, as superfícies serão abundantemente molhadas a mangueira.
A espessura da massa única não deverá ultrapassar a medida de 20mm.
Nas paredes internas, será utilizada massa única no traço 1:3. Nas paredes externas, será mantido o traço, porém será adicionado a mistura impermeabilizante.
6.3. REVESTIMENTO CERÂMICO
Deverão ser de primeira qualidade, PEI IV e com dimensões de 33x45cm. Serão aplicados nas paredes especificadas em projeto com as respectivas alturas.
As peças cerâmicas deverão apresentar arestas bem definidas e esmalte resistente. Não deverão apresentar deformações, empenamentos, escamas, rachaduras, fendas, trincas, bolhas ou lascas.
O assentamento será procedido com o emprego de argamassa de alta adesividade (cimento colante). Deverá ser adicionada água a esta argamassa conforme instruções do fabricante, até obter-se a consistência pastosa.
Inicialmente, espalha-se a argamassa de assentamento coma desempenadeira de aço.
Depois, devem-se formar os cordões com o lado dentado da desempenadeira. Em seguida, demarca-se o gabarito para o assentamento das peças.
Assentam-se, inicialmente, as peças da primeira faixa horizontal e da primeira vertical. Em seguida, complementa-se a área definida entre estas faixas.
As espessuras regulares das juntas serão garantidas através de espaçadores apropriados. As juntas deverão ser escovadas e umedecidas como preparação para recebimento do rejunte.
Decorridos 5 dias de assentamento, será iniciado o rejunte com o espalhamento da massa e posterior retirada do excesso com pano úmido ou esponja.
7. PAVIMENTAÇÃO
Todos os pisos a serem utilizados na obra serão sempre de boa qualidade, com primorosa execução rigidamente verificada pelo Responsável Técnico da obra, desde a compra, até a aplicação final.
7.1. LASTRO DE CONCRETO
Todo concreto de regularização colocado sobre o solo natural, deverá ser despejado sobre superfície limpas, úmidas, sem barro ou poças d’água antecipadamente regularizadas e compactadas
As eventuais diferenças de níveis do terreno deverão ser preenchidas com concreto magro.
O lastro de concreto deverá possuir FCK 10MPA, com aditivos impermeabilizantes.
7.2. PISO CERÂMICO
O piso cerâmico será composto por peças de primeira qualidade, com dimensões de 60x60cm, PEI IV. Serão aplicados nas áreas especificadas em projeto.
A superfície para assentamento do piso cerâmico deverá estar limpa, com toda a poeira e partículas soltas removidas.
Após terem sido distribuídos sobre a área a pavimentar, os pisos cerâmicos serão batidos com o auxilio de martelo de borracha.
As juntas serão corridas e rigorosamente alinhadas com espessura de 3,0 a 5,0mm.
Após 48 horas do assentamento das peças, será iniciado o rejuntamento. Antes do completo endurecimento da pasta, será procedida cuidadosamente a limpeza da pavimentação com auxílio de um pano úmido ou esponja.
Após a cura da camada de alta resistência, será procedido o polimento com esmeris de carburundum de número 30 e sucessivamente mais fino até o número 120.
7.3. SOLEIRAS
As soleiras serão em mármore branco, com largura de 15cm e espessura de 3cm, devendo- se apresentar-se sem rajas, furos ou manchas.
As soleiras constituem elemento da pavimentação utilizado como transição entre pisos de características diferentes.
8. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
8.1. ÁGUA FRIA
Pavimentos da estrutura
Pavimento Altura (cm) Nível (cm) Térreo 312.00 0.00
Normas relacionadas ao projeto
Os principais critérios adotados neste projeto, referente aos materiais utilizados e dimensionamento das peças, seguem conforme as prescrições normativas.
Normas:
- NBR 5626:1998 - Instalação predial de água fria
- NBR 7198:1993 - Projeto e execução de instalações prediais de água quente
8.2. ESGOTO SANITÁRIO Pavimentos da estrutura
Pavimento Altura (cm) Nível (cm) Térreo 312.00 0.00
Normas relacionadas ao projeto
Os principais critérios adotados neste projeto, referente aos materiais utilizados e dimensionamento das peças, seguem conforme as prescrições normativas.
Normas:
- NBR 8160:1999 - Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução - NBR 10844:1989 - Instalações prediais de águas pluviais
- NBR 7229:1993 - Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos
- NBR 13969:1997 - Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação
9. INSTALAÇÕES ELETRICAS
Pavimentos da estrutura
Pavimento Altura (cm) Nível (cm) Térreo 312.00 0.00
Normas relacionadas ao projeto
Os principais critérios adotados neste projeto, referente aos materiais utilizados e dimensionamento das peças, seguem conforme as prescrições normativas.
Normas:
- NBR 5410:2004 - Instalações elétricas de baixa tensão
- NBR 14136:2012 - Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo até 20 A/ 250 V em corrente alternada
Alimentação elétrica
O Dimensionamento do projeto foi realizado conforme os critérios da concessionária local, tendo como definições de entrada os seguintes critérios:
Entrada de serviço - AL1 (Térreo)
Esquema de ligação 3F+N Tensão nominal (V) 380/220 V Frequência nominal (Hz) 60
Corrente de curto-circuito total
presumida (kA) 0.40
Fatores de demanda
A demanda foi aplicada para determinar a potência demandada pelo quadro. Foram considerados os seguintes critérios para cálculo:
AL1 (Térreo)
Tipo: Unidade consumidora individual
Tipo de carga Potência instalada (kVA)
Fator de demanda (%)
Demanda (kVA) Iluminação e TUG's (Clínicas e
hospitais) 9.02 40.00 3.61
Uso Específico 19.96 100.00 19.96
TOTAL 23.56
Quadro de medição e proteção geral
A proteção geral para o alimentador deve ser realizada por um disjuntor termomagnético, localizado no quadro geral de medição que será instalado na parede do muro localizado no limite do passeio no acesso da propriedade e um disjuntor de manutenção no quadro de distribuição localizado no primeiro pavimento da residência.
Quadro Proteção (A) Seção (mm²) QM1 (Térreo) 40.00 10
Quadros de distribuição e disjuntores
O quadro de distribuição - QD, ou caixa de distribuição - CD, constituído de material termoplástico antichama ou metálico, instalação embutida ou de sobrepor, grau de proteção de acordo com a necessidade da instalação, na qual recebe alimentação de uma fonte de geradora e distribui a energia para um ou mais circuitos. A estrutura interna é destinada à instalação de dispositivos de proteções unipolares, bipolares e tripolares padrão DIN ou UL, conforme Norma NBR IEC 60.439-3 e NBR IEC 60.670-1.
O modelo do quadro de distribuição a ser utilizado no projeto deve ser conforme definido na lista de materiais e legenda de simbologias. Todos os quadros de disjuntores deverão ser aterrados e providos de barramento específico para as fases, neutro e terra. Os disjuntores utilizados serão monopolares, bipolares ou tripolares, conforme diagramas unifilares e lista de materiais. Deverão atender as exigências da norma NBR 60898 (IEC60 9472), não sendo aceito disjuntores que não atendam a esta norma. Os disjuntores terão tensão de funcionamento compatível com a tensão do circuito e protegerá a fiação. A capacidade de interrupção de corrente de curto - circuito dos disjuntores deve ser conforme definido na lista de materiais estando atrelada ao disjuntor escolhido.
Serão utilizados interruptores diferenciais residuais (IDR) para promover a proteção em caso de choques elétricos acidentais. Serão utilizados IDR’s bipolares e tetrapolares com tensão de 220V e 380V respectivamente e corrente de disparo de no mínimo de 30mA. O Dispositivo de proteção contra surtos (DPS), ou supressor de surto, é um dispositivo que protege as instalações elétricas e equipamentos contra picos de tensão, geralmente ocasionados por descargas atmosféricas na rede de distribuição de energia elétrica. O dispositivo é instalado no quadro de distribuição entre fase e terra, possuir classe I, II ou III, conforme IEC.
Dimensionamento dos quadros de distribuição Quadro Proteção (A)
QD1 (Térreo) 40.00
Queda de tensão
A instalação atendida por ramal de baixa tensão terá queda de tensão máxima desde o ponto de entrega até o circuito terminal, conforme a tabela abaixo:
Queda de tensão admissível Total (%) 5
Alimentação
(%) 4
Iluminação (%) 4 Força (%) 4 Controle (%) 1
Temperatura ambiente
A temperatura média do ambiente e do solo são elementos utilizados para o cálculo do Fator de correção por temperatura. O FCT é utilizado no cálculo da corrente de projeto corrigida para o dimensionamento da seção da fiação do circuito.
Temperatura ambiente Ambiente (ºC) 30 Solo (ºC) 20
Pontos elétricos
Composição e tabelas de cargas
Para o projeto em questão foram consideradas as seguintes potências unitárias e respectivos
Pontos de força
Peça Pontos de comando e força - Interruptor simples e Tomada hexagonal
Potência unitária (W) 100 Número de pontos
atendidos 5
Potência total (W) 500 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso geral - 2P+T 10A (2) - baixa
Potência unitária (W) 200 Número de pontos
atendidos 10
Potência total (W) 2000 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso geral - 2P+T 10 A - baixa
Potência unitária (W) 100 Número de pontos
atendidos 22
Potência total (W) 2200 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso geral - 2P+T 10 A - 600 W - média
Potência unitária (W) 600 Número de pontos
atendidos 2
Potência total (W) 1200 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso específico - Geladeira Potência unitária (W) 140
Número de pontos
atendidos 1
Potência total (W) 140 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso específico - Fogão 4 bocas
Potência unitária (W) 2000 Número de pontos
atendidos 1
Potência total (W) 2000 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso geral - 2P+T 10 A - média
Potência unitária (W) 100 Número de pontos
atendidos 1
Potência total (W) 100 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso geral - 2P+T 20 A - média
Potência unitária (W) 100 Número de pontos
atendidos 3
Potência total (W) 300 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso geral - 2P+T 10A (2) - média
Potência unitária (W) 200 Número de pontos
atendidos 3
Potência total (W) 600 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso específico - Condicionador de ar Split 12000BTU
Potência unitária (W) 1085 Número de pontos
atendidos 3
Potência total (W) 3255 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso específico - Condicionador de ar Split 22000BTU
Potência unitária (W) 1990 Número de pontos
atendidos 1
Potência total (W) 1990 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso específico - Condicionador de ar Split 30000BTU
Potência unitária (W) 2900 Número de pontos
atendidos 1
Potência total (W) 2900 Fator de potência 0.9
Peça Pontos de força - Uso específico - Chuveiro 5400 W
Potência unitária (W) 5400 Número de pontos
atendidos 1
Potência total (W) 5400 Fator de potência 0.9
Pontos de luz
Peça Ponto de luz - Painel G-Light ECOLED 24W
Potência unitária (W) 24 Número de pontos
atendidos 44
Potência total (W) 1056
Fator de potência 1.0
Peça Ponto de luz - 15 W (parede) sem aterramento
Potência unitária (W) 15 Número de pontos
atendidos 7
Potência total (W) 105 Fator de potência 1.0
Peça Ponto de luz - Luminária
Espeto Potência unitária (W) 9 Número de pontos
atendidos 4
Potência total (W) 36 Fator de potência 1.0
Condutos e condutores Condutos
Todos os eletrodutos a serem utilizados deverão ser de PVC, anti-chama, de marca com qualidade comprovada e resistência mecânica mínima de 320 N/5cm para dutos corrugados e estar de acordo com as normas IEC-614, PNB-115, PBE-183 e PMB-335.
Condutores
Os condutores serão de cobre eletrolítico de alta pureza, tensão de isolamento 450/750V, isolados com composto termoplástico de PVC com características de não propagação e auto- extinção do fogo (anti-chama), resistentes à temperaturas máximas de 70ºC em serviço contínuo, 100ºC em sobrecarga e 160ºC em curto-circuito. Devem atender às normas NBR- 6880, NBR-6148, NBR-6245 e NBR-6812.
Os condutores instalados em eletroduto diretamente enterrado no solo, terão tensão de isolamento 0,6/1kV, encordoamento classe 2, conforme norma de fabricação NBR 7288.
A bitola mínima para os condutores será para circuitos de força de 2,5mm² e circuitos de iluminação 1,5 mm².Para todas as bitolas deverão ser utilizados cabos elétricos, ou seja, condutores formados por fios de cobre, têmpera mole–encordoamento classe 2.
Os cabos deverão ser conectados às tomadas com terminais pré-isolados tipo anel ou pino e conectados aos disjuntores com terminais pré-isolados tipo pino. Todos os condutores deverão ser identificados com anilhas, numerados conforme o número do circuito.
Padronização das cores Fase 1 Branco Fase 2 Preto Fase 3 Vermelho Neutro Azul claro Terra Verde-amarelo Retorno Amarelo
Critérios gerais Aterramento
A malha de aterramento será composta pela instalação de hastes de aterramento em linha, interligadas e distanciadas entre si de 3 metros, sendo a haste de características minimas de Ø5/8" x 2,44m, tipo Copperweld.
Na primeira haste haverá uma caixa de inspeção de 30x30x40 cm, para verificação e inspeção do aterramento.
A ligação com a rede será através do neutro, sendo que a conexão deverá ser bem firme.
A ligação do condutor com a haste deverá ser com solda exotérmica.
A resistência máxima deverá ser de 25 Ohms, e se necessário for, dever-se-á aumentar o número de hastes ou tratar o solo para respeitar tal valor.
A malha de aterramento deve ser instalada em vala de no mínimo 50 cm de profundidade, na qual serão interligadas as hastes de aterramento, através de condutores de 50 mm² de cobre nu. Deve possuir caixa de equalização, BEP, quando necessário, e interligar o sistema de aterramento ao barramento de proteção do quadro de distribuição geral de baixa tensão.
Exigências da concessionária
As emendas nos eletrodutos deverão ser evitadas, aceitando-se as que forem feitas com luvas perfeitamente enroscadas e vedadas.
Os eletrodutos deverão ser firmemente atarrachados ao quadro de medição, por meio de bucha e arruela de alumínio.
Instalações
Na instalação deve-se tomar cuidado para não danificar o isolamento dos fios durante a enfiação e o descascamento para emendas e ligações.
Os eletrodutos deverão ser instalados de modo a não formar cotovelos, pois isto prejudica a passagem dos condutores elétricos. Recomendamos a utilização de curvas ou caixas de passagem.
Todas as emendas serão feitas nas caixas de passagem, de tomadas ou de interruptores e devem ser isoladas com fita isolante de boa qualidade. Não serão permitidas, em nenhum caso, emendas dentro dos eletrodutos.
Todos os quadros de distribuição, caixas de passagem, caixas dos medidores, quadros de comandos, motores elétricos e demais partes metálicas, deverão ser devidamente aterrados.
10. PINTURA E IMPERMEABILIZAÇÃO
10.1. EM PAREDES
As superfícies a serem pintadas receberão cuidadosa limpeza, eliminando poeiras, corpos estranhos e qualquer irregularidade que prejudique o perfeito recobrimento dos planos. As superfícies só poderão ser pintadas quando perfeitamente secas.
A eliminação da poeira deverá ser completa, tomando-se precauções especiais contra o levantamento de pó durante os trabalhos, até que as tintas sequem inteiramente.
Cada demão só poderá ser aplicada quando a precedente estiver perfeitamente seca, convindo observar um intervalo de 24 horas entre demãos sucessivas, salvo especificações em contrário, devendo ser dadas tantas demãos quantas forem necessário (no mínimo duas), até se obter a coloração uniforme e o cobrimento desejado.
Os serviços de pintura devem ser suspensos nos dias de chuva e de muito vento.
Serão adotadas precauções especiais no sentido de evitar salpicaduras de tinta em superfícies não destinadas à pintura (vidros, divisórias, pisos). Os salpicos que não puderem ser evitados deverão ser removidos enquanto a tinta estiver fresca, empregando-se removedor adequado, sempre que necessário.
Todas as superfícies das paredes internas receberão tinta látex PVA e as externas receberão pintura de tinta acrílica, acabamento acetinado, seguindo rigorosamente as recomendações de preparações de superfície, imprimação, aplicação e dosagens expressas pelo fabricante.
Precede aos serviços de pintura a aplicação de selador de acordo com o tipo de tinta utilizada e as recomendações dos fabricantes.
Nenhuma superfície, passível de revestimento com tinta, ficará sem a correta proteção com a pintura adequada.
10.2. EM SUPERFICIE DE MADEIRA
A superfície deverá ser lixada com lixa número 80 ou 100. O pó será removido com pano umedecido com aguarrás.
Será aplicada então uma demão de fundo nivelador branco fosco, que permite um bom lixamento, uniformização da superfície e economia da tinta de acabamento.
Após seca, a superfície será novamente lixada, com lixa para madeira número 120 e o pó removido.
Para acabamento fino, deverá ser aplicada massa a óleo, seguida de lixamento com lixa para madeira número 100 e limpeza do pó.
A tinta a óleo ou esmalte será aplicada deixando-se secar.
A tinta utilizada deverá ser de primeira qualidade. Nas aduelas, alisares e folhas das portas, serão aplicados emassamento e pintura com esmalte com duas demãos.
11. SERVIÇOS COMPLEMENTARES
11.1. LIMPEZA
A obra será entregue perfeitamente limpa, devendo ser removidos todos os entulhos.
Haverá especial cuidado em se remover quaisquer detritos ou salpicos de argamassa endurecida das superfícies. Todas as manchas e salpicos de tinta serão cuidadosamente removidos, principalmente nos vidros e ferragens de esquadrias bem como em metais e louças sanitárias.
Todas as instalações e esquadrias deverão estar em perfeito funcionamento.
A obra será considerada concluída após a fiscalização e emissão do termo de recebimento pela fiscalização.
Dom Macedo Costa, ____ de ______________ de 2020.
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Gabriel Coelho Andrade Engenheiro Civil CREA-BA 051865452-4